O que é investidor institucional? Qual é a diferença dos demais?

Se você se interessa pelo mercado de fundos de investimento, já deve ter ouvido a expressão investidor institucional.

A partir de agora, vamos entender quem pode ser considerado nessa categoria e quais são as diferenças entre o investidor institucional e os demais tipos.

Possivelmente, você já teve contato com esses investidores sem se dar conta. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto!

O que é um investidor institucional?

Um investidor institucional é uma instituição ou organização que investe em nome de um grupo de interessados. Esse grupo pode ser formado por pessoas ou por outras empresas.

Os investidores institucionais geralmente têm uma finalidade específica de investimento. Ela pode ser:

  • garantir a aposentadoria das pessoas que aplicaram naquele fundo;
  • investir em grandes projetos de infraestrutura;
  • comprar participações em empresas.

Por isso, todas as aplicações que esses fundos fazem têm um regulamento bem definido, descrito na política do fundo.

As organizações que são consideradas investidores institucional geralmente pertencem a uma das categorias a seguir:

  • seguradoras;
  • gestoras de investimento;
  • corretoras de valores;
  • bancos;
  • fundos de investimento;
  • fundos de pensão (aposentadoria);
  • family offices;
  • entidades de capitalização;
  • outras entidades que tenham experiência e operem com volume financeiro de acordo com as regras da CVM.

Segundo a B3, a bolsa de valores brasileira, quem não é investidor institucional é classificado como investidor individual.

Portanto, a principal diferença é que o investidor individual investe para si mesmo, enquanto o institucional investe em nome de outras pessoas ou organizações.

Logo, uma empresa também pode ser considerada como investidor individual caso ela se enquadre nessas características.

O que é necessário para ser um investidor institucional?

Como vimos, um investidor institucional representa os interesses de um grupo de pessoas ou organizações.

Para se enquadrar nessa categoria, é necessário cumprir alguns requisitos, como:

  • registro na CVM, entidade que regula o mercado de capitais;
  • política de investimento definida;
  • compliance: estrutura e processos definidos para atender às exigências da CVM e outros órgãos que fiscalizam esse mercado.

Os investidores institucionais operam de maneira recorrente no mercado financeiro e geralmente movimentam grande volume de dinheiro.

E como eles precisam respeitar sua política de investimento, eles evitam aplicações com baixa liquidez, pois ela atrapalhariam a estratégia caso fosse necessário vender ativos mais rápido.

Assim, é muito raro ver investidores institucionais investindo em ações de empresas menores, por exemplo.

No caso de investidores desse tipo que vêm de outros países, outro ponto muito importante é o rating, o chamado risco-país.

Dependendo da política desses fundos, eles não podem investir em países com rating abaixo de determinada nota, ainda que apliquem em investimentos conservadores.

Vale a pena aplicar com investidores institucionais?

Se você estiver considerando investir com alguma organização desse tipo, vale a pena ponderar os seguintes critérios:

  • diversificação da sua carteira: ao investir no fundo, você automaticamente tem acesso a todos os ativos que o compõem;
  • acesso a investimentos mais sofisticados ou exclusivos: investidores institucionais têm acesso a estruturas diferenciadas de investimentos, que podem oferecer mais vantagens para você;
  • gestão profissional: há um profissional ou um time dedicado a montar e atualizar a estratégia do fundo;
  • controle de riscos: como a política do fundo é bem definida, isso implica em um monitoramento constante do patrimônio para evitar perdas.

Por outro lado, alguns pontos podem ser negativos:

  • taxas mais caras: como se tratam de estruturas mais sofisticadas, os investidores institucionais podem cobrar um pouco mais caro pelos fundos que eles montam;
  • rentabilidade limitada pela estratégia do fundo: o mesmo mecanismo que ajuda no controle de risco também impede o fundo de fazer operações que oferecem retorno maior devido ao nível de risco mais alto.

Conseguiu tirar suas dúvidas sobre o investidor institucional? Que tal entender agora como investir com ajuda profissional de forma simples e com o melhor custo-benefício? Baixe o nosso Guia Completo sobre Consultoria de Investimentos e saiba mais!

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BOVA11: saiba por que ele é tão indicado para diversificação

Quer investir na bolsa de valores, mas não tem tempo para acompanhar os negócios das empresas que emitem os papéis? Pois saiba que existe um jeito simples de aplicar dinheiro em mais de 60 ações das maiores empresas do país, que serão monitoradas diariamente por um profissional. Basta comprar cotas do ETF BOVA11!

A forte queda da taxa básica de juros, a Selic, impulsiona os mais conservadores a buscarem em aplicações de renda variável, como as ações, em uma tentativa de aumentar a rentabilidade da carteira.

Isso porque as aplicações de renda fixa passaram a render menos, a exemplo de títulos públicos e da poupança. Como resultado, os fundos de índice de ações (ETFs, na sigla em inglês) têm sido cada vez mais procurados por quem quer aumentar o risco do seu portfólio de aplicações financeiras de forma controlada.

Em 2019, os ETFs de renda variável captaram cerca de R$ 5 bilhões. Apesar de ainda representarem menos de 1% do total aplicado em fundos de investimento no país, o patrimônio líquido desses ETFs dobrou em 2019: passou de 11 bilhões em janeiro para 22 bilhões em dezembro.

Conheça neste post por que o BOVA11 é frequentemente recomendado para diversificar o risco da carteira!

O que é o BOVA11?

O iShares Ibovespa Fundo de Índice (BOVA11) é um ETF de ações que busca ter performance igual ou melhor do que o Ibovespa, o principal índice da bolsa de valores.

O indicador reflete o desempenho das ações mais negociadas na B3, a maioria grandes empresas brasileiras, como Itaú, Vale, Ambev, Gerdau e Petrobras.

Entre os ETFs listados na B3, o BOVA11 é o que tem o maior volume de negócios, equivalente a cerca de 80% do total dos ETFs. Em 2019, foram negociados R$ 125 bilhões em cotas do fundo.

O BOVA11 foi criado em 2008 e foi um dos ETFs que inauguraram o mercado da aplicação no Brasil, que só ficou mais conhecido nos últimos dois anos. Esse longo período de negociação permitiu ao fundo ganhar liquidez e ter um patrimônio elevado em relação aos concorrentes.

Como funciona esse ETF?

O BOVA11 é gerido pela BlackRock, uma das maiores gestoras de investimentos do mundo, e funciona de forma semelhante aos fundos de investimento indexados. A principal diferença é que os fundos de índice têm cotas negociadas na bolsa de valores, enquanto os fundos indexados não.

O fundo de índice cobra uma taxa de administração de 0,30% ao ano para quem investe, valor menor do que o cobrado em outros tipos de fundos. Isso porque o ETF tem gestão passiva. Ou seja, não busca retornos muito acima da média do índice de referência.

Por conta do alto volume negociado de suas cotas, a liquidez do BOVA11 é alta, o que facilita a tarefa de revender a aplicação no mercado caso quem investe precise do dinheiro aplicado.

Assim como na compra de uma ação, é necessário ter conta em corretora. Algumas corretoras não cobram taxa de corretagem na compra de cotas do fundo, e é possível acompanhar as oscilações do valor da cota pelo mesmo sistema que permite monitorar o sobe e desce de uma ação: o home broker.

No dia 24 de dezembro, as cotas do fundo custavam em torno de R$ 111. O lote mínimo para compra equivale a 10 cotas. Ou seja, custa cerca de R$ 1,1 mil.

Contudo, quem quiser aplicar menos dinheiro no fundo pode optar pelo lote fracionário, inserindo a letra F após o código do fundo no sistema da corretora. Por exemplo, quem quiser comprar apenas 5 cotas basta digitar o código BOVA11F e o número 5 na quantidade de cotas desejadas.

Como é composta a carteira do BOVA11?

O BOVA11 é composto majoritariamente por ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, em proporções similares às do índice. A composição não é idêntica porque o intuito do gestor do fundo é buscar o melhor desempenho em linha com o objetivo do fundo, que é seguir o índice.

O fundo investe no mínimo 95% do patrimônio em ações do Ibovespa e posições do índice no mercado futuro, e 5% patrimônio em ativos que não estejam relacionados ao índice.

BOVA11 × BRAX11: qual é a diferença?

O BRAX11 também é um ETF de renda variável. Mas, diferentemente do BOVA11, ele segue o Índice Brasil 100 (IbrX-100), que é composto pelos 100 papéis mais negociados na bolsa.

O fundo de índice também é gerido pela BlackRock e cobra uma taxa de administração de 0,20% ao ano. Contudo, por ter sido criado mais recentemente, ainda tem uma liquidez menor do que a do BOVA11.

Vale a pena investir no BOVA11?

Comprar cotas do BOVA11 é uma forma de aumentar o retorno da carteira de investimentos e investir na bolsa de forma segura, cômoda e pagando pouco.

Entre as principais vantagens do fundo, está a segurança. O investimento em diversos papéis diminui o risco que a pessoa correria caso comprasse diretamente poucos papéis.

Além disso, comprar as 60 ações que refletem o Ibovespa de forma independente teria um custo muito elevado, já que em cada operação de compra e venda geralmente é cobrada uma taxa de corretagem.

Além disso, o fundo reinveste os dividendos distribuídos pelas empresas emissoras dos papéis de forma automática. Ou seja, quem investe não precisa se preocupar em aplicar esses valores, como teria que fazer na compra direta de papéis.

Entre as desvantagens do BOVA11, está a impossibilidade de escolher os papéis que compõem a carteira do fundo, além de não se saber ao certo qual será a composição do índice. Por isso, o BOVA11 é indicado para iniciantes, que não têm tempo para fazer uma análise mais aprofundada sobre cada papel.

Além disso, diferentemente da compra direta de ações, a aquisição de cotas de um ETF não tem isenção de Imposto de Renda para operações de menos de R$ 20 mil a cada mês. A alíquota incidente na aplicação é equivalente a 15% do lucro.

Agora que você conhece o BOVA11 e entendeu a importância desse ETF para a diversificação da carteira, quer saber qual é a composição ideal de ativos para o seu perfil de risco? Conheça o serviço de consultoria de investimentos no nosso Guia completo sobre o assunto!

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FOREX — Combinação de 3 Indicadores

FOREX — Combinação de 3 Indicadores

Para a melhor combinação, são usados frequentemente indicadores de diferentes grupos. Simples assim. Porém, existem também exceções. Entre elas está o Ichimoku Cloud (Nuvem de Ichimoku), que pode ser atribuído a ambos os grupos, assim como o ATR e Bandas de Bollinger, que pertencem a indicadores de volatilidade. Para tornar as coisas mais simples, selecionamos três combinações de indicadores que funcionam muito bem juntos.

Awesome Oscillator e Alligator

Os indicadores Awesome Oscillator e Alligator formam um par harmonioso. Eles também são desenvolvidos pelo mesmo autor, Bill Williams. Fato interessante: Bill Williams era um trader de tendências que dava prioridade a tendências mais fortes em prazos mais longos, condições que são consideradas as melhores para essa combinação de indicadores, já que ambos os instrumentos estão atrasados (seguindo a tendência). O Alligator é um indicador de tendência.

Atendendo ao propósito de sinalizar uma nova tendência, identificando sua direção e mostrando sua força, o Alligator pode indicar a direção do movimento do preço, de acordo com o qual uma negociação pode ser aberta. O Awesome Oscillator, por outro lado, é um oscilador de ímpeto destinado a sinalizar pontos de entrada para abrir uma negociação e pontos de saída para fechá-la, uma vez que a tendência seja definida.

MACD e Bandas de Bollinger

O MACD e o Bandas de Bollinger podem ter benefícios significativos um para o outro. O MACD mostra convergência e divergência de médias móveis. Servindo à finalidade de indicar a reversão, a direção e a força da tendência, ele geralmente leva os traders a adotarem estratégias de negociação que contam com uma reversão de tendência por vir. O Bandas de Bollinger, pertencente a uma categoria de indicadores de tendência, reflete a faixa dinâmica de movimento de preços.

Ele serve para caracterizar os preços e a volatilidade, definindo que os preços são relativamente altos na faixa superior e relativamente baixos na faixa inferior. Com o MACD sendo bastante versátil, uma variedade de estratégias pode ser baseada nessa combinação. Frequentemente, o MACD serve como um gerador de sinal para pontos de entrada e saída, enquanto o Bandas de Bollinger serve como um filtro de sinais.

Ichimoku Cloud (Nuvem de Ichimoku) e Índice de Força Relativa (IFR)

Embora o Ichimoku Cloud (Nuvem de Ichimoku ou Ichimoku Kynko Hyo), à primeira vista, possa confundir seu usuário iniciante, ele certamente merece a sua atenção. O Ichimoku combina as características de um indicador de tendência e um oscilador em um só. Ele pode indicar a dinâmica de preços, a direção da tendência, bem como os níveis de suporte e resistência. Apesar de ser bom por si só, o Ichimoku é frequentemente complementado por osciladores para confirmar o ímpeto de determinada direção. Um par comum para esse propósito é o Índice de Força Relativa (IFR), um oscilador de ímpeto fornecido para determinar a força da tendência atual e seus possíveis pontos de reversão.

Descubra a sua combinação favorita seguindo essas diretrizes simples. Tenha em mente também que quaisquer indicadores, assim como suas possíveis combinações, podem ocasionalmente dar sinais falsos. Além disso, sua precisão pode variar dependendo de outros fatores cruciais, como o período escolhido, a volatilidade do mercado e eventos econômicos importantes. Teste sua estratégia em um saldo de demonstração antes de investir seus fundos e lembre-se de que nenhum indicador, por melhor que seja, é capaz de fornecer sinais precisos 100% do tempo.

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Saiba tudo sobre o cashback e como aproveitar esse programa!

Se você tem costume de fazer compras e está em dia com as suas finanças pessoais, com certeza já ouviu sobre o cashback. Esse é um famoso programa que pode devolver uma parcela do valor das mais variadas compras que você faz.

Continue lendo este post para conhecer melhor esse programa de fidelização que tem chamado a atenção de um número cada vez maior de pessoas. Veja como aproveitar essa novidade incrível em suas próximas compras!

Afinal, o que é cashback?

Cashback é uma palavra em inglês, que traduzida significa ter seu dinheiro de volta. Dessa forma, ele permite ao comprador reaver parte do valor gasto para utilizar em compras futuras.

Desde que essa modalidade de compra estreou no Brasil, em meados de 2009, diversas empresas e startups desenvolveram seus próprios programas de cashback para torná-lo cada dia mais popular.

Isso fez com que um número crescente de lojas, incluindo grandes varejistas, passassem a disponibilizar esse benefício aos seus consumidores. A ideia é fidelizá-los e tornar a experiência de compra mais positiva.

Como funciona esse programa?

Para aproveitar os benefícios do cashback, é preciso se cadastrar em uma das plataformas que oferecem o serviço. Além dos dados pessoais, nesse cadastro é necessário adicionar um cartão de crédito que será utilizado para efetuar suas compras.

Quando for adquirir um produto de alguma das lojas parceiras do programa, basta escolher utilizar o benefício na hora do pagamento para ter direito a uma parte do valor de volta.

A porcentagem revertida em crédito para os usuários pode variar de acordo com o tipo de produto, com a loja parceira e até mesmo com campanhas promocionais e datas específicas.

Em geral, o valor já é calculado e exibido no próprio anúncio, permitindo que o interessado saiba o quanto receberá de volta antes mesmo de efetivar a compra.

O saldo de cashback pode ser utilizado em compras futuras em qualquer loja parceira, seja para pagamento integral, seja para pagamento parcial.

Alguns serviços permitem ainda a transferência de valores acumulados para a conta-corrente do titular e entre outros usuários do mesmo programa de benefícios.

Quais são as vantagens de utilizar o cashback?

É claro que a possibilidade de reaver parte dos valores gastos em compras é o principal atrativo dos programas de cashback. Mas, além disso, existem outras vantagens que tornam a alternativa ainda mais interessante. Veja agora as principais.

Economia nas compras

Receber parte do valor dos produtos adquiridos de volta também pode ser visto como uma forma de economizar em suas compras.

Como é muito provável que você volte a comprar em lojas que trabalham com cashback em algum momento, seu saldo acumulado poderá servir como um grande desconto nos produtos que você deseja.

O melhor de tudo é que esse benefício pode ser aplicado até mesmo em produtos que já estão em promoção nas lojas, tornando o negócio ainda mais atrativo em comparação com vendedores que não disponibilizam esse programa aos clientes.

Grande aceitação nas lojas

Apesar de o cashback ser uma boa maneira de os lojistas buscarem a fidelização dos clientes, quem compra não precisa ficar preso a uma mesma rede para desfrutar dos benefícios.

Dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) mostram que já existem mais de 6 milhões de estabelecimentos cadastrados em programas de cashback no Brasil.

Dessa forma, é possível utilizar os valores que você recebeu de volta em qualquer loja que esteja cadastrada no mesmo programa que você utiliza.

Créditos que não expiram

Se a sua dúvida é com a validade dos créditos recebidos com o cashback, não se preocupe, pois eles não expiram.

Graças a essa característica, é possível esperar para juntar valores maiores ao longo do tempo, que podem até fazer com que você compre um produto que deseja apenas com o seu saldo acumulado.

Essa é uma das principais vantagens dos programas de cashback frente aos demais programas de benefícios — como aqueles que oferecem milhas, que têm uma data limite para serem resgatadas.

Quais são as empresas que oferecem esse serviço?

O mercado de cashback no Brasil foi alavancado por fintechs que se especializaram nesse modelo de negócio, inspiradas em iniciativas pioneiras que funcionavam bem em outros países.

Bastava então que elas firmassem parcerias, a fim de atrair mais vendas aos lojistas em troca de uma comissão por essas vendas — que é justamente de onde sai o valor devolvido aos compradores.

Nos dias de hoje, bancos digitais e operadoras de cartão de crédito também aderiram a essa tendência, acirrando a disputa entre as empresas e trazendo mais vantagens aos consumidores.

Veja agora quais são os principais programas de cashback:

Méliuz

Uma das marcas que introduziram o cashback no país, a Méliuz está presente em mais de 1600 lojas, tanto físicas quanto digitais.

Sua ideia é devolver parte do valor das compras em dinheiro vivo, permitindo que o usuário solicite a transferência para sua conta bancária ao completar pelo menos R$ 20 de saldo.

A empresa também oferece cartão de crédito sem anuidade, que garante até 1,8% de cashback em todas as compras, além de disponibilizar cupons de desconto e ofertas exclusivas nas lojas parceiras.

Poup

A Poup conta com parcerias com grandes lojas, como Americanas, Amazon e Submarino. Fazendo as compras por meio do programa, o cashback é creditado em até 7 dias, e é possível solicitar a transferência dos valores para a conta-corrente com saldo a partir de R$ 30.

O destaque vai para a porcentagem das compras devolvida ao consumidor, que costuma ser mais atrativa do que a dos concorrentes.

Beblue

Programa exclusivo para lojas físicas, o Beblue recompensa os clientes que fizerem o pagamento por meio de sua própria maquininha nos pontos de venda.

Basta informar o CPF para acumular valores que podem ser utilizados ao pagar pelas próximas compras nos estabelecimentos parceiros.

Também dá para transferir valores para sua conta e dispensar a necessidade de dinheiro ou cartão na hora de fazer pagamentos.

Para facilitar a experiência, seu aplicativo mostra quais são os estabelecimentos próximos credenciados e qual é a distância até eles.

Quais cuidados devem ser tomados com cashback?

Apesar das vantagens do cashback, é preciso tomar alguns cuidados importantes para garantir que a opção seja um bom negócio e não atrapalhe a sua organização financeira.

O primeiro deles é se certificar de que a empresa escolhida é de confiança e que os dados dos clientes estarão seguros na sua plataforma.

Analisar com atenção as regras de participação também é fundamental para evitar qualquer contratempo.

E lembre-se: o fato de receber parte dos valores gastos de volta não deve ser motivo para fazer compras por impulso.

Caso contrário, seu orçamento pode sair do controle de forma que nem seu saldo de cashback fará a situação valer a pena. Por isso, aproveite que você já sabe

o que é cashback e descubra como controlar as suas despesas utilizando nossa planilha de gastos exclusiva e gratuita!

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Entenda mais sobre as taxas de administração e de performance dos fundos

Quem se interessa por fundos de investimento se depara com duas taxas que não existem em outras aplicações: a taxa de administração e a taxa de performance.

Essas cobranças podem soar complicadas à primeira vista, mas não é difícil entender como elas funcionam.

A partir de agora, vamos ver o que é cada uma dessas tarifas, como elas são cobradas e como identificar quando elas estão caras ou baratas.

Mas antes, vamos repassar alguns conceitos básicos sobre o funcionamento dos fundos de investimento.

Quanto custa aplicar em um fundo de investimento?

Como você já deve saber, um fundo de investimento é uma aplicação intermediária: em geral, ele te ajuda a acessar outros investimentos mais sofisticados.

Por isso, suas principais características são:

  • aplicação mínima reduzida;
  • estratégias pré-definidas de investimento; 
  • diversificação a partir do primeiro investimento; 
  • gestão especializada.

Por conta dessas particularidades, os custos de investir em fundos também são diferentes:

  • taxa de administração: remuneração de quem faz a gestão do fundo;
  • come-cotas: forma diferenciada de Imposto de Renda;
  • taxa de performance: quando o gestor cobra um adicional ao bater determinado indicador (benchmark).

O que é taxa de administração? 

A taxa de administração é o pagamento pelo trabalho de gestão de um fundo de investimentos. Ela incide sobre o valor total investido (capital + rendimentos).

Essa taxa é expressa em porcentagem (%) ao ano. Porém, ela é cobrada de forma proporcional: incide a cada seis meses ou quando o cliente faz algum resgate.

As taxas de administração de fundos por categoria ficam em torno de:

tipo de fundo taxa de administração (média do mercado)
renda fixa a partir de 0,2% ao ano. Nos grandes bancos, chega a 3% ao ano
multimercado entre 2% e 3% ao ano
ações entre 2% e 3% ao ano
ETFs cerca de 0,5% ao ano
fundos imobiliários até 1% ao ano

E o que é taxa de performance? 

A taxa de performance funciona como uma espécie de recompensa. Ela é cobrada quando a gestão do fundo supera seu índice de referência, que pode ser o Ibovespa, o CDI ou qualquer outro definido na documentação do fundo.

A taxa de performance incide sobre a parte do retorno do fundo que ultrapassa o seu índice de referência, que também é chamado de benchmark financeiro.

Um exemplo: imagine um fundo que tenha o Ibovespa como referência. Assim, se o Ibovespa render 100% e o fundo 150%, a taxa de performance vai ser recolhida somente sobre os 50% de diferença.

Um padrão adotado pela indústria de fundos no Brasil é cobrar uma taxa de performance de 20%. Assim, considerando o exemplo anterior, a taxa de performance seria de 20% sobre os 50% de retorno excedente do fundo.

Quais fatores determinam essas taxas?

Como não há limites legais para a taxa de administração, o valor cobrado pode variar bastante.

Essa diversidade de taxas é parcialmente explicada pelas diferentes estratégias de investimento que o gestor de um fundo pode adotar.

Fundos que atuam em mercados mais complexos, por necessitarem de uma equipe mais especializada e exigirem um maior trabalho de gestão dos ativos, tendem a cobrar taxas de administração maiores.

Já fundos que concentram suas aplicações em ativos mais padronizados, como títulos públicos, conseguem cobrar taxas significativamente menores.

No entanto, existem outras razões que também influenciam o valor das taxas cobradas.

Uma delas é a exigência de um volume mínimo de recursos aplicados: de um modo geral, quanto menor a aplicação inicial e o montante mínimo de permanência exigido, maior costuma ser a taxa de administração.

Além disso, fundos que permitem resgates de recursos em prazos curtos normalmente também exigem taxas mais elevadas.

Como são cobrados os custos nos fundos de investimento?

Como mencionamos, as taxas de administração e de performance são cobradas sobre o valor total aplicado no fundo e também sobre os rendimentos.

No caso da taxa de administração, sua cobrança é provisionada todos os dias. É como se a gestão anotasse uma fração dessa taxa todos os dias para facilitar a cobrança depois.

Assim, quando há alguma saída de recursos do fundo, seja pelo come-cotas, seja por algum resgate, o valor que o cliente deve pagar já está previamente calculado.

Linha d’água: como ela regula a taxa de performance?

Já no caso da taxa de performance, um aspecto importante é o conceito de linha d’água.

Ele estabelece o seguinte: se um fundo obteve rentabilidade inferior ao do índice de referência em um período anterior, a taxa de performance no período seguinte só poderá ser cobrada após essa diferença ser compensada.

Com isso, também se busca evitar a remuneração de desempenhos circunstanciais, privilegiando apenas o gestor que apresenta uma performance consistente.

A linha d’água (também chamada de cota-base) é igual ao valor da cota apurado na data da última cobrança da taxa de performance.

Assim, o cálculo da taxa deve considerar o valor da cota-base atualizado pela variação obtida pelo benchmark, levando em conta o tempo transcorrido.

Que outros custos incidem sobre aplicações em fundos?

Além das taxas de administração e de performance, existem outras taxas que podem ser cobradas pelos fundos de investimento. Confira a seguir:

Taxa de entrada

Também chamada de taxa de ingresso, tem sua incidência no momento da aplicação dos recursos. Por isso, ela reduz logo de início o valor investido.

Imagine um aporte de R$ 1 mil em um fundo que cobra taxa de ingresso de 5%. Essa taxa faz com que o valor efetivamente aplicado no fundo seja de R$ 950.

A cobrança dessa taxa é pouco comum, mas ocorria com bastante frequência nos fundos de previdência privada.

Taxa de saída

Como diz o nome, essa é uma cobrança sobre os resgates. Também comum nos fundos de previdência mais antigos, ela penaliza quem faz um saque que não esteja de acordo com o regulamento do fundo.

Nos casos em que ela é prevista, seu valor costuma ser de cerca de 5% do valor resgatado.

Sua intenção principal é incentivar a manutenção das aplicações pelo prazo originalmente planejado.

Impostos

Por fim, vale lembrar que também incidem impostos sobre a rentabilidade dos fundos de investimento: o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

  • IOF: é aplicado sobre os resgates realizados em prazo inferior a 30 dias da aplicação original dos recursos. Pode consumir até 99% dos rendimentos;
  • Imposto de Renda (IR): é cobrado no momento do resgate e incide apenas sobre os rendimentos. Também é cobrado de forma antecipada por meio do come-cotas.

Como escolher o melhor fundo de investimento?

Um dos principais mantras do mercado financeiro é: rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

Explicando, significa que as condições do mercado mudam e que um fundo que rendeu bem no passado não necessariamente continuará tendo um bom desempenho.

Mas há algumas coisas que você pode observar para escolher bem os seus investimentos. Elas são:

  • rentabilidade histórica: vale olhar os números do fundo por mais de dois anos para saber se o rendimento é consistente. Vale também comparar com período ruins da economia para saber se ele conseguiu se sair bem;
  • custo-benefício: a taxa de administração do fundo vale a pena pela estratégia de investimento que ele oferece? Um fundo de renda fixa com taxa de administração de 2%, por exemplo, já vai levar embora boa parte do rendimento;
  • risco em relação ao retorno: o retorno que o seu fundo traz vale a pena em relação aos riscos que você tem ao investir na aplicação? Um profissional especializado pode te ajudar a avaliar esse ponto. 

Agora que você já sabe como as taxas de administração e de performance são cobradas, entender um pouco mais como elas impactam seus rendimentos? Confira o estudo que fizemos sobre fundos DI.

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Índices Anbima: veja tudo o que você precisa saber sobre o IMA

Se você pretende começar a investir ou já faz aplicações em alguns títulos, sabe que precisa acompanhar o mercado financeiro bem de perto — já que mesmo uma mudança pequena pode afetar o resultado dos seus investimentos. Isso é especialmente importante em relação às rentabilidades oferecidas, e uma das formas de fazer isso é por meio dos índices Anbima.

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) definiu uma série de índices de renda fixa, que são voltados para as pessoas que investem compararem os papéis disponíveis com mais eficiência.

Ou seja, eles facilitam o acompanhamento das informações dos investimentos, como a rentabilidade.

Já ouviu falar dos índices Anbima? Pois é desse assunto que vamos tratar aqui. Se você se interessou pelo tema e quer aprender um pouco mais, não pode deixar de ler este artigo. Vamos lá?

O que é o IMA?

O Índice de Mercado Anbima (IMA) foi criado pela instituição para que os que fazem aplicações consigam acompanhar os mais variados tipos de títulos e suas rentabilidades. O trabalho de monitoramento fica bem mais fácil quando é concentrado nessa informação.

De acordo com a definição passada pela associação, ele faz parte de um conjunto de índices que apresentam a evolução da carteira de títulos públicos e dos preços praticados no mercado — e podem ser utilizados como referência para esse segmento. Essa prática comparativa é conhecida como benchmarking.

Quais são os subíndices do IMA?

A Anbima não calcula somente um índice, como a sigla dá a entender. São vários, que estão diretamente ligados aos títulos públicos. O intuito de oferecer essa variedade é justamente melhorar o referencial para as pessoas que investem.

Nos tópicos a seguir, explicamos com mais detalhes cada um deles e a quais índices econômicos eles estão atrelados.

IMA-B

Esse índice está atrelado ao IPCA. Então, é ele que você deve consultar caso queira saber quais são as rentabilidades de papéis do Tesouro IPCA+.

Nesses casos, vale destacar que os títulos acompanham a variação da inflação (e, por isso, protegem o seu dinheiro da desvalorização. Ele também é utilizado para ser referência de ETFs de renda fixa.

Dentro do IMA-B, ainda temos o IMA B5, que diz respeito aos investimentos que têm prazo de vencimento de até cinco anos. Há também o IMA B5+, que é referente a títulos com um prazo superior a cinco anos.

IMA-C

É semelhante ao IMA-B. Porém, em vez de ser atrelado ao IPCS, ele é composto pelo IGP-M — o Índice Geral de Preços ao Mercado, que também está voltado para a variação dos preços.

Ele já é menos relevante atualmente, já que são pouquíssimos os títulos que estão indexados ao IGP-M no mercado financeiro.

IMA-S

Já o IMA-S está ligado aos títulos pós-fixados e indexados à Selic (a taxa básica de juros). Como exemplo desse tipo de papel, temos as Letras Financeiras do Tesouro — mais conhecidas como LFTs.

IRF-M

Esse índice é composto por títulos prefixados, diferentemente dos demais. Então, aqui temos as Letras do Tesouro Nacional (LTN) e as Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-f).

IMA-Geral ex-C

Esse é o índice que está atrelado à rentabilidade geral, mas excluindo os papéis que estão indexados ao IGP-M. Isso se deve ao fato de haver baixa liquidez e não existir mais a emissão de novos títulos no segmento.

Para que servem os índices Anbima?

Os índices Anbima consideram o desenvolvimento dos preços dos títulos públicos. Devido a isso, eles são uma excelente forma de conseguir monitorar a rentabilidade de investimentos.

Por isso, se você deseja começar a aplicar seu dinheiro em algum papel, o ideal é que faça um comparativo entre o investimento em questão e um índice calculado pela associação.

Dessa forma, fica mais fácil entender qual é a evolução dos preços de determinados títulos — e, então, tomar a decisão baseada em uma rentabilidade superior a esse benchmarking que foi realizado.

Como o IMA é calculado?

O IMA é calculado por meio de um método chamado de Laspeyres. Trata-se de um cálculo que envolve as seguintes variáveis:

  • a média ponderada dos índices;
  • as quantidades teóricas do período para o cálculo.

Então, multiplicam-se essas quantidades pelos preços de cada item para encontrar o número de pontos de cada índice na data em questão.

Todo o cálculo é feito com base em uma fórmula complexa, mas os resultados são entregues de maneira resumida pela instituição — o que facilita o processo de monitoramento e comparação.

A associação faz as atualizações todos os meses. Isso ajuda a garantir que os indicadores continuem sendo acertados e capazes de auxiliar nas análises de benchmarking.

Vale a pena utilizá-lo?

Os índices Anbima são muito confiáveis e já são validados como referência nesse meio dos investimentos. Por si, isso já é um grande indicativo de que eles valem mesmo a pena na hora de comparar o potencial dos títulos.

Entretanto, você precisa ter cuidado ao escolher qual subíndice vai usar para realizar os comparativos.

Afinal, como vimos, há diversas categorias — e cada uma delas diz respeito a características diferentes. Por exemplo, o índice ou a taxa indexada, se é pré ou pós-fixado e a data de vencimento.

Então, nesse caso, é necessário ter a sensibilidade de entender qual deles faz mais sentido adotar como principal referência na hora de acompanhar e decidir onde alocar seus investimentos.

De certa forma, isso significa que não basta conhecer os índices. Eles precisam ser compreendidos, e você deve ter ciência de como eles podem ajudar na sua estratégia.

Feito isso, podemos dizer que vale a pena utilizá-los para formar e monitorar a sua carteira de investimentos.

Acompanhar os índices Anbima é uma decisão que vale muito a pena se você tem consciência de como eles funcionam e podem contribuir para melhorar suas decisões.

As suas dúvidas sobre o assunto foram esclarecidas? Caso queira potencializar o resultado dos seus investimentos, uma consultoria pode ajudar bastante.

Preparamos um material completo para explicar o que é, como funciona e como você pode escolher o melhor serviço. Não deixe de conferir!

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Toyota, Honda e Nissan convocam recall de 6,1 milhões de veículos

airbags Toyota Corolla Altis

SÃO PAULO – Toyota, Honda e Nissan, três das maiores fabricantes automotivas japonesas, anunciaram que estão realizando um recall de milhões de veículos para consertar uma falha de segurança.

As empresas anunciaram o recall separadamente, mas possuem o mesmo problema com os veículos: problemas na proteção em caso de acidentes.

A Toyota informou na última terça-feira (21) que o recall abrange aproximadamente 3,4 milhões de veículos. Os modelos afetados são comercializados em todo o continente americano. Entre os carros envolvidos estão linhas do Corolla e do Avalon produzidos entre 2010 e 2019. O problema é um dispositivo que pode impedir o acionamento do airbag em colisões.

Já a Honda, também na última terça-feira, afirmou que seu recall deve atingir cerca de 2,7 milhões de veículos, sendo 2,4 milhões nos Estados Unidos e 300 mil no Canadá. A montadora disse que alguns Acuras produzidos entre 1996 e 2003 podem estar equipados com os airbags problemáticos.

A montadora Nissan anunciou, na última segunda-feira (20), que também realizará um recall envolvendo cerca de 5 mil veículos. Segundo informações da companhia, assim como o caso da Honda, problemas envolvendo o sistema de airbags da japonesa Takata foram o motivo do recolhimento dos veículos.

Questionada sobre os números da ação no país, a Toyota afirmou que esse mais recente recall da companhia não afeta nenhum veiculo no Brasil.

Segundo nota enviada à imprensa, a Nissa, afirmou que serão reconvocadas 55 unidades do Pathfinder e 124 do Sentra, produzidas entre 2001 e 2006, para nova substituição do gerador de gases do airbag do passageiro, além de 4.844 unidades do Frontier, produzidas entre 2007 e 2008.

“A Nissan não tem conhecimento de incidentes destes componentes em seus veículos no Brasil. O tempo estimado de reparo é de 1 hora, o serviço é gratuito e poderá ser agendado a partir de 20 de janeiro, entre 8h e 18h em uma concessionária Nissan”, diz a companhia em nota.

A Honda não respondeu os questionamentos até o fechamento desta reportagem.

Takata volta aos holofotes

Esse mais recente recall envolvendo airbags é uma dor de cabeça maior para uma outra companhia, a Takata, empresa japonesa responsável por fabricar os airbags da Honda e da Nissan.

Essa não é a primeira vez que a tecnologia da Takata sofre com problemas e exige que as montadoras realizem reparos em seus veículos.

A Takata chegou a ser uma das três maiores fornecedoras de airbags do mundo, com um controle de aproximadamente 25% do mercado e praticamente fechou as portas após envolvimento no maior recall de veículos da história.

Desde 2008, foram realizados mais de 100 milhões de recalls em todo o mundo. A Takata era a fornecedora oficial de grandes montadoras, como Toyota, Honda, Volkswagen, BMW e outras.

O problema nos airbags da companhia está em um componente do sistema chamado deflagrador, uma peça de metal que contém um químico responsável por expandir a bolsa de ar que amortece o impacto do motorista após uma colisão.

Quando o deflagrador está com defeito, ele explode após ativar o airbags, lançando centenas de estilhaços de metal na direção do motorista. Desde 2004, a falha já matou 17 pessoas ao redor do mundo.

Apenas em 2014 a Takata foi apontada como responsável pelo defeito, após ter sido revelado que alguns diretores da companhia sabiam dos riscos da tecnologia.

Em junho de 2017, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos e Japão, em um acordo que envolveu a venda da companhia para a Key Safety Systems, uma concorrente americana.

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Ray Dalio em Davos: “Dinheiro é Lixo”, mas não é para investir em Bitcoin também

Está acontecendo em Davos, o Fórum Econômico Mundial, onde grandes nomes do setor financeiro se reúnem para compartilhar conhecimento para o futuro da economia mundial. Um desses grandes nomes é more info…

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Hedge fund mais rentável do mundo adota tática climática radical

(Bloomberg) — O que não falta na indústria de hedge funds são profissionais com estratégias agressivas, mas poucos são tão duros quanto Chris Hohn. O bilionário britânico leva o típico manual a novos níveis – fechando acordos, pressionando para destituir chefes e enfrentando empresas com processos e ameaças. Um oponente ficou tão irritado depois de perder uma batalha na sala de reuniões com Hohn que intitulou um livro sobre a experiência: “Invasion of the Locusts” (invasão dos gafanhotos). Essa abordagem fez com que o TCI Fund Management de Hohn se tornasse o maior hedge fund e o de melhor desempenho do mundo no ano passado.

Agora Hohn está trazendo suas agressivas táticas para o combate contra o aquecimento global. O gestor de recursos, com US$ 30 bilhões em ativos, pressiona as empresas de seu portfólio a reduzirem as emissões de gases de efeito estufa e divulgarem a pegada de carbono. Se não o fizerem, Hohn diz que vai destituir conselhos ou vender ações. Caso alguém duvide de seu compromisso: Hohn e sua instituição de caridade doaram 200 mil libras (US$ 260 mil) ao Extinction Rebellion, o movimento radical de combate à mudança climática cujos membros bloquearam o tráfego em Londres e um terminal de jatos particulares.

“Na guerra contra os combustíveis fósseis, você não pode ser muito exigente com seus aliados”, diz Jeremy Grantham, cofundador da gestora de recursos GMO, de Boston, um investidor lendário que há muito tempo alerta sobre a catástrofe climática. Hohn “mostrou que você pode causar um grande impacto em empresas com muita torção de braço”.

Para Hohn, 53 anos, um financista racional e muito discreto, com fortuna de US$ 2 bilhões, sua campanha é apenas o primeiro passo para abalar a indústria de gestão de ativos que, segundo ele, ignorou uma crise planetária. Ele pede aos investidores que demitam gestores de recursos que não pressionam empresas a reduzirem a pegada de carbono e quer que bancos parem de emprestar para companhias que ignoram as mudanças climáticas.

Ainda assim, apesar de todo o zelo de Hohn, sua cruzada está repleta de inconsistências no investimento verde. O TCI já teve uma grande participação em um produtor de carvão da Índia; mesmo agora, o fundo possui participações em três ferrovias que queimam toneladas de diesel e transportam combustíveis fósseis, inclusive de areias betuminosas, uma das piores fontes de gases de efeito estufa. Outra posição importante: na Ferrovial, o conglomerado com sede em Madri que opera aeroportos como o Heathrow, em Londres.

“Por um lado, ele está tentando ser verde e, por outro, ganha dinheiro com poluidores”, diz Jacob Schmidt, presidente da Schmidt Research Partners, uma empresa de investimentos de Londres. “A questão é: quão comprometido você realmente está ao seguir seus princípios?”

Hohn diz que é muito mais produtivo pressionar empresas intensivas em carbono do que ignorá-las. Em 30 de novembro, o TCI enviou cartas aos CEOs das 17 empresas da carteira com instruções específicas sobre as deficiências que devem ser corrigidas. O TCI disse que votará contra diretores de empresas que não atingirem metas, bem como auditores que não reportarem “riscos climáticos materiais”, e que pode até vender todas as ações em uma empresa.

Em uma carta à Ferrovial, Hohn reconheceu que “descarbonizar” aeroportos é um enorme desafio e elogiou a nota “A” da empresa por divulgar suas emissões de gases de efeito estufa. No entanto, o TCI disse que a meta da Ferrovial de reduzir as emissões em quase 30% até 2030 pode ser aumentada e pediu à empresa que apoie medidas como um imposto sobre o carbono e um mandato para que companhias aéreas passem a usar combustível de aviação mais verde.

Ele disse à Canadian Pacific Railway que seu método de divulgação de emissões obteve nota “C” pela organização sem fins lucrativos Carbon Disclosure Project e que o plano da ferrovia de aumentar a avaliação para um “B” ainda seria “insatisfatório“. O TCI, maior acionista da ferrovia com participação de 8%, disse que exige que a empresa tenha um “plano confiável e divulgado publicamente” para reduzir as emissões e que atenda a sete objetivos, como a compensação de emissões de viagens corporativas e melhor eficiência energética das instalações. A Canadian Pacific diz que mantém um diálogo com acionistas sobre temas como sustentabilidade e que há muito tempo divulga suas emissões para melhorar suas práticas. Hohn não quis conceder entrevista para este artigo.

Hohn lançou o TCI e uma instituição de caridade afiliada, a Children’s Investment Fund Foundation, em 2004, depois de ganhar reputação como especialista em escolher ações no escritório de Londres da Perry Capital, um hedge fund com sede em Nova York. A então esposa, Jamie Cooper, que Hohn conheceu em Harvard no início dos anos 90, administrou a fundação, e eles se tornaram um casal de poder em Londres quando o TCI investiu dinheiro na instituição de caridade.

Graças a Hohn, a fundação possui US$ 5,1 bilhões para financiar programas como melhora da nutrição de jovens em comunidades carentes, proteção de adolescentes contra a escravidão e tráfico de humanos e expansão do tratamento pediátrico do HIV na África. Hohn e Cooper trocavam informações regularmente com Bill e Melinda Gates e, em 2012, David Cameron, então primeiro-ministro britânico, convidou Hohn para falar em uma cúpula sobre desnutrição na 10 Downing Street.

No TCI, a “vibe” era decididamente mais mercenária. Hohn desenvolveu uma estratégia de investimento baseada em sua própria estrutura “pessoal, intelectual e emocional”, como disse à juíza Jennifer Roberts, que conduziu seu divórcio em 2014, o que resultou em um acordo de 337 milhões de libras para Cooper. A abordagem de Hohn significava conduzir análises meticulosas e procurar equipes de gestão fracas que outros investidores evitam. “Pense nisso como o departamento de produtos danificados de uma loja de departamentos, onde você pode obter de 80% a 90% de desconto porque a maioria das pessoas não compra”, disse Hohn em entrevista em vídeo à revista Institutional Investor em 2013.

Combater o aquecimento global testará a abordagem de Hohn como nunca. Primeiro, ele aposta que as empresas atenderão às suas demandas e, depois, que não reduzirá os retornos desestabilizando empresas que as rejeitam. Ao vincular a sorte do TCI a uma agenda de combate às mudanças climáticas, Hohn aposta que os riscos econômicos da crise crescente são tão grandes que seria tolice não estimular empresas a tomar medidas concretas sobre as emissões.

“Investimento verde e hedge funds não são termos que muitos investidores colocariam na mesma frase”, diz Marc de Kloe, sócio da Theta Capital Management, em Amsterdã, e investidor no fundo do TCI. “No entanto, temos defendido a ideia de que os hedge funds são, de alguma maneira, mais adequados para implementar políticas verdes fortes, devido à sua natureza irrestrita e capacidade de implantar táticas ativistas.”

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Aprovação de Bolsonaro sobe para 47,8%, mostra pesquisa CNT/MDA

SÃO PAULO – Pouco mais de um ano após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tomar posse, 34,5% dos brasileiros avaliam positivamente a atual administração e 31% negativamente. É o que mostra pesquisa realizada em janeiro pelo Instituto MDA a pedido da Confederação Nacional do Transporte.

O resultado mostra uma melhora nos indicadores do governo em relação à última pesquisa divulgada pelo instituto. Em agosto do ano passado, o governo Bolsonaro era visto como positivo por 29,4% dos eleitores e como negativo por outros 39,5%. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 18 de janeiro, com 2.002 pessoas, em 137 municípios.

O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%, o que significa que, se outro levantamento tivesse sido feito nos mesmos parâmetros, essa seria a probabilidade de o resultado estar dentro do limite da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Já em relação ao desempenho pessoal do presidente, a aprovação saltou de 41% em agosto para atuais 47,8%, enquanto a desaprovação caiu de 53,7% para 47% no mesmo período.

Combate à corrupção, economia e segurança foram citados pelos entrevistados como as áreas de melhor desempenho do governo em seu primeiro ano. Por outro lado, saúde, educação e meio ambiente aparecem como áreas de pior desempenho da atual administração.

Quer saber o que esperar da política nos próximos meses? Insira seu e-mail abaixo e receba, com exclusividade, o Barômetro do Poder – um resumo das projeções dos principais analistas políticos do país:

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