Indicadores financeiros: 10 principais indicadores financeiros que você deve analisar antes de investir!

biblioteca financeira

Não há dúvidas de que os indicadores financeiros são grandes aliados na gestão de uma empresa. As informações transmitidas por eles permitem uma análise aprofundada do panorama financeiro da organização, tornando-se um fator fundamental nos processos de tomada de decisões.

Para que a sua empresa tire o máximo proveito desse recurso, decidimos falar neste post sobre a importância dos indicadores financeiros. Também mostraremos quais são aqueles que devem ser considerados antes de qualquer investimento. Continue a leitura!

Por que acompanhar os indicadores financeiros de um negócio?

Caso você ainda não saiba, indicadores são ferramentas que ajudam a medir o desempenho de uma empresa em diferentes aspectos. Quando falamos dos indicadores financeiros, esses são os que nos ajudam a avaliar a saúde do caixa e a gerir melhor o orçamento do negócio.

Para cumprir esse papel de forma eficiente, as informações transmitidas por esses indicadores precisam ser claras e compreensíveis. Assim, elas podem ser facilmente mensuradas e analisadas, fornecendo aos gestores uma orientação importante a respeito do caminho que a empresa está percorrendo.

Além de demonstrar como foi o desempenho passado, os indicadores financeiros fornecem parâmetros objetivos para o desenvolvimento de um planejamento adequado à realidade da organização.

Eles também permitem o estabelecimento de metas que sejam razoáveis e atingíveis, seja para curto, médio ou longo prazo. Assim, ao realizar um acompanhamento contínuo dessas métricas, os gestores podem monitorar a execução do planejamento e o progresso dos negócios.

Uma das vantagens da utilização de métricas é que elas possibilitam a identificação tanto dos pontos positivos quanto daqueles que precisam ser aprimorados. Com esses dados bem organizados, dá até mesmo para descobrir se o negócio é escalável, utilizando-os para conduzir os processos de expansão da empresa.

A utilização dos indicadores financeiros é uma grande tendência dentro das práticas de gestão empresarial moderna, que busca ser cada vez mais dinâmica e eficiente. Quando são bem empregados, eles podem ser um valioso diferencial competitivo para que uma companhia se destaque em qualquer segmento.

Quais indicadores avaliar antes de investir na empresa?

Agora que você já compreendeu a importância do acompanhamento dos indicadores financeiros, falta apenas descobrir quais devem ser aplicados ao seu negócio.

Confira abaixo nossa lista com as 10 principais métricas e suas características.

Indicadores de rentabilidade

Ideais para todo tipo de negócio, os indicadores de rentabilidade permitem a mensuração do lucro obtido em relação ao patrimônio aplicado para esse fim.

Eles podem ser aplicados sobre todo o histórico da empresa ou direcionados a períodos específicos. Isso facilita a análise dos resultados obtidos com promoções e oportunidades sazonais que impactam as vendas — datas comemorativas, por exemplo.

Veja agora quais são os principais indicadores que enquadram nessa categoria.

1. Margem líquida

O indicador de margem líquida ajuda a determinar o valor restante das receitas após os descontos relativos a despesas e impostos. Caso existam acionistas, esse indicador também permite comparar o lucro pertencente a esse grupo com o volume de renda gerado.

O cálculo é feito dividindo o lucro líquido pela receita total das vendas realizadas. Feito isso, é só multiplicar o resultado por 100 para descobrir a porcentagem de margem líquida das operações.

Quanto maior for a margem líquida, maior será o lucro obtido em cada venda. No entanto, margens muito altas podem tornar os produtos ou serviços ofertados mais caros, afastando potenciais consumidores. Por isso, é muito importante encontrar um ponto de equilíbrio para que a empresa possa crescer ao mesmo tempo em que oferece preços competitivos.

2. ROI

Sigla para Return on Investment, o indicador ROI serve para demonstrar eventuais lucros ou perdas com algum investimento específico. Suas características permitem que o cálculo seja feito antes mesmo da efetivação do investimento pretendido, procurando estimar se a operação realmente valerá a pena.

Utilizando esse indicador corretamente, o gestor pode identificar as operações financeiras que trazem resultados positivos e aquelas que não apresentam o desempenho esperado. Dessa forma, a empresa pode concentrar os esforços nos negócios mais rentáveis e rever a viabilidade dos que ficaram abaixo da média.

Para fazer o cálculo, é preciso ter registrado o valor total dos ganhos obtidos e substituir desse montante o custo do investimento. Depois, o valor resultante deve ser dividido pelo custo do investimento, o mesmo dado utilizado na operação anterior. Veja como fica essa fórmula:

ROI = (Ganho obtido – Valor do investimento) ÷ Valor do investimento

Para transformar esse número em porcentagem e facilitar os diagnósticos, é só multiplicar o resultado encontrado por 100.

Um detalhe importante é que não existe um nível ideal para esse indicador, mas isso depende bastante dos objetivos e do contexto de cada empresa. Por isso, um bom planejamento financeiro é fundamental para determinar os valores adequados para cada situação.

3. ROE

Semelhante ao indicador que vimos acima, o ROE tem o objetivo de descobrir a rentabilidade do capital próprio aplicado na empresa. A sigla significa Return on Equity, que se traduz por algo como “retorno sobre o capital”.

Ao indicar essa taxa, o ROE reflete também a capacidade do negócio de agregar valor a si mesmo a partir de seus próprios recursos. Isso torna essa ferramenta especialmente importante para acionistas, já que esse é um importante indicativo dos lucros que podem ser obtidos ao investir na companhia.

O cálculo deve ser feito considerando o lucro líquido acumulado nos últimos 12 meses. Daí, basta dividir esse montante pelo patrimônio líquido da empresa. Assim, aquelas que apresentam maiores índices de lucro por capital investido podem ser consideradas mais eficientes.

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4. EBITDA

O indicador EBITDA informa qual foi a geração de caixa da empresa apenas com base em suas atividades operacionais. Portanto, ele não considera eventuais efeitos financeiros, depreciações e amortizações sobre os valores.

Isso significa que ele é capaz de demonstrar os resultados alcançados de acordo com o próprio desempenho da empresa, deixando de lado as influências externas. Dessa forma, ele fornece um parâmetro ideal para comparações com os concorrentes dentro do mercado de atuação.

Na hora de fazer o cálculo, será preciso obter o lucro operacional, subtraindo da receita líquida os custos relativos aos produtos ou serviços vendidos. Para chegar ao EBITDA, os custos com depreciação, amortização, juros e impostos devem ser somados ao lucro operacional.

Indicadores de endividamento

Também chamados de indicadores de estrutura de capital, esses indicadores ajudam nos cálculos de posição de endividamento. Isto é, estamos falando da capacidade da empresa de gerar caixa para fazer frente as suas dívidas e juros, garantindo o crescimento sustentável das atividades.

Aplicando corretamente esses indicadores, o gestor consegue identificar com mais clareza quando há desequilíbrio entre as receitas e as despesas do negócio. A partir dessas informações, é possível definir de forma precisa o grau de endividamento da empresa e começar a buscar possíveis soluções para o problema.

Para realizar os cálculos de endividamento, é preciso ter em mãos informações como passivo circulante, passivo total, ativo circulante e exigível em longo prazo. Contar com um balanço patrimonial apurado certamente será de grande ajuda nessa hora, tornando o processo mais rápido.

Confira agora os indicadores de endividamento mais importantes.

5. Participação de capital de terceiros

O objetivo desse indicador financeiro é identificar a parcela do patrimônio líquido que pertence a terceiros. Isso permite avaliar o nível de dependência de recursos externos para a manutenção das atividades da empresa.

Consideramos como recursos externos nessa análise aqueles vindos de financiamentos, empréstimos, acordos com fornecedores, bem como valores destinados a recursos trabalhistas e tributários.

O cálculo é feito somando o passivo circulante com o exigível em longo prazo e dividindo o resultado pelo ativo total da companhia. O ideal é que o resultado da participação de terceiros seja inferior a 0,6. Índices mais próximos de 1 indicam maiores problemas para a solvência financeira.

6. Imobilização do patrimônio líquido

Esse índice busca indicar quanto do patrimônio líquido está aplicado do ativo permanente e, portanto, imobilizado. Tal análise é importante pois, quando uma parcela muito grande dos recursos é investida no ativo permanente, há o risco de comprometimento do ativo circulante.

Essa situação faz com que a dependência de capital externo aumente, já que as obrigações correntes precisam ser honradas.

A fórmula para calcular o índice de imobilização do patrimônio líquido consiste em dividir o valor do ativo permanente pelo patrimônio líquido. Para trabalhar com o índice em porcentagem, basta multiplicar o resultado obtido por 100.

Quanto maior o resultado, maior é o grau de imobilização de recursos da empresa. Para índices até 100%, é possível dizer que o capital imobilizado é menor que o capital de giro disponível.

7. Composição do endividamento

Uma medida importante para lidar com as dívidas da empresa é segmentá-las de acordo com seus vencimentos. O indicador de composição de endividamento ajuda a fazer isso, demonstrando os valores que deverão ser pagos em curto prazo em comparação com as obrigações totais.

O cálculo é feito dividindo o passivo circulante pela soma do próprio passivo circulante com o passivo não circulante. Multiplicando por 100, chegamos à porcentagem das obrigações que deve ser paga no curto prazo.

Uma alta concentração de débitos nessa situação deve ligar o alerta da gestão financeira. A pressão para liquidação das pendências pode levar a problemas ainda mais graves de desequilíbrio nas contas da companhia.

Tesouro Direto: como investir?

Indicadores de liquidez

O conceito de liquidez já é bastante conhecido por quem investe em aplicações de renda fixa e no mercado de capitais. No contexto da gestão empresarial, ele está relacionado à capacidade da organização de cumprir suas obrigações de curto prazo antes dos seus vencimentos.

Eles se diferem dos indicadores de endividamento por analisarem a viabilidade do cumprimento das obrigações dentro do orçamento efetivamente disponível, e não em prazo futuro. Assim, os indicadores de liquidez fornecem um importante diagnóstico sobre a solvência financeira do negócio.

Mostramos agora os que devem fazer parte da sua gestão.

8. Liquidez corrente

Com esse indicador, o gestor consegue saber quanto a empresa possui em recursos disponíveis para suas obrigações de curto prazo. A ideia é fazer um balanço entre as receitas e as despesas em um período determinado, procurando descobrir se o caixa será suficiente.

É possível chegar a esse índice dividindo o valor do ativo circulante pelo valor do passivo circulante. Resultados acima de 1 indicam que a empresa tem recursos para honrar seus próximos compromissos considerados no cálculo.

9. Liquidez imediata

Toda empresa está sujeita a situações inesperadas que resultam em despesas fora do planejamento. Para ajudar nessas horas, o indicador de liquidez imediata demonstra a capacidade de pagamento desses gastos.

O primeiro passo para chegar a esse indicador é fazer uma estimativa da quantidade de recursos disponíveis no momento. Pode ser considerado o dinheiro em caixa, depositado no banco e aplicado em investimentos com possibilidade de resgate. Ao dividir a somatória desses valores pelo passivo circulante, chegamos ao indicador de liquidez imediata.

10. Liquidez seca

Quando incluímos os estoques na estimativa de recursos disponíveis, há o risco de que seu valor considerado não esteja alinhado com a realidade do mercado. Portanto, o índice de liquidez seca segue o mesmo propósito do índice de liquidez corrente, mas excluindo os estoques do cálculo.

Então, basta subtrair a conta de estoque do ativo circulante e dividir esse valor pelo passivo circulante para chegar a esse índice. Como esse resultado muitas vezes condiz mais com a realidade, dizemos que representa a liquidez real da empresa.

Como vimos ao longo deste conteúdo, os indicadores financeiros são ferramentas praticamente indispensáveis a qualquer negócio. Eles podem ser aplicados tanto para orientar as decisões do dia a dia quanto para escolher boas alternativas para diversificar a carteira de investimentos empresarial.

Então, planeje-se para fazer o melhor uso possível dessas ferramentas na sua gestão, aproveitando as importantes informações que elas transmitem na administração dos recursos. Afinal, uma empresa que se vale dos indicadores financeiros estará mais preparada para lidar com qualquer adversidade e se destacar diante da concorrência. Você também pode compartilhar este post em suas redes sociais e mostrar para todos que entende tudo sobre o assunto, o que acha?

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Fundo de ouro: entenda como funciona e se vale a pena adquirir

reserva de emergência

O fundo de ouro é uma alternativa segura para momentos de instabilidade econômica. Por ser um ativo em circulação há muito tempo, oferece proteção para cenários de crise financeira e alta inflação. Entretanto, para aplicar nessa modalidade de investimento, é importante saber como ele funciona e se vale a pena adquiri-lo.

Para tirar suas dúvidas, neste artigo você saberá como o fundo de ouro funciona, quais são os tipos existentes e dicas para começar a investir.

Continue a leitura e veja por que aplicar nesse fundo pode ser um caminho interessante para diversificar a carteira. 

O que é o fundo de investimento em ouro?

Geralmente, o fundo de investimento em ouro é procurado em cenários de alta inflação e crise econômica. Como o ouro é um ativo negociado há muitos anos, ele é visto como uma espécie de escudo para períodos de incerteza. 

No passado, o ouro era utilizado como moeda, ou seja, era comum realizar trocas de bens materiais pelo metal. Com o tempo, ele deixou de ser usado para essa finalidade e tornou-se lastro para diversas moedas globais.

Hoje ele é classificado como commodity — aplicação de renda variável utilizada para definir as matérias-primas usadas na fabricação de outros itens. É operado principalmente como reserva de valor, sendo um ativo ideal para diversificar a carteira de investimentos. 

Por ser um recurso escasso, o ouro é visto pelas instituições financeiras como uma proteção contra possíveis movimentações negativas no mercado.

Inclusive, investir em ouro é uma opção interessante para o período em que estamos vivendo. Devido à crise provocada pela Covid-19, o metal valorizou mais de 40% em 2020, favorecendo bastante a compra do ativo.

Quais são os tipos de fundos de ouro?

Existem três tipos básicos de fundos de ouro. A seguir, veja as principais diferenças entre eles.

Fundo de ouro em real

Este fundo não fica vulnerável à oscilação do dólar, isto é, permite exposição com foco no próprio ouro e por meio de contratos futuros. Esses contratos têm proteção cambial e não sofrem com as variações da moeda norte-americana. 

Fundo de ouro em real + CDI

Nesta modalidade, o foco é na mudança do preço do ouro junto com o CDI. Isso significa que o objetivo é alcançar melhores resultados de acordo com a variação do preço do ouro, com acréscimo do Certificado de Depósito Interbancário. Nesse contexto, a estratégia adotada pelo administrador do fundo será investir para o médio e longo prazo.

Fundo de ouro + dólar

A terceira estratégia mais utilizada é o fundo de ouro + dólar. Esse fundo visa aplicar em ativos que acompanham a variação do dólar, sem proteção cambial. Lembrando que a moeda oscila diariamente, por isso, vale acompanhar as mudanças desse fundo com mais frequência.

Quais são os benefícios de investir em fundos de ouro?

Se você ainda está em dúvida sobre as vantagens do fundo de ouro, veja a seguir os principais benefícios desse investimento:

  • diversificação da carteira;
  • aumento do valor do ativo em momentos de crise;
  • oscilação baixa;
  • liquidez favorável;
  • estabilidade do preço;
  • amenização de perdas de patrimônio;
  • proteção da carteira contra mudanças bruscas no mercado;
  • garantia de estabilidade;
  • potencial de valorização;
  • suavização de quedas de ativos mais arriscados.

Ao contrário do fundo alavancado, que toma recursos emprestados para impulsionar os resultados dos investimentos, o fundo de ouro funciona como uma proteção de capital. Logo, em cenários críticos, esse tipo de investimento pode oferecer mais estabilidade às suas finanças.

Como investir em fundos de ouro?

Antes de investir em fundos de ouro, vale lembrar que estes variam de acordo com a estratégia do gestor responsável, assim como no fundo espelho. Ou seja, você adquire cotas e deixa que os recursos sejam alocados por um administrador profissional, como corretoras ou bancos.

Portanto, o primeiro passo para investir em fundo de ouro é criar uma conta em uma corretora ou instituição financeira de sua confiança. Existem várias opções disponíveis, então, vale considerar as taxas de administração, o atendimento e outras particularidades. Com ajuda especializada, com certeza esse procedimento será bem mais simples.

Em seguida, escolha o fundo de ouro de sua preferência. Não esqueça de verificar o regulamento, que trará todos os detalhes necessários do investimento. Outra dica é verificar a tributação do fundo: confira a alíquota do Imposto de Renda, o valor do IOF e outros encargos incluídos. 

Por fim, basta transferir o dinheiro para sua corretora e aplicá-lo no fundo escolhido. Lembrando que você pode acompanhar as transações pela própria plataforma da corretora.

Quais são os fundos de ouro mais vantajosos?

Se você ainda está em dúvida sobre qual opção escolher, confira a lista com os fundos de ouro mais interessantes para aplicar.

  • Trend Ouro FIM: aplicação mínima de R$ 500 e taxa de administração de 0,50% ao ano;
  • Caixa FI Ouro Multimercado LP: aplicação mínima de R$ 5.000 e taxa de administração de 1,5% ao ano;
  • Órama Ouro Fundo de Investimento Multimercado: atualmente, não há uma aplicação mínima inicial, e a taxa de administração é de 0,60% ao ano;
  • Itaú Gold FICFI: aplicação mínima de R$ 100 e taxa de administração de 0,35% ao ano;
  • BB Multimercado Ouro: aplicação mínima de R$ 100 e taxa de administração de 0,85% ao ano;
  • Vitreo Ouro FIC FIM: aplicação mínima de R$ 1.000 e taxa de administração de 0,14% ao ano;
  • BTG Ouro USD FIM: aplicação mínima inicial de R$ 500 e taxa de administração de 0,10%.

No momento de escolher o fundo mais adequado, será necessário decidir entre os três tipos existentes. Conte com o auxílio de sua corretora para a tomar essa decisão sem correr riscos desnecessários. 

O fundo de ouro, portanto, é um bom investimento para quem busca proteção, diversificação, liquidez e potencial de valorização. Em momentos de crise econômica, será uma boa alternativa para ampliar seus rendimentos. E se você gostou deste conteúdo e quer saber mais sobre aplicações financeiras, siga a Magnetis nas redes sociais! Estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e YouTube.

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Ethereum e Smart Contracts: a onda já passou?

Aperto de mãos fechando um contrato

Smart contract” foi uma nomenclatura infeliz escolhida para os contratos digitais auto-executáveis. É importante notar que os contratos precisam ser verificados e executados por servidores, além de seu funcionamento depender do funcionamento do blockchain.

Pense nestes contratos digitais como um conjunto de regras pré-estabelecidas, por exemplo, liberar um pagamento somente após a assinatura digital de três endereços distintos. 

Desta forma, é possível trabalhar com carteiras multiassinatura (multisig). Isto é muito útil para empresas, quando há exigência da autorização de dois ou mais diretores para transferências.

O grande problema dos “smart contracts

O trabalho é simples quando todos os inputs (entradas de dados) necessários para validar o contrato são inerentes à própria blockchain. Podemos medir o tempo através de blocos minerados, analisar saldos de endereços, tokens que representam os votos, entre outros.

A grande questão é quando existe a necessidade de algum dado externo. Imagine algum caso envolvendo a cotação do petróleo para cálculo de um pagamento. Há inúmeras fontes para o contrato buscar a informação, mas como saber se houve alguma manipulação?

O “oráculo” é este intermediário que busca informações externas e faz a validação. Alguns métodos inteligentes foram desenvolvidos para reduzir o risco de erros: comparar diversas fontes, aguardar algumas horas e verificar novamente, utilizar juízes selecionados de forma randômica, entre outros.

dApps: aplicativos descentralizados

Jogos de azar na rede Tron – fonte: Trondapps.me

Os jogos de azar tornaram-se muito populares entre o universo das criptomoedas. Isto se deu por conta da dificuldade de realizar depósitos e saques em sites de apostas utilizando cartões de crédito. Os bancos impõem restrições, além das questões regulatórias que proíbem esta atividade em várias localidades.

Todo e qualquer aplicativo descentralizado (dApp) depende de smart contracts para funcionar. A maior vantagem para o usuário é a transparência do código-fonte, uma vez que tudo em blockchain é perfeitamente auditável.

Outro grande viés de utilização dos smart contracts são as DEX, exchanges descentralizadas, embora a vasta maioria dos exemplos que temos visto são operações semi-centralizadas. A velocidade de processamento e execução via blockchain é um grande gargalo para este fim, logo parte da operação acaba sendo executada em servidores centralizados.

Yield Farming, a nova onda

Nos últimos 3 meses uma nova onda de aplicações financeiras descentralizadas (DeFi) ganhou corpo. O Yield Farming utiliza smart contracts para buscar uma alocação inteligente para sua cesta de depósitos de criptomoedas, os depósitos feitos pelos usuários.

Este smart contract irá buscar a melhor oportunidade de retorno em aplicações descentralizadas de staking, por exemplo, Compound, DyDX e Fulcrum. Todos os usuários depositantes no Yield Farm dividem os ganhos gerados através dos empréstimos. 

A demanda para este produto foi tão grande que os tradicionais sites exploradores da rede Ethereum, por exemplo, Etherscan, incluíram uma seção exclusiva para aplicações financeiras descentralizadas:

Ranking de DeFi do Etherscan

Ethereum vs competidores

Embora o Ethereum seja o precursor deste segmento, atualmente redes como EOS, NEO e Tron competem diretamente não só por usuários, mas pelos próprios desenvolvedores de aplicativos.

Exchange descentralizada IDEX

Quando olhamos além dos jogos de azar, a rede Ethereum larga na frente pela utilização de plataformas de DeFi, finanças descentralizadas, além das exchanges DEX. Podemos citar alguns casos de sucesso na rede:

  • MakerDAO (MKR): responsável pela stablecoin DAI;
  • ChainLink (LINK): responsável pela criptomoeda LINK;
  • Compound (COMP): empréstimos de stablecoins colateralizados em cripto;
  • Uniswap: plataforma p2p de negociação cripto-cripto;
  • Kyber Network (KNC): agregador de liquidez de plataformas descentralizadas.

Taxa da Ethereum bate 3 dólares

Com o sucesso destas aplicações na rede Ethereum, chegando a ultrapassar os 3 dólares por transação em meados de agosto. Vale ressaltar que as operações feitas por smart contracts e aplicações descentralizadas também pagam as taxas de uso da rede.

Mediana de 7 dias das taxas em dólar. Fonte: CoinMetrics

Por este motivo, é possível afirmar que a onda de Ethereum e smart contracts está só começando, porém, enfrenta um gargalo operacional por conta das limitações do blockchain. No momento é impossível prever como e para onde este mercado irá se desenvolver.

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Siga estes 7 passos para uma economia doméstica saudável

Saber como manter uma economia doméstica saudável é essencial para garantir que as finanças pessoais estejam sempre em dia, especialmente em tempos de crise. Além do controle efetivo do dinheiro, o cuidado com a saúde financeira também é uma forma de investir e se livrar de dívidas.

Embora seja importante manter esse controle, a economia doméstica não é um tema ensinado para a maioria das pessoas. E é justamente essa falta de educação financeira básica que deixa muitos sem uma noção mínima de como administrar o dinheiro e evitar dívidas.

Neste artigo, você confere 7 dicas importantes sobre economia doméstica que ajudarão no processo de colocar as finanças em dia. Continue a leitura e tire suas dúvidas!

1. Organize o orçamento

Para ter uma economia doméstica saudável, o primeiro passo é organizar seu orçamento, ou seja, estabelecer um plano para o seu dinheiro. Assim, você terá uma ideia melhor das entradas e saídas da sua conta a cada mês.

Uma forma popular e eficaz de fazer um orçamento é usar a regra 50/30/20. Isso significa que 50% da sua receita mensal vai para as necessidades, como contas, alimentação, moradia etc. Depois, 20% vai para a poupança e os 30% restantes você pode usar para o que quiser.

Essa é uma maneira fácil de dividir o salário, mas pode ser necessário ajustar a estratégia um pouco para adaptá-la ao seu estilo de vida. Por isso, é importante acompanhar com frequência suas despesas para poder cortar eventuais gastos desnecessários.

2. Atente ao corte de gastos

Ao ajustar o orçamento, um corte de gastos é quase inevitável.Então, é muito importante entender, durante a organização das finanças, para onde vai o seu dinheiro. Em resumo, o corte de gastos é fundamental para garantir que as despesas não excedam a receita.

Para que esse processo seja facilmente aplicado, o ideal é eliminar os excessos dentro do orçamento mensal. Isso pode significar comer menos fora de casa, evitar compras de itens não essenciais, entre outras alternativas.

Ao colocar todos os gastos mensais no papel, é mais fácil perceber pequenas mudanças que podem ser feitas em suas despesas diárias. Como resultado, você consegue notar quais cortes podem causar um grande impacto em sua situação financeira.

Além disso, diminuir as despesas mensais recorrentes também ajudará no seu fluxo de caixa. Nesse caso, trocar planos e assinaturas mais caras por contratos mais baratos pode ser um caminho interessante.

3. Planeje seus investimentos

Mesmo que você ache difícil começar a investir enquanto gerencia a economia doméstica, isso pode ajudar bastante na organização. Uma dica para planejar seus investimentos é começar com pequenas metas.

Se você deseja melhorar sua vida financeira, primeiro é preciso descobrir quais são os seus objetivos, certo? Ter uma meta clara ajuda a manter a motivação e a criar um plano efetivo para ampliar seus rendimentos.

Lembre-se de que as metas de investimento devem ser reais. Se essa é a primeira vez que você está fazendo um planejamento, por exemplo, comece aos poucos e vá aumentando seus objetivos gradativamente. 

O que você deseja alcançar nos próximos três meses? E no próximo ano? E daqui a cinco anos? Com esses questionamentos, é possível definir objetivos de curto e longo prazo e segui-los de acordo com suas necessidades. 

4. Mantenha as dívidas sob controle

Se você tem dívidas, lembre-se de que elas não vão desaparecer de um dia para o outro. Assim, para garantir uma economia doméstica saudável, é importante conhecer muito bem as suas dívidas e mantê-las sob controle.

Manter as dívidas sob controle vai além de apenas fazer o pagamento no dia do vencimento. Envolve conhecer não apenas os valores totais, mas também as taxas de juros, o preço do pagamento mínimo, a duração do parcelamento, entre outros fatores.

Essas informações ajudam a organizar o que deve ser pago primeiro, por exemplo. Conhecendo suas dívidas, é possível negociá-las e até ganhar descontos no pagamento adiantado de parcelas. 

Uma dica é fazer o controle mensal usando uma planilha de gastos. Anotar as informações de todas as despesas vai ajudar a manter suas finanças mais organizadas.

desafio 52 semanas

5. Evite desperdício de alimentos

Ao começar a cortar gastos, é comum cozinhar mais as próprias refeições e evitar comer sempre em restaurantes. Porém, é muito importante lembrar que o desperdício de alimentos é também desperdício de dinheiro.

Logo, para a economia doméstica ser funcional, é preciso pensar em métodos que também evitem o desperdício de alimentos, como:

  • cultivar uma horta própria;
  • reaproveitar as sobras;
  • reutilizar a água do cozimento de legumes;
  • congelar alimentos.

Essas, entre outras mudanças simples realizadas na cozinha, ajudam na economia doméstica como um todo. Também vale ressaltar que essas medidas contribuem para a preservação do meio ambiente.

6. Seja prático nas compras de supermercado

O fim do desperdício de alimentos também é fruto de uma maior praticidade nas compras de supermercado. Comprar só o que será consumido nos próximos dias, por exemplo, evita o acúmulo de produtos que podem estragar antes de serem usados.

Dicas simples como evitar ir ao mercado com fome, fazer uma lista de compras e buscar produtos em promoção também são válidas. Inclusive, listas são essenciais para garantir a praticidade. Basta incluir os itens fundamentais e conferir os preços antes de comprá-los.

Em geral, o importante é usar a mesma mentalidade de cortar gastos excessivos também na hora de fazer as compras de supermercado.

7. Reaproveite a água

Além do reaproveitamento da água do cozimento dos legumes, é possível reutilizar a água de diferentes atividades. A água usada para lavar roupas, por exemplo, pode ser usada reutilizada para lavar o quintal.

Você também pode economizar água com pequenas mudanças, como fechar a torneira enquanto escova os dentes e consertar torneiras com vazamento. Além disso, banhos mais rápidos podem economizar até 23 litros de água por minuto. Esses litros a menos fazem a conta ser mais barata no fim do mês.

Agora que você conferiu os passos para garantir uma economia doméstica saudável, baixe nossa planilha para organizar seus gastos até o fim do ano. Trace um objetivo financeiro e alcance-o antes do fim de 2020!

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Descubra as 9 melhores ações para investir em 2020

como investir na bolsa de valores

A pandemia trouxe incertezas não só para a saúde, mas também para as aplicações financeiras. Quem busca ações já deve saber que esse é um mercado muito dinâmico — agora, mais do que nunca. Papéis que pareciam boas oportunidades se tornaram mais arriscados nos últimos meses, como os das empresas aéreas. Então, quais são as melhores ações para investir na crise

As sugestões de papéis a seguir vão desde bancos até varejistas, e mostram empresas com fundamentos sólidos em gestão e patrimônio. São negócios bem posicionados para se beneficiarem da recuperação econômica em outros países.

Também podem aproveitar que o governo brasileiro está estimulando o consumo por meio de transferência de renda e da queda na taxa Selic. Vamos conferir os detalhes?

1. Magazine Luiza (MGLU3)

Como uma rede varejista, a Magazine Luiza teria tudo para ser afetada pelas ações de isolamento social. Mas a qualidade de seu comércio eletrônico a deixou preparada para encarar os últimos meses e aproveitar o aumento na demanda por encomendas on-line. 

Analistas financeiros destacam a robustez de caixa da Magazine Luiza e suas medidas para manter reservas saudáveis. Suas ações incluem captação de debêntures, redução da remuneração do conselho e dos executivos e renegociação com fornecedores e colaboradores.

A MGLU3 está cotada em R$ 81,76 por ação no momento. O papel começou o ano cotado emR$ 49,33.

2. Grupo Pão de Açúcar (PCAR3)

Analistas afirmam que o isolamento social pressionou a ação do Grupo Pão de Açúcar no curto prazo. Hoje, esses papéis estariam descontados em relação a concorrentes como o Carrefour. Mas a comercialização de itens de primeira necessidade torna a empresa resiliente à crise atual.

Há espaço para ganhos futuros. O mercado ainda tem de precificar a compra de ações do Grupo Éxito, da Colômbia. Outros indicadores positivos são um bom primeiro trimestre, o fechamento de unidades não lucrativas e a reforma das lojas Pão de Açúcar.

A PCAR3 está cotada em R$ 65,62 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 87.

3. B3 (B3SA3)

A bolsa de valores brasileira viu o preço de sua ação cair no começo da pandemia. Mas a B3 é uma instituição sólida, tendendo a estar entre as primeiras a se beneficiarem da retomada da economia.

A crise passará, um fato evidenciado pelo aumento no volume médio diário de negociação de ações e pela valorização no próprio papel da B3. Empresas já negociadas na bolsa tendem a se valorizar, enquanto outras estrearão no mercado acionário.

A B3SA3 está cotada em R$ 60,57 por ação no momento. O papel começou o ano cotado a R$ 45,11.

4. Banco do Brasil (BBAS3)

Para analistas, a pandemia atual trouxe uma oportunidade de entrada nas ações do Banco do Brasil. As ações teriam alcançado um preço mais baixo do que realmente valem, de modo que os papéis apresentariam uma tendência de alta.

O banco teve um desempenho bom no último trimestre em função da expansão da margem financeira e da receita com serviços. O BB é representativo em setores como crédito ao agronegócio e empréstimo consignado, garantindo diversificação de receita.

A BBAS3 está cotada em R$ 33,18 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 53,80.

5. Bradesco (BBDC4)

Alguns analistas afirmam que o Bradesco é um dos bancos mais preparados para se beneficiar de uma recuperação econômica. O capital da empresa seria saudável e seus indicadores de cobertura de juros e inadimplência estariam em níveis adequados. O volume de crédito também começa a mostrar melhora.

A BBDC4 está cotada em R$ 21,23 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 34,10.

6. JBS (JBSS3)

A pandemia abateu o setor de proteínas. Mas analistas afirmam que a JBS tende a ser menos impactada nos próximos meses e está em situação confortável em relação à sua dívida. Os resultados operacionais cresceram neste ano e sua avaliação de mercado estaria descontada.

A empresa trabalha com margens sólidas e tem capacidade para substituir proteínas. Por exemplo, pode trocar carne bovina pela suína ou de aves. Assim, continua atendendo o setor de consumo básico. 

Outro ponto importante é a JBS ser uma empresa exportadora e ter cerca de 85% da sua receita em dólar. Assim, a empresa aproveita a depreciação do real para ter custos baixos e lucros altos. Inclusive, a retomada da economia chinesa tende a favorecer as exportações da companhia e a compra de ações da JBS.

A JBSS3 está cotada em R$ 23,30 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 27,20.

7. Vale (VALE3)

Analistas afirmam que a procura pelo minério de ferro deve aumentar após a pandemia, especialmente em países como a China. Ásia e Europa já ensaiam uma recuperação dos efeitos econômicos da pandemia, o que incentiva a compra de matéria-prima para infraestrutura. Por exemplo, o minério de ferro é necessário para produzir o aço e a Vale se beneficia disso.

A empresa também está ampliando medidas de governança, o que pode se refletir na valorização futura de suas ações. Como exportadora, a empresa se beneficia de um câmbio mais forte. Os papéis estariam ainda com preços descontados, para analistas.

A VALE3 está cotada em R$ 61,35 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 54,33.

8. Petrobras (PETR4)

A Petrobras tem reportado balanços positivos, de acordo com analistas. A estatal está apresentando crescimento nas receitas das exportações de óleo e diminuição de custos.

O segundo semestre mostrou desafios, com queda na demanda por petróleo. Mesmo assim, o corte na produção deve manter o preço do barril em bons níveis, assim como a receita das petroleiras. A Petrobras tem um baixo custo de extração do petróleo diante da concorrência, o que também a ajuda no enfrentamento da crise.

Outros pontos positivos são a eficiência da companhia e a confiança na nova gestão da estatal. Os papéis se valorizaram desde o meio de março, mas os analistas afirmam que ainda há potencial de valorização.

A PETR4 está cotada em R$ 22,67 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 30,70.

9. WEG (WEGE3)

Para analistas, a WEG tem como um de seus diferenciais a expansão no mercado internacional. Esse posicionamento faz com que parte de seus ganhos seja em dólar, aproveitando a desvalorização do real nos últimos meses. 

Com a economia brasileira começando a se recuperar, a WEG também está bem posicionada para gerar e distribuir energia nacionalmente. A companhia deve ser ajudada pela retomada da demanda industrial no longo prazo.

A WEGE3 está cotada em R$ 69,17 por ação no momento. O papel começou o ano cotado em R$ 35,24.

Na pandemia, é preciso procurar companhias resilientes ou que tenham possibilidade de recuperação rápida. Em tempos tão incertos, vemos que fundamentos sólidos são mais importantes do que nunca ao investir. Por isso, continue a sua leitura e descubra mais sobre comprar ações na bolsa de valores

análise de investimentos

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Easynvest: como é investir na corretora?

Cada empresa do mercado financeiro tem seu papel na vida do investidor. Hoje vamos falar em detalhes sobre quem é a corretora de investimentos online Easynvest, parceira da Magnetis.

Vamos explicar também os detalhes de qual é o papel de cada uma na gestão dos seus investimentos.

Aquisição da Easynvest pela Nubank

A compra da Easynvest pelo Nubank foi confirmada na sexta-feira, 11/09/2020, representando um grande passo para o maior banco digital do país.

O roxinho fundado em 2013 por Vélez, a brasileira Cristina Junqueira e o americano Edward Wible, agora aposta no mercado de investimentos em parceria com uma das maiores corretoras independentes do mercado.

A aquisição foi feita em sua maior proporção por trocas de ações, na qual os acionistas da Easynvest receberam uma parte dos ativos da Nubank e o restante do valor será pago em dinheiro.

A Magnetis tem parceria e com a Easynvest desde 2015. Por meio da integração entre as duas plataformas fazemos a compra e a venda dos ativos da sua carteira, como os fundos Magnetis e títulos.

O acordo entre Nubank e Easynvest não muda o contrato que a Magnetis já tem com a corretora Easynvest. A aquisição da Easy pelo Nubank também precisará ser aprovada pelos órgãos reguladores responsáveis, como Banco Central e Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). 

Neste ano, a Magnetis divulgou que irá lançar sua DTVM própria para operacionalizar as aplicações de seus clientes num futuro próximo.

O que é a corretora Easynvest?

Em 1968 foi criada a Título Corretora de Valores SA, uma corretora de valores mobiliários que, mais tarde, ganhou o nome de Easynvest. Desde seu desenvolvimento, vem se mostrando pioneira do atendimento digital a investidores, simplificando e facilitando as transações.

Em 1999, a Easynvest foi uma das primeiras corretoras a criar uma plataforma online para negociação de ações – ou home broker – o que hoje é um serviço essencial para qualquer investidor do mercado de ações. Em 2016 a Easynvest criou o primeiro app de Renda Fixa do país, outro exemplo de inovação.

Nos últimos anos, a Easynvest, ou Easy, para os íntimos, fez um reposicionamento de marca e de produto, focando na simplicidade da plataforma (100% digital) e em educação financeira. É uma estratégia bem diferente da XP Investimentos, por exemplo, que aposta na sua rede de agentes autônomos de investimentos para a distribuição dos produtos financeiros.

Para conhecer melhor quem é a Easynvest, é válido conferir abaixo sua linha do tempo.​

Linha do tempo: Easynvest

    • 1968: nasce a Título Corretora de Valores SA, futura Easynvest.
    • 1999: Easynvest lança seu home broker.
    • 2014: Easy reformula seu portal de investimentos, focando na simplicidade.
    • 2015: Corretora alcança 45 mil clientes.
    • 2016: Easynvest se torna a corretora com mais clientes de Tesouro Direto no Brasil. Também é lançado o primeiro aplicativo de investimentos em renda fixa do Brasil.
    • 2017: Corretora chega a 200 mil clientes e R$ 12 bilhões de ativos sob gestão.

Quantos clientes tem a Easynvest?

A Easynvest hoje tem mais de 700 mil contas abertas, 250 mil clientes, com R$ 12 bilhões em investimentos sob a custódia da corretora. É importante lembrar-se de que, em 2015, eram apenas 45 mil clientes.

Em entrevista ao StartSe em julho de 2017, o Chief Strategy Officer da Easynvest, Paulo Avian, comentou que um dos motores para o crescimento da corretora foi a popularização do Tesouro Direto:

Quando ele [o investidor] sai da poupança e vai para o Tesouro Direto ele já tem um retorno muito acima do que ele teria no banco dele, agregando zero de risco. E conforme ele tem uma jornada junto com a Easynvest, a gente espera poder educá-lo o suficiente para ter passos um pouco mais ambiciosos em relação aos investimentos.”

Paulo Avian  Chief Strategy Officer da Easynvest

Para se ter ideia de quanto o Tesouro Direto cresceu nos últimos anos, em outubro de 2016 existiam 1 milhão de investidores e em outubro de 2017 já são 1,7 milhão de pessoas.

No Tesouro Direto, o investimento mínimo é de R$ 30, ou seja, bastante acessível para qualquer perfil de investidor; esse também é o valor mínimo para começar a investir com a Easynvest.

Quais investimentos estão disponíveis na Easynvest?

A Easynvest trabalha com vários tipos de produtos, tanto de renda fixa quanto de renda variável. Quem se torna cliente Easynvest precisa responder um questionário para conhecer o próprio perfil de investidor. Essa análise é importante, pois é com base nela que o cliente saberá em quais produtos poderá investir.

Tal processo é conhecido como suitability, ou seja, é essencial para garantir que os investidores apliquem somente em produtos que estão dentro do seu perfil de risco. Veja abaixo um exemplo tirado da própria plataforma da Easynvest:

easynvest - tudo que voce precisa saber - perfil investidor

É válido notar que, enquanto um cliente conservador terá acesso a produtos de renda fixa, um investidor experiente terá acesso a todos os mercados. Vamos agora aos exemplos de cada investimento disponível na Easynvest:

Renda fixa

    • Certificado de Depósito Bancário (CDB)
    • Letra de Crédito Imobiliário (LCI)
    • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)
    • Fundos de renda fixa diversos
    • Letra Financeira (LF)
    • Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)
    • Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA)
    • Certificado de Operações Estruturadas (COE)

     Renda variável

      • Exchange Traded Funds (ETFs) – também chamados de fundos de índice
      • Mercado futuro (minicontrato de dólar, minicontrato de índice)
      • Derivativos

    Quais são as taxas da Easynvest?

    Para os investimentos de renda fixa, a Easynvest não cobra taxas. Há alguns anos, esse era um diferencial da Easynvest perante outras corretoras, mas desde 2016, a maior parte das corretoras também trabalha com taxa zero para Tesouro Direto e títulos de renda fixa. Resumimos nesta tabela os custos para investir nos principais produtos oferecidos pela Easynvest:

    Produto

    Taxa Easynvest

    Outras taxas

    Tesouro Direto

    Não cobra

    0,3% ao ano de custódia da BM&FBovespa (atual B3)

    Títulos privados de renda fixa (CDB, LC, LCI, LCA, CRI, CRA, Debêntures, LF, COE)

    Não cobra

    Não há

    Ações

    R$ 10 por operação, independentemente do valor da ordem

    Emolumentos, registro e liquidação, cobrados pela BM&FBovespa (atual B3): 0,0325% sobre o valor da operação

    ETFs

    R$ 10 por operação, independentemente do valor da ordem

    -Emolumentos, registro e liquidação, cobrados pela BM&FBovespa (atual B3): 0,0325% sobre o valor da operação-Taxa de administração sobre o valor investido, que varia de acordo com o ETF.

    Fundos de Investimentos

    Não cobra

    Taxa de administração e/ou de performance sobre o valor investidor. Taxas variam de fundo para fundo.

    Easynvest é seguro?

    A Easynvest é uma corretora de investimentos licenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Você pode checar as informações e documentos oficiais da Easynvest nesses caminhos:

    CVM

    Acesse o campo de consulta e digite Easynvest na Razão Social.

    Banco Central

    Acesse a área de pesquisa e digite Easynvest no campo Nome da Instituição.

    Além disso, a Easynvest adota o selo Cetip Certifica. A Cetip (atual B3) é a instituição responsável por registrar os investimentos que você faz. Quando você faz um investimento na plataforma da Easynvest, a corretora manda esse registro para ficar guardado com a Cetip. Em uma analogia, a Cetip é como um “cartório” do mercado financeiro.

    Pois bem, o selo Cetip Certifica, que é adotado pela Easynvest, comprova que a Easynvest faz esses registros corretamente no nome de cada cliente. Isso é importante pois evita fraudes.

    Um exemplo de fraude no mercado financeiro aconteceu em 2014, quando a corretora mineira Corval sofreu intervenção do Banco Central por causa de fraudes envolvendo o registro dos investimentos de seus clientes. Os registros eram feitos em nome da corretora e não em nome do investidor pessoa física.

    O selo Cetip Certifica previne que fraudes desse tipo voltem a acontecer, pois o investidor pode checar no próprio site da Cetip se o investimento foi registrado corretamente no seu nome.

    Solidez financeira

    Outro ponto interessante sobre segurança é a solidez financeira de Easynvest, ponto que Paulo Avian também abordou em entrevista ao StartSe:

    “A gente não tem necessidade de capital hoje. Uma ambição que a gente tinha era de ter um sócio estratégico, que ia nos ajudar a sofisticar o negócio e que nos ajudasse a ter acesso e conhecimento pra fazer muito mais do que a gente conseguia por nós mesmos”.

    Neste contexto, no final do ano passado a Easynvest recebeu aporte de investimentos de um fundo controlado pela Advent International, uma das maiores empresas de private equity no mundo. A operação agora está em aprovação pelo Banco Central.

    Riscos

    O que acontece se a Easynvest falir e fechar as portas? Assim como para qualquer corretora, se isso acontecer os investimentos dos clientes seriam transferidos para a custódia de outra corretora, sem nenhum prejuízo e sem impactar a rentabilidade.

    Neste vídeo há mais explicações sobre o tema o que é uma corretora de valores e quais são os riscos envolvidos:

    O que dizem os clientes

    No site do Reclame Aqui a Easynvest recebeu 1.588 reclamações nos últimos 12 meses (outubro de 2016 a outubro de 2017). Os principais temas das reclamações são:

      • Site lento ou fora do ar
      • Dificuldade de cadastro
      • Mau atendimento no SAC

    Dessas pouco mais de 1.588 reclamações, 1.581 foram respondidas e somente 7 não foram respondidas. Em média, as respostas para as reclamações chegaram em até 7 dias, e 75,5% dos clientes que publicaram reclamações voltariam a fazer negócios com a Easynvest. Tudo isso coloca a empresa com uma ótima reputação no site do Reclame Aqui.

    easynvest - tudo que voce precisa saber - reclame aqui

    Em comparação com outras duas grandes corretoras do Brasil, a XP Investimentos e a Rico, a Easynvest tem notas melhores.

    easynvest - tudo que voce precisa saber - reclame aqui

    Como investir com a Easynvest?

    Há duas formas de abrir conta com a Easynvest: diretamente no site ou por meio da consultoria da Magnetis. Nos dois casos não há custos para a abertura de conta, somente taxas dos produtos financeiros (cobradas somente quando as aplicações são realizadas) ou a taxa de consultoria de Magnetis.

    Como abrir conta pelo site da Easynvest?

    Para investir diretamente com a Easynvest, basta entrar no site da corretora, clicar em “Abra sua conta” e preencher as informações de cadastro. Depois, serão gerados login e senhas de acesso, automaticamente enviados para o e-mail do cliente.

    A próxima etapa é acessar o site da corretora com esses dados de login e acabar de preencher as informações de cadastro (dados pessoais, dados profissionais, dados bancários). Para a conta ser ativada, o cadastro é analisado e pode ser aprovado automaticamente ou podem ser pedidas mais informações.

    Abrir conta pelo site da Magnetis

    Outra maneira de abrir conta na Easynvest é por meio da Magnetis. Quem já é cliente Easynvest e quer começar a usar os serviços da Magnetis pode usar, inclusive, o mesmo cadastro.

    E quais as vantagens de fazer o investimentos via Magnetis?

      • Você economiza tempo: a Magnetis busca os investimentos indicados para o seu perfil e realiza toda a burocracia para você que não tem tempo ou não quer virar especialista em investimentos;
      • Você recebe recomendações isentas: na Magnetis não há conflito de interesses, somos 100% alinhados com o sucesso dos clientes e para isso cobramos uma taxa de consultoria de forma transparente, que é a nossa única fonte de receita. Nós nunca ganhamos comissões ou rebates em cima dos produtos indicados para os clientes.
      • Você diversifica seus investimentos: somos especialistas em diversificação de investimentos. Você não precisa vasculhar o site da corretora em busca das melhores oportunidades, pois nossos algoritmos fazem isso automaticamente para você.Leia também: Quais são as vantagens das Carteiras Magnetis?​

    Depois da conta aberta, para começar a investir é necessário transferir o dinheiro de uma conta bancária de sua titularidade para a conta na corretora Easynvest e pronto! Contudo, só são aceitas transferências via TED e DOC. Cheques não são aceitos.

    É uma operação realizada entre contas de mesma titularidade. Isso acontece porque a conta na corretora é parecida com uma conta corrente de banco: cada cliente tem a sua, registrada no seu CPF.

    Como funciona o aplicativo da Easynvest?

    A Easynvest hoje tem dois aplicativos para celular, o Easynvest Renda Fixa e o Easynvest Trade. Cada um deles é focado em um perfil de investimento.

    Easynvest Renda Fixa

    Por meio do aplicativo mobile Easynvest Renda Fixa, os clientes podem acompanhar seus investimentos e fazer novas aplicações em ativos de renda fixa, como títulos e fundos de investimento.

    Na atualização do app mobile de renda fixa neste ano, a Easy criou “playlists” que agrupam diferentes perfis de aplicações. Por exemplo: “Mais investidos do momento”, “Pensando na aposentadoria” e “Resgatar a qualquer hora”.

    O Easynvest Renda Fixa também mostra os investimentos em renda variável, mas quando o investidor clica para fazer uma aplicação, é redirecionado para o outro aplicativo mobile da corretora, o Easynvest Trade.

    O que você pode fazer no app Easynvest Renda Fixa:

      • Comprar e vender ativos de renda fixa
      • Acessar as “playlists” de investimentos
      • Ver detalhes sobre as aplicações: banco emissor, prazo de vencimento, investimento mínimo, rentabilidade, Imposto de Renda
      • Acompanhar a evolução de patrimônio
      • Ver quais investimentos fazem parte da sua carteira
    • Acessar configurações e dados da sua conta.

    Easynvest Trade

    Já o Easynvest Trade é o aplicativo focado em operações de renda variável, como ações, opções, fundos de índice (ETFs), Fundos de Investimento Imobiliário (FII), minicontrato de dólar e minicontrato de Ibovespa.

    Quem acessa o Easynvest Trade pode fazer as seguinte operações no mobile:

      • Comprar e vender ativos de renda variável
      • Acompanhar em tempo real dos preços dos ativos
      • Acompanhar status das ordens de compra e venda
      • Checar informações sobre custódia
      • Ver saldo disponível
      • Fazer pedidos de resgates.

    Qual é a relação da Easynvest com a Magnetis?

    A Magnetis atua com consultoria e gestão de investimentos. Para fazer isso, nossa licença pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é de gestora de investimentos. A Easynvest tem licença de corretora de valores mobiliários e é nossa parceira, pois é por meio da corretora que adquirimos os investimentos que compõem as carteiras dos nossos clientes.

    Fazendo uma analogia, imagine que você quer fazer um jantar bacana, mas não entende muito de cozinha. A Magnetis é aquele seu amigo que vai montar a lista de ingredientes, te acompanhar no supermercado e depois te ajudar a cozinhar aquela receita. A Easynvest é o supermercado onde as compras serão feitas. E para comprar tudo, você usa o seu dinheiro que está no banco.

    Todos os investimentos realizados pela Magnetis dentro da plataforma da Easy podem ser acompanhados pelo seu painel de controle da Magnetis, com gráficos que mostram desempenho e comparam os investimentos com outros índices de mercado.

    Espero que tenha ficado mais claro quem é a Easynvest qual é o papel de cada empresa na sua jornada como investidor. Deixo aqui o convite para você conhecer melhor seu perfil como investidor nesta simulação gratuita com a Magnetis. Confira e, depois, venha conversar conosco!

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    Banco digital: qual é o melhor? Conheça os principais e saiba o que eles oferecem

    Os bancos digitais estão crescendo e ganhando cada vez mais clientes no Brasil. Eles vieram para suprir com tecnologia e eficiência um mercado que sofria com a burocracia nos grandes bancos. Por isso, eles estão mudando a forma como muitos cuidam de suas finanças pessoais.

    Neste post, você vai ver o que diferencia um banco digital de um banco tradicional e vai saber como a tecnologia está facilitando a sua vida nesse segmento.

    Também vai ver uma lista dos principais bancos digitais no Brasil e quais serviços eles oferecem. Aproveite a leitura!

    Veja mais: Que tal fazer uma análise completa da sua carteira de investimentos? Clique e peça grátis o seu diagnóstico!

    O que é um banco digital?

    Um banco digital é uma instituição que não oferece atendimento presencial. Também são chamados de bancos virtuais ou bancos 100% online.

    Da abertura da conta bancária ao esclarecimento de dúvidas, todas as necessidades dos clientes podem ser resolvidas pelo computador ou aplicativos. Sem fila, sem burocracia e sem precisar sair de casa.

    São novas propostas – algumas ainda em consolidação – que estão em busca de resolver problemas como tarifas elevadas, falta de transparência, conflito de interesses, entre outros.

    O objetivo é ter mais agilidade no atendimento e, assim, atingir um número maior de consumidores. Os principais serviços que um banco digital oferece são:

    • conta-corrente digital sem tarifa;
    • cartão de crédito, em muitos casos sem anuidade;
    • investimentos;
    • seguros;
    • consórcios;
    • empréstimos.

    Qual é o melhor banco digital?

    Como você verá a seguir, existem dezenas de opções quando se fala em banco digital.

    Uma vez que a tarifa zero já é uma realidade para os clientes dessas empresas, outros critérios pesam na escolha. Os principais são:

    • atendimento: o banco oferece um serviço compatível com a sua necessidade? Você prefere atendimento por telefone ou quer resolver tudo por chat? Existem alternativas para os dois casos;
    • tipos de pagamento: em alguns bancos digitais é possível cadastrar débito automático e pagar guias de impostos, como IPVA, IPTU e DARF. Outros, porém, ainda não oferecem esses serviços;
    • funcionalidades do aplicativo: os bancos que oferecem a melhor interface estão saindo na frente na conquista de clientes;
    • parcerias e serviços adicionais: há bancos digitais que oferecem dinheiro de volta na compra de produtos em lojas parceiras, o famoso cashback.

    Por isso, o melhor banco digital é aquele que oferece o serviço mais adaptado às suas necessidades.

    Aplicativo Magnetis

    Quais são os principais bancos digitais do Brasil?

    Agibank

    Foi fundado como Agiplan em 1999, no Rio Grande do Sul. A partir de 2010, especializou-se em crédito consignado e, no ano seguinte, recebeu autorização do Banco Central para montar sua financeira.

    Em 2013, passou a oferecer conta-corrente e cartão de crédito com bandeira MasterCard.

    Com forte investimento em soluções de pagamento, o banco atingiu a marca de 1 milhão de clientes em 2018 e tem planos de lançar ações na bolsa.

    Banco Inter

    Com um aplicativo para realizar todas as transações, o Banco Inter é isento de tarifas, mesmo para transferências e saques na rede 24h.

    Um diferencial é o depósito com boleto, em que, para depositar uma quantia em sua conta, basta gerar um boleto no próprio aplicativo e pagar em qualquer casa lotérica.

    Tem cartões de crédito e débito internacionais sem custo adicional e também oferece os mesmos serviços para pessoa jurídica, sendo outra alternativa para PMEs.

    Veja mais: Testamos o Banco Inter! Confira se a conta digital vale a pena

    Banco Original

    O Banco Original é uma das primeiras instituições a oferecer um serviço completamente digital, com a disponibilidade de cartão múltiplo (com as funções crédito e débito), e um gerenciador financeiro integrado à conta.

    No entanto, não é gratuito — a isenção de tarifas só ocorre caso o cliente invista R$ 100 mil com o banco.

    Assim como a Neon, é preciso baixar o aplicativo do Banco Original para abrir a sua conta.

    C6 Bank

    O C6 Bank é uma instituição fundada por ex-sócios do banco BTG Pactual. É focada em clientes do segmento premium. Oferece conta digital, cartões de crédito e débito, empréstimos, investimentos, dentre outros serviços bancários.

    Veja mais: Testamos o C6 Bank! Confira uma análise completa! 

    Mercado Pago

    Plataforma de pagamentos online do Mercado Livre, empresa que ficou famosa pela revenda digital de produtos.

    O serviço financeiro foi lançado em 2019 e oferece pagamento por aproximação, empréstimos e maquininhas de cartão para lojistas.

    Neon

    Para ter uma conta na Neon, basta baixar o aplicativo em seu celular e seguir os passos indicados de maneira simples e gratuita.

    Não é necessário aprovação de crédito. A conta é ativada quando o cliente deposita os primeiros R$ 25.

    A instituição oferece um cartão de débito internacional. Também oferece um aplicativo de gestão financeira e serviços para empresas (pessoa jurídica), sendo uma alternativa para micro e pequenos empresários (PMEs).

    Nubank

    O Nubank é uma startup criada em 2013 que, inicialmente, oferecia apenas um cartão de crédito sem anuidade. A fintech lançou sua conta digital no final de 2017, a NuConta, e caminha para se transformar em um banco.

    Na sexta-feira, 11/09/2020, a compra da Easynvest pelo Nubank foi confirmada, representando um grande passo para o maior banco digital do país.

    A compra da Easynvest pelo Nubank foi confirmada na sexta-feira, 11/09/2020, representando um grande passo para o maior banco digital do país.

    O roxinho fundado em 2013 por Vélez, a brasileira Cristina Junqueira e o americano Edward Wible, agora aposta no mercado de investimentos em parceria com uma das maiores corretoras independentes do mercado.

    A aquisição foi feita em sua maior proporção por trocas de ações, na qual os acionistas da Easynvest receberam uma parte dos ativos da Nubank e o restante do valor será pago em dinheiro.

    A Magnetis tem parceria e com a Easynvest desde 2015. Por meio da integração entre as duas plataformas fazemos a compra e a venda dos ativos da sua carteira, como os fundos Magnetis e títulos.

    O acordo entre Nubank e Easynvest não muda o contrato que a Magnetis já tem com a corretora Easynvest. A aquisição da Easy pelo Nubank também precisará ser aprovada pelos órgãos reguladores responsáveis, como Banco Central e Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). 

    Neste ano, a Magnetis divulgou que irá lançar sua DTVM própria para operacionalizar as aplicações de seus clientes num futuro próximo.

    Veja mais: RDB da NuConta vale a pena? Entenda a diferença

    PagSeguro

    A empresa, que começou como meio de pagamento eletrônico, tem atuação focada em micro e pequenas empresas (PMEs). Oferece conta digital e máquinas de cartão de crédito e débito.

    Sofisa Direto

    O grande diferencial do Sofisa Direto é a possibilidade de investir a partir de R$ 1 em qualquer modalidade de aplicação de renda fixa oferecida pelo banco.

    O Sofisa Direto oferece cartão de débito e até quatro saques gratuitos por mês na rede 24h.

    biblioteca financeira

    Bancos digitais de grandes lojas

    Não é de hoje que grandes redes de lojas já oferecem carnê, crediário e até cartão de crédito com marca própria.

    No entanto, algumas também estão investindo em oferecer outros serviços financeiros para seus clientes. Confira!

    Banco Renner

    Fundado em 1981, o Banco Renner é especializado em crédito consignado e financiamento de veículos.

    Em 2018, lançou a conta Soudigi+, uma conta digital que oferece cartão de crédito e débito, pagamentos, investimentos, consórcios e seguros. O pacote básico de serviços custa R$ 12,90 por mês.

    Lojas Pernambucanas

    A rede de lojas, que já possuía cartão de marca própria, lançou em 2019 a sua conta digital. Para abrir a conta, é necessário ir pessoalmente a uma das lojas e fazer o pedido.

    A conta oferece a possibilidade de fazer pagamentos e transferências e é associada a um cartão pré-pago.

    Os saques podem ser feitos na rede Banco 24 Horas. Porém, os próprios caixas das lojas oferecem o serviço, além de receber depósitos. O pacote básico de serviços custa R$ 4,99 por mês.

    Cacau Show

    A rede de chocolates lançou o Cacau Pay em agosto de 2019. O objetivo é oferecer conta digital gratuita, transferência bancária, cartão de crédito e pagamentos.

    Inicialmente, a plataforma de serviços financeiros é focada nos revendedores porta a porta da marca. A ideia, no entanto, é expandir os serviços para os franqueados e lojas próprias.

    Bancos digitais dos bancos tradicionais

    Preocupados com a concorrência, os bancos tradicionais também passaram a oferecer algumas alternativas no ambiente virtual. É possível ver:

    • Banco Bari (versão digital do Banco Barigui, especializado em crédito com garantia de imóvel); 
    • BB Digital (versão digital do Banco do Brasil);
    • BS2 (versão digital do antigo Banco Bonsucesso);
    • Conta Corrente Online (conta digital do Itaú). Antigamente, o banco tinha uma conta digital gratuita chamada iConta. Porém, ela foi descontinuada e substituída por uma versão paga;
    • Money Ex (iniciativa da Caixa Econômica Federal para criar um novo banco digital);
    • Next (banco digital do Bradesco). O banco também tinha uma conta gratuita, a Digiconta, que também foi descontinuada; 
    • Pag! (iniciativa digital do grupo Avista);
    • SuperDigital (conta corrente digital do Santander).

    Shadow banks

    Algumas instituições que oferecem serviços bancários no  Brasil não precisam de licença do Banco Central para operar.

    Esse tipo de sistema é conhecido mundialmente como shadow banking (banco sombra, em inglês) e é um importante meio de inclusão financeira.

    No Brasil, alguns exemplos de shadow banks são:

    • Avante: fintech que oferece serviços para micro e pequenas empresas (PMEs), como microcrédito e maquininha para cartão;
    • Banco Maré: banco digital voltado para pessoas que vivem em comunidades carentes no Brasil. Oferece cartão pré-pago e tem uma moeda própria, a Palafita, baseada em tecnologia Blockchain.
    reserva de emergência

    Quais são os maiores bancos digitais do mundo?

    Não é só no Brasil que os bancos 100% online estão sacudindo a concorrência. Confira aqui as principais fintechs desse segmento pelo mundo:

    1 – N26 Bank

    O banco alemão é o primeiro e maior de sua categoria na Europa. Assim, como o Nubank, ele nasceu como uma empresa de pagamentos e foi evoluindo até se tornar um banco. Em 2019, o banco N26 anunciou sua expansão para Estados Unidos e Brasil.

    2 – Capital One

    A americana Capital One também nasceu como empresa especializada em cartão de crédito e, com o tempo, se transformou em uma holding milionária.

    Atualmente, é um dos 10 maiores bancos dos Estados Unidos, oferecendo serviços como empréstimos e conta básica de investimento (a chamada savings account)

    3 – Neat

    A fintech de Hong Kong é focada em pequenos empreendedores e startups. Permite contas em múltiplas moedas e pagamentos internacionais de forma integrada.

    4 – Revolut

    A fintech do Reino Unido alcançou o status de unicórnio em 2018. Atualmente, busca conseguir a licença bancária na Rússia e nos Estados Unidos.

    Oferece possibilidade de fazer transações em 24 moedas diferentes, incluíndo criptomoedas. Por isso, é considerado umas das principais opções para quem viaja.

    5 coisas que você precisa saber sobre os bancos digitais

    1 – Ir à agência bancária não faz mais sentido

    Quando foi a última vez que você precisou ir a uma agência bancária para realizar um depósito, transferência ou pagamento de contas?

    Boa parte das pessoas que têm conta em banco utiliza o Internet Banking. Muitos também já adotaram os aplicativos em seu dia a dia.

    A substituição da agência bancária física pelos bancos digitais é uma tendência global. Um estudo do banco americano Goldman Sachs feito em 2015 mostrou que um terço dos jovens entre 18 e 34 anos acredita que não vai precisar de um banco nos próximos cinco anos.

    Metade desse grupo já vê as fintechs substituindo os bancos nos serviços mais utilizados.

    2 – Banco digital é diferente de banco digitalizado

    Plataformas digitais e canais interativos não são suficientes para converter uma instituição financeira em banco virtual.

    É preciso atender a requisitos específicos e, essencialmente, oferecer um serviço que dispense totalmente a presença do cliente na agência bancária.

    Do contrário, pode-se considerar que trata-se apenas de um banco digitalizado e não de um banco digital.

    Para diferenciar os dois casos, a Febraban destaca três características principais dos bancos digitais:

    • processo não presencial: captura digital de documentos e informações do cliente e coleta eletrônica de assinatura;
    • canais de atendimento 100% eletrônicos: todas as contratações de produtos e consultas são feitas online ou por telefone;
    • resolução de problemas por múltiplos canais virtuais: já teve que resolver algum problema que começou com uma ligação e terminou com um e-mail ou mensagem de WhatsApp? Pois é, essa realidade é bastante comum nos bancos digitais.

    3 – Bancos digitais promovem a inclusão bancária

    Milhares de brasileiros ainda não têm conta em banco, nem mesmo poupança. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esse grupo de pessoas é de aproximadamente 55 milhões de pessoas.

    O papel dos serviços financeiros que estão sendo desenvolvidos pelos bancos digitais é fundamental para reverter esse cenário.

    Com uma proposta mais prática e acessível, esses negócios podem promover a inclusão bancária, viabilizando a utilização simplificada do dinheiro, o controle dos rendimentos, a poupança e até fazer investimentos.

    Para os empreendimentos de alto impacto a perspectiva é igualmente vantajosa. Os desbancarizados não têm conta, mas têm dinheiro. E não é pouco!

    O IBGE calculou que essa população tinha renda anual de R$ 665 bilhões, o equivalente ao PIB do Chile, na época do levantamento.

    O Banco Digital da Maré, por exemplo, é um projeto que busca promover a inclusão no sistema financeiro da população da Comunidade da Maré, uma das maiores do Rio de Janeiro.

    O serviço bancário é oferecido por meio de um aplicativo que transações bancárias como pagamento de contas e transferência de valores.

    Apostando na tecnologia blockchain, o Banco Digital da Maré criou a moeda digital “palafita”, desenvolvida exclusivamente para uso na comunidade. Os usuários do serviço conseguem fazer compras no mercado local usando a criptomoeda.

    como investir na bolsa de valores

    4 – Bancos tradicionais estão investindo cada vez mais em serviços digitais

    Os bancos tradicionais estão investindo cada vez mais em inovação, pois já perceberam que a transformação do sistema financeiro é inevitável.

    A Pesquisa de Tecnologia Bancária 2018, da Febraban, revela que em 2017 o setor financeiro investiu R$ 19,5 bilhões em tecnologia. Esse valor representa um aumento de 5% em relação ao ano anterior.

    Um item apontado pela pesquisa foi o maior ritmo de adoção de agências digitais, com atendimentos por meio de chats, telefone, e-mail ou videoconferência. O número dessas agências triplicou em relação a 2016: são 373 agências em 2017, ante 101 no ano anterior.

    Com a revolução do setor financeiro, instituições bancárias convencionais estão criando seus próprios bancos digitais. Em 2017, por exemplo, o Banco do Brasil lançou o BB Digital e o Bradesco, o Next. Ambas são iniciativas que se enquadram no conceito de banco digital

    5 – Bancos digitais já têm milhões de clientes

    O número de clientes de bancos digitais já cresceu bastante no Brasil, apesar de a novidade ser relativamente recente.

    Um deles é o Banco Original, criado em 2008 como Banco JBS. Em 2016, o Original lançou as operações como banco digital.

    Outra instituição que se destaca pelo número de clientes é o Banco Inter. Depois de atuar por 23 anos como Intermedium, mudou de nome em 2017 e lançou ações na bolsa de valores em abril de 2018, tornando-se a primeira fintech listada na bolsa de valores brasileira, a B3.

    A maior vantagem dos bancos digitais é a economia de tempo e de dinheiro, afinal muitos serviços já são gratuitos. Assim, você economiza na hora de usar os serviços e pode até investir seu dinheiro por meio dessas plataformas.

    E você? Já tem conta em algum dos bancos digitais? Deixe aqui nos comentários a sua experiência. E se quiser saber mais sobre as opções de aplicações financeiras à sua disposição, baixe grátis o nosso Guia Completo sobre os Tipos de Investimento!

    O post Banco digital: qual é o melhor? Conheça os principais e saiba o que eles oferecem apareceu primeiro em Blog Magnetis.

    Nubank: tudo o que você queria saber sobre o cartão de crédito e a conta digital

    O Nubank é um dos bancos digitais mais famosos do Brasil. A fintech, que começou oferecendo cartão de crédito sem anuidade, está avançando vários passos na competição contra as maiores instituições do país.

    A partir de agora, você vai entender um pouco melhor sobre os serviços que o Nubank oferece e se é seguro investir na NuConta, a conta digital da instituição. Continue a leitura!

    Aquisição da Easynvest pela Nubank

    A compra da Easynvest pelo Nubank foi confirmada na sexta-feira, 11/09/2020, representando um grande passo para o maior banco digital do país.

    O roxinho fundado em 2013 por Vélez, a brasileira Cristina Junqueira e o americano Edward Wible, agora aposta no mercado de investimentos em parceria com uma das maiores corretoras independentes do mercado.

    A aquisição foi feita em sua maior proporção por trocas de ações, na qual os acionistas da Easynvest receberam uma parte dos ativos da Nubank e o restante do valor será pago em dinheiro.

    A Magnetis tem parceria e com a Easynvest desde 2015. Por meio da integração entre as duas plataformas fazemos a compra e a venda dos ativos da sua carteira, como os fundos Magnetis e títulos.

    O acordo entre Nubank e Easynvest não muda o contrato que a Magnetis já tem com a corretora Easynvest. A aquisição da Easy pelo Nubank também precisará ser aprovada pelos órgãos reguladores responsáveis, como Banco Central e Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). 

    Neste ano, a Magnetis divulgou que irá lançar sua DTVM própria para operacionalizar as aplicações de seus clientes num futuro próximo.

    Como surgiu o Nubank?

    O Nubank foi fundado em maio de 2013 pelo colombiano David Vélez, o americano Edward Wible e a brasileira Cristina Junqueira.

    Os serviços foram inspirados em grandes bancos digitais do exterior, como o Capital One e o banco N26.

    Inicialmente, o modelo de negócio da fintech foi baseado em um cartão de crédito sem anuidade e sem tarifas, que só podia ser acessado por meio de convites.

    O diferencial do cartão, além da isenção de taxa, é a possibilidade de controlar todas as movimentações e solicitar atendimento pelo aplicativo do Nubank, o que elimina a necessidade de ir a uma agência bancária.

    Com o tempo, a instituição foi crescendo e atingiu a marca de 1 milhão de clientes em agosto de 2017. Ainda naquele ano, a empresa passou a oferecer uma conta digital gratuita, a NuConta.

    A partir de então, além de uma solução de pagamentos, o banco também passou a oferecer uma forma de investimento melhor do que a poupança.

    Hoje, o Nubank também oferece empréstimo pessoal com taxas menores do que as vistas nos grandes bancos.

    Vale a pena abrir conta no Nubank?

    Tanto o cartão de crédito quanto a conta digital do Nubank oferecem várias facilidades para quem quer cuidar de sua vida financeira de forma prática.

    Os serviços do banco funcionam muito bem para quem não faz questão de atendimento presencial e se dá bem com aplicativos de celular.

    Por outro lado, falando de investimentos, o Nubank é uma solução interessante para quem não tem familiaridade com esse assunto.

    Por meio da NuConta, é possível começar a guardar dinheiro de forma prática, sem ter que se preocupar muito com os pormenores desse investimento.

    No entanto, se você deseja aplicações com retorno maior, o ideal é buscar o auxílio de uma consultoria de investimentos para encontrar as melhores aplicações para você.

    Gostou de saber um pouco mais sobre o Nubank? Que tal conhecer outros bancos digitais que já operam no Brasil? Acesse o nosso Guia Completo sobre os Bancos Digitais e tire suas dúvidas!

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    Candles Trade: saiba como realizar a análise pode ajudá-lo

    Seja para investir em Bitcoins, altcoins ou outros investimentos fora do mundo das criptomoedas, como as ações, a análise das candles trade é fundamental.

    Também conhecidos como “gráficos de vela”, eles ajudam o investidor a identificar as tendências do mercado e, assim, fazer escolhas mais acertadas.

    Esse é um conhecimento técnico que faz toda a diferença na sua tomada de decisão.

    Embora em um primeiro momento os candles trade pareçam assustadores quando comparados ao tradicional gráfico de linha, eles conseguem trazer informações muito mais ricas e valiosas.

    Por isso, nós montamos este conteúdo completo com todas as orientações que você precisa. Confira.

    Entendendo o que são candles trade

     Basicamente, esse é um gráfico formado por corpo e sombras, com um retângulo colorido e as extremidades inferior e superior conhecidas como sombras.

    O corpo de uma vela positiva tem o lado inferior correspondendo ao preço de abertura e o superior o de fechamento.

    Imagem de gráfico de candles em desktop.
    Os candles trade são basicamente definidos por três fatores: a cor, o formato e o período.

    Já na extremidade da sombra superior, há a representação da cotação máxima do período e no extremo da sombra inferior, o valor mínimo.

    No caso de uma vela negativa, temos a extremidade inferior mostrando o preço de fechamento e a superior o de abertura. Da mesma forma que no padrão positivo, as sombras têm o mesmo significado.

    Assim, um gráfico de vela mostra informações valiosas ao investidor, que são os preços de abertura, fechamento, máximo e mínimo.

    O tamanho do corpo da vela é proporcional à variação das cotações tanto de abertura como de fechamento, enquanto as sombras revelam as variações na oferta dos investidores. Dessa forma, quando o mercado está muito volátil, as sombras ficam mais acentuadas.

    As cores também são importantes. As barras verdes indicam períodos nos quais o preço de fechamento foi superior ao de abertura, indicando alta, e as barras vermelhas mostram períodos de queda.

    Outro ponto importante é que, geralmente, o gráfico de candles apresenta sempre um traço vertical em quase toda barra. O traço indica o preço máximo e mínimo dentro do período analisado.

    Os elementos básicos

    Para resumir, existem 3 elementos básicos da análise de candles que você deve se atentar. São eles:

    1)    Período: cada candle representa o que ocorreu com o preço de um ativo durante um determinado período de tempo, que pode ser 1 minuto, 5 minutos, 1 hora, 1 semana, 1 mês ou 1 ano, você é quem escolhe;

    2)    Formato: o formato é determinado pelos valores que o preço do ativo atingiu durante o período escolhido. Representam os preços de abertura, fechamento, mínimo e máximo – dando forma aos dois elementos que compõem a vela, que são o corpo (com as informações de abertura e fechamento) e a sombra (informa os mínimos e máximos do período);

    3)    Cor: determina se a vela é de alta ou de baixa. Assim, se houver um candle muito comprido, por exemplo, isso indica muita movimentação de preços. Já um mais achatado indica pouca variação entre o preço de abertura e fechamento.

    Por que usar candles trade

    O gráfico de vela é uma ferramenta muito interessante e usada por diferentes investidores.

    Ele ajuda a verificar, de maneira simples, o comportamento das cotações de um ativo dentro de um determinado período de tempo.

    Dessa forma, um dos principais objetivos dessa análise é antecipar as tendências das cotações, podendo ser usado para diferentes aplicações em renda variável.

    Isso porque os candles tendem a formar padrões específicos que correspondem aos próximos movimentos de preços.

    Em geral, essa análise de candles é usada para as estratégias de curto prazo de traders.

    Conhecendo os diferentes tipos de candles

    Entender os diferentes tipos de candle é importante para fazer uma avaliação mais acertada e, assim, tomar melhores decisões baseadas nas suas expectativas.

    Pessoa usando smartphone em frente a um laptop.
    Para cada tipo de candle, um significado, o doji, por exemplo, representa  indecisão.

    Martelo

    O martelo ou hammer é caracterizado pelo corpo pequeno e sombra longa. Esse candle pode indicar um cenário de reversão para alta (bullish).

    Normalmente, o martelo aparece em fundos, ou seja, quando as cotações estão nas mínimas e tendem a subir.

    Ele possui esse formato porque, no início, a força vendedora estava maior, mas, no fim do período, os compradores entraram em ação, levando o preço do ativo próximo ao da abertura.

    Martelo invertido

    É um padrão que indica uma reversão de tendência de baixa. Ele possui corpo pequeno e sombra longa e também é chamado de inverted hammer. 

    Quando essa vela aparece, indica que as cotações irão subir em um futuro próximo.

    Estrela do amanhã

    Essa é uma posição que possui 3 candles. O padrão indica tendência de alta. No primeiro candle, a pressão vendedora supera a compradora, já no segundo, demonstra indecisão do mercado, mas com tendência de alta.

    E o terceiro candle confirma a subida, com o aumento dos compradores em relação aos vendedores.

    O padrão pode conter mais de 3 candles, porém, é fundamental que os intermediários sejam de corpo pequeno.

    Doji

    Esse é um candle sem corpo, que denota indecisão. A formação ocorre quando a cotação de abertura é igual à do fechamento.

    Pode aparecer tanto em momentos de equilíbrio como de indecisão do mercado, principalmente quando a volatilidade está baixa.

    Bebê abandonado

    O bebê abandonado é um padrão raro e pode indicar tanto uma reversão de baixa como de alta. Em um cenário de reversão de baixa, o primeiro candle costuma ser negativo seguido pelo Doji e por um positivo.

    Candle de força

    Na força de alta, há mais compradores do que vendedores, então a tendência é que as cotações do ativo continuem a subir.

    Já a força de baixa, em geral, sinaliza que a maioria dos investidores está vendendo, o que indica que os preços deverão cair nos próximos períodos.

    Homem pendurado

    Ele é parecido com o martelo, porém esse padrão sinaliza uma tendência de baixa. Também é conhecido como hanging man – e costuma acontecer em um período de alta no mercado.

    Quando o homem pendurado aparece, é possível que as cotações virem para queda nos próximos períodos.

    Engolfo

    Pode ser de alta ou de baixa. Ele é composto por dois candles. O engolfo de alta ocorre quando uma vela negativa é precedida por uma positiva de corpo maior.

    Significa que a tendência de venda foi substituída pela de compra, então as cotações devem subir nos próximos períodos.

    Já o de baixa consiste em uma vela positiva seguida de uma negativa, o que demonstra que a força vendedora superou a compradora. A tendência é, portanto, das cotações do ativo serem levadas para baixo.

    Linha de perfuração

    Também chamado de piercing line, é um padrão composto por duas velas. Basicamente, a primeira é negativa seguida de uma positiva com preço de abertura mais baixo. Quando o candle positivo penetra no negativo, deverá haver uma maior subida nos preços.

    Nuvem escura

    O padrão também é chamado de dark cloud cover e alerta em relação à tendência de baixa no mercado. O candle mostra que a força vendedora superou a compradora, então os preços do ativo tendem a cair nos próximos períodos.

    Usando candles trade para identificar padrões

    De uma forma geral, quanto maior a quantidade de candlesticks, isto é,  quanto mais técnicas de análise gráfica de mercado, forem utilizadas, mais confiável será o padrão, porque eles tendem a confirmar a tendência. 

    Para uma reversão de alta, é mais confiável a presença dos candles: estrela do amanhã, bebê abandonado e linha de perfuração.

    Pessoa usando laptop.

    Já o engolfo de alta costuma oferecer média confiabilidade porque, para confirmar a reversão, é preciso de mais de um candle de alta superior ao anterior também de alta.

    Para a reversão de baixa, também é preciso ter mais que dois candles para confirmar a tendência.

    Os padrões mais indicativos são: nuvem escura e bebê abandonado. Já o engolfo de baixa possui média confiabilidade pelo mesmo motivo do engolfo de alta.

    De uma maneira geral, a partir da análise das candles trade, podemos identificar os períodos de:

    1)    alta ou bull market: as quedas não formam novas mínimas, apenas pequenas correções. Se você analisar 20 ou mais candles, verá uma tendência de valorização;

    2)    lateralização: quando o mercado opera sem tendência definida, também pode ser chamado de retângulo. Existem investidores que operam dentro desses canais, comprando no piso (suporte, patamar que ajuda a sustentar) e vendendo na resistência (teto, impondo dificuldade de vender) e outros que usam esse rompimento do topo para comprar, apostando em uma onda de alta;

    3)    queda ou bear market: é um dos mais difíceis de operar, a melhor estratégia é fazer compras regulares (semanais ou mensais) e aguardar a mudança de tendência.

    Outras análises

    Além dessas análises, ainda podemos considerar os sinais dos candles referente à volatilidade.

    Por volatilidade, entende-se a velocidade com que um ativo percorre as distâncias de preço, sendo possível que ela seja direcional (faz o ativo percorrer grandes distâncias de preço rapidamente) ou estática (faz com que exista uma grande e constante variação de preço, mas sem o ativo se movimentar muito em termos de distância de preço).

    A volatilidade estática gera incerteza em relação aos preços e, por isso, é a mais difícil de se operar.

    No caso da volatilidade direcional temos, geralmente, candles ordenados um acima do outro nos movimentos de alta e um abaixo do outro nos movimentos de baixa.

    Outra possibilidade é analisar a amplitude, ou seja, a distância mínima e máxima de um candle. Grandes amplitudes costumam demonstrar alta volatilidade e pequenas amplitudes, baixa volatilidade.

    A amplitude de um candle ainda nos diz se o ativo está se movimentando ou não e se essa volatilidade é direcionada ou estática.

    A melhor maneira de observar isso é comparando a distância entre a abertura e o fechamento e a distância que esses pontos se encontram das extremidades do candle.

    Os candles com grandes distâncias entre abertura e fechamento, com corpos maiores, indicam convicção, ou seja, volatilidade direcionada. Esse candle mostra que não houve hesitação e uma força dominou claramente a sessão de negócios.

    Já candles que, embora tenham grande amplitude, exibem corpo pequeno, são sinais de dúvida (volatilidade estática). Eles mostram que nenhuma força conseguiu ser dominante na sessão, existindo dúvidas sobre o rumo dos preços.

    Quando a amplitude do candle é pequena (independentemente do corpo ser grande à amplitude) também há uma demonstração de dúvida, pois não há convicção ou capacidade, nem entre os compradores, nem entre os vendedores para empurrar os preços.

    Como usar todas essas informações

    Depois de ler todos esses dados, você ainda está confuso sobre os candles trade? Lembre-se que as velas são importantes ferramentas de análise técnica.

    Porém, mais do que decorar todos os candlesticks que citamos, os investidores precisam saber interpretar essas formações e ter consciência de que as tendências não mudam repentinamente em função de uma vela, mas que ela indica o início de um novo processo.

    Assim, a análise dos candles pode ser vista como um “alerta” de que a tendência do mercado começará a mudar. É como se fosse a percepção dos investidores em transformação, indicando que, talvez, seja melhor você ajustar a sua estratégia.

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    Você sabe o que é Phishing?

    Anzol e cartão de crédito representando o golpe Phishing

    Estar bem informado é o primeiro passo para saber identificar um golpe cibernético e não cair na mão de criminosos. Entenda o que é Phishing e como proteger seus dados.

    O que é Phishing e como funciona?

    O golpe, conhecido como Phishing, é uma prática utilizada por cibercriminosos que tem como objetivo roubar informações confidenciais das pessoas — como senhas, CPF e até mesmo números de contas bancárias.

    O golpista geralmente cria um site ou e-mail falso, se passando por uma organização de confiança. Hoje existem até páginas falsas nas redes sociais que fingem ser de outras empresas.

    O texto encaminhado pelos criminosos, seja no e-mail, ou no site falso, tem como objetivo convencer a vítima a clicar em um link, baixar um arquivo, enviar informações ou até mesmo efetuar algum tipo de pagamento.

    No caso dos golpistas que tentam roubar informações de clientes de corretoras, o cibercriminoso geralmente busca levar o investidor a clicar em uma página falsa que é semelhante a página oficial da empresa. 

    Logo, ao fazer o login, a vítima poderá estar fornecendo seus dados aos criminosos. Por isso, é muito importante verificar se a página que está entrando é realmente a da corretora, ou da empresa que deseja.

    Além disso, é preciso estar sempre atento aos e-mails que recebe. Se achar algo suspeito, entre em contato com a empresa para verificar se a mensagem que recebeu foi encaminhada por ela, e lembre-se de não clicar em nenhum link sem ter certeza que é confiável. 

    A BitcoinTrade se preocupa com a segurança de seus clientes. Trabalhamos diariamente para manter a nossa plataforma livre de qualquer tipo de risco ou ameaça. E – modéstia à parte – temos feito um excelente trabalho.

    Porém, existe uma variável que não conseguimos controlar: o usuário. Tão importante quanto a segurança e robustez da exchange, é a forma como os clientes cuidam das suas próprias informações de segurança, como senhas e códigos de 2FA. Por isso, é essencial que você saiba cuidar de seus dados. 

    Para te ajudar a entender um pouco melhor, fizemos esse vídeo que explica sobre esse golpe que infelizmente é comum no Brasil e no mundo. É um vídeo bem simples, de apenas dois minutos, mas muito importante. Veja com atenção e aprenda a se proteger!

    Dicas para que sua conta fique segura

    Agora que você entendeu como funciona o golpe, confira algumas dicas para se proteger:

    • Nunca forneça a sua senha para outras pessoas, nem deixe anotada em algum lugar que outros consigam ter acesso. 
    • Evite que sua senha de acesso à corretora seja igual a de seu e-mail. Isso porque se houver algum vazamento de informações, como a divulgação da senha de e-mails, caso ela seja a mesma da sua conta, isso poderá colocar suas criptomoedas em risco. 
    • Crie uma conta de e-mail exclusiva para acessar a BitcoinTrade. Isso dificulta o trabalho de hackers.
    • Por último, guarde em um local seguro a sua chave manual e de recuperação do seu código de 2FA.

    O código 2FA, ou seja a Verificação em Duas Etapas (2FA), exige que duas etapas sejam concluídas para que você consiga finalizar uma compra, venda ou transferência de criptomoeda. 

    Dessa maneira, caso a sua senha seja descoberta, nenhuma pessoa conseguirá fazer transações em sua conta, isso porque será necessário ter o código de segundo fator.

    Se possui mais alguma dúvida, não tem problema! Entre em contato com os nossos canais oficiais. Teremos o maior prazer em atendê-lo:

    • E-mail: suporte@bitcointrade.com.br
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