Entenda a composição do índice Dow Jones e como investir nele

como investir na bolsa de valores

Pensa que investir em Wall Street é algo fora do alcance? Repense. Aplicar dinheiro nas bolsas americanas é mais simples do que se pode pensar. E uma das alternativas para investimento é no índice Dow Jones. Já ouviu falar?

O índice é um dos principais indicadores de ações americanos, ao lado do Nasdaq Composite e do S&P 500. Ele também é chamado de DJI ou DJIA (Dow Jones Industrial Average).

Quer conhecer mais sobre esse índice? Continue acompanhando este post e saiba como investir em sua cesta de ações.

O que é o índice Dow Jones?

O índice Dow Jones reúne ações negociadas na bolsa de Nova York, a NYSE. 

É um dos índices acionários americanos mais antigos. Foi criado em 1896 por Charles Dow e Edward Davis Jones. Ambos foram sócios-fundadores do The Wall Street Journal, publicação especializada em economia e no mercado financeiro.

Qual é a sua composição?

O índice Dow Jones é composto por 30 ações de grandes empresas americanas, líderes em seus segmentos. Diferentemente de outros índices acionários, como o S&P 500, a seleção não é feita por critérios técnicos. Os papéis são escolhidos pelos editores do The Wall Street Journal.

Como o próprio nome do índice denota, em seu início o DJI reunia apenas empresas industriais. Mas, ao longo do tempo, o indicador passou a incluir também empresas do segmento de serviços, como as de tecnologia e do setor financeiro.

Veja abaixo algumas empresas que compõem a carteira atual do DJI:

  • Boeing;
  • Microsoft;
  • Apple;
  • Pfizer;
  • JPMorgan;
  • Walt Disney;
  • Apple;
  • Nike;
  • Goldman Sachs.

Assim como qualquer outro índice, a carteira é ajustada de tempos em tempos, como forma de acompanhar mudanças de cenário.

Quando foi criado, o índice Dow Jones reunia apenas 12 ações. Ainda hoje o indicador sofre críticas por incluir poucas ações. Na visão dos críticos, por conta dessa característica ele não reproduz a economia americana.

Contudo, a longevidade e o desempenho do índice ao longo de mais de 100 anos faz com que continue a ser referência para gestores de fundos. Também costuma guiar operações com derivativos.

Quais são os fundamentos da teoria de Dow?

O jornalista Charles Dow desenvolveu uma teoria um ano após ter criado o índice. Chamada de teoria de Dow, ela observa o mercado de ações e é considerada a base da análise técnica de ações

Esse tipo de verificação busca investigar tendências de preços para os papéis. Veja abaixo as principais teses elaboradas pelo jornalista.

Índices se ajustam ao cenário econômico

Ainda que sofram grandes oscilações, índices de referência se adaptam rapidamente a uma nova situação. Enquanto a tendência não muda, esses indicadores mantêm o movimento.

Indicadores têm movimento semelhante

Para Dow, é importante acompanhar diversos índices acionários como forma de analisar a situação de uma economia. Em sua teoria os indicadores devem ter movimento semelhante, mas mostram o que acontece com diferentes grupos de empresas.

Movimento de ações segue três tendências

Em sua teoria, Dow aponta que o mercado acionário tem três tipos de níveis de tendência:

  • primária: é o movimento constante que faz com que os papéis se valorizem e desvalorizem;
  • secundária: é caracterizado por um movimento maior, formado a partir do sobe e desce frequente;
  • terciária: são movimentos menores que se formam entre ciclos do mercado.

Fases do movimento primário de ações

Dow destaca que a tendência primária das ações passa por três fases, que indicam se é hora ou não de comprar o papel:

  • acumulação: acontece logo após a ação se desvalorizar, quando o mercado financeiro assimila as notícias ruins e seu preço tende a estabilizar. Para Dow, esse é o melhor momento para compra do papel;
  • participação pública: são altas repentinas que atraem mais aplicadores até a valorização do papel;
  • distribuição: é o momento em que a notícia sobre a valorização do papel sai na imprensa e é amplamente conhecida. Para os que entraram na fase de acumulação, é o momento de vender.

Como investir no índice Dow Jones?

Existem aplicações financeiras cujo rendimento está diretamente associado a índices, entre eles o Dow Jones. A alternativa mais popular são os fundos de índice (ETFs), que replicam a carteira de indicadores.

Os ETFs surgiram como opção para quem não tem tempo de acompanhar as mudanças de um índice. Em um fundo, esse trabalho é feito por um gestor. Mas atualmente não existe nenhum ETF listado na B3 que replica a carteira do índice Dow Jones.

As opções existentes apenas seguem índices nacionais como referência, como o Ibovespa e o índice de Small Caps, e o S&P 500. Por conta disso, quem quiser aplicar em ETFs que seguem o índice deve abrir uma conta no exterior.

Existem corretoras brasileiras que atuam nos Estados Unidos e buscam tornar esse processo mais simples. Contudo, é necessário pesar o custo do dólar na decisão. Antes disso, entenda o que é fluxo cambial e como ele pode afetar seus investimentos, além da cotação do dólar paralelo.

Outra forma de aplicar dinheiro no índice seria comprar as 30 ações incluídas no DJI, com as devidas proporções, para obter um rendimento similar. Contudo, adquirir ações individuais e vendê-las pontualmente tem custos que não são desprezíveis. Além disso, os papéis são negociados somente lá fora.

Como a Magnetis pode auxiliar?

Pensando em investir no exterior, mas não sabe por onde começar? A Magnetis pode ajudar você. Consultora de investimentos automatizada, oferece uma carteira de investimento adequada aos objetivos de cada cliente.

A seleção de investimentos é feita com base em um questionário e por meio de algoritmos. Basta acessar o site e responder a algumas perguntas, como objetivo do investimento (aposentadoria, por exemplo) e em quanto tempo espera atingi-lo.

Atualmente o valor mínimo para investir na gestora é R$ 1 mil, e o cliente paga uma taxa de consultoria que varia entre 0,2% a 0,4% ao ano.

Agora que você conhece o índice Dow Jones e entende a importância do indicador no mercado acionário americano, quer saber qual a melhor forma de investir? Conheça a consultoria de investimentos.

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Entenda como fazer um bom planejamento financeiro familiar

Manter as contas em dia é essencial para a qualidade de vida de qualquer pessoa. Mas se isso é tão importante, por que tantas famílias estão endividadas? Geralmente, o problema está na falta de um bom planejamento financeiro familiar.

Muito se fala sobre finanças pessoais, mas é preciso ainda mais cuidado com as despesas da família. Quando elas não estão organizadas e controladas, todos são afetados e prejudicados.

Foi pensando nisso que decidimos trazer para o blog algumas dicas valiosas sobre o assunto. Confira!

O que é planejamento financeiro familiar?

O planejamento financeiro familiar é um conjunto de ações que visam organizar os gastos de uma família. A ideia é usar o dinheiro de maneira estratégica e coerente, em busca da prosperidade do núcleo familiar. 

Imagine que sua família seja como uma empresa. Sem uma boa gestão financeira, as coisas podem ficar bem complicadas, não é mesmo? Sendo assim, é preciso se dedicar ao controle patrimonial. Afinal, conhecer todas as suas receitas e despesas é o primeiro passo para mudar de vida.

Vale lembrar que não importa quanto sua família ganha mensalmente. O planejamento financeiro familiar deve ser feito por todos, pois o descontrole é um problema a ser evitado.

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Para que ele serve?

“É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las”. Essa famosa frase do Bernardinho, técnico da seleção brasileira de vôlei, explica a relevância do planejamento financeiro familiar.

Por se tratar das finanças de várias pessoas, há uma certa complexidade nos processos. No entanto, a prosperidade e os objetivos de todos só serão alcançados com controle, motivação e persistência.

Em resumo, o planejamento serve para evitar que sua família se perca e gaste mais do que pode. Ele é o responsável pelo controle do endividamento e ajuda a melhorar a educação financeira das pessoas.

Qual é a importância do planejamento financeiro familiar?

Ficou fácil entender a importância do planejamento financeiro familiar, não é mesmo? Afinal, aqueles que não conhecem bem suas receitas e despesas não têm uma visão realista de seu orçamento.

É devido a essa falta de visibilidade e controle que tantas famílias se endividam. Elas gastam mais do que ganham, traçam metas incoerentes e enfrentam inúmeros problemas.

Em outras palavras, os salários, pensões e aposentadorias dos membros da família precisam ser suficientes para arcar com as despesas mensais. Com o planejamento, fica mais fácil unificar os objetivos de todos e deixar as contas mais transparentes.

Além disso, quando tudo está em ordem, a família consegue atravessar momentos difíceis com mais tranquilidade. Crises e situações inesperadas podem surgir, então, ter as finanças organizadas fará com que essa fase seja menos estressante.

Como começar a fazer um planejamento financeiro familiar?

Viu só como o planejamento financeiro familiar pode contribuir para que sua vida seja mais tranquila, feliz e planejada? Então chegou a hora de aprender a colocá-lo em prática!

Vamos ajudar sua família a deixar de lado as armadilhas do cérebro que a impedem de prosperar, dando algumas dicas claras e simples. Afinal, lidar com dinheiro não precisa ser uma missão impossível. Confira!

Anote todas as receitas e despesas da família

Para colocar a casa em ordem e começar a fazer um bom planejamento financeiro familiar, você precisa ter visibilidade

Sendo assim, sua primeira tarefa é fazer uma lista com todas as suas receitas e despesas. De um lado, anote os salários, pensões, aposentadorias e rendimentos mensais. Do outro, anote gastos com aluguel, financiamentos, água, luz, telefone, internet… Nada pode ser esquecido!

Defina os objetivos familiares

Depois de entender a realidade de sua família, é hora de pensar em metas. Esses objetivos devem ser coerentes e possíveis de alcançar. Ou seja, não vale colocar a mão onde ainda não é possível alcançar.

Algumas famílias desejam abrir o próprio negócio, comprar uma casa de praia, investir nos estudos dos filhos e até fazer uma viagem. O importante é que isso seja definido com base em informações reais sobre as finanças atuais. Lembre-se de pensar em metas de curto, médio e longo prazo.

Centralize o controle dos gastos

O planejamento financeiro familiar lida com o dinheiro de todos os membros da família. Por isso, é preciso encontrar uma maneira de centralizar essas informações, facilitar o controle de gastos e juntar dinheiro.

Uma boa estratégia é contar com o apoio de aplicativos e planilhas. Você deve lançar os valores com atenção e permitir que todos visualizem e acompanhem.

Vale a pena destacar que a participação e motivação de todos são os principais fatores que contribuem para o sucesso. Por isso, estimule e tente engajar seus familiares.

Crie um plano de contenção familiar

O segredo da prosperidade financeira está em gastar menos do que se ganha. Sendo assim, sua família deve aprender a economizar e a cortar despesas desnecessárias.

Os financiamentos, por exemplo, consomem uma boa parte do orçamento. Por isso, é interessante se esforçar para quitá-los o quanto antes, evitando atrasos e o pagamento de juros.

Enfim, com os seus familiares, crie um plano de contenção de gastos. Definam o que é prioridade e aquilo que pode ser deixado para depois e sejam focados na hora de consumir, evitando as compras por impulso.

Faça uma reserva de emergência

Imprevistos acontecem, não é mesmo? Por exemplo, crises financeiras, doenças ou demissão. Seja o que for, vocês precisam ter condições de seguir em frente até que tudo volte ao normal.

É unânime entre os especialistas financeiros a importância da reserva de emergência. Esse dinheiro ajuda a cobrir gastos que não estavam dentro do planejamento da família. Dessa forma, o orçamento não é tão prejudicado.

Invista o dinheiro

Você ainda deixa o dinheiro guardado na poupança? É hora de repensar essa estratégia, pois ela não é a mais vantajosa.

Pesquise um pouco mais e dê preferência para aplicações que rendem mais. Ou seja, faça o dinheiro trabalhar para sua família. Para isso, existem muitas boas opções em Renda Fixa e Renda Variável, como:

Outra dica valiosa: caso você faça o saque do FGTS liberado pelo governo, pense bem antes de usar o dinheiro. Com as estratégias certas, ele pode render muito mais.

Percebeu como o planejamento financeiro familiar não é um bicho de sete cabeças? Pelo contrário, ele pode ser mais simples do que parece. No entanto, é sempre bom destacar que a participação de todos é essencial para a conquista de todos os seus objetivos. Por isso, mãos à obra. Para ajudar você com essa tarefa, produzimos uma planilha de gastos bem simples de preencher. Baixe-a agora mesmo gratuitamente!

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Confira algumas dicas de como operar na Bolsa de Valores

como investir na bolsa de valores

Saber como operar na bolsa de valores parece um desafio muito grande. No entanto, com a ajuda necessária e algumas dicas essenciais, você pode deixar o medo de lado e começar a investir em renda variável.

Aplicar em ações pode melhorar sua rentabilidade, diversificar a sua carteira e ainda ampliar seus conhecimentos sobre o mercado financeiro. Neste artigo, você vai ver quem pode operar na bolsa, conhecer dicas essenciais para começar e entender qual é o perfil de um trader. Confira!

Quem pode operar na bolsa de valores?

Qualquer pessoa pode operar na bolsa de valores, desde que seja maior de idade e possua cadastro em uma corretora. Essa instituição financeira é essencial, porque a bolsa não pode ser operada diretamente por Pessoas Físicas. É por meio da corretora que você poderá realizar as transações necessárias para aumentar seus rendimentos.

Entretanto, apesar de ser fácil começar, para comprar e vender papéis na B3 é importante ter conhecimento sobre o mercado financeiro

Afinal, como saber qual é o momento ideal de negociar? Como funciona o day trade? Qual é a melhor estratégia a ser adotada? Como obter a rentabilidade desejada? São perguntas importantes para qualquer pessoa que deseja começar a investir em renda variável.

Aplicar em ações envolve riscos, incluindo chances de perder dinheiro. Portanto, antes de operar na bolsa, entender o mercado de ações é fundamental.

Quais são as principais dicas para quem quer começar a operar na bolsa?

Antes de começar a operar na bolsa, veja algumas dicas que podem ajudar você nessa empreitada.

Descubra o seu perfil

O primeiro passo é descobrir qual é o seu perfil. Não adianta começar a investir e perceber tarde demais que aquele tipo de operação não combina com seus objetivos. 

Você tem perfil moderado, conservador ou arrojado? Deseja ser um traderprofissional, que faz operações diárias, ou é alguém que pensa no longo prazo? Qual é a sua tolerância aos riscos? 

Negociar no mercado de ações envolve muito mais do que apenas comprar e vender ativos. Para garantir sucesso nos investimentos, vários critérios devem ser considerados. Por isso, reflita, pense nos seus objetivos, estude e saiba como essa decisão pode impactar sua vida.

Estude constantemente

Após estipular seus objetivos e analisar seu perfil, chega o momento de estudar. O principal foco de quem aplica na bolsa é ganhar dinheiro. Mas, para ampliar os rendimentos, é necessário entender a dinâmica do mercado.

Em primeiro lugar, descubra como o processo funciona, para depois considerar a parte financeira. Separe um tempo para tirar todas as suas dúvidas, converse com especialistas e leia livros e artigos sobre o tema. 

Estudar constantemente é importante também para escapar do efeito manada. Usar outras pessoas como parâmetro é normal, mas seguir o fluxo da decisão de outros indivíduos nem sempre é o melhor caminho.

Defina uma estratégia de investimento

Definir uma estratégia de longo prazo e segui-la corretamente pode melhorar as probabilidades de ganhos. Estipule uma estratégia e tome cuidado para não se deixar levar pelas emoções. A bolsa de valores exige decisões importantes, por isso, tente seguir em frente com foco em seus objetivos. 

Por exemplo: muitas vezes a estratégia demonstra que é melhor abrir mão de certa rentabilidade para não acabar perdendo ainda mais. É fundamental estabelecer uma rotina bem-definida, acompanhar as variações do mercado, criar um fluxo de testes e manter-se fiel às suas metas.

Qual é o seu propósito? O seu perfil está alinhado com a sua estratégia? Lembre-se de seguir as regras e não desistir na primeira vez que seu planejamento der errado. Com os erros, é possível aprender muito sobre o mercado financeiro.

Algumas estratégias comuns são buy and hold, scalping, swing trade, position trade, day trade etc. Depois que você estudar e analisar todas as opções, pode definir aquela cujo resultado será mais interessante para o seu propósito.

Escolha o momento certo para comprar ações

Entender o conceito de oferta e demanda é o primeiro passo para saber o momento certo de comprar ações. Em resumo, se a demanda for maior que a oferta, os preços tendem a subir. Porém, se a oferta é maior que a demanda, os preços caem. 

Na prática, se muitas pessoas desejam comprar uma ação, o preço aumenta e elas pagam mais. Em contrapartida, se muitos papéis estão à venda e ninguém tem interesse em comprá-los, o preço cai. Como resultado, o mercado de ativos oscila bastante. 

Escolher o momento certo é um desafio e requer análises técnicas sobre as diferentes empresas que negociam no pregão. As altas e baixas costumam ser influenciadas por notícias relacionadas à economia ou política de um país. Como as informações são disseminadas rapidamente, o mercado acompanha a tendência.

Por isso, alinhar sua estratégia com as tendências é um dos principais passos para operar na bolsa de maneira satisfatória. Não existe um momento perfeito para comprar e vender ações, mas é possível acompanhar a dinâmica do mercado. 

Se o mercado estiver em alta, pode ser um bom momento de comprar. Se estiver caindo, vender pode ser a melhor opção. Tudo dependerá dos índices de referência e da sua estratégia.

Invista em derrotas

Claro que ninguém quer perder dinheiro, mas investir em derrotas pode trazer chances que você nunca imaginaria se não tivesse arriscado. Portanto, caso você sofra perdas ao final do dia, encare-as como aprendizado. Observe o que você realizou, analise o que poderia ter feito de diferente e anote seus resultados. Assim, você não repetirá o mesmo erro no futuro.

Aproveite o momento para estudar mais, tirar suas dúvidas e repensar a estratégia. Assim, você poderá recuperar aquilo que perdeu e ainda usar sua experiência como ensinamento. Fique atento também às mudanças do mercado bancário, cujas tecnologias e transformações podem impactar o mercado de ações.

Prepare-se emocionalmente

Preparar-se emocionalmente é fundamental. Arriscar demais, tomar decisões sem ter certeza e sofrer com as alterações diárias podem se tornar impedimentos para o sucesso. 

Estipule um método seguro para você e pratique o controle emocional. Saiba que perdas podem ser positivas e lembre-se de que erros trazem aprendizados. Se você criar uma estratégia sólida e não tomar decisões impulsivas, será mais fácil lidar com as incertezas da bolsa.

Qual é o perfil de um trader?

Um trader, ao contrário de uma pessoa que investe ocasionalmente, é um profissional que ganha dinheiro com operações de curto prazo. Seu lucro é obtido com a variação das cotações, independentemente de o mercado estar em alta ou em baixa.

O perfil de um trader geralmente é dinâmico e adaptável. Isso significa que ele deve ser uma pessoa persistente e que saiba lidar com momentos de crise no mercado.

Traders acompanham o pregão diariamente, desde o início até o fechamento da bolsa de valores. É possível trabalhar em qualquer lugar do mundo, desde que exista acesso à internet e ao home broker (o sistema de negociações dos ativos).

Por meio do home broker, que é disponibilizado pelas corretoras, o trader consegue acompanhar as movimentações do pregão em tempo real.

Por falta de tempo ou conhecimento, saber como operar na bolsa pode ser uma tarefa complicada. Porém, com a ajuda de uma consultoria de investimentos, você pode tirar todas as suas dúvidas sobre o tema. Conheça o nosso guia para consultoria de investimentos e saiba como esse serviço pode fazer a diferença na sua vida financeira.

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Segurança de dados e Blockchain: entenda as relações

A segurança de dados é um dos temas mais recorrentes na maioria das empresas. 

E isso não é por acaso, afinal é essencial oferecer um bom nível de cibersegurança tanto para os dados corporativos, como para as informações dos clientes e parceiros de negócios.

E essa deveria ser a preocupação de todos os negócios, independentemente do porte, ramo ou segmento. 

Dentro de toda essa discussão, a tecnologia da Blockchain se destaca como uma solução viável e interessante, com várias vantagens.

Quer entender melhor o que é segurança de dados e qual a relação com a Blockchain? Siga com a gente!

O que é segurança de dados?

A segurança de dados pode ser compreendida como a proteção dos dados contra ameaças, modificações não autorizadas, roubos ou destruição. 

Para que uma estratégia de segurança de dados seja eficiente, ela deverá ser baseada em três pilares fundamentais: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

A confidencialidade está ligada aos limites de acesso à informação, permitindo que apenas pessoas ou entidades autorizadas por quem detém a informação consiga acessá-las, processá-las e modificá-las.

Já a integridade relaciona-se à garantia de que os dados manipulados conservarão suas características originais. Ou seja, que as informações se manterão íntegras, da mesma forma que foram criadas ou estabelecidas pelo proprietário.

Por fim, a disponibilidade é a que garante que as informações estarão sempre disponíveis para serem usadas legitimamente. Ou seja, que entidades ou pessoas autorizadas por quem detém esses dados terão sempre acesso garantido a eles.

Para garantir que a proteção de dados seja realmente eficiente, é importante que cada empresa estipule sua própria política de proteção de dados, um conjunto de recomendações, normas e regras que envolve todos os indivíduos ligados a uma corporação, mantendo o nível desejado de confiabilidade, integridade e disponibilidade.

Quais os principais mecanismos e ferramentas de segurança de dados atualmente?

Imagem azul com homem de terno acessando um tablet.
A criptografia entre os mecanismos de segurança de dados assume um papel crucial.

Basicamente, as empresas realizam dois tipos de controles em relação aos seus dados e informações: os controles físicos e os controles lógicos.

Os controles físicos são aqueles que abrangem barreiras que limitem o contato ou o acesso direto à informação e à infraestrutura criada e mantida para garantir a existência dos dados.

Por exemplo: portas, paredes, trancas, sistemas de senhas, biometria, vigias, blindagem e outros mecanismos para proteger a entrada de pessoas não autorizadas em áreas como a central de dados.

Já o controle lógico envolve aquelas barreiras que impedem ou limitam o acesso aos dados que estão em ambiente eletrônico ou virtual. 

Alguns exemplos de ferramentas usadas atualmente são:

1) criptografia: mecanismos de segurança que usam esquemas matemáticos e algoritmos para codificar os dados em textos inelegíveis, os quais só podem ser decodificados por pessoas que detém a chave de acesso;

2) assinatura digital: conjunto de dados criptografados que garantem a integridade de um documento, mas não a confidencialidade;

3) honeypot: software usado para detectar ou impedir ações de crackers, spammers e outros agentes externos não autorizados;

4) controles diversos de acesso: palavras-chaves, biometria, cartões inteligentes, firewall etc. são mecanismos dessa categoria.

O que é e como funciona a Blockchain?

A Blockchain, em uma tradução livre, significa cadeia de blocos. Essa é uma tecnologia que surgiu atrelada ao Bitcoin, mas que já tem inúmeras possibilidades de uso além das criptomoedas. 

Podemos entendê-la como um grande banco de dados formado por blocos interligados e descentralizados.

Assim, na Blockchain não há a figura do administrador, que certifica e valida os dados. Esse processo é feito pelos nós da rede, que são computadores espalhados pela web. 

Dessa maneira, para que qualquer transação na Blockchain seja considerada válida, é preciso que, no mínimo, 51% dos nós da rede validem a ação.

Ligação entre os blocos

Entender como a Blockchain funciona é fundamental para compreender a relação entre essa tecnologia e a segurança de dados. 

Na Blockchain, cada novo bloco gerado carrega um hash, que é uma sequência de números e letras. Isso significa que cada bloco guarda a informação de toda a cadeia – tornando praticamente impossível uma adulteração promovida por uma simples invasão, pois toda transação precisa ser validada por 50% + 1 dos nós da rede.

Assim, qualquer alteração que seja feita em um bloco ficará registrada para sempre, tornando mais simples o rastreamento. 

É por isso que a Blockchain tem se tornado bastante usada para outras ações além das criptomoedas, como é o caso da certificação e validação de documentos e contratos, reduzindo os custos e as burocracias dos cartórios tradicionais.

Blockchain e segurança de dados: qual a relação?

A Blockchain possui algumas características muito importantes que favorecem a segurança de dados, como: a descentralização, o rastreamento e a criptografia de ponta.

Como a Blockchain é descentralizada, ou seja, todas as ações precisam ser validadas pela maioria dos nós, para que um invasor consiga ter controle e manipular os dados. 

Ele teria que controlar 51% dos nós, invadindo várias máquinas ao mesmo tempo para validar a ação, o que na prática seria muito difícil.  Além disso, toda a ação do invasor seria facilmente rastreável na Blockchain.

Assim, vamos supor que um invasor acesse os dados de uma empresa que use a Blockchain para a segurança de dados. Se ele quiser roubar ou adulterar uma informação, a ação será facilmente percebida e todos os nós que formam o bloco começarão a agir no sentido de invalidar essa ação.

Outra atividade interessante que pode ser beneficiada com o uso da Blockchain é a assinatura de contratos.

Infelizmente, não é difícil para pessoas mal intencionadas fraudar esse registro. Mas, com a tecnologia, é possível certificar um documento e, se qualquer alteração ocorrer, será possível detectá-la e rastreá-la rapidamente.

Ainda é possível usar a ligação dos blocos para navegar com mais segurança na internet, proteger senhas e oferecer muito mais segurança como um todo.

Quais os impactos da Blockchain para as empresas e as pessoas em geral?

Se no início, a Blockchain nasceu revolucionando o universo monetário, hoje ela traz alterações e possibilidades mais significativas e mais amplas, sendo as principais relacionadas à segurança de dados.

Por exemplo, a alteração ligada ao acesso das informações financeiras e bancárias

Quando acessamos o app do nosso banco ou vamos até a agência, precisamos digitar usuário e senha para ter acesso aos dados da nossa conta.

Com a tecnologia da Blockchain, será possível validar um dispositivo (como um computador ou celular) e saber com qual usuário esse dispositivo está linkado.

Hoje essa verificação é bem superficial, e apenas considera o perfil do usuário, o que gera brechas em termos de segurança.

A expectativa é que, nos próximos anos, os smartphones passem a usar a Blockchain para se tornarem ainda mais seguros. 

Até mesmo a área da saúde poderá ter impactos positivos com o uso dessa tecnologia, especialmente na proteção dos dados dos pacientes, como prontuários e outras informações médicas.

Um exemplo bem interessante do uso da Blockchain é o caso do Walmart, que emprega a tecnologia para conseguir rastrear de forma mais precisa os produtos que comercializa. Assim, é possível coletar informações sobre a origem, a segurança e a autenticidade dos itens comercializados nas lojas – permitindo que o consumidor final conheça melhor o que está comprando.

No caso dos alimentos, é possível saber onde eles foram plantados, quando foram colhidos e qual o caminho percorreram até o ponto de venda.

Outra aplicação muito interessante é o uso da Blockchain para tornar as eleições mais seguras. Isso já foi feito em 2018, nos Estados Unidos, quando os militares da Virgínia Ocidental que estavam no exterior conseguiram votar pelo celular.

Quais as possibilidades de uso da Blockchain nas empresas?

Já deu para notar que a Blockchain permite muitas possibilidades de uso dentro dos ambientes corporativos, não é mesmo? Veja algumas delas.

Gestão de identidades

A Blockchain pode ser usada para estabelecer a identidade e criar um sistema de reputação. Assim, a identidade digital se torna mais difícil de ser roubada, pois é monitorada publicamente e tem parâmetros invioláveis.

A identidade Blockchain usa criptografia de chaves assimétricas em um app, por exemplo, para fazer a validação da identidade dos usuários. 

Esse cadastro é feito em 3 etapas: cadastro pelo app e validações preliminares, pesquisa automática em redes públicas e validação automatizada e verificação manual no caso de discrepâncias.

Assim, depois da validação do cadastro, o sistema cria uma identidade Blockchain única para cada usuário.

Por meio dessa identidade, ele poderá realizar várias ações na internet, como logar em sites dispensando senhas e registro de perfil em sites sem preenchimento de formulários.

Provas de autenticidade para conteúdos web

Esfera com zeros e um, expressando a ideia de dados.
Plugins de navegação podem ser criados pela tecnologia de blockchain gerando carimbos de tempo.

Não é difícil encontrarmos conteúdos caluniosos e ameaçadores na web e nas redes sociais, que podem prejudicar a imagem de uma empresa.

Com a Blockchain, é possível criar um plugin para os navegadores que consigam gerar relatórios com um print da página em questão, fornecendo o carimbo do tempo de quando aquele conteúdo estava publicado.

Plataformas digitais seguras

Outro ponto de destaque da Blockchain é a sua plataforma digital. Nela, o usuário tem uma certificação de autenticidade e recebe um carimbo de tempo comprovando desde quando determinado documento existia daquela forma.

Essa é uma plataforma automatizada, na qual é possível certificar e verificar a autenticidade dos documentos digitais de quaisquer tipos.

Segurança de dados e a assinatura online de contratos

A assinatura de contratos ainda é uma forte ameaça a segurança de dados em muitas empresas, já que, com a tecnologia disponível atualmente, não é difícil ocorrerem fraudes.

Ao aliar a identidade Blockchain, você conseguirá ter muito mais segurança na assinatura de contratos. 

Afinal, quando o documento é certificado em Blockchain, caso ele sofra qualquer alteração, a fraude será facilmente identificada e rastreada, impedindo que fraudes e outros tipos de alterações sejam realizadas por pessoas mal intencionadas.

Neste conteúdo, você viu que a segurança de dados é um assunto importantíssimo para as empresas de diferentes segmentos e portes atualmente. 

A Blockchain é uma tecnologia capaz de auxiliar bastante nesse sentido, pois oferece um ambiente seguro e descentralizado, que impede as invasões e torna mais fácil rastrear qualquer ação mal intencionada.

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10 ideias de como conseguir renda extra

Seja qual for o seu objetivo financeiro — manter o orçamento no azul, comprar um bem, ter alguma estabilidade —, mudar hábitos é essencial para alcançá-lo. Isso inclui apertar um pouco as finanças pessoais e correr atrás de uma renda extra.

Porém, sabemos que nem sempre é fácil decidir qual é a atividade certa para conquistar uma receita adicional. Foi pensando nisso que resolvemos elaborar este artigo e apresentar 10 ideias de como conseguir um dinheiro a mais no fim do mês. Vamos a elas?

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1. Vender itens em desuso

Essa é uma ótima alternativa para quem precisa de uma renda extra. Isso porque, além de ganhar espaço no guarda-roupas, você pode oferecer algo muito útil para outras pessoas e que não é tão fácil de encontrar.

É claro que é importante colocar à venda somente aqueles objetos que estão em bom estado de conservação. A ideia é levantar um dinheiro a mais para si e a outra pessoa adquirir o item sem pagar muito caro por ele em uma loja.

Para ajudar nas vendas, vale a pena participar de grupos de desapego nas redes sociais. Também existem aplicativos para esse fim. Basta fazer o cadastro, anunciar seus objetos e atender quem vier procurar o seu perfil.

2. Dar aulas particulares

Se você domina um determinado assunto, por que não ajudar outras pessoas que precisam aprender? Algumas têm certa dificuldade em assimilar o conteúdo aplicado em sala de aula e, por isso, precisam de aulas de reforço.

Ainda há outros tipos de aulas, como as de música, as de idiomas e até mesmo as de artesanato. Ou seja, não é preciso dominar somente matérias escolares. Qualquer conhecimento que possa ser compartilhado e ajudar alguém a aprender já vale muito.

Divulgue suas aulas entre amigos e parentes, na internet ou em estabelecimentos próximos na região em que mora. Assim, além de conseguir uma renda extra, é possível colaborar com a educação e o enriquecimento cultural de outras pessoas.

3. Cuidar de animais de estimação

Gosta de bichos? Então, essa pode ser uma ótima oportunidade de ganhar uma renda extra. Ao aceitar receber e cuidar de pets em casa, você ajuda aquelas pessoas que precisam viajar e não têm com quem deixar os bichinhos, por exemplo.

Esses cuidados não se aplicam somente aos períodos em que os donos estão ausentes. Existem aqueles tutores que não têm disponibilidade para levar os animais para passear, fazer as necessidades ou mesmo alimentá-los na frequência adequada.

É nessas horas que entram seus serviços. Ofereça-se para cumprir essas tarefas diárias — caso também tenha tempo — ou receber os pets na sua casa, como um lar temporário durante as viagens dos donos e os finais de semana. É importante negociar um preço que valorize seu trabalho, mas que não seja tão caro quanto a opção de um hotelzinho.

4. Alugar alguns itens

Já pensou em alugar aquela roupa de gala, que você usou apenas na formatura ou em um casamento? E os itens esportivos que não usa o tanto quanto gostaria ou ferramentas que podem ser emprestadas? É a verdadeira economia colaborativa.

Às vezes, as pessoas precisam de itens que serão tão pouco usados que a compra deles não compensa. Nesses casos, o aluguel cai como uma luva, já que é uma opção mais barata e que não exige espaço da casa para estoque.

Aproveite essa oportunidade listando os objetos que estão em bom uso e publique-os nos grupos de redes sociais ou plataformas voltadas para esse fim. Isso vai fazer com que aquele item que você comprou traga um retorno financeiro que será muito bem-vindo.

5. Fazer quitutes

Usar seus dotes culinários pode ser um bom caminho a se seguir para fazer uma renda extra. Afinal, se tem uma área que sempre pode trazer bons resultados, é a de alimentação. Então, apostar em quitutes (como bolos, docinhos, pães, salgadinhos e tortas) é sempre uma ótima opção.

Portanto, use a criatividade e transforme o seu hobby de final de semana em uma forma de ganhar dinheiro. Comece aos poucos, vendendo para familiares, amigos e vizinhos e veja como essas pessoas reagem.

Quando sentir um pouco mais de segurança, pode ir atrás de um público maior, oferecendo as guloseimas na internet, em grupos e até mesmo fazendo parcerias com estabelecimentos próximos. Quem sabe isso não vira um negócio bem rentável daqui a um tempo e ajuda você a mudar de vida?

6. Participar de pesquisas e testes cegos

Uma das melhores maneiras que as empresas têm de conhecer seus clientes é por meio de pesquisa. Algumas delas chegam a remunerar pessoas para que elas forneçam opinião sobre o negócio, o estabelecimento, o atendimento, entre outras coisas.

Você pode se candidatar para essas pesquisas nos sites das empresas ou em aplicativos que hospedam esses quizzes. Entrar em programas de cliente oculto também pode ser uma boa oportunidade de ganhar dinheiro.

7. Escrever textos para web

O Marketing Digital vem ganhando um espaço cada vez maior, principalmente no que diz respeito à produção de conteúdo. Se você tem um excelente português e gosta de escrever, pode usar isso para ganhar uma renda extra.

Dependendo da sua disponibilidade, o serviço de redação pode gerar um montante bacana no fim do mês. Cadastre-se em plataformas e sites que ajudam a conectar clientes e redatores e comece a pegar uns jobs para escrever.

8. Realizar investimentos para obter lucros

Você pode fazer investimentos financeiros e conseguir um dinheiro extra a partir dos rendimentos que eles oferecem. Existem opções para curto, médio e longo prazo, para todo perfil de investidor.

Porém, vale a pena destacar que se não pode entrar nesse mercado às cegas. É importante investir em estudo, aprender a investir e só depois seguir para a prática. Assim, é possível fazer escolhas sábias.

Se quiser mesmo iniciar no mercado financeiro, mas ainda não sentir segurança o suficiente para dar o primeiro passo, conte com a ajuda de uma assessoria. Os especialistas podem ajudar no aconselhamento para a escolha das pções com as melhores taxas de juros (que aumentam a rentabilidade).

9. Trabalhar como assistente virtual

Apesar de parecer meio inusitado, muitas oportunidades são oferecidas para o serviço de assistente virtual. Principalmente em plataformas voltadas para o trabalho freelancer, que conectam empresas e profissionais.

Um exemplo bastante comum entre quem procura essa atividade são os clientes que buscam atendentes digitais de chats, por exemplo. Esse é um trabalho que pode ser feito sem precisar sair de casa (o famoso home office), só com o auxílio do computador.

10. Oferecer serviços gerais

Você tem habilidade para realizar pequenos reparos, como consertar vazamento, trocar uma resistência de chuveiro, consertar uma torneira ou instalar um ventilador de teto? Então, ajudar as pessoas a resolverem essas ocorrências domésticas pode ser a sua saída para conseguir uma renda extra.

E engana-se quem ainda acha que esse tipo de serviço só pode ser prestado por homens. Existem muitas mulheres que são especialistas em determinadas atividades e fazem um excelente trabalho. Então, é um mercado que está aí para todos.

Viu só como tem uma gama de atividades para conseguir uma renda extra no fim do mês? Escolha a que tem mais a ver com as suas habilidades e vá em frente. Aproveite para compartilhar este artigo em suas redes sociais e ajudar outras pessoas a ganhar mais dinheiro!

quem é você no mundo dos investimentos

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Como sair das dívidas em 8 passos

Não existe milagre que possa saldar nossos débitos. Você enfrenta dificuldades financeiras e não tem ideia de como sair das dívidas? Pois saiba que mais de 65% dos brasileiros estão endividados. Isso, é claro, deve-se em parte às constantes instabilidades econômicas no país, mas também à falta de educação financeira no Brasil.

Primeiro, temos de ressaltar que, para sair de situações do tipo, é imprescindível ter disciplina e muita dedicação. Sacrifícios e mudanças radicais nos hábitos de consumo e nas práticas pessoais financeiras são necessários. Mas saiba que os esforços valem a pena e aumentam muito suas chances de prosperar economicamente. Veja as nossas dicas a seguir!

1. Corte quaisquer gastos que sejam desnecessários

Podemos começar a falar sobre como sair das dívidas abordando uma das atitudes mais urgentes e práticas para isso. Trata-se de eliminar todos aqueles gastos e despesas que não são necessários e que não acrescentam muito. Isso inclui desde produtos dispensáveis, luxos sem os quais vivemos bem, até despesas que não farão muita diferença a longo prazo.

Cozinhe mais vezes, por exemplo, em vez de sair para comer todos os dias. Opte por meios de transporte sustentáveis, como o transporte coletivo, e deixe de ter tantos gastos com o carro. Consuma sem desperdiçar sempre que puder.

2. Planeje-se e anote sempre os seus gastos e saldos

Organizar as finanças é algo que vai muito além de um hábito esporádico. Planejamentos financeiros devem ser feitos constantemente. Qualquer decisão ligada ao dinheiro precisa ser acompanhada dos dados e avaliações desse planejamento.

Além de outros benefícios, essa prática permitirá que você enxergue de modo estratégico diversas questões cruciais de sua rotina. Quer um exemplo? Coloque no papel todos os seus gastos fixos: aluguéis, contas de luz, água, mensalidades escolares, supermercado, entre outros. Tenha como meta que a soma disso não pode passar de 50% de sua renda.

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3. Faça uma lista de suas dívidas e procure negociar

Dentro de seu planejamento para sair das dívidas, liste todas elas. Parcelas, cartão de crédito, contas, cheques especiais ou quaisquer outras. Em cada uma delas, insira a quantia a ser paga por mês, as taxas dos juros e o total devido. Organização e clareza são essenciais para podermos nos livrar do que devemos.

Renegociar dívidas é outra atitude que poderá ajudar. Coragem! Procure cada pessoa ou instituição para a qual você deve, fale com elas e busque as renegociações. Faça de tudo para saldar o quanto antes as quantias, com os menores juros que conseguir!

4. Veja como sair das dívidas vendendo itens sem uso

Existem pessoas que não ganham bem, mas são capazes de pagar suas despesas em dia, conquistando o que almejam. O importante não é apenas o quanto ganhamos mensalmente. Até porque, com salários maiores, os limites de crédito aumentam e, por consequência, as chances de endividamento também.

Essa dica de como sair das dívidas vale para todos: faça uma limpa em casa, separe tudo que está encostado, sem utilidade. Venda esses itens! Outra boa alternativa é procurar renda extra com a ajuda de alguma nova atividade ou mesmo por meio de investimentos seguros. Sabia que é possível começar a investir no tesouro direto com R$ 30?

5. Evite ao máximo parcelar suas compras

Procure sempre adquirir produtos ou serviços pagando à vista. É difícil, em muitos casos, mas os benefícios que virão com essa atitude farão a diferença! Dividir os pagamentos em longo prazo sem que haja real necessidade pode te trazer grandes dores de cabeça, piorando o quadro de suas dívidas.

Ao parcelar diversas compras, a “bola de neve” se agrava. Funciona mais ou menos como no cartão de crédito: você não sabe de fato se poderá contar com o valor para fazer o pagamento nos próximos meses, concorda? Esses equívocos levam muitos de nós ao abuso do cartão de crédito e cheque especial, que abordaremos adiante.

6. Diminua as suas dívidas e evite o cheque especial

Se você está endividado com cartões de crédito e cheques especiais, acalme-se, pois há como sair das dívidas. Para começar, o cheque especial deve ser evitado ao máximo, assim como o limite de crédito. Porém, caso já esteja dependendo de algum deles, certas providências podem ser tomadas. Uma das principais é tentar negociar a quantia em débito.

Converse com seu gerente para negociar empréstimos consignados ou pessoais, diminuindo os juros. É uma forma de “trocar” dívidas onerosas por outras mais brandas. Nos créditos consignados, as parcelas são descontadas mês a mês em seu holerite. Assim, a situação é um pouco amenizada, até que a dívida seja saldada.

7. Utilize os cartões de crédito apenas se necessário

Os cartões de crédito têm de funcionar como seus auxiliares, e não como criadores de problemas! Mas o descontrole no uso desses recursos é um dos grandes males financeiros que os brasileiros enfrentam. Reflita sempre se é imprescindível ter vários cartões de crédito e pondere bem sua utilização. O uso imprudente pode gerar várias complicações.

8. Poupe mais e crie a sua reserva para emergências

Tenha metas. Quanto será preciso economizar, por mês, para cobrir as parcelas ou saldar as dívidas? Definir isso facilitará a sua contabilidade. Você terá maior controle sobre as datas de vencimentos e os prazos que estabeleceu para si. Sua meta pode ser qualquer uma, como sair das dívidas ou até mesmo alcançar seu primeiro milhão.

Lembre-se também de que emergências podem ocorrer a qualquer momento. Portanto, tenha sempre uma reserva de dinheiro, investindo nela mensalmente para evitar futuras dívidas. Garanta ao menos uma quantia emergencial que se equipare à soma de 3 salários. Não se esqueça disto: quanto mais se dedicar a esse tipo de economia, menos chances terá de se endividar.

Com essas práticas, com certeza será possível enxergar como sair das dívidas. Lembre-se de que a reeducação financeira deve ser praticada no dia a dia. Inclusive, assista a alguns filmes sobre dinheiro em seu tempo livre para se divertir e ainda buscar inspiração. Esperamos ter ajudado você a assumir hábitos conscientes em relação ao uso do dinheiro e às suas dívidas. Agora, aproveite e confira também o nosso conteúdo sobre renda passiva.

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Afinal, o que é balança comercial? Tire suas dúvidas!

Se você acompanha, mesmo que superficialmente, as notícias relacionadas à economia, já deve ter ouvido falar do termo balança comercial. Porém, já sabe bem o que ele representa e as questões que o envolvem?

Entender a balança comercial é essencial para ficar por dentro da situação econômica do país. Inclusive, ela influencia seus investimentos financeirose pode ser mais bem explorada.

Neste artigo, vamos explicar o que é a balança comercial, como funciona e de que maneira é influenciada. Também vamos mostrar como as pessoas que investem podem embasar melhor suas decisões na bolsa de valores. Quer ficar por dentro do assunto? Então vamos lá!

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O que é e como funciona a balança comercial?

Balança comercial é o termo usado para a diferença entre as importações e as exportações que ocorrem em determinado período. Ou seja, ela engloba todas as transações que o país realiza externamente. Isso vale para a compra ou a venda de bens, produtos e serviços.

Em resumo, o resultado da balança comercial mostra qual foi o resultado líquido de todas as movimentações de exportação e importação. Então, para saber qual foi o valor, basta usar a seguinte fórmula:

Balança comercial = total de exportações – total de importações

Vale ressaltar que não é a quantidade de transações que importa para a conta. O cálculo deve ser realizado levando em consideração os valores de tudo que entrou e saiu nas relações comerciais com outros países.

Quais são as classificações?

A balança comercial nos ajuda a entender os reflexos da economia do país no cenário atual. A seguir, vamos explicar melhor as duas classificações e como elas se relacionam com as questões econômicas.

Superávit comercial

Se as importações são menores que as exportações, a balança apresenta um saldo positivo. O seja, entrou mais dinheiro com as vendas do que saiu com as compras. É o que chamamos de superávit comercial.

Déficit comercial

O déficit comercial ocorre quando o país importa mais do que envia para fora. Aí, o saldo fica negativo em decorrência de as importações serem maiores que as exportações. Lembrando sempre que essas transações são avaliadas de acordo com o valor, não com a quantidade.

Que fatores influenciam o resultado da balança comercial?

Há uma série de situações que podem afetar o resultado da balança comercial em determinado período. Nos tópicos a seguir, explicamos melhor as principais delas.

Taxa de câmbio

A taxa de câmbio é o que determina o valor de uma moeda em relação a outra. Quando falamos que o preço do dólar está R$ 5, estamos expressando quanto vale o dólar em comparação ao real.

Ela é muito usada nas transações comerciais e financeiras que os países realizam entre si. Por isso, é uma das variáveis macroeconômicas mais relevantes que existem nesse tipo de relação.

Nível de protecionismo

O protecionismo diz respeito às dificuldades que o governo pode impor em relação às importações. O principal objetivo de aplicar restrições para essas transações é a tentativa de valorizar as empresas nacionais e melhorar os resultados econômicos do mercado interno. Isso vale também para a balança comercial, que seria favorecida com a diminuição da saída de dinheiro com as importações.

Isso é muito bom para as empresas locais, uma vez que elas podem crescer e se fortalecer com o domínio do mercado. Todavia, do ponto de vista das relações exteriores, isso talvez gere alguns problemas com os países parceiros.

Afinal, pode afetar negativamente a balança comercial deles, uma vez que o volume de suas exportações (que seriam nossas importações) vai diminuir.

Qual é a relação entre oferta e demanda?

De maneira geral, a oferta e a demanda têm um grande impacto nos preços praticados no mercado. Vamos pegar como exemplo as corridas nos aplicativos de viagens para entender como isso funciona na prática.

Você já deve ter observado que existem ocasiões em que a tabela de preços fica dinâmica, deixando as corridas mais caras, certo? Um dos principais motivos para isso é o aumento da demanda de passageiros, enquanto a quantidade de carros se mantém, ou talvez diminua.

Isso faz com que a procura, ou demanda, seja alta, mas a oferta não consegue acompanhar. É aí que o aumento de preços surge por diversas razões. Por exemplo, a possibilidade de aumentar o lucro, ou o tamanho da empresa para que as pessoas sejam atendidas gradualmente.

Voltando para o cenário econômico, a ligação entre oferta e demanda também faz parte das relações comerciais entre os países. Imagine que o Brasil exporta muito para os Estados Unidos, por exemplo, e eles dão sinais de que vão entrar em recessão. Então, o nosso país também pode ser afetado.

O primeiro impacto seria a queda nas exportações, o que poderia gerar um déficit comercial, dependendo da redução nas vendas. Isso significaria menos dinheiro entrando no país.

Também existe a questão da disponibilidade de produtos. Se temos grandes quantidades disponíveis, mas não conseguimos vender para os outros, muito provavelmente esses itens vão perder valor no mercado, acarretando prejuízo financeiro.

Qual é a dinâmica da taxa de câmbio?

Quando a nossa moeda local fica forte e tem um valor mais próximo do de outras moedas, isso significa que o dinheiro está valorizado. Na prática, isso representa importações mais baratas para o país.

Por outro lado, quando a cotação do dólar em relação ao real está alta, veremos as importações ficarem mais caras. Assim, se você quiser comprar de um vendedor no exterior, vai acabar pagando um valor mais alto nos momentos de alta da moeda americana.

Qual é a importância da balança comercial para quem investe?

Grosso modo, acompanhar a balança comercial ajuda quem investe a analisar melhor as diversas variáveis que afetam um investimento, principalmente na bolsa de valores.

Resumidamente, um resultado positivo indica que as empresas locais têm uma boa demanda para exportação. Isso pode levá-las a ter bons resultados e, consequentemente, transformá-las em boa opção para investir.

Por outro lado, se a balança comercial vem apresentando déficit, é sinal de que empresas estrangeiras têm uma boa demanda, decorrente das nossas importações. Elas podem apresentar crescimento e, por isso, podem ser observadas mais de perto na hora de investir.

Como você pôde perceber, a balança comercial tem total ligação com os resultados econômicos que o país apresenta em determinado período, influenciando várias outras questões. Gostou deste post? Que tal acessar nossa Biblioteca Financeira para aprender ainda mais sobre o mundo dos investimentos e das finanças?

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Entenda o que é o mercado de capitais e quais são seus tipos

O mercado de capitais é a próxima parada daqueles que já conhecem aplicações de renda fixa e buscam se aprofundar no mundo das aplicações financeiras. Afinal, comprar ações pode ajudar na busca por maior rentabilidade em longo prazo. 

Para atingir esse objetivo, é preciso entender o que é o mercado de capitais. Vamos explicar a seguir qual é sua estrutura, quais são os tipos e como você pode começar a investir na bolsa de valores. Acompanhe a leitura!

O que é o mercado de capitais?

O mercado de capitais é uma maneira de conectar a oferta daqueles que poupam recursos (aplicadores) com a demanda de quem precisa de dinheiro (tomadores).

Ao comprar um ativo no mercado de capitais, você está na verdade emprestando seu dinheiro para o dono desse ativo. Esse dono pode ser uma empresa pública, uma empresa privada ou outra Pessoa Física. 

Em troca, você recebe uma remuneração conhecida como juros ou rendimento. Já os donos dos ativos conseguem obter recursos imediatos para diversos fins. Por exemplo, uma empresa pode vender uma parte do seu negócio e usar o dinheiro recebido para comprar maquinários. Ou, ainda, para contratar mais funcionários e abrir mais unidades de negócio.

Diversos ativos financeiros passam pelo mercado de capitais. O mercado de ações, ou participações em uma empresa, é a subdivisão mais conhecida do mercado de capitais. Mas commodities (matéria-prima), debêntures (títulos de dívida empresarial), fundos imobiliários, moedas e títulos de renda fixa públicos e privados também são intermediados pelo mercado de capitais.

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Qual é a estrutura do mercado de capitais?

Diversas entidades fazem parte da estrutura do mercado de capitais, com o objetivo de dar segurança e organização à negociação dos ativos financeiros. Os ativos são negociados e administrados por meio de ambientes virtuais de compra e venda, centralizados nas bolsas de valores.

A bolsa de valores brasileira é chamada de B3. No ambiente virtual que ela oferece, acontecem pregões eletrônicos nos quais se negociam ativos financeiros. A B3 garante a liquidação das operações, ou seja, a disponibilização do título no nome de quem compra e a disponibilização do dinheiro para quem vende.

Mas como negociar e executar ordens de compra e venda de ativos? É preciso se associar a bancos, corretoras ou outras instituições financeiras habilitadas a distribuir e guardar esses títulos. O papel fica no nome e no CPF do comprador.

Do lado dos tomadores de recursos, os bancos de investimento ajudam a estruturar a emissão dos seus ativos financeiros em troca do capital desejado. As negociações são fiscalizadas e reguladas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), reforçando a segurança da B3.

A CVM garante que as empresas cumpram normas de compliance, ou seja, garantam que estão de acordo com as normas de operação em seu segmento. Uma exigência é que os emissores de ativos divulguem informações financeiras frequentemente, por exemplo.

Quais são os tipos de mercado de capitais?

O mercado de capitais pode ser dividido em dois tipos: o mercado primário e o mercado secundário.

No mercado primário, você compra um ativo financeiro diretamente do emissor. Um exemplo é quando uma empresa abre seu capital pela primeira vez, uma operação conhecida como oferta pública inicial de ações (na sigla original, IPO). É quando a empresa de fato capta recursos, e é daí que se originam os ativos financeiros.

Já o mercado secundário permite a negociação de ativos financeiros entre quem investe, depois que o emissor original já captou o dinheiro de que precisava. Por exemplo, você pode comprar ações durante um IPO (mercado primário). Depois, pode revender esses papéis para outro participante da bolsa de valores (mercado secundário), recuperando seu capital. 

No mercado secundário, o emissor original não recebe mais capital. O grande volume de negociações de ativos financeiros acontece no mercado secundário. 

Como investir?

Para ter acesso ao mercado de capitais e operar na bolsa de valores, você precisa abrir uma conta em um banco ou corretora. Pesquise avaliações dessas instituições financeiras e veja qual é o suporte oferecido aos clientes. Também, pesquise quais taxas serão cobradas a cada operação, como a de corretagem.

A instituição financeira precisa disponibilizar uma plataforma chamada de home broker, terminal onde se negociam os ativos financeiros presentes na bolsa de valores. Assegure-se de que o home broker funciona bem antes de aplicar grandes quantidades de recursos.

É importante também conhecer o seu perfil. Quanto risco está disposto a correr, ou quanta flutuação no valor das suas aplicações financeiras você pode suportar? A resposta vai determinar quanto do seu capital será destinado à renda variável. Além da segurança do banco ou da corretora, verifique também a solidez do emissor do ativo financeiro.

Há uma regra permanece a mesma se você aplica 5% ou 50% dos seus recursos na renda variável: diversificação. Uma carteira diversificada é o melhor caminho para maximizar os retornos e minimizar os riscos.

Por isso, sempre procure ativos financeiros complementares. Quando um título se desvaloriza, outro pode permanecer no mesmo preço ou até se valorizar. Dessa maneira, você fica protegido de grandes baques no mercado de capitais.

Outro ponto importante são seus objetivos. Saber se você precisará do dinheiro daqui a um ou dez anos é fundamental para escolher ativos que permitam essa retirada.

Geralmente, um maior prazo dá acesso a taxas mais rentáveis. As ações costumam ser investimentos para um longo prazo, dada sua volatilidade. Por isso, considere se você precisará dos recursos em breve antes de comprar participações em empresas.

Finalize o cadastro em seu banco ou corretora e transfira o dinheiro para a sua conta. Depois, selecione os ativos com base em seu perfil, seus objetivos, a diversificação da sua carteira e o prazo de retirada dos recursos.

O mercado de capitais é uma oportunidade para comprar e vender diversos ativos financeiros, das ações até títulos de renda fixa públicos ou privados. Acessá-lo garante que sua carteira de aplicações financeiras fique mais diversificada, mas escolha bancos ou corretoras confiáveis e emissores sólidos de títulos. Para dar mais um passo em direção à bolsa de valores, simule um plano de investimentos de acordo com seus objetivos!

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Entenda a rentabilidade do Tesouro Direto e como calculá-la

Está pensando em sair da poupança, mas não sabe onde aplicar o dinheiro? Observando a rentabilidade do Tesouro Direto, dá pra ver que ele pode ser o primeiro passo rumo a uma carteira mais satisfatória.

Além de oferecer ganhos maiores do que a poupança, o programa de compra de títulos públicos é uma das aplicações mais seguras do mercado. E os títulos são acessíveis: é possível aplicar a partir de R$ 30. Apesar de a taxa Selic na mínima histórica fazer com que a aplicação renda menos, recentemente houve um aumento na rentabilidade dos títulos.

Mesmo assim, com a taxa básica de juros em 2,25% ao ano, é importante saber como é calculada a rentabilidade do Tesouro Direto. Além disso, é necessário entender no que se baseia a remuneração de cada título. Assim, é possível escolher o mais adequado aos seus objetivos e perfil de risco.

Acompanhe este post e veja tudo o que você precisa saber o assunto!

O que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é o programa de compra e venda online de títulos emitidos pelo Tesouro Nacional. Foi criado em 2002, e seu objetivo é tornar as aplicações financeiras mais acessíveis para Pessoas Físicas.

Em troca de emprestar dinheiro ao governo, quem aplica recebe o valor de volta acrescido de juros.

Como funciona o Tesouro Direto?

Para saber quais são as taxas oferecidas no Tesouro Direto, basta acessar o site ou o aplicativo do programa. Pelo site também é possível encontrar as taxas de compra e venda do dia, que são usadas no caso de venda antecipada dos títulos.

No momento da compra de títulos pelo site, caso as taxas sejam alteradas, quem investe recebe uma notificação. Dessa forma, a pessoa pode decidir se quer continuar a compra mesmo com a alteração.

Saldos e extratos podem ser consultados pelo próprio site do programa. Basta se cadastrar com login e senha.

Quais são as diferenças entre os títulos oferecidos?

Os títulos públicos são ativos de renda fixa. Ou seja, é possível saber as condições de rendimento na hora da compra do ativo, mas não necessariamente sua rentabilidade final.

Existem três tipos de títulos do Tesouro Direto, que funcionam de maneira bem diferente e têm riscos distintos. É importante conhecê-los para saber qual é o mais indicado para você.

No caso de títulos prefixados e indexados à inflação, é possível escolher entre títulos sem e com pagamento de juros semestrais. Eles são indicados para quem não quer esperar até o vencimento do título para receber os rendimentos proporcionados pela aplicação.

Veja abaixo quais são os títulos oferecidos.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado oferece uma taxa de remuneração fixa, que já é conhecida no momento da compra.

Costuma ser indicado para investimentos com prazo determinado, como a troca do carro em três anos. Isso porque mantém a mesma remuneração para quem investe, mesmo que os juros caiam neste período. Portanto, o ideal é comprá-lo quando há expectativa de queda da Selic.

Quanto mais longo o prazo de vencimento do título, maior é sua taxa de retorno. Contudo, também é maior o seu risco, já que está exposto a oscilações da inflação.

Tesouro atrelado à inflação

Considerado um título híbrido, o Tesouro IPCA+ remunera quem investe com uma taxa fixa mais a variação do índice de preços no período de aplicação.

É recomendado para objetivos de médio e longo prazo, como a aposentadoria. Isso porque a aplicação no título permite manter o poder de compra do dinheiro ao longo dos anos.

Tesouro indexado à Taxa Selic

O Tesouro Selic acompanha o movimento da taxa básica de juros. É indicado para montar a reserva de emergência por conta da liquidez imediata e do menor risco de perda de rendimento em caso de venda antecipada.

É indicado adquirir o Tesouro Selic caso precise do dinheiro no curto prazo, em momento indefinido e em ocasiões de expectativa de alta da Selic.

Quais são as taxas e tributos?

No investimento em títulos do Tesouro Direto são cobrados taxas e tributos. Veja abaixo quais são os custos envolvidos.

IOF

O Imposto sobre Operações Financeiras incide sobre o rendimento da aplicação. Contudo, é cobrado apenas caso o título público seja vendido em até 30 dias após a compra. Depois de 30 dias, o investimento fica isento do tributo.

A alíquota do tributo sobre o rendimento se reduz ao longo do período. Caso a aplicação seja vendida um dia após a compra, a alíquota será de 96%, e assim sucessivamente, até chegar a zero no 30º dia.

Taxa de custódia

A cada seis meses, a B3 cobra uma taxa pela custódia dos títulos, equivalente a 0,25% do valor investido por ano.

Imposto de Renda

A incidência de IR nos títulos do Tesouro Direto segue a tabela regressiva. Ou seja, quanto maior o tempo de investimento, menor a alíquota cobrada no vencimento ou no resgate antecipado do título.

A cobrança do tributo incide apenas sobre os rendimentos e é equivalente a 22,5% nos primeiros 180 dias da aplicação. Entre 181 dias e 360 dias, cai para 20% e, entre 361 a 720 dias, para 17,5%. Já para investimentos maiores do que 720 dias, a alíquota é de 15%.

Em títulos com juros semestrais, incide sobre o primeiro cupom a alíquota de 22,5%, no segundo 20%, e assim sucessivamente.

Taxa de administração

A taxa de administração serve para remunerar a instituição financeira por intermediar as transações com o Tesouro Nacional. Mas a maioria das corretoras já não cobra essa taxa em aplicações no Tesouro Direto.

Com valor que pode chegar a até 2% ao mês, a taxa de administração diminui o rendimento da aplicação. Por isso é recomendável que quem investe busque corretoras que não cobrem essa taxa no investimento. 

Como é a rentabilidade do Tesouro Direto?

Já sabemos que aplicar no Tesouro Direto em 2020 pode ser uma boa oportunidade. Mas é preciso entender sua dinâmica. A rentabilidade do Tesouro Direto não muda apenas quando a Selic muda. Ela também varia conforme o tipo de título escolhido e data de venda da aplicação financeira.

A remuneração dos títulos públicos pode ser prefixada e pós-fixada. Caso seja prefixada, o retorno é fixo desde o momento da compra até a data de vencimento do título. Já se for pós-fixada, como é o caso dos títulos indexados à inflação e à Selic, a remuneração é definida com base nesse indexador. Ou seja, pode variar ao longo dos anos até o dia do vencimento.

Mas, tanto no Tesouro Selic quanto no IPCA, a rentabilidade só muda se o título não for levado até o vencimento. Ou seja, se for vendido de forma antecipada. Caso contrário, mesmo que o título sofra variações de preço ao longo do tempo, ele vai pagar a taxa definida no momento da compra.

Isso porque esses títulos sofrem a chamada marcação a mercado. Ou seja, seu preço vai sendo atualizado conforme a demanda e a mudança do cenário econômico. Caso seja vendida antes do tempo, a aplicação tem o seu preço de mercado atual. Esse valor pode ser maior ou menor do que o que foi acordado no momento da compra.

Títulos com menor prazo de vencimento tendem a ser menos arriscados, pois costumam sofrer menos com variações de preços. Contudo, oferecem maior risco para quem investe, já que não permitem travar as condições e taxas por muito tempo. Ou seja, quem investe pode não conseguir aplicar no título novamente naquelas condições.

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Como calcular?

Existem ferramentas, como esta calculadora do Tesouro Direto, que permitem simular a rentabilidade dos títulos com diversos valores aplicados e em diferentes prazos.

Mas, para realizar a simulação, é necessário saber algumas informações básicas. Se você quer entender melhor como é calculada a rentabilidade da aplicação, siga os passos abaixo.

Divida o rendimento anual por 12

É sempre recomendável saber qual é a rentabilidade mensal das aplicações para compará-las de forma mais efetiva, principalmente com a poupança, cujo rendimento é mensal.

No Tesouro Direto, cada tipo de título tem uma rentabilidade mensal diferente. Por exemplo:

  • um Tesouro Prefixado com vencimento em 2023 paga hoje 4,87% ao ano, ou seja, 0,40% ao mês, já livre de taxas e impostos;
  • no Tesouro IPCA+ 2026, o rendimento é atualmente de 5,73% ao ano, ou seja, 0,47% ao mês;
  • o Tesouro Selic 2026 tem atualmente uma rentabilidade líquida de 4,94% ao ano, ou seja, 0,41% ao mês.

Em todos os casos, a rentabilidade mensal serve apenas como referência. É necessário considerar, por exemplo, o efeito dos juros compostos, que elevam o rendimento mensal.

Considere o valor da Selic

Antes de aplicar no Tesouro Direto, é necessário saber o valor da Selic, já que a rentabilidade oferecida pelos títulos se baseia nessa taxa.

Quanto menor for a taxa básica de juros, menor será a rentabilidade dos títulos públicos, e vice-versa. É possível saber qual é a taxa Selic anual no site do Banco Central.

Some a taxa fixa ao valor do IPCA

Nos títulos públicos indexados ao IPCA, é paga uma taxa fixa mais a variação do índice inflacionário. Portanto, para ter uma estimativa da rentabilidade do título, é necessário somá-las e monitorar as expectativas para o índice de preços.

Para obter a rentabilidade real de um título prefixado e do Tesouro Selic, é necessário descontar a inflação do período de investimento.

Como investir no Tesouro Direto?

O passo a passo para investir no Tesouro Direto é simples. Basta ter CPF e abrir uma conta em uma corretora. Esse cadastro inclui alguns dados pessoais e pode ser feito totalmente online.

Depois de aberta a conta, é necessário transferir dinheiro de uma conta bancária para a da corretora via TED. Depois, basta começar a aplicar.

Os resgates podem ser feitos a qualquer momento, pois os títulos têm liquidez diária. O governo garante a recompra dos papéis, e o dinheiro cairá em sua conta após um dia útil.

A compra de títulos públicos pelo Tesouro Direto pode ser feita das 9h30 às 17h, de segunda a sexta-feira. Se ultrapassar esse horário, a compra será concluída apenas no dia útil seguinte.

Corretoras costumam oferecer a possibilidade de agendar compras de forma automática, com valor e periodicidade definidos.

Para quem é recomendado esse tipo de investimento?

O investimento no Tesouro Direto é indicado para quase todos os perfis de risco. Contudo, é ainda mais recomendado para quem se enquadra nos perfis a seguir.

Quem tem dinheiro guardado na poupança

No Tesouro Direto, não é necessário se preocupar com o mês de aniversário da aplicação, como na poupança. Quem compra o Tesouro Selic pode resgatar o título a qualquer momento sem perda do rendimento.

Além disso, os títulos oferecem retornos maiores do que o da caderneta. Isso porque costumam render 100% da Selic. Quando a taxa básica de juros está abaixo de 8,5%, aplicações na poupança rendem apenas 70% do valor da Selic. 

Quem planeja aumentar ou criar uma reserva de emergência

Os títulos Tesouro Selic costumam ser os mais indicados para a formação ou a ampliação da reserva de emergência. Isso porque eles não têm desempenho negativo e podem ser sacados a qualquer momento, diferentemente de outros ativos de renda fixa, como CDBs, LCIs e LCAs.

Quem ainda está se organizando para começar a investir

Existem produtos de renda fixa que podem pagar retornos melhores do que os do Tesouro Direto. São opções como CDBs, LCIs, LCAs e também as debêntures.

Contudo, há quem não conheça muito sobre essas aplicações financeiras e queira investir inicialmente em algo mais simples e seguro. O Tesouro Direto atende a essas necessidades, principalmente por conta de sua liquidez diária ou imediata.

Ainda que você já saiba como funcionam as várias opções de investimento, o Tesouro Direto é recomendável em uma carteira de investimentos diversificada. Isso vale para desde o conservador ao arrojado.

É seguro investir no Tesouro Direto?

O Tesouro Nacional pode ser considerado o mais seguro emissor da economia. Isso porque o governo é visto como a maior instituição financeira de um país. Caso ele quebre, significa que antes dele toda a economia quebrou, inclusive os bancos. Por isso, ele é considerado tão seguro quanto a poupança.

Os títulos do Tesouro Nacional são uma boa opção de investimento, já que eles oferecem segurança e um rendimento melhor que o da poupança. Agora que você sabe como funciona a rentabilidade do Tesouro Direto, veja como declará-lo no Imposto de Renda.

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Como receber dinheiro do exterior: confira 6 maneiras seguras

Quem está fora do Brasil, a trabalho, estudando ou mesmo morando em outro país, muitas vezes precisa receber dinheiro do exterior. É uma situação bem comum e pode ocorrer por diversos motivos. Por exemplo quando, durante uma viagem, você precisa mandar mais dinheiro para si mesmo.

Existem diversas formas de fazer esse envio. Para decidir qual é a melhor, é preciso avaliar caso a caso, observando custos, prazo e comodidade. Para ajudar você nesse processo, selecionamos as maneiras mais comuns de receber dinheiro do exterior quando você estiver fora do país. Confira!

Ordem de pagamento

Essa é uma das formas mais comuns de envio de dinheiro do Brasil para o exterior. Trata-se de uma ordem de pagamento por transferência bancária. Para fazê-la, basta ir até a instituição financeira de sua preferência e solicitar o envio dos recursos por meio da ordem de pagamento.

O beneficiário precisa ter uma conta bancária, mas não precisa ser da mesma instituição financeira pela qual você enviou os recursos. Isso tornaria muito mais difícil a transação, uma vez que cada país tem bancos diferentes.

Quem está enviando o dinheiro vai precisar informar o código internacional do banco onde os recursos serão sacados, conhecido como código SWIFT. O principal atrativo dessa opção é o prazo, já que o dinheiro costuma ficar disponível no mesmo dia, ou no próximo dia útil.

Aqui, o principal ponto de atenção são os custos. Tanto a instituição financeira nacional quanto a estrangeira cobram tarifas para esse tipo de operação. Essas taxas variam de acordo com o banco. Além disso, há incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), com alíquotas que variam de 0,38% a 1,1%.

Conta no exterior

Para abrir uma conta-corrente no exterior, as exigências são as mesmas das que ocorrem no Brasil: documentos pessoais, comprovante de residência e de renda. Portanto, é uma opção que faz sentido apenas para quem está morando no exterior e tem renda lá.

Uma vez aberta a conta, o sistema de transferência é o mesmo da ordem de pagamento, descrito acima. Por isso, os custos são maiores: além de pagar as tarifas da transação, ainda é preciso arcar com as taxas de manutenção da conta em si.

Vale Postal Eletrônico

O Vale Postal Eletrônico é um serviço dos Correios que permite o envio e o recebimento de valores para 41 países, em dólar ou euro. Para mandar o dinheiro do Brasil para o exterior, é preciso ir a uma agência dos Correios e solicitar a transferência.

O principal ponto de atenção aqui é o prazo, já que a transação demora até 5 dias úteis para ser concluída. Outra questão importante é que o limite máximo de envio varia conforme acordo firmado com cada um dos países.

O serviço de transferências internacionais está disponível apenas para Pessoas Físicas. Para enviar os recursos ao exterior, é preciso comparecer à agência com um documento válido com foto e CPF.

Em geral, a pessoa que vai receber o dinheiro lá fora é notificada pelo país de destino. Isso é feito por meio de carta com Aviso de Chegada, indicando a agência onde será efetuado o pagamento.

A tarifa para esse serviço é de R$ 35 mais 1,5% sobre o valor da remessa enviada. Vale destacar que os Correios não usam a cotação do dólar comercial nas transações, mas uma cotação própria. Ela pode ser consultada no site da instituição.

PayPal

O PayPal é uma conta de pagamento pela qual é possível receber dinheiro vindo do Brasil no exterior usando. A empresa tem vários limites diferentes para esse serviço. Por exemplo, o limite máximo por transação é de 2.999 dólares, enquanto o teto para 30 dias é de 6 mil dólares.

Quanto à taxa de câmbio, o PayPal usa a cotação do dólar turismo para conversão, que é menos favorável do que a do dólar comercial. Para envio ao exterior, é cobrada uma taxa de 4,5% sobre o valor total. Além disso, os pagamentos em outra moeda são feitos por meio de um cartão internacional. Por isso, há incidência de IOF com alíquota de 6,38%.

Western Union

A Western Union é uma das maiores e mais famosas empresas de remessa para o exterior. Durante um bom tempo, nadou nesse setor com poucos concorrentes à altura. Com muitas agências espalhadas pelo mundo, o destinatário pode receber o dinheiro em qualquer agência da empresa.

A transferência pode ser feita presencialmente, por telefone e pelos canais digitais. Ou, ainda, por agências do Bradesco ou do Banco do Brasil, com quem a Western Union mantém parceria.

Para remessas acima de 1 mil euros, exige-se verificação de identidade. Após a comprovação do perfil, é permitido enviar até 5 mil euros num período de três dias. É possível escolher se você quer que o destinatário receba o valor em dinheiro ou em uma conta bancária.

O valor das tarifas varia e só é informado quando você faz uma simulação. Além disso, pratica-se uma cotação semelhante à do dólar turismo e há incidência de IOF.

TransferWise

É possível também receber dinheiro do Brasil no exterior usando a TransferWise. A principal vantagem é que é um sistema rápido. Uma remessa para os Estados Unidos, por exemplo, chega em apenas um dia útil.

A empresa afirma praticar taxas mais baixas do que os bancos e as grandes casas, como a Western Union, mas não há valores fixos. Para saber qual a taxa a ser paga, é preciso fazer uma simulação no site.

Nessa simulação, eles já mostram o valor da tarifa com o IOF. No dia 25 de abril de 2020, fizemos uma simulação de envio de R$ 1 mil para os Estados Unidos. A tarifa ficou em R$ 29,44. Descontando a tarifa e com a cotação do dólar que a empresa usou naquele momento, o beneficiário receberia 175,74 dólares.

Uma vantagem é que eles usam a cotação do dólar comercial, então não existe essa tarifa embutida, como para quem utiliza o dólar turismo. Além disso, todo o procedimento pode ser feito online, informando os dados pessoais e bancários tanto do remetente quanto do destinatário.

Assim, se você está fora do Brasil, já conhece algumas das principais opções para receber dinheiro do exterior. Verifique sempre prazos e tarifas para não ter uma surpresa desagradável e receber menos do que o esperado. Gostou do artigo? Então aproveite para nos seguir nas redes sociais e ver outros conteúdos relevantes como este. Estamos no Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e LinkedIn.

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