Quais são as taxas de liquidação aplicadas no mercado de opções?

Saber qual é o valor da taxa de liquidação aplicada no mercado de opções é essencial para fazer um bom planejamento financeiro. Ao entender como as taxas funcionam, você consegue calcular o seu lucro líquido de um jeito bem mais simples, sem grandes preocupações.

O mercado de opções é similar ao mercado de ações, mas funciona a partir de preços e prazos estipulados previamente. Conhecer as particularidades desse mercado e as taxas específicas de cada operação é imprescindível para fazer um bom investimento.

Neste artigo, você vai conferir mais detalhes sobre a taxa de liquidação aplicada no mercado de opções. Em primeiro lugar, vamos esclarecer o que é o mercado de opções e como ele funciona. Em seguida, apresentaremos as taxas de liquidação existentes e por que é importante conhecê-las antes de investir.

Continue a leitura e tire suas dúvidas! 

O que é o mercado de opções?

O mercado de opções é o local onde são negociados contratos de compra e venda de ações, com prazos e preços predeterminados. Ele é bastante usado para proteger papéis contra as oscilações da bolsa de valores e para realizar operações de alavancagem.

O mercado de opções lida com contratos derivativos, cujos preços são fixados previamente. É um ambiente com muitas oportunidades, mas é necessário ter cautela para tomar as melhores decisões. Principalmente porque as operações desse mercado são estabelecidas em torno do direito, e não da obrigação.

Em outras palavras, quem adquire uma opção pode escolher entre exercer seu direito ou abrir mão dele. Dessa maneira, o comprador não precisa tomar nenhuma decisão final, se não tiver vontade. Porém, o mesmo não acontece para quem vende; essa pessoa sempre terá a obrigação de atender a decisão do comprador.

Apesar de parecer um assunto complexo, na prática é mais fácil de entender como ele funciona. 

Como funciona esse mercado?

O mercado de opções negocia derivativos, ou seja, contratos derivados de outros ativos. Como exemplo, considere o mercado de opções de ações da Petrobras.

A cotação das opções acompanha as mudanças nos valores das ações da Petrobras no pregão. Então, se o preço do ativo sobe ou desce, o da opção também. Nesses casos, quem compra uma opção é chamado de titular; quem vende é o lançador.

O titular e o lançador negociam o prêmio, valor que garante o direito sobre a negociação de um ativo-objeto. Em seguida, estipulam datas e valores, para evitar que as variações da bolsa causem impacto no preço. Assim, quem é titular adquire os direitos e o lançador será detentor das obrigações.

Então, se uma pessoa deseja adquirir uma opção da Petrobras, ela será titular e deverá estabelecer os preços e os prazos com o lançador. Como os preços são fixados previamente, o mercado de opções geralmente é usado para proteger ações contra os riscos da bolsa. Esse tipo de operação é chamado de hedge cambial.

Geralmente, contratos de compra são negociados em momentos de valorização de um ativo. Quando a expectativa é de queda no mercado, os contratos de venda são mais usados, ou seja, é o princípio básico de oferta e demanda.

Em resumo, o mercado de opções funciona de modo similar ao seguro de um automóvel. Você paga uma franquia e pode usar o seguro em caso de acidente, mas não tem a obrigação de fazer isso. Já a seguradora — que seria o lançador — terá que vender o seguro pelo preço combinado previamente.

Dessa forma, no mercado de opções, a pessoa paga pelo prêmio, isto é, o preço para ter o direito de concluir a negociação futuramente.

Quais são as taxas de liquidação aplicadas?

Agora que você já sabe como funciona o mercado de opções, é importante entender as taxas de liquidação. Na bolsa de valores, os emolumentos são as taxas cobradas sobre as negociações, cujas porcentagens variam de acordo com o volume total da operação.

No cálculo de emolumentos estão incluídas as taxas de liquidação, cobradas pela Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). Também são aplicadas a taxa de custódia e o Imposto Sobre Serviço (ISS). Então, antes de investir em ações no mercado de opções, é necessário considerar o valor das taxas para obter o melhor aproveitamento do seu dinheiro.

A taxa de liquidação é modificada de acordo com o volume negociado em cada transação. Por exemplo, se você aplicar R$ 4.000 em uma ação, o valor cobrado será diferente de quem investiu R$ 80.000. Logo, não há diferença de cálculo da taxa de liquidação para diferentes operações.

Inclusive, a variação da taxa de liquidação também é calculada de acordo com quem investe, isto é, Pessoa Física ou Jurídica. Além disso, as porcentagens mudam se a operação é normal ou realizada no mesmo dia, pelo day trade.

Veja quais são as taxas de liquidação aplicadas no mercado de opções para Pessoas Físicas:

  • taxa de liquidação na B3: 0,0275%;
  • taxa de liquidação sobre o exercício de opções na Bovespa: 0,006%;
  • taxa de liquidação de opções na BM&F: 0,0017%;
  • taxa de liquidação de opções sobre índices na BM&F: 0,006%.

Por que conhecer a taxa de liquidação antes de investir?

Conhecer a taxa de liquidação antes de aplicar no mercado de opções é fundamental para alinhar sua estratégia de investimento. Como não existem operações sem custos, lembre-se de incluir no seu planejamento as taxas que deverão ser pagas às instituições financeiras.

Sem conhecer o valor da taxa de liquidação, você pode aplicar seu dinheiro esperando determinado resultado e se frustrar com os proventos recebidos. Por isso, é importante buscar ajuda profissional para evitar surpresas e obter uma lucratividade interessante de acordo com os seus objetivos.

Além da taxa de liquidação, é essencial conhecer todos os tipos de custos envolvidos em operações do mercado financeiro. Pesquisar e se aprofundar sobre o tema nunca será uma má escolha, afinal, cada centavo vale muito no mercado de opções.

A taxa de liquidação no mercado de opções varia de acordo com o volume da operação e de acordo com quem investe. Negociar nesse mercado pode ser vantajoso para quem deseja lucrar com derivativos, fazer alavancagem e outros tipos de operações financeiras. Se você tem interesse nesse tipo de aplicação, leia nosso conteúdo sobre emolumentos e fique por dentro do assunto!

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Units: entenda como são compostas e como adquiri-las

como investir na bolsa de valores

As units são ativos constituídos por diferentes classes de valores mobiliários. São negociadas em conjunto, mas compradas e vendidas como unidade. Apesar de pouco conhecidas no mercado, são boas alternativas para quem gostaria de obter vantagens na bolsa de valores.

Assim, em vez de comprar ações específicas de uma empresa, você pode optar pelas units. Geralmente, o conjunto inclui 1 ação ordinária e 2 preferenciais — ou vice-versa. Adquirindo units, você aumenta seu portfólio e garante benefícios, como preferência na distribuição de dividendos, alta rentabilidade e direito a voto em assembleia.

Quer saber mais sobre as units, como elas são compostas e as diferenças das ações ON e PN? Continue a leitura e tire suas dúvidas.

O que são units?

As units também são chamadas de certificado de depósito de ações e englobam ativos de diferentes classes. Elas são uma espécie de pacote mobiliário composto, geralmente, por ações preferenciais (PN) e ordinárias (ON). 

Apesar de serem menos comuns no mercado, as units oferecem as mesmas vantagens dos ativos que fazem parte do pacote. Por exemplo, você pode adquirir units formadas por uma ou mais classes de ações, como 2 ações ordinárias + 1 ação preferencial. A escolha do número de ações dependerá dos seus objetivos.

Caso as units sejam formadas por ações ON e PN, quem investe tem direito a voto em assembleia e prioridade para receber proventos. Ou seja, a pessoa obtém as vantagens de todos os ativos incluídos no pacote. Ela também pode realizar a subscrição de ações, caso seja necessário.

Esse, aliás, é um dos maiores atrativos para quem deseja aplicar nessa categoria. Os benefícios são vantajosos graças à mistura de modalidades dos ativos incluídos nas units. No entanto, os usufrutos são limitados à parcela do ativo dentro do pacote. 

Como as units são compostas?

As units consistem em uma ou mais classes de valores mobiliários negociadas em conjunto. Por isso, no mercado, são vendidas ou compradas como uma unidade, mas podem ser compostas por uma ação preferencial e uma ação ordinária, por exemplo.

A negociação de units é feita na bolsa de valores brasileira, e elas são identificadas pelo número 11 ao final do código da empresa. As ações do Banco Inter, por exemplo, são categorizadas como BIDI4 e BIDI3, enquanto as units são intituladas BIDI11.

Veja mais algumas units:

  • AES Tietê (TIET11): 1 ação ON + 4 ações PN;
  • Alupar (ALUP11): 1 ação ON + 2 ações PN;
  • Energisa (ENGI11): 1 ação ON + 4 ações PN;
  • Klabin (KLBN11): 1 ação ON + 4 ações PN;
  • Santander Brasil (SANB11): 1 ação ON + 1 ação PN.

A estrutura das units depende do capital da empresa. Como ela não é uma ação singular, mas um conjunto de ativos diferentes, nem todas as organizações oferecem essa modalidade de investimento

Para saber como cada unit é composta, você pode consultar a lista no site da B3.

Quais são as diferenças entre units, ações ON e ações PN?

Antes de investir em units, é essencial entender a diferença entre ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN). 

Ações ordinárias

As ações ordinárias são aquelas que representam direito a voto em assembleia para todos os titulares. Além disso, acionistas que adquirem esses papéis recebem os dividendos segundo critérios da empresa e após os acionistas preferenciais. Em outras palavras, ao adquirir ações ordinárias, você se torna uma espécie de sócio.

Os riscos das ações ordinárias são maiores, mas as recompensas também. Se uma empresa tem bastante lucro, o detentor de ações preferenciais recebe um valor fixo. Por outro lado, quem investiu em ações ON ganha boa parte dessa lucratividade. 

Além disso, quando empresas menores são vendidas para grandes corporações, quem aplica em ações ordinárias obtém mais proventos. 

As ações ordinárias são representadas pelo número 3 ao final do código. Por exemplo: ITUB3, BIDI3 e PETR3.

Ações preferenciais (PN)

Quem adquire ações preferenciais (PN) tem prioridade para receber os dividendos da empresa. Esse é o maior benefício desse tipo de negociação, porém, quem opta por ações PN não tem poder de influência na assembleia geral dos acionistas.

Em casos de falência ou fechamento de uma empresa, os acionistas preferenciais têm mais chances de reaver uma parte dos investimentos. No Brasil, ações PN têm mais liquidez na bolsa.

Além disso, as ações PN são exigíveis, ou seja, a empresa pode obtê-las de volta quando quiser. Acionistas minoritários também são menos protegidos pelas ações preferenciais, porque não têm direito a voto. 

Por outro lado, as ações preferenciais são consideradas mais vantajosas para iniciantes ou para quem pretende começar aos poucos. Isso, porque têm maior liquidez e são mais fáceis de negociar, além de oferecerem vantagens na distribuição de dividendos. 

As ações preferenciais são identificadas pelo número 4 ao final da sigla, como em ITUB4, BIDI4 e PETR4.

Units

Como vimos, as ações preferenciais e ordinárias apresentam algumas diferenças entre si. As units, portanto, são a junção de uma ou mais ações dessas categorias, formando um tipo de pacote de investimento. Quem deseja comprar 1 ação ordinária + 4 ações preferenciais, por exemplo, pode optar pelas units. 

As units funcionam como uma união das duas modalidades de ações. Em alguns casos, é possível obter os benefícios de ambas: lucro com dividendos e direito a voto. Contudo, são boas alternativas principalmente para aqueles que já têm certa experiência no mercado financeiro. 

Como adquirir units?

As units são negociadas na bolsa; então, o processo é similar à compra de ações. Para adquirir units, abra uma conta em uma corretora, pesquise quais ofertas você gostaria de fazer, emita ordens de compra e pronto! Depois, é só acompanhar as movimentações pelo home broker.

As units são investimentos de renda variável, diferentemente das operações compromissadas, por exemplo. Então, como os preços mudam com frequência, é fundamental acompanhar as oscilações dos valores dos papéis. 

Além disso, definir uma estratégia e analisar o seu perfil faz parte do investimento. Então, caso você tenha dúvidas e inseguranças sobre a aquisição, busque ajuda de uma empresa especializada, para facilitar o processo. 

As units são opções interessantes para diversificar a carteira, lucrar com dividendos e obter pacotes de ações, entre outras vantagens. Agora que você já sabe como essa modalidade de investimento funciona, confira quais são as ações mais baratas negociadas na bolsa.

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Quer saber se você deve ter ITSA4 na sua carteira? Entenda mais sobre ações da Itaúsa!

como investir na bolsa de valores

Você busca lucrar com dividendos? Quer aplicar seu dinheiro em uma empresa com solidez de mercado e boa lucratividade? Então as ações da ITSA4 podem ser uma boa alternativa para seus objetivos.

Neste artigo, tire suas dúvidas sobre a Itaúsa e veja quais são os benefícios de adquirir ações dela. Além disso, conheça as empresas controladas pela holding, as vantagens que ela oferece e as diferenças de aplicar em ITUB3.

Continue a leitura e descubra qual é a melhor aplicação de acordo com o seu perfil.

O que é ITSA4 e quais são suas principais características?

ITSA4 é a sigla que designa a Itaúsa, uma holding de capital aberto, na bolsa de valores. O Itaú Unibanco, a Duratex, a NTS e a Alpargatas são algumas das empresas que ela controla.

A Itaúsa foi fundada em 1966, com a criação do Banco Federal Itaú de Investimentos S.A. Inicialmente, era uma sociedade anônima de capital aberto, cujo propósito era realizar operações de financiamento ou de participação.

Atualmente, a Itaúsa tem 37,5% de participação no capital do banco Itaú, sua maior fonte de renda. Entre suas características mais notáveis, podemos destacar o pagamento de dividendos.A ITSA4 é uma das principais organizações no Índice de Dividendos (IDIV), com participação de 4,4%, além de 3,3% de participação no Ibovespa.

Por ser uma holding, ela possui majoritariamente ações de outras organizações. Logo, não oferece nenhum tipo de produto ou serviço. A função da ITSA4 é controlar as empresas subsidiárias, para garantir melhores condições de crescimento em cada uma delas.

Em 2019, a volatilidade anual da ITSA4 foi de 25%, e seu valor de mercado já chegou aos R$ 101,4 bilhões. Ela é listada na bolsa de valores com ações preferenciais (código ITSA4) e ordinárias (código ITSA3).

Vale ressaltar que, apesar de a Itaúsa deter ações de diversas companhias, a maior parte da receita provém do Itaú Unibanco. Mas, por ser uma holding, os acontecimentos que envolvem as outras empresas do conglomerado também afetam os resultados anuais.

Quais são as vantagens de investir em ITSA4?

A ITSA4 apresenta muitas vantagens para quem deseja investir. Em primeiro lugar, as empresas administradas pela holding estão entre as melhores do segmento financeiro. Os índices de liquidez da Itaúsa também são altos, possibilitando o uso da alavancagem, por exemplo. 

Entretanto, as maiores vantagens de investir na ITSA4 são os dividendos, a consolidação da holding no mercado e os baixos riscos.

Dividendos

Quem pretende aumentar a rentabilidade da carteira de investimentos a partir de dividendos geralmente tem objetivos diferentes de quem pretende lucrar com ações. A carteira de dividendos é focada no longo prazo, porque o rendimento provém do lucro distribuído pela empresa, não apenas da valorização desta no mercado.

Então, por ser uma holding, a ITSA4 é buscada por pessoas que visam ao recebimento de dividendos. Inclusive, a Itaúsa está na lista das maiores empresas pagadoras de dividendos do Brasil.

Em agosto de 2020, a empresa pagou R$ 168,2 milhões em dividendos aos acionistas, o que corresponde a R$ 0,02 por ação. 

Consolidação no mercado

A ITSA4 é consolidada no mercado há anos, atuando de maneira diversificada no país. Por conta disso, ela oferece mais segurança e estabilidade para quem deseja investir. A solidez no mercado apresenta resultados positivos aos acionistas, já que os papéis são menos voláteis.

Porém, mesmo que ela tenha um histórico positivo, é importante avaliar diferentes critérios antes de aplicar. Como boa parte dos rendimentos é derivada do banco Itaú, vale a pena checar a posição da empresa antes de tomar qualquer decisão.

Riscos

A Itaúsa é uma holding pura, isto é, ajuda a promover a gestão de participações societárias. Assim, ela não realiza atividades operacionais, mas comanda os investimentos das empresas que estão sob seu controle.

Por conta disso, os fatores de risco estão atrelados ao Banco Itaú, à Duratex, à Alpargatas etc. Então, para entender os riscos que você poderá correr ao investir na ITSA4, deverá analisar individualmente cada uma dessas organizações.

Com o cenário econômico atual, a capacidade da holding em proteger os ativos será fundamental para manter seus negócios sustentáveis. Em outras palavras, os riscos são baixos, graças ao desenvolvimento do Itaú Unibanco, que apresenta resultados sólidos no mercado financeiro.

Qual é a diferença de investir em ITUB3 e ITSA4?

Investir emITUB3 significa que você estará colocando seu dinheiro em ações ordinárias do Itaú Unibanco.

Em contrapartida, aoinvestir no ITSA4, estará aplicando em uma holding que comanda as operações financeiras de várias empresas.

O Itaú Unibanco é um dos maiores bancos do país. Em julho de 2019, o valor da empresa chegou aos 92,4 bilhões de dólares. Com mais de 95 anos de história, é uma empresa sólida, que registra mais de 50 milhões de clientes.

É possível notar que adquirir ações do Itaú Unibanco pode ser uma boa opção de investimento em renda variável. Mesmo em períodos de crise, o banco apresenta resultados positivos aos acionistas, com alta lucratividade.

No entanto, a ITSA4 também oferece bons dividendos, apresenta baixos riscos e tem boa reputação no mercado. 

Para tomar a melhor decisão sobre o ativo em que você deve investir, considere os seguintes passos:

  • faça uma avaliação do seu perfil;
  • procure uma consultoria financeira para guiar você;
  • avalie os riscos das duas opções e os níveis de incertezas dos ativos;
  • procure uma corretora com a melhor taxa de corretagem;
  • se quiser adquirir operações financeiras, prefira ações da ITSA4;
  • se preferir fazer investimentos no próprio banco, opte pelo ITUB3.

Na verdade, não existem caminhos definitivos nem respostas concretas na hora de investir seu dinheiro. Estude, pesquise, procure auxílio profissional e considere seus objetivos. Qual das alternativas condiz com o seu perfil? Suas metas são para curto ou longo prazo? Qual é o seu aporte inicial? Antes de tomar qualquer decisão, lembre-se de avaliar os riscos e os benefícios de cada ativo.

Como vimos, ter papéis ITSA4 na carteira pode ser uma opção vantajosa, principalmente para quem busca lucros com dividendos. A holding oferece diversos benefícios, boa lucratividade e segurança de mercado. Então, agora que você já conhece a Itaúsa, veja se vale a pena investir em ações ITUB4!

análise de investimentos

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Contratos futuros: entenda como eles funcionam neste guia!

Os contratos futuros são acordos negociados na bolsa de valores com datas e preços preestabelecidos. Para obter bons rendimentos e diversificar sua carteira, eles podem ser uma ótima alternativa.

Esses contratos são parecidos com as ações, que também são negociadas na bolsa e fazem parte da categoria dos investimentos de renda variável.

Entretanto, alguns detalhes diferenciam os contratos futuros das ações, principalmente em relação a prazos, valores e práticas de negociação. Neste guia, você saberá como os contratos futuros funcionam, quais são as suas vantagens, os tipos de produtos comercializados e muito mais.

Continue a leitura e veja como esses contratos podem trazer lucros vantajosos para sua carteira!

O que é contrato futuro?

O contrato futuro é um acordo para comprar ou vender commodities, moedas e índices a um preço predeterminado. Os contratos futuros são negociados no mercado futuro, uma das várias modalidades de investimento disponíveis na bolsa de valores.

Nos contratos futuros, o valor combinado entre as partes é chamado de preço a termo. Esse preço é influenciado pelo ativo principal, como o milho, por exemplo. Por conta disso, ele é considerado um derivativo.

Em resumo, contratos futuros são derivativos negociados na bolsa, com data e preço futuros preestabelecidos. Logo, a aquisição ou a venda deve ser feita com base no valor estipulado anteriormente, independentemente do valor de mercado na data de vencimento.

Como ele funciona?

O contrato futuro funciona como uma negociação comum, mas com data e valores estabelecidos anteriormente. Isso significa que, se uma pessoa vender um contrato futuro de boi gordo, ela não poderá alterar o preço na data de liquidação. Como o valor já foi combinado antes, mesmo que o preço do boi gordo suba, o montante final não poderá ser modificado.

Os contratos futuros são identificados pelo mês de vencimento. Por exemplo, um contrato futuro de dólar para dezembro expira no dia 31 de dezembro. Eles são indicados por códigos na bolsa de valores e funcionam de maneira similar ao mercado de ações.

Esses contratos também permitem que seja estipulado um preço específico, protegendo vendedores e compradores contra grandes oscilações. Ou seja, contratos futuros podem ser usados como método para reduzir riscos, funcionando como uma estratégia de hedge.

Quais são os benefícios do mercado futuro?

Como vimos, o mercado futuro é onde os contratos futuros são negociados. Ele oferece vários benefícios, como alavancagem, flexibilidade, liquidez, diversificação, entre outros. Vamos falar sobre eles em detalhes.

Alavancagem

Movimentar mais dinheiro do que se tem inicialmente na conta é chamado de alavancagem financeira, ou operar alavancado. No mercado futuro, esse tipo de negociação é comum e fácil de realizar.

É possível, inclusive, operar um contrato de minidólar no valor de R$ 20 mil com aporte inicial de R$ 10 mil. Como você estipula uma data futura e combina o valor com bastante antecedência, poderá lucrar com a oscilação dos preços. Essa é uma das grandes vantagens do mercado futuro, principalmente em relação ao mercado de ações.

Todavia, ter uma margem de garantia para cobrir prejuízos que podem acompanhar os investimentos é imprescindível. Nesses casos, fundos de renda fixa, dinheiro e até ações são usados com esse propósito.

Flexibilidade

Outro fator a ser levado em consideração é a flexibilidade. Apesar de não ser uma característica exclusiva do mercado futuro, é possível investir quando o mercado está em alta ou em baixa.

Na tendência de alta, o momento é propício para comprar, enquanto na tendência de baixa o mais indicado é vender os títulos. Essa flexibilidade permite um bom uso da lei da oferta e demanda.

O mercado de ações funciona como uma previsão do que poderá estar em alta. Em contrapartida, operar contratos futuros é sinônimo de ganhar dinheiro com a queda de preços. É considerado um método diferente de investimento, mas bastante eficaz.

Liquidez

A liquidez também é considerada uma vantagem do mercado futuro. Você pode encerrar sua posição a qualquer momento, até mesmo antes do prazo de liquidação do contrato. Como o volume de dinheiro negociado diariamente é muito alto, não há problema em sair ou entrar a qualquer momento.

Muitas pessoas preferem investimentos com boa liquidez, porque oferecem mais segurança. Como é fácil solicitar o resgate do dinheiro, você pode movimentá-lo facilmente e usá-lo para outras finalidades.

Diversificação

O mercado futuro oferece diversas oportunidades de investimento, principalmente para quem busca diversificação na carteira. Como são muitos ativos negociados diariamente, os riscos são menores e existem mais possibilidades de aumentar os rendimentos.

Inclusive, a diversificação sempre será um ponto positivo, independentemente do mercado escolhido. Ter diferentes opções na carteira, além de abrir um leque de oportunidades, amplia as fontes de rentabilidade.

Por isso, se você quiser economizar dinheiro para o futuro, considere diversificar seus investimentos antes de colocar todo o seu capital nos mesmos ativos.

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Quais são os tipos de produtos negociados no mercado futuro?

Cada produto negociado no mercado futuro tem suas particularidades em relação a cotação, vencimento, margem de garantia, lote mínimo etc. Agora que você já sabe como o mercado futuro funciona, veja quais são os tipos de produtos negociados.

Commodities

Boi gordo

Como o Brasil é um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, o boi gordo é uma commodity bastante negociada no país. A unidade de referência é a arroba, cuja cotação é de 330 arrobas por contrato (4.950 kg). A sigla usada para representar essa commodity é BGI.

Se um contrato é cotado em R$ 110, por exemplo, significa que o valor é equivalente a R$ 110 × 330, ou seja, R$ 36.300. A cada centavo na cotação do boi gordo, perde-se ou ganha-se R$ 3,30. Como vimos, os contratos futuros são bem alavancados, permitindo boas negociações. 

O vencimento dos contratos de boi gordo é estipulado para o último dia útil do mês.

Milho

O contrato futuro de milho, conhecido também pela sigla CCM, é bastante similar ao do boi gordo. A mudança está nos valores e nas referências da commodity.

O contrato do milho equivale a 450 sacas de 60 kg, ou seja, 27 toneladas do grão. Se o preço da saca for R$ 40, o contrato valerá R$ 40 × 450, o que dá um total de R$ 18.000. O vencimento é no 15º dia útil do mês.

Café

O café segue a mesma regra do milho e do boi gordo, já que as commodities são negociadas no mercado futuro da mesma forma. Então, um contrato de café (ICF) é equivalente a 100 sacas de 60 kg, ou seja, 6 toneladas.

No entanto, o preço de cada unidade é negociada em dólar. Por conta disso, essa commodity tem duas variáveis: a cotação do dólar e a cotação da saca. Considere que o contrato futuro de café custa R$ 50 e o dólar está na casa dos R$ 4,50. O cálculo a ser feito será: 

R$ 50 (preço do contrato) × 100 (número de sacas) × R$ 4,50 (preço do dólar) = R$ 22.500

Os vencimentos dos contratos são nos meses de março, maio, julho, setembro e dezembro.

Vale ressaltar que as negociações de commodities podem ser aceleradas com a tecnologia blockchain. Criando um registro geral dos papéis negociados, é possível dispensar agentes de custódia, que podem ser caros e demorados.

Moedas

Além das commodities, moedas também são negociadas no mercado futuro. São investimentos atraentes para quem busca ganhar dinheiro com a economia norte-americana. Os contratos de dólar e minidólar são boas alternativas para usufruir de oscilações cambiais e para operações de hedge.

Dólar cheio

Para investir em dólar cheio (DOL), o lote mínimo é de cinco contratos, com valor de 50 mil dólares cada. Então, o preço total equivale a 250 mil dólares vezes a cotação do real.

Minidólar

O dólar cheio e o minidólar se diferenciam pelo valor da cotação. Enquanto no dólar cheio o lote mínimo é de cinco contratos, no minidólar (WDO), o lote mínimo é de um contrato. O mesmo acontece com o preço: no minidólar, a cotação é de 10 mil dólares, menor que o valor do dólar cheio.

Isso acontece porque, na prática, os minicontratos de dólar correspondem a 20% do valor de um contrato cheio. Porém, a data de vencimento de ambos é no 1º dia útil de cada mês.

Índices

Os contratos de índices futuros são derivados do Ibovespa e representam pontos de baixa ou alta do mercado. São operados da mesma maneira que os contratos de moeda, com índices cheios (IND) e mini-índices (WIN).

Índice cheio

Nessa modalidade, o lote mínimo é de cinco contratos, com valor de R$ 1 multiplicado por pontos do Ibovespa. Então, se o índice estiver em 60.000 pontos, o lote mínimo será de R$ 60 mil. O vencimento é sempre nos meses pares, na quarta-feira próxima ao dia 15.

Mini-índice

A cotação do minicontrato é de R$ 0,20 por ponto e lote mínimo de um contrato para cada operação. Funcionam do mesmo modo que os contratos cheios, mas com valores mais acessíveis.

S&P 500

O índice que representa as 500 maiores empresas dos Estados Unidos também pode ser negociado no mercado futuro. Cada ponto equivale a 50 dólares, ou seja, cada contrato tem o valor de 50 dólares multiplicado pela pontuação do dia. Se a pontuação for de 3.000, por exemplo, nesse dia o índice valerá 150 dólares.

Há uma explicação para esse preço acima dos valores da Ibovespa. Sua volatilidade é bem inferior ao do índice brasileiro, de modo que a quantidade de pontos que oscilam no S&P 500 é menos acentuada.

Vale ressaltar que existe uma margem de garantia para todos os contratos de índice.

Quais são as diferenças entre mercado futuro e mercado de ações?

O mercado futuro e o mercado de ações são parecidos, mas a diferença reside nos prazos dos contratos e na lucratividade.

As ações são pequenas partes de empresas negociadas na bolsa, enquanto os contratos futuros são produtos. No mercado futuro, a análise fundamentalista não é indicada, por exemplo.

Ao contrário do mercado de ações, no mercado futuro, você estabelece uma data de vencimento com um preço fixo. Isso significa que você opera somente com oscilações do contrato, recebendo os lucros ou pagando a diferença pelas perdas.

Além disso, no mercado de ações, muitos recebem dividendos, o que não acontece no mercado futuro.

Outra diferença fundamental está na quantidade de produtos: no mercado futuro, existem bem menos títulos do que no mercado de ações.

Como vimos, a alavancagem também é uma prática comum no mercado futuro, diferentemente do mercado de ações. Por ser uma negociação arriscada, é melhor que seja feita com contratos futuros, isto é, com data de vencimento preestabelecida.

Entretanto, o mercado futuro e o mercado de ações podem ser complementares. Você pode investir em ambos, já que a diversificação é a chave para obter rendimentos superiores.

Como eles são negociados na bolsa, você pode acessar as principais informações pelo home brokere acompanhar as oscilações diárias dos ativos.

Como comprar contratos do mercado futuro?

Adquirir contratos do mercado futuro é bem simples. Se você já tem o costume de aplicar em ações, verá que o processo é parecido. De maneira resumida, veja o passo a passo para adquirir contratos futuros:

  • abra uma conta em uma corretora que preste um bom suporte e ofereça ajuda de analistas do mercado financeiro;
  • faça uma ampla pesquisa para saber quais produtos podem ser mais vantajosos para você;
  • escolha o tipo de contrato futuro: commodities, moedas ou índices;
  • selecione uma data de vencimento;
  • transfira o montante total para a corretora;
  • acompanhe a evolução das cotações para alcançar resultados satisfatórios.

No começo, pode parecer complicado, mas com um pouco de prática será fácil aplicar no mercado futuro. Inclusive, você pode contar com ajuda de especialistas na área para tirar suas dúvidas sobre esse tipo de operação.

O mercado futuro é uma opção interessante para quem busca diversificação nos investimentos e lucros significativos. No entanto, é necessário conhecer os riscos e os produtos comercializados, bem como as melhores práticas de negociação.

Mecanismos como a alavancagem requerem mais experiência, mas é possível começar aos poucos. Se você não tem prática, vá aplicando com valores baixos. Somente o tempo e muitas tentativas indicarão os melhores caminhos para alcançar seus objetivos.

Contar com a ajuda de quem entende do mercado futuro também é primordial. Procure uma instituição financeira de confiança, que ofereça o suporte adequado. Afinal, para operar contratos futuros, é necessário se dedicar bastante para alcançar lucros vantajosos.

Aplicar em contratos futuros é uma alternativa eficaz para quem busca flexibilidade, liquidez e diversificação nos investimentos. Mas se você ainda tem dúvidas de como aumentar sua rentabilidade, que tal conhecer alguns livros sobre investimentos? Tome decisões acertadas a respeito do rumo que você dá para o seu dinheiro!

análise de investimentos

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Conheça as principais vantagens de ter SPXI11 na sua carteira!

Comprar cotas do SPXI11, um dos ETFs de maior rentabilidade na bolsa de valores, pode ser uma ótima opção para diversificar seu patrimônio. Esse fundo utiliza como referência o índice S&P 500. Por isso, é possível comprar ações de grandes empresas norte-americanas sem muitas dificuldades.

Negociado na B3, esse ETF e oferece diversas vantagens, como baixa taxa de administração, rendimentos interessantes e maior estabilidade. Com a crise econômica que vivemos atualmente, investir em fundos ou ações pode ser mais satisfatório do que aplicar em renda fixa.

No entanto, antes de começar, é importante tomar alguns cuidados para não cometer nenhum erro. Em especial quando falamos de renda variável.

Neste artigo, você verá quais são as principais vantagens de ter SPXI11 na carteira. Conhecerá, também, as diferenças entre os fundos SPXI11 e IVVB11, entre outros tópicos. Continue a leitura!

O que é SPXI11?

O SPXI11 é um Exchange Traded Fund (ETF) negociado na bolsa de valores que reproduz a performance do S&P 500. Esse índice, comandado pela companhia Standard & Poor’s, reúne as 500 empresas mais bem-sucedidas dos Estados Unidos. No Brasil, seu gestor é o Itaú Unibanco S.A.

Ao comprar cotas desse fundo de investimento, você adquire um pacote de ações de grandes companhias norte-americanas. Assim, em vez de abrir uma conta no exterior para comprar papéis da Amazon, Apple ou Google, você pode obter cotas do SPXI11.

Investir no SPXI11 é uma boa solução para diversificar a carteira com ações de outro país, mas sem precisar sair de casa. Basta comprar cotas do ETF, acessá-las pelo home broker e negociá-las na B3.

Quais são as suas principais vantagens?

O fundo SPXI11 oferece muitas vantagens tanto para iniciantes como para pessoas mais experientes. A diversificação dos ativos, a redução de riscos e os custos baixos são os benefícios mais atraentes. 

Diversificação de ativos

Como o fundo SPXI11 reúne cerca de 500 grandes empresas, a diversificação torna-se uma excelente vantagem. Mesmo que a pessoa que deseja investir compre somente uma cota, estará exposta a diferentes organizações. 

Aplicar em ativos diversificados aumenta a oportunidade de multiplicar os rendimentos e oferece segurança ao cotista. Como o mercado passa por muitas oscilações, obter ações de empresas sólidas também ajuda a reduzir riscos.

Redução de riscos

Investir em um portfólio de ações com base no desempenho de organizações norte-americanas envolve riscos menores. Afinal, aplicar em uma cesta de papéis de outro país reduz a dependência da economia e do governo brasileiros

Dessa forma, a ampliação geográfica pode trazer benefícios, principalmente em relação à estabilidade do mercado financeiro.

reserva de emergência

Custos menores

Geralmente, os ETFs têm uma taxa de administração abaixo da média, com custos menores para quem deseja aplicar. Isso, em oposição aos fundos de investimento, cujas taxas de performance, em comparação com o resto do mercado, são elevadas. 

Como a gestão é feita de forma passiva, os valores diminuem bastante. A taxa do SPXI11, por exemplo, é de 0,21% ao ano, quase imperceptível. Essa redução de custo aumenta a competitividade do fundo, sendo indicado para qualquer pessoa.

Quais são as principais diferenças entre SPXI11 e IVVB11?

Apesar de serem semelhantes, o SPXI11 e o IVVB11 são ETFs com estratégias diferentes. Já vimos que o SPXI11 utiliza o índice S&P 500, com uma cesta de ações composta por várias empresas norte-americanas. 

A carteira do IVVB11 também adota o S&P 500 como espelho, reagindo à mesma valorização. Então, se as ações das empresas integrantes do fundo valorizarem 4%, os índices do IVVB11 e do SPXI11 acompanharão o valor. Vale ressaltar, também, que, nos dois fundos, o mínimo para compra é de 10 cotas.

Ambos apresentaram bons índices de rentabilidade nos últimos meses, em virtude da desvalorização do real perante o dólar. No entanto, existem diferenças relativas à administração, ao benchmark e às taxas de cada fundo. Veja a seguir.

Administração

Enquanto a gestão do SPXI11 é feita pelo Itaú Unibanco S.A., a administração do IVVB11 é realizada pelo Citibank. A gestão é executada pela BlackRock Brasil, braço da BlackRock, uma das gestoras de ativos mais conhecida do mundo. 

Benchmark

O benchmark é um índice de referência utilizado para avaliar o desempenho de uma aplicação. É bastante adotado por ETFs e bancos, além de outras instituições financeiras.

Logo, o fundo SPXI11 usa o benchmark norte-americano ao investir no ETF SPY, o maior do mundo atualmente. Em contrapartida, o fundo IVVB11 aplica no ETF IVV, que também procura reproduzir o comportamento do índice S&P 500.

Taxas

Como vimos, as taxas dos ETFs são bem abaixo da média, em comparação a outros tipos de investimento. E as diferenças nos valores das taxas de administração do SPXI11 e IVVB11 são pequenas, mas não passam despercebidas.

Enquanto, em 2020, a taxa de administração do SPXI11 é de 0,21% ao ano, a do IVVB11 é de 0,24%, um pouco superior. No passado, porém, a taxa do SPXI11 já chegou aos 0,27%. 

Ter uma parcela de capital aplicada em companhias do exterior é sempre uma boa ideia, especialmente para diversificar a carteira. Aplicar no SPXI11, portanto, é uma maneira mais simples de obter exposição à moeda norte-americana

Em comparação com o IVVB11, existem poucas diferenças, então, a escolha final dependerá do seu perfil. Quanto você pretende pagar nas taxas? Qual gestora é a sua preferida? Qual dos fundos pode trazer mais vantagens para a sua vida financeira? 

Antes de tomar essa decisão, porém, pesquise bastante sobre o tema e procure ajuda de especialistas na área. De qualquer forma, para ter acesso a esses fundos de índice, você deverá abrir uma conta em uma corretora. Como os ETFs são negociados na bolsa, o acesso será via home broker

No fim das contas, quem já está acostumado com o mercado de ações perceberá como é fácil aplicar nessa modalidade. Agora que você conhece as vantagens do SPXI11 e suas principais características, que tal saber mais sobre o ETF SMAL11? Tire suas dúvidas sobre esse fundo baseado no índice Small Cap e conheça os benefícios que ele oferece!

análise de investimentos

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Conheça as principais características e as vantagens do HGLG11!

O HGLG11 é um dos fundos imobiliários negociados na bolsa de valores mais atrativos para quem deseja investir. Isso porque o setor de galpões logísticos e industriais oferece diversas vantagens aos que aplicam em FIIs. 

O fundo da CSHG Logística apresentou bons resultados nos últimos anos e continua em ascensão no mercado financeiro. Com alta rentabilidade e uma cartela extensa de ativos, o HGLG11 é uma boa opção para quem deseja diversificar a carteira.

Quer saber mais? Continue a leitura e veja detalhes sobre o HGLG11. Conheça as principais características do fundo, sua rentabilidade, vantagens, taxas, dividendos e muito mais.

O que é o HGLG11?

A sigla HGLG11 é utilizada para designar o fundo CSHG Logística na bolsa de valores, um FII do tipo tijolo. Esse fundo tem como propósito construir ou adquirir imóveis voltados para operações logísticas e industriais. Seu foco reside em alugar esses empreendimentos e gerar uma renda mensal aos cotistas.

O HGLG11 funciona como condomínio fechado, com regulamentos e disposições legais próprias. Na bolsa de valores, é o fundo com o maior número de galpões logísticos, aumentando sua relevância no mercado de FIIs. 

Quem aplica nesse fundo recebe uma renda vantajosa todos os meses, com potencial de valorização e lucratividade nos reajustes de aluguéis. Assim como todo fundo imobiliário, funciona por meio de cotas, que são adquiridas por sócios e administradas por um gestor.

A administração do fundo é realizada pela Credit Suisse Hedging Griffo Corretora de Valores S.A., localizada na cidade de São Paulo (SP). 

Quais são as principais características desse fundo?

Como vimos, o HGLG11 tem como finalidade explorar empreendimentos imobiliários do setor industrial e de operações logísticas. A seguir, veja quais são as principais características desse fundo, incluindo os ativos, o objetivo do fundo, valor do patrimônio e a taxa de administração.

Objetivo do fundo

Desde junho de 2010, o HGLG11 obtém ganhos com a exploração comercial de imóveis com potencial de gerar renda. Em dez anos de existência, gerou retornos acima da média esperada para um fundo imobiliário. A partir da distribuição de proventos e da apreciação da cota, o FII é um dos mais prestigiados na B3.

Muitas empresas precisam de uma boa infraestrutura para gerir suas operações, principalmente no setor industrial. Logo, obter cotas de um galpão logístico garante uma vantagem competitiva no setor. Inclusive, o propósito do HGLG11 é oferecer um portfólio com renda mais estável e baixa oscilação.

Ativos

Os ativos desse fundo imobiliário incluem a compra de terrenos para construção ou aquisição de imóveis, em andamento ou concluídos. Posteriormente, eles poderão ser colocados para arrendamento, locação ou alienação. 

Os ativos do fundo estão presentes em quatro estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Essa diversificação é vantajosa para quem compra cotas de FIIs, tornando o fundo mais acessível.

Em resumo, a carteira do fundo HGLG11 é composta por investimentos em imóveis, além de papéis de dívidas ligados a eles. Segundo dados de julho/2020, os ativos são divididos da seguinte maneira:

  • imóveis: 61,1%;
  • fundos imobiliários: 12,3%;
  • certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI): 4,4%;
  • renda fixa: 22,2%.

É possível observar que o fundo oferece diversificação, a fim de minimizar riscos de vacância e evitar problemas com os imóveis. Um fundo com portfólio diversificado, além de apresentar benefícios aos cotistas, também aumenta seu valor de mercado.

Patrimônio

O patrimônio do fundo ultrapassou o valor de R$ 1 bilhão em julho de 2019. Desde então, a valorização do HGLG11 foi de 25,97%.

Segundo a política de distribuição de rendimentos do FII, os cotistas devem receber pelo menos 95% dos resultados obtidos. 

Então, se você está em dúvida entre fundo imobiliário ou imóvel físico, lembre-se que aplicações em FIIs apresentam alta rentabilidade e liquidez. 

Taxa de administração

A taxa de administração do fundo é de 0,6% ao ano, referente ao valor de mercado de negociação em bolsa. Custos de escrituração, gestão e custódia já estão inclusos nessa porcentagem.

Contudo, a taxa é bem acirrada para o mercado de FIIs, fato que você deve levar em consideração antes de começar a investir. Não esqueça de verificar as taxas das aplicações antes de tomar uma decisão.

Dividendos

Os dividendos são uma parte do lucro que é distribuída aos cotistas. Os dividendos pagos configuram 0,44% do valor investido em cada cota do HGLG11

Os resultados obtidos durante um semestre são distribuídos aos cotistas no 10º dia útil de cada mês.

Quais são as vantagens de investir nesse fundo?

Esse fundo apresenta muitas vantagens, principalmente para quem procura altos rendimentos dentro de uma aplicação sólida. Acessibilidade, liquidez e rendimentos estão entre os maiores benefícios do HGLG11.

Acessibilidade

Os ativos do fundo encontram-se em locais de fácil acesso, em diferentes estados brasileiros. Além disso, o HGLG11 é voltado para qualquer pessoa que deseja aplicar em FIIs e tornar-se sócio. 

O valor mínimo para investir é de uma cota, que custa em torno de R$ 175. Em comparação a outros tipos de investimentos, o valor é baixo, especialmente se considerarmos a quantidade de empreendimentos.

Liquidez

O fundo CSHG Logística apresenta bastante liquidez, então é fácil de movimentar o dinheiro. Caso você queira se desfazer ou aumentar sua posição, poderá fazer isso tranquilamente.

Essa é uma das maiores vantagens dos fundos imobiliários. Comprando um imóvel diretamente, é mais difícil ganhar dinheiro se você precisar vender a propriedade.

Rendimentos

Os rendimentos do fundo apresentam valores acima da média. Por meio da distribuição de proventos, é um FII valorizado, com rendimentos interessantes para quem deseja ganhos sólidos.

Vale ressaltar que os rendimentos mensais são isentos de Imposto de Renda e não deixaram de crescer desde o IPO da CSHG Logística. A valorização chegou perto dos 50%, o que significa rendimentos acima de R$ 90 por cota.

A título de comparação, o FII CSHG Logística é 689,32% mais rentável do que a caderneta de poupança, por exemplo. Então, se você procura lucrar com investimentos seguros, os fundos imobiliários devem entrar no seu radar hoje mesmo.

Em resumo, o fundo HGLG11 apresenta inúmeras vantagens, como liquidez, alta rentabilidade e bons resultados a longo prazo. Então, agora que você já se familiarizou com o universo dos FIIs, que tal conhecer os fundos imobiliários mais rentáveis para este ano? Aproveite e comece a investir!

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Entenda mais sobre a especulação financeira e seus impactos

como investir na bolsa de valores

A especulação financeira é uma prática comum entre traders que operam na bolsa de valores. Ela consiste em operações de curto prazo, alto risco e lucratividade acima da média.

No entanto, a especulação traz muitos impactose, muitas vezes, prejuízos irreparáveis. Por isso, neste artigo, você saberá o que é especulação financeira, como funciona e suas características fundamentais. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre esse tipo de negociação!

O que é especulação financeira?

A especulação financeira é o ato de conduzir uma transação financeira que apresenta risco de perda de valor, mas mantém uma expectativa de alta lucratividade.

Em outras palavras, a especulação movimenta o mercado com estimativas do que pode acontecer futuramente com o valor dos ativos negociados. Especular, portanto, significa lucrar com a variação dos preços dos ativos no curto prazo.

Sem a perspectiva de altos ganhos, a motivação para se envolver em especulação financeira seria mínima. Geralmente, quem faz especulação tem interesse em lucrar com as mudanças de preço de um título. Para quem realiza essa prática, é muito mais vantajoso obter ganhos rápidos do que investir em ativos de longo prazo.

Quem faz análise de ações com frequência na bolsa de valores, por exemplo, sabe que a volatilidade dos preços pode ser significativa. Então, com essa mudança constante de valores, é possível aproveitar as oportunidades para lucrar rapidamente.

Como a especulação financeira funciona?

Nada melhor do que um exemplo prático para entender melhor. No mercado imobiliário, é possível confundir investimento com especulação financeira ao comprar um imóvel com a intenção de alugá-lo.

Embora isso possa ser chamado de investimento, comprar condomínios com entrada mínima para revendê-los rapidamente — a fim de obter lucros — é considerado especulação.

Outro exemplo é o fundo hedge, que está envolvido na especulação nos mercados de câmbio estrangeiro, bem como nos mercados de títulos e ações.

De maneira resumida, a especulação financeira tem como foco a obtenção de ganhos acima da média do mercado em um curto período. Aproveitando ofertas baratas, o especulador compra ativos desvalorizados e os vende por um preço maior.

A especulação financeira, portanto, apresenta as seguintes características:

  • operação em momentos turbulentos: com a volatilidade dos ativos no mercado de renda variável, quem faz especulação aproveita os períodos de instabilidade para negociar;
  • resultados imediatos: a especulação financeira está relacionada a operações rápidas, que duram horas. Assim, o resultado é obtido em curto prazo;
  • alto risco: a especulação financeira funciona com base em estimativas. Assim, o cenário planejado pode não acontecer e, como resultado, os riscos aumentam consideravelmente;
  • ganhos altos: a rentabilidade pode ser bem alta, mas como o risco também excede o nível da normalidade, ela nem sempre é vantajosa. É necessário ter coragem para realizar esse tipo de operação.

A especulação financeira pode ser atraente para quem tem um perfil arrojado, mas não é indicado para quem não quer correr riscos desnecessários.

Qual é a diferença entre especulação financeira e investimento?

A linha entre especulação financeira e investimento é tênue, mas é possível diferenciá-los de um jeito simples.

O que é investir

No sentido financeiro do termo, investir significa comprar e vender títulos, como ações, fundos negociados em bolsa, fundos mútuos, entre outros ativos.

Quem investe espera gerar receita ou lucro por meio de um retorno satisfatório sobre seu capital, assumindo riscos medianos. A receita pode ser na forma de valorização de um ativo, em dividendos ou pagamentos de juros, ou no retorno total do capital gasto.

Assim, investir é o ato de comprar e manter um ativo por um longo prazo. Isso envolve permanecer com ele por um período de pelo menos um ano.

De modo geral, um investimento é um ativo ou item adquirido com o objetivo de gerar receita ou valorização no futuro. Apesar de apresentar riscos, o potencial de perder todo o valor do investimento é, em grande parte, o que o diferencia da especulação.

O que é especular

Em contrapartida, a especulação financeira é o ato de colocar dinheiro em empreendimentos financeiros arriscados. A especulação mira em retornos altos, de modo que o risco envolvido na transação tende a ser significativamente acima da média.

Quem faz especulação compra títulos sabendo que eles serão mantidos por apenas um breve período antes da venda. Eles podem entrar e sair de uma posição rapidamente, ou seja, são muito voláteis.

Inclusive, as chances de perder todo o capital investido inicialmente são altas, mas a probabilidade de grandes lucros pode compensar esse risco. Porém, vale ressaltar que o risco assumido pelos especuladores é devidamente analisado e calculado previamente.

A especulação é comum em mercados com flutuações constantes nos preços dos títulos, como o mercado de ações, derivativos, moedas, futuros de commodities, entre outros.

Assim, as diferenças básicas entre investimento e especulação podem ser resumidas assim:

  • investimento é a compra de um ativo com a esperança de obter retorno. O termo especulação denota a condução de uma transação financeira arriscada, na esperança de obter um lucro alto;
  • no investimento, as decisões são tomadas com base na análise fundamentalista, ou seja, no desempenho da empresa. Por outro lado, as decisões de especulação são baseadas em boatos, gráficos técnicos e psicologia de mercado;
  • os investimentos são mantidos por pelo menos um ano. Portanto, têm um horizonte de tempo mais longo do que a especulação, já que os especuladores detêm ativos apenas por um curto prazo;
  • o nível de risco é moderado no investimento e alto no caso da especulação;
  • quem investe espera lucrar com a mudança no valor do ativo. Os especuladores desejam obter ganhos com a variação dos preços, seguindo a lei de oferta e demanda;
  • quem investe espera uma taxa modesta de retorno sobre o investimento. Por outro lado, um especulador almeja lucros maiores em troca do risco assumido;
  • quem investe usa recursos próprios para fins de investimento. Por outro lado, especuladores usam capital emprestado para fazer especulação;
  • na especulação, a estabilidade da renda é ausente e incerta, o que não é o caso do investimento;
  • a atitude dos aportadores é cautelosa. Em contrapartida, os especuladores são mais ousados.

Quais são os tipos mais comuns de especulação financeira?

Existem três tipos comuns de especulação financeira: em operações de day trade, em swing trade e por meio de robôs traders. Vamos ver cada uma em detalhes.

Day trade 

Quem faz especulação nas operações de day trade nunca finaliza o dia com ações na carteira. Isso quer dizer que a especulação financeira é de prazo curtíssimo, ou seja, encerrada no mesmo dia.

Quem opta por essa modalidade pode obter lucros ou prejuízos em um tempo bem apertado. As transações de compra e venda são realizadas durante o mesmo pregão, sem esperar pelo dia seguinte. No entanto, isso não significa que a operação não apresenta riscos excessivos.

Swing trade

Especulações no swing trade são um pouco diferentes das negociações de day trade. Nesse tipo de especulação financeira, a duração da negociação é maior, pois o ativo pode se manter na posição por dias e até semanas. Quem opera nessa modalidade visualiza tendências e deixa a negociação quando ela se concretiza ou se desfaz.

Há riscos na especulação por swing trade, mas também existem estratégias para diminuí-los. Um exemplo é diversificar os títulos, investindo em diferentes tipos de ações, fundos hedge, entre outras modalidades.

Robôs traders

Fazer especulações envolve tempo, porque o objetivo é lucrar em curto prazo. Dessa forma, é importante ser ágil e prestar atenção nas movimentações dos ativos no pregão.

Como a demora pode causar prejuízos, uma maneira de enfrentar esse problema é usar robôs traders. Eles executam estratégias eficientes e estão sempre atentos às movimentações do mercado financeiro.

Assim como os investimentos online, os robôs traders oferecem comodidade, já que estes são configurados para atuar com lógica nas negociações de especulação. A especulação financeira envolve trabalho com dados, de modo que os robôs são boas opções para configurar a margem de lucro e os riscos tolerados.

Eles funcionam na nuvem e reconhecem oportunidades e alterações que podem surgir a qualquer minuto. É possível programá-los para identificar os melhores momentos para fazer negociações, deixando o especulador livre para conferir tendências e elaborar estratégias.

Contudo, vale ressaltar que não é fácil configurar esses robôs, já que eles precisam de parâmetros específicos para identificar os algoritmos. Logo, optar por essa modalidade exige conhecimento aprofundado do mercado e noções de programação.

Qual é o impacto da especulação financeira na Bolsa de Valores?

Na B3, a bolsa de valores brasileira, o impacto da especulação é maior em virtude das negociações diárias de títulos que apresentam variação nos preços. Nela, são negociadas ações de alto risco, conhecidas como especulativas.

Ações especulativas oferecem retornos potencialmente elevados para compensar o alto risco associado a elas. Como vimos, alguns especuladores do mercado são day traders que buscam lucrar com as flutuações nos preços dos papéis que ocorrem no dia de negociação.

Por isso, especuladores têm um papel significativo na bolsa de valores porque estão dispostos a investir em empresas com potencial.Ao receber financiamento, os negócios de capital aberto podem crescer e expandir seu alcance de mercado.

Porém, na maioria das vezes, o impacto não é positivo. Especuladores esperam um rápido aumento nos preços das ações para que possam vender e lucrar.

Eles nem sempre consideram que estão comprando ações por menos do seu valor real ou que o preço continuará a subir após a venda. Isso significa que a especulação pode ter um resultado perigoso para quem investe.

Seguir um especulador comprando tarde, quando o preço da ação já começou a subir ou se aproximou de seu valor máximo, pode causar prejuízo. Comprar por um preço baixo, mas esperar muito para vender, também pode ter consequências negativas.

Então quem faz especulação na bolsa procura investir em empresas por um preço justo, o que poderá trazer resultados que aumentarão seu valor. Como consequência, elas apresentam bons dividendos para quem se arriscou na operação de compra e venda.

A especulação financeira na bolsa consiste em comprar ações. A compra de ações indica a demanda por aquele estoque específico, reduzindo o número de papéis que permanecem disponíveis para venda. Essa mudança na oferta e na demanda pode, em grande escala, aumentar os preços das ações por conta própria.

Apesar de ser uma técnica muito arriscada, quem faz especulação ajuda a garantir liquidez no mercado. Se todos investissem no longo prazo, a oferta de ações seria muito baixa. Em contrapartida, essas negociações na bolsa podem trazer impactos negativos, como a bolha especulativa, por exemplo.

O que é bolha especulativa?

A bolha especulativa é um pico nos valores dos ativos dentro de determinada indústria ou classe de ativos, alimentada pela especulação. Geralmente, elas são causadas por altas expectativas de um crescimento futuro, valorização de preços ou outros eventos que poderiam aumentar os valores dos ativos.

Com a especulação financeira, os volumes de negociação aumentam e mais pessoas são atraídas por essa alta expectativa. Como resultado, os compradores superam os vendedores e os preços são elevados acima da média.

As bolhas podem existir em mercados de ações e setores individuais da economia. Como o capital financeiro tem mais volatilidade do que a economia, o alto preço dos papéis pode não corresponder ao crescimento da produção. Quando chega a um nível extremo, pode levar ao crash, isto é, ao estouro da bolha, desvalorizando os ativos repentinamente.

Assim como o dólar paralelo, não é uma prática recomendada. A especulação financeira pode resultar em perdas e já foi causa de grandes crises econômicas mundiais. O exemplo mais famoso foi ocrash da Bolsa de Nova York, em 1929, causando o início da Grande Depressão. 

A especulação financeira não é uma prática interessante para iniciantes ou pessoas que pretendem investir casualmente. Se você busca ampliar os rendimentos e diversificar a carteira, a especulação pode trazer mais perdas do que ganhos.

Como são negociações muito rápidas, que envolvem ampla estratégia, análises fundamentalistas e operações de alto risco, é importante tomar cuidado. Inclusive, a especulação pode criar situações críticas para quem não tem o costume de realizar operações complexas.

Como vimos, investimentos são uma opção mais segura e vantajosa. Agora que você conhece os impactos da especulação financeira e suas principais características, confira dicas de como operar na bolsa de valores!

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Baleia Bitcoin: entenda este conceito e como ele funciona

Baleia no mar

Quando começamos a ler mais e a nos informar sobre o universo das criptomoedas, é normal nos depararmos com alguns termos diferentes, como Baleia Bitcoin. Você já ouviu essa expressão?

Geralmente, as “baleias” são os donos de grandes quantidades de Bitcoin.

A metáfora do oceano ainda pode ser expandida para todo o mercado de criptomoedas, com os peixes grandes, os pequenos, os tubarões e as ondas, que são os movimentos e oscilações do mercado. Quer entender melhor sobre o tema? Siga a leitura!

O que é Baleia Bitcoin e quem são essas pessoas?

Como explicamos, chamamos de baleia Bitcoin todos aqueles que detêm grandes quantidades de Bitcoin. Geralmente os grandes investidores aos quais o termo se refere são instituições ou fundos, como Hedge Funds e Bitcoin Investment Funds.

Hedge Funds e Bitcoin Investment Funds gerenciam centenas de milhares de Bitcoins, estrategicamente injetados no mercado por meio das exchanges.

Outros fundos considerados baleias são: Bitcoin Reserve, Coin Capital Partners, Pantera Capital, Falcon Global Capital, Bitcoin Investment Trust, Fortress e o Global Advisors Bitcoin Investment Fund.

As exchanges também podem ser consideradas como importantes baleias do Bitcoin, uma vez que 6,7% da circulação atual da criptomoeda (quase 9,8 bilhões de dólares) são mantidos em carteiras de exchanges.

Outras baleias bitcoin muito conhecidas são:

  •        Satoshi Nakamoto, o criador anônimo do Bitcoin, com um milhão de Bitcoins, ou seja, 4,76% do total dos 21 milhões;
  •     Os gêmeos Winklevoss, proprietários da exchange Gemini e que, em 2013, detinham 1% de todo o suprimento circulante de Bitcoin;
  •     Barry Silbert, CEO e fundador do Digital Currency Group, considerado o “rei das criptomoedas”. A sua empresa, além de construir e apoiar negócios relacionados ao Bitcoin e blockchain, ainda detém ativos importantes, como o canal de notícias Coindesk e mais de 100 empresas relacionadas ao Bitcoin. Em 2018, de acordo com a Forbes, o patrimônio líquido de criptomoedas de Silbert era entre 400 a 500 milhões de dólares.

Além desses, o governo dos Estados Unidos também pode ser considerado uma baleia Bitcoin, afinal os EUA possuem milhares de Bitcoins que foram apreendidos por causa do envolvimento em atividades criminosas.

De vez em quando, o governo americano realiza leilões públicos, vendendo uma parte desses Bitcoins.

Qual a influência das baleias no preço do Bitcoin?

As baleias têm um poder de influência muito grande dentro da dinâmica do Bitcoin. Para se ter uma ideia, em junho deste ano, uma das maiores baleias do mercado moveu 101.857 Bitcoins para endereços desconhecidos.

Notas de dinheiro, uma carteira com cartão e uma moeda fictícia de bitcoin.
Um dos poderes de uma baleia bitcoin é o de manipular a volatilidade da moeda a seu favor.

Mas o que isso significa? Que, com tantos Bitcoins, essas baleias têm um poder enorme: o de manipular a volatilidade da moeda ao seu favor.

Ou seja, dependendo da oferta e da procura, eles podem manipular parte dos seus Bitcoins e se beneficiar em cima disso. 

Assim, essas movimentações se tornam cruciais para valorizar a criptomoeda – e como as baleias possuem uma enorme fortuna, elas não precisam vender grande parte, apenas uma pequena quantidade para já influenciarem o mercado.

Como esse é um grupo pequeno, eles têm um poder ainda maior de manipulação. Afinal, há mais facilidade para coordenar essas movimentações fazendo com que seus lucros aumentem em cima de outros investidores.

Negociação de Bitcoins pelas baleias

No começo, as baleias negociavam Bitcoins nas maiores e mais líquidas corretoras (e ainda existem algumas que fazem dessa forma).

Mas, conforme o mercado foi amadurecendo, começaram a surgir diferentes corretoras de balcão (OTC) que fornecem serviços voltados justamente aos grandes investidores

Assim, as baleias passaram a negociar seus criptoativos em mercados de balcão, preservando o anonimato e conseguindo acessar ainda mais liquidez do que a fornecida pelas exchanges tradicionais.

Táticas usadas pelas baleias

Existem muitas táticas que as baleias usam para conseguir manipular o mercado a seu favor. Vamos ver algumas:

Ciclo de enxaguamento e repetição

Essa é uma tática usada em diferentes mercados – e que também funciona para os criptoativos. Basicamente, a baleia começa a vender seus Bitcoins abaixo da taxa de mercado – causando pânico nos investidores menores

O truque é vender por um valor logo abaixo do que está sendo negociado no mercado e apenas uma quantidade suficiente para causar pânico nos investidores menores.

Então, a baleia observa o preço do Bitcoin, até que ele baixe o suficiente para começar a lucrar. Com o mercado em pânico, a baleia compra ainda mais Bitcoins do que possuía antes, só que por um preço mais atrativo. Esse ciclo passa a ser repetido com certa frequência.

Barreiras (ou paredes) de compra e venda

Funciona assim: a baleia coloca uma enorme ordem de compra na exchange e absorve todas as ordens de venda existentes, de forma a impedir a subida de preço até que o sentimento geral mude e o próprio preço se altere. Isso é chamado de barreira ou parede.

O custo é mínimo porque as ordens de venda que vão contra a sua parede são poucas e teriam sido executadas antes que o preço mudasse de direção.

Pessoa segurando uma moeda fictícia de bitcoin na mão.
Uma baleia bitcoin também pode criar uma parede de vendas para jogar o preço dos bitcoins para baixo.

Vamos exemplificar: uma baleia cria uma enorme ordem de compra de Bitcoin por um valor X.

Como há um aumento súbito da procura, os investidores sobem ainda mais suas ordens de compra, aumentando o preço para 2X. A baleia, então, cancela sua ordem de compra e vende os seus Bitcoins por 2X – lucrando com isso.

O contrário também pode acontecer, quando a baleia cria uma parede de vendas para jogar o preço para baixo e comprar Bitcoins mais baratos.

Porém, nem sempre essas barreiras são criadas por baleias, às vezes apenas estão refletindo as tendências do mercado.

O caso da Baleia Urso

Os ursos no mercado de Bitcoin são aqueles investidores que acreditam que determinado ativo perderá seu valor e por isso são os vendedores do momento.

Um caso interessante ocorreu em 2014, quando uma enorme baleia Bitcoin liquidou 30 mil bitcoins por 300 dólares cada um. 

Muitos investidores e especuladores pensaram que essa ação iria destruir o mercado na época. Porém, ao invés disso, o pedido foi rasgado pelos compradores e o preço do Bitcoin, na época, subiu para 375 dólares.

O evento ficou marcado na história do Bitcoin e o comerciante passou a ser conhecido como “baleia urso”. Na época, o pedido de 30 mil BTC foi gravado em vídeo e muitos memes surgiram retratando a matança épica de uma baleia Bitcoin.

De uma forma geral, quando ocorrem efeitos inexplicáveis no mercado, normalmente eles acabam sendo relacionados às baleias e suas ações. Por isso, é importante entender como essa dinâmica funciona e as táticas usadas.

A partir de quantos Bitcoins pode ser considerado uma baleia?

Essa é uma pergunta bastante comum nos fóruns de Bitcoins. Não existe nenhuma indicação de quantos Bitcoins uma pessoa ou fundo precisa possuir para ser considerado uma baleia.

Vários tópicos no Bitcointalk.org, o principal fórum de Bitcoin da internet, colocam um valor entre 1 mil a 10 mil Bitcoins.

De qualquer forma, à medida que os mercados de Bitcoin se tornam mais fortes e ganham mais liquidez, os especuladores acreditam que serão necessárias baleias ainda maiores para conseguir mudanças no mercado.

Por que entender as baleias de Bitcoin é importante?

Como você viu, a Baleia Bitcoin detém um grande poder de manipulação do mercado e, com suas ações, consegue fazer com que o preço da criptomoeda suba ou desça, atendendo às suas necessidades e exigências.

Isso só ocorre porque não existe nenhuma regulamentação sobre o mercado das criptomoedas, por exemplo estipulando um nível máximo de Bitcoins que determinado investidor pode ter.

A solução para resolver essa questão, poderia ser uma regulamentação mais rigorosa, impedindo que uma grande parte do mercado possa ser manipulado por um pequeno grupo de pessoas.

Porém, isso também contraria o ideal do Bitcoin, que preza pela liberdade e pela ausência de controles e regulamentações.

Neste conteúdo, você aprendeu que o termo Baleia Bitcoin se refere a grandes investidores, exchanges ou fundos de investidores que contam com uma quantidade alta de Bitcoins.

Justamente por isso, eles detêm um poder importante, direcionando o preço da criptomoeda de acordo com seus interesses.

Além do Bitcoin, é possível existir baleias com outras altcoins. A maioria das baleias surgiram quando o Bitcoin ainda tinha preços menores – e por isso novas baleias surgem com os altcoins menos valorizados.

O importante é não entrar em pânico quando movimentos bruscos ocorrerem no mercado, entendendo que o fato pode estar sendo causado por alguma baleia.

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Cibersegurança: Como proteger seus dados contra invasores

Ataque hacker

Não há dúvidas de que a internet é a maior inovação dos últimos tempos, protagonizando a Indústria 4.0 e mudando a realidade em que vivemos. Este cenário faz com que o mundo inteiro se preocupe cada vez mais com a Cibersegurança.

Hoje em dia realizamos diversos tipos de atividades pela internet, seja trabalho, transações financeiras, conversas, entre outros. Muitas vezes envolvendo, inclusive, nossos dados e informações pessoais. Por isso, precisamos tomar cuidado com cibercriminosos e hackers que podem invadir nossos computadores e dispositivos tecnológicos.

O que é Cibersegurança?

Cibersegurança são técnicas que, quando utilizadas em conjunto, visam proteger dados, informações, softwares, hardwares, redes e nuvens de quaisquer tipos de ataques, danos e invasões.

A necessidade da Cibersegurança se dá, hoje em dia, por motivos que vão muito além do famoso e temido barulho que seu antivírus faz quando envia um possível vírus para a quarentena (apesar de este ainda ser um motivo também).

Com o mercado de produtos digitais em ascensão e a utilização cada vez maior de softwares por pessoas e empresas, para realização de análises de históricos de dados, planejamento estratégico e produção dos mais diversos tipos de conteúdos e produtos, é importante que todos se preocupem com a Cibersegurança.

Este cenário de grande utilização dos meios digitais foi ainda mais intensificado devido à pandemia do coronavírus, que obrigou as empresas a se adaptarem ao modelo de trabalho Home Office.

Devido a este interesse do mercado, as técnicas de Cibersegurança e criptografia, como Função Hash e Blockchain, vêm sendo cada vez mais aperfeiçoadas. O problema é que junto delas, os tipos de ataques também evoluem. Vamos entendê-los?

Os principais tipos de Ataques Cibernéticos

Como foi dito acima, todos os dias inventam-se novas maneiras de tentar destruir, alterar, expor, desativar, furtar e obter acesso à uma rede ou dispositivo.

Veja então, a seguir, os principais tipos de Ataques Cibernéticos, ou Ciberataques!

Phishing

O Phishing é o ato de enganar usuários para obter seus dados e informações, normalmente se fazendo passar por sites ou softwares confiáveis.

Este tipo de ataque é muito utilizado devido a sua facilidade de expansão. Os dados mais frequentemente coletados são informações pessoais, senhas e números de cartão de crédito.

DDoS

Um ataque de Negação de Serviço Distribuída, no inglês Distributed Denial of Service(DDoS), se dá quando os recursos de um servidor são sobrecarregados propositalmente, com acessos e solicitações, para que as páginas pertencentes a ele fiquem indisponíveis.

Desta maneira, podemos dizer que este ataque é, na verdade, uma invalidação do sistema por sobrecarga, e não uma invasão propriamente dita.

Ataques internos

São ações realizadas por pessoas que detém acesso direto às máquinas e sistemas em questão, e utilizam disso para danificá-las de alguma maneira ou conseguir privilégios indevidos.

Malware

O Malware, ou software malicioso, é a classe em que se enquadram o que sempre chamamos de vírus. Dentro deles podemos ressaltar:

Scarewares

São softwares mal intencionados que alegam que arquivos no computador foram infectados, para assim fazer o usuário acessar sites infestados de outros malwares.

Cavalo de Tróia (Trojan)

Malware que engana o usuário sobre sua verdadeira intenção, excluem arquivos e infectam outros dispositivos conectados à mesma rede.

Spyware

Software espião que rouba informações e monitora as atividades online sem o consentimento do usuário, enviando-as para terceiros.

Ransomware

Software que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra algum tipo de resgate para desbloqueá-lo.

Worm

Mais perigoso que o vírus comum, pois se propaga rapidamente e sem controle do usuário. Ele cria cópias de si mesmo por todo o sistema e tenta se espalhar para outras máquinas por meio da internet, mensagens, USB e outras conexões.

Exemplos de ataques cibernéticos

Sabendo quais são os principais tipos de ataques cibernéticos, chegou a hora de citar um exemplo para que você veja o tamanho do problema que a Cibersegurança trabalha para evitar.

Este exemplo ocorreu em 2017, com o ransomware WannaCry. Este vírus se espalhou em todo o planeta e, segundo o Avast (Empresa de Antivírus), infectou mais de 230 mil computadores, principalmente na Rússia, na China e no Brasil.

Como foi dito na classificação, o ransomware pede um resgate para a liberação dos dados do usuário infectado. No caso do WannaCry, o pedido para resgate dos dados foi de U$300,00.

Pouco tempo após o surto inicial, um pesquisador de segurança chamado Marcus Hutchins, conseguiu identificar uma função no código do malware que parava a propagação do mesmo quando este era conectado a um domínio. Assim, ele registrou este domínio e conteve a propagação.

Variações do malware voltaram a surgir, porém, sem esta função no código. A única coisa que foi capaz de impedir o avanço destes foram patchs de correção, lançados pela Microsoft. Porém muitos servidores que não fizeram esta atualização de segurança foram infectados.

Como se proteger de Ataques Cibernéticos

Agora que você já sabe como se configuram os Ciberataques, espero que tenha percebido a importância da Cibersegurança.

Mas calma, não precisa se desesperar. Vamos te mostrar agora os principais meios que você pode e deve utilizar para se proteger destes ataques Cibernéticos.

A base para não permitir a entrada de arquivos maliciosos em seu sistema e suas máquinas é a utilização de softwares originais e atualizados, inclusive do Firewall e do Antivírus.

Feito isso, tenha cuidado com a rede Wi-Fi (sempre utilize senha), criptografe seus dados e realize backups periódicos. Atente-se  à segurança do download e upload de arquivos e tenha sigilo máximo com suas senhas.

Como foi dito, a internet é a grande protagonista da Indústria 4.0 e promete continuar reinando na 5ª Revolução Industrial.

As automatizações se tornaram a base da IoT (Internet of Things), da Inteligência Artificial, do Machine Learning e tantas outras inovações e, sendo assim, os algoritmos das linguagens de programação tornam-se cada vez mais importantes.

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XP e Itaú: bem-vindos à 2015!

Publicação originalmente feita para a Investing Talks, minha newsletter no LinkedIn.

Nos últimos meses vimos a discussão sobre taxas e modelo de remuneração ganhar força no mercado de investimentos. Itaú e XP Investimentos acenderam o debate sobre o modelo de comissionamento e os conflitos de interesses que ele gera com taxas, comissões e rebates escondidos dentro dos produtos.

Agora a Rico anunciou que vai zerar a taxa de corretagem e a XP diz que irá reduzir a taxa em 75%. Só que quando você não paga nada, o produto é você. Não há transparência para o cliente. É impossível saber se a recomendação do assessor ou gerente é de fato a melhor para você.  

Mas nós sabemos que não precisa ser assim. Quando criamos a Magnetis, em 2015, adotamos alguns princípios que ainda eram pouco comuns e até iam contra o que o mercado brasileiro praticava.

O principal foi cobrar uma taxa de serviço transparente. Acreditamos que é a melhor forma de garantir 100% de alinhamento de interesses com nossos clientes.

Ouvi de muita gente que éramos loucos, que ninguém estava acostumado a pagar por consultoria. Foi um risco, mas ter um modelo isento de conflito era uma visão muito clara para nós. 

Fico feliz em ver que o mercado está começando a olhar para esse caminho e que outros players começam a adotá-lo também. A XP recentemente anunciou que vai oferecer uma opção de modelo de remuneração semelhante ao nosso, que cobra um percentual fixo sobre patrimônio investido, “pela primeira vez no Brasil”.

Parece que o mercado finalmente acordou, mas acordou bastante atrasado. Essa movimentação só comprova o que afirmamos há muito tempo: que o modelo de remuneração de bancos e corretoras nunca foi o melhor para você.

Fomos pioneiros em trazer o modelo fee-based para o varejo no Brasil, cobrando uma taxa simples e transparente e devolvendo 100% dos rebates. 

Por outro lado, tem gente voltando com a conversinha de “assessoria sem custo”. Acredito muito na evolução do mercado para um modelo mais justo, transparente e centrado no cliente.

Para quem já investe com a Magnetis, não é preciso esperar mais 5 anos para ter a certeza de investir pelo caminho certo.

Sobre mim

Sou Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis, a primeira gestora de investimentos digital do Brasil. Trabalho no mercado financeiro há mais de 25 anos, sou administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP®. Ao longo da minha carreira, fundei a gestora de fundos Nest Investimentos e fui vice-presidente da Merrill Lynch no Brasil. Acredito na tecnologia como solução para melhorar e democratizar a gestão de investimentos.

Gostou desta conversa? Me conta o que você pensa sobre esse assunto nos comentários.

Obrigado pela leitura!

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