7 aspectos sobre análise gráfica que você precisa conhecer!

como investir na bolsa de valores

Se você resolveu entrar no mercado de capitais, já sabe que é preciso dedicar um bom tempo estudando para tomar as melhores decisões. Afinal, o objetivo é potencializar os ganhos com os investimentos e outras operações. E parte desse trabalho envolve a análise gráfica.

É justamente sobre ela que vamos falar neste artigo. Quer saber do que se trata, como pode ser feita e por que ela é tão importante? Confira as respostas para essas e outras perguntas agora mesmo!

1. O que é análise gráfica?

A análise gráfica consiste em uma análise que usa gráficos com o histórico de determinados ativos. Aliada aos movimentos feitos por quem investe, chega-se a decisões a respeito da compra e venda de ações. Com isso, podemos dizer que ela está diretamente ligada à lei da oferta e demanda.

Podemos dizer que ela está bem próxima da análise técnica, sendo que ambas podem ser usadas simultaneamente por quem investe e especula no mercado. A ideia é recorrer a conceitos matemáticos e estatísticos para avaliar o fluxo que determinado ativo tem.

Além disso, a análise gráfica — e a técnica — ajuda a entender o comportamento de preços que o ativo apresenta ao longo do tempo. Em resumo, é um recurso que ajuda a identificar padrões e prever tendências.

A partir daí, é possível avaliar se um ativo tem uma perspectiva mais forte ou fraca de compra e venda. As decisões vão sendo tomadas de maneira rápida à medida que lucros e prejuízos acontecem no mercado.

2. Por que a análise gráfica é importante para a análise de investimentos?

É por meio da análise gráfica que aportadores e especuladores conseguem tomar decisões a respeito de um ativo. Isso vale tanto para a compra e a venda quanto para a conservação.

Essa análise contribui para que se entenda como um ativo se comporta no mercado e como as pessoas que investem reagem a ele. É, portanto, uma grande aliada de quem deseja realizar operações no mercado — principalmente as de curto prazo.

3. Como surgiu essa técnica?

A análise técnica foi desenvolvida por Charles Dow. A teoria criada por ele defende a ideia de que o mercado repete alguns comportamentos com o passar do tempo. A partir disso, é possível criar estimativas do fluxo e de preços.

A ideia foi sendo mais bem desenvolvida, a partir de contribuições de especialistas e da inclusão de novos elementos na análise. Devido a isso, chegamos a um ponto em que existe uma grande diversidade de padrões e imagens para serem acompanhados na análise de gráficos.

4. Quais são os fundamentos dessa análise?

Para acompanhar a análise gráfica, é fundamental conhecer os fundamentos que a regem. A seguir, explicamos cada um deles com mais detalhes.

O mercado desconta tudo

A base da análise técnica (gráfica) afirma que os preços dos ativos já têm descontados alguns fatores. Entre eles estão a lógica de mercado, os fundamentos das empresas e o cenário macroeconômico.

Então, pode-se dizer que esse tipo de análise não leva muito em consideração as notícias que surgem no dia a dia. Afinal, situações como essas já estão embutidas nos preços. Portanto, é o comportamento do ativo — e sua variação no valor — que proporciona as informações necessárias.

Movimentos de preço baseados em tendências

Uma das premissas da teoria é a de que os ativos apresentam comportamentos repetitivos ao longo da história. Seguindo essa lógica, é sempre natural que os preços sigam uma tendência passada — em vez de adotarem um rumo totalmente diferente.

A partir dessas variações, a análise gráfica pode ajudar a obter lucros, independentemente da alta ou da baixa. Essa tentativa de obter ganhos é o que se chama no mercado de operar vendido e comprado.

Repetição como padrão de análise

Esta é a base da teoria: a história tende a se repetir ao longo do tempo. É justamente essa natureza que ajuda os analistas a tentar prever as oscilações do mercado e, consequentemente, a lucrar com elas.

5. Quais são as diferenças entre a análise técnica e a fundamentalista?

É natural que as pessoas se sintam um pouco confusas quando vão começar a investir. Há tanta informação a ser absorvida que é normal surgirem muitas dúvidas, principalmente sobre qual tipo de análise deve ser seguida.

A análise técnica estuda o movimento dos preços dos ativos no passado. Com base nisso, tenta-se prever as altas e baixas dos ativos no curto prazo. Já análise fundamentalista foca os demonstrativos financeiros das organizações. A ideia é identificar se elas apresentam bons resultados e perspectivas de crescimento.

Então podemos dizer que a análise técnica é mais voltada para quem deseja operar em um curto espaço de tempo. É o caso do day trade e do swing trade. Por outro lado, a fundamentalista é adequada para quem quer investir no longo prazo, o que é chamado de buy and hold.

6. Quais são os tipos de gráficos mais comuns?

É possível acompanhar uma série de gráficos diferentes na hora de fazer suas análises. Entre eles estão:

  • linha — trata-se de uma linha que indica os valores do fechamento de determinado ativo;
  • barra — é uma variação do gráfico de linha. Porém, neste caso, as projeções apresentadas são diferentes;
  • Renko — são blocos que indicam as variações de preços de determinado ativo. Nesse caso, o fator tempo não é considerado;
  • candles — é um dos gráficos mais populares, já que trazem uma série de informações em um único lugar. Ele mostra o comportamento de um ativo ao longo do tempo — de forma semelhante ao Renko.

7. Por que alguns traders preferem essa técnica?

Analisar os fundamentos de organização são importantes para quem investe no longo prazo. Em um mercado em que há especulações, como é o caso dos traders, é mais importante entender a oferta e a procura de um ativo. O mesmo vale para as variações de preços.

Como as decisões precisam ser tomadas em horas ou dias, é mais importante tentar identificar a tendência das reações de quem investe. A análise gráfica é um ótimo recurso para quem deseja realizar operações de day trade ou swing trade. Afinal, ela ajuda a prever as tendências dos ativos.

Como o objetivo é lucrar com a compra e a venda, saber se uma empresa tem bons resultados não é o mais importante nesse caso. Se gostou do conteúdo, aproveite a visita para entender melhor o que precisa fazer para começar a investir!

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Futuro de Bitcoin na CME: herói ou vilão?

CME Group

Se perguntarmos aos entusiastas de Bitcoin e criptomoedas se a bolsa de derivativos de Chicago CME é herói ou vilão para o setor, provavelmente as respostas serão bem negativas.

Isto porque o lançamento do contrato futuro de Bitcoin na CME ocorreu em meados de dezembro de 2017, uma semana antes do início do grande movimento de correção nos preços.

No entanto, o que pouca gente sabe, é que da mesma forma que os derivativos aceleram movimentos de queda, ajudam nos períodos de alta. Isto por conta dos “vendidos”, conhecidos como “shorts”, que são forçados a recomprar os contratos, a qualquer preço.

Como o derivativo permite operar “vendido”?

Primeiramente precisamos deixar claro que isto não é exclusivo para criptomoedas. Os contratos futuros do índice S&P500 e de títulos do tesouro negociam nos EUA desde o início da década de 80.

No contrato futuro, ambos comprador e vendedor são obrigados a depositar uma garantia na bolsa de valores. Todo dia é feito um ajuste, logo se o ativo sobe, é o vendedor (short) que paga ao comprador. O oposto ocorre em dias de queda.

Deste modo, para qualquer negócio ocorrer, é necessário existir compras e vendas do mesmo tamanho. De fato, é possível operar alavancado, ou seja, depositar 100 mil dólares, e comprar (ou vender) uma quantia de 500 mil dólares em contratos futuros.

No entanto, no momento em que a margem do lado perdedor estiver acabando, a corretora será obrigada a fechar a posição forçadamente. Este processo chama-se liquidação, e pode ocorrer tanto para o comprador (long), quanto o vendedor (short).

Afinal, a CME é herói ou vilão para o Bitcoin?

Sem dúvidas, o fato de ter permitido a venda (short) de grandes clientes regulados, pela primeira vez na história, ajudou a acelerar o movimento de queda no início de 2018. 

No entanto, parte da alta de 2020 deve ser atribuída a CME, por exemplo. O bilionário gestor Paul Tudor Jones, afirmou ter comprado entre 1% e 2% de seu patrimônio em contratos futuros de Bitcoin em maio de 2020.

Isso sem contar nos mais US$ 200 milhões de volume diário negociado, que a bolsa adiciona. Quanto maior o giro do ativo, mais clientes se interessam em participar do mercado.

Qual a importância da CME no preço?

Esta resposta é quase impossível de se obter. Isto porque existem traders, usualmente grandes fundos, que utilizam robôs para aproveitar pequenas diferenças de cotação entre as exchanges.

Desse modo, as cotações entre as principais bolsas e exchanges negociadas em dólar caminham de forma quase simultânea. Além disso, temos o volume negociado em outras moedas, como Euro (EUR) e Libra Esterlina (GBP), além das stablecoins.

O grande volume negociado do Bitcoin em exchanges em países com regulação mais fraca torna ainda mais difícil saber quanto deste fluxo é efetivamente de clientes finais.

No entanto, é inegável que dentro dos EUA, o volume da CME por vezes supera a soma das exchanges reguladas no país.

Onde acompanhar esses dados?

O site bitcointradevolume.com apresenta os dados de volume das últimas 24 horas selecionadas pela Bitwise com o maior nível de transparência na negociação em dólares.

É importante notar que o preço do contrato futuro usualmente negocia um pouco acima do mercado normal das exchanges. Isto ocorre em quase todos os ativos, já que o vendedor está postergando o recebimento do valor. Por este motivo, demanda um montante maior do que a venda à vista.

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Onde eu posso investir o meu dinheiro para render mais?

Quando falamos em investir, é comum que as pessoas pensem em uma única aplicação, como Tesouro Direto ou fundos DI. No entanto, para obter um bom equilíbrio entre risco e rentabilidade, o ideal é ter uma carteira diversificada. Por isso, fica a dúvida: onde investir meu dinheiro?

Você não precisa ler todos os livros sobre investimentos para saber a resposta! Em primeiro lugar, é preciso conhecer seu perfil de investidor para garantir que as aplicações escolhidas sejam as mais adequadas para o seu caso. Para isso, é necessário entender seus objetivos e saber como você se sente em relação a riscos.

Falaremos um pouco mais sobre o tema e, na sequência, veremos quais são as opções para investir seu dinheiro. Acompanhe!

Qual é a importância de conhecer meu perfil de investidor?

Quando temos algum problema de saúde, não vamos à farmácia e pedimos o melhor remédio. Nós vamos ao médico, ele ouve o que temos a dizer, nos examina, solicita exames, e só então fecha um diagnóstico e prescreve o tratamento.

Com a nossa vida financeira a lógica é a mesma: o que é bom para um não é necessariamente o melhor para o outro. Pense em um pai de família, com 45 anos, um financiamento imobiliário, dois filhos em idade escolar e que ainda ajuda os pais financeiramente. Ele tem muitos compromissos financeiros e seus investimentos devem levar isso em consideração.

Agora compare-o com uma pessoa solteira, de 25 anos, que mora com os pais e não precisa contribuir com as despesas da casa. Teoricamente, ela pode ter aplicações mais arriscadas, não é mesmo?

É claro, existe ainda outro fator. Ele é mais de ordem emocional e está ligado a como a pessoa se sente em relação a aplicações de risco.

Algumas pessoas ficam muito desconfortáveis quando veem suas aplicações com rendimento negativo. Nessas situações, podem acabar não tomando a decisão mais racional. Já outras lidam bem com o risco e entendem que isso faz parte do mercado.

Não existe um perfil melhor do que o outro, apenas perfis diferentes. A questão é escolher produtos adequados e em proporção que deixe a relação risco-retorno alinhada com o seu perfil de investidor.

Por fim, vale mencionar que isso também não é algo estático. Nosso perfil pode mudar conforme ganhamos mais conhecimento sobre o mercado ou quando a nossa situação muda.

Onde investir meu dinheiro?

O mercado financeiro oferece uma vasta gama de produtos de investimento, para todos os perfis e objetivos. Vamos ver alguns deles e entender as possibilidades de ganhos e seus riscos.

Tesouro Direto

Na verdade, o Tesouro Direto não é uma aplicação. É o programa pelo qual Pessoas Físicas podem comprar títulos públicos federais. Existem três tipos de títulos à venda, com rentabilidades e riscos diferentes:

  • Tesouro Selic: é um título pós-fixado, ou seja, que acompanha a variação de algum índice, no caso, a Selic. Assim, quando a taxa básica de juros sobe, a rentabilidade dele também aumenta, e vice-versa. Tem um nível de risco considerado baixíssimo;
  • Tesouro Prefixado: aqui o aportador sabe, no momento da aplicação, exatamente quanto vai receber se ficar com aquele título até o vencimento. Os títulos com prazo de vencimento mais longo podem sofrer mais oscilações;
  • Tesouro IPCA+: trata-se de um título híbrido, cuja rentabilidade é formada por uma parcela pós-fixada, que acompanha o IPCA, e outra prefixada. Essa parcela prefixada também está sujeita a oscilações.
Tesouro Direto: como investir?

CDB

Assim como os títulos públicos, os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) são aplicações de renda fixa, ou seja, sua rentabilidade segue determinadas regras. A principal diferença é que aqui estamos falando de títulos privados, emitidos por bancos.

Alguns CDBs têm liquidez diária e podem ser resgatados a qualquer momento. Nesses casos, são considerados aplicações de baixo risco, especialmente se forem de grandes bancos. Afinal, as chances de um deles quebrar e não pagar quem investiu são muito pequenas.

A questão é que risco e retorno geralmente andam de mãos dadas. Assim, CDBs pós-fixados de grandes bancos e com liquidez diária costumam pagar rendimentos baixos. No entanto, é possível conseguir retornos melhores com CDBs de bancos menores e que exijam que o dinheiro permaneça aplicado por mais tempo.

LCI e LCA

Aqui ainda estamos no campo da renda fixa, mas as coisas já são um pouco diferentes. As LCIs (Letras de Crédito Imobiliários) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) são emitidas pelos bancos para captar recursos para os setores imobiliário e agrícola, respectivamente.

O charme dessas aplicações é que, diferentemente das duas que mencionamos acima, ela é isenta de Imposto de Renda. No fim, isso faz com que, muitas vezes, elas tenham uma rentabilidade líquida superior às do Tesouro Selic e dos CDBs.

No entanto, vale lembrar que a maioria das LCIs e das LCAs exige que o dinheiro permaneça aplicado por determinado prazo. O fato de terem liquidez apenas no vencimento representa um risco, já que não será possível resgatar o dinheiro a qualquer momento.

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Fundos de investimento

Aqui estamos falando de um universo à parte. Fundos de investimento funcionam como uma aplicação coletiva. Várias pessoas aplicam o seu dinheiro e delegam a um gestor profissional a tarefa de decidir como esse montante será aplicado.

A questão é que existem fundos dos mais diversos tipos, dos mais conservadores aos mais agressivos. Eles podem aplicar apenas em títulos públicos de baixo risco ou em ativos mais arriscados.

É possível montar uma carteira altamente diversificada apenas com fundos de investimentos, e a vantagem é justamente essa. Os fundos multimercado, por exemplo, investem em vários mercados, como o nome diz, e podem adaptar suas estratégias ao cenário do momento.

Ações

As ações são um tipo de renda variável, ou seja, elas podem se valorizar ou se desvalorizar e depois mudar de direção. Nesse mercado, não existem limites para os ganhos, mas também é possível perder todo o investimento, embora isso não seja nada comum.

O fato é que quem quer alcançar a liberdade financeira precisa ter um pouco de risco na carteira. Isso envolve aplicar, por exemplo, em ações e títulos privados de renda fixa que tenham uma rentabilidade melhor. Quanto ao percentual de risco, depende muito, como dissemos, do seu perfil.

O ideal é contar com uma carteira de investimentos balanceada. É preciso equilibrar boa rentabilidade com os riscos que o seu perfil de investidor permite assumir, como é o caso das carteiras da Magnetis.

Agora você já sabe a resposta para a questão “onde investir meu dinheiro?” e tem condições de fazer escolhas para conquistar seus objetivos. Aproveite também para assistir ao nosso webinar sobre como começar a investir na bolsa!

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Keepkey: conheça mais sobre as carteiras offline

A KeepKey é mais um tipo de carteira cold wallet disponível aos interessados. Com a promessa de garantir mais segurança para as criptomoedas dos usuários, ela tem ganhado o interesse de muitas pessoas.

Ela é um tipo de carteira hardware, ou seja, que não fica conectada à internet (offline) e por isso oferece menos vulnerabilidade à invasões, vírus e outros tipos de ataques. Quer entender melhor? Siga conosco!

O que é uma wallet?

Antes de começarmos a falar sobre a KeepKey, é importante que você compreenda melhor o conceito de wallet, ou carteira.

Pessoa abrindo uma carteira
Carteiras como a Keepkey são offline e, portanto, oferecem maior segurança no mundo digital.

Como os criptoativos apenas existem no mundo digital, sem uma cópia física, como ocorre com as cédulas de dinheiro, precisamos de um dispositivo igualmente digital para armazená-los.

A wallet, portanto, é a responsável por armazenar as chaves secretas usadas para assinar digitalmente as transações que ocorrem na Blockchain.

Ela é um software que armazena as principais informações que você precisa para conseguir transacionar as suas criptomoedas.

Assim, uma carteira permite ao usuário enviar e receber valores graças ao armazenamento das chaves digitais criptografadas usadas para acessar os endereços de Bitcoins ou outras criptomoedas.

Existem diferentes tipos de carteiras, como: online, móvel, desktop, hardware e de papel.

Carteira online e carteira hardware: como funcionam?

A carteira online, como o próprio nome indica, é aquela que pode ser acessada e gerenciada de forma totalmente online, com a carteira ficando conectada à internet. Assim, o usuário não precisa se preocupar em baixar programas no computador ou no smartphone.

Um das vantagens principais que essa carteira apresenta é a versatilidade, uma vez que ela pode ser acessada de qualquer dispositivo.

Contudo, essa wallet fica hospedada nos servidores da empresa responsável por ela. O que significa que seu nível de segurança é menor, pois a sua chave privada e pública ficará nas mãos de terceiros.

Ainda que eles não tenham acesso a essas informações (porque elas são criptografadas antes de chegarem ao servidor), sempre corre-se o risco de ataques, invasões ou até queda nos servidores.

Já a carteira hardware é a que funciona de maneira offline. Ela é considerada o modo mais seguro de armazenamento, porém também conta com um preço mais elevado.

Esse tipo de carteira funciona como uma espécie de pen drive, sendo que é este dispositivo físico que armazenará as suas chaves criptografadas.

Algumas carteiras hardware permitem que, em caso de perda do dispositivo físico, o usuário recupere o saldo por meio da sua chave privada. 

É a mais usada quando falamos em armazenamento de grandes quantidades de criptomoedas, devido à segurança.

Porém, tem o inconveniente de ser mais difícil de transportar e de não ser prático para transacionar as criptos.

Outras carteiras conectadas à internet

Laptop sobre a mesa com livro e uma carteira.
Observe que entre alguns tipos de carteira de criptoativos, a Keepkey apresenta maior versatilidade.

Além dessas, ainda existem outros tipos de carteiras conectadas à internet, como:

  •          móvel: carteira de armazenamento via dispositivo móvel. Assim, você poderá manter a sua carteira no smartphone ou tablet. A vantagem é a mobilidade, pois você conseguirá enviar e receber dinheiro de qualquer lugar;
  •          desktop: funciona como um programa de computador. Essa também é uma carteira conectada à internet. A vantagem é que seu design permite mais níveis de segurança, pois impede que sejam lançadas técnicas de phishing, por exemplo.

Quais os outros tipos de carteiras offline existentes?

Há outros tipos de carteiras offline além da Hardware, outro tipo é a de papel, também conhecida como paper wallet.

Ela é uma carteira física que pode estar escrita em papel ou em outro tipo de material. O seu funcionamento é simples e pode ser aplicado a qualquer criptomoeda que utilize uma blockchain ou tecnologia semelhante.

Apesar de muito segura e fácil de transportar, a deterioração do papel (ou do plástico, dependendo de em qual material sua carteira é impressa) é um ponto significativo que compromete a segurança, levando a possibilidade de perda das suas informações.

Algumas desktop wallet também funcionam offline, mantendo as chaves privadas armazenadas na sua máquina física. Mas para fazer o recebimento de fundos e realizar movimentações, é preciso se conectar à internet.

Outra possibilidade é criar uma USB wallet, ou seja, exportar e salvar suas chaves privadas em um USB comum. 

Contudo, lembre-se que qualquer pessoa que tiver acesso ao USB conseguirá, também, acessar as suas chaves. Além disso, ainda podem existir falhas, já que o USB é um produto magnético.

O que é a KeepKey?

A KeepKey, como dissemos na introdução, é uma cold wallet, do tipo hardware. Ela trabalha junto de um software no navegador da internet, então o usuário precisará baixar uma extensão no browser para poder usar a carteira.

Assim, você manterá suas chaves criptografadas no dispositivo KeepKey e quando precisar realizar transações terá de conectá-la em seu computador por meio de um cabo USB. 

A extensão no browser é usada para criar a sua sentença de recuperação – um backup capaz de recuperar todos os fundos da sua carteira, de todas as criptomoedas armazenadas.

Quando você for fazer uma transação, precisará ter a KeepKey em mãos para inserir o PIN de autenticação (também gerado pela extensão no browser). Por isso, a KeepKey também funciona como um token de acesso.

Segurança

Como a KeepKey é uma carteira offline, ela costuma ser mais segura do que as versões conectadas à internet, como os aplicativos móveis ou as carteiras acessadas por meio dos navegadores.

Além disso, ela conta com outros pontos interessantes que favorecem à segurança, como o fato de ser a prova de vírus e malware (mesmo que, na hora de usar a extensão, seu computador esteja cheio de vírus, eles não serão transferidos para a sua KeepKey) e ainda dispõe de um PIN de bloqueio, para situações de perda, dano ou roubo, impedindo o acesso de intrusos.

A KeepKey tem outro diferencial: ela é construída com código-fonte melhorado e atualizado do Trezor – um software de alta qualidade e bastante seguro com vários protocolos.

No caso de perda das suas chaves privadas, você poderá acessar a sua frase de recuperação (configurada no primeiro uso da KeepKey) composta de 12 palavras.

Essa frase recupera as chaves privadas e, se você quiser um adicional, poderá adicionar uma palavra secreta extra à sua frase de recuperação.

Vantagens

A KeepKey, embora não seja uma das mais populares carteiras de hardware, apresenta algumas vantagens interessantes, como:

  •          tela maior que as concorrentes;
  •          ao conectar à KeepKey ao computador, você conseguirá receber, armazenar e enviar 54 tipos de criptomoedas e também poderá usar a ShapeShift integrada ao app para fazer o câmbio com mais de 500 pares de altcoins;
  •          é fácil de usar;
  •          tempo de resposta rápido;
  •          amplo suporte da comunidade.

Quais criptomoedas são possíveis armazenar na KeepKey?

Moedas fictícias de ethereum, bitcoin e Zcash.

A KeepKey permite armazenar e enviar 54 tipos de criptomoedas e ainda é possível fazer o câmbio com mais de 500 pares de altcoins. Algumas criptos que você poderá armazenar são:

  •          Bitcoin;
  •          Bitcoin Cash;
  •          Bitcoin Gold;
  •          Dash;
  •          Doge;
  •          Ethereum;
  •          Litecoin;
  •         OxBitcoin;
  •          Ox;
  •          Aelf;
  •          Aeternity;
  •          DAI;
  •          Maker;
  •          Ripio Credit Network;

Além destas, há outras criptomoedas que são passíveis de armazenamento na Keepkey.

Como enviar e receber criptomoedas pela KeepKey?

Antes de mais nada, você precisará criar um endereço na KeepKey. Para isso, use o navegador Chrome e baixe a extensão da KeepKey

Em seguida, conecte a sua KeepKey ao computador usando o cabo USB. Abra a extensão no Chrome e ela estará localizada no canto superior direito, próxima à barra de pesquisa.

Uma página abrirá e você deverá nomear a sua KeepKey, criar uma senha e registrar a chave de recuperação. Essa etapa também atualizará o seu dispositivo. Anote todas as informações no cartão que vem junto com o dispositivo e guarde em um lugar seguro.

Na sequência, você terá que criar uma conta. Não há limite de contas, mas para melhores resultados é recomendado no máximo 10. Quando uma conta é adicionada, ela não pode ser excluída e nem ocultada.

Para criar uma conta: abra o app KeepKey e insira o seu PIN, clique em “adicionar conta” no canto inferior direito da janela, selecione o menu suspenso para selecionar a conta que deseja adicionar. 

Atualmente, é possível criar contas para Bitcoin, Ethereum, Litecoin, DASH, Dogecoin e Bitcoin Cash. Os tokens ERC-20 são listados como subcontas em cada conta do Ethereum que você possui. Dê um nome para a sua carteira e pronto.

Recebimento de criptomoedas

Escolha a conta que você criou e que deseja usar para receber as criptos. Lembre-se que, se você criou, por exemplo, uma conta de Bitcoin, só poderá receber Bitcoins nela – e assim por diante.

Depois de clicar na conta da moeda que quer receber, clique em “Receive Bitcoin” (ou a outra cripto que você escolheu). 

Copie o endereço alfanumérico ou o QR Code que surgir na tela e mande os seus recursos para este endereço. Caso vá receber pagamentos ou alguém irá transferir moedas para você, compartilhe o QR Code ou endereço.

Envio de criptomoedas

Para enviar, conecte sua KeepKey no computador e abra a extensão no Chrome. Selecione a moeda que deseja enviar e clique em “send/trade”. Insira o endereço para onde as criptos serão enviadas, digite a quantidade, coloque a sua senha e pronto.

Quais outras carteiras de hardware existem?

Além da KeepKey, existem outras carteiras de hardware que também são bastante conhecidas e usadas. Vamos ver algumas delas.

Ledger Nano S

Carteira bastante recomendada, principalmente em termos de segurança. Ela pode ser usada em qualquer computador e também funciona como um dispositivo de backup para os usuários da Ledger Nano X (sobre a qual falaremos mais abaixo).

Algumas das moedas que você poderá armazenar são: Bitcoin, Bitcoin Cash, Bitcoin Gold, Ethereum, Ethereum Classic, Litecoin, Dogecoin, Zcash, Ripple, Dash, Stratis, Komodo, Ark, Expanse, Ubiq, Vertcoin, Viacoin, NEO, Stealhcoin, Stellar, Hcash, Digibyte, Qtum, PivX e PosW.

Ledger Nano X

Essa versão foi lançada depois da Ledger Nano S e possui algumas atualizações em relação ao modelo anterior

Ela conta com um chip seguro com certificado CC EAL5+ e as contas dos usuários podem ser restauradas em qualquer dispositivo Ledger ou em outra carteira compatível.

Possui habilitação bluetooth e capacidade de armazenamento, podendo instalar até 100 aplicativos ao mesmo tempo.

Essa carteira ainda suporta mais de 1100 criptomoedas diferentes e com o app Ledger Live é possível fazer transações mais facilmente pelo celular.

Trezor

Foi a primeira carteira hardware lançada. Existem dois modelos: a Trezor One e a Trezor T.

A Trezor One não tem tela sensível ao toque e o portfólio conta com 500 opções de criptomoedas. Ela funciona usando um software online específico para que você consiga enviar criptomoedas, gerar endereços e visualizar detalhes da sua conta.

A Trezor T tem um acabamento mais atraente que a anterior e tela com touchscreen, além de um slot para microSD. O portfólio é mais abrangente em termos de criptomoedas e também oferece mais recursos que a Trezor One.

Conclusão

Neste conteúdo, você viu que existem inúmeras carteiras para criptomoedas. As carteiras frias, ou cold wallet, são as que não ficam conectadas à internet – e por isso oferecem mais proteção.

Dentro dessas possibilidades, as carteiras hardware são as mais procuradas por quem deseja ainda mais segurança, e uma das opções é a KeepKey.

Se a sua ideia é usar a carteira para guardar grandes quantias de criptomoedas, nós recomendamos fortemente o uso das versões hardware, justamente pela segurança apresentada – e a KeepKey é uma escolha segura, prática e versátil, assim como as demais opções que apresentamos.

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O que é e quando usar o câmbio de Bitcoin?

Iniciar no mundo das criptomoedas tem seus desafios – um deles, geralmente, são os termos que podem confundir os iniciantes. Por exemplo, você sabe o que é câmbio de Bitcoin e como ele funciona?

Basicamente, o câmbio de Bitcoin é o processo de compra e venda da criptomoeda ou de transformar a criptomoeda em moedas fiduciárias, como real, dólar e euro. 

Esse processo é realizado por empresas chamadas exchanges que, na verdade, são muito semelhantes às casas de câmbio tradicionais.

Entender esse ponto é muito importante, pois está diretamente relacionado ao processo de compra e venda (trade) de Bitcoin e outras criptomoedas. Para lhe ajudar, montamos este conteúdo completo. Confira!

O que é e como funciona uma casa de câmbio tradicional?

Uma casa de câmbio nada mais é do que uma empresa, física ou online, que oferece o serviço da troca de uma moeda por outra.

Assim, as casas de câmbio são instituições financeiras voltadas à compra e venda de moedas de diferentes países, podendo ou não estarem vinculadas a bancos ou outras instituições financeiras.

Atualmente, as moedas mais tradicionais trocadas nessas casas de câmbio são o euro, o dólar americano e a libra esterlina.

O seu funcionamento é simples, sendo que a troca das moedas depende do valor da cotação naquele dia e também dependerá da finalidade de uso do dinheiro (turismo ou negócios), pois há diferença nos valores, sendo a moeda comercial mais barata do que a moeda de turismo.

Essa é uma maneira tradicional, prática e segura de trocar moedas diferentes por valores que costumam ser menores do que os praticados pelos bancos. Veja a seguir o que é uma casa de câmbio de bitcoin.     

Casa de câmbio de Bitcoin: o que é?

A casa de câmbio de Bitcoin, também chamada de Exchange, funciona de maneira bem semelhante à tradicional. A diferença, contudo, é que essas empresas são sempre online e trabalham exclusivamente com Bitcoins e outras criptomoedas e tokens.

Moedas fictícias de bitcoins sobre notas de dólares.
A maior busca pelo câmbio de bitcoins tem gerado um grande decréscimo na busca de moedas fiduciárias.

Ou seja, nessas empresas você consegue trocar moeda fiduciária por Bitcoin ou outra criptomoeda – e também vender suas criptomoedas para outras pessoas interessadas em comprá-las.

Dessa forma, uma casa de câmbio de Bitcoin é capaz de conectar compradores e vendedores, assegurando transações práticas, rápidas e seguras. Os valores praticados também dependem da cotação do criptoativo no momento da transação.

Trade de Bitcoin

O trade de Bitcoin, ou seja, o processo de compra e venda é mais seguro quando realizado dentro das exchanges. Outra possibilidade é a venda direta entre usuários, conhecida como P2P.

Quando esse tipo de venda ocorre, no entanto, é impossível sabermos a origem dos recursos que transitou na conta do comprador, especialmente quando a transação envolve moedas fiduciárias – e isso pode ser encarado como uma transação suspeita para a Receita Federal e outros órgãos.

Basicamente, uma exchange funciona de duas maneiras:

  • Vendendo diretamente criptoativos para as pessoas interessadas. Para isso, ela acumula diferentes criptomoedas compradas a baixo custo e as revende pela cotação atual do mercado junto das taxas de serviço, o pagamento pode ser feito com outras criptomoedas ou com moedas fiduciárias;
  • Realizando o trade de criptomoedas, nesse caso a exchange não faz a venda direta dos criptoativos, mas realiza uma intermediação aproximando compradores e vendedores, no entanto, cada transação é preciso pagar uma taxa à exchange.

Casas de câmbio tradicionais e Bitcoins

Algumas casas de câmbio tradicionais também negociam Bitcoin e outros criptoativos. No Brasil, existe uma empresa desse tipo que realiza a troca de Bitcoins por dólares americanos.

Para isso, a empresa cobra o Valor Efetivo Total (VET), que é a cotação da moeda acrescido do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e mais a taxa da corretora. Também é preciso respeitar o limite diário estipulado pelo Banco Central de R$10 mil por dia por CPF.

Mercado das casas de câmbio tradicionais

Essa inclusão de um novo serviço vem ao encontro do que temos visto ocorrer no mercado, de uma forma geral, especialmente com a queda na procura por algumas moedas fiduciárias tradicionais e o aumento da demanda pelo Bitcoin e outras criptomoedas.

Duas pessoas trocando cédulas de dinheiro.

Uma matéria da Cointelegraph mostrou que, durante a pandemia de Coronavírus, as exchanges de Bitcoins e criptomoedas no Brasil registraram mais de 200% de aumento em seu volume de negociação, enquanto as casas de câmbio tradicionais estão quase à beira da falência – com uma queda na negociação do dólar turismo em mais de 95%.

Isso se deve a muitos motivos, principalmente a grande valorização do Bitcoin, um dos únicos investimentos que não sofreu perdas significativas mesmo com a pandemia.

Além disso, a mudança na mentalidade do investidor também tem contribuído, o que tem tornado as criptomoedas mais conhecidas, aceitas e procuradas.

Principais dúvidas sobre câmbio de Bitcoin

Agora que você já entendeu melhor como funciona uma casa de câmbio de Bitcoin e os processos de compra e venda da criptomoeda, que tal desvendar as principais dúvidas sobre o tema? Confira!

1) Preciso ter muito dinheiro para investir em Bitcoin?

Não! O Bitcoin é um ativo bem democrático e é possível comprá-lo em pequenas porções, chamadas de Satoshi (em homenagem ao criador da criptomoeda).

Existem exchanges que aceitam ordens de compra a partir de R$50. A única dica é conferir certinho qual é a taxa de transferência cobrada e também para depósito em reais ou em dólares e demais operações.

2) Como faço para vender meus Bitcoins?

Sempre que você desejar vender seus Bitcoins, poderá fazê-lo por uma exchange. Basta transferir a quantidade de Bitcoins que você deseja vender para uma carteira em uma exchange e então vender essa quantidade por meio de uma ordem de venda.

Caso esteja precisando vender os Bitcoins para usar o dinheiro em uma viagem internacional, por exemplo, existem serviços como o Wirex que permitem converter seus Bitcoins em moedas locais por meio de um cartão de crédito.

Além disso, outra possibilidade é, ao invés de fazer o câmbio tradicional para uma viagem, usar os BTC para pagar suas contas, já que muitas empresas, lojas, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais já aceitam Bitcoins como pagamento. Assim, você evita sofrer com o câmbio.

3) Qual o melhor momento para comprar ou vender Bitcoins?

Não existe uma resposta a essa pergunta, pois tudo dependerá das tendências do mercado. Afinal, o Bitcoin é um ativo totalmente influenciável pela lei da oferta e da procura, já que não há nenhum mecanismo de controle do seu preço. Porém, com a crescente valorização, ele se tornou uma forma de investimento para muitas pessoas.

Pessoa usando laptop para verificar gráficos.
As transações financeiras com Bitcoins podem ser realizadas também no chamado Bitcoin ATM.

Se a sua ideia é trabalhar no curto prazo (day trade), é ainda mais importante analisar o mercado e evitar nadar contra a corrente. Saiba qual é o seu limite para conseguir ser resiliente nos momentos de baixa, sem perder poder de compra ou comprometer seus planos pessoais.

4) Por que o valor do Bitcoin pode sofrer alteração dependendo da exchange?

O valor do Bitcoin é determinado pelo usuário. Então, é ele que ditará o valor mais alto ou mais baixo dentro de uma corretora – o que é muito interessante, pois podem ser aproveitadas diferentes oportunidades de compra e venda.

5) O que acontece se minha internet cair ou meu computador desligar no meio de uma transação de Bitcoins?

Nada. Depois que você der o comando de compra ou de venda, a transação seguirá sozinha por meio da rede blockchain.

6) Como transformar Bitcoin em “dinheiro de verdade”?

Existem várias formas para transformar Bitcoin em real ou outra moeda fiduciária. É possível tanto transferir para uma conta bancária como para um cartão de crédito.

 O primeiro passo é ter uma carteira virtual, onde você receberá o Bitcoin, poderá transferi-lo e administrá-lo. Para transferir o valor da carteira virtual para a sua conta bancária, Paypal ou outros meios, será preciso usar os serviços de uma exchange.

Essas operações de saque são tarifadas e os valores são variáveis. Além disso, será preciso apresentar à exchange alguns documentos antes de começar a negociar Bitcoins, como: documento de identificação, comprovante de endereço e dados bancários vinculados ao CPF do titular.

O passo a passo é assim:

  1.    Você faz o cadastro em uma exchange da sua confiança e envia os documentos solicitados;
  2.     Transfere os seus Bitcoins para a carteira virtual;
  3. Verifica o quanto deseja transferir para sua conta bancária, Paypal, cartão de crédito ou outros;
  4.     Acessa a sua conta na exchange e seleciona a opção “depósito em dinheiro usando Bitcoins”;
  5. Preenche as informações solicitadas e efetiva a transferência.

Além das exchanges, outra possibilidade é o uso do Bitcoin ATM, uma espécie de caixa eletrônico, com a diferença que ele opera com compra e saque de criptomoedas diretamente da carteira virtual do usuário.

Neste conteúdo você aprendeu que o câmbio de Bitcoin consiste nas operações de compra e venda da criptomoeda, algo realizado por meio das exchanges, que são empresas semelhantes às casas de câmbio tradicionais, porém que operam apenas online e realizando a compra e venda de criptomoedas.

Como as exchanges têm um papel importantíssimo nas transações com criptomoedas, é fundamental escolher muito bem a empresa, conferindo os níveis de segurança, volume negociado, taxas cobradas e experiência dos outros usuários. 

Gostou deste conteúdo? Sabe tudo sobre câmbio de Bitcoin? Assine nossa newsletter e receba as novidades do blog diretamente no seu e-mail! 

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Conheça os tipos de ações que você vai encontrar na Bolsa de Valores

Quem quer aplicar o dinheiro em ações encontra hoje na B3 uma ampla mistura de letras e números que identificam os papéis. São os chamados tickers, a exemplo de MGLU3, AMZO34, GSFI11 e IVVB11. Em alguns casos, uma empresa pode ter até três tipos de papéis diferentes. É o caso da Vale, que negocia os papéis VALE3, VALE4 e VALE5. Não tem ideia do que significam e qual é a diferença entre os tipos de ação existentes na bolsa? Então, este post é para você!

Com a taxa de juros na mínima histórica (2% ao ano), o investimento em ações nunca foi tão popular no Brasil. A história de milionários que fizeram dinheiro na bolsa de valores mostra que é possível investir em ações e alcançar a estabilidade financeira. Entre os exemplos estão Luiz Barsi e Luiz Alves Paes de Barros.

Contudo, para reduzir a possibilidade de perdas, é preciso ter conhecimento sobre o mercado de capitais. Entenda abaixo o que é uma ação, quais são os tipos de ação que você vai encontrar na bolsa e como fazer as melhores escolhas!

O que é uma ação?

Ações são cotas (“pedaços”) de uma empresa. Quando uma organização tem capital aberto, seu patrimônio é dividido em milhões de frações. O capital social da Petrobras, por exemplo, é composto por mais de 13 milhões de ações.

É fixado um valor para cada um desses pedaços, e seus compradores (acionistas) serão sócios da empresa na proporção de suas ações.

Essas cotas são chamadas de papéis porque, antigamente, as ações eram títulos impressos em papel. Atualmente, todo o processo de compra e venda é feito de forma online, e a ação é um título digital.

Uma empresa emite ações no mercado com o objetivo de expandir o negócio ou reforçar a operação.

Quais são os tipos de ação?

Na maior parte dos casos, cada empresa tem um único tipo de ação. No Brasil, o cenário também era assim no início das negociações na bolsa.

Entretanto, no início do século 20 ainda havia poucas empresas listadas, pouco capital investido e muita desconfiança por parte dos empresários. Estes tinham receio de que um estranho comprasse a maioria de suas ações e seus gestores perdessem o controle da empresa.

No intuito de atrair mais empresas e aplicadores, a bolsa criou um outro tipo de ação, que não dava direito a voto. Desde então, as empresas passaram a ter dois tipos de papéis: as ações preferenciais (PN) e as ações ordinárias (ON).

Quais são as diferenças entre ações preferenciais e ordinárias?

As ações preferenciais (PN) não dão direito a voto, mas, como contrapartida, garantem a preferência na distribuição do lucro, ou seja, seus dividendos.

Já as ações ordinárias (ON) dão direito a voto nas assembleias, mas deixam seus acionistas em segundo plano na distribuição dos dividendos.

Ou seja, ambas as ações distribuem proventos e têm valores similares caso pertençam à mesma empresa. A diferença principal é em relação à prioridade do recebimento.

É por meio das ações ordinárias que quem investe pode controlar as decisões da empresa caso obtenha pelo menos 50,01% de suas ações (sócio majoritário). Isso explica por que esse tipo de ação é tão cobiçado.

A ideia de que quem investe em uma ação ordinária se torna um pouco dono da empresa pode preocupar o iniciante na bolsa. Isso porque deter os papéis passa a impressão de que haverá responsabilidade sobre a gestão da empresa.

Entretanto, apesar de ser acionista e ter direito a voto, quem investe não é responsabilizado caso a empresa não cumpra com suas obrigações, por exemplo. Isso acontece em negócios de capital fechado, mas não em empresas listadas na bolsa, ou seja, de capital aberto.

Você provavelmente terá pouca interferência na empresa como acionista minoritário (que detém uma parte pequena do total do capital social da empresa). O mais importante é que terá garantido o direito de receber uma parte dos lucros da empresa, que será proporcional ao número de papéis adquiridos.

O que significa comprar ações em IPO?

Uma ação é tradicionalmente negociada no mercado secundário. Ou seja, pode ser adquirida de outros aplicadores, que a disponibilizam para a compra. Mas há também uma outra forma de comprar um papel: no mercado primário, por meio de uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).

A aquisição de ações em um IPO significa ter prioridade para ajudar a formar o preço da nova ação.O IPO é restrito a poucos aplicadores, que podem se beneficiar de uma rentabilidade adicional. Isso porque o preço do papel oscila até que a negociação seja aberta a todos os aplicadores.

Para participar de um IPO, é preciso primeiro abrir uma conta em uma corretora ou um banco que esteja participando da oferta. Depois, a compra deve ser reservada pelo home broker antes da realização do IPO.

É necessário dizer quanto se deseja aplicar e o preço máximo que se aceita pagar pelo papel. Ao menos um porcentual da operação tem de ser garantido com um sinal em dinheiro ou outros ativos.

Caso a demanda seja maior do que a esperada, as ações são divididas. Se o preço máximo que quem investe deseja pagar for ultrapassado, ele é descartado do IPO.

Como escolher entre ações ordinárias e preferenciais?

Escolher entre ações ordinárias ou preferenciais depende da estratégia de quem investe. Veja abaixo alguns pontos que devem ser considerados na decisão.

Dividendos

O artigo 17 da Lei 6.404/76 determina que pelo menos 25% do lucro líquido do exercício seja distribuído a acionistas que tenham ações preferenciais. Essa característica pode tornar esse tipo de ação uma alternativa atraente.

Liquidez

As ações preferenciais costumam ser mais negociadas na bolsa do que as ações ordinárias. Ou seja, quem investe pode vendê-las mais rapidamente do que venderia ações ordinárias, a qualquer momento do pregão.

Novo Mercado

Caso a empresa esteja listada no Novo Mercado, ela só pode disponibilizar aos acionistas ações ordinárias. Neste segmento de mercado da bolsa são incluídas companhias que têm um padrão de governança superior no mercado.

Ou seja, são empresas mais transparentes, que têm meios de fiscalização mais rigorosos e que dão mais direitos aos acionistas. Esses são fatores que tendem a valorizar o papel.

Tag along

As ações preferenciais não incluem o tag along, mecanismo de proteção aos acionistas minoritários no caso de mudança no controle da companhia. Nele, os controladores são obrigados a assegurar aos acionistas o preço mínimo de 80% do valor pago por ação em caso de venda da empresa.

É esse dispositivo que explica por que as ações ordinárias se valorizam tanto quando há mudança do controle acionário de uma empresa.

Quais são as classes de ações?

As ações são identificadas com 4 letras e um número. Os papéis ordinários recebem o número 3. Entre os exemplos podemos citar as ações da Cielo (CIEL3) e as da Ambev (ABEV3). Já os preferenciais são classificados com o número 4. É o caso das ações do Bradesco (BBDC4) e do Itaú (ITUB4).

Uma empresa pode emitir apenas papéis ordinários ou listar papéis ordinários e preferenciais. É o caso da Petrobras, que tem papéis listados como PETR3 e PETR4.

Mas além do número 3 e 4 há ainda outros tipos de distinções entre as ações da Bolsa. As empresas podem também classificar os papéis segundo critérios como distribuição de dividendos, restrição quanto à posse de ações, dimensão do poder de voto etc.

As classes de ações também podem depender do porte da empresa no mercado de capitais. Saiba mais sobre as diferentes classes de ações a seguir.

Ações nominativas

Atualmente, o investimento em ações pode ser considerado seguro: todos os papéis são vinculados ao nome e CPF de quem investe. Esse registro é incluído na B3 e no livro de registro de ações da companhia.

Mas nem sempre foi assim. Até 1990 poderiam existir ações que não eram nominativas no mercado.

Small caps

O segmento de small caps categoriza papéis de empresas com baixa capitalização e, consequentemente, menor liquidez. Contudo, as small caps tendem a ter maior potencial de crescimento do que as mid caps e large caps. São exemplos de small caps papéis como Lojas Marisa, Camil e Marcopolo.

Mid caps

Já o segmento de mid caps inclui companhias com médio a alto valor de mercado. Ou seja, sua liquidez é maior que a das small caps. Entre as mid caps estão empresas como Carrefour, Suzano e Itaúsa.

Blue chips

O nome blue chips define as ações mais negociadas da bolsa. Essas ações com maior demanda geralmente são de empresas de grande porte, conhecidas por um público amplo e com um histórico de bons resultados financeiros.

Ações com código 5 e 6

O código 5 é utilizado para classificar ações preferenciais da classe A (PNA), quando existirem. Esse código descreve papéis que têm recebimento prioritário de dividendos no valor de 10% ao ano. Esse porcentual é calculado sobre a parcela desse tipo de ação no capital social da empresa. Exemplos de companhias que emitem papéis com código 5 são a Vale (VALE5) e a Usiminas (USIM5).

Já o código 6 descreve as ações preferenciais da classe B (PNB). Esses papéis têm prioridade no reembolso do capital, sem prêmio, caso a companhia seja liquidada. Também distribuem um valor preestabelecido de dividendo que deve ser 10% maior que o de qualquer ação ordinária. Um exemplo de companhia que emite ações do tipo é a Eletrobras (ELET6).

Ações com código 11

Ativos listados na B3 com o código 11 podem representar quatro títulos particulares: BDRs, units, fundos de índice e fundos imobiliários. Conheça mais sobre cada um deles.

BDRs

Os certificados de depósitos de ações (Brazilian Depositary Receipts, na sigla em inglês) são títulos atrelados a papéis de companhias no exterior. Os BDRs são listados na bolsa e negociados em reais e podem ou não ter o aval da empresa emissora.

São a forma de negociar no Brasil papéis de empresas como Google e Apple (GOOG34 e AAPL34, respectivamente). Recentemente, a comercialização de BDRs do tipo não patrocinado passou a ser permitida para pequenos aplicadores.

Units

As units também são descritas com o número 11 e definem um pacote acionário que é composto por ações preferenciais e ordinárias. Esse tipo de ação atrai quem deseja ter um pouco das duas estratégias. A proporção de ambos os tipos vai variar conforme a empresa. Exemplos de companhias listadas que oferecem units são o Banco Inter e a AES Tietê.

Fundos de índice

Em vez de investir em uma ação da bolsa, você pode investir em um fundo de índice (ETF). Essa aplicação representa a performance global das empresas listadas em um determinado indicador. Por exemplo, o BOVA11 é um fundo que busca seguir o Ibovespa.

Fundos imobiliários

Os fundos imobiliários (FIIs) aplicam 75% do patrimônio em imóveis físicos para locação ou títulos relacionados ao segmento, como CRIs e LCIs. Essa aplicação distribui proventos regularmente.

Apesar de não ser uma ação ou aplicar seu portfólio em papéis, esse tipo de fundo é negociado na bolsa. Por isso, recebe o código 11. Entre os exemplos de FIIs estão o Grand Plaza Shopping (ABCP11) e Cyrela Commercial Properties (CEOC11B).

O mercado acionário brasileiro tende à unificação das ações?

Atualmente, a divisão de ações entre preferenciais e ordinárias perdeu o sentido. Essa diferença não costuma ser bem-vista por quem investe, pois sugere falta de transparência e distinção entre acionistas minoritários e majoritários.

Por conta disso existe um esforço da bolsa para incentivar a unificação das ações das empresas, estimulando boas práticas de gestão e extinção dessas diferenças.

Como resultado, novas emissões de papéis têm sido feitas por meio de ações ordinárias. São também frequentes os anúncios de programas de conversão de papéis preferenciais em ordinários. Foi o caso da Vale, que converteu suas ações preferenciais para ordinárias em 2017, e da Via Varejo, que realizou o mesmo processo em 2018.

Como comprar ações na bolsa?

Quem quiser comprar ações precisa abrir conta em uma corretora. O processo é todo online: basta informar alguns dados pessoais e enviar foto de documentos como CPF e RG. Depois, é só transferir dinheiro de uma conta bancária para essa nova conta, via TED, e começar a aplicar.

A compra de ações é feita pelo home broker da instituição financeira. Para comprar um papel, basta digitar o ticker da ação correspondente e optar pelo lote-padrão. Pode-se também adicionar a letra F ao final do ticker para comprar no mercado fracionário. Pronto: agora é só enviar a ordem de compra.

A maioria das corretoras cobra uma taxa de corretagem por cada compra e venda de ação. Além disso, atualmente a B3 cobra 0,030% de taxa de custódia por operação realizada.

Em caso de venda das ações, incide Imposto de Renda sobre o lucro obtido com os papéis. Porém, a operação é isenta caso as vendas não ultrapassem R$ 20 mil no mês.

Qual é a importância de contar com uma assessoria de investimentos?

Antes de optar por um dos tipos de ação negociados na bolsa, é necessário descobrir qual é o seu perfil de risco. Para isso, você pode contar com o auxílio de uma assessoria de investimento.

Atualmente, as assessorias podem mapear o apetite por risco de quem investe por meio de sistemas baseados em algoritmos matemáticos.

Esse modelo é o ponto de partida para o início de um processo de planejamento do investimento e monitoramento constante das aplicações. Agora que você conhece os tipos de ação disponíveis no mercado financeiro, descubra como investir na bolsa para o longo prazo.

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Qual o melhor investimento em renda fixa? Veja as opções

Muitas pessoas passaram a ter dúvidas sobre se ainda vale a pena investir na renda fixa com os juros na mínima histórica. A resposta é sim, principalmente se você começou a conhecer o mundo dos investimentos e não quer arriscar muito. Isso porque a renda fixa é a maneira mais segura de aplicar o seu dinheiro.

Mas o universo da renda fixa vai muito além da poupança, do Tesouro Direto e dos CDBs. Existem diversas outras aplicações, como LCIs, LCAs, fundos, ETFs, debêntures, Letras Financeiras, CRIs e CRAs.

Essas opções podem ter risco semelhante ou ser mais arriscadas do que as aplicações mais conhecidas de renda fixa. É importante ressaltar que, quanto maior o risco, maior será a rentabilidade, mesmo dentro de uma modalidade considerada segura.

Está em dúvida sobre em qual tipo de aplicação investir? Acompanhe este post e veja as melhores opções!

O que são os investimentos em renda fixa?

Investimentos em renda fixa são aplicações em que, no momento da contratação, você pode prever qual será a regra de rentabilidade dos ativos.Em outras palavras, ao aplicar o seu dinheiro, é possível saber de quanto será o retorno ao final do prazo daquele título.

Esse retorno pode ser fixado em um percentual mensal ou seguir indicadores financeiros, como a taxa Selic, o CDI e o IPCA.

Os investimentos de renda fixa são de dois tipos: prefixados e pós-fixados. Em investimentos prefixados, quem investe consegue saber exatamente quanto terá de retorno no vencimento do título. Já nos pós-fixados, a variação vai depender do índice que o título acompanha.

Aplicações indexadas à Selic são mais previsíveis. Já as indexadas à inflação mantêm o poder de compra de quem aplica, mas são mais voláteis. Portanto, títulos atrelados à Selic são mais indicados no curto e no médio prazo. Os ligados à inflação, por sua vez, são mais indicados para objetivos de longo prazo.

Ao adquirir um título de renda fixa, você estará emprestando o seu dinheiro ao governo, a um banco ou a uma empresa. Em troca, receberá rendimentos provenientes de juros.

O dinheiro de quem investe geralmente é usado para pagar dívidas do emissor do título. Também pode financiar projetos específicos de uma empresa ou desenvolver um setor da economia.

Qual é a diferença entre renda fixa e renda variável?

A renda variável, diferentemente da renda fixa, oferece retornos instáveis. Ou seja, quem aplica não sabe qual é o retorno que receberá pela aplicação no futuro. Portanto, é uma categoria de investimentos mais arriscada.

Por outro lado, aplicações desse tipo costumam oferecer retornos maiores do que os proporcionados pela renda fixa. Geralmente, têm como referência indicadores da categoria, como o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores.

Alguns tipos de aplicações buscam acompanhar esses índices, enquanto outros buscam superá-los. São exemplos de investimentos de renda variável:

  • ações;
  • fundos imobiliários;
  • ETFs de renda variável;
  • fundos multimercado;
  • fundos de ações.

Para quem a renda fixa é indicada?

A renda fixa é a melhor opção para quem deseja montar uma reserva de emergência. Se esse for o seu objetivo, a opção mais recomendada por especialistas é o Tesouro Selic ou títulos que tenham liquidez diária. Nesse caso, o dinheiro poderá ser resgatado a qualquer momento em caso de emergência, sem perda do valor investido.

Apesar de ser uma categoria considerada segura, isso não quer dizer que somente pessoas conservadoras e cautelosas devem buscar a renda fixa.

Por conta de seu escopo amplo de produtos, ela é uma classe de ativos recomendada para carteiras de investimentos de qualquer perfil de risco. Ou seja, é aconselhável ter parte dos recursos aplicados na modalidade como forma de diversificar e minimizar riscos.

As opções começam com CDBs de liquidez diária, indicados para perfis mais conservadores. Já os fundos de crédito privado e as debêntures são mais recomendados para compor carteiras de investimento com perfil de moderado a arrojado.

Quais são as opções de investimentos em renda fixa e como compará-las?

De forma geral, os principais investimentos em renda fixa são:

Observe que não incluímos a poupança entre as opções, já que hoje ela é considerada o pior investimento de renda fixa. Inclusive, seu rendimento pode até perder para a inflação.

Para comparar os títulos, é preciso avaliar a rentabilidade, a liquidez e o risco. Outro aspecto que não pode ser ignorado é o prazo da aplicação. Trata-se do período em que o dinheiro ficará aplicado, que começa na hora do investimento e vai até o dia do resgate.

Para definir qual é o melhor prazo para você, é preciso ter em mente a finalidade do investimento. Afinal, nossos objetivos podem ser de curto, médio ou longo prazo.

Quais são os melhores investimentos de renda fixa?

Em cada tipo de aplicação de renda fixa é possível optar por títulos mais ou menos rentáveis. Os prazos também são variáveis (mais curtos ou longos), assim como os emissores (banco de médio porte, banco de maior porte, empresas, etc).

Geralmente, quanto maior é o retorno oferecido pelo título, maior será o prazo da aplicação, menor a liquidez e maior o risco. Alguns títulos têm prazo de carência, não permitindo resgate antecipado do dinheiro, sob o risco de você pagar multas ou perder parte dos rendimentos.

Entre os custos dos títulos estão o IOF, o Imposto de Renda e a taxa de custódia. Quanto maior for o tempo de aplicação, menor será a alíquota do IR cobrada no resgate. Inclusive, alguns títulos são isentos desse imposto.

Já o IOF só é cobrado se o dinheiro for resgatado nos primeiros 30 dias da aplicação. Por fim, a taxa de custódia é cobrada apenas no Tesouro Direto.

Conheça, a seguir, as principais opções de investimento em renda fixa.

1. Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma das primeiras opções de quem não quer correr riscos. Os papéis negociados são emitidos pelo Tesouro Nacional para que o país possa pagar suas dívidas.

Entre os títulos públicos negociados na plataforma, destaca-se o Tesouro IPCA+, que rende mais do que a inflação. Assim, você não corre o risco de perder poder de compra. Afinal, seu dinheiro mantém o valor mesmo que os preços de produtos e serviços aumentem.

Os títulos do Tesouro Direto não têm a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mas são garantidos pelo Tesouro Nacional. Aliás, o governo é considerado o emissor mais seguro de uma economia.

2. CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) também é indicado para os perfis mais conservadores porque não oferece grandes riscos.

Nessa opção, você estará emprestando dinheiro para os bancos, de forma que eles tenham recursos para financiar os serviços oferecidos a clientes.

Tais títulos têm a garantia do FGC para valores de até R$ 250 mil por instituição financeira e CPF. Assim, o aplicador tem o dinheiro de volta caso o banco ou a corretora tenha problemas graves de administração.

3. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) ou do Agronegócio (LCAs) captam recursos para instituições financeiras que atuam no setor de imóveis e na agricultura.

Por ser um investimento que gera resultados para dois segmentos importantes da economia do país, os títulos são isentos de Imposto de Renda.Portanto, quem investe recebe o valor líquido dos rendimentos.

Além do benefício tributário, as LCIs e as LCAs são garantidas pelo FGC,assim como os CDBs.

4. Fundo DI

Os fundos DI são fundos de investimento nos quais é possível prever a remuneração, que segue a taxa Selic. Geralmente, a liquidez da aplicação é diária, de modo que você pode resgatar o dinheiro aplicado a qualquer momento. Por não oferecer grandes riscos, os fundos DI são uma opção para uma carteira de investimentos conservadora.

Contudo, é preciso ficar atento ao Imposto de Renda, cuja alíquota diminui conforme o tempo de aplicação aumenta. Assim, quem opta por resgatar o dinheiro em pouco tempo paga uma alíquota maior do imposto. Essa característica pode fazer com que a aplicação não compense para objetivos de curto prazo.

Também, é importante lembrar que os fundos de investimento não têm a garantia do FGC.

5. ETF de renda fixa

O ETF de renda fixa é um fundo que segue um indicador, ou seja, tem uma gestão passiva. Além disso, suas cotas são negociadas diretamente na bolsa de valores.

Esse tipo de investimento tem uma alíquota de 15% de Imposto de Renda, independente do prazo da aplicação. A tributação é feita na fonte, ou seja, ocorre automaticamente na hora do saque.

Existem seis opções de ETF de renda fixa no mercado:

  • IMAB11 – ETF estruturado pelo Itaú e patrocinado pelo Tesouro Nacional. Sua carteira é composta por títulos públicos atrelados à inflação, e a taxa de administração é de 0,25% ao ano;
  • FIXA11 – ETF da gestora coreana Mirae Asset. Replica a curva de juros de três anos, um indicador que ajuda a prever o comportamento da Selic. A taxa de administração é de 0,30% ao ano;
  • IMBB11 e B5MB11 – ETFs do Bradesco, seguem o índice IMA-B e IMA-B5, respectivamente. Ambos acompanham a evolução de preços dos títulos públicos indexados à inflação. A diferença é que o IMA-B5 acompanha títulos com prazo de até cinco anos. Ambos cobram taxa de administração de 0,20% ao ano;
  • IB5M11 – estruturado pelo Itaú, segue o índice IMA-B5+, que monitora títulos indexados à inflação com prazo igual ou maior do que cinco anos. Tem taxa de administração de 0,25% ao ano;
  • IRFM11 – ETF do Itaú que tem como referência o índice calculado pela Anbima, que acompanha os títulos públicos prefixados. Cobra taxa de administração de 0,20% ao ano.

O dinheiro aplicado em ETFs não é garantido pelo FGC.

6. Debêntures

Para quem não tem medo de arriscar um pouco e deseja montar uma carteira de investimentos diversificada, as debêntures podem ser uma boa opção. Elas funcionam como uma compra de dívida de empresas privadas, que devolvem o dinheiro acrescido de juros.

O risco é o de a companhia não cumprir com o pagamento da aplicação, e isso pode acontecer por diferentes motivos, inclusive falência. Dessa forma, é preciso escolher muito bem a empresa em que você pretende aplicar o seu dinheiro.

Além disso, para não ter descontos de Imposto de Renda e de IOF, o indicado é buscar empresas que atuam no setor de infraestrutura. Afinal, elas podem emitir as debêntures incentivadas, que são isentas de tais impostos.

Uma forma de diversificar e minimizar riscos é investir em um fundo de crédito privado, que aplique sua carteira em debêntures de diversas companhias.

7. Letras de câmbio

São semelhantes aos CDBs, mas os títulos são emitidos por financeiras, geralmente menores do que os bancos emissores de CDBs.

Apesar de oferecerem mais risco do que os títulos emitidos pelos bancos, as Letras de Câmbio também são garantidas pelo FGC.

8. CRIs e CRAs

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) aplicam nos segmentos de imóveis e agrícola. Por isso, são semelhantes às LCIs e LCAs, mas são emitidos por securitizadoras.

O investimento não tem a garantia do FGC, de modo que é necessário prestar atenção na nota de crédito da instituição que emite o título. É uma forma de evitar aplicar dinheiro em instituições com problemas financeiros. Caso isso aconteça, a quantia aplicada pode não ser devolvida a quem investe.

Como escolher o melhor investimento de renda fixa para você?

Para encontrar o melhor investimento de renda fixa, é preciso entender a situação atual da economia do país. Isso porque o cenário macroeconômico influencia diretamente a rentabilidade e os resultados das aplicações.

Além disso, sempre tenha em mente seus objetivos para encontrar aplicações que atendam às suas necessidades e condições financeiras.

Como começar a investir em renda fixa?

Para aplicar em um título de renda fixa, você precisa abrir conta em uma corretora. O processo é todo on-line, bastando informar seus dados pessoais e enviar fotos de documentos, como RG, CPF e comprovante de residência. Após a aprovação do cadastro, basta criar login e senha, buscar o tipo de investimento e começar a aplicar!

Para enviar dinheiro para a corretora, é preciso fazer uma TED de sua conta bancária para a nova conta. Na data de vencimento do título, seu dinheiro, acrescido dos rendimentos, será resgatado automaticamente.

Agora que você já sabe decidir qual é a melhor aplicação em renda fixa no seu caso, que tal conhecer outras modalidades de investimento? Baixe o nosso Guia Completo sobre os Tipos de Investimentos e tire suas dúvidas!

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4 vantagens de ter letras financeiras na carteira de investimentos

O mercado financeiro é muito mais do que apenas Tesouro Direto e ações. Para quem procura opções com rentabilidade mais alta na renda fixa, as letras financeiras podem ser uma opção.

Essa é uma alternativa mais voltada para quem pode aplicar um volume maior de recursos, porque a aplicação inicial mínima é de R$ 150 mil. Além disso, é preciso esperar pelo menos dois anos para resgatar o dinheiro. Em compensação, o rendimento costuma ser mais elevado do que em outros investimentos de renda fixa.

Neste artigo, vamos explicar melhor o que são e como funcionam as letras financeiras. Confira!

O que são letras financeiras?

Letras financeiras (LFs) são aplicações de renda fixa. Talvez você já conheça a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). A primeira tem como objetivo captar recursos para o setor imobiliário e a segunda, para o agronegócio.

Já as letras financeiras são emitidas por bancos e instituições financeiras com a finalidade de captar recursos de longo prazo. Por isso, têm vencimento superior a dois anos, ou seja, você não pode resgatar o dinheiro aplicado antes desse prazo.

Assim como acontece com outras aplicações, como a Letra Imobiliária Garantida (LIG), as letras financeiras vêm se popularizando. Elas têm seguido a tendência de maior diversificação do mercado financeiro.

Quais são as principais características das letras financeiras?

A letra financeira tem algumas características em comum com outras aplicações mais conhecidas do mercado financeiro, mas também conta com algumas particularidades.

Finalidade

Como dissemos no começo, as instituições financeiras emitem as LFs com o objetivo de captar recursos de longo prazo para financiar suas próprias atividades.

Aporte inicial

O aporte inicial mínimo é de R$ 150 mil, o que marca outra diferença em relação às LCIs e LCAs. Por isso, é uma aplicação mais voltada para quem tem um volume mais alto de recursos para investir. Além disso, a pessoa deve ter condições de deixar o dinheiro aplicado por um período mais longo.

Esse valor pode subir para R$ 300 mil no caso das letras financeiras subordinadas. Elas têm uma cláusula que diz que, em caso de insolvência, o pagamento do rendimento está condicionado à quitação de outras dívidas da instituição.

Assim, podemos dizer que as letras financeiras subordinadas têm um nível de risco mais alto e, justamente por isso, costumam oferecer rentabilidade maior.

Vencimento

O prazo de vencimento é de dois anos para as letras financeiras sênior (não subordinadas) e de cinco anos para as subordinadas. Isso quer dizer que o dinheiro deve permanecer aplicado por todo esse período. Por isso, é uma aplicação indicada para quem não vai precisar dos recursos no curto prazo.

Rentabilidade

Assim como ocorre com diversas outras aplicações de renda fixa, as letras financeiras podem ser prefixadas, pós-fixadas ou híbridas. Para relembrar os conceitos, investimentos prefixados são aqueles em que, no momento da aplicação, sabe-se exatamente qual será o rendimento.

Os pós-fixados são aqueles cujo rendimento acompanha a variação de algum índice de referência, como a taxa Selic ou o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Este se refere à taxa de juros que os bancos praticam entre si em empréstimos de curtíssimo prazo, normalmente de um dia. Inclusive, ele acompanha de perto a Selic.

Por fim, os híbridos apresentam uma parcela prefixada e outra pós-fixada, por exemplo, IPCA+3%. Isso quer dizer que esse título vai pagar a variação da inflação (parcela pós) mais 3% (parcela pré).

Embora haja essas três possibilidades, a grande maioria das letras financeiras são pós-fixadas e oferecem como rentabilidade um percentual do CDI

Risco

As letras financeiras têm risco de crédito, uma vez que existe a chance de a instituição quebrar e não pagar quem aplicou o dinheiro. No entanto, o nível desse risco depende da instituição financeira que emitiu a letra, assim como no caso dos CDBs.

Além disso, elas apresentam risco de liquidez, já que os recursos devem permanecer aplicados de dois a cinco anos. Por fim, vale mencionar que as LFs não contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), como acontece com as LCIs e LCAs.

Quais são as vantagens de investir em LFs?

As letras financeiras apresentam alguns diferenciais em relação a outros investimentos de renda fixa. Confira!

1. Rentabilidade

A principal vantagem da letra financeira é a possibilidade de se aproveitar rentabilidades mais elevadas no mercado de renda fixa. Isso é muito valioso em tempos de taxa Selic em patamares historicamente baixos.

O investimento é alto e o dinheiro fica preso por pelo menos dois anos. Por isso, ela costuma oferecer rendimentos superiores àqueles encontrados nas LCIs e nas LCAs.

2. Facilidade

Assim como as outras letras que mencionamos aqui, a aplicação é bem simples e está disponível em diversas corretoras de valores e bancos.

3. Diversificação

Em períodos de juros baixos, até mesmo pessoas com perfil mais conservador vão precisar diversificar. Assim, vão acabar colocando pelo menos uma parcela dos seus recursos em aplicações com maior risco. Se ficarem apenas nas opções de baixíssimo risco, existe uma grande chance de nem conseguirem repor a inflação, quanto mais rentabilizar a carteira.

As LFs têm risco de liquidez e de crédito, mas, ainda assim, trata-se de um risco moderado. Isso porque, ao comprar letras financeiras de instituições sólidas, o risco de crédito fica bastante reduzido.

4. IR reduzido

Como as LFs têm prazo superior a dois anos, a alíquota do Imposto de Renda vai ser sempre de 15%. É a menor entre os investimentos de renda fixa que sofrem a incidência do imposto.

Como investir em LFs?

As letras financeiras estão disponíveis em corretoras de valores e em bancos. Como sempre acontece quando falamos de investimentos, a dica aqui é pesquisar e comparar. Inclusive, não basta apenas confrontar as rentabilidades, é preciso levar em consideração os riscos. Assim, para que as opções sejam comparáveis, deve-se olhar o prazo da aplicação e os riscos.

Agora você já sabe como funcionam as letras financeiras e conhece as vantagens desse tipo de aplicação. Gostou do artigo? Aproveite a leitura e descubra nossas dicas para diversificar a sua carteira de investimentos!

análise de investimentos

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Itaú Corretora: veja se vale a pena investir por essa plataforma

como investir na bolsa de valores

Escolher uma boa corretora é o primeiro passo para investir com sucesso. No entanto, tomar uma decisão pode ser difícil, principalmente quando existem muitas opções. Por isso, neste post, vamos esclarecer as principais dúvidas a respeito da Itaú Corretora, uma das empresas mais conhecidas do mercado.

Afinal, a Itaú Corretora vale a pena? Quais são as vantagens e as desvantagens da empresa? É mais interessante investir em banco ou corretora? Vários tópicos precisam ser considerados antes de começar a aplicar o seu dinheiro.

Então, se você quer saber se a Itaú Corretora é uma opção viável, continue a leitura!

A Itaú Corretora é uma boa opção?

Geralmente, uma corretora deve oferecer taxas acessíveis, assessoria financeira, boa organização e serviços práticos que ajudam os clientes. Afinal, seus investimentos serão feitos por intermédio da instituição, de modo que é necessário buscar uma empresa competente e responsável.

Nesse contexto, é interessante considerar a Itaú Corretora, que faz parte do Itaú Unibanco, um dos principais bancos privados brasileiros. Seu nome carrega um peso grande no mercado financeiro e muitas pessoas confiam na instituição, que oferece um atendimento diferenciado aos clientes.

De modo geral, os serviços da empresa têm alta credibilidade e boa reputação no país. Mas será que essa é melhor opção para os seus investimentos? A seguir, veja quais são as principais vantagens da Itaú Corretora.

Assessoria exclusiva

A Itaú Corretora tem uma assessoria exclusiva para tirar as dúvidas dos clientes. É possível participar de chats com especialistas e ainda receber dicas de investimentos de acordo com seus objetivos. A corretora também oferece a opção de interagir com os analistas para receber recomendações personalizadas diariamente.

Logo, não importa se o seu perfil é arrojado, moderado ou conservador. A Itaú Corretora apresenta uma solução favorável para qualquer pessoa que busca rentabilidade, independentemente do valor que será investido.

Site integrado com a conta-corrente

Se você já é correntista no banco Itaú, pode aproveitar para usar as mesmas informações ao acessar a Itaú Corretora. As operações são integradas à conta-corrente, então é mais fácil preencher a documentação necessária.

Outra vantagem reside nos débitos e créditos das operações, que são feitas na conta-corrente, sem precisar transferir recursos. Normalmente, em corretoras, é necessário fazer transferências monetárias para concluir a ordem de compra. Contudo, na Itaú Corretora, as operações são simplificadas, feitas diretamente pela conta do banco.

Quem é correntista do Itaú também tem limite pré-aprovado para realizar investimentos na corretora. Porém, esses benefícios são voltados para quem já é cliente do banco. Se você não tem uma conta no Itaú, deverá preencher uma série de documentos para fazer o cadastro.

Acesso a relatórios diários do mercado

A Itaú Corretora oferece relatórios diários do mercado, mas com custo adicional. A instituição disponibiliza análises e materiais específicos sobre investimentos, com opiniões de 30 analistas que acompanham grandes empresas listadas na bolsa de valores.

Os relatórios também contemplam a maior cobertura de companhias de capital aberto no mercado, além de notícias e eventos sobre finanças.

Canais interativos

Um dos canais interativos da Itaú Corretora é o aplicativo da empresa. Nele, é possível conferir as cotações do dia, acompanhar os fundos imobiliários, a carteira de ações, títulos do Tesouro Direto, entre outras opções.

No site da corretora também é fácil visualizar e editar ferramentas importantes para tomar decisões. Além disso, são oferecidos canais de atendimento on-line para facilitar a comunicação entre o cliente e a empresa.

Conteúdos educacionais

Os conteúdos educacionais ajudam o cliente a entender mais sobre investimentos, especialmente o mercado de ações. Qualquer pessoa pode acessar vídeos, cursos, informações e dicas para melhorar o desempenho dos ativos.

As informações fornecidas pela corretora são essenciais para um bom aproveitamento do serviço.

Quais são as desvantagens da Itaú corretora?

Agora que você já conhece os benefícios de investir com a Itaú Corretora, veja quais são as principais desvantagens da instituição.

Cobrança de taxas de corretagem

A Itaú Corretora já foi alvo de reclamações de clientes em diferentes situações, principalmente por conta das taxas de corretagem. A empresa já chegou a aumentar o preço sem fazer nenhum aviso prévio, causando uma insatisfação generalizada.

O valor da taxa de corretagem do Itaú é de R$ 10 + 0,3% por ordem para operação normal e R$ 8 + 0,2% por ordem para day trade. A taxa é zero para Tesouro Direto e debêntures. Entretanto, esse valor é alto comparado com outras corretoras famosas do mercado.

Inclusive, por ser uma corretora associada diretamente ao banco Itaú, os valores das taxas de corretagem e custódia são acima da média.

Instabilidade na plataforma

A plataforma da Itaú Corretora já apresentou dificuldades técnicas, gerando reclamações dos clientes. As informações nem sempre estão claras, principalmente para quem não é correntista do banco.

A instabilidade na plataforma é uma desvantagem em relação a outras corretoras. A dificuldade de realizar operações financeiras pode, inclusive, desencorajar os clientes e prejudicar a reputação da empresa.

Investimentos pouco diversificados

Quem busca diversificação na carteira de investimentos não encontrará muitas opções na Itaú Corretora. Apesar de a empresa disponibilizar ativos sólidos, as alternativas são limitadas.

Na categoria de renda variável, a corretora trabalha com ações, ETFs e operações estruturadas. Em renda fixa, os investimentos são em Tesouro Direto e debêntures.

Em resumo, a Itaú Corretora tem prós e contras, assim como qualquer instituição financeira. Tudo dependerá dos seus objetivos, do aporte inicial, do seu conhecimento sobre o assunto, entre outros fatores.

Mesmo que escolher uma corretora não seja um processo simples, não precisa ser impossível. A princípio, faça uma lista das vantagens e desvantagens, pesquise bastante sobre o tema e procure outras corretoras para comparar os preços.

Inclusive, lembre-se de considerar a qualidade do serviço. Com a Magnetis, por exemplo, o procedimento é simples, seguro e funcional. Você investe seu dinheiro e nós criamos uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil e objetivos. Nossa equipe especializada também está disponível para tirar dúvidas e oferecer o suporte necessário.

Agora que você já conhece as principais características da Itaú Corretora, que tal assistir ao webinar sobre como investir na bolsa sem perder dinheiro? Tire dúvidas sobre o circuit breaker, como começar a investir na B3, dicas para não perder dinheiro durante a crise e muito mais.

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Chegou a hora de atualizar seus investimentos

Estou muito feliz em convidar a todos para participar do Magnetis Update 2020. Vamos apresentar no dia 21 de outubro uma nova experiência de investimentos, inédita no mercado brasileiro, em um evento online. 

Fomos pioneiros ao usar algoritmos que analisam mais de 20 mil ativos do mercado e montam a melhor carteira de investimentos personalizada para os objetivos, perfil e momento de vida de cada cliente. Agora, chegou a hora de inovar novamente trazendo ao Brasil a primeira experiência de goal based investing do mercado. Estamos propondo um novo paradigma no mercado de investimentos: foco no cliente e em como alcançar seus objetivos, não na venda de produtos financeiros. 

Além do lançamento da nova experiência de objetivos e da integração com a corretora própria, ainda vamos apresentar durante o evento novidades na estratégia de investimentos, em produtos e a chegada do segmento Private. 

O evento de lançamento será transmitido pelo Youtube no dia 21 de outubro, a partir das 18h, seguido de uma live em que vou responder dúvidas sobre os lançamentos. Para se inscrever, acesse a página do evento. Até lá!

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