Empreendedorismo feminino: 8 histórias inspiradoras

Empreender é um grande desafio e exige cuidados redobrados com as finanças pessoais. Quando se é mulher, a jornada pode ser ainda mais complexa. Por esse motivo, histórias inspiradoras de empreendedorismo feminino merecem ser contadas!

Além da luta constante para se destacar em mercados dominados pelos homens, a empreendedora ainda precisa conciliar vida profissional e pessoal. Muitas vezes, isso inclui equilibrar a gestão de um negócio com a administração de uma casa e os cuidados com a família. 

A verdade é que os obstáculos enfrentados não são suficientes para interromper um objetivo. Pelo contrário, muitas mulheres transformam as adversidades em motivação para vencer. Continue a leitura e conheça 8 histórias que vão inspirar você!

A importância do empreendedorismo feminino

O Brasil é um país de empreendedores, disso ninguém duvida. Mas uma realidade tem chamando a atenção: cada vez mais mulheres estão correndo atrás de suas metas e abrindo o próprio negócio. 

Prova disso é que, quando o assunto é a abertura de novas empresas, as mulheres já são maioria. Segundo estudo da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) publicado em 2016, elas comandam 51,5% dos negócios com menos de 3,5 anos de existência. 

O que as motiva a entrar nesse universo? Principalmente, a necessidade de outra fonte de renda e a independência financeira. Ou seja, elas dão a sua contribuição para a recuperação da economia e estão cada vez mais focadas em melhorar suas finanças pessoais. 

8 histórias de empreendedorismo feminino inspiradoras

Criatividade, coragem e dinamismo são alguns atributos que contribuem para o bom desempenho feminino no mundo do empreendedorismo. 

Conhecer histórias de sucesso de mulheres é uma inspiração para qualquer pessoa com o mesmo objetivo. Por isso, preparamos uma lista que ajudará você a persistir nessa jornada!

1. Chieko Aoki

Você tem um emprego fixo, mas pensa em empreender? Chieko Aoki é a prova de que as experiências adquiridas em um trabalho podem servir de aprendizado para o desenvolvimento de um negócio próprio

Ela começou a trabalhar como diretora de marketing em uma rede de hotéis de luxo em 1980. Graças ao seu talento e à sua dedicação, assumiu a presidência da empresa em pouco tempo. 

Porém, em 1997, mudou o rumo de sua carreira e decidiu abrir sua própria empresa no setor: a rede Blue Tree Hotels. Hoje, ela conta com mais de 20 unidades no Brasil e é referência de mercado. 

2. Mônica Burgos

Mônica Burgos nasceu em Itabuna, é mãe de três filhos e divorciada. Trabalhava como advogada, mas decidiu abandonar a profissão e se mudar para o Rio de Janeiro com o objetivo de estudar moda. 

Apesar dos obstáculos, Mônica correu atrás de seus objetivos e abriu o próprio negócio ao conhecer os aromatizantes de ambientes. Ela fez parceria com um amigo e fundou a Avatim — que, atualmente, tem mais de 50 franquias, 6 lojas próprias e um faturamento expressivo. 

3. Luiza Helena Trajano

Você deve conhecer a Magazine Luiza, certo? A Luiza Helena Trajano é sua presidente e protagoniza uma das histórias de empreendedorismo feminino mais inspiradoras do país. 

A empresa surgiu no interior de São Paulo, de uma iniciativa de seus tios. Em meados dos anos 90, ela assumiu a loja e a transformou em uma gigante do varejo nacional, com mais de 700 unidades atualmente. 

Com um patrimônio que ultrapassa R$ 1 bilhão, a marca é sucesso no universo dos investimentos e experimentou uma grande valorização na Bolsa de Valores

4. Márcia Tozo

Márcia Tozo foi mãe aos 16 anos — uma realidade que abalaria a vida de muitas mulheres. Em vez disso, ela se dedicou à maternidade quando preciso e, anos depois, fez das dificuldades um impulsionador. 

Márcia se formou em publicidade e, com os conhecimentos adquiridos, criou um curso online focado no público feminino, ensinando outras pessoas a fazer brigadeiros gourmet. 

Atualmente, a empreendedora é referência nacional e verdadeira inspiração para quem passou ou passa por obstáculos ao longo da vida. 

5. Sônia Hess

Você já ouviu falar na marca de camisas Dudalina? Ela é fruto da coragem e dedicação da empreendedora Sônia Hess. Ela assumiu o comando do negócio da mãe e o transformou na maior exportadora de camisas do Brasil

Essa história inspiradora teve seu início quando Seu Duda, o pai da Sônia, fez uma compra grande de tecidos para vender. Dona Lina, sua mãe, decidiu usar as sobras para confeccionar camisas e vender no pequeno negócio da família. 

Com 11 irmãos homens foi a Sônia que assumiu o comando da empresa, em 1957. Com criatividade, empenho e psicologia econômica, fez com que o negócio ficasse mundialmente conhecido. 

6. Alcione Albanesi

Uma história de sucesso no empreendedorismo não tem idade para começar. Alcione Albanesi, por exemplo, usou seu interesse e sua aptidão para moda para abrir uma confecção aos 17 anos e empregar 80 pessoas. 

Mas a jornada não acabou aí. Em 1992, ela vendeu o negócio e abriu a FLC, focada na produção de lâmpadas fluorescentes de baixo custo. Depois de viajar diversas vezes à China e fazer boas parcerias, sua empresa cresceu e, hoje, é destaque nesse mercado. 

Vale a pena dizer que o empreendedorismo do bem também faz parte da história dessa mulher. Ela fundou a organização Amigos do Bem, que combate a pobreza no Nordeste brasileiro. 

7. Zica Assis

Heloísa Helena Assis, ou Zica Assis, é um exemplo a ser seguido. Ela iniciou sua carreira profissional como babá e doméstica, e viu nos cabelos crespos e cacheados uma oportunidade para empreender

Ao perceber as dificuldades de outras mulheres em encontrar bons produtos no mercado, Zica se qualificou e começou a desenvolver fórmulas. Pouco tempo depois, em 1993, juntou-se a 3 amigas e abriu um salão especializado nesse público: o Instituto Beleza Natural. 

Quase 20 anos depois, sua empresa é sólida e conta com mais de 40 unidades espalhadas pelo país. Isso trouxe a ela o reconhecimento pela Forbes como uma das 10 empresárias mais poderosas do Brasil. 

8. Paula Abreu

Paula Abreu tinha o que se pode chamar de uma vida de sucesso: era uma advogada consolidada, tinha uma boa casa e um carro confortável. Acontece que ela queria mais e não estava inteiramente feliz com a rotina que levava. 

A empreendedora deixou de lado as expectativas sociais e o medo e decidiu mudar os rumos da sua vida. Com isso, também inspirou outras pessoas a se dedicar aos seus objetivos e a adotar hábitos mais saudáveis. 

Ela usa as redes sociais para compartilhar suas experiências e acabou se dedicando ao coaching. Atualmente, é escritora, já publicou vários livros, tem um blog de sucesso e uma vida financeira estabilizada fazendo o que gosta, com autonomia e liberdade. 

Viu só como o empreendedorismo feminino pode ser uma fonte de inspiração para quem deseja abrir seu próprio negócio? Essas mulheres mudaram suas histórias e provaram que não existe limite para quem se dedica à conquista de um objetivo. Aliás, você também pode alcançar sua liberdade financeira! Confira agora mesmo alguns insights valiosos!

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Remessa Online vale a pena? Descubra neste post!

Assim como em outras áreas do mercado financeiro, a chegada das fintechs de pagamentos e remessas internacionais vem mudando o setor. Quem já precisou mandar dinheiro para outro país provavelmente se assustou com as taxas praticadas pelos bancos. A Remessa Online chegou para tornar esse processo mais simples e muito menos doloroso para as suas finanças pessoais

A Remessa Online pode ser usada tanto para enviar dinheiro para fora do país quanto para receber recursos do exterior. A promessa da startup é conseguir realizar esses processos de forma mais rápida e com menor custo do que o processo adotado pelos bancos tradicionais. 

Neste post, vamos conhecer melhor a Remessa Online. Você vai entender para que ela pode ser usada, quais são as taxas praticadas e as vantagens que oferece. Por fim, veremos passo a passo como realizar uma transferência por meio dela. Acompanhe!

O que é a Remessa Online e para que é utilizada?

A Remessa Online nasceu em 2016 como uma startup de pagamentos e remessas internacionais. A plataforma foi criada pela empresa BeeTech e foi uma das vencedoras no Programa de Aceleração da Visa em 2017. O prêmio foi concedido porque ela traz transparência aos principais serviços de câmbio no mundo. 

Dessa forma, a promessa é que o cliente saiba exatamente o que está pagando. Ela permite:

  • mandar dinheiro para pessoas físicas no exterior;
  • receber valores de contas em outros países;
  • pagar serviços, estudos e custos médicos em diversos países;
  • investir no exterior e resgatar os rendimentos obtidos com aplicações internacionais;
  • receber o pagamento por serviços prestados para empresas no exterior;
  • receber remuneração do Google AdSense;
  • comprar imóveis ou pagar aluguéis no exterior. 

Segundo informações do próprio site, eles já atenderam mais de 150 mil clientes, que transacionaram cerca de R$ 5 bilhões pela plataforma. É possível fazer transferências para mais de 80 países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, Japão e China. 

A empresa é totalmente legalizada e está cadastrada como correspondente do Banco Central como Bee Serviços de Assessoria Financeira Tecnologia LTDA. Com um cadastro simples, é possível fazer transferências de até R$ 37,5 mil por dia ou R$ 75 mil por ano. Para valores mais elevados, é preciso preencher um cadastro mais completo. 

Quais são as principais taxas cobradas?

Um dos principais diferenciais da Remessa Online são os custos reduzidos, em comparação aos bancos tradicionais. Há também a simplicidade e transparência das tarifas. 

Existe uma tarifa bancária de R$ 5,90 para envios de até R$ 2. 500, ou o equivalente em outra moeda. Para transferências acima desse valor, a tarifa bancária é isenta. 

Além disso, há uma taxa de 1,3% em cima do valor transacionado. Trata-se de um percentual menor do que o praticado pela maioria dos bancos — que gira em torno de 5%. A plataforma também se compromete a usar de fato a cotação comercial do momento da moeda estrangeira que o cliente selecionar. 

Isso significa que o chamado spread é mais baixo. Trata-se da diferença que a instituição financeira ganha entre a cotação que ela paga pela moeda e a que cobra do cliente. 

Por fim, existe a cobrança do IOF(Imposto sobre Operações Financeiras). A alíquota varia de 0,38% a 1,1% sobre o valor transferido, dependendo do motivo da remessa. Simplificando, o valor que o cliente vai pagar é a soma do câmbio comercial com o custo de 1,3% mais IOF e a tarifa bancária, se houver. 

Fizemos uma simulação no site no dia 28 de dezembro de 2019, como se fôssemos enviar R$ 5 mil para os Estados Unidos. No Google, a cotação do dólar estava a R$ 4,05, mesmo valor indicado na plataforma da Remessa Online (R$ 4,0520). 

Pelo valor, não pagaríamos a tarifa bancária, apenas o custo de 1,3% e o IOF. Nessas condições, o valor final da cotação, com as taxas e impostos, sairia por R$ 4,1203. De fato, é uma diferença menor do que o praticado pela maioria dos bancos e casas de câmbio. 

Quais são as vantagens de usar a Remessa Online?

A Remessa Online busca se destacar no mercado de três formas:

  • tarifas mais transparentes;
  • custo mais baixo;
  • maior agilidade nas transações. 

Segundo a empresa, o tempo estimado para envio de dinheiro para o exterior seria de apenas 1 dia útil. A média dos bancos tradicionais é de 3 dias úteis. 

Além disso, a plataforma faz transferência instantânea para os países da SEPA (Área Única de Pagamentos em Euros). A área engloba países da União Europeia e mais alguns. Para o recebimento de dinheiro, o prazo é de 2 dias úteis após o fechamento do câmbio. 

Como fazer uma transferência pela Remessa Online?

Para usar a Remessa Online, o primeiro passo é se cadastrar na plataforma. O cadastro é simples: requer apenas o preenchimento do CPF junto ao e-mail, e é aprovado na mesma hora. Ele permite fazer transferências nos limites que mencionamos anteriormente. 

Quem deseja transferir valores mais elevados tem que fazer o cadastro completo. Ele exige documento de identidade (RG ou CNH), comprovante de residência, ficha cadastral assinada, declaração e recibo de entrega do Imposto de Renda atualizado. 

Em seguida, selecione a categoria da transferência, que pode ser:

  • enviar para corretora internacional;
  • enviar para empresa no exterior;
  • enviar para uma Pessoa Física;
  • pagar produtos ou serviços;
  • pagar um curso etc. 

Insira as informações necessárias para o envio, como nome, dados bancários, moeda, valor e o motivo da remessa. 

Na sequência, informe o valor que você deseja enviar. Nesse momento, a plataforma vai mostrar todos os custos envolvidos na transação. Com esses dados, faça uma TED no valor correto para a Remessa Online e envie o comprovante de pagamento pela plataforma. O dinheiro chega na conta de destino em até um dia útil após a confirmação de pagamento. 

Pronto, agora você já sabe como funciona a Remessa Online e tem condições de avaliar se essa é uma boa solução para você! Aproveite também para aprofundar seus conhecimentos fazendo o primeiro módulo do nosso curso de investimentos. É totalmente gratuito e online!

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Saque do FGTS: o que fazer com o dinheiro sacado?

Pela segunda vez nos últimos anos, o Governo Federal oferece aos trabalhadores a possibilidade de saque do FGTS. Assim como ocorreu em 2017, a intenção dessa medida é colocar os recursos nas mãos dos consumidores para aumentar seu poder de compra e buscar o aquecimento da economia — além de ser uma ótima ajuda para otimizar as finanças pessoais.

O saque do FGTS em 2019, no entanto, tem regras um pouco diferentes. Isso exige atenção por parte de quem pretende resgatar esse dinheiro. Continue a leitura deste post para descobrir como fazer o saque e entender quais são as melhores opções para usar o valor.

O que é o saque do FGTS?

O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é uma reserva financeira à qual todo trabalhador tem direito, desde que tenha carteira assinada. Esse recurso é depositado pelo empregador em uma conta vinculada ao cadastro do colaborador na Caixa Econômica Federal, responsável por gerenciar esses fundos. A quantia depositada mensalmente deve corresponder a 8% dos vencimentos registrados em carteira.

Como o objetivo da criação da lei era resguardar o trabalhador, o saque do recurso só podia ser realizado em casos especiais — como demissão por justa causa, compra da casa própria ou tratamento de doenças graves.

De forma geral, essa regra não mudou. Mas, nos últimos anos, o governo tem flexibilizado as normas para permitir que o trabalhador interessado saque esse recurso para utilizar de outras formas, em determinados períodos e com regras específicas.

Quais são as regras para o saque do FGTS em 2019?

Em 2017, só era possível retirar os recursos de uma conta inativa — ou seja, relativa a um emprego anterior. Dessa vez é possível sacar também o valor contido em uma conta ativa, correspondente ao emprego atual. No entanto, foi estabelecido um limite máximo de R$ 500 por conta associada ao trabalhador.

Os saques começaram em setembro, contemplando inicialmente trabalhadores que têm uma conta-corrente no banco estatal. A partir de 18 de outubro, o saque passou a ser liberado para todos que têm recursos aplicados em contas do FGTS, seguindo um calendário baseado nas datas de nascimento.

Os valores que excederem o limite de retirada continuarão depositados no fundo, que oferece apenas um pequeno rendimento de 4,2% ao ano.

Além dessa medida pontual, chamada de saque imediato, o governo anunciou também uma modalidade de saque do FGTS anual — chamada de saque aniversário, que valerá a partir de 2020. Nesse caso, o trabalhador poderá sacar todo ano uma parcela do seu saldo do FGTS, o que pode ajudar a equilibrar as contas ou a fazer uma aquisição desejada.

Vale lembrar que o saque é opcional — tanto o imediato quanto o de aniversário. Antes de tomar essa decisão, o trabalhador deve avaliar as possíveis consequências. Por exemplo: nos casos de necessidade previstos em lei para saque do FGTS, a quantia disponível será menor se a retirada for feita nessas oportunidades excepcionais.

Quem decidir pelo saque imediato ou aniversário deve se dirigir a uma agência da Caixa Econômica Federal com seus documentos pessoais para fazer a solicitação. Se tiver o Cartão do Cidadão, o processo pode ser feito por meio dos terminais de autoatendimento. Para saber se você tem direito ao saque, é possível fazer a consulta do FGTS pela internet.

O que fazer com esse dinheiro?

Para utilizar os seus recursos do FGTS da melhor maneira possível, a principal dica é se planejar bem. Nessa hora, é importante conhecer a fundo as necessidades e a situação financeira da sua família. Confira nossas sugestões para aplicar esse dinheiro!

Quitar as dívidas

Todos sabem que o pagamento de dívidas deve ser prioridade em qualquer planejamento — especialmente quando se tem à disposição um recurso extraordinário, como o dinheiro do saque do FGTS. Isso acontece porque as contas em atraso são as grandes vilãs de qualquer orçamento. Os juros e encargos cobrados tornam o problema ainda maior ao longo do tempo.

O ideal é entrar em contato com os credores e verificar a possibilidade de negociação dos débitos em atraso. Com o valor sacado em mãos, é mais fácil conseguir condições diferenciadas para regularizar sua situação de uma vez por todas.

Criar um fundo de emergência

Ainda que a ideia do FGTS seja garantir aos trabalhadores uma reserva de recursos para alguns casos, nem todas as situações de emergência permitem a liberação dessa quantia. Um bom destino para ela é a formação de um fundo uma reserva que poderá ser usado com mais flexibilidade.

Fazer um planejamento para destinar parte dos seus rendimentos mensais para essa reserva também é uma medida que vai ajudar você em qualquer contratempo financeiro.

Aplicar em investimentos

Para quem está com as contas em ordem, o saque dos recursos do FGTS pode ser a oportunidade perfeita para iniciar ou ampliar os investimentos. O mercado financeiro oferece opções que se encaixam nos mais variados perfis, e certamente algum deles será ideal para você.

Se você é iniciante, a recomendação é optar por papéis mais conservadores, como os títulos de renda fixa. Com eles, você praticamente não corre riscos e sabe exatamente quanto seu dinheiro vai render no momento da aplicação.

Entre as principais opções nesse segmento, temos o investimento em:

  • Tesouro Direto — como o IPCA+;
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB)
  • Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA). 

Tente fugir da caderneta de poupança. Ela gera retornos muito baixos, que muitas vezes não são suficientes nem para superar a inflação. O melhor é aproveitar o rendimentos dos papéis atrelados a índices financeiros que se baseiam exatamente nesse fator, como o IPCA.

Para os mais arrojados e que querem diversificar o portfólio, o momento de queda nas taxas de juros pode ser um convite para alternativas de renda variável, capazes de gerar retornos mais interessantes. Atualmente, estão em destaque as aplicações em fundos de investimento, fundos imobiliários, commodities, mercado futuro e ações.

Seja qual for a sua opção para aplicar os recursos do saque do FGTS, dominar os principais assuntos e as estratégias do mercado é uma excelente maneira de potencializar os seus resultados. Se esse é o seu objetivo, conheça agora mesmo o nosso curso gratuito e comece a receber aulas incríveis sobre investimento na sua caixa de e-mail!

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Conta de pagamento: tudo o que é preciso saber sobre o tema

Viajar, fazer um curso no exterior ou comprar uma casa: independentemente do seu objetivo, é preciso cuidar muito bem das finanças pessoais. Exatamente por isso, decidimos trazer para o blog um conteúdo que tira todas as dúvidas sobre a conta de pagamento.

Nunca ouviu falar nela? Então essa é uma grande oportunidade de se informar melhor e conhecer essa modalidade de conta que pode ser sua grande aliada. Afinal, é importante acompanhar as tendências que podem ajudar você a lidar melhor com o seu dinheiro.

Continue a leitura para saber o que são as contas de pagamentos, as diferenças entre elas e uma conta-corrente, quais são os tipos existentes, as tarifas aplicadas e muito mais!

O que são contas de pagamentos?

A conta de pagamento foi criada pela Lei 12.865/13, sendo definida como uma conta registrada em nome de um usuário (Pessoa Física ou Jurídica) que é usada para a realização de transações de pagamento.

Pareceu confuso? Vamos explicar melhor. Estamos falando de um tipo de conta bem parecido com uma conta bancária comum, porém ela não faz operações de crédito — ou seja, financiamentos e empréstimos.

Ela costuma ser oferecida por fintechs— empresas que inovam o sistema financeiro. Por essa razão, você não encontrará agências físicas espalhadas pelo país. Por outro lado, poderá fazer inúmeras transações de maneira 100% digital, por meio de um site ou aplicativo para celular.

Diante disso, de maneira resumida, podemos dizer que uma conta de pagamento pode ser usada para:

  • movimentar dinheiro;
  • fazer pagamentos de boletos e contas;
  • fazer pagamento por meio de um cartão de débito;
  • fazer pagamento por aproximação;
  • fazer e receber TED (Transferência Eletrônica Disponível).

No entanto, vale a pena destacar que, conforme regras do Banco Central do Brasil, uma conta de pagamento não pode ter um saldo superior a R$ 5 mil.

Qual é a diferença entre a conta de pagamento e a conta-corrente?

Como ficou claro, uma conta de pagamento não pode ser confundida com uma conta-corrente. Mas, afinal, qual é a diferença entre elas?

Antes de falarmos sobre isso, é interessante que você conheça as suas semelhanças: ambas oferecem um cartão ao cliente, permitem a realização de TED e conseguem ser abertas, encerradas e acessadas de forma online.

Mas os pontos que podem gerar confusão acabam por aí! A conta de pagamento tem algumas características que a tornam diferente de uma conta bancária comum. Por exemplo:

  • não exige o atendimento presencial em uma agência física;
  • permite o pagamento pelo celular;
  • não faz empréstimos e financiamentos;
  • não tem proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Em resumo, esse tipo de conta não pode realizar operações privativas de instituições financeiras, como a concessão de crédito e a gestão de conta-corrente.

O consumidor não precisa ir até a instituição para realizar operações. Por meio de um computador ou aplicativo para smartphone, é possível resolver inúmeras situações com agilidade e segurança.

Além disso, ao contrário de uma conta-corrente, a instituição de pagamento que oferece esse modelo de conta não pode usar o saldo do cliente da mesma forma que os bancos. As únicas opções disponíveis são a aplicação em títulos públicos e o depósito do saldo diretamente no Banco Central.

Aliás, isso justifica o fato de que não existe a proteção o FGC(Fundo Garantidor de Crédito). Como a fintech só pode emprestar esse dinheiro para o governo, os riscos das operações são bem reduzidos.

Apesar dessas distinções, é importante dizer que, na prática, as contas de pagamentos conectadas ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) são muito parecidas com as contas-correntes normais, pois realizam inúmeros serviços relevantes para o cliente.

Qual é a diferença entre a conta de pagamento e a conta digital?

A conta de pagamento e a conta digital são a mesma coisa? A resposta é não! Na verdade, podemos dizer que as contas de pagamento só são digitais no que se refere à forma como são oferecidas ao cliente. Ou seja, são gerenciadas por fintechs, que não têm agências físicas e são acessadas por canais online.

Acontece que essas instituições não são obrigadas a ofertar aos seus clientes serviços sem a cobrança de tarifas — que é uma característica das contas digitais, regulamentada em lei.

Vale lembrar que a conta digital está vinculada a um banco, e seu grande diferencial é a oferta de serviços por meios eletrônicos. Com isso, elas são regulamentadas pelo BACEN (Banco Central do Brasil) e todas as suas transações e investimentos são protegidos pelo FGC.

Além disso, o modelo oferecido pelos bancos tradicionais não conta com um dos maiores atrativos das contas de pagamento: a movimentação 100% online, sem agências, por meio de um smartphone, tablet ou computador.

Portanto, podemos afirmar que a conta de pagamento é um modelo de conta digital. Porém, ela tem características e benefícios próprios. Afinal, sem ela, você ainda precisará ir até o banco para resolver alguma pendência ou solicitar serviços.

O que é uma instituição de pagamento?

Ninguém discorda que o mundo está em plena mudança. Tarefas que antes exigiam muito tempo e dedicação já podem ser realizadas com muito mais agilidade e segurança.

Com uma rotina cada dia mais atarefada, o novo consumidor demanda por serviços rápidos e que proporcionem mais comodidade e praticidade, como o pagamento pelo celular e o pagamento por aproximação.

Por ser uma premissa tão importante para o dia a dia das pessoas, era esperado que o mercado financeiro passasse por essa transição. Com isso, desde 2010, convivemos com os avanços proporcionados por empresas que se esforçam para unir inovação, tecnologia e transações financeiras.

É o caso das instituições de pagamentos: negócios que surgiram, principalmente, com o propósito de simplificar a realização de operações financeiras para Pessoas Físicas e Jurídicas.

Elas são autorizadas e fiscalizadas pelo BACEN e investem em tecnologia para desenvolver soluções e produtos que trazem mais comodidade, flexibilidade, agilidade e segurança às transações bancárias, inovando a realização de pagamentos no país.

Quais são os tipos de conta de pagamento e suas tarifas?

Até aqui, ficou claro que a conta de pagamento é uma modalidade autorizada por lei que surgiu para facilitar sua vida financeira, certo?

Todo o dinheiro que você depositar nessa conta é de sua titularidade e, por isso, não pode ser usado pela instituição de pagamento para arcar com seus próprios débitos. Ou seja, caso ela quebre, esses saldos serão devolvidos aos portadores.

Mas isso não é tudo. A maioria delas não cobra tarifas do consumidor e permite que o pagamento de contas não exija muito tempo e dedicação. Para isso, você pode escolher entre dois tipos básicos. Confira suas principais características!

Conta de pagamento pré-paga

A conta de pagamento pré-paga é a modalidade mais usada e difundida no mercado, sendo movimentada por meio de cartões pré-pagos.

Sua principal característica é a necessidade de que o titular da conta faça um depósito antes de realizar suas compras. Dessa forma, as transações só podem ser concluídas quando existe um saldo positivo suficiente para cobri-las.

Conta de pagamento pós-paga

A conta de pagamento pós-pagas é movimentada por meio de cartões de crédito ou débito. Nesse caso, o valor da transação é debitado e, somente depois, o titular faz o pagamento.

Observe que, até mesmo no pagamento com cartão de débito, há o registro do débito no valor da compra e, posteriormente, o crédito em benefício do emissor — que será repassado ao estabelecimento pela instituição.

Quais são os principais exemplos de contas de pagamento do mercado?

Ficou interessado em ter uma conta de pagamento? A boa notícia é que o mercado brasileiro já oferece diversas opções, bastando que o consumidor pesquise e avalie qual atende melhor suas expectativas.

Para facilitar sua escolha, reunimos alguns exemplos interessantes. Confira!

PayPal

A conta de pagamento PayPal é gratuita e pode ser criada em poucos minutos. Sua principal função é permitir uma compra mais segura em ambientes digitais, já que os dados do cartão de crédito não são compartilhados com as lojas.

Além disso, ela pode ser usada para enviar dinheiro para o exterior e fazer doações. Com agilidade e simplicidade, essas operações são concluídas e o consumidor ainda pode ser ressarcido, caso os produtos adquiridos não sejam entregues.

PagSeguro

A conta do PagSeguro, conhecida como PagBank, também é gratuita e promete ser uma solução completa para quem precisa fazer pagamentos online. Além de ter um rendimento superior ao da Poupança (100% do CDI), o usuário pode fazer diversas transações, como:

  • pagar contas;
  • fazer saques em bancos 24 horas;
  • enviar e receber dinheiro por meio de TED;
  • recarregar celular.

Google Pay

O Google Pay é mais uma opção de conta de pagamento à sua disposição. Ele simplifica o processo de compra em sites e aplicativos sem compartilhar os dados de seu cartão com a loja — uma importante proteção para quem prefere fazer transações digitais.

NuConta

A NuConta é uma conta de pagamento que apresenta características especiais, principalmente porque oferece funcionalidades bem parecidas com as de uma conta bancária.

Por ser conectada ao Sistema Brasileiro de Pagamentos (SPB), o seu usuário consegue realizar inúmeras transações, como:

  • enviar e receber e enviar TEDs para qualquer banco;
  • emitir boletos em seu nome;
  • pagar contas;
  • receber salário;
  • deixar o dinheiro rendendo a 100% do CDI.

Mercado Pago

A conta do Mercado Livre, conhecida como Mercado Pago, promete transformar seu celular em uma carteira. É muito útil para pequenos empresários, pois permite a venda com o smartphone e o recebimento de pagamentos por meio de chats e redes sociais.

Quais são os benefícios de ter uma conta de pagamento?

Depois de tudo o que você leu, está pensando em abrir uma conta de pagamento? Essa pode ser uma boa opção para quem precisa ter acesso a serviços financeiros, mas não deseja arcar com os custos de uma conta bancária.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o assunto, é importante conferir os benefícios de ter uma conta como essa. Acompanhe!

Pode ser feita por Pessoas Físicas ou Jurídicas

Tanto Pessoas Físicas quanto Jurídicas podem aproveitar as funcionalidades de uma conta de pagamento. Dessa forma, todos têm acesso aos recursos de uma conta 100% digital, sem tarifas e simples de usar.

Evita o endividamento

No caso da conta pré-paga, os pagamentos só são realizados quando há dinheiro suficiente para cobrir o valor. Além disso, os empréstimos são limitados — o que contribui para um maior controle financeiro por parte do consumidor.

Confere mais praticidade ao seu dia a dia

Uma das maiores características desse tipo de conta é a praticidade que ela traz aos seus usuários. Tudo é feito de forma digital, evitando a perda de tempo com deslocamentos e atendimentos presenciais em agências bancárias.

É importante destacar que a instituição pode solicitar documentos e fazer uma análise de crédito antes de abrir a sua conta.

Garante a proteção do seu capital

A segurança é mais um ponto que merece destaque. Isso porque os valores depositados nas contas, além de renderem mais do que a Poupança, não podem ser objeto de arresto, sequestro ou busca e apreensão para quitar débitos da instituição de pagamento — já que não compõem o seu ativo.

Na prática, esses recursos são alocados em uma conta específica no Banco Central ou podem ser aplicados em Títulos Públicos Federais, o que traz segurança e rendimento aos consumidores.

É oferecida por diversas instituições

Desde que foram criadas, as contas de pagamento estão se popularizando no mercado brasileiro. Atualmente, diversas instituições oferecem esse serviço, como bancos, cooperativas de crédito e fintechs.

Viu só como esse tipo de conta pode transformar o seu cotidiano? Aproveitar esse recurso é estar alinhado com as mais novas tendências e tecnologias para o mercado financeiro. Afinal, a transformação digital é uma realidade e nos proporciona muito mais segurança e comodidade.

Vale lembrar que a conta de pagamento é um grande instrumento para quem precisa fazer pagamento online com segurança e agilidade. Você executa essa atividade em menos tempo e pode se dedicar mais aos estudos e estratégias para multiplicar seu dinheiro. Aliás, agora que você já sabe disso, que tal fazer um curso grátis sobre investimentos? Para receber as aulas em seu e-mail, basta fazer a sua inscrição!

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Entenda o que é CDS e como funciona esse swap

Você sabe o que é CDS? Trata-se do Credit Default Swap, um contrato ou derivativo de crédito bastante utilizado no mercado financeiro. O conceito é simples: o CDS permite fazer uma troca (swap) com outra pessoa disposta a compensar os riscos de crédito de certos investimentos. 

E como o CDS funciona, na prática? Como é realizado o swap entre as partes? Quais são os benefícios dessa prática? Acompanhe a leitura!

O que é CDS?

O CDS é um derivativo que permite a troca ou compensação do risco de crédito com outra pessoa ou empresa. Por exemplo: caso um credor esteja preocupado com a inadimplência de um empréstimo, pode optar pelo CDS para compensar ou trocar esse risco. Um swap de inadimplência é a forma mais comum de derivativo, podendo envolver títulos municipais, títulos lastreados em hipotecas e títulos corporativos, entre outras opções. 

Esse tipo de swap foi criado no final dos anos 90 para servir de proteção contra inadimplência em investimentos seguros. Os pagamentos mensais de prêmios tornaram esses swaps uma fonte constante de fluxo de caixa extra para os emissores. Como resultado, eles se tornaram cada vez mais populares entre os grandes bancos. 

Qualquer pessoa confiante na saúde financeira de uma empresa pode comprar swaps de vendedores e obter prêmios de compradores. Em contrapartida, quem duvida de uma empresa pode comprar swaps de compradores, efetuar pagamentos de prêmios sobre os swaps e descontá-los se a empresa falir. É como especuladores comprando e vendendo apólices de seguro. 

Hoje, o CDS apresenta mais funções e tornou-se um dos principais indicadores de risco de crédito. 

Como funciona o Credit Default Swap? 

O CDS envolve a transferência do risco de crédito de títulos municipais, de mercados emergentes, lastreados em hipotecas ou dívidas corporativas. É parecido com a apólice de seguro: fornece a possíveis compradores proteção contra inadimplência, rebaixamento da classificação de crédito ou outros tipos de eventos negativos. 

O CDS é, portanto, um contrato bilateral negociado em particular. Por exemplo: uma parte A, geralmente conhecida como comprador da proteção, paga uma taxa ou prêmio à parte B, chamada de vendedor da proteção. Consequentemente, o comprador do CDS faz uma série de pagamentos ao vendedor. Em retorno, se o ativo for inadimplente, pode esperar receber um pagamento. Essa transação é conhecida como evento de crédito. 

Em resumo, quem opta pelo CDS obterá proteção ou lucro, dependendo do objetivo da transação. O comprador deve entregar em dinheiro o valor dos títulos referenciados ou dos títulos reais ao vendedor da proteção. Entretanto, nesse tipo de negociação, existem termos contratuais que devem ser considerados por ambas as partes. 

O CDS pode ser encarado como um swap que diminui riscos. Mas, em casos de falência, quem vende o contrato pode não cumprir com as obrigações previstas. Portanto, o derivativo de crédito nem sempre é uma opção vantajosa aos iniciantes na área de finanças. 

Como ele se tornou um indicador? 

Esse derivativo se tornou um indicador porque confere preços aos títulos de crédito. Dessa maneira, é possível verificar se os investimentos internacionais apresentam fatores de risco. Os CDSs também podem ser utilizados para checar se um país apresenta alguma ameaça ao mercado financeiro. Logo, funcionam como medidor do risco-país

Vale ressaltar que cada país oferece um risco diferente. Os Estados Unidos, por exemplo, apresentam o menor índice de todos, alcançando o posto de um dos mercados mais seguros do mundo. 

Quais são as vantagens de um CDS? 

Agora que você já sabe o que é CDS, listamos as principais vantagens desse contrato. Veja:

  • os pagamentos periódicos são menores;
  • o prazo para a vigência dos contratos é de 1 a 10 anos, com a maior parte da liquidez concentrada em um período de 5 anos;
  • são investimentos em títulos de emissores de outro país, sem que haja preocupação com risco cambial; 
  • o CDS tem maior liquidez, tornando-se uma opção de investimento convidativa;
  • os derivativos de crédito podem ser usados para medir o desempenho do spread no mercado à vista e o sentimento do mercado no curto prazo;
  • podem ser usados para proteger o risco de crédito de ativos no balanço patrimonial;
  • um swap de inadimplência de crédito protege os detentores de títulos e os credores contra o risco de inadimplência do mutuário;
  • fornecem um fluxo constante de pagamentos com pouco risco de queda. 

Após pontuar as principais vantagens de um CDS, agora vamos entender um pouco mais sobre os tipos de negociação desses derivativos de crédito. 

Como os CDSs são negociados? 

Geralmente, os CDSs são negociados e documentados por meio de contratos publicados pela Associação Internacional de Swaps e Derivativos (ISDA). Os contratos da ISDA fornecem termos e disposições contratuais consistentes, que podem variar para atender às necessidades das partes. 

A maioria dos CDSs exigirá um pagamento de prêmio contínuo para manter o contrato, que funciona como uma apólice de seguro. Inclusive, aqueles que compram um CDS podem negociar dentro e fora de seus contratos — algo que não é possível no mercado de seguros. 

Então, em negociações de CDS, o comprador do swap efetua pagamentos ao vendedor até a data de vencimento do contrato. Em compensação, o vendedor concorda que pagará o valor da garantia ao comprador. Ele paga também os juros que seriam quitados entre esse período e a data de vencimento do título. 

Os CDSs são importantes porque protegem os detentores de títulos e os credores contra riscos de inadimplência. Nesse sentido, é importante que a contraparte seguradora avalie completamente o recurso de risco, para garantir que esteja recebendo uma compensação justa. 

O mercado de swaps de crédito está em constante expansão. Embora seja menor do que o mercado de derivativos de taxa de juros, tornou-se uma ferramenta interessante para quem deseja garantir mais proteção em investimentos. Os Credit Default Swaps são alternativas para aqueles que desejam entender os diferentes títulos de crédito, para além dos papéis negociados na bolsa de valores

Agora que você já sabe o que é Credit Default Swap e suas formas de negociação. Que tal então conhecer o serviço financeiro que cresce cada vez mais no Brasil? Baixe gratuitamente o nosso Guia de Consultoria de Investimentos e aprenda como aplicar seu dinheiro da maneira certa. 

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Live: Estratégias de Trading para se proteger na crise!

Olá!

Devido ao grande sucesso da nossa primeira Live, essa semana convidamos mais um nome de peso no mercado de investimentos e criptomoedas: Rodrigo Cohen.

O tema da Live não poderia ser melhor: Estratégias de Trading para se proteger em momentos de crise.

Quem é quem nessa live?

Falando em nome da BitcoinTrade, Daniel Coquieri. O Daniel é nosso sócio fundador e atua como COO da corretora, responsável pelas iniciativas de Produto, Marketing e Atendimento.

Rodrigo Cohen é um analista financeiro, investidor e criador do método “O Grande Plano”. Seu canal no Youtube tem quase 300 mil assinantes, com conteúdo prático e grátis.

Será, mais uma vez, uma convesa extremamente produtiva!

Quando? Onde? Que horas?

Quinta feira, dia 02 de Abril, às 19:00.

Para participar, basta seguir os perfis da BitcoinTrade e do Rodrigo:

instagram.com.br/bitcointradebr
instagram.com/rodrigocohenoficial/

Marque na sua agenda e participe! Nos vemos lá!

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Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta terça-feira

A China divulgou dados que indicam uma retomada da sua economia durante o mês de março, com o avanço dos índices dos gestores de compras (PMI) da indústria, serviços e composto. O indicador estimulou os mercados na última sessão do trimestre, com as bolsas europeias abrindo em alta e os futuros de Nova York em terreno positivo.

A pandemia do coronavírus, contudo, avança, atingido a mais de 787 mil pessoas ao redor do mundo, informa na manhã de hoje a Universidade Johns Hopkins (EUA).

No Brasil, a polêmica continua no governo entre o presidente, que defende a reabertura do comércio e o fim da quarentena, e um bloco de ministros que defende a manutenção das medidas. No noticiário corporativo, destaque para a emissão de debêntures da Hypera Pharma e os balanços da Mahle-Metal Leve e da Even, além dos dados não-auditados da CVC, na reta final da temporada de resultados. Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

As bolsas de valores da Europa abriram em alta e os futuros de Nova York avançam na manhã de hoje, após o Escritório Nacional de Estatísticas da China ter divulgado ontem à noite (madrugada de hoje no Brasil) que o índice dos gestores de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria foi de 52 pontos em março, após ter afundado a 37.5 pontos em fevereiro.

A expectativa era de que o PMI industrial seria de 45 pontos. Já o PMI composto chinês (indústria mais serviços) ficou em 52.3 pontos em março, também indicando uma sólida retomada sobre os dados esquálidos de fevereiro, quando despencou a 29.6 pontos. Na Ásia, os dados chineses eram parcialmente esperados e apenas as bolsas de Seul e Hong Kong fecharam com uma alta um pouco mais expressiva.

No Velho Continente, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 0,7% na comparação anual de março, desacelerando fortemente em relação ao aumento de 1,2% observado em fevereiro em meio aos efeitos da pandemia de coronavírus, segundo dados preliminares divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 0,8%.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h20 (horário de Brasília):

Nova York
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,46%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,86%
*Dow Jones Futuro (EUA), +0,48%

Europa
*Dax (Alemanha), +1,98%
*FTSE (Reino Unido), +1,73%
*CAC 40 (França), +1,01%
*FTSE MIB (Itália), +0,92%

Ásia
*Nikkei (Japão), -0,88% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), +2,19% (fechado)
*Hang Seng (Hong Kong), +1,85% (fechado)
*Xangai (China), +0,11% (fechado)

*Petróleo WTI, +5,87%, a US$ 21,27 o barril
*Petróleo Brent, +2,55%, a US$ 23,54 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em alta de +0,85% cotados a 650,500 iuanes, equivalentes a US$ 91,65 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 7,0972 (-0,04%)

*Bitcoin, US$ 6.494,96 +0,42%

2. Agenda do dia

No Brasil, o governo federal deve publicar pela manhã (9h30) o resultado primário do setor público em fevereiro. O setor público deve registrar déficit primário de R$ 18,7 bilhões em fevereiro, segundo estimativa mediana de economistas pesquisados pela Bloomberg, depois de superávit de R$ 56,3 bilhões no mês anterior.

Na agenda do governo, Paulo Guedes, ministro da economia, e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, participam da reunião do conselho de governo, no Palácio do Planalto, às 14h30.

Vale ressaltar que, na véspera, o Senado aprovou ontem o “coronavoucher “de R$ 600 para trabalhadores informais, intermitentes e MEIs, com um custo estimado de R$ 44 bilhões em três meses. O texto tem outros três pontos principais: antecipação do BPC antes da comprovação final; pagamento pelo governo de auxílio-doença em caso de coronavírus; e a regulamentação do acesso ao BPC em 2020.

Nos EUA, serão revelados os dados de confiança do consumidor de março, às 11h.

3. Política 

Os ministros da Justiça, Sérgio Moro, e da Economia, Paulo Guedes, fizeram uma união nos bastidores em apoio ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e na defesa das medidas de distanciamento social e quarentena da população para combater o avanço do coronavírus.

Com o apoio de alguns militares, o trio formou um bloco antagônico ao presidente Jair Bolsonaro, contrário ao confinamento das pessoas e ao fechamento do comércio, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Com o apoio de Moro e Guedes a Mandetta, o isolamento do presidente aumenta, porque o ministro da Saúde já tem o apoio do Legislativo e do Judiciário. A avaliação feita pelo ministro Moro a aliados é que o presidente está descontrolado e deixa aflorar sentimentos de raiva contra supostos inimigos.

4. Contaminação nos hospitais paulistas 

Cresce a contaminação de médicos, enfermeiros, técnicos e fisioterapeutas que atendem pacientes com o coronavírus nos hospitais paulistas, mostram reportagens dos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. Segundo a Folha, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o maior hospital público do Brasil, já afastou 125 funcionários, dos quais 108 testaram positivo para o Covid-19. No Hospital Sírio-Libanês, 104 funcionários foram afastados, enquanto no Albert Einstein 348 funcionários foram diagnosticados com o coronavírus; destes, 13 estão internados e 47 já se recuperaram, voltando ao trabalho.

5. Noticiário corporativo 

A Hypera Pharma comunicou que realizará emissões de debêntures no valor total de R$ 3,5 bilhões. A primeira emissão ocorrerá em 3 de abril, com os papéis da primeira série fazendo um montante de R$ 2,48 bilhões; a segunda emissão, em data não definida, deverá levantar o valor de R$ 1,015 bilhão. Na noite de ontem, perto do fim da temporada de balanços, a Mahle-Metal Leve e a construtora Even publicaram seus resultados de 2019. A Cogna (antiga Kroton) publica balanço na manhã de hoje.

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Economia chinesa se recupera em março; Bolsas da Europa abrem em alta

SÃO PAULO – Dados do Escritório Nacional de Estatísticas da China divulgados na madrugada de hoje (noite de ontem na Ásia) mostram que a economia chinesa começa a se recuperar da crise provocada pela pandemia de coronavírus.

O índice dos gestores de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria ficou em 52 pontos em março, após ter afundado a 37,5 pontos em fevereiro. Analistas consultados pela Reuters esperavam que o PMI oficial chegasse a 45, depois de uma baixa recorde de 35,7 no mês anterior.

O índice PMI composto, formado por indústria mais serviços, foi de 52.3 pontos. Em fevereiro, o indicador estava em 29,6 pontos.

Os dados positivos levaram as bolsas de valores da Europa a abrir em alta nesta terça-feira e trouxeram algum alívio aos preços do petróleo.

Por volta das 6h40, o índice Dax, da Bolsa alemã, subia 2,5%, enquanto o FTSE, do Reino Unido, ganhava 1,9%. O contrato futuro do petróleo WTI tinha alta de quase 6% (US$ 21,27 o barril). Já o petróleo Brent avançava 2,6% (US$ 23,54 o barril).

Os futuros de Nova York estão subindo em torno de 1% na manhã de hoje.

O avanço das bolsas da Ásia foi pequeno nesta terça-feira. Em Xangai, a alta foi de 0,1%. O índice Nikkei-225, de Tóquio, fechou em queda de 0,9%.

A explicação é que a China agora teme uma segunda onda da epidemia e pode sentir novos impactos da crise, já que a doença está derrubando a demanda por seus produtos no resto do mundo.

O avanço da epidemia no mundo também impede um maior otimismo. A Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA), informa na manhã de hoje que o número de pessoas infectadas pelo coronavírus subiu a 787 mil casos, com os Estados Unidos em primeiro lugar (164 mil casos), seguidos por Itália (101 mil), Espanha (87,9 mil) e China (82,2 mil). O número de mortos pela doença está em 37.829.

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“Quanto mais os preços dos ativos caem, mais nós compramos”, diz Howard Marks

Howard Marks

SÃO PAULO — A pandemia de coronavírus pegou muitos investidores de surpresa e derrubou os preços dos ativos, mas abriu muitas oportunidades. A avaliação é de Howard Marks, vice-presidente e um dos sócios-fundadores da Oaktree Capital, uma das maiores gestoras do mundo.

Em live da XP Investimentos nesta segunda-feira (30), Marks disse que nunca viu uma crise como a atual, gerada pelo coronavírus, e contou qual é a sua expectativa sobre o que ainda teremos pela frente na economia global e nos investimentos.

“Estamos vendo uma rápida desaceleração das economias do mundo como nunca havíamos visto. Há uma doença à solta e as pessoas têm que ficar em casa para evitarmos a disseminação, o que significa parar a economia”, disse.

” O Fed [banco central americano] e o Tesouro têm que prover suporte para a subsistência dessas pessoas. Aprovaram uma lei para dar um cheque, uma ajuda financeira emergencial para os cidadãos. Não sei se é suficiente para que eles passem um mês, ainda mais se precisarem ficar em casa por mais um ou dois meses. Eu mesmo já estou em casa há semanas”, completou.

Na visão de Marks o governo americano deve continuar apoiando as pessoas financeiramente para que elas fiquem em casa. “O governo vai continuar dando dinheiro para a população? Eu imagino que sim. Imagino que o Fed não medirá esforços para solucionar a situação.”

Quanto aos investimentos, o sócio-fundador da Oaktree disse estar gostando das oportunidades criadas com a queda nos preços dos ativos na Bolsa. “Nós vimos nas últimas semanas uma queda irracional nos preços das ações. Quanto mais os preços caem, mais nós compramos. Na última terça essa baixa amenizou a medida que o governo americano começou a adotar medidas para frear o coronavírus.”

“O ‘big money’ e o ‘easy money’ em investimentos são gerados através das coisas que outras pessoas não querem ou têm medo de fazer. Geralmente isso inclui investir em período de tensão nos mercados”, afirmou Marks.

Segundo ele, no entanto, “o segredo para o sucesso no investimento de longo prazo não é acertar ocasionalmente, é muito mais se defender no longo prazo e tomar risco sabiamente”.

Sobre risco, ele fez uma analogia a um acidente de carro: “quando o acidente acontece já é tarde demais para se tornar um motorista prudente”, ressaltando que nenhum modelo poderia prever uma crise como essa de hoje, mas que os bons investidores deveriam ter suas posições protegidas.

“Quem leu meu livro ‘Dominando o ciclo de mercado’ saberia que, no momento de maior otimismo e retornos excelentes, é nessa hora que se deve correr para a segurança”, disse.

Quanto aos setores com maiores oportunidades na crise, Marks citou que geralmente são os que mais caem — consequentemente são os mais prejudicados pelo avanço da epidemia.

Um deles é o setor de petróleo, já que os preços da commodity caíram demais tanto pelo coronavírus, que derrubou a demanda global pelo produto, quanto pela guerra travada entre Arábia Saudita e Rússia.

“Não sabemos o cenário futuro para o setor de petróleo, mas os preços estão realmente baixos”, afirmou. Ele também citou o setor de cruzeiros marítimos, que foi altamente prejudicado pela crise, mas que “vai se recuperar algum dia”.

“Em 2021 a economia vai recuperar e o PIB dos EUA vai superar 2019. Talvez sim, talvez não. Mas em algum momento vai voltar, isso não muda. Então, estamos felizes em poder aproveitar essas oportunidades hoje. A maioria das pessoas procuram os setores que devem ir bem e investem neles. A questão deveria ser quais setores vão se sair bem e ninguém sabe disso ainda?”, afirmou.

Sobre ao apetite ao risco dos investidores, Marks disse que é comum observar uma queda drástica após um choque como o atual, mas que a vontade de se expor ao risco vai voltando lentamente com o tempo.

“As pessoas dizem que vão evitar risco no futuro. É o que naturalmente acontece quando se perde muito dinheiro numa crise. Mas quem ficou [no mercado de risco] acaba ganhando muito dinheiro com a retomada. E aí quem saiu por medo acaba ficando com inveja e volta”

O sócio da Oaktree indicou dois livros sobre investimentos que ele recomenda, além dos seus próprios livros. Um deles é o “Fooled by Randomness”, do Nassim Nicholas Taleb, e o outro é “A Short History of Financial Euphoria”, de John Kenneth Galbraith.

Assista acima à live completa.

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Ibovespa segue exterior e tem alta de 1,7% apesar de derrocada do petróleo; dólar sobe para R$ 5,18

SÃO PAULO – Após uma manhã bastante volátil, o Ibovespa se fixou no campo positivo na tarde desta segunda-feira (30), seguindo o desempenho dos índices americanos, que saltaram mais de 3%.

No noticiário, além de acompanhar a luta contra o novo coronavírus, os investidores também ficaram atentos a forte queda do preço do petróleo, provocada pela redução do consumo nos países atingidos pela epidemia mundial do coronavírus.

O barril do Brent recuou 9,5%, ficando em US$ 22,56, enquanto o tipo WTI recuou 6,42%, para US$ 20,13. Ambos fecharam em seus menores valores desde o início de 2002.

Especialistas apontam que pesou a falta de sinais de que a disputa entre a Arábia Saudita e a Rússia vá terminar tão cedo. Mas, além disso, o mercado começa a sentir também os impactos das medidas de combate ao novo coronavírus pelo mundo, em especial as quarentenas, que têm reduzido a circulação de pessoas e leva uma forte queda na demanda pelo petróleo.

O benchmark da bolsa fechou com alta de 1,65%, aos 74.639 pontos, com volume financeiro de R$ 19,708 bilhões. Enquanto isso, o dólar comercial teve ganhos de 1,48%, cotado a R$ 5,1787 na compra e R$ 5,1822 na venda, ao passo que o dólar futuro para abril sobe 1,56%, para R$ 5,181.

Em Wall Street, os três índices registraram ganhos expressivos: o Dow Jones subiu 3,2%, enquanto S&P 500 e Nasdaq tiveram alta de 3,3% e 3,6%, respectivamente.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 caiu 20 pontos-base a 4,18%, o DI para janeiro de 2023 teve baixa de 27 pontos-base a 5,38% e o DI para janeiro de 2025 recuou 23 pontos-base a 6,77%.

Durante a tarde a agência de rating Fitch afirmou em comunicado que revisou a perspectiva do setor bancário do Brasil de estável para negativa “devido à piora da pandemia global de coronavírus”.

Segundo a agência, o choque macroeconômico global por causa da doença impõe “desafios de execução para todos os setores no Brasil”, em um quadro mais complexo e desafiador para as empresas, o setor de varejo e as pessoas físicas.

No exterior, ontem o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as medidas de distanciamento social prosseguirão até 30 de abril. Trump descartou o fechamento da cidade de Nova York, mas alertou que “a prioridade número 1 é a vida, a número 2 é a economia”.

Nesta manhã, em entrevista para a Fox News, Trump voltou a ressaltar que nesta semana os Estados Unidos devem começar a usar um novo teste mais rápido para detectar o novo coronavírus. Ele ainda destacou que o pico da doença no país deve acontecer nas duas próximas semanas.

Além disso, o Secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que o governo está disposto a pedir mais dinheiro ao Congresso se o pacote de US$ 2 trilhões já aprovado for insuficiente para conter os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia. Ele mostrou preocupação especial com pequenas e médias empresas americanas, prometendo mais ajuda caso os US$ 377 bilhões previstos no pacote para ajudá-las precise de um reforço financeiro.

Novas projeções na economia…

O mercado reduziu a sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020, de um crescimento de 1,4% para uma queda de 0,48%, informou na manhã de hoje a pesquisa semanal Focus do Banco Central. O mercado manteve as projeções de crescimento de 2,5% para o PIB brasileiro em 2021 e 2022.

A pesquisa também mostrou que o mercado mudou a projeção para a inflação – medida pelo IPCA do IBGE, de 3,04% para 2,94% ao ano.

Houve também mudança na projeção da taxa básica de juros (Selic), de 3,75% ao ano para 3,50% ao ano. O mercado agora projeta uma Selic ligeiramente mais baixa em 2021, com a taxa de juros em 5% durante 2021 – a projeção anterior era de uma Selic em 5,25% ao ano.

…e na Bolsa

Destacando o forte impacto nos lucros das empresas previstos em 2020 por conta da crise com o coronavírus, a XP Investimentos e o Bank of America cortaram projeções para o Ibovespa para este ano.

A XP diminuiu a estimativa para o Ibovespa de 132 mil pontos para 94 mil pontos ao final de 2020 (o que corresponderia a um potencial de valorização de 28% frente o fechamento de sexta-feira), enquanto o Bank of America cortou a projeção de 130 mil pontos para 87 mil pontos (representando um upside de 18,5% frente sexta-feira).

Nas últimas semanas, o Morgan Stanley já havia cortado a projeção de 125 mil pontos para 85 mil pontos (veja aqui), o Itaú BBA passou de 132 mil pontos para 94 mil pontos (veja aqui), enquanto a revisão mais drástica ficou com o JPMorgan, que cortou de 126 mil para 80.500 pontos (confira aqui), todos eles agora vendo o índice abaixo dos 100 mil pontos em 2020.

Polêmicas com Bolsonaro

O Twitter apagou duas publicações da conta oficial do presidente Jair Bolsonaro na noite do último domingo (29). No lugar das publicações, feitas na tarde de domingo, aparece a mensagem: “Este tweet não está mais disponível porque violou as regras do Twitter”.

O presidente Jair Bolsonaro divulgou neste domingo um vídeo em que conversa com um vendedor ambulante em Taguatinga, no Distrito Federal. Ele afirma que o povo quer voltar a trabalhar. Ele acabou contrariando a orientação do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, que defendeu o isolamento horizontal de forma a evitar a disseminação do coronavírus. Bolsonaro também defendeu a hidroxicloroquina para tratar a Covid-19. Na véspera, Mandetta alertou para os efeitos colaterais do uso do remédio de forma indiscriminada.

Vale destacar que os governadores estudam acionar a Justiça se o presidente levar adiante sua ideia de editar um Decreto-Lei autorizando a abertura do comércio no país, informa a Folha de S. Paulo. “O que os governadores querem é que o presidente assuma a sua responsabilidade de coordenar as ações da saúde pública para salvar vidas humanas”, Rui Costa (PT), governador da Bahia. O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou que assina hoje decreto ampliando as medidas restritivas.

A divergência entre o discurso de Bolsonaro e o dos governadores e outros segmentos do país também segue sendo monitorada. O discurso do presidente contra o isolamento social ganhou força entre apoiadores e um dos grupos, o Avança Brasil, lançou uma campanha para que os trabalhadores retomem a vida normal nesta segunda-feira, segundo informações do Valor Econômico.

Ainda no radar político, o Senado vota hoje o pagamento de um auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), havia confirmado a data da votação em postagem no Twitter, na última sexta-feira.

Noticiário corporativo

A Klabin anunciou no domingo a aquisição da operação de embalagens e papelão ondulado da International Paper no Brasil, por R$ 330 milhões. Segundo a Klabin, a unidade tem a capacidade de produzir 305 mil toneladas por ano e um market share de 6,6% do mercado brasileiro.

Já a Eletrobras, maior empresa de energia elétrica do Brasil e da América Latina, publicou balanço de 2019 no sábado. A estatal informou um lucro líquido de R$ 3,1 bilhões no quarto trimestre do ano passado, uma retração de 77% sobre igual período do ano anterior. No ano fechado de 2019, o lucro líquido da estatal caiu menos, 20% para R$ 10,7 bilhões.

Aprendizados em tempos de crise: uma série especial do Stock Pickers com as lições dos principais nomes do mercado de ações. Assista – é de graça!

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