Quero mudar de profissão, e agora? 10 passos que vão ajudar

Você já teve vontade de mudar de profissão? Esse é um passo assustador para muitas pessoas, mas, com um bom planejamento, é possível fazer. É preciso levar em consideração todos os aspectos envolvidos nessa mudança. Por exemplo, avaliar qual é a nova carreira que você quer perseguir e preparar suas finanças pessoais para essa transição.

Se mudar de profissão está entre suas metas para 2020, como fazer isso da melhor forma possível, sem se lançar por impulso em território desconhecido? É isso que vamos ver neste artigo.

1. Avalie sua satisfação com o trabalho atual

Toda e qualquer mudança que se queira fazer, na vida pessoal, profissional ou em qualquer outro campo, começa por um mapeamento da situação atual. Imagine que você queira reformar sua casa. O primeiro passo é entender o estado atual do imóvel, olhar a planta e ver quais são as possibilidades que ela oferece.

O mesmo vale para uma mudança de carreira. Como está sua vida profissional? Quais conhecimentos e competências você tem que podem ser aproveitados no seu próximo movimento? O que traz satisfação no seu trabalho atual e o que você quer evitar? Esse mapeamento vai ajudar a traçar os próximos rumos e a evitar cair em outras situações que deixem você igualmente insatisfeito.

2. Faça uma reserva financeira

Se você já avançou um pouco na carreira, sabe que esse foi um longo e árduo caminho. Teve o investimento em anos de formação e toda a experiência acumulada. É isso tudo que agregou valor ao seu currículo e fez com que você chegasse aonde está hoje.

Mudar de profissão, por vezes, exige que você volte alguns passos nessa trajetória para corrigir o rumo. Isso pode significar ficar algum tempo ganhando menos ou até sem renda. Para não passar apuros, faça uma reserva de emergência que permita atravessar esse período sem grandes apuros.

A recomendação é ser conservador nesse cálculo para evitar problemas financeiros. Se possível, enxugue seu orçamento e reduza os gastos até entender como ficará sua vida na nova condição. Não tenha medo de diminuir o padrão de vida temporariamente.

Lembre-se de que você está em uma maratona, não em uma corrida de cem metros. Por isso, precisa ter alguma liberdade financeira para percorrer essa jornada.

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3. Entenda o mercado

Perseguir os próprios sonhos é maravilhoso, mas, como diz o ditado, é importante manter a cabeça nas nuvens e os pés na terra. Assim, se você quer mudar de profissão, busque o máximo possível de informações sobre o mercado no qual pretende atuar. Tome cuidado para não idealizar a carreira.

Isso é comum, por exemplo, quando a pessoa resolve deixar o mundo corporativo para abrir o próprio negócio. Muita gente tem uma ideia idílica de ser o próprio patrão e ignora as muitas dificuldades que os empreendedores enfrentam.

4. Busque capacitações

Mais uma vez: você não chegou aonde está por um passe de mágica. Teve muito suor nessa trajetória, e a próxima não será diferente. Se você já sabe qual é a área na qual quer atuar, entenda quais são as capacitações necessárias para fazer a transição.

Nem sempre isso envolve fazer outra graduação. Aliás, na maioria das vezes não é o caso. Podemos estar falando ainda de educação formal ou mesmo informal, buscando conhecimento sobre o tema em livros, na internet ou com quem trabalha na área.

5. Converse com quem já fez uma mudança

Você pode até achar que está dando um passo no escuro, mas, acredite, esse é um caminho que muitas outras pessoas já trilharam. Conversar com algumas delas pode ser altamente proveitoso. Elas vão contar como se prepararam, os erros que cometeram, o que fariam diferente e também o que funcionou bem.

Além disso, é reconfortante falar com quem entende o momento pelo qual você está passando agora. Especialmente se as pessoas do seu círculo mais próximo, como amigos e familiares, não estiverem tão seguras de que você deva fazer essa mudança.

6. Invista no networking

Construir uma reputação e ser conhecido no mercado é metade do caminho andado em qualquer carreira. É claro que nossos conhecimentos também são importantes, mas precisamos de pessoas que os reconheçam. Invista em conhecer gente da área, frequente cursos e workshops, converse com outros profissionais e torne sua marca pessoal conhecida no mercado.

7. Cuide da sua saúde

Cuidar da saúde vale para tudo, não é? Se a mente é o nosso motor, o corpo é a carroceria. Não vamos a lugar nenhum se os dois não estiverem em ordem. Além disso, mudar de profissão exige muita energia e empenho e, logo, é mais importante do que nunca estar com a saúde em dia.

A mudança de profissão vai envolver passar algum tempo fora do mercado de trabalho? Então não se esqueça de pesquisar um bom plano de saúde e inserir essa despesa extra na sua planilha de gastos.

8. Persista

Infelizmente, nada vem fácil. Qualquer que seja a mudança que você queira fazer, haverá obstáculos e alguns tropeços para isso. Você pode amenizá-los por meio de um bom mapeamento. Entenda quais são esses riscos e qual é o plano para lidar com eles caso se materializem. Mas a verdade é que é impossível estar totalmente preparado para tudo.

Por isso, tente se abalar o mínimo possível com as quedas. Você vai precisar da sua energia e de uma boa dose de otimismo para continuar. Não estamos falando de otimismo sem fundamentos, mas de manter o foco no seu objetivo, tendo consciência de que os percalços fazem parte da jornada.

9. Aprimore suas competências

Lembre-se de que você pegou o bonde andando e precisa fechar as lacunas em relação a quem já está na sua área de destino. Por isso, é importante entender quais são as competências requeridas na sua nova carreira e correr atrás delas.

Não estamos falando apenas de conhecimentos técnicos, mas também de possíveis competências atitudinais. Na nova profissão, pode ser que você tenha que falar mais em público, por exemplo. Nesse caso, faz sentido procurar algo que ajude a se desenvolver nesse sentido.

10. Saiba a hora de mudar de estratégia

Como dissemos, o planejamento é fundamental, mas é impossível saber se tudo vai sair conforme previsto. Por isso, é preciso ter um plano B e talvez ainda um plano C. Se as coisas não correrem conforme planejado, qual é a hora de mudar de estratégia? E qual será a nova estratégia?

Acompanhe seu progresso colocando metas intermediárias pelo caminho. Por exemplo, em seis meses você precisa já ter conseguido algum trabalho na nova área, ainda que seja temporário ou de freelancer. Em um ano, precisa já estar se movimentando bem na profissão. Em dois anos, precisa estar ganhando o suficiente pelo menos para pagar suas contas.

Se isso não se materializar, você pode dividir o tempo entre a nova profissão e a antiga ou pensar em outra abordagem na área escolhida. São apenas exemplos, é claro. Você é que tem que avaliar as possibilidades.

Agora você já tem todas as condições de se preparar para mudar de profissão de forma planejada e estruturada, aumentando as chances de sucesso. Para ajudar você a se organizar financeiramente, elaboramos uma planilha de gastos que você pode baixar gratuitamente em nosso site. Aproveite!

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Wall Street: qual é a história por trás dessa famosa rua?

Mesmo que você não tenha tanta familiaridade com o mercado financeiro, é bem provável que já tenha ouvido falar em Wall Street. Tema de filmes e séries norte-americanas, o famoso distrito é considerado o coração financeiro de Nova York. 

Localizado na parte baixa de Manhattan, em Wall Street estão concentrados os maiores bancos de investimentos e corretores dos Estados Unidos. Além disso, lá está fica a sede da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). 

Você conhece a história por trás dessa famosa rua? Por que ela se tornou tão popular em todo o mundo? Qual é o papel de Wall Street na economia? Quais foram os grandes acontecimentos que marcaram a região? Neste artigo você vai encontrar as respostas para essas e outras perguntas. Acompanhe!

O que é Wall Street? 

Mesmo que você nunca tenha ido aos Estados Unidos, especificamente a Nova York, é bem provável que já conheça Wall Street. Especialmente se você gosta de ver filmes sobre o mercado financeiro

O distrito é tão popular que se tornou o sinônimo de todo o sistema do mercado financeiro norte-americano. Isso acontece mesmo quando o interlocutor não está se referido diretamente a essa rua específica. 

Por que essa rua se tornou o centro da economia norte-americana? 

O nome da rua vem do século XVII, período em que ela era o limite norte de Nova Amsterdam. Em 1652, os holandeses que ali viviam construíram uma parede, que tinha o objetivo de proteger seu território. 

Existem algumas divergências na história. Mas o que se diz é que a “Rua do Muro” estava vinculada à colonização disputada sob o domínio das terras entre holandeses, índios e britânicos. 

Em 1664, os ingleses invadiram Nova Amsterdam, expulsaram os holandeses da região e fundaram a vila de Nova York. Ao longo dos anos seguintes, foi aberta uma via de trânsito que seguia a muralha originalmente construída pelos holandeses. Em 1699, entretanto, a parede foi destruída pelos ingleses. 

No fim do século XVIII, especuladores, comerciantes, transportadores e intermediários financeiros começaram a se encontrar nas imediações de um plátano de Wall Street. Esses encontros tinham o objetivo de realizar negociações contratuais e financeiras. 

Foram essas conversas que deram início à história e aos movimentos financeiros na região. Ela viria, futuramente, a se tornar o grande centro financeiro dos Estados Unidos. 

Foi em 1792 que um grupo de acionistas firmou o Tratado de Buttonwood. Esse acordo estabeleceu regras e taxas atreladas às negociações da Bolsa de Valores de Nova York. 

O que diferencia a Wall Street da Main Street? 

Quando uma pessoa usa a expressão Wall Street, ela pode ter mais de um significado. Pode ser a rua propriamente dita ou as firmas de investimento, corporações e ao mercado financeiro de uma forma geral. 

Por outro lado, quando as pessoas usam o termo Main Street, elas estão se referindo às pequenas e médias empresas

Embora as suas expressões se refiram a questões completamente diferentes e paradoxais, geralmente os resultados de uma afetam a outra. O que isso quer dizer? 

Sob a perspetiva econômica, se a Main Street não estiver indo bem, os resultados de Wall Street podem não ser tão importantes. Isso acontece porque os gastos do consumidor final impactam diretamente no mercado. 

Por outro lado, se Wall Street não está tendo bons resultados, isso não significa, necessariamente, que a Main Street esteja indo mal. 

biblioteca financeira

Quais foram os principais acontecimentos que marcaram Wall Street? 

Grandes acontecimentos econômicos mundiais geraram um impacto significativo em Wall Street. Entre eles, destacamos três: a crise de 1929, a bolha da internet dos anos 1990 e a crise econômica de 2008. 

A crise de 1929

Em 24 de outubro de 1929 aconteceu a quebra da Bolsa de Valores de Nova York. A data desencadeou uma das maiores crises econômicas da história dos Estados Unidos. Ela marcou o início da Grande Depressão, que, durante os 12 anos seguintes, gerou diversos impactos negativos nos países ocidentais industrializados. 

A bolha de internet dos anos 1990

A bolha da internet foi uma bolha especulativa que ocorreu entre 1994 e 2000. O evento se caracteriza pela alta expressiva das ações de novas empresas de tecnologia de informação

No auge da bolha, o índice da bolsa de valores ultrapassou os 5 mil pontos. Ao longo dos anos 2000 e no início de 2001, muitas das empresas de tecnologia já estavam em processo de venda, redução ou fusão. Outras simplesmente desapareceram. 

A crise econômica de 2008

A crise econômica financeira de 2008 foi uma grande crise econômica global, precipitada pela falência de um grande banco de investimentos norte-americano, o Lehman Brothers. 

Após a sua quebra, diversas outras instituições financeiras também faliram, gerando um efeito dominó. Para evitar um colapso maior, o governo dos Estados Unidos realizou inúmeros movimentos estratégicos financeiros para auxiliar na normalização da situação. 

Por ser o centro financeiro norte-americano, Wall Street sofreu fortes impactos em diferentes épocas. Hoje, com a crise causada pela pandemia do coronavírus, é possível que novos impactos sejam sentidos não apenas em Wall Street, mas no mundo todo. 

Quem aplica dinheiro e deseja alcançar bons resultados financeiros por meio de investimentos deve saber mais sobre os movimentos econômicos e políticos mundiais. Dessa forma, é possível alinhar suas expectativas à realidade e às oportunidades de mercado, assim como fez Warren Buffett

O que significa o touro de Wall Street? 

O Touro de Wall Street — Charging Bull — é uma escultura de bronze, localizada na Bowling Green. A obra, idealizada por Arturo Di Modica, pesa 3,5 toneladas e tem 3,4 metros de altura por 4,9 de comprimento. O Charging Bull foi instalado em dezembro de 1989 no distrito financeiro de Manhattan. 

A escultura tem um simbolismo importante: o touro, em posição de ataque, representa um mercado financeiro forte e pujante. Idealizada após a quebra da bolsa de valores de 1987, ela tem o propósito de expressar a força e o poder do povo americano. 

Uma curiosidade envolvendo o Charging Bull é que o artista custeou sozinho a obra, que na época custou algo em torno de 360 mil dólares. Instalada em 15 dezembro de 1989, em frente ao prédio da Bolsa de Valores, ela foi apreendida pela polícia de Nova York. 

Após alguns protestos, ela foi reinstalada em um novo local, em 21 de dezembro de 1989, onde se encontra até hoje. Além do seu simbolismo, a estátua virou um ponto turístico conhecido de Wall Street

Como vimos aqui, Wall Street tem uma história importante e grande influência no mercado financeiro internacional. Se você gostou de saber mais sobre o assunto, siga a Magnetis nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no LinkedIn, no Instagram e no YouTube. Por lá, você fica por dentro de outros conteúdos relevantes sobre investimentos e finanças. 

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O que é o fluxo cambial e como ele funciona na prática?

Você já ouviu falar em fluxo cambial? Esse conceito, comum no mercado financeiro, pode influenciar a economia do país de diversas maneiras. Neste artigo, vamos explicar o que é o fluxo cambial e como ele funciona na prática. 

Qual é a relação dele com o dólar? De que modo seus investimentos podem ser afetados? Continue a leitura e saiba mais sobre o tema.

O que é o fluxo cambial?

O fluxo cambial designa a quantia de moedas estrangeiras que chega e sai do país. Desde 1982, os números que indicam o saldo do fluxo cambial são divulgados mensalmente pelo Banco Central (BC). Para obter um fluxo positivo, o volume de divisas externas — como o dólar norte-americano — precisa entrar mais do que sair.

O Banco Central tem um papel essencial no mercado financeiro brasileiro. Ele pode colocar dólares e retirá-los quando achar necessário, a fim de controlar a inflação, a variação cambial e as taxas de juros. O BC também pode vender títulos públicos em dólares, alterar a taxa Selic e aumentar ou diminuir impostos.

O fluxo cambial é calculado de acordo com o fluxo financeiro de um país, como investimentos estrangeiros, remessas de dividendos, taxas de importação e exportação.

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Como ele funciona?

O fluxo cambial funciona conforme o balanço entre os fluxos financeiro e comercial. O fluxo comercial mede o fechamento do câmbio referente às exportações e importações do país. Já o fluxo financeiro mede os empréstimos, os investimentos e as transações realizadas no mercado financeiro, por exemplo, na bolsa de valores.

Ao final de cada mês, o Banco Central divulga o balanço de pagamentos e demonstra as relações financeiras e monetárias do país. O cenário ideal seria o país apresentar um fluxo cambial positivo, para que aumente a oferta do dólar e de outras moedas estrangeiras.

Saldo comercial

Agora que você já sabe como funciona o fluxo comercial, vamos ao conceito de saldo comercial. Trata-se de um indicador econômico relacionado ao volume de exportações e importações de um país durante certo período. A equação é bem simples: saldo comercial = total de exportações – total de importações.

Se o resultado é positivo, há o superavit no saldo comercial. O superavit é um indicador favorável à economia do país — ou seja, o Brasil exporta mais serviços e produtos do que importa. Como esse fluxo gera a entrada de dólar, a oferta aumenta e, portanto, o valor da moeda diminui. Para quem deseja investir em dólar, esse momento é ideal.

O deficit tem o efeito contrário: expressa que a importação é maior que a exportação, o que pode gerar efeitos negativos. Se o Brasil compra mais produtos do que vende, aumenta a saída de dólar, ou seja, a oferta da moeda despenca. Nesse caso, a cotação do dólar sobre o real aumenta. O prejuízo gerado pelo deficit impacta os acúmulos financeiros do país, aumentando preços de ativos, serviços e bens.

O que o fluxo cambial indica sobre a economia?

O fluxo cambial positivo, assim como o superavit no saldo comercial, indica a estabilidade econômica de um país. Nos países emergentes, por exemplo, o fluxo positivo favorece o aumento de investimentos internos. Aumentando a entrada da moeda norte-americana no país, o preço do dólar cai. Isso influencia o turismo, as taxas de juros, os valores dos produtos, o preço da gasolina, entre outros fatores.

O fluxo positivo também aumenta a atração de outros países para injetar dinheiro no Brasil. Se a economia está estável, com superavit, grande oferta de dólar e taxas de câmbio favoráveis, mais pessoas começam a investir no país.

A economia dos países em desenvolvimento é afetada pela admissão de moeda estrangeira. Assim, o fluxo cambial é um tipo de medidor para avaliar quais operações financeiras apresentam riscos ou vantagens. Como saber em qual país investir? Fique de olho naqueles com a balança comercial positiva.

Como ele impacta os meus investimentos?

Se o dólar cai ou sobe, isso tem efeitos diretos na economia do país e, consequentemente, nos seus investimentos. Entre os impactos gerados pelo fluxo cambial, a variação cambial é um fator que vale ser destacado. Mas afinal, o que seria a variação cambial e de que maneira ela pode interferir nos seus investimentos?

A variação cambial é a diferença entre o valor de um produto no dia da compra e no dia em que é realizado o pagamento. O exemplo mais simples é a fatura do cartão de crédito. Se você realizou uma compra em moeda estrangeira, o valor da moeda possivelmente será diferente no dia do fechamento da fatura. Se o dólar subiu, você poderá pagar mais pelo produto; se o valor caiu, poderá pagar menos. Em itens importados, a lógica é a mesma: se o dólar sobe, o valor também aumenta.

A taxa de câmbio sofre variações constantes, inclusive ao longo do mesmo dia. As alterações nos valores das moedas afetam as empresas e a economia de um país. Quem investe em dólar futuro, por exemplo, deve prestar atenção nas variações cambiais. Como a negociação do contrato de compra e venda de ativos é para uma data futura preestabelecida, vale analisar as mudanças nas taxas de câmbio.

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Contudo, o fluxo cambial não está relacionado exclusivamente às variáveis do mercado. Momentos de crises políticas, bem como incertezas e instabilidades no país, podem influenciar a busca por uma determinada moeda. Isso aumenta a oscilação e, consequentemente, os preços dos ativos.

Nesses casos, algumas pessoas optam por investimentos de renda fixa — por exemplo, a letra de câmbio. Assim, não precisam se preocupar com variações da moeda estrangeira e altas e baixas do mercado.

Agora que você já conhece o que é fluxo cambial e sabe como ele funciona na prática, pode diversificar sua carteira de investimentos. Conhecer as operações cambiais de um país, incluindo seus riscos, é o primeiro passo para saber aplicar seu dinheiro de acordo com o seu perfil. Se você quiser se aprofundar em temas do mercado financeiro, que tal baixar o nosso Guia de Consultoria de Investimentos? É gratuito!

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Os 6 principais crimes financeiros e como não cair neles

Você já ouviu falar em crimes financeiros? Eles são mais comuns do que se pensa. Alguns são bem conhecidos e aparecem bastante nos noticiários, principalmente por envolverem grandes empresários e até políticos. Há, também, crimes que podem atingir sua empresa ou suas finanças pessoais devido à gestão arriscada. Ou até pelo fato de induzirem alguém ao erro na hora de investir.

Apesar de ser um tema abrangente, alguns crimes financeiros são mais comuns. Neste artigo, listamos seis dos principais para que você possa conhecê-los e se proteger. Continue a leitura!

Legislação

No Brasil, algumas legislações preveem punição para esses crimes. É o caso da Lei nº 7.492, de 16 de junho de 1986, conhecida como Lei dos Crimes de Colarinho Branco. Ela caracteriza os crimes contra o sistema financeiro nacional. A legislação abrange especialmente instituições financeiras, mas também inclui Pessoas Físicas que trabalham com gestão ou administração de dinheiro, por exemplo.

Existem ainda outras normas e legislações que vieram depois para tentar impedir que esses crimes ocorram. Algumas estabelecem penas e multas para delitos contra o sistema financeiro. Há, ainda, processos administrativos do Banco Central do Brasil (BC) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autoridades do mercado financeiro, conduzidos para penalizar esse tipo de crime. 

Crimes financeiros

Veja os principais crimes financeiros que explicamos a seguir para que você evite cair em algum deles.

1. Lavagem de dinheiro

Esse é um dos crimes financeiros mais conhecidos por ser um dos mais noticiados pela imprensa. Lavar dinheiro é a tentativa de tornar legal aquele recurso financeiro conquistado de maneira ilegal. Ou seja, tornar “limpo” o que estava “sujo”.

Para isso, alguns métodos são utilizados para que o dinheiro não possa ser rastreado pelo governo. Um deles é enviar o dinheiro para o exterior de alguma maneira, colocando em um banco ou aplicando em investimentos internacionais. Comprar bens como obras de arte ou joias e até manter empresas de fachada são outras maneiras de tentar tornar o dinheiro legal.

A pena para quem comete esse tipo de crime varia de três a dez anos de prisão, além de multa.

2. Caixa dois

A prática é um pouco semelhante à lavagem de dinheiro. O caixa dois, ou desvio de dinheiro, normalmente é usado quando alguma empresa tem uma contabilidade paralela. Ou seja, uma contabilidade além da que é conhecida e declarada dentro da organização. Isso é feito para esconder o dinheiro que está sendo usado para uma atividade ilegal, incluindo pagamento de propina.

Esse tipo de desvio foi investigado no Brasil pela Operação Lava Jato, conduzida pela Polícia Federal. Depois dela, casos de caixa dois no governo brasileiro se tornaram muito conhecidos. Não existe uma legislação específica que penaliza esse crime, mas ele se enquadra na Lei do Colarinho Branco e até na Lei contra Crimes Tributários.

3. Evasão de divisas

Na mesma linha da lavagem de dinheiro, esse crime é realizado por quem quer esconder o dinheiro da fiscalização nacional. Normalmente, a evasão de divisas é quando uma pessoa envia o dinheiro para outro país sem fazer a declaração do recurso que possui.

De acordo com a Lei Nº 7.492/86, a pena para esse crime é de dois a seis anos de prisão e multa.

4. Falsificação de moedas ou títulos

Fabricar ou alterar a moeda de qualquer país é um crime contra o sistema financeiro que pode levar de três a doze anos de prisão. A falsificação de título ou valor mobiliário é caracterizada por imprimir ou reproduzir um documento que valha como título ou valor mobiliário sem o devido registro. Esse ato pode levar à prisão de dois a oito anos, além de multa.

5. Gestão fraudulenta

Esse tipo de crime pode atingir qualquer pessoa que quiser investir seu dinheiro e não necessariamente conhece bem onde está investindo. A gestão fraudulenta é quando um agente usa de má-fé, podendo inclusive falsificar documentos ou inserir informações enganosas na hora de fazer uma operação financeira.

A pena para quem comete esse crime varia de três a doze anos de prisão e multa. O conceito difere um pouco da gestão temerária, quando o gestor ou administrador realiza uma operação arriscada sem o devido cuidado. A penalização é de dois a oito anos de prisão, além de multa.

6. Informações falsas

Divulgar informações falsas ou incompletas sobre sua situação financeira ou da sua empresa também é considerado crime financeiro também. Pode acarretar de dois a seis anos de prisão e atinge ainda a Pessoa Física. Se você tem uma empresa, também é preciso ficar atento a toda as informações que são fornecidas para não se enquadrar nesse crime.

Há ainda empresas que divulgam informação privilegiada sobre suas ações em bolsa de valores para quem investe. Assim, essas pessoas podem vender ou comprar uma determinada posição alguns dias depois. Isso também é caracterizado crime, pois outras pessoas ficam em desvantagem por não terem acesso às mesmas informações. Falsificação de documentos pode ser incluída neste tópico. A lei contra crimes financeiros penaliza esse ato com reclusão de dois a seis anos e multa.

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Como se proteger

Se você tiver uma empresa, o melhor jeito de evitar cair nesses crimes é cuidar internamente das ações e decisões tomadas com o dinheiro da companhia. É importante saber se está tudo sendo feito dentro da lei.

Para garantir isso, considere contratar advogados de confiança que ajudem a avaliar se as transações financeiras da sua companhia estão sendo feitas corretamente. Além disso, manter uma equipe bem-treinada e alinhada é essencial. 

Você não tem empresa mas está pensando em investir, e quer evitar que seu dinheiro caia em mãos erradas? Então procure se informar antes sobre a instituição financeira que vai fazer a gestão de seu dinheiro. Veja se está regularizada ou se já esteve envolvida em algum tipo de crime financeiro. Também verifique se a operação que você está fazendo é arriscada, ou se estão sendo cobradas taxas abusivas.

Normalmente, um gestor envolvido em algum tipo de fraude financeira é multado e impedido de exercer atividades nesse ramo. Por isso, sempre busque essas informações.

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Afinal, o que é dólar paralelo e como funciona esse mercado?

Você já ouvir falar em dólar paralelo? O dólar é uma moeda muito importante quando falamos sobre o mercado econômico e de investimentos. Por isso, muitas pessoas estão sempre de olho em suas cotações para definir as melhores estratégias de aplicação de seus recursos.

Nesse contexto, é bastante comum ouvirmos falar sobre a variação dos valores do dólar comercial e do turismo. Essas categorias são negociadas por bancos e casas de câmbio.

Mas e o dólar paralelo, de que se trata? Neste post, vamos mostrar o que é e como ele surgiu, deixando claro também quais são os riscos envolvidos nesse mercado. Acompanhe!

O que é dólar paralelo?

As variações de dólar que citamos na introdução, comercial e turismo, são indicadores oficiais da moeda norte-americana, pois são reconhecidos pelo Banco Central (Bacen). Isso significa que suas cotações seguem as regras estabelecidas pela instituição, contemplando também todas as taxas legais relativas ao câmbio.

Dessa forma, podemos dizer que o dólar paralelo é uma cotação clandestina dessa moeda, pois não é regida pelas normas do Bacen. 

Assim, qualquer transação financeira realizada por meio desse índice é considerada ilegal e estará sujeita a punições.

Como o dólar paralelo surgiu?

O surgimento do dólar paralelo no Brasil está intimamente ligado a um momento de grande instabilidade na nossa economia.

No início dos anos 1990, algumas medidas foram tomadas pelo governo — como o bloqueio dos valores depositados em poupança. Isso fez com que muitas pessoas buscassem maneiras de proteger seu patrimônio da inflação, que atingia níveis impensáveis nos dias de hoje.

A reação de muitos foi recorrer à compra de dólares que chegavam até aqui de forma não oficial. Eles eram negociados a valores abaixo do mercado formal e serviam como uma proteção financeira, já que a moeda estrangeira sempre foi mais estável.

Assim, essas pessoas evitavam que seus recursos fossem tomados pelo governo, e tinham mais garantias da preservação do seu valor, uma vez que estavam em dólar.

Hoje, esse tipo de transação costuma ser oferecido como uma alternativa mais barata, sobretudo ao dólar turismo, que é sempre a cotação mais cara da moeda. No entanto, suas características fazem também com que seja muito utilizado em crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Isso evidencia os riscos de fazer negócios em dólar paralelo, certo?

Em que ele se diferencia na prática?

A principal diferença é que você não encontra o dólar paralelo para negociação em bancos e casas de câmbio regularizadas. Afinal, estamos falando de uma operação ilegal. O mercado paralelo é formado por corretoras não autorizadas pelo Bacen, que atuam à margem da legislação. A venda também é feita por agentes individuais que passaram a ser conhecidos como doleiros.

É bem provável que você já tenha ouvido bastante esse termo, especialmente nos noticiários sobre escândalos de corrupção. Isso porque muitos crimes investigados nesses casos envolvem também a participação de um doleiro, operando a compra e venda de dólares no mercado paralelo.

Esse era um meio utilizado para ocultar valores desviados e tentar regularizá-los posteriormente como se resultassem de operações comerciais legítimas.

Como não é regulado por nenhuma legislação, o dólar paralelo não tem uma regra específica para ser cotado. Então, os valores de câmbio passam a ser definidos pelos próprios envolvidos em uma negociação.

De forma geral, os números das cotações oficiais costumam ser utilizados como base. Desse modo, a operação parece vantajosa para o comprador e para o vendedor.

Quais são os riscos de operar no mercado de dólar paralelo?

Apenas o fato de ser considerado ilegal já deixa claro que existe uma série de riscos para quem se envolve nesse mercado. Conforme estabelece a Lei de Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, é crime efetuar operações de câmbio não autorizadas com finalidade de promover evasão de divisas.

Quem é denunciado por negociar no mercado de dólar paralelo pode acabar respondendo por três crimes, que podem somar até 18 anos de prisão. São eles: evasão de divisas, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

Vale ressaltar que, na prática, essa é também uma forma de contribuir com esquemas criminosos que vão além dessa negociação. Por exemplo, tráfico de drogas e de armas, contrabando e assaltos.

Além dos problemas legais, há ainda o risco de cair em um golpe ao buscar pela compra de dólar paralelo. Existem vendedores que utilizam notas falsas, causando um grande prejuízo aos compradores.

Quais são as formas seguras de investir em dólar?

Agora que ficou claro que o dólar paralelo não é uma boa opção, o melhor é buscar formas seguras e legais para investir em dólar, certo? Veja agora as alternativas que recomendamos.

Dólar futuro

O investimento em dólar futuro consiste na negociação de contratos de compra e venda da moeda em bolsa de valores, como a B3. Funciona como um acordo de que os ativos serão negociados em uma data futura preestabelecida. Dessa forma, é possível visar tanto sua valorização quanto sua possível queda.

É uma opção indicada para quem deseja proteger seus recursos da variação cambial, reduzindo os efeitos das altas de preços nos produtos que consome. Também é uma boa opção de diversificação da carteira de investimentos. Mas é preciso estar disposto a encarar riscos um pouco maiores do que nas aplicações tradicionais.

Fundos cambiais

Ao investir em fundos cambiais, a gestora fica responsável por aplicar os recursos em moedas estrangeiras, como o dólar. A grande vantagem dessa modalidade é que é possível ter acesso a ativos diferenciados. Isso porque os valores são administrados por um gestor profissional e que tem grande conhecimento do mercado.

Compra de dólar em espécie

Apesar de não ser a forma mais eficiente, é possível investir em dólar apenas comprando a moeda em casas de câmbio devidamente autorizadas pelo Bacen. Pode ser uma boa alternativa para quem planeja uma viagem ou uma compra em dólar em curto prazo.

A desvantagem dessa opção é que o risco de guardar dinheiro em espécie é bem maior. Além disso, não será possível contar com nenhuma proteção caso a moeda se desvalorize.

Vale lembrar que a letra de câmbio, apesar do nome, não é uma operação em dólar nem em outra moeda estrangeira. Por isso, é importante se inteirar sobre as diferentes modalidades de investimento antes de aplicar o seu dinheiro.

Todas as opções que vimos certamente são mais seguras e confiáveis do que se aventurar no mercado de dólar paralelo. E se você quer ter ainda mais certeza ao decidir onde vale a pena aplicar o seu dinheiro, temos um material especial para você. Confira agora nosso guia com tudo o que você precisa saber sobre os diferentes tipos de investimento e faça o seu dinheiro render muito mais!

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Saiba como mudar de vida em 10 passos simples

Existem algumas fases em que a gente sente que precisa mudar de vida. Por exemplo, ter novos objetivos (como conquistar a tão sonhada liberdade financeira), conhecer novos ares, entre outras questões que parecem dar aquele fôlego a mais. 

Entretanto, nenhuma mudança é simples. Existe uma grande tendência de nos mantermos na nossa zona de conforto — e não é à toa que ela tem esse nome. Mas, se houver um esforço extra e um pouquinho de disciplina, o jogo já vira. 

Foi pensando nisso que resolvemos elaborar este artigo. Nele, listamos 10 dicas que vão ajudar você a mudar de vida e a ter novas perspectivas. Continue conosco para saber quais são elas!

1. Desafie-se mais

Sair da zona de conforto pode ser um dos maiores obstáculos para quem busca mudar de vida. Afinal, existe sempre o medo do desconhecido e do que pode dar errado. Mas encarar novos desafios é o primeiro passo para quebrar essa barreira

Busque sempre se superar. Assim, além de conquistar seus objetivos, você adquire novas experiências, que servirão de aprendizado e evolução pessoal. 

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2. Não busque atalhos

Sabe aquele jeitinho que a gente sempre quer dar para resolver tudo da maneira mais fácil possível? Aqui ele não funciona. Para ter uma verdadeira mudança de vida, é necessário que você viva todas as experiências em sua totalidade

É uma excelente maneira de absorver aprendizados e de promover o seu crescimento pessoal. Nesse sentido, não existe receita de bolo. Siga o caminho que você escolheu traçar, mas sem queimar etapas. 

3. Deixe o perfeccionismo de lado

Você já deve ter ouvido que nada (nem ninguém) é perfeito, certo? Essa frase é muito verdadeira. Cometer erros é normal, e todos estamos sujeitos a isso. Porém, você precisa ter disposição para repará-los e aprender com eles. 

Não foque na busca pela perfeição a todo o momento, porque isso pode levar a frustrações que prejudicam seu desenvolvimento. Mantenha sua identidade, buscando sempre uma melhora, mas sem se prender ao perfeccionismo

Essa é a hora ideal de esquecer aquele ditado que diz que “o bom é inimigo do ótimo” e preferir o “o ótimo é inimigo do bom”. Está tudo bem em fazer as coisas ao seu tempo e com o esforço que você consegue empregar no momento. 

4. Retome sonhos antigos

Lembra-se de quando era criança e você tinha tantos planos e sonhos, por exemplo, de ficar rico? Algumas condições impostas pelo mundo podem ter feito você se desviar desses desejos, mas nunca é tarde para retomar essas ideias. 

Mesmo que algumas mudanças tenham acontecido na sua vida, você sempre pode correr atrás do que você planejou realizar há um tempo. Passe suas ideias para o papel e veja o que é necessário para concretizá-las. 

Oportunidades estão sempre presentes. Mas você pode não conseguir vê-las, por ter um ponto de vista diferente ou simplesmente por acreditar que aquilo já não é mais para você. Mas, se ainda existe a vontade, por que não tentar? 

5. Reconheça as suas perdas

Lembre-se que o caminho para o sucesso não é feito só de vitórias. As falhas são normais, e o que diferencia os vencedores é a capacidade de não desistir diante dos reveses. Isso significa que você pode dar vários tropeços pelo caminho, mas o que faz a diferença é continuar tentando, apesar de tudo. 

Estabeleça suas metas, trace estratégias e tenha disposição para mudá-las caso as coisas não saiam como o planejado. 

Não pense na desistência como uma opção. Às vezes, uma simples mudança de planos é suficiente para contornar as dificuldades que vão surgindo. Assim, você evita o efeito avestruz, que pode tornar os problemas bem maiores do que são. 

6. Não tente agradar a todos

Quando você se preocupa em excesso com os outros, começa a deixar as suas vontades um pouco de lado. É aí que começa a viver mais para satisfazer as expectativas das pessoas, em vez de agir de acordo com as suas vontades e sonhos. Se esses dois pontos divergem, surgem os conflitos internos. 

É natural querer agradar as pessoas que você gosta. Mas trabalhe para que isso não esteja sempre acima dos seus objetivos. Achar um equilíbrio é sempre um bom caminho e ajuda a lidar com esses dois aspectos (suas necessidades × as dos outros). 

7. Elimine o desnecessário

Seja no âmbito pessoal ou no profissional, é importante ter em mente o que é mais importantes para você. Organize seus pensamentos, crie suas prioridades e elimine o restante

Assim, você consegue direcionar seu tempo e esforço ao que realmente terá relevância na sua vida, facilitando bastante o processo de mudança que tanto busca. Sem contar que isso ajuda a não acumular coisas demais, o que pode gerar uma bagunça em casa ou no trabalho. 

Com uma planilha de gastos, você consegue diminuir aqueles custos que já não fazem mais sentido, são supérfluos ou não agregam nada à sua vida. Isso vale para o pacote de TV a cabo que não é bem aproveitado e aquele plano caro de telefone celular.

8. Não compare demais

Um dos maiores motivos de frustração é a ideia de que a grama do vizinho é sempre mais verde. Esse tipo de comparação pode ser muito prejudicial para sua saúde mental. Ao se comparar, você se preocupa mais com os outros em vez de focar no que já tem. 

Ao vermos as outras pessoas rindo e demonstrando estarem felizes, imaginamos que suas vidas estão perfeitas. Mas já parou para pensar que parte disso pode ser uma ilusão? Todos enfrentam problemas, e o fato de alguém parecer estar melhor não significa que, no geral, realmente seja assim.

9. Tenha sempre uma reserva de emergência

A reserva de emergência (ou de imprevistos), como o nome sugere, serve para salvar você em momentos de imprevistos. Nessas horas, você precisa recorrer a uma grana extra e não quer se endividar com o cheque especial ou o cartão de crédito. 

reserva de emergência

Separe uma parte dos seus ganhos para esse fim e deixe em alguma conta ou investimento que ofereça liquidez imediata. Ou seja, que permita sacar ou utilizar o dinheiro a qualquer momento, não importa o dia, evitando problemas financeiros

Se você tem um emprego estável, sua reserva de emergência pode ser equivalente a 6 meses do seu custo de vida. Mas se trabalha de forma autônoma, o ideal é que esse valor suba para 12 meses. Assim, se você gasta R$ 2 mil por mês, ela deve ser de R$ 12 mil ou R$ 24 mil, respectivamente. 

Com isso, você consegue ter um pouco mais de tranquilidade nas suas finanças pessoais, evitando passar um sufoco ainda maior quando os imprevistos chegarem.

Investimentos em renda fixa e com liquidez diária são ótimas opções para deixar as suas economias protegidas. Eles rendem juros compostos e podem ser resgatados a qualquer momento. Então, nada de deixar a reserva de emergência na bolsa de valores, combinado?

10. Comece a investir

Geralmente, quando planejamos mudar de vida, pensamos em algo mais de curto e médio prazo. Porém, você também pode começar a pensar no seu futuro e se preparar para ele. Ter uma boa aposentadoria é um dos objetivos que podem entrar para essa lista. 

O ideal é começar a investir agora mesmo. Existe uma série de produtos financeiros no mercado que vão ajudar você a alcançar seus objetivos, fazendo o seu dinheiro render. É só escolher o que seja mais coerente com as suas necessidades e disposição para correr riscos.

Ao contrário do que muita gente pensa, o mercado financeiro não é só para quem é rico. Com alguns estudos e informações confiáveis, você já consegue começar a investir, mesmo que de forma mais conservadora.

como investir na bolsa de valores

Se você quer mesmo mudar de vida, precisa se arriscar, sair do lugar e dar o primeiro passo. Comece a perceber todas as boas possibilidades que estão fora da sua zona de conforto. Depois disso, fica muito mais fácil escolher os caminhos a serem seguidos e alcançar os objetivos que você tanto busca. Quer aproveitar para aprender um pouco mais sobre investimentos? Então, você não pode deixar de conferir o material que produzimos sobre os tipos de aplicações financeiras!

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Empreendedores de sucesso: 10 histórias inspiradoras

Muitos brasileiros sonham em empreender, mas será que esse caminho é fácil? Além de investir em conhecimento, inovação e boas estratégias de mercado, buscar inspiração em empreendedores de sucesso também pode ajudar na sua jornada.

Abrir um negócio pode ser um grande desafio, principalmente em mercados onde existe grande concorrência, ou em contextos nos quais a economia aponta para incertezas. 

Pensando nisso, selecionamos 10 histórias de empreendedores de sucesso que mostram como é possível construir uma grande história no meio empresarial. Se você quer ficar rico ou simplesmente deseja conquistar a sua independência profissional, este post é para você. Confira!

1. Abílio Diniz

Abílio Diniz não é apenas um grande empresário do setor varejista, ele também está no rol de pessoas mais ricas do Brasil. Com uma fortuna estimada de mais de 3 bilhões de dólares, a história do empresário começou em 1948. Com o pai, fundou uma pequena doceria em São Paulo. 

Em 1959, o pai de Abílio inaugurou um supermercado que, algumas décadas depois, se transformou na Companhia Brasileira de Distribuição, maior varejista do país. 

Nos anos 1990, a empresa sofreu com a recessão e com a crise econômica do país, o que demandou uma reestruturação. A crise acabou causando a demissão de mais de 20.000 funcionários. Mas isso não abalou as estruturas do negócio. A rede inovou e passou a ser o primeiro supermercado virtual do país, o Pão de Açúcar Delivery. 

Após lançar seu negócio na Bolsa de Valores, em 2016, o empresário se posicionou como um dos maiores acionistas individuais do Carrefour. 

O que podemos aprender com Abílio? Sempre em busca de crescimento, o empresário criou uma base sólida em administração de empresas. Essa base foi obtida por meio de estudos — ele é formado em Administração — e muito conhecimento prático. 

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2. Luiza Helena Trajano

Você pode nunca ter ouvido falar nela, mas com certeza já entrou na loja física ou virtual da empresa que ela comanda. 

Luiza Helena Trajano é a responsável por uma das maiores redes de loja de varejo do país, a Magazine Luiza. Ela começou a tocar os negócios da família em 1991. Nessa época, a Magazine Luiza era uma rede de lojas bem pequena, conhecida apenas no interior de São Paulo e triângulo mineiro. 

Com muito trabalho e empenho, a marca se tornou uma das maiores do mercado. Virou concorrente direta de grandes lojas do segmento, como Lojas Americanas e Casas Bahia. 

Como isso aconteceu? Primeiro, pela inovação: trata-se de um grande exemplo de empresa de varejo pioneira nas vendas online. Segundo, porque a empresária sempre focou o desenvolvimento da sua liderança, com empatia e respeito às pessoas. Uma verdadeira visionária!

“Primeiro faça o necessário, depois faça o possível e, de repente, você vai perceber que pode fazer o impossível.” — Luiza Helena Trajano

3. Alexandre Costa

Alexandre Costa, fundador da Cacau Show, é um dos grandes exemplos de empresário que começou do zero. 

Filho de pai tecelão e mãe vendedora, Alexandre se inspirou na mãe e, ainda adolescente, começou a ajudá-la na venda de doces. Com um empréstimo do tio, produziu seu primeiro pedido. Após a entrega, percebeu que o mercado de chocolates tinha excelentes oportunidades. 

Com isso, investiu na sua formação. Foi estudar fora do país, desenvolveu suas habilidades e deu início à história de sucesso da Cacau Show, que foi aberta em 2001. Um ano depois, a empresa já tinha 18 franquias.

O crescimento acelerado e o empenho de Alexandre tornaram a empresa a maior do ramo no Brasil. Em 2008, a Cacau Show se tornou a maior rede de chocolates finos do mundo e hoje conta com mais de 1000 lojas espalhadas pelo Brasil. 

Quais são os segredos de Alexandre? Empenho, entendimento de mercado, busca por conhecimento sobre o produto e, principalmente, foco na satisfação do cliente. 

4. Sônia Hess

Eleita uma das mulheres mais influentes do Brasil pela revista Forbes, Sônia Hess se tornou conhecida pela sua atuação frente à Dudalina. A marca, criada pelos pais, se tornou conhecida nacional e internacionalmente graças ao trabalho da empresária. 

Formada em Administração de Empresas, Sônia se especializou em Confecção e, na Espanha, realizou estágio em uma fábrica de camisas. 

Acumulando experiências e buscando informações sobre o mercado, a empresária assumiu diversas áreas da companhia. Ela adicionou novas coleções ao portfólio, aumentou o mix de produtos, modernizou a fábrica e investiu em camisaria feminina. 

Foram essas mudanças que oportunizaram o aumento das vendas e a consolidação da marca, que se tornou a maior camisaria da América Latina

A história de sucesso da empresa é resultado da dedicação dos pais de Sônia e o olhar visionário da empresária. Isso porque ela percebeu oportunidades no nicho de mercado e trabalhou para adaptar a companhia às necessidades de mercado

5. Robinson Shiba

Descendente de japoneses, Robinson Shiba é o responsável por trazer ao Brasil o modelo de comida pronta oferecido pela rede China In Box. 

Ele começou a viver o empreendedorismo muito jovem. Desde a infância, acompanhava os avós na sua loja de materiais de construção. 

Em uma viagem aos Estados Unidos para aprimorar o inglês, ele acabou ficando sem dinheiro. Então, decidiu procurar um emprego para conseguir se manter no país e continuar os estudos. 

Foi aí que começou a estudar os modelos de alimentação fast-food, observando suas principais características e o que poderia ser melhorado nos modelos. Depois de quatro anos estudando, Robinson abriu a rede de comida rápida chinesa que é considerada a maior da América Latina. 

Sempre preocupado com a qualidade e com a boa relação com os clientes, o empresário inovou ao implementar o modelo de cozinha aberta. Tal estrutura permite que os clientes vejam todo o trabalho realizado dentro do ambiente. 

6. Janete Vaz

Janete Vaz é a bioquímica responsável pela rede de Laboratórios Sabin. O grupo é composto por 225 laboratórios de saúde espalhados por 22 cidades brasileiras, que emprega 4. 000 funcionários e fatura R$ 700 milhões anuais. 

O grande diferencial do laboratório é que 77% dos seus funcionários são mulheres. Janete é uma empresária referência quando o assunto é gestão de pessoas. 

Segundo a cofundadora dos Laboratórios Sabin, “a questão é tratar os subordinados como se fossem um dos seus filhos”. A gestão dos recursos humanos é um dos pilares de sucesso de qualquer negócio. 

7. Antônio Alberto Saraiva

Criador e presidente do Habib’s, Antônio Alberto Saraiva é natural de Portugal, mas vive no Brasil desde a infância. 

Após o falecimento do pai, Antônio, que desejava se tornar médico, assumiu a pequena padaria da família para garantir a manutenção da renda familiar. Vendo que o negócio não ia bem, decidiu vender seus produtos a um valor 30% abaixo da concorrência. 

Foi graças a isso que ele começou a atrair a atenção dos consumidores e revendedores. Depois de um tempo, decidiu vender o negócio da família e retomar os estudos. 

Em 1988 abriu o seu primeiro negócio, em São Paulo, o restaurante árabe Habib’s. Com base no aprendizado adquirido na padaria, o objetivo do empresário era focar os preços baixos

E foi esse diferencial que permitiu o crescimento da empresa. O Habib’s está presente em todo o país. Além disso, se tornou o maior fast-food de comida árabe do mundo e maior rede de comida criada no Brasil. 

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8. Zica Assis

Outra mulher no ranking de empreendedores de sucesso, Zica de Assis é dona dos salões Beleza Natural. Hoje, a rede conta com mais de 1,7 mil funcionários. 

Zica sempre teve cabelo black power. Apesar de gostar muito dele, ela passou a ter dificuldade de encontrar trabalho justamente por causa das madeixas. Foi aí que decidiu fazer um curso de cabeleireira para entender como cuidar dos próprios cabelos.

“Amei esse universo e não me adaptava aos produtos existentes no mercado. Foi então que resolvi criar meus próprios produtos de relaxamento capilar. Sabia o que queria, mas não tinha nenhum conhecimento de química, então corri atrás de quem podia me ajudar a desenvolver o que pretendia.” — Zica Assis

A partir daí se dedicou a um nicho de mercado que não era explorado na época, o de cabelos crespos e cacheados. Com profissionais da área química, criou um produto que relaxa e hidrata o cabelo em apenas trinta 30 minutos, sem prejudicar a saúde dos fios. 

9. Edivan Costa

Aos 7 anos, Edivan estava nas ruas catando papel para vender e comprar o seu material escolar. Será que aquele menino imaginava se tornar um grande empreendedor? 

Edivan Costa viveu sua infância e adolescência em uma comunidade na periferia de Belo Horizonte. Tendo a família como referência, ele sempre se esforçou para dar uma vida melhor aos pais. 

Fundador da Sedi, empresa que presta serviços de regularização e legalização para outras companhias, Edivan criou um modelo de negócio inexistente e conquistou espaço no mercado. Hoje a empresa está presente em vários estados, com um portfólio extenso de produtos e serviços. 

“Eu vi uma oportunidade de oferecer soluções eficazes e rápidas em legalização de empresas.” — Edivan Costa. 

10. Ana Fontes

Em 2019, Ana Fontes foi eleita uma das 20 mulheres mais poderosas do país pela revista Forbes. Liderando as empresas Rede Mulher Empreendedora, Instituto RME e a Aceleradora Herd, ela capacita mulheres em situação de vulnerabilidade para o mercado de trabalho. 

Em meio a muitos erros e acertos, Ana é responsável por uma rede que conta com mais de 500 mil empreendedores. A mentoria é gratuita. A fonte de receita vem das consultorias e da criação de produtos para outras empresas, com base nos dados e conhecimentos adquiridos pela rede. 

Como você pôde ver, com empenho, dedicação e uma boa dose de inovação, é possível seguir o exemplo desses empreendedores de sucesso. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem e se inspirarem em histórias de sucesso. 

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Bolha financeira: conheça casos que marcaram a economia global

O mercado financeiro é feito de altos e baixos, mas pode sofrer grandes desvios. Esses fenômenos são chamados de bolhas financeiras ou especulativas. O movimento costuma influenciar o valor de imóveis, moedas e diversos tipos de aplicações financeiras, como ações.

Apesar de a bolha financeira mais recente ter sido registrada em 2008, esse fenômeno sempre está à espreita. Veja neste post o que é uma bolha financeira, seus efeitos e o que tem sido feito para evitá-las.

O que é uma bolha financeira?

Uma bolha financeira é uma anomalia no mercado financeiro. Ela começa com uma expectativa distorcida de retornos futuros. Esse movimento provoca uma alta no valor de ativos muito acima de seu valor real ou histórico.

Posteriormente, essa alta sem fundamentos leva a uma correção, que se traduz em uma queda de preço igualmente intensa e rápida. A queda, por sua vez, tem grande impacto sobre a economia.

Por que bolhas financeiras ocorrem?

Bolhas financeiras costumam acontecer por conta de inovações, que atraem novos investimentos. A formação do fenômeno é impulsionada pelo chamado efeito manada. Nele, quem investe começa a comprar um ativo sem saber bem o motivo, apenas porque outros estão comprando.

Portanto, uma bolha financeira se forma quando muitas pessoas começam a comprar um ativo de forma intensa. Por conta dessa alta da demanda, a aplicação financeira começa a valorizar.

Observando essa valorização, mais pessoas passam a adquirir o ativo acreditando que seja um bom investimento. O resultado é que o preço sobe muito além do esperado.

A alta continua acontecendo, até que quem investe passa a desconfiar de que o preço real da aplicação é muito menor. Começa, então, uma venda em massa dos ativos, o que faz com que o preço da aplicação financeira caia. É nesse momento que a bolha estoura.

Qual é o impacto na economia?

Bolhas especulativas costumam causar grandes crises econômicas, com impactos globais. Isso porque geralmente atingem e estressam o sistema financeiro, que é o cerne de qualquer economia.

Por seu caráter abrupto e intenso, bolhas financeiras elevam o risco-país. Ao estourarem, é possível verificar perdas de valor de ativos que chegam a 90% em um curto período de tempo.

As bolhas especulativas também costumam ser acompanhadas de efeitos sociais devastadores, como aumento do desemprego e perdas relevantes de patrimônio de milhares de pessoas.

Quais foram as 4 bolhas que mais impactaram a economia?

Muitos filmes sobre o mercado financeiro já exploraram histórias dramáticas que sempre acompanham as bolhas financeiras. Conheça as bolhas que mais impactaram a economia ao longo da história.

Bolha das tulipas

Considerada a primeira bolha financeira da história, a bolha das tulipas aconteceu na Holanda no século 17.

O fenômeno começou quando pessoas começaram a comprar flores raras de forma exagerada. Por conta do pico da demanda, os preços dos produtos aumentaram até ultrapassarem o valor de casas. Até que a bolha estourou.

Como resultado, o preço das tulipas foi drasticamente reduzido. Essa queda de valor causou grandes prejuízos para os compradores que pagaram caro pela aquisição do produto de luxo.

Bolha das ações na década de 1920

Em 1922 se iniciou uma alta demanda por ações nos Estados Unidos. Quem investia nos ativos chegava a se endividar para poder comprar mais.

Até que em 1929 o valor dos papéis afundou e resultou no colapso da Bolsa de Valoresde Nova York. Esse evento impulsionou a Grande Depressão da década de 1930. Em 1932, muitas ações haviam perdido 90% do seu valor.

Bolha da internet

Com o surgimento da internet, no final da década de 1990, houve uma corrida de empresas de tecnologia à bolsa americana.

Mas a ida ao mercado se provou precoce. Muitas companhias não eram lucrativas e seus papéis eram negociados em patamares muito superiores ao seu valor de mercado. Os valores atingiram bilhões de dólares.

Como resultado, quem investia nessas empresas começou a perceber que o valor real dos papéis era mais baixo. Isso reduziu de forma intensa o preço das ações.

A bolha acabou levando a economia americana a uma recessão, com reflexo em todo o mundo. Em 2002, o índice Nasdaq (que reúne empresas de tecnologia) havia perdido 78% do seu valor.

Crise do subprime

A bolha financeira mais atual foi a da crise do subprime, em 2008. A causa foi um excesso de crédito imobiliário no mercado americano, que cobrava juros altos de quem não tinha condições financeiras para arcar com o crédito.

Os créditos eram empacotados em aplicações financeiras e vendidos como ativos de risco baixo, sem muita clareza, até que começou a se provar o contrário.

Como muitos mutuários podiam ter diversos financiamentos em seu nome — e esse crédito era muito acessível —, começaram a não conseguir pagá-los.

Com isso, os valores dos títulos despencaram. O movimento foi acompanhado pelos preços dos imóveis, que afundaram, e o sistema financeiro do país entrou em colapso. Como consequência, até bancos, como o Lehman Brothers, quebraram.

O que tem sido feito?

É difícil de prever o movimento de uma bolha financeira, pois sempre há discordâncias sobre os valores reais de um ativo. O que se sabe é que bolhas costumam ser formadas por um excesso de liquidez no mercado. Por conta disso, para muitos especialistas, os governos seriam responsáveis por monitorar possíveis desvios e solucioná-los.

Na crise de 2008, o Fed, o BC americano, adotou medidas intervencionistas para amenizar os efeitos da bolha do subprime. Uma das soluções adotadas foi conceder empréstimos a bancos com risco de quebra.

Desde a última bolha financeira, os bancos americanos passaram a ser mais regulados. À época, o regulador chegou à conclusão de que nem sempre os mercados se ajustam sozinhos. Como já foi provado diversas vezes ao longo da história, a irracionalidade pode imperar.

Por conta da difícil previsibilidade de bolhas financeiras, é sempre indicado ter uma reserva de emergênciacaso atinjam seus investimentos. E, naturalmente, analisar com cuidado ativos que ganham valor de forma rápida e intensa.

Agora que você sabe o que é uma bolha financeira e como elas acontecem, que tal obter ajuda para proteger suas aplicações contra eventos assim? Conheça a consultoria de investimentos da Magnetis!

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Canais de informação para todos os gostos (e bolsos)

Canais de informação para todos os gostos (e bolsos)

Em meio a tantas opções no mercado, por que escolher a Easynvest? Muita gente se faz essa pergunta quando pensa em começar a investir. E hoje, aqui no Blog, resolvemos criar não apenas uma resposta, mas apresentar para você que nos lê agora, porque escolher uma empresa que se preocupa com você pode ser a resposta certa! Vamos nessa?

A Easynvest é a maior corretora independente no Brasil e uma das poucas com tantos anos de tradição (são mais de 50). Em toda a nossa história, sempre tivemos uma preocupação: ensinar nossos clientes a investir! Por aqui, acreditamos que quem pode tomar as melhores decisões com o seu dinheiro é você mesmo. Por isso, não temos a figura do corretor para te vender o que não faz sentido em troca de comissão. Nosso objetivo sempre será empoderar nossos clientes (e futuros clientes também) com conteúdo de qualidade e gratuito.

Essa missão de educação financeira é tão importante para nós, que hoje temos inúmeras opções de informações para quem busca investir.  E para ajudar a responder a pergunta lá do começo, vamos fazer um tour com você por cada canal de YouTube da Easynvest! Bora nessa?

Canal da Easynvest: Se você quiser saber mais sobre a Easynvest, aqui é o seu lugar. Canal veterano da nossa rede, você tem acesso ao registro da nossa história. São mais de 300 vídeos, que vão desde as lives semanais para tirar dúvidas ao vivo até conteúdos de como usar a plataforma da Easynvest. Além de collabs com influencer, papos com gestores e muito mais! Tudo dividido em playlists, é claro.

InvestNews: quer programação diária de conteúdo de manhã até a noite? Seja bem-vindo ao canal do InvesNews. De manhã, o Samy Dana (PHD em Finanças) te dá bom dia com o Cafeína. Na hora do almoço é o momento de fazer o giro de notícias com a Priscila Yazbek. Já a noite, o Conta + te recebe com todo carisma e profissionalismo do jornalista Dony De Nuccio!

InvestFlix: procurando conteúdo didático, simples e com muita informação? Esse é o canal! Aqui falamos de todos os tipos de produtos que existem no mundo financeiro.

Espaço Trader: já está avançado quando o assunto é investimentos? Quer acompanhar as análises técnicas dos nossos especialistas e operar na bolsa? Bem-vindo ao canal da Easynvest dedicado ao Trader. Todos os dias, a Morning Call e a sala ao vivo entram na abertura do mercado até o fechamento com tudo que você precisa para ficar expert na renda variável.

E aí, te convencemos do porque escolher a Easynvest?

Claro que, além de tudo isso, ainda temos os melhores produtos em Renda Fixa, opções de Previdência Privada com contratação facilitada, Fundos de Investimento, a melhor e mais fácil experiência para comprar Renda Variável e ferramentas para quem busca operar com profissionalismo. Demais né? Mas por hoje, no detalhe, deixamos aqui para vocês a nossa cereja do bolo: o conteúdo Easynvest!

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Gestão do tempo: 7 técnicas que vão otimizar seu dia a dia

Chegar ao fim do dia sem ter conseguido realizar tudo aquilo que queríamos é sempre frustrante, não é? Quando isso acontece, é comum que muitos culpem a rotina, cada vez mais atarefada. No entanto, o fato é que podemos conseguir ótimos resultados adotando práticas de gestão de tempo

A administração dos afazeres do dia a dia deve ser feita com uma boa dose de organização. Em especial para aqueles que trabalham em home officeou querem ser mais eficientes em suas atividades. 

Se esse é o seu caso, conheça agora 7 técnicas que vão ajudar você a atingir todas as suas metas, tanto domésticas quanto profissionais!

1. Método GTD

O método GTD tem como base deixar nossa mente livre de tudo que não importa no momento. Assim, conseguimos manter foco total nas tarefas e em seus resultados. O nome dessa técnica vem do inglês Getting Things Done — algo como “fazer as coisas acontecerem”, em tradução livre. 

Suas etapas foram descritas de forma detalhada no livro de David Allen, que leva o mesmo nome do método criado por ele. Elas podem ser sintetizadas em:

  • coletar: momento em que selecionamos e organizamos aquilo que merece nossa atenção;
  • processar: análise de cada obrigação para identificar quais demandam uma ação, estabelecendo também as prioridades;
  • organizar: distribuição das tarefas selecionadas ao longo do tempo, de acordo com os prazos de cada uma;
  • revisar: hora de fazer uma revisão dos passos anteriores, buscando eliminar possíveis problemas que possam atrapalhar a execução;
  • executar: finalmente, é só colocar em prática as tarefas elencadas pelo método GTD. 

2. Técnica Pomodoro

Criada por um estudante italiano, a técnica Pomodoro consiste em dividir as tarefas em blocos. Cada bloco deve ter 25 minutos de concentração e mais 5 de pausa, totalizando 30 minutos. A ideia é que o fracionamento do fluxo de trabalho estimule nosso cérebro a focar mais nas atividades que estão sendo realizadas. 

Para colocá-la em prática, o ideal é começar listando as tarefas em aberto e organizá-las por prioridade. Quando começar a execução, busque concentrar ao máximo sua atenção na atividade. Já nos minutos de descanso, o melhor é fazer algo relaxante para evitar situações de estresse e lidar com os afazeres com mais tranquilidade. 

3. Matriz GUT

Essa é uma técnica que permite definir com mais clareza as prioridades das tarefas a fazer, com base em três parâmetros. São eles: gravidade, urgência e tendência, que formam a sigla GUT. 

A melhor maneira de aplicar esse método é elaborar uma tabela: as linhas representam as atividades e as colunas referem-se aos parâmetros mencionados. Em cada campo, basta utilizar uma escala de 1 a 5 para classificar a intensidade de cada um deles. Considere que:

  • a gravidade deve refletir o quanto a não realização de uma tarefa atrapalha a sua rotina;
  • a urgência indica o prazo limite para ela ser finalizada; e
  • a tendência demonstra o quanto os problemas podem piorar se forem ignorados. 

Dessa forma, é possível avaliar esses três indicadores de forma conjunta para identificar as atividades que devem ser finalizadas primeiro. 

4. Kanban

Ideal para quem prefere um método de gestão mais visual, o Kanban organiza as tarefas por meio de blocos coloridos. Eles vão avançando pelas colunas de uma tabela, de acordo com seu andamento. Essa técnica é utilizada por muitas empresas para gerenciar as atividades e aumentar a eficiência das operações. 

Para utilizar esse método da forma tradicional, basta inserir em um quadro uma coluna para cada processo das suas tarefas.Crie uma coluna para as tarefas a iniciar, uma para as que estão em andamento e uma para as que já foram finalizadas, por exemplo. 

Cada tarefa pode ser representada por meio de uma nota de papel adesiva. À medida que uma tarefa for desenvolvida, desloque a nota referente a ela de uma coluna para outra. Utilizar cores diferentes para cada nível de prioridade também ajuda na seleção das atividades que serão realizadas a cada momento. 

5. Regra dos 5 minutos

O que falta para você é motivação para realizar suas tarefas? Então a regra dos 5 minutos pode ser o método ideal para começar a gerir melhor o seu tempo. Afinal, a ideia aqui é propor atividades que podem ser resolvidas nesse tempo, ou até menos, e fazer de tudo para concluí-las. 

Podem ser desde obrigações profissionais até tarefas mais corriqueiras, como uma atividade doméstica ou uma conferida no andamento das finanças pessoais. O importante é desenvolver confiança e motivação para resolver situações mais complexas com a mesma determinação e conseguir melhores resultados em todos os aspectos. 

6. Lista de tarefas

Mesmo com todos os métodos que vimos, também é possível conseguir ser mais produtivo utilizando uma tradicional lista de tarefas. A vantagem é que ela é muito simples de fazer e ajuda a concentrar esforços em uma tarefa até finalizá-la. 

Por outro lado, a desvantagem é que pode ser mais difícil atualizá-la caso surjam situações mais urgentes ao longo do tempo. Mas, dependendo da situação, pode funcionar. 

7. Softwares e aplicativos

A tecnologia também pode ser uma aliada no objetivo de gerir melhor nosso tempo. Aproveitar os softwares e aplicativos desenvolvidos para esse fim é uma forma prática e dinâmica de conseguir aumentar a produtividade. 

Ferramentas como o Excel ou o Google Sheets podem ser tão eficientes para fazer uma planilha de gastos quanto um plano de gestão de tempo. No entanto, existem opções que podem deixar sua rotina mais eficiente de forma mais simples e intuitiva. 

O Trello, por exemplo, é um excelente gerenciador de equipes e projetos. Ele se baseia no método Kanban, permitindo a criação de cartões para cada tarefa, que vão avançando no quadro conforme o trabalho progride. Pode ser acessado tanto por um computador quanto por smartphones, e oferece uma conveniente integração com outros aplicativos. 

Por falar em outros aplicativos, o Evernote é uma boa recomendação para ajudar você a não se esquecer de nada. Nele, é possível fazer anotações e lembretes, classificando-os por prioridade e prazo. O programa coleta e armazena essas informações em um banco de dados só seu, de forma sincronizada entre computador e celular. 

Outra boa opção para não perder nenhum compromisso é o Google Calendar. Lá, você pode adicionar tanto tarefas profissionais quanto pessoais. É possível configurar lembretes para as atividades, definindo a antecedência de cada aviso. Tem integração com todos os outros recursos da empresa, o que o torna uma opção muito prática. 

Seguindo essas dicas, será mais fácil lidar com as obrigações com mais motivação e menos estresse. Isso certamente vai refletir de maneira positiva na sua vida pessoal, profissional e até na gestão do seu dinheiro — podendo, inclusive, evitar problemas financeiros

Agora, se além de aprimorar sua gestão de tempo você também precisa controlar melhor o seu orçamento, temos a solução ideal. Baixe a nossa planilha de gastose transforme a maneira como você lida com o seu dinheiro!

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