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Autor: 18kronaldinhoglobal
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Com o surgimento das criptomoedas o mercado digital ganhou novos horizontes para o mercado de investimento, hoje em dia o que mais se fala é em comprar e vender criptomoedas e ensinaremos como fazer isso.
Sabemos que o mercado financeiro é muito difícil e requer muita experiência pois nesse mercado o que está em jogo é o seu dinheiro e quanto mais acertos, mais lucros, por isso postaremos dicas para te ajudar a lucrar no mercado.
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Essa afirmação é muito conhecida por todas as pessoas que estudam o mercado financeiro tradicional. O mesmo vale para o Bitcoin e outras criptomoedas. Antes de mais nada, vamos entender o que essa frase quer dizer.
O que é comprar no boato?
Imaginem um cenário de corrida presidencial, onde um dos candidatos tem uma agenda econômica focada no liberalismo econômico e privatizações. Por outro lado, seu concorrente tem uma visão mais estadista e protecionista. O mercado como um todo tende a “gostar” mais do candidato liberal, assumindo que isso irá aumentar o fluxo de investimentos no país. Além de prever uma melhora na Bolsa de Valores, projetam também que caso o candidato liberal ganhe as eleições, o Dólar irá cair, já que existirá uma oferta maior de dólares no país. Porém, à partir do momento que começam as campanhas oficiais, saem as primeiras pesquisas e todas elas apontam para uma vitória esmagadora do candidato mais estadista.
Nesse caso, o que fazer?
Nessa fase, ainda estamos no boato. Não é uma certeza que o resultado está definido – e por isso não trata-se de um fato. Mas as tendências já dizem que, não havendo uma grande mudança no cenário, o candidato estadista deve realmente vencer. Isso significa que a bolsa vai cair, e o dólar subir. Com esse pensamento em mente, muitos investidores começam a se posicionar em dólar, para aproveitar a valorização. No momento em que o fluxo de compradores é maior do que o de vendedores, o dólar sobe.
E quem esperou pela confirmação?
Quem esperou pelo fato para se posicionar – e nesse exemplo o fato é o resultado oficial da eleição – vai comprar o dólar muito mais caro do que ele estava quando os boatos (resultados das primeiras pesquisas) começavam a circular. Em muitos casos, na hora em que o fato se concretiza, o ativo pode até cair. Os investidores assumem que já houve uma grande valorização por conta das previsões e que não existe algo novo que estimule o dólar a continuar subindo no curto prazo. Por isso vendem. E quando vendem, aumenta a oferta de dólares, e o dólar cai. Esse movimento que parece contrário ao que teoricamente faz sentido dá origem à outra expressão muito comum que é o “já está precificado”. Na prática, todo o mercado já estimava que o candidato estadista iria vencer e comprou dólares, o que levou o dólar para o novo patamar mesmo antes do fato.
Entendi. Mas o que o Bitcoin tem a ver com isso?
Tudo! Assim como os ativos tradicionais como o Dólar ou ações na bolsa de valores, o mercado de criptomoedas também pode se movimentar de acordo com as notícias e expectativas dos investidores. Imaginem o seguinte cenário hipotético: começam a circular boatos que a Amazon (gigante varejista online que vale quase 1 trilhão de dólares) vai aceitar Bitcoins no mundo inteiro como forma de pagamento à partir de 1 de Janeiro do ano que vem. Se isso for confirmado, os investidores poderão trocar seus Bitcoins por milhões de produtos oferecidos pela varejista, e o movimento provavelmente irá puxar outros varejistas mundiais a seguir pelo mesmo caminho. A tendência é que isso faça o valor do Bitcoin se valorizar muito.
Novamente, os boatos.
No momento em que os boatos vão se fortalecendo, as pessoas já aumentam suas posições em Bitcoin, pois sabem que uma grande valorização está para acontecer. Da mesma forma que o dólar no exemplo eleitoral que dei alguns parágrafos acima, quando isso acontece, o preço do Bitcoin sobe. E então, na hora em que a Amazon confirma que irá aceitar Bitcoins, pouca coisa muda no preço, pois essa variável já estava precificada.
Mantenha-se informado!
Por isso tudo é muito importante estar informado sobre o que está rolando no mundo das criptomoedas. Hoje existem diversos portais de notícias online com bastante conteúdo interessante, tanto em Inglês quanto em Português. Este próprio Blog também serve como uma ótima fonte de informações um pouco mais genéricas sobre o mercado como um todo. Leia, informe-se, converse e estude. Bons trades!
Nem mesmo investidores experientes têm certeza sobre como o mercado financeiro vai se comportar. A diferença é que eles utilizam uma estratégia para lidar com o sobe e desce do dia a dia: a diversificação de investimentos.
Se você já ouviu o ditado “Não coloque todos os ovos na mesma cesta“, já teve contato com um dos princípios dessa estratégia.
Porém, aqui vai um alerta: diversificar não significa sair investindo em qualquer tipo de aplicação, sem nenhum critério.
Pelo contrário: trata-se de uma técnica sofisticada, usada por grandes investidores como Warren Buffett.
Hoje em dia, graças à tecnologia, ela está disponível para qualquer pessoa, mesmo quem tem pouco dinheiro para investir.
A partir de agora, vamos entender um pouco mais sobre como funciona essa estratégia na prática. Neste post, você vai entender:
quais são os principais passos para ter investimentos bem diversificados;
quais são os erros mais comuns de quem não consegue executar essa estratégia.
Por isso, continue conosco e saiba como você pode usar essa técnica para turbinar os seus investimentos!
Todo investimento está sujeito a algum tipo de risco. Mesmo aplicações consideradas extremamente seguras podem sofrer perdas. Essas perdas podem ser causadas por flutuações no mercado, mudanças regulatórias ou até mesmo intervenção governamental — nunca é demais se lembrar do confisco da poupança ocorrido há quase 30 anos.
Por isso, um princípio básico do gerenciamento de riscos é não concentrar os recursos em um único investimento. Ao contrário, a prática ideal é distribuí-los em pelo menos alguns ativos distintos, preferencialmente sujeitos a riscos de naturezas diferentes. A essa estratégia de distribuição é que damos o nome de diversificação de investimentos.
Por que diversificar investimentos?
Vamos a um exemplo ilustrativo.
Imagine que você, ao se aposentar, decide aplicar seu patrimônio no mercado imobiliário, com o objetivo de viver da renda do aluguel. Após alguma pesquisa, você descobre que a rentabilidade dos imóveis comerciais costuma ser maior do que a dos residenciais. Por esse motivo, opta pela aquisição de uma grande sala em um edifício de escritórios. A sala é rapidamente alugada para uma empresa que trabalha com importação de vinhos.
Tudo anda bem até que o governo resolve aumentar o imposto sobre a importação de bebidas alcoólicas, levando sua locatária à falência. De um dia para o outro, sua única fonte de renda – o aluguel da sala – passa a ser uma fonte de despesas. Conclusão: como o aluguel está sujeito ao risco de inadimplência, não é uma boa ideia concentrar seu investimento em um único imóvel.
Então você transforma a grande sala original em quatro pequenos consultórios médicos, alugados posteriormente para profissionais diferentes. Seu fluxo de receita volta a ficar relativamente estável; mesmo quando algum dos médicos atrasa um pagamento, o impacto em sua renda total não é grande.
É quando entra em vigor uma nova legislação, que acaba com o benefício fiscal relativo aos gastos com saúde no Imposto de Renda de pessoas físicas. O número de consultas particulares é drasticamente reduzido, afetando a renda de todos os médicos ao mesmo tempo. O preço dos aluguéis de consultórios despenca. Então você percebe que, apesar de ter diversificado entre locatários, seus investimentos continuavam concentrados num setor.
O caso acima – totalmente fictício – envolve o mercado imobiliário. Mas, com apenas um pouco de criatividade, você pode relê-lo substituindo os imóveis por qualquer tipo de investimento. Você pode comprar uma carteira diversificada de ações, para depois observar todo o mercado acionário despencar conjuntamente devido a uma crise econômica. Ou pode aplicar em CDBs de várias instituições financeiras diferentes, pouco antes da explosão de uma crise bancária sistêmica.
Qual é a melhor maneira de diversificar investimentos?
Como os exemplos acima devem ter deixado claro, a diversificação de investimentos não se resume somente a “não colocar todos os ovos na mesma cesta”. Não basta espalhar o patrimônio em vários ativos diferentes. É fundamental que as aplicações selecionadas reajam de forma distinta aos possíveis choques negativos. Ou seja, que sejam de classes diferentes (exemplo: renda fixa X renda variável). Em outras palavras, a rentabilidade dos ativos não deve ser correlacionada.
Sendo assim, para aplicar essa estratégia é necessário fazer uma análise criteriosa das opções de investimento disponíveis. Apresentamos a seguir algumas dicas para ajudar você a colocar isso em prática:
1. Identifique seus objetivos financeiros
O primeiro passo para qualquer avaliação financeira é definir qual o objetivo e o horizonte de tempo pretendido para o investimento. Esses fatores vão determinar as principais características dos ativos em que o valor será aplicado devem apresentar, com destaque para a volatilidade e a liquidez.
Metas com valores bem definidos e prazos mais curtos — como um curso no exterior ou a compra de um imóvel — tendem a sugerir certa concentração em categorias de investimentos com menor variabilidade, tais como as aplicações de renda fixa, aliada a uma maior diversificação de indexadores (como CDI e inflação, por exemplo). Já objetivos mais distantes permitem a diversificação também em outras classes de ativos, como ações e câmbio.
2. Prepare-se para diversos cenários econômicos
Definidos os objetivos e o prazo pretendido para a aplicação, o passo seguinte é pensar nos potenciais efeitos do ambiente macroeconômico sobre seus investimentos. Você deve se perguntar como o alcance de sua meta financeira seria impactado por um aumento na taxa de juros ou pela aceleração da inflação, e ainda se há influência de outros aspectos econômicos, como a taxa de câmbio.
Com base nessa análise, deve-se identificar as categorias de investimentos que teriam melhor rentabilidade no cenário mais provável, mas também buscar alternativas que funcionem como proteção do seu patrimônio, caso um cenário alternativo se materialize. Por exemplo, no caso do curso no exterior, é interessante considerar alguma aplicação indexada ao dólar, mesmo que a perspectiva futura seja de valorização do real.
3. Diversifique dentro das categorias de investimentos
Além da definição das categorias de aplicações mais adequadas aos objetivos estabelecidos, é necessário também observar a diversificação de investimentos dentro de cada uma dessas categorias. Assim, caso seja definida alguma alocação em renda variável, deve-se selecionar ações de empresas em setores de atuação diferentes, cujos negócios reajam de forma distinta aos diversos cenários econômicos possíveis.
Como um exemplo, pode-se compor uma carteira de ações com alguma empresa de varejo, que se beneficiará de um cenário de crescimento no consumo interno, juntamente de uma empresa exportadora, cujo desempenho depende mais do ambiente externo. Ainda, uma empresa voltada ao agronegócio pode ser um bom complemento a uma companhia industrial.
Já no caso dos investimentos em renda fixa, além de buscar a diversificação entre os vários indexadores disponíveis, o ideal é que também não haja concentração das aplicações em um número muito reduzido de emissores. Dessa forma, pode ser uma boa opção utilizar uma plataforma que ofereça diversas opções de títulos dessa categoria, como uma boa corretora de investimentos.
4. Busque opções que simplifiquem a diversificação
Por fim, vale destacar que existem algumas opções de aplicações que, devido à sua forma de estruturação, permitem diversificar os investimentos de forma mais simples. Isso facilita o trabalho do investidor e, muitas vezes, acaba também reduzindo seus custos operacionais.
Os fundos de investimentos são casos típicos de aplicações naturalmente diversificadas, já que normalmente suas carteiras detêm uma grande variedade de ativos. Outra opção interessante, mas um pouco menos conhecida, são os ETFs (“Exchange Traded Funds”). Também chamados de “fundos de índices”, eles buscam replicar o retorno de um determinado índice do mercado de ações, como o Ibovespa.
Uma excelente alternativa é a utilização de um serviço de robô advisor, que automatiza a recomendação de aplicações com o uso de algoritmos. Tudo isso já considerando a diversificação de investimentos mais adequada ao perfil do investidor.
Como vimos, apesar de não ser um processo tão simples, a diversificação de investimentos é fundamental para a adequada gestão de riscos. Ela é indispensável tanto para o investidor mais qualificado quanto para o pequeno poupador. Ao utilizar essa estratégia, torna-se possível incluir aplicações mais arriscadas na carteira de investimentos. Assim, aumentar sua rentabilidade média ao longo do tempo sem comprometer a segurança do patrimônio investido.
E então, pronto para aplicar na prática tudo o que aprendeu sobre como diversificar investimentos? Que tal contar com o apoio de uma consultoria especializada? Entre em contato com a Magnetis! E descubra como podemos ajudá-lo a montar um plano personalizado de investimento, com segurança e diversificação, totalmente adequado ao seu perfil.
Uma das grandes discussões sobre Bitcoin e as demais criptomoedas é se elas podem funcionar como reserva de valor, a exemplo de outras moedas tradicionais e estabelecidas há bastante tempo.
Para compreendermos essa questão, primeiro precisamos analisar o que é reserva de valor, quais as funções das moedas e outros conceitos básicos de economia.
Quer compreender melhor essa discussão? Siga com a gente!
O que é reserva de valor?
A reserva de valor é a capacidade apresentada por determinados bens de preservar poder de compra com o passar dos anos.
Assim, a função da reserva de valor é te proteger contra crises. Por isso, a rentabilidade não é tão importante, mas sim a segurança.
Além das moedas, é possível investir em outros tipos de reserva, como: ouro, imóveis, terras, investimentos no exterior etc.
Contudo, as moedas são mais usadas porque têm a vantagem de serem aceitas universalmente para realizar transações, embora elas não paguem juros (quem retêm moedas pode acabar perdendo dinheiro, uma vez que a taxa de inflação tende a ser positiva).
Quais as funções das moedas?
Para ser considerada uma moeda, é preciso que ela apresente algumas funções básicas, que são as listadas e explicadas abaixo.
Função 01: instrumento de trocas
Essa é principal função de uma moeda, afinal ela foi criada como um mecanismo facilitador das trocas entre os diferentes agentes das atividades econômicas.
As moedas, portanto, simplificam o processo e substituem o escambo. Sem as moedas, seria preciso que duas pessoas que desejam fazer negócios concordassem com a troca de produtos, por exemplo, João deseja ir ao dentista e oferece trocar os serviços de odontologia por pães da sua padaria. Se o dentista não desejar essa troca, no escambo, o negócio não seria feito.
Com as moedas, isso é simplificado, já que João poderá pagar pelo serviço com o dinheiro que recebeu vendendo seus pães.
Função 02: denominador comum de valores
Com as moedas, é possível fazer a comparação de diferentes mercadorias. Na nossa sociedade, tudo o que é objeto de compra e venda tem seu valor quantificado em unidades monetárias – até o PIB de um país é quantificado em unidades monetárias.
Função 03: reserva de valor
Como explicamos, as moedas podem ter a função de reserva de valor, ainda que elas não cumpram isso de maneira ideal, justamente por causa da inflação, ou seja, quanto maior for a inflação de um país, mais rápido a moeda se desvaloriza e pior será a sua capacidade de atuar como reserva de valor.
Mas, apesar disso, como as moedas têm liquidez imediata, ou seja, são universalmente aceitas e podem ser facilmente trocadas por produtos ou serviços, muitas pessoas decidem mantê-las como reserva de valor.
Função 04: pagamento diferido no tempo
As moedas podem funcionar como padrão de pagamento diferido no tempo graças à sua confiabilidade e liquidez. Por exemplo, contratos firmados hoje para serem pagos no futuro de maneira única ou parcelada, com débitos e saldos calculados e pagos na moeda padrão.
Quais as vantagens da reserva de valor?
Em épocas de crise a reserva de valores protege o poder de compra do investidor por um longo tempo.
A reserva de valor ajuda a proteger o investidor contra crises graves, além de manter o poder de compra ao longo do tempo.
Como as moedas apresentam a função de reserva de valor, são confiáveis e têm alta liquidez, elas são as principais escolhas de muitos investidores. Essa pode ser tanto uma decisão sábia como errônea, tudo dependerá da inflação.
Afinal, se houver alterações significativas no preço dos produtos e serviços, seu poder de compra diminuirá – e a sua reserva de valor não será tão eficiente.
Principais reservas de valores
Por isso, para escolher bem a moeda para reserva de valor, é essencial conferir a estabilidade e a segurança dela. Não à toa que investidores que vivem em países de risco ou com alta inflação usam moedas estrangeiras, em especial o dólar e o euro, como reserva de valor.
Outra opção bem procurada é o ouro. Afinal, ele possui algumas características “canônicas”, como a escassez (ao contrário da maioria das moedas, é impossível imprimir mais ouro), a fácil divisão e a perenidade, associada à não corrosão ou deterioração, o que torna o ouro uma reserva de valor clássica.
Além dessas opções tradicionais, as criptomoedas também têm ganhado destaque, em especial o Bitcoin e Ethereum – graças à alta valorização que eles apresentam, à descentralização e à proteção contra a inflação, tópicos que abordaremos em detalhes mais abaixo.
Criptomoedas x reserva de valor: entenda melhor essa estratégia
Diante da crise pela qual o mundo tem passado, muitos investidores estão em busca de novas opções para sua reserva de valor, já que todas as economias mundiais, mesmo as mais estáveis, têm sofrido com o Coronavírus – e a tendência é de alta da inflação.
Vantagens
O Bitcoin não sofre os efeitos da inflação devido a sua escassez.
Nesse sentido, que tal usar as criptomoedas, em especial o Bitcoin, como reserva de valor? Vamos ver alguns pontos de destaque dessa estratégia.
Proteção contra má administração das políticas monetárias
Quando o Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto, não havia em nenhum momento a intenção de criar uma reserva de valor mundial, apenas um meio de pagamento.
Contudo, com o passar dos anos, o Bitcoin passou a ser considerado uma boa ideia de reserva de valor, sendo até mesmo conhecido por alguns como uma espécie de ouro digital.
A principal vantagem do Bitcoin é que ele é descentralizado, ou seja, não está ligado a nenhum governo ou Banco Central. Assim, ele se torna um ativo protegido contra a má administração das políticas monetárias.
Quando graves crises ocorrem, como a que temos presenciado devido ao Coronavírus, é normal que os bancos centrais realizem enormes cortes na taxa básica de juros, o que coloca em risco os investimentos tradicionais.
Porém, como o Bitcoin não é atrelado a nenhum governo ou banco central, ele está protegido a essas medidas.
Escassez e proteção contra a inflação
A inflação, como vimos, é um dos principais pontos que dificultam o uso das moedas como reserva de valor. E ela tende a subir em épocas de crises, quando os governos passam a imprimir mais moedas.
Com o Bitcoin e outras criptomoedas isso não ocorre, porque muitas têm um valor máximo limitado. No caso do Bitcoin, esse limite é de 21 milhões de unidades.
Assim, quando atingir essa quantidade, será impossível minerar novos Bitcoins, pois o próprio código da criptomoeda não permitirá a ação.
Essa é uma maneira de proteger a criptomoeda contra a inflação, tornando-a escassa, assim como o ouro.
Desvantagens
Uma desvantagem do investimento em Bitcoins como reserva de valores é sua alta volatilidade.
Como dissemos, a questão é polêmica. E isso significa que nem todos os investidores consideram o Bitcoin e outras criptomoedas como boas reservas de valores.
Alta volatilidade
O principal motivo para isso é a alta volatilidade que esses ativos apresentam. Alguns ainda explicam que as criptomoedas são um meio de transação e não possuem um valor essencial, como a água e o aço, por exemplo.
Esses especialistas também não orientam o uso de moedas fiduciárias como reserva de valor, justamente pela mesma questão.
De qualquer forma, a alta volatilidade parece ser consenso entre os especialistas, afinal, uma das bases da reserva de valor é a estabilidade, mantendo o poder de compra do investidor.
E o Bitcoin, a exemplo das outras criptomoedas, possui um histórico de preços bastante oscilante, com grandes altas e grandes quedas, sendo difícil prever como a moeda se comportará nos próximos anos.
Dificuldade de prever o comportamento futuro
Sob uma perspectiva teórica, não se sabe também como o Bitcoin se comportaria nas recessões, uma vez que ele ainda é bastante recente e uma tecnologia nova e disruptiva.
Conclusão
Um dos muitos benefícios no investimento em bitcoin é sua descentralização.
Como você viu neste conteúdo, para ser considerada uma moeda é importante que ela cumpra uma série de funções básicas – e entre elas está a reserva de valor.
Ela é a possibilidade de proteger um investidor contra crises graves, mantendo o poder de compra estável.
O Bitcoin é uma das principais criptomoedas do mundo – e ele cumpre todas as funções de uma moeda, sendo, portanto, considerado uma opção para a reserva de valor.
Algumas das vantagens que ele possui sobre outros investimentos é a descentralização e a escassez. Ou seja, ele não está associado a nenhum governo e por isso não sofrerá com má administração ou políticas monetárias desastrosas.
Além disso, o Bitcoin é limitado a 21 milhões de unidades, não sendo possível minerar mais do que isso – o que ajuda a proteger a moeda contra a inflação.
Contudo, as criptomoedas são bastante voláteis, com uma grande variação no seu valor, já que elas são reguladas totalmente pela economia e pela lei da oferta e da procura.
Esse ponto faz com que alguns especialistas não considerem o Bitcoin uma boa reserva de valor, pois não é possível prever seu comportamento ao longo dos anos, inclusive qual valorização ou desvalorização ele terá.
Além de essa ser uma tecnologia recente e sem um histórico de grandes crises, para entendermos como ele se comportará nesses cenários desfavoráveis.
De qualquer forma, uma boa dica para manter uma reserva de valor é a diversificação. Seja em uma cesta de moedas ou em outro tipo de ativo, quanto mais diversificado ele for, mais protegido você estará, pois poderá compensar uma perda com outros ganhos.
Então, você poderá usar o Bitcoin e outras criptomoedas aliadas a ativos mais tradicionais, como o euro, o dólar e até o ouro, protegendo-se de diversas alterações na economia, inclusive de crises graves como a que estamos vivenciando devido à pandemia de Coronavírus.
Agora você já sabe tudo sobre reserva de valor? Pensa em usar o Bitcoin ou outras criptomoedas para variar a sua cesta de moedas e proteger seu patrimônio contra graves crises?
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É muito comum vermos a mídia e até o presidente Trump medindo o desempenho da economia através dos índices de ações. No Brasil, o Ibovespa reina absoluto, criado em 1967, originalmente mensurava as ações na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.
Nos EUA, o índice mais utilizado é o S&P500, criado pela agência classificadora de risco Standard & Poor em 1957, agregando as 500 maiores empresas listadas na New York Stock Exchange (NYSE) e NASDAQ.
Tais índices possuem diferentes metodologias para selecionar as empresas e definir suas participações, mas ainda assim, fica a dúvida de quão representativo é esta amostra em relação à economia de cada país.
Mais recentemente, o crescimento das empresas de tecnologia trouxe o receio de grande concentração por parte de Microsoft, Google, Facebook e Amazon. Quão próximas estariam elas de dominar estes mercados efetivamente? Como é composto o índice brasileiro?
S&P500, as 500 maiores
O índice norte-americano é balanceado pela capitalização de mercado das empresas listadas. No entanto, deve-se ressaltar que há grandes multinacionais com ações listadas na NYSE e NASDAQ, e para entrar no S&P500 não é uma obrigatório a empresa ter sua matriz nos EUA.
Ao contrário do que se imagina, existe um comitê que vota pelas adições e remoções de empresas no índice, conforme capitalização de mercado, liquidez, domicílio fiscal, situação financeira, entre outros.
Existem outros grandes competidores, dentre eles o Dow Jones Industrial Average (DJI) e Nasdaq 100 (NDEX), porém o S&P500 possui maior notoriedade.
Quem domina o S&P500?
Fonte: investors.com
Ao contrário do que se comenta, as 10 maiores empresas representam apenas 27% da composição do S&P500. O setor de tecnologia, sem dúvidas, tem ganho espaço, especialmente após o desencadeamento do Coronavírus.
Por contar com 500 empresas, dentro de um mercado amplamente disseminado, o índice consegue obter uma alta representatividade da economia norte-americana.
Economia vs S&P500
Ao medirmos pela produção industrial (laranja), notamos que há uma forte correlação entre ambos, no entanto, o S&P500 não acompanhou a aceleração entre 2004 e 2007, por exemplo. Parte pode ser explicado por conta da forte alta nas ações causada na bolha de tecnologia entre 1999 e 2000.
Na ponta oposta, tivemos dados extremamente negativos recentemente, não só na produção industrial, mas também no emprego e comércio/serviços como um todo. No entanto, o S&P retomou violentamente o padrão de alta. Tudo indica que o mercado aposta na rápida recuperação dos principais indicadores econômicos, especialmente neste cenário de juros próximos de zero e aportes por parte dos principais Bancos Centrais.
Composição do Ibovespa
Dados de Dez/2019. Fonte: Moneytimes
Ao contrário do S&P500, o Ibovespa não possui um número fixo de ações. O total deve representar 80% do volume negociado na B3, rankeando as empresas em critérios de negociabilidade. Ou seja, não é um índice baseado na capitalização de mercado.
O setor financeiro lidera de forma absoluta com 36%, seguido por petróleo e gás com 14%. Ao compararmos com o Ranking “Valor 1000”, é possível notar a ausência de muitas das 50 maiores empresas: Cargill, Archer Daniels, Bunge, Fiat, Samsung, Volkswagen, Correios, Amaggi, Honda, Nestlé.
O mercado acionário brasileiro possui uma penetração infinitamente menor que o norte-americano, causando esta distorção.
Economia vs Ibovespa
Produção Industrial ano/ano. Fonte: Investing.com
No Brasil faz mais sentido analisar a performance do Ibovespa em Dólar, buscando eliminar o impacto da inflação de 165% no período. O gráfico acima mostra o desempenho da indústria (laranja). É possível notar que a crise de 2009 causou uma forte correção no índice de ações.
Embora os indicadores econômicos mais recentes também apontem para uma retração extrema, até o momento o Ibovespa encontra-se mais de 80% acima das mínimas da última década. Isto ocorre parcialmente por conta deste descasamento entre a composição do índice de ações e as empresas que compõem a economia do país.
Em linhas gerais é importante perceber que os investidores de ações trabalham com expectativas futuras de crescimento e lucro, portanto não há esta necessidade do índice seguir a situação econômica atual.
Sugestão: cadastre-se na BitcoinTrade e aproveite para construir uma carteira de investimentos diversificada neste momento de incerteza. Comece pequeno, mas experimente as vantagens das criptomoedas.
Um caminho muito praticado por investidores iniciantes é procurar os ativos mais relevantes do mercado. Geralmente, ações da JBS, Petrobrás, Vale, Ambev, etc. são procuradas por se tratarem de empresas já conhecidas e muito comentadas em debates e notícias sobre a economia e sobre o desempenho da Bolsa de Valores.
No entanto, é necessário entender o cenário para fazer um bom investimento. Muitas vezes, esses papéis são considerados caros, justamente por serem tão importantes para o mercado. Para se ter uma ideia, as ações JBS representam cerca de 2,48% do desempenho do Ibovespa, um porcentagem considerada alta, afinal, essa carteira conta com mais de 70 ativos.
Como já falamos em outros conteúdos sobre o que você deve analisar antes de investir em Petrobras, neste conteúdo você vai ver os principais critérios para fundamentar sua decisão sobre aplicar seu dinheiro nas ações JBS.
O que é a JBS?
A JBS S.A. é uma multinacional brasileira que atua no setor de alimentos. Atualmente, é considerada uma das maiores empresas do setor em todo mundo, principalmente quando olhamos para a produção de proteínas.
Sua atuação abrange tanto a produção de carnes bovina, suína, ovina e de frango e no processamento de couros. Além disso, também comercializa outros produtos, entre eles estão alguns itens de higiene e limpeza.
A empresa foi fundada no ano de 1953 em Anápolis, município localizado no interior do estado de Goiás. Mas, atualmente, a sede da empresa está localizada na cidade de São Paulo.
A empresa, que começou com uma pequena casa de carnes, adquiriu seu primeiro frigorífico em 1970. Nesse mesmo ano, foi criada a marca Friboi, que veio a se transformar em uma das principais referências do mercado de carnes.
Entre outras marcas famosas e que pertencem à JBS, podemos destacar:
Swift;
Maturatta;
Seara;
Big Frango;
Cabaña Las Lilas;
Pilgrim’s;
Gold Kist Farms;
Pierce;
Doriana;
Massa Leve;
1953.
Desde então, a empresa ganhou o mercado tanto interno quanto externo, realizando exportações de seus produtos para diversos países do mundo. De acordo com os dados divulgados no site da própria empresa, possui escritórios em 15 países diferentes, contando com mais de 230 mil colaboradores.
Ações da JBS
Em 2007, realizou a abertura de capital na Bolsa de Valores do Brasil e tornou-se a primeira empresa do setor a ter ações na B3.
Como falamos no início do texto, as ações JBS fazem parte do Ibovespa, a carteira teórica da B3 que atua como principal indicador do desempenho da casa.
As ações JBS são comercializadas na B3 com o ticker JBSS3. Dessa forma, é um papel do tipo ordinárias, ou seja, que concede direito à participação em assembleias da empresa. Sempre lembrando que, embora essa participação seja um direito, grandes acionistas que são responsáveis por tomar decisões importantes.
Além de encontrar ações JBS na Bolsa do Brasil, também é possível investir na empresa em Nova York. Na Bolsa de Valores de Nova York, a companhia negocia seus ativos em formato ADRs no mercado de balcão utilizando o ticker JBSAY.
O que considerar antes de investir nas ações JBS?
Agora que já falamos sobre todo o contexto que envolve a JBS, tanto sua história quanto sua presença na Bolsa, agora vamos levantar alguns pontos que devem ser considerados antes de escolher ou não investir nesses papéis.
Antes de qualquer coisa, é sempre bom lembrar que é necessário entender se esses ativos estão dentro do seu perfil de investidor e do seu planejamento. Por isso, indicamos que você conte com uma consultoria de investimentos para evitar escolhas erradas.
Bom posicionamento de mercado
A JBS ocupa um ótimo lugar no mercado em que atua. Atualmente, é líder mundial em processamento de carne bovina, de frango e couros. Esse fato faz com que seja uma empresa com constantes resultados positivos.
Para exemplificar, recentemente foi divulgado o balanço da empresa durante o último trimestre de 2019. O lucro líquido gerado alcançou a marca de R$ 2,4 bilhões no período, enquanto a receita líquida chegou a R$ 57,1 milhões, superando em mais de 20% o resultado da mesma data do ano de 2019.
Resistência à crise
Uma das maiores preocupações dos acionistas e investidores eram os efeitos do novo coronavírus na atuação da JBS. No entanto, enquanto outros setores sofrem com prejuízos maiores, o setor de alimentos consegue apresentar uma certa resiliência.
No cenário interno, temos a alimentação como atividade essencial, o que contribui para que a redução não seja demasiada. E quando olhamos para o cenário externo, os principais importadores de produtos da JBS não reduziram a demanda, como é o caso da China.
Preocupação com o mercado norte-americano
Calcula-se que cerca de 75% do resultado da JBS venha da sua atuação no mercado norte-americano. Dessa forma, uma eventual queda desse mercado, que é prevista em decorrência da crise causada pelo novo coronavírus, afetaria significativamente os lucros da empresa.
Entretanto, iniciativas governamentais para contribuição de renda à população, podem amenizar esse efeito e fazer que, mesmo durante a crise, a JBS consiga alcançar seus objetivos.
Vale a pena investir nas ações JBS?
Analisando esses critérios, é possível chegar à conclusão se vale a pena comprar ações da JBS.
Antes de finalizarmos, é necessário falar que esses ativos costumam apresentar grande volatilidade no mercado. Dessa forma, é preciso que, ao comprar, você se prepare para, eventualmente, ver os preços das ações caindo. Pelo menos foi esse o caminho traçado por esses ativos nos últimos anos.
A JBS é uma empresa mundialmente conhecida, assim ela está constantemente presente em situações que envolvem o setor que atua, a economia e mesmo política. Por isso, esses acontecimentos impactam suas ações e causam certo alvoroço no mercado.
Dito isso, podemos dizer que, olhando para o longo prazo, é possível dizer que há grande potencial para crescimento da empresa e valorização das suas ações. Afinal, já conta com um mercado consolidado.
Além de tudo isso, é possível dizer também que as ações JBS são ótimas alternativas para diversificar sua carteira. Quer saber mais sobre esse processo? Baixe grátis o nosso Guia Completosobre Consultoria de Investimentos e veja como fazer isso de um jeito simples e seguro.
Olhando para o contexto atual do mercado financeiro, muitos investidores estão procurando ativos com tendência a reagirem melhor durante a crise. Dessa forma, as ações da Copasa entraram na carteira de recomendação de vários especialistas, justamente por fazer parte de um setor que deve ser resiliente ao momento: o de saneamento.
Entretanto, esse não é o único ponto que deve ser considerado antes de dizer se as ações da Copasa são boas alternativas para você investir agora. É preciso analisar outros elementos e entender os detalhes que estão por trás do mercado e da própria empresa.
Por isso, ao longo deste texto vamos apresentar esses detalhes e dizer o que você deve considerar antes de decidir se realmente chegou a hora de investir nas ações da Copasa.
A história da Copasa
A história da Copasa tem início em 1963, quando foi criada a Companhia Mineira de Água e Esgoto. Então chamada de COMAG, a empresa tinha como objetivo proporcionar abastecimento de água e planejar a estrutura de esgoto sanitário para todos municípios de Minas Gerais.
Em 1974, após incorporar o Departamento Municipal de Águas e Esgoto (DEMAE), a empresa passou a se chamar Companhia de Saneamento de Minas Gerais – COPASA MG. É preciso destacar que a criação do Sistema Financeiro do Saneamento e do Plano Nacional de Saneamento (PLANASA) foi também outro fator que contribuiu com essa mudança.
Desde então, a companhia é a responsável pelo abastecimento de água e pela coleta e tratamento de esgoto sanitário de boa parte dos municípios de Minas Gerais. Esse fato faz com que seja considerada uma das maiores empresas de saneamento do Brasil.
De acordo com os números divulgados em 2018, calcula-se que a atuação da Copasa chegue a 14,5 milhões de pessoas, alcançando 638 municípios de Minas Gerais com fornecimento de água e outros 307 com coleta de esgoto.
Dois anos depois, em 2008, foi realizada a oferta secundária de ações. Nesse momento, vale destacar que a cidade de Belo Horizonte alienou todas as ações da Copasa que possuía, até este momento era dona da segunda maior parcela de ativos da empresa.
Na B3, Bolsa de Valores do Brasil, você encontra as ações Copasa listadas com o ticker CSMG3. É importante lembrar que esses papéis são do tipo ordinárias, ou seja, concedem aos seus acionistas o direito de participar de assembleias corporativas, tendo direito ao voto.
Já falamos muito sobre as ações ordinárias aqui em nosso Blog. No entanto, é sempre necessário falar que essa participação é relativa ao percentual de ações que você possui. Isso quer dizer que as decisões sobre o futuro da empresa são tomadas por quem detém uma grande quantidade de papéis.
O que avaliar antes de investir nas ações Copasa?
Como sempre falamos, a primeira coisa que você deve avaliar antes de investir nas ações da Copasa é se esses ativos são compatíveis com o seu perfil de investidor e com os seus objetivos.
Depois disso, você deve considerar os seguintes fatores:
Privatização da Copasa vai acontecer?
Desde que Romeu Zema (Partido NOVO) tomou posse como governador de Minas Gerais um dos assuntos mais comentados é a privatização das estatais, tanto a Copasa quanto a Cemig.
Desde então, as ações da Copasa acumulam altas na Bolsa. Afinal, o mercado tende a ver com bons olhos um processo de privatização de empresas bem situadas em seus mercados.
No entanto, privatizar uma companhia do tamanho e da importância da Copasa não é algo simples. Além de ser necessária aprovação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, é preciso ainda esforço para que o processo siga em frente. Quanto a isso, há a tendência para que sejam empregados esforços para a privatização da CEMIG antes da Copasa.
As ações da Copasa rendem bons dividendos?
Este é um ponto que, normalmente, costuma unir muitos especialistas. Historicamente, as ações Copasa sempre figuraram em carteiras de empresas que pagam bons dividendos. De acordo com a política da empresa, o percentual de pagamentos pode chegar a 50% do lucro.
No dia 20 de março de 2020, a empresa informou a aprovação da distribuição de R$ 84,5 milhões como juros sobre capital próprio para seus acionistas. Essa quantia é referente ao último trimestre de 2019. Fazendo as contas, é possível dizer que as ações Copasa renderem R$ 0,6685937152 cada uma.
Como andam os resultados da Copasa?
Na mesma divulgação dos proventos, a empresa divulgou os resultados alcançados entre os meses de outubro e dezembro de 2019. Quando comparado ao mesmo período de 2018, a Copasa registrou aumento de 43,4% em seu lucro líquido, saindo de R$ 178 milhões e alcançando a marca de R$ 255,2 milhões.
Efeitos do novo coronavírus nas ações da Copasa
De uma forma geral, é possível dizer que o setor de saneamento, assim como o de energia, tende a ser mais resiliente à crise por causa dos contratos de longa duração já fechados. Além disso, é impossível pensar que tanto o estado quando os municípios deixem de investir em saneamento básico e tratamento de água.
Entretanto, é preciso considerar uma onda maior de inadimplentes, sobretudo, devido aos efeitos da perda de empregos e fechamento de empresas. Caso não aconteça nenhuma ação para balancear esses efeitos na sociedade, os lucros da empresa podem ser impactados.
Vale a pena ter ações Copasa em minha carteira?
Agora que apresentamos os principais critérios que devem ser considerados na hora de investir nas ações da Copasa, podemos chegar a um veredito.
Portanto, podemos dizer que a empresa é uma ótima opção para quem está construindo uma carteira focada nolongo prazoe em recebimento de dividendos.
O único ponto que deve ser considerado é o preço de entrada, afinal, alguns investidores acreditam que as ações da Copasa são caras.
Agora você já sabe o que analisar ao pensar em investir nas ações da Copasa. Mas não para por aí, é preciso sempre analisar se as condições daquele instante são favoráveis. Veja esse conteúdo sobre consultoria de investimentos e entenda como pode ser importante para te ajudar nesse momento.
Você conhece o Banco do Estado do Rio Grande do Sul? Se está pensando em investir na Bolsa ou se já investe, certamente já ouviu falar sobre as ações do Banrisul, não é mesmo? Ao lado de outros bancos, essa empresa faz parte de um grupo de ações muito procurado por investidores.
Estamos falando do setor bancário. Essas empresas são tão importantes e valorizadas pelo mercado que representam cerca de 25% do Ibovespa, o principal indicador da Bolsa de Valores do Brasil.
Mas, voltando às ações Banrisul, ultimamente esses papéis ganharam espaço entre debate de especialistas. De um lado há quem defenda a permanência em carteiras e por outro lado há quem acredite que o risco é alto demais.
Portanto, ao longo desse post, vamos apresentar os detalhes para que você entenda se vale a pena investir nas ações Banrisul.
O que é o Banrisul?
O Banco do Estado do Rio Grande do Sul foi fundado em 1928 como Banco público de crédito rural e hipotecário. O objetivo do governo era criar uma instituição responsável pela concessão de créditos e por empréstimos com garantia hipotecária.
No entanto, o desenvolvimento do banco aconteceu de uma forma bem diferente, já em 1931, após incorporar o Banco Pelotense, tornou-se responsável pela arrecadação de impostos em todo o estado do Rio Grande do Sul.
A partir disso, foi visto uma série de incorporações que contribuíram para que o Banrisul se transformasse em uma das principais instituições financeira do estado. Entre essas incorporações destacam-se Banco Real de Pernambuco, Banco Sul do Brasil, Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul, BADESUL e DIVERGS – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários do Estado do Rio Grande do Sul.
Dessa forma, desde o começo de 1990, o Banrisul já é considerado um banco multiplo. Assim, oferece todos os serviços financeiros à população e ainda é responsável por concentrar o pagamento da folha do funcionalismo estadual e os serviços financeiros para o Estado do Rio Grande do Sul.
Atualmente, o Banrisul está entre os 10 maiores bancos do Brasil, quando analisado o número de agências e o número de depósitos totais realizados mensalmente.
História das ações Banrisul
Diferentemente de outras empresas, a chegada das ações Banrisul ao mercado de capitais aconteceu no mesmo ano de sua fundação. Já em 1928, o banco já era uma companhia de capital aberto, na época dividida em ações nominativas que valiam cerca de 500 mil réis cada uma.
No entanto, depois de todas as mudanças que o mercado de capitais passou, as ações Banrisul voltaram à Bolsa de Valores em 2007. Nesse momento, após ser listada no nível 1 da Bolsa em critério de governança, foi realizado nova oferta pública de ações.
O evento foi considerado um sucesso e alcançou os objetivos da empresas. Após a oferta, o Governo do Estado permaneceu com o controle do banco e a empresa ainda aumentou seu valor de mercado.
Dessa forma, é possível encontrar 3 tipos de ações da empresa na B3: BRSR3, BRSR5, BRSR6.
Ações Banrisul ordinárias
As ações Banrisul do tipo ON são representadas pelo ticker BRSR3. Lembrando que as ações ordinárias concedem direito à participação em assembleias corporativas da empresa.
Ações Banrisul preferenciais
Na B3, encontramos as ações preferenciais do Banrisul com 2 códigos diferentes: BRSR5, BRSR6. Como as duas são preferenciais, ambas proporcionam prioridade na hora do pagamento de dividendos, no entanto, são de classes diferentes.
A ação BRSR5 é considerada do tipo PNA
A ação BRSR6 é considerada do tipo PNB
Além disso, é importante destacar que, antigamente, também era possível encontrar ações preferenciais com o código: BRSR4. No entanto, foram convertidas em BRSR5 após assembleia ocorrida em 2007.
Vale a pena investir nas ações Banrisul?
Agora que você já conhece a história da empresa e as ações disponíveis na Bolsa, chegou a hora de apresentarmos o que você deve analisar para decidir se esses ativos devem entrar em sua carteira de investimentos.
Antes disso, é sempre necessário lembrar que essa decisão deve ser tomada de acordo com o seu perfil de investidor, objetivo e visão do mercado. O que fazemos é apresentar alguns detalhes que devem ser levados em consideração.
Pagamento de dividendos
Um dos principais motivos que levam investidores a escolherem as ações Banrisul é o pagamento de dividendos. Esses ativos, geralmente, estão na carteira de recomendação de muitos especialistas justamente pela empresa ser considerada boa pagadora de dividendos.
Em 2020, O Banrisul realizou o pagamento referente ao primeiro trimestre. De acordo com o site da empresa foram R$ 100.967.023,57 pagos no dia 30 de março de 2020. Assim, cada ação BRSR3 R$ 0,20984676, enquanto cada ação BRSR5 proporcionou R$ 0,20984676 e cada ação BRSR6 R$ 0,20984676.
Resultados recentes
De acordo com a divulgação dos resultados recentes, é possível olhar com uma visão otimista para a empresa. No último trimestre de 2019 foi registrado lucro líquido de R$ 356,3 milhões, resultado acima das expectativas do mercado.
Além disso, também foi possível ver que os esforços para redução de despesas foram eficientes. Este fato contribuiu para que a empresa terminasse 2019 com resultado equivalente a um crescimento de 16,2% na comparação com 2018.
Força no longo prazo
Por ser um banco com grande atuação no estado do Rio Grande do Sul, a tendência é que ele seja importante para a retomada da economia em um momento pós crise. Assim, quem deseja investir no longo prazo, e consequentemente aproveitar os dividendos, pode se beneficiar com a redução do preço dos ativos para adquirir ações Banrisul.
Essa situação, inclusive, pode fazer com que o Banrisul tenha uma vantagem frente aos outros bancos e consiga oferecer maiores benefícios para captar e manter clientes.
Impactos da economia
O ponto de alerta é que, mediante a retração da economia, a tendência é que os estados tenham dificuldade para recuperação. Dessa forma, podemos prever uma complicação nos planos de crescimento e lucros do Banrisul.
Agora que você viu os motivos que devem ser considerados antes de investir nas ações Banrisul, que tal entender a importância de uma consultoria de investimentos para obter bons resultados? Veja esse outro conteúdo.
O mercado financeiro é composto por uma série de indicadores. Eles servem para analisar dados e acompanhar o desempenho dos investimentos e da própria economia. Aqui no Brasil, temos o PIB, o Ibovespa, a Taxa Selic entre outros. Quando olhamos para a economia mundial, um dos principais índices é o Payroll.
Sabemos que a economia é globalizada, dessa forma qualquer impacto local, gera influência outros países. No entanto, quando analisamos a partir dos Estados Unidos, essa influência é ainda mais marcante.
Por isso, entender como analisar o Payroll é essencial para investidores. Afinal, boa parte do que acontece nos Estados Unidos afeta seus investimentos e a rotina econômica de todo o Brasil.
Continue nesse artigo e entenda todos os detalhes do Payroll, assim como sua importância para os investimentos.
O que é Payroll?
O Payroll, que também é chamado de Nonfarm Payroll nos Estados Unidos, é um relatório que apresenta dados sobre a atividade empregatícia nos EUA. Ele contém informações sobre a folha de pagamentos, desemprego, faixas salariais e toda força de trabalho das pessoas que exercem atividades profissionais no país.
Vale destacar que esse relatório não inclui atividades agrícolas, profissionais de organizações sem fins lucrativos, autônomos e ainda militares e trabalhadores de agências e empresas governamentais.
Quando o Payroll é divulgado?
O Payroll é um indicador mensal. Dessa forma, geralmente, ele é divulgado na primeira sexta-feira do mês. Entretanto, há situações, sobretudo por conta de feriados e eventos extraordinários, em que é lançado apenas na segunda sexta-feira do mês.
A agência governamental Bureau of Labor Statistics (BLS) é a responsável por lançar esse relatório mensalmente. Geralmente, a agência solta o relatório às 8h30, horário de Washington, ou seja, às 10h30 no horário de Brasília.
Como funciona o Payroll?
O Payroll é um relatório que mostra a evolução de uma série de índices relacionados ao trabalho de quem mora nos Estados Unidos. Assim, as principais informações apresentadas são:
número de novos postos de trabalho criados no último mês;
setores econômicos que mais criaram novos postos de trabalho;
classe social mais afetada pelos novos postos de trabalho e de pessoas afetadas pelo desemprego;
faixa etária dos pessoas empregadas e desempregadas;
região do país em que mais se gera empregos e região que mais sofre com o desemprego;
taxa de desemprego;
média salarial dos profissionais, de acordo com a hora trabalhada;
quantidade de horas trabalhadas por semana;
índice da balança comercial.
Qual a importância do Payroll para a economia?
Os números divulgados mensalmente no Payroll são fundamentais para o cálculo do PIB (Produto Interno Bruto) americano. Além disso, o payroll também serve como um termômetro para a economia americana, indicando movimentos do governo americano sobre taxa de juros e outras iniciativas econômicas.
Por conta disso, a moeda americana é uma das mais influenciadas pelo resultado do Payroll. Por exemplo, o dólar tende a se valorizar quando o resultado demonstra um aumento médio do salário do trabalhador americano.
Com base nesse relatório é possível entender como está a situação das empresas norte-americanas. De uma forma geral, um resultado positivo demonstra que as companhias estão crescendo e realizando novas contratações.
Esse fator é fundamental para que o consumo cresça, afinal, representa mais capital no bolso das pessoas, afetando positivamente a economia local e, consequentemente, mundial, afinal muitas empresas são globais.
Consequências recentes do Payroll
No Payroll divulgado no começo de abril, conseguimos acompanhar os impactos reais da pandemia do coronavírus na economia americana. De acordo com o relatório, os EUA sofreram com a perda de 701 mil postos de trabalho em março de 2020.
Esse número se aproxima do pior cenário já visto. Em 2008, os impactos da crise econômica mundial geraram perda de mais de 800 mil postos de trabalho. Para completar, a taxa de desemprego em março de 2020 subiu de 3,5% para 4,4%, é a primeira vez que essa taxa sobe desde 2010.
Outro número que reflete a situação é relacionado com o número de pedidos do auxílio-desemprego. Com toda a situação, os Estados Unidos bateram o recorde, chegando a 6,648 milhões pedidos.
Qual a importância do Payroll para os investimentos?
Mesmo sendo considerado um dos principais indicadores dos EUA, a principal movimentação que acontece na Bolsa de Valores do Brasil se dá por conta da especulação.
Logo após a divulgação do Payroll, é comum encontrarmos investidores interessados em aproveitar a grande movimentação da Bolsa para realizarem operações de curto prazo. A especulação costuma ser predominante nesse momento, abrindo oportunidades de trades rápidos.
Entretanto, a tendência é que, após um certo tempo, o mercado como um todo absorva os números e isso se torne mais um fator de influência nos investimentos. Assim, a dica é acompanhar o relatório e entender os padrões para que seja possível identificar as possibilidades para o futuro.
Portanto, podemos dizer que o Payroll impacta ações e ativos no curtíssimo prazo, mas que no longo prazo esses impactos são dissolvidos.
O que fazer em dia de Payroll?
Como falamos, a movimentação do mercado em dia de lançamento do relatório é grande. Investidores iniciantes tendem a agir com ansiedade diante da expectativa e das reações do mercado aos dados informados.
Nesse momento, é comum encontrarmos pessoas que obtêm ganhos altos com essa especulação, no entanto, também encontramos perdas elevadas. Afinal, é um momento de muita volatilidade.
Como uma das principais características necessárias para quem investe é o controle emocional, nesse momento ele é ainda mais importante. É preciso ter cautela para evitar uma decisão que pode representar um grande prejuízo.
Por isso, é recomendado que você invista com o auxílio de uma consultoria de investimentos. Essa ajuda é fundamental para você entender os movimentos do mercado e analisar se um determinado ativo é realmente adequado ao seu perfil e objetivos. Além de tudo, essa consultoria também é importante para você entender os riscos, principalmente, em momentos como o de divulgação de um payroll.
Quer saber mais sobre outros fatores que, assim como o Payroll, impactam seus investimentos? Faça nossocurso grátis sobre investimentose veja agora mesmo com o que você deve acompanhar.
Saber qual o melhor ativo para investir na Bolsa de Valores não é uma tarefa fácil. É preciso entender bem sobre o contexto das empresas e analisar se o momento de mercado é favorável. Para que esse processo fique mais fácil, esse post vai apresentar o que você precisa saber sobre as ações CSN para que possa decidir se vale a pena ou não.
É preciso sempre lembrar que, por se tratar de um ambiente volátil e imprevisível, é impossível garantir o que vai acontecer com uma ação. O que fazemos é criar cenários e estabelecer perspectivas prováveis.
Desse jeito, você consegue entender os detalhes que cercam a empresa e assim pode decidir sobre investir ou não nas ações CSN.
O que é a CSN?
A Companhia Siderúrgica Nacional, ou simplesmente CSN, é considerada uma das mais importantes companhias siderúrgicas do mundo. A empresa, atualmente, é referência em siderurgia, mineração, logística, cimento e energia.
A história da empresa começou em 1941 quando Getúlio Vargas, então presidente do Brasil, assinou decreto para a criação da companhia. A empresa foi peça fundamental durante a implantação das primeiras indústrias em território brasileiro, entre as décadas de 40 e 60.
Em 1993, foi concluído o processo de privatização da empresa. Desde então, atua em forte movimento de expansão, adquirindo outras companhias do setor e aumentando seu campo de atuação.
De acordo com o próprio site da empresa, a companhia está presente em 18 Estados brasileiros, sendo que seus principais ativos são:
uma usina siderúrgica integrada;
cinco unidades industriais, sendo duas delas no exterior;
minas de minério de ferro, calcário, dolomita e estanho;
uma forte distribuidora de aços planos;
terminais portuários;
participações em ferrovias;
participação em duas usinas hidrelétricas.
Sobre esses ativos, é importante destacar que a Usina Presidente Vargas, situada na cidade de Volta Redonda, Rio de Janeiro, é considerada uma das mais produtivas do mundo.
Além disso, a CSN também atua no exterior. Em Portugal, a empresa possui o controle da siderúrgica Lusosider. E na Alemanha, desde 2012, possui a siderúrgica alemã StahlwerkThüringen GmbH SWT.
Ações da CSN
Na Bolsa de Valores do Brasil, é possível encontrar as ações da CSN, do tipo ações ordinárias, listadas com o ticker CSNA3. Além disso, seus ativos também estão na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
Para a Bolsa de Valores brasileira, as ações CSN são tão importantes que, junto com outras companhias, compõe o principal indicador da casa, o Ibovespa. Para ter uma ideia, em 2019, os ativos da Companhia Siderúrgica Nacional representavam cerca de 0,402% do Ibov.
Muito por conta disso, no início de 2020, as ações da CSN sofreram com a crise do petróleo e com os efeitos do novo coronavírus. Assim, contribuíram para as constantes quedas do indicador.
Para exemplificar, no começo de março de 2020, a empresa chegou a perder cerca de R$ 3,9 bilhões em valor de mercado em um único dia. Com isso, as ações CSN caíram 25,29% no dia.
Vale a pena investir nas ações da CSN?
Analisando o cenário e o mercado siderúrgico, é possível apresentar motivos que transformam as ações CSN em uma ótima alternativa para investidores. No entanto, também podemos apresentar alguns sinais de alerta, principalmente, no que diz respeito à volatilidade de curto prazo.
O que pode favorecer a valorização das ações CSN?
Pagamento de dividendos: historicamente, a CSN sempre foi considerada uma boa pagadora de dividendos. Em 2018, anunciou pagamento recorde de R$ 898.331 milhões para seus acionistas. Já em 2019, esse número ficou em R$ 412.659 milhões.
No entanto, um ponto de atenção foi o anúncio sobre a intenção de reduzir o percentual de dividendos, para conter as dívidas da empresa. Mesmo assim, para quem deseja construir uma carteira de longo prazo, esse fato pode ser um atrativo.
Manutenção dos bons resultados com venda de minério de ferro
Mesmo em um cenário de retração da economia, espera-se que o minério de ferro continue chamando atenção de compradores e seja importante para uma retomada da economia mundial.
Boa expectativa para geração de caixa livre
De acordo com os números divulgados sobre o último trimestre de 2019, foi gerado um caixa livre de R$ 1.707 milhões. Para o ano de 2020, é esperado um bom desempenho também.
O que pode contribuir para queda das ações CSN?
É importante destacar que a maioria dos motivos está relacionada com os impactos da crise mundial causada pela pandemia do novo coronavírus. Sendo assim, é preciso considerar alguns sinais que podem representar novas quedas das ações CSN:
Pouca demanda por aço
A China é um dos principais exportadores de aço do Mundo. Caso os efeitos da crise afetem essa demanda, a CSN seria uma das principais prejudicadas.
Problemas com a economia brasileira
Como já é esperado, esse motivo é algo quase inevitável, a economia brasileira deve desacelerar. Assim, a operação da empresa deve ser reduzida e assim, os resultados também. Além disso, caso o governo adote medidas para reduzir valores de importação e exportação, afetaria os preços praticados pela empresa.
É hora de comprar ações CSN?
Saber o momento certo para investir em um ativo é um dos maiores desafios de quem investe e também é um dos grandes passos para conseguir bons resultados.
Na prática, como você viu não existe como prever o que vai acontecer. No entanto, este cenário e o próprio desempenho recente do mercado indica que teremos um período de grande volatilidade da Bolsa.
Sendo assim, a tendência é que as ações da CSN continuem variando e apresentando tendências de queda.
Por isso, ressaltamos a importância de contar sempre com uma consultoria de investimentos, para que você conte com a opinião de especialistas e encontre os melhores investimentos, de acordo com o seu perfil de investidor e seus objetivos.
Agora você já consegue decidir se vale a pena ou não contar com as ações CSN em sua carteira de investimentos. Sabemos que no mercado, conhecimento resulta em bons resultados, por isso recomendamos nosso curso gratuito sobre investimentos, assim, você ficará mais perto de conquistar seus objetivos.
A poupança é o primeiro contato de muitas pessoas com uma aplicação financeira. Não é à toa que ela é a aplicação mais popular do Brasil. Porém, o rendimento da poupança é ruim e o dinheiro depositado nela hoje está perdendo valor.
Se você está sem tempo para ler, que tal ouvir este conteúdo? Aperte o play ou faça o download do áudio:
O rendimento da poupança hoje é de 1,57% ao ano. Ou seja: se você investir R$ 100 na poupança hoje, terá R$ 101,57 no ano que vem. Isso se a Selic não cair ainda mais!
As notícias também não são nada animadoras para quem pretende deixar seu dinheiro na caderneta por menos.
Afinal, a rentabilidade mensal da poupança é igualmente baixa. Além disso, às vezes ela perde até para a inflação.
O rendimento mensal da poupança hoje é de 0,13%. Assim, R$ 100 rendem R$ 0,13 por mês.
A partir de agora, vamos explicar como os juros da poupança são calculados e o que faz a caderneta render tão pouco.
Você também vai entender porque a poupança hoje está rendendo abaixo da inflação e quais são as opções de investimentos para quem quer proteger seu patrimônio.
Se você está em busca de rendimentos melhores, chegou ao lugar certo! Aqui, você vai ver:
como o rendimento da poupança é calculado;
como o aniversário da poupança influencia os juros da caderneta;
como a inflação afeta o rendimento da poupança;
simulador de poupança: saiba se você está perdendo dinheiro na caderneta;
investimento melhor do que a poupança: veja 5 opções.
Se você tiver alguma dúvida, fique à vontade para compartilhar nos comentários no fim deste post. Vamos começar?
O rendimento da poupança é igual para todos os bancos. Assim, não importa se você tiver poupança da Caixa ou poupança do Itaú, sua rentabilidade sempre será a mesma.
A poupança tem duas regras de cálculo, que são as seguintes:
a) para os depósitos feitos antes de 4 de maio de 2012
A chamada poupança antiga rende 0,5% ao mês + taxa referencial, a famosa TR, que hoje está zerada. Assim, a rentabilidade da poupança antiga fica em 6,16% ao ano.
b) para os depósitos feitos depois de maio de 2012
Logo, o mecanismo de aniversário da poupança é mais um dos motivos pelos quais seu rendimento é ruim.
Como a inflação afeta a rentabilidade da poupança?
A inflação pode ser definida como o aumento generalizado de preços em um determinado período de tempo.
Os preços dos bens, produtos e serviços sobem de forma consistente e você terá de pagar mais caro para conseguir comprar a mesma quantidade de coisas. Ou seja: seu dinheiro perde valor.
Esse fenômeno é traduzido pela rentabilidade real dos investimentos de renda fixa. Assim, quanto maior a inflação, mais espremido fica o retorno dessas aplicações.
Em novembro, o rendimento da poupança ficou abaixo da inflação pela primeira vez desde 2015. Essa tendência deve se manter ao longo do próximo ano, uma vez que a Selic vai continuar em seu atual patamar.
Veja na tabela a seguir o rendimento mensal da poupança em relação ao IPCA, o índice que mede a inflação oficial no Brasil.
mês/ano
Rendimento mensal da poupança
Inflação (IPCA)
mai/2020
0,21%
-0,38%
abr/2020
0,21%
-0,31%
mar/2020
0,21%
0,07%
fev/2020
0,24%
0,25%
jan/2020
0,24%
0,21%
dez/2019
0,28%
1,15%
nov/2019
0,31%
0,51%
out/2019
0,34%
0,10%
set/2019
0,34%
-0,04%
ago/2019
0,37%
0,11%
jul/2019
0,37%
0,19%
jun/2019
0,37%
0,01%
mai/2019
0,37%
0,13%
Investimento melhor do que a poupança: veja 5 opções
Embora atualmente a poupança supere a inflação, ela não rende tanto quanto outras aplicações de renda fixa que também são seguras. Veja algumas opções a seguir:
1 – Tesouro Direto
Mesmo quem não tem muito dinheiro para começar a investir consegue encontrar opções de investimentos seguros.
Prova disso são os títulos públicos do Tesouro Direto, que permitem aplicações a partir de R$ 30.
A lógica por trás desses títulos é bastante simples: para se manter funcionando, o Estado precisa de recursos que vão além daqueles arrecadados com a cobrança de impostos.
Por isso, ele emite papéis para captar dinheiro e qualquer pessoa pode investir alguma quantia.
Em troca, há o pagamento de juros dentro do prazo estipulado pelo título. Ou seja, quem investe no Tesouro Direto está emprestando dinheiro ao Estado.
Esses títulos são usados para financiar, respectivamente, o setor imobiliário e o agronegócio.
A grande vantagem desses investimentos é isenção do Imposto de Renda (IR), além da cobertura do FGC.
Por outro lado, essas letras de crédito costumam ter prazos de vencimento mais longos.
As taxas de retorno variam de acordo com o banco que emitiu o título. Logo, é necessário fazer comparações entre diferentes títulos e bancos, em busca da melhor rentabilidade.
3 – Fundos DI
Os fundos DI são fundos de investimento que investem pelos menos 80% da carteira em títulos públicos, ativos de baixo risco e em cotas de outros fundos de renda fixa.
No entanto, quem capta os recursos são bancos, que utilizam o dinheiro para emprestá-lo a outros clientes.
Os CDBs também são cobertos pelo FGC, dentro do limite de R$ 250 mil por conglomerado financeiro, com teto de R$ 1 milhão por CPF.
5 – Nuconta
A Nuconta é um conta digital sem tarifas disponibilizada pela Nubank. Ela também funciona como um investimento de baixo risco, já que todo o dinheiro depositado é aplicado em títulos públicos em nome da empresa.
4 conceitos básicos para fazer investimentos melhores
Se você se preocupa com seus investimentos, já deve ter pesquisado sobre alternativas de aplicações financeiras melhores do que a poupança. Porém, deve ter se deparado com siglas e expressões que não são muito amigáveis.
Mas não desanime! Aqui está um guia rápido para entender o que significam os nomes mais comuns no mundo dos investimentos.
1 – CDI e taxa DI
Quando se fala em investimentos, a sigla CDI está por toda parte. Ela significa Certificado de Depósito Interbancário.
O CDI é um título emitido por uma instituição financeira, como um banco ou uma corretora, para tomar dinheiro emprestado de outra instituição.
A partir dos juros cobrados nesses empréstimos entre instituições financeiras, é obtida a taxa DI, que você vê quando vai investir.
A taxa DI é uma média dos empréstimos feitos entre os bancos. Como eles costumam negociar títulos públicos entre si, essa taxa costuma ficar um pouco abaixo da Selic.
Quando um banco oferece um título para um investidor, ele promete uma rentabilidade que tem como referência a taxa DI.
Essa taxa é geralmente expressa em porcentagem (%) do CDI: 100% do CDI, 90% do CDI, e assim por diante. Quanto menor for essa porcentagem, menos renderá a aplicação.
2 – Renda fixa
É o mercado do investimentos cuja rentabilidade é possível prever no momento em que o investidor faz uma aplicação.
Essa previsão pode ser feita no momento da compra, seja por indicadores como a inflação ou a taxa de juros, seja por uma taxa prefixada.
É diferente do mercado de investimentos de renda variável, cujo desempenho depende de uma série de fatores envolvendo a situação da economia local, nacional e até mesmo internacional.
3 – Diversificação dos investimentos
Uma carteira de investimentos diversificada é um conjunto de aplicações financeiras que leva em conta seu perfil e seus objetivos financeiros.
Longe de escolher aplicações aleatoriamente, a diversificação dos investimentos leva em conta teorias consagradas.
O objetivo é equilibrar aplicações em um determinado porcentual dentro de um portfólio de investimentos, que varia conforme o perfil de cada pessoa.
4 – Fintech
As fintechs são empresas financeiras com um forte braço tecnológico cuja finalidade é facilitar o acesso a serviços financeiros.
No caso das fintechs de investimento – como é o caso da Magnetis -, elas tornaram mais acessível um processo que antes era burocrático e só valia a pena para quem tinha um grande volume de recursos para administrar.
Hoje, com apenas alguns cliques, é possível investir e acompanhar o desempenho de suas aplicações. Tudo isso 100% online, sem você precisar sair de casa.
Como fazer os melhores investimentos?
O mercado financeiro brasileiro é um dos mais sofisticados do mundo, porém a maior parte da população não investe o seu dinheiro.
A falta de educação financeira torna cuidar do dinheiro uma atividade extremamente desgastante e complexa em algumas situações.
Além disso, não são poucos os casos de pessoas que foram enganadas pelos seus bancos, fazendo aplicações com taxas caras e baixo retorno.
Por isso, o conhecimento é o primeiro passo para colocar o dinheiro trabalhar para você por meio do poder dos juros compostos.
Mas calma! Não precisa ficar triste se você não souber por onde começar. Existem empresas que fazem todo o trabalho duro por você com transparência e a um custo bem acessível. A Magnetis, por exemplo, é uma dessas empresas.
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