Crise no mercado: saiba como investir de forma correta em tempos de pandemia

A pandemia causada pelo novo coronavírus trouxe preocupações não apenas com a saúde, mas também com e economia. É difícil estimar por quanto tempo governo, empresas e população terão de rever contas e adaptações ao novo normal. Porém, apesar de tantas incertezas, ainda é possível investir na pandemia com rentabilidade e segurança.

Vamos elencar quais são as consequências deste momento na economia. Também mostraremos como crises podem gerar oportunidades, detalhando quais aplicações são mais indicadas atualmente. Por fim, explicaremos como garantir rentabilidade e segurança ao decidir onde colocar seu dinheiro. Vamos lá?

Quais são as consequências da pandemia na economia?

A pandemia cobrou reações de todos os governos. Diversos países estão lutando contra a paralisação da economia por meio de pacotes de estímulos fiscais e monetários. Os gastos públicos incluem renda emergencial, além de impostos e juros reduzidos ou postergados. 

O governo brasileiro criou auxílios emergenciais para pessoas em maior situação de risco financeiro, como quem perdeu o emprego. Também montou linhas de crédito para pequenos empreendedores e diminuiu a taxa básica de juros nacional, a Selic, para 2% ao ano.

Tais atitudes aumentam a liquidez do sistema financeiro. Normalmente, causariam um aumento generalizado de preços conhecido como inflação. Porém, a necessidade de isolamento social paralisou boa parte da atividade econômica. O consumo menor faz com que os preços de produtos ou serviços não saltem.

Instituições financeiras devem prestar atenção em suas ofertas de crédito e níveis de inadimplência. Governos são obrigados a projetar uma diminuição no Produto Interno Bruto (PIB). Empresas precisam revisar sua operação para o novo normal. Por fim, a Pessoa Física deve olhar para todas essas situações antes de colocar seu dinheiro em aplicações públicas ou privadas.

Quais são as oportunidades de investir em tempos de pandemia?

O medo costuma tomar conta quando falamos de aplicar dinheiro em tempos de incerteza econômica. Mas as melhores oportunidades pelos melhores preços aparecem justamente nas crises. É possível ganhar dinheiro online não apenas com horas de trabalho, mas com aplicações.

Grandes aportadores costumam deixar de depositar altas quantias em países mais voláteis, como o Brasil. Essa fuga dos grandes diminui o caixa inclusive de instituições sólidas. Elas precisam, então, facilitar a entrada de pequenos e médios aportadores por atitudes como corte de taxas ou diminuição da aplicação inicial mínima. No caso de empresas negociadas em bolsa, a fuga temporária de aplicadores diminui o valor de sua ação.

Assim, oportunidades antes inacessíveis podem virar parte da sua carteira. Tais instituições, desde que tenham bons fundamentos e se planejem para atender necessidades do novo normal, logo poderão retomar sua lucratividade.

Quais são os investimentos mais indicados atualmente?

A pandemia pede um conhecimento ainda mais profundo sobre cada aplicação. Garantir uma rentabilidade acima da inflação continua fundamental, mas há menos espaço para correr riscos com seu dinheiro. Veremos como aplicações de renda fixa e de renda variável estão se comportando atualmente.

Poupança

A poupança tem uma remuneração básica e uma remuneração adicional. A remuneração básica é determinada pela taxa referencial, que hoje está zerada. A remuneração adicional corresponde a 70% da Selic para depósitos após maio de 2012 e para quando a Selic está abaixo de 8,5%.

Como escrevemos anteriormente, a Selic está em 2% ao ano. Portanto, a poupança rende 1,4% ao ano atualmente. A aplicação tem como vantagens permitir saques imediatos e ter isenção do Imposto de Renda. Porém, seu rendimento tende a perder para o aumento generalizado de preços. A inflação acumulada em 12 meses está em 2,13%, segundo dados coletados até junho deste ano.

Tesouro Direto

Aplicações de renda fixa podem ser uma boa opção para aqueles que buscam rentabilidade superior à da poupança, mas ainda querem riscos controlados. 

Os títulos de dívida pública, emitidos pelo governo brasileiro, são negociados pela plataforma Tesouro Direto. São aplicações consideradas de baixo risco, dado que seria preciso que o próprio governo desse um calote. Todos os títulos têm incidência da tabela regressiva do Imposto de Renda. Quem deixa o dinheiro aplicado por ao menos dois anos paga a menor taxa possível, de 15% sobre rendimentos.

O Tesouro Selic tem juros atrelados à taxa básica de juros. O Tesouro IPCA rende uma taxa fixa e a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Por fim, o Tesouro Prefixado garante uma taxa fixa de rendimentos. Você sabe qual será o retorno logo ao comprar o papel, caso mantenha a aplicação até o prazo de vencimento indicado. 

A Selic está com uma taxa pouco atrativa hoje, também perdendo para a inflação acumulada em 12 meses. O Tesouro IPCA e o Tesouro Prefixado apresentam rentabilidades maiores, especialmente os títulos com vencimento mais longo. O Tesouro Prefixado é a aplicação mais arriscada entre as citadas. Você continuará com a rentabilidade contratada pelos anos estabelecidos mesmo se a Selic subir para 15% ao ano, por exemplo.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título privado emitido por bancos. Você empresta dinheiro para instituições financeiras e recebe juros como pagamentos. Assim como nos papéis negociados pelo Tesouro Direto, a aplicação sofre a incidência da tabela regressiva do Imposto de Renda.

O CDB costuma apresentar rentabilidades maiores do que as vistas nos títulos públicos. Em contrapartida, o risco de calote de uma instituição privada é maior. Só aplique em certificados de instituições financeiras sólidas, mas que ainda ofereçam rentabilidade e lucratividade atrativas.

A remuneração do CDB é traduzida em uma porcentagem do CDI. Essa é a taxa usada para empréstimos entre bancos e costuma espelhar a Selic. Um CDB renderia praticamente o mesmo que uma aplicação atrelada à taxa Selic se remunerasse 100% do CDI, por exemplo. Você deve buscar ganhos maiores, justificando riscos superiores ao de emprestar ao governo brasileiro.

LCAs e LCIs

A LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) também são títulos de renda privada. O objetivo de LCAs e LCIs é captar dinheiro e emprestá-lo a esses dois setores. Uma vantagem dessas letras é a isenção de Imposto de Renda, o que não acontece nos CDBs. Por isso, compare a rentabilidade desses investimentos com a do CDB já embutindo a cobrança do Imposto de Renda no segundo caso.

Fundos de investimento

Existem fundos de investimento mais voltados para renda fixa e outros mais voltados para renda variável. Então, são boas opções para quem busca diversificar suas aplicações sem ter de selecionar diversos ativos.

Os gestores do fundo assumem esse trabalho de diversificação, em troca de uma taxa. Preste atenção se a taxa de administração cobrada é condizente com a sofisticação dessas aplicações. Geralmente, fundos de renda fixa não devem cobrar acima de 1% ao ano em taxa de administração.

Dólar

Você pode aplicar na moeda americana de diversas formas: comprando dólar em espécie, aplicando em fundos cambiais ou operando minidólar. O dólar apresenta diversas oscilações e é considerado um investimento mais arriscado

A moeda americana se valorizou muito em relação ao real nos últimos tempos. Portanto, é preciso avaliar com cuidado se esta é a hora correta de aplicar. Será o caso apenas se você projeta uma alta ainda maior do dólar.

Ações

Estamos em momentos instáveis. A cotação dos papéis pode oscilar muito nos próximos meses, dado que o mercado acionário é muito líquido. Mas as ações são boas aplicações para quem pensa em longo prazo. Pensando em um horizonte de décadas, a pandemia passará e essas flutuações positivas e negativas serão distribuídas ao longo dos anos.

Correr mais risco se traduz em maior rentabilidade no longo prazo — desde que os papéis sejam de instituições com princípios sólidos. A dica para aplicar seu dinheiro em ações é assumir um olhar fundamentalista sobre as empresas, em tempos de bonança ou de recessão.

Procure mercados que você conheça. Ficará mais fácil encontrar empresas com potencial de crescimento e bons indicadores financeiros em comparação com o resto do setor. Por exemplo, um fã de esportes e eventos pode se tornar um trader esportivo.

Como garantir segurança e rentabilidade nos investimentos durante a crise?

O primeiro passo para aplicações que combinem segurança e rentabilidade é fazer uma diversificação de investimentos. Tenha aplicações complementares, guiadas por indicadores diferentes.

Imagine que você tenha uma aplicação pautada pelo Ibovespa e outra pelo dólar. Quando a primeira passa por baixas, geralmente a segunda se valoriza. Dessa forma, você evita uma queda muito brusca em sua carteira. Mesmo entre ações ou entre títulos públicos, diversifique em setores e prazos de vencimento respectivamente.

Para saber qual proporção cada ativo deve ter dentro da sua carteira, conheça seu perfil de exposição a riscos. Você pode ser conservador, moderado ou arrojado. Ganhos maiores implicam riscos maiores, ou uma demora maior para poder sacar seu dinheiro com rendimentos associados.

Seja para conhecer aplicações complementares ou para saber seu perfil, estudar é o primeiro passo. Você pode começar por meio de textos como este, mas procure ajuda profissional sempre que necessário. O aconselhamento certo pode evitar perdas e maximizar ganhos, especialmente em tempos incertos como os de pandemia.

É preciso que seu dinheiro consiga rendimentos superiores à inflação, mesmo ao investir na pandemia. Dificuldades econômicas podem tornar-se oportunidades para aqueles que estudam aplicações e as comparam com sua tolerância a riscos. Agora que você já tem uma ideia de como aplicar seus recursos na pandemia, conte com a ajuda especializada da Magnetis para potencializar seus resultados.

análise de investimentos

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O que é Lightning Network e como usar?

As primeiras respostas que Satoshi Nakamoto recebeu ao enviar o whitepaper do Bitcoin na lista de e-mails de criptografia já apontam para um fato repetido diversas vezes nos 11 anos do protocolo: O Bitcoin não é escalável.

Não foi um descuido de Satoshi. O desenho do protocolo precisava dessa “ineficiência” para atingir a descentralização necessária, sem ponto central de ataque e sem gasto duplo. 

O problema da escalabilidade

As pessoas ainda se perguntam como pagar um café com Bitcoin. Por isso, diversas sugestões de escalabilidade foram feitas por contribuidores no decorrer dos anos, incluindo o aumento do tamanho limite do bloco no Blockchain. O longo debate sobre o tamanho do bloco foi o motivo do dissenso que causou o fork do Bitcoin Cash.

Alguns desenvolvedores trabalhavam em formas de escalar o Bitcoin, sem a necessidade de criar uma outra criptomoeda. Enquanto isso, surgiam diversas altcoins, alternativas ao Bitcoin, prometendo resolver o problema da escalabilidade. 

Os primórdios da Lighting Network

A ideia de canais de pagamento remonta ao primeiro código escrito por Satoshi Nakamoto. Tratava-se de um canal em que duas pessoas poderiam atualizar seus saldos e transacionar Bitcoins entre si sem realizar uma transação na Blockchain. 

Ao fechar o canal entre elas, devem transmitir uma transação com o resultado final das diversas trocas. Esse conceito evoluiu com o tempo e passou a ser usado na concepção do que seria uma rede de pagamentos. Finalmente, no início de 2015, Thaddeus Dryja e Joseph Poon publicam o whitepaper da Lightning Network.

Como funciona a Lightning Network?

A Lightning Network é uma solução de escalabilidade de segunda camada, onde as transações acontecem em outra rede, com seus próprios nós (nodes) e software. 

Estas transações não são publicadas na Blockchain do Bitcoin. São necessárias transações na rede Bitcoin apenas para abrir e fechar o canal entre os usuários.

De forma simples, a abertura destes canais é um contrato inteligente entre duas pessoas, e ambas depositam uma quantia em Bitcoin em uma espécie de “cofre”. Estes fundos ficarão disponíveis para trocas no canal. 

Essas duas pessoas vão manter cópias de um registro de todas as vezes em que enviarem Bitcoin uma para outra via Lightning Network, e esse registro é assinado por ambas. 

Como é encerrado um canal?

A qualquer momento uma das partes pode decidir fazer uma nova transação no blockchain (on-chain) para fechar o canal, publicando a última versão do balanço. Após os mineradores validarem as assinaturas, os fundos vão ser liberados de acordo com o estado final das transações na Lightning Network.

Não é necessário abrir um canal com cada pessoa com quem se deseje transacionar. Ao abrir canais com alguns nós (nodes) bem conectados, estes podem rotear suas transações até chegar na pessoa para quem você deseja enviar Bitcoin.

Como usar a Lightning Network?

Node da Lightining em um Raspberry Pi

Parece muito complicado? Para usar a rede, basta fazer o download e rodar um nó (node) de Bitcoin, além de uma das implementações da Lighting Network. Depois disso, é só começar a abrir canais com os nós (nodes) bem conectados. No site Y’alls é possível encontrar uma lista de bons nós (nodes).

No entanto, esse caminho pode soar complicado para muitos que só gostariam de experimentar a rede. Nesse caso, as carteiras mobile (apps) podem ser as melhores opções.

Bluewallet (iOS) e Wallet of Satoshi (Android e iOS) são soluções custodiantes. Isto significa que eles lidam com a parte complicada, e oferecem uma interface amigável. Existem também opções não-custodiantes como a Breez (iOS e Android), e a Phoenix (Android), para aqueles que preferem estar no controle total de seus fundos.

Para que serve a Lightning Network?

A Lightning Network, embora promissora, está ainda em um estágio inicial, portanto a maioria dos usos são bastante experimentais. A maior parte de seus usuários é composta de desenvolvedores e entusiastas.

No entanto, já existem diversos casos de uso interessantes sendo explorados. Pode ser divertido, e educativo, conhecer alguns. 

O que tem gerado maior empolgação são as experiências com jogos eletrônicos usando transações na rede Lightning. Um exemplo é o Bitcoin Bounce da Thundr Games, que premia diariamente usuários com satoshis, que podem ser retirados via Lightning. 

Outro caso de uso é o de micropagamentos para o acesso a conteúdos, uma espécie de paywall usando Lightning. Isto poderia ser usado como gorjeta para os produtores de conteúdos, ou reconhecimento por publicações em redes sociais. Lembra da Y’alls que falamos acima? É um desses casos de premiação. 

Estamos dando os primeiros passos em direção ao futuro da internet do dinheiro, somos todos pioneiros (early adopters).

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Conheça 3 ações que pagam dividendos mensais

Com a taxa básica de juros no menor patamar histórico, a procura por aplicações mais rentáveis do que a renda fixa tem aumentado. Uma dessas aplicações combina renda variável com renda recorrente. Os dividendos são a distribuição de parte dos lucros de uma companhia com ações negociadas na bolsa de valores.

A seguir, veremos em mais detalhes o que são os dividendos e como eles são importantes para quem quer viver de renda passiva. Também daremos alguns exemplos de ações que pagam dividendos mensalmente. Por fim, daremos algumas dicas para você começar a investir nesses papéis. Vamos lá?

O que são dividendos?

Comprar uma ação é obter parte de uma empresa negociada na bolsa. Se esse negócio crescer, cada ação valerá mais. Ou seja, você poderá lucrar mais com a venda do seu papel futuramente.

Existe mais uma forma de ganhar dinheiro junto com a valorização de uma empresa aberta: receber proventos, ou seja, dividendos e juros sobre capital próprio (JCP). A diferença entre eles está na cobrança de imposto. Enquanto os dividendos são isentos, os juros sobre capital próprio sofrem uma diminuição de 15% por conta do Imposto de Renda.

Companhias negociadas na bolsa de valores que terminam o ano com lucro distribuem parte desses ganhos aos acionistas. Como sócio da empresa, você tem direito a uma fatia dos resultados. Por lei, companhias listadas são obrigadas a distribuir ao menos 25% do lucro. Quanto à parte dos lucros não distribuída, pode ser reinvestida. 

A porcentagem do lucro que irá para dividendos e a porcentagem que será reinvestida variam de uma companhia para outra. A proporção se define pela política de dividendos, desenhada por meio de conselhos de administração e assembleias periódicas. Os pagamentos são feitos anualmente, semestralmente, trimestralmente ou mensalmente.

Se a empresa está em fase de crescimento, não distribuir dividendos agora pode ser fundamental para garantir distribuições futuras de lucros. Afinal, colocar dinheiro em novos produtos e serviços pode ser a chave para garantir ganhos em longo prazo.

Por outro lado, empresas maduras, com participação de mercado consolidada, costumam distribuir uma parte maior dos seus lucros para atrair mais acionistas.

Para que servem os dividendos?

Receber parte dos lucros de diversas companhias com frequência significa obter renda sem precisar passar horas trabalhando. Os dividendos são uma alternativa para quem busca viver de aplicações passivas ou apenas complementar sua renda ativa.

Porém, lembre que os dividendos são apenas uma parte do lucro das companhias. Seu impacto é mais percebido pelos que possuem grandes quantias aplicadas em ações. Note também que, como dividendos dependem do lucro das empresas, uma diminuição desses ganhos também impacta seus recebimentos.

As agendas de dividendos são previsões e podem ser refeitas em assembleias. Por isso, fique de olho nessas eventuais mudanças por meio da página de relações com investidores, presente nos sites de qualquer companhia aberta.

Enquanto você ainda não consegue viver de dividendos, uma opção é usar essa parte dos lucros para automaticamente comprar mais ações. Isso aumenta a quantidade de dinheiro que será recebido em longo prazo, por meio de mais dividendos. Inclusive, algumas companhias têm um Programa de Reinvestimento de Dividendos (PRD) automático.

Que ações pagam dividendos mensais?

Se você quer viver de dividendos ou aproveitar parcialmente esses ganhos recorrentes, é importante saber quais empresas pagam o maior volume e com qual frequência. A Ambev, por exemplo, paga dividendos trimestralmente. Já a Cyrela pagou dividendos semestralmente nos últimos dois anos.

Os bancos costumam pagar dividendos mensalmente, por terem de prestar contas ao Banco Central. A seguir, veja alguns exemplos de companhias que pagam dividendos todos os meses.

1. Banestes

O Banco do Estado do Espírito Santo S.A. é uma instituição financeira controlada pelo governo do Espírito Santo. Também conhecido como Banestes, o banco múltiplo foi criado em 1937. 

O Banestes distribui proventos mensalmente, por meio de JCP. Já os dividendos são repassados semestralmente. O valor é o mesmo para ações ordinárias ou preferenciais.

2. Bradesco

O Banco Bradesco S.A. é um banco privado criado em 1943. Ele repassa proventos mensalmente aos acionistas, por meio de JCP, e também realiza pagamentos extraordinários de dividendos. Os valores mudam de acordo com a escolha de ações ordinárias ou preferenciais.

3. Itaú

O Itaú Unibanco S.A. também é um banco privado, criado em 2008 pela fusão entre o Banco Itaú, criado em 1943, e o Unibanco. O Itaú Unibanco S.A. fornece pagamentos mensais aos seus acionistas desde julho de 1980. Usa tanto juros sobre capital próprio quanto dividendos, pagando o mesmo valor por ações ordinárias ou preferenciais.

Como escolher entre as ações que pagam dividendos?

Para fazer uma escolha acertada, o ideal é seguir os critérios seguintes.

Considere o dividend yield

O primeiro passo para você montar uma carteira com ações que rendem dividendos mensais é ficar de olho no dividend yield. Essa é a porcentagem que a companhia paga de dividendos sobre o preço das suas ações. 

Procure ações que tenham um alto dividend yield. A maioria dos papéis deve ter uma porcentagem entre 5% a 7%. Uma minoria pode ter uma porcentagem de cerca de 2%, caso sejam empresas com potencial de crescimento e valorização no futuro. Procure um dividend yield que ofereça um retorno pelo menos acima da taxa básica de juros.

Porém, não basta só escolher a companhia que dá mais dividendos em relação ao preço das suas ações. Afinal, o dividend yield não verifica a sustentabilidade desses pagamentos. Essa métrica pode estar alta porque o preço da ação caiu muito ou por conta de um evento não recorrente. Por isso, sempre olhe o maior histórico possível de pagamentos de dividendos.

Leve em conta o payout

Outro indicador importante é o payout, que indica a porcentagem do lucro líquido que a companhia transformou em dividendos. Se ele estiver em 50%, por exemplo, significa que metade dos ganhos foram distribuídos aos acionistas. Mas tome cuidado com payouts muito altos, porque eles indicam que a companhia não planeja altas taxas de expansão no futuro próximo.

Uma consideração mais aprofundada tanto do dividend yield quanto do payout refletem uma análise fundamentalista das ações. Em resumo, sempre procure companhias em que você realmente acredita quanto à gestão e ao potencial de crescimento. A ideia é que você fique com os papéis por décadas, aproveitando seus dividendos mensalmente.

Diversifique seus investimentos

Outro princípio básico é a diversificação de investimentos. Se você quer viver de dividendos mensais, não pode colocar todos os seus ovos em uma mesma cesta. Construa uma carteira com ações de diversas companhias. Assim, caso uma pague menos dividendos em certo mês, outra poderá compensar a perda.

O recomendado é ter entre 8 e 15 empresas no portfólio. Você pode misturar companhias com diversos prazos de pagamento de dividendos. Sempre que precisar, conte com especialistas para montar a melhor carteira para seu objetivo e sua tolerância a riscos.

Os dividendos mensais podem ser uma boa opção para quem busca uma renda passiva total ou complementar. Mas é preciso analisar a fundo essas empresas que distribuem parte do lucro antes de comprar suas ações. Agora que você já sabe tudo sobre dividendos mensais, leia mais sobre como escolher entre ações e fundos imobiliários (FIIs).

análise de investimentos

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De olho nas tendências: 5 melhores fundos imobiliários em 2020

como investir na bolsa de valores

A crise gerada pela pandemia de coronavírus é um exemplo de como o investimento em imóveis pode se tornar um problema. Muitos proprietários de casas e apartamentos podem estar agora sem conseguir alugá-los, sendo obrigados a arcar com as despesas do bem. Isso vale especialmente para salas comerciais e escritórios, que estão sendo menos demandados por conta do isolamento social. Portanto, que tal começar a fazer diferente e investir em fundos imobiliários em 2020?

Os fundos imobiliários têm um grande diferencial em relação aos imóveis físicos: liquidez. A qualquer momento é possível vender a cota do fundo na bolsa de valores, onde as aplicações são negociadas diariamente.

Além disso, as possibilidades de investimento nos fundos são mais amplas para o pequeno aportador do que as oferecidas pelos imóveis físicos. É possível aplicar dinheiro não apenas em salas comerciais, mas também em hospitais e galpões logísticos, segmentos que são beneficiados pela pandemia.

A crise gerada pelo novo coronavírus teve impacto negativo sobre as cotas de muitas aplicações, especialmente as que investem em shoppings e escritórios. Mas até a desvalorização pode ser uma boa oportunidade de entrada no investimento.

Quer entender o que são, como funcionam e quais os melhores fundos imobiliários em 2020? Continue a leitura!

Tesouro Direto: como investir?

O que são os fundos imobiliários?

Os fundos imobiliários (FIIs) investem em imóveis para locação e/ou títulos de crédito relacionados ao mercado imobiliário.

Como em qualquer outro fundo de investimento, quem investe adquire uma cota do FII, ou seja, uma fatia do patrimônio total do fundo. Ao realizar a operação, torna-se sócio do empreendimento.

A gestão do fundo é liderada por um profissional contratado pela gestora de investimentos ou pelo banco. Seu objetivo é investir nas melhores oportunidades do mercado, monitorar as aplicações e realizar mudanças na carteira, se necessário.

Quem investe em fundos imobiliários não tem dor de cabeça com a negociação de contratos de locação, vacância e pagamento de despesas. Tudo isso é feito pelo gestor. O profissional também é responsável por repassar rendimentos e pagar impostos relacionados aos imóveis.

Para prestar esse serviço, a instituição financeira cobra taxas de administração e de performance. São valores semelhantes aos de fundos de ações e multimercado que tenham gestão ativa.

A composição do portfólio do fundo muda conforme o objetivo do gestor e da instituição financeira. Há fundos especializados em investir em imóveis comerciais em determinada região, outros em shoppings voltados para a classe A e assim por diante.

Como funcionam os fundos imobiliários?

Quem investe nos fundos pode obter rendimentos com a valorização das cotas, assim como em outros tipos de aplicações. Essa valorização será obtida de acordo com a qualidade do ativo. No caso dos FIIs, isso envolve características como a demanda pelo imóvel — que determina a taxa de vacância —, a localização e o preço da cota.

Mas há uma peculiaridade da performance dos fundos em relação a outros investimentos: a distribuição de proventos. Essa operação nada mais é do que o recebimento de aluguéis mensais pelos empreendimentos, que é dividido entre todos os cotistas do fundo.

Esses rendimentos, geralmente distribuídos mensalmente pelos fundos, são isentos de Imposto de Renda. O imposto de 20% incide apenas sobre o lucro da venda da cota. Por conta dessa característica, o fundo geralmente é indicado para aposentados ou quem não quer esperar um período longo para ter uma renda complementar. Os proventos também podem ser reinvestidos no fundo.

Em vista dessas duas formas de rendimento, os FIIs são considerados uma aplicação de renda variável com características de renda fixa. Ou seja, um investimento híbrido.

Quais são os tipos de fundos imobiliários?

Os fundos imobiliários são uma aplicação relativamente nova no mercado brasileiro. Por isso, ainda existem poucos segmentos de fundos, mas aos poucos vão surgindo tipos de aplicações diferentes.

Veja abaixo os principais tipos de fundos existentes hoje na bolsa brasileira.

Fundos de tijolo

Os fundos de tijolo são os tipos mais comuns no país e os mais buscados por quem já costuma investir em imóveis. Isso porque o seu funcionamento é conhecido: o fundo adquire um imóvel para obter rentabilidade com a locação do espaço.

Essa característica torna esses fundos especialmente atrativos em momentos de aquecimento da atividade econômica. Por outro lado, podem sofrer mais variações em crises.

Existem diversos tipos de fundos de tijolos. Os principais são:

  • salas comerciais;
  • lajes corporativas;
  • shoppings;
  • galpões logísticos;
  • hospitais;
  • faculdades;
  • residenciais.

Fundos de papéis

Aplicam em títulos de renda fixa ligados a imóveis, geralmente Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).

Nesses fundos, o rendimento varia conforme o desempenho do título. Como geralmente essas aplicações são indexadas à inflação, a variação do indicador tem influência sobre os resultados do fundo.

Por conta dessa característica, os fundos de papéis são indicados para quem deseja ter uma proteção contra a alta dos preços. Também pode ser recomendado para pessoas com perfil mais conservador, já que suas cotas tendem a oscilar menos do que as dos fundos de tijolos.

Fundos de fundos

Os fundos de fundos investem em cotas de outros fundos imobiliários. Têm como característica principal oscilar menos do que fundos segmentados, já que seu portfólio costuma ser mais diversificado.

Fundos híbridos

Os FIIs híbridos podem investir em imóveis físicos, títulos imobiliários e também em cotas de outros fundos. Seu destaque é ter um portfólio mais diversificado do que o de fundos segmentados e até de fundos de fundos.

Qual tem sido o impacto da crise do coronavírus nos fundos?

Os fundos imobiliários foram do céu ao inferno em março, quando a pandemia estourou. Entretanto, depois de uma queda de até 80% dos rendimentos no auge da crise do coronavírus, os FIIs já apresentam sinais de melhora. O índice de fundos imobiliários (IFIX), porém, ainda acumula queda de 14% no acumulado do ano.

Ainda pairam incertezas sobre o fim da pandemia, principalmente por conta da falta de uma vacina contra o vírus. Nesse cenário, é esperado que os fundos imobiliários permaneçam voláteis. Mas para quem quiser investir agora, em geral as cotas estão mais baratas do que no início do ano.

É importante ter em mente que o investimento em fundos imobiliários deve mirar o longo prazo, justamente por conta das oscilações das cotas. Especialistas recomendam também uma carteira diversificada de fundos como forma de minimizar riscos.

Outra forma de diminuir riscos é escolher com cuidado os segmentos de atuação do fundo. Com o isolamento social, é esperado que os shoppings continuem a sofrer com um aumento na taxa de vacância. O mesmo acontece com escritórios e lajes corporativas, já que muitas empresas estão optando pelo home office.

Por outro lado, fundos que investem em hospitais e galpões logísticos podem se beneficiar do cenário atual. Enquanto hospitais registram uma demanda mais estável, galpões logísticos surfam a onda do crescimento do comércio eletrônico.

Sem poderem sair de casa, muitas pessoas que não compravam online estão mudando de hábitos. E uma demanda maior incentiva a criação de mais galpões para a distribuição de produtos.

Entretanto, como o investimento deve mirar o longo prazo, o efeito da pandemia sobre o mercado é limitado. Mas é importante ponderar que, em cenário de taxa de juros baixa, é indicado adicionar mais risco na carteira para manter a rentabilidade das aplicações. Nesse sentido, investir em fundos imobiliários pode ser uma alternativa.

Quais são os 5 melhores fundos imobiliários para investir em 2020?

A pandemia completou seis meses no país e não tem data para acabar. Assim, analistas de corretoras continuam com um pé atrás na recomendação de fundos imobiliários de lajes corporativas e shoppings.

A preferência continua sendo liderada por FIIs que investem em galpões logísticos, além dos fundos de fundos e os chamados fundos de papéis.

É importante salientar que a escolha deve analisar, além de altos rendimentos e distribuição de dividendos passados, resultados consistentes. Também é necessário estudar o potencial de crescimento em médio e longo prazo e as características dos contratos de aluguéis — prazo e garantias. Diversificação do portfólio e o perfil de quem aluga também são pontos importantes.

Abaixo, veja cinco sugestões de analistas de corretoras para este ano.

1. Bresco Logística (BRCO11)

O fundo aluga galpões para grandes varejistas, como Pão de Açúcar, e também indústrias, como BRF e Natura. A maioria está na cidade de São Paulo ou perto dela, e a maior parte dos contratos de aluguéis são de longo prazo. O portfólio do fundo está inteiramente aplicado e com receita estável.

2. RBR Rendimentos High Grade (RBRR11)

O fundo de papel tem no portfólio 37 CRIs com risco de crédito mais baixo do que a média do mercado. A carteira do fundo é diversificada, os contratos de aluguéis têm garantias relevantes e o time de gestão é reconhecido. Apesar da previsão de queda da inflação e dos juros, os quais têm impacto no rendimento dos títulos, analistas ainda o consideram atrativos.

3. BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11)

Esta opção tem um portfólio diversificado. A maior porção, cerca de 30%, é aplicada em fundos imobiliários de papéis. Já o restante se divide entre diversos segmentos. São fundos de lajes corporativas, shopping centers, híbridos, logística, hospitais, faculdades e hotéis.

Apesar de conter ativos que não estão desempenhando bem no momento, o fundo tem potencial de rendimentos no longo prazo. Além disso, tem 20% do patrimônio em caixa, o que proporciona fôlego financeiro para enfrentar a pandemia.

4. CHSG Renda Urbana (HGRU11)

Investe em imóveis ligados a supermercados, como o BIG, e empresas de educação, a exemplo de Ânima e YDUQS. O segmento de supermercados está sendo resiliente na crise. Já as empresas de educação que alugam os imóveis são de grande porte e têm liquidez para atravessar a pandemia.

Ambos os fatores minimizam eventuais riscos de aumento da inadimplência para o fundo no cenário atual. Outra característica que torna o fundo atrativo são os contratos de longo prazo, que garantem estabilidade de receita e distribuição de proventos.

5. Hedge Top FOF 3 (HFOF11)

Esse fundo de fundos tem um histórico consistente de ganhos. Além disso, aproveitou a desvalorização de cotas de fundos de shopping centers e lajes corporativas, o que o deixa bem-posicionado no cenário pós-pandemia.

A opção do fundo foi por ativos que são difíceis de serem replicados, como imóveis situados em locais premium, sem muitos espaços disponíveis.

Como calcular a rentabilidade de um fundo imobiliário?

Calcular se determinado fundo tem rendimentos consistentes é uma das formas de encontrar a opção ideal. Mas o cálculo pode ser complexo, já que os FIIs têm dois tipos de rentabilidade, a da cota e a dos proventos periódicos.

Para calcular o rendimento da cota, basta verificar a diferença entre o preço final e o preço inicial em determinado período. Depois, some o valor dos aluguéis da cota no mesmo espaço de tempo e divida o resultado pelo valor inicial da cota.

Já para calcular o rendimento dos dividendos distribuídos em um FII, é necessário dividir o aluguel por cota pelo preço da cota no mês. Adicionando isso à valorização mensal da cota, é possível chegar ao rendimento total da aplicação.

Depois, para calcular a evolução em um período mais amplo, é preciso levar em conta o efeito dos juros compostos sobre a rentabilidade de cada mês.

Como investir em fundos imobiliários?

Investir em um fundo imobiliário é tão simples quanto aplicar dinheiro em uma ação. Basta abrir conta em uma corretora, acessar o home brokerdela e escolher o fundo de acordo com sua sigla de negociação na B3. Inclusive, há cotas com preços a partir de R$ 10.

Depois, informe um preço de compra e a quantidade de cotas e envie a ordem à corretora. É aconselhável buscar instituições financeiras que não cobrem taxa de corretagem nas operações.

Está sentindo insegurança para escolher fundos imobiliários em 2020 e não sabe qual percentual eles devem representar na sua carteira? A Magnetis monta uma seleção adequada às necessidades e aos objetivos de cada cliente, sempre contando com tecnologia e profissionais especializados. Também sugere um portfólio a partir de dados pessoais. Por isso, entre em contato e conte com a gente para rentabilizar seus investimentos!

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Bitcoin em alta: Entenda tudo o que você precisa saber

O segundo semestre de 2020 promete ser um bom momento para as criptomoedas, em especial para o Bitcoin. Afinal, a expectativa é que até 2021 ocorra uma alta histórica no Brasil – após dobrar de preço, neste ano, em relação ao Real. Mas você sabe o que significa Bitcoin em alta e como isso está ocorrendo?

Neste conteúdo, nós trouxemos as principais informações sobre o tema, explicando a tendência de alta do Bitcoin, a previsão para a máxima histórica e muitos outros detalhes essenciais. Confira!

A alta do Bitcoin em 2017

O ano de 2017 foi histórico para os investidores em Bitcoin, pois foi nesse período que a criptomoeda explodiu para o mundo, atingindo um dos seus níveis mais emblemáticos de valorização.

Em 15 de fevereiro de 2017, o Bitcoin se tornou o criptoativo mais negociado em todo o mercado, com mais de 89,76 milhões de dólares em negociações diárias. 

Um ano depois, em meio ao resultado da maior alta histórica, o Bitcoin registrava uma negociação diária 100 vezes maior que no início de 2017, com 171 bilhões de dólares.

Em 2017, apenas entre janeiro e dezembro, o Bitcoin teve uma valorização surpreendente, alcançando a marca dos 1000%. A arrancada maior, contudo, ocorreu no fim de novembro, seguida de uma forte correção na última semana do ano.

Acontecimentos

Apesar de 2017 ser conhecido como o ano da alta histórica do Bitcoin, muitos acontecimentos ajudaram a fortalecer a moeda – ainda que, na época, diversos especialistas duvidassem disso.

Foi em setembro de 2017 que a China agitou o mercado com rumores relacionados ao fechamento de exchanges e suspensão de IPOs, causando queda nos preços do Bitcoin. 

Nesse ano também aconteceram inúmeros forks do Bitcoin, com disputas entre grupos de mineradores, surgindo, assim, o Bitcoin Cash e o Bitcoin Gold.

Todos esses eventos, ao invés de desvalorizarem a criptomoeda, ajudaram-na a se fortalecer e a tornar o Bitcoin mais maduro.

Essas inúmeras movimentações somadas à valorização crescente fizeram com que cada vez mais investidores fossem atraídos para o mercado, inclusive muitos que, até então, nunca tinham ouvido falar sobre criptomoedas – aumentando a popularização do Bitcoin.

Bitcoin entre 2017 e 2020

Embora 2017 tenha sido um ano histórico para o Bitcoin, em 2018 foram registradas quedas significativas, sendo um ano complicado para os investidores que começaram a comprar a criptomoeda empolgados pelo sucesso do ano anterior. 

Não à toa, neste período, o volume de negociações diminuiu para 1/3 da recente alta. A capitalização total do Bitcoin também teve uma queda significativa durante 2018, somando mais de 62% em todo o ano.

Porém, ao longo de 2019, houve uma melhora – e durante os 12 meses seguintes, o Bitcoin teve uma alta de aproximadamente 200% na capitalização do mercado, ganhando força não apenas no preço, mas também em termos de liquidez.

Conforme se aproximava de 2020, o Bitcoin vinha em uma constante valorização, até que, atualmente, os especialistas estão fortemente acreditando que a criptomoeda alcançará a sua alta histórica, prevista para 2021 no mundo – e com tendência a bater o recorde máximo em reais, em 2020.

Em fevereiro de 2020, o Bitcoin já alcançou uma marca significativa: uma nova alta em transações diárias, batendo o valor de 3,5 bilhões de dólares.

Essa alta nas negociações foi reflexo diversos fatores importantes, como uma adoção crescente do Bitcoin e, claro, o halving que ocorreu neste ano, o que fez com que mais pessoas entrassem no mercado para acumular criptomoedas, na expectativa que o halving traga uma valorização ainda maior entre 2020 e 2021.

A seguir, veja dois gráficos que demonstram o comportamento no mundo financeiro do Bitcoin frente ao Dólar e a outros índices extremamente relevantes para todo investidor.

Neste primeiro gráfico, detalhamos o comportamento de índices relacionados ao mundo financeiro.

De tal forma, tomamos as oscilações do valor das moedas, neste caso a cotação do dólar, do Bitcoin e do ouro, além dos índices mais relevantes, Ibovespa e S&P 500. 

Observe que a linha da variação percentual do Bitcoin (em vermelho) é a de maior amplitude de oscilação.

No entanto, é também a que apresenta maior aumento nos últimos anos, o que indica que seu crescimento tem sido mais acelerado em comparação aos demais índices.

Já no gráfico abaixo, detalhamos de maneira mais precisa o histórico trimestral do valor dos ativos com relação ao comportamento médio. 

OBS: Para facilitar a visualização dos dados, neste gráfico as escalas não são as mesmas, visto que os valores dos ativos e os índices são métricas distantes e diferentes. 

Perceba que nos trimestres apresentados, o crescimento é ainda mais acentuado para o Bitcoin se comparado aos outros índices. Sua diferença é a mais visível nos últimos três anos.

Veja a seguir as interferências do mundo financeiro que põem o Bitcoin em alta e o que estas podem trazer para seus investimentos. Confira os detalhes desta previsão de alta!

A alta do Bitcoin em 2020: previsão para a máxima histórica no Brasil

Embora esteja passando por esse crescimento acelerado e contínuo desde 2019, o Bitcoin, no mercado mundial, ainda está um pouco distante da alta histórica alcançada em 2017.

Porém, a criptomoeda está caminhando para atingir o seu recorde em reais neste ano, podendo chegar à casa dos R$70 mil.

Várias moedas antigas de muitos valores.

Na segunda-feira, dia 17 de agosto, o Bitcoin teve uma cotação que superou os 12 mil dólares nos Estados Unidos, fazendo com que a criptomoeda ultrapassasse a faixa dos R$66 mil no Brasil.

Essa variação se dá, principalmente, pela oscilação do câmbio. Em dezembro de 2017, quando o Bitcoin chegou próximo dos 20 mil dólares nos Estados Unidos (a máxima já registrada até o momento), o preço máximo no Brasil foi de R$69.336 mil.

Embora a pandemia de Coronavírus tenha afetado a criptomoeda da mesma forma que outras classes de ativos, o que temos visto é uma recuperação sólida e acentuada.

Desde março, o pior mês da pandemia, o Bitcoin já teve uma valorização de 70%, tornando-se um dos ativos de melhor desempenho.

Recorde histórico no Brasil

O recorde histórico no Brasil tem várias explicações. A primeira, claro, está relacionada à desvalorização do Real frente ao Dólar, fazendo com que haja essa disparada no preço quando fazemos a conversão do câmbio.

Mas a subida na cotação do Bitcoin em todo o mundo também se relaciona à sua disponibilidade, cada vez menor ao longo dos anos, especialmente graças ao halving que ocorreu em maio deste ano

Somado a isso temos a maior popularização da criptomoeda e a confiança das pessoas no Bitcoin, que já passou por várias situações históricas e conseguiu se recuperar muito bem, inclusive frente a pandemia de COVID-19.

Da mesma forma que o ouro, o Bitcoin tem uma quantidade limitada: 21 milhões de moedas. É por isso que a criptomoeda tem se tornado tão valiosa.

Com uma quantidade limitada e mais pessoas interessadas e comprando Bitcoin, a tendência é que o preço médio no longo prazo acabe aumentando cada vez mais.

Atualmente existem cerca de 18,5 milhões de unidades de Bitcoins. A expectativa é que, até 2140, a quantidade máxima de 21 milhões de Bitcoins seja alcançada, não sendo mais possível criar novos Bitcoins a partir desse teto.

Halving

A limitação só é possível graças ao processo de halving. O último ocorreu em maio deste ano, quando foram passados de 12,5 BTC para 6,5 produzidos a cada 10 minutos.

A cada 4 anos o processo acontece, cortando pela metade a entrada de novos Bitcoins no mercado.

Mão de homem com criptomoedas.

Historicamente, esses cortes fizeram com que, em média 18 meses depois, houvesse uma subida mais forte nos preços do que o normal. 

E é exatamente isso que estamos começando a ver neste momento – por isso também houve um aumento no número de investidores comprando Bitcoins.

Outros fatores

Além do halving, outros fatores estão contribuindo para pôr o Bitcoin em alta, principalmente a entrada de investidores institucionais e de empresas neste mercado.

Também podemos citar a negociação do BTC em algumas bolsas dos Estados Unidos e o recente interesse de bancos norte-americanos em fazer custódia de Bitcoin.

Vimos uma alta bem importante no valor do Bitcoin quando os bancos declararam que poderão custodiar a criptomoeda. 

A notícia foi muito importante para que mais pessoas tivessem confiança em guardar Bitcoins de maneira segura, além de trazer mais praticidade por poder integrar a criptomoeda a sua conta tradicional e aos demais investimentos.

Pensando em termos de investimento, inclusive, é importante destacar que os brasileiros que investiram em Bitcoin neste ano ainda tiveram mais uma vantagem interessante: a proteção do patrimônio em relação à desvalorização do Real frente ao Dólar.

Expectativa para 2021

2020 já tem sido um importante ano para o Bitcoin, mas os especialistas estão ainda mais animados para o próximo ano. Em algumas semanas, a expectativa é que o Bitcoin ultrapasse a barreira dos R$70 mil.

A partir de então, acreditam que haverá uma leve tendência de queda, porém, até o final de 2021, os especialistas creem que haverá o início da alta histórica provocada pelo halving. 

Os mais “conservadores” esperam que o BTC chegue, facilmente, a casa dos R$ 100 mil em 2021 e os mais “otimistas” esperam que o BTC passará dos 100 mil dólares.

Em relação a barreira dos R$70 mil, isso poderá ocorrer a qualquer instante, graças à volatilidade do Bitcoin e do Real frente ao Dólar. Inclusive, a própria oscilação do mercado poderá jogar esse preço ainda mais para cima.

Lembrando que países como Argentina e Turquia já bateram suas altas históricas esse ano, ao converter o preço do Bitcoin para a moeda local.

A sequência de boas notícias em termos de regulação, adoção, entrada de investidores institucionais, infraestrutura e serviços, tecnologia e muitas outras são essenciais para esse bom cenário do Bitcoin .

Com certeza o cenário de crescimento e o excelente desempenho do Bitcoin devem se manter, fazendo com que os preços se elevem cada vez mais.

Depois de entender melhor sobre a previsão de alta do Bitcoin e a máxima histórica, que tal começar a investir na criptomoeda? 

A BitcoinTrade é uma das exchanges mais seguras e conhecidas do Brasil, com alto volume de negociações e muitos benefícios. Venha conhecer e descubra como começar a investir em Bitcoin!

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Bitcoin Pizza Day: a pizza mais cara do mundo

Caixa de pizza

Você pagaria 10 mil Bitcoins por duas pizzas? Hoje provavelmente não, mas há 10 anos, quando o preço da criptomoeda era totalmente diferente, um entusiasta chamado Laszlo Hanyecz pagou. 

Você que não conhece a história deve estar se perguntando: o que uma pizza tem a ver com o Bitcoin?

A relação do Bitcoin com a pizza começou em 18 de maio de 2010, quando o programador Laszlo Hanyecz postou em um fórum de discussão sobre Bitcoin, conhecido como Bitcointalk.org, um pedido para comprar duas pizzas.

Laszlo disse que pagaria 10 mil Bitcoins por elas, só que naquela época, as duas pizzas custavam cerca de US$41,00.

Se fosse hoje, levando em consideração a cotação atual do Bitcoin no momento da escrita deste artigo, Laszlo estaria pagando uma verdadeira fortuna pelas pizzas, aproximadamente R$625 milhões.

Vou pagar 10.000 bitcoins por duas pizzas…talvez duas grandes, para que eu tenha um pouco sobrando para o dia seguinte. Eu gosto de ter pizza sobrando para comer depois. Você mesmo pode fazer a pizza e trazê-la para minha casa, ou encomendá-la para mim em um local de entrega, mas o que eu pretendo é comprar comida em troca de bitcoins assim eu não tenho que pedir ou preparar sozinho, é como pedir um ‘prato de café da manhã’ em um hotel ou algo assim, eles apenas trazem algo para você comer e você fica feliz!

Eu gosto de coisas como cebola, pimenta, linguiça, cogumelo, tomate, pepperoni, etc…apenas coisas normais, sem coisas estranhas tipo peixe ou algo assim. Também gosto de pizzas comuns de queijo, que podem ser mais baratas de preparar ou comprar.

Se você estiver interessado, deixe-me saber e nós podemos fechar um acordo.

Obrigado,
Laszlo

Postagem de Laszlo Hanyecz no fórum Bitcointalk.org em 18/05/2010

A publicação do programador gerou vários comentários, porém somente após quatro dias um outro entusiasta do Bitcoin aceitou a proposta.

Morador da Califórnia, o felizardo fez o pedido em uma pizzaria e mandou entregar a comida no apartamento do programador. 

Um dia antes do recebimento das pizzas, Laszlo postou novamente no fórum: 

Então ninguém quer comprar uma pizza para mim? A quantidade de Bitcoin que estou oferecendo é muito baixa?

Algumas horas depois o programador reforçou o seu interesse:

 Só acho que seria interessante se eu pudesse dizer que paguei  por uma pizza com bitcoins.

No dia 22 de maio, a iniciativa de Laszlo, para ver se ele conseguiría comprar uma pizza utilizando a criptomoeda, deu certo. O programador informou:

Gostaria de reportar que consegui fazer um trade de 10.000 bitcoins por pizza, obrigado!

A partir deste momento, essa data passou a ser chamada de Pizza Day, o dia em que houve a primeira troca direta de criptomoedas por um produto.

A história ficou famosa no mundo inteiro, e virou costume na comunidade de criptomoedas comemorar esse dia.

O post original feito por Laszlo ainda permanece online. Clique aqui para acessar a publicação na íntegra. 

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Fee based: saiba tudo sobre o modelo e como investir sem conflito de interesses!

Quando pensamos em objetivos financeiros, automaticamente pensamos também em investimentos para alcançá-los. E para começar a investir, muitas pessoas buscam empresas especializadas nisso, como gestoras e corretoras, que têm seus próprios modelos de cobrança pelos serviços prestados. Um deles é o modelo fee based.

Quando lidamos com o dinheiro de outras pessoas, transparência é um fator inegociável e é um dos principais benefícios quando você investe em instituições que adotam esse modelo. 

É o que acontece também na Magnetis: você conta com a forma mais transparente de taxa de gestão de patrimônio, graças ao modelo fee based.

Para saber mais sobre o fee based e por que ele não se relaciona com um dos maiores problemas do mundo dos investimentos, o conflito de interesses, continue a leitura!

O que é fee based

Fee based é um modelo de cobrança referente à gestão de patrimônios de pessoas que investem com corretoras de valores ou gestoras de investimentos. Implementado em 2017 por meio da Instrução CVM 592, o modelo é baseado em uma taxa única sobre o patrimônio investido.

Isto é, com o modelo fee based, a cobrança da taxa de gestão ocorre por um único valor, sem entrelinhas, taxa de rebate ou custos extras, que incide sobre o valor investido. Além da transparência que o modelo traz aos investidores, outro grande benefício é a inexistência de conflitos de interesse, já que não é acrescido quaisquer comissões para a instituição ou os assessores que lá trabalham.

Aqui na Magnetis a nossa taxa única representa 0,6% ao ano sobre o valor investido. A exceção é para quem investe em objetivo de reserva de segurança, que tem taxa zero.

A taxa Magnetis engloba os seguintes serviços de gestão de patrimônio:

  • Análise de mais de 20 mil ativos financeiros para criar uma carteira personalizada e adequada aos perfis e objetivos de cada cliente;
  • Monitoramento constante das carteiras;
  • Criação e edição de objetivos ilimitados no app da Magnetis, gráfico dos objetivos e a possibilidade de alcançá-los, acompanhamento da rentabilidade dos investimentos em tempo real, transações de aporte ou resgate com um clique.Rebalanceamento da carteira para adequação aos perfis de risco;
  • Cálculo automático dos valores necessários para investir dentro do limite de cobertura do FGC;
  • Renovação automática dos investimentos em títulos de renda fixa;
  • Suporte do time de consultoria em horário comercial.

Como podemos ver, o maior propósito do fee based é o melhor resultado da carteira para o cliente, deixando de lado comissões que corretoras autônomas e bancos tradicionais costumam taxar por indicações —  tendo, neste caso, conflito de interesse entre comissões e desempenhos dos ativos. 

Esse é um modelo 100% transparente, já que o cliente sabe exatamente o valor que vai pagar desde sua primeira aplicação, contando com uma gestão completa do seu patrimônio, sem precisar ser especialista em investimentos.

Fee based ou commission based: qual a diferença?

Até aqui explicamos o que é o fee based e como ele revolucionou a forma de taxar os clientes no mercado financeiro. Porém, nem sempre foi assim: uma boa porcentagem das instituições financeiras ainda não implementam esse modelo que visa transparência e foco total na rentabilidade dos clientes.

Corretoras autônomas e bancos tradicionais adotam o chamado commission based, bem diferente da proposta do anterior, já que se baseia no lucro da instituição e dos assessores de investimento, cobrando altas comissões, mas entregam poucos resultados efetivos aos clientes.

análise de investimentos

Commission based

Ao contrário do fee based, que cobra uma única taxa,, o commission based é um modelo de remuneração na qual corretoras e bancos recebem comissões pela venda ou recomendação de determinado produto financeiro.

Na prática, os produtos indicados podem ser aqueles que renderão uma comissão mais generosa para o profissional da corretora ou agente de autônomo de investimentos, indo em contramão ao que é melhor para o cliente e à rentabilidade da sua carteira.

Devido a taxa de comissão, é gerado um conflito de interesse, que não ocorre apenas quando se pensa em fundos de investimento e títulos de renda fixa: o investidor de ações também pode passar por esse tipo de influência e, eventualmente, perder dinheiro com suas aplicações na bollsa de valores

Isso porque, uma grande parte das corretoras e os grandes bancos cobram taxas por cada transação realizada no mercado de ações. Isso significa que, em diversas oportunidades, pode ocorrer um incentivo para que você realize várias operações, pagando taxas de corretagem sucessivas.

Assim, por ser extremamente conflituoso e não voltado para a melhor rentabilidade do patrimônio investido, o commission based não é o mais vantajoso para o cliente, mas sim para as instituições financeiras que adotam o modelo.

Como o fee based funciona na Magnetis?

Aqui na Magnetis cobramos apenas uma única taxa de 0,6% anual pelo nosso serviço, para que você tenha certeza de que nós trabalhamos 100% focados para o que é melhor para você, seus objetivos e seu patrimônio.

Nosso maior objetivo é garantir que a Magnetis entregue os melhores produtos financeiros, sempre levando em consideração o perfil de investidor e o retorno gerado por cada ativo escolhido para compor a carteira de cada cliente.

Em nenhum momento recebemos comissões ou rebates em cima dos produtos indicados. Assim, você tem certeza de que está adquirindo os melhores investimentos, e não aqueles que seu gerente tenta te vender para bater metas.

Outra grande vantagem da Magnetis é que nossos clientes não precisam ser especialistas em investimento: ao aplicarem seu dinheiro, não precisam mais se preocupar, porque fazemos todo o resto!  

Ou seja, você não precisa passar horas monitorando o mercado para fazer a compra e venda dos seus investimentos. 

Nosso algoritmo vasculha milhares ativos e escolhe os que possuem menores custos de administração e maiores desempenhos para você. Isso garante uma melhor rentabilidade líquida e maiores chances de você alcançar seus objetivos!

O que achou do modelo fee based? Se você se interessou e quer ter a certeza que está investindo pelo caminho certo, marque uma conversa com um dos nossos especialistas e entenda mais como montar uma carteira personalizada para você!

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CBLC: entenda o que é e quais são suas principais funções

biblioteca financeira

Quem lida com o mercado nacional de ações provavelmente já ouviu falar na sigla CBLC. Porém, além de conhecer a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, é preciso saber como ela funciona.

Essa instituição trabalha com sistemas modernos e que garantem a segurança das transações feitas por quem compra e vende ações na bolsa de valores. Por isso a entidade é tão importante, de modo que é fundamental conhecer as suas especificações para tirar o melhor proveito do sistema.

Preparamos este post para ajudar você a entender melhor como a CBLC funciona, quais são suas especificações e os benefícios que ela oferece aos clientes. Vamos esclarecer essas e outras dúvidas a fim de contribuir para a garantia dos bons rendimentos de suas finanças. Por isso, continue a leitura!

O que é a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia?

A Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia é a instituição que garante a segurança das transações efetuadas entre vendedores e compradores na bolsa de valores. Ela é responsável por liquidar, custodiar e assegurar todas as negociações operacionais de ativos nesse ambiente.

Em outras palavras, sempre que uma pessoa que deseja investir compra ações na bolsa de valores, os títulos ficam sob a responsabilidade da CBLC. Assim, caso a corretora de valores decrete falência ou haja qualquer outra complicação, os investimentos poderão ser recuperados sem nenhum prejuízo para o cliente.

A CBLC foi criada em 1997 como uma empresa independente e com a finalidade de ajudar a melhorar a estrutura do mercado financeiro brasileiro. Hoje, porém, a instituição é uma entidade autorregulada e supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com gestão da B3.

Vale dizer que em 2008 o órgão passou por algumas mudanças e, atualmente, leva o nome de Câmara de Ações e Renda Fixa Privada. Algumas pessoas também costumam chamar a instituição de Central Depositária. De qualquer forma, a sigla CBLC continua sendo a mais usada.

Quais são as funções da CBLC?

Mesmo lidando com a segurança das transações de todos os tipos de ações na Bolsa de Valores, a CBLC apresenta algumas funções principais.Entre elas, podemos destacar:

  • compensação e registro de operações;
  • quitação de transferências de recursos entre pessoas que investem;
  • custódia e guarda dos ativos, como títulos públicos e privados, ações, entre outras possibilidades;
  • administração de riscos, tanto operacionais quanto financeiros;
  • Serviço de Custódia Fungível por meio do Banco de Títulos CBLC — BTC.

Vale ressaltar que os serviços são prestados com base em práticas realizadas no exterior. Mas eles oferecem alta flexibilidade para atender às Small Caps do mercado brasileiro.

Em termos práticos, o sistema da CBLC oferece informações em tempo real sobre esses serviços, o que garante agilidade e segurança aos processos de corretagem.

Além disso, o sistema funciona com sua base de informações completa, não necessitando de confirmações extras de terceiros, como corretoras, por exemplo. Ele atua de forma invisível, ou seja, controla riscos operacionais e financeiros e desempenha suas demais funções sem precisar da intervenção de quem investe.

A CBLC também oferece segurança quando um short selling é feito com títulos emprestados de terceiros. Isso ocorre por meio do Banco de Títulos, onde quem aplica pode disponibilizar suas ações para empréstimo em troca de uma garantia.

Como a CBLC beneficia quem investe?

A CBLC desempenha um papel fundamental em garantir a segurança das transações realizadas na bolsa de valores. De certa forma, essa segurança vale até para o Tesouro Direto, pois a instituição visa assegurar o dinheiro investido pelos clientes em renda fixa.

A CBLC é bastante confiável. Atualmente, ela cuida de aproximadamente 6 trilhões de títulos e ações dos mais variados tipos e de diversas empresas. O órgão também é responsável por liquidar cerca de 95% das transações negociadas dentro da bolsa de valores do mercado brasileiro.

De qualquer forma, a garantia para quem investe é de que seus rendimentos estão protegidos e que suas transações também são feitas em segurança. Mesmo que eventuais problemas aconteçam, o cliente não sofre nenhum tipo de dano.

Quem controla a CBLC?

Desde 2008, com a fusão entre a Bovespa e a BM&F, sua administração foi transferida para a bolsa de valores.A bolsa, por sua vez, faz essa administração em parceria com mais três câmaras de liquidação no mercado.

É importante lembrar também que a instituição é uma organização autorregulada e supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), gerida diretamente pela B3.

Como funciona a taxa de custódia da CBLC?

Quando uma pessoa faz uma compra de títulos na bolsa de valores, obrigatoriamente deve pagar a taxa de custódia da CBLC. Essa taxa funciona como uma cobertura dos custos da própria CBLC relativos à guarda dos títulos e à disponibilização de informações das operações.

De todo modo, a taxa de custódia da CBLC é uma tarifa cobrada para que a entidade mantenha os investimentos seguros. Essa proteção garante que, mesmo no caso de imprevistos, como a falência da corretora, por exemplo, o cliente não sofrerá prejuízo.

O valor da taxa de custódia varia de acordo com cada título. Se uma pessoa investe no Tesouro Direto, por exemplo, o valor anual cobrado é de 0,30% sobre o montante. No caso de outros títulos privados, a cobrança ocorre de maneira progressiva e é feita pelas próprias corretoras.

Em geral, as cobranças são fixas de acordo com cada operação. Há também a possibilidade de pagamento de valores mensais, ou ainda corretoras que isentam o cliente da taxa de custódia. Ela também pode ser antecipada quando a pessoa fizer o resgate antes ou no dia do vencimento do título.

É fundamental que o cliente esteja atento quanto às tarifas cobradas não só no caso da taxa de custódia. Afinal, a variedade de cobranças, bem como seus valores, podem gerar impactos no seu investimento. Desse modo, quanto mais informação, maior o controle sobre os resultados.

Agora que você já sabe exatamente o que é e como funciona a CBLC, faça uma análise do seu investimento e descubra como seu dinheiro pode render mais!

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Agosto de 2020 – Federal Reserve tenta buscar inflação

O desespero parece ter batido no Federal Reserve (FED), após retração de 33% no Produto Interno Bruto da economia norte-americana. A autoridade monetária informou que irá buscar inflação acima dos 2% previstos no teto. Deste modo, a moeda norte-americana cedeu para o menor nível desde abril de 2018 frente à cesta de moedas (DXY).

Resultados trimestrais das empresas de tecnologia levam bolsas nos EUA para a máxima histórica. Assusta o fato do S&P500 ultrapassar os 3.500 pontos mediante a forte recessão na Zona do Euro e Japão por conta da pandemia. Neste cenário o ouro tocou sua máxima histórica no ínicio do mês, porém zerou seus ganhos em seguida. Já a capitalização total das criptomoedas atingiu seu maior nível em 25 meses, na marca de USD 370 bilhões.

Tecnologia é a nova guerra fria?

A disputa comercial entre EUA e China iniciada em 2018 arrastou-se ao longo de 2019, e o acordo de USD 200 bilhões em compras pela economia asiática parece cada vez mais improvável de ser cumprido. Para  complicar a situação, tivemos a prisão no Canadá de Meng Wanzhou, CFO da gigante de tecnologia Huawei, e filha do CEO.

Não bastasse a disputa na balança comercial, além do imbróglio da tecnologia 5G da Huawei, surgem as acusações de espionagem através de aplicativos. Nesse sentido, o Presidente Trump deu um prazo de 90 dias para a empresa chinesa ByteDance vender a filial da rede social TikTok atuante nos EUA.

Em mais um passo buscando blindar os EUA da tecnologia chinesa, o Presidente Trump criou sanções à rede social WeChat, um concorrente asiático do Whatsapp. Dentre as sete gigantes de tecnologia na China estão China Mobile, Tencent (jogos e redes sociais), Meituan Dianping (delivery de comida, taxi), JD.Com (e-commerce), Alibaba (leilões) e Baidu (buscador). 

Finanças Descentralizadas (DeFI) viram mania, levando taxas de transação na rede Ethereum para a casa dos USD 7, criando um frenesi em exchanges descentralizadas (DEX) e lançamento de novas criptomoedas. 

Principais criptomoedas, ativos e bolsas mundiais – até 31/Ago

Notícias do mundo cripto:

Moeda digital chinesa: Alguns dias após lançar sua carteira e Yuan digital em fase de testes em algumas cidades, o banco Chinese Construction Bank CCB desativou tal função

Bitmex inicia KYC: Mais antiga e tradicional exchange de derivativos de Bitcoin em funcionamento passou a exigir identificação de seus clientes

Bitcoin (BTC): Analista e desenvolvedor Sergio Lerner mostra evidências que Satoshi usou uma única máquina para minerar quase 1 milhão de Bitcoins, que nunca foram movidos

Bitcoin (BTC): Gestora Fidelity, com quase USD 9 trilhões administrados, pediu autorização da SEC para lançar um fundo de Bitcoin com aplicação mínima de USD 100 mil

Ethereum (ETH): Competidora BNB lançou sua smart chain, capaz de executar contratos inteligentes (smart contracts), e compatível com aplicações Ethereum

Ethereum (ETH): Sucesso dos aplicativos de finanças descentralizadas (DeFi) levou mediana paga por transação na rede Ethereum para 7 Dólares

Bitcoin Cash (BCH): Equipe de desenvolvedores do BCash ABC anunciou que irá criar seu próprio fork (divisão) no upgrade programado para 15 de novembro, passando a cobrar uma taxa dos mineradores

Bitcoin Cash (BCH): Valor médio transacionado na rede sobe para USD 90 milhões por dia, ante 50 milhões em julho

Litecoin (LTC): Parceira BlockCard anunciou lançamento de cartão de crédito integrado de forma nativa com o Litecoin

Litecoin (LTC): Clientes do Revolut nos EUA agora podem comprar Litecoin diretamente no aplicativo da startup financeira

Ripple (XRP): Informou que 20% das transações via rede privada RippleNet estão utilizando o token XRP

Ripple (XRP): Empresa Ripple contratou como chefe da área internacional Aditya Turakhia, ex-Diretor do banco Goldman Sachs

EOS (EOS): Block.one, empresa por trás do ICO da EOS, lançou sua rede social Voice

EOS (EOS): CEO da Block.one prometeu lançamentos de uma aplicação financeira descentralizada (DeFi) na rede

Além das Criptomoedas

Bolsas pelo mundo

Seguindo a trajetória de recuperação, as ações do S&P500 nos EUA encerraram agosto em alta de 7,0%. Destaque de queda para os setores de tecnologia, além de viagens, cassinos e hotéis. Na Inglaterra o FTSE100 encerrou o mês com leve alta de 1,1%. Na Alemanha tivemos o DAX30 subindo 5,1% aos 12.945 pontos.

Investidores se animaram com fortes resultados operacionais das empresas de tecnologia enquanto aguardam a aprovação de novos pacotes de estímulos, principalmente pelos Estados Unidos. No entanto, a preocupação com a alta da inflação levou o ouro a testar sua máxima histórica, embora perdendo força ao longo do mês para encerrar em USD 1.979 a onça-peso.

Quem se deu bem:

Tesla (TSLA) subiu 74% com vendas projetadas de 500 mil unidades este ano, ante 368 mil em 2019;

Salesforce (CRM) teve alta de 40% após fortes resultados operacionais em julho;

Usiminas (USIM5) e CSN ON (CSNA3) subiram 25% após forte produção de aço bruto no Brasil, além da expectativa da oferta inicial de ações da subsidiária de mineração da CSN.

Quem se deu mal:

Cogna Educação (CGNA3) cedeu 31% após subsidiária levantar apenas USD 405 milhões em sua oferta pública de ações na Nasdaq;

JHSF Part ON (JHSF3) caiu 22% com impacto da pandemia no setor de shoppings e hospedagem;

Sabesp ON (SBSP3): empresa de saneamento de SP caiu 21% após governador levantar dúvidas sobre a privatização da empresa.

DeFi atinge marca de USD 9,5 bilhões

A explosão das aplicações de finanças descentralizadas na rede Ethereum culminou com a impressionante marca de USD 9,5 bilhões de margem depositada. Embora seja comum existir dupla contagem, é inegável o crescimento das exchanges descentralizadas (DEX), além das plataformas de empréstimo e arbitragem.

Procuradora da Fazenda diz que criptos são caminho sem volta

A Procuradora-Geral da Fazenda Ana Paula Bez Batti afirmou em entrevista ao portal Livecoins que “criptomoedas vieram para ficar e são um caminho sem volta.” No entanto, Ana Paula destacou a necessidade de regulação para evitar o grande número de golpes no setor.

Por último, a Procuradora-Geral da Fazenda ressaltou a importância de verificar se a exchange de criptomoedas está devidamente regulada, e nunca acreditar em promessas de rentabilidade garantida utilizando criptomoedas.


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Como comprar Bitcoin? Aprenda aqui!

Já ouviu falar do tipo de investimento mais popular das criptomoedas, o Bitcoin? Tem dificuldades para entender o que é e como funciona essa moeda? Precisa se aprofundar em como comprar Bitcoin com segurança? Então, acompanhe este post!

A moeda Bitcoin tem ganhado bastante repercussão nos últimos tempos, e isso se dá principalmente devido à esperança de que ela melhore e levante não só o mercado financeiro, mas toda a economia e estrutura financeira do país.

Contudo, por ser uma moeda virtual, você pode estar sujeito a hackers e outros perigos que podem prejudicar seus investimentos. Por isso, é preciso guardá-la em locais seguros e que garantam a rentabilidade.

Para ajudar você nesse processo, criamos este post onde vamos ensinar tudo sobre essa criptomoeda. Entenda como comprar Bitcoin e investir de forma segura. Não fique por fora, continue a leitura e confira agora mesmo!

O que é Bitcoin?

A fim de investir e proteger o seu Bitcoin, é preciso antes entender o que ele é e como funciona. Na sua morfologia, bit refere-se ao código ou dígito binário, e coin significa “moeda” em inglês. Ou seja, Bitcoin é uma moeda virtual utilizada via internet para realização de pagamentos, recebimentos, trocas e serviços.

Com isso, não existe nenhuma empresa ou instituição detentora dos direitos desse “dinheiro virtual”, possibilitando que qualquer pessoa possa adquiri-la, vendê-la ou trocá-la. Ao contrário do que acontece com as outras moedas, o Bitcoin não é regulado pelo Banco Central (BACEN) e nem pelo Governo Federal.

Mas você deve estar se perguntando, como isso é possível? Então, fique calmo, que vamos explicar agora!

Existe o banco de dados, o blockchain, que armazena em redes de computadores com ambiente criptografado todas as operações da criptomoeda no mundo, garantindo a segurança dessas informações.

No Japão e em alguns países, por exemplo, o Bitcoin já é mais conhecido e utilizado, então eles já são aceitos até mesmo em estabelecimentos comerciais.

Já nos casos de troca, a transação de transferência de Bitcoin não requer um intermediador. Apenas a presença virtual de quem vende e de quem compra o valor já é suficiente, ao contrário do que acontece em processos bancários.

Como comprar e vender Bitcoin no Brasil?

Para comprar Bitcoins crie uma conta em uma corretora brasileira de criptomoedas e insira um saldo em reais na plataforma a partir de depósito ou transferência bancária. Após isso, é só informar a quantia de Bitcoins que seja comprar e, então, adquirir suas moedas digitais. Para vender Bitcoins, o processo é semelhante.

Essas corretoras, também chamadas de exchanges, são plataformas digitais que intermediam com segurança as transações entre quem deseja comprar Bitcoins e quem deseja vender.

Elas disponibilizam contas em diversos bancos para que você possa fazer a transferência do seu dinheiro diretamente para a plataforma. Cheque os dados dessas contas e, então, basta fazer uma transferência do valor que deseja, caso você tenha conta no mesmo banco, ou um DOC ou TED, se estiver enviando o dinheiro de um banco diferente.

O prazo para que o depósito seja reconhecido varia de acordo com a plataforma. Na BitcoinTrade, por exemplo, 95% dos depósitos são reconhecidos dentro de uma hora, mas, em alguns casos, pode levar até um dia útil.

Antes de fazer o depósito, não se esqueça também de conferir como funcionam as taxas cobradas pela plataforma, para não correr o risco de não ter o dinheiro certo para comprar Bitcoins na quantidade que deseja. Boa parte das plataformas não cobra taxas na compra, apenas nos saques realizados. De qualquer forma, é importante conferir para evitar surpresas.

Outra questão importante é verificar seu limite de transações na plataforma de trade. Mais uma vez, esse dado pode variar de acordo com a plataforma. Ele determina quanto você pode depositar e sacar em um determinado período de tempo, como um dia, uma semana ou um mês.

Quem quiser aumentar esse limite operacional precisará comprovar que tem renda e patrimônio suficientes que justifiquem um limite maior, enviando à plataforma documentos como extrato bancário, comprovante de renda, de investimentos em aplicações financeiras, cópia da declaração de Imposto de Renda ou escrituras de imóveis.

Passo-a-passo: como comprar Bitcoin

Está pronto para começar a comprar Bitcoins? É muito simples! Iremos ensinar agora como funciona todo o procedimento na BitcoinTrade, a plataforma onde você vai realizar as operações de compra, venda e troca de moedas digitais.

  • Faça seu cadastro no site da BitcoinTrade
  • Informe o saldo em reais que você deseja transferir
  • Confira os dados da conta da plataforma e transfira o dinheiro com DOC ou TED
  • Aguarde a confirmação da transferência 
  • Informe a quantia de Bitcoins que deseja comprar e faça sua compra!

Pronto! Agora você já sabe como comprar, vender e trocar Bitcoins.

Como investir em Bitcoin?

Assim como qualquer moeda, o Bitcoin também depende do mercado financeiro para a sua valorização ou desvalorização. No entanto, entrar no universo da moeda virtual mais conhecida do mundo requer alguns cuidados para garantir segurança e praticidade nos seus processos.

Para isso, reunimos neste passo a passo algumas dicas que você pode seguir para conseguir bons ganhos, além de proteger o seu dinheiro virtual e ter mais facilidade nas suas transações. Acompanhe!

Estude

Com certeza, com tanta repercussão e histórias do Bitcoin, você já deve ter encontrado informações que provocam medo, como as fraudes e roubos que podem gerar falência. Para que isso não aconteça, é preciso estudar!

Estudar o quê? Tudo relacionado a essa moeda! Seus mercados, funcionalidades, utilidades, aplicações, riscos, taxas, benefícios e estratégias. Quanto mais conhecimento você tem, mais fácil será de ganhar dinheiro e se proteger.

Como seu funcionamento se dá de forma orgânica e não existem instituições ou empresas que tomam conta dessa moeda, cabe a você administrar o seu dinheiro digital.

Seja cauteloso

Sempre tenha certeza sobre o que vai fazer e onde vai aplicar o seu Bitcoin. Ou seja, não aposte na sorte ou em especulações quando for realizar seus processos. Seja cauteloso em relação aos riscos que existem, assim como em qualquer tipo de investimento.

Comece descobrindo o seu perfil de investidor e defina uma estratégia com os seus objetivos. Depois inicie o seu investimento e vá aumentando aos poucos, de acordo com a sua bagagem, prática e conhecimento.

Dessa maneira, você diminuirá o risco de perder grandes quantidades de dinheiro logo no início da sua experiência. Por trás de qualquer negócio bem-sucedido, há sempre muita cautela e estudo!

Entenda o mercado

Você precisará entender do mercado financeiro também, acompanhar as notícias que podem impactar na valorização e desvalorização de seu Bitcoin, sempre pensando no futuro.

Como ocorre na Bolsa de Valores e outros investimentos de risco mais alto, seu dinheiro hoje pode estar muito valorizado e amanhã cair para menos da metade.

Então é necessário sempre acompanhar de perto seu dinheiro virtual e saber os momentos corretos de comprar, vender ou trocar a sua criptomoeda. Nesse momento, é interessante ter ajuda de um profissional capacitado e de confiança para ajudar você nesse processo.

Como dar segurança ao seu Bitcoin?

Se você tem uma boa renda mensal e um bom dinheiro que deseja aplicar, é possível investir nessa moeda digital. Entretanto, assim como no dinheiro físico, é necessário tomar alguns cuidados para investir com segurança e não ter problemas com fraudes ou até mesmo roubo da sua carteira. Para evitar que isso aconteça, siga as dicas que separamos a seguir e proteja sua carteira de Bitcoins.

Faça cópias de sua carteira

Após entender como comprar Bitcoins, é necessário aprender a proteger o seu dinheiro. Quando você compra Bitcoins, suas moedas vão para uma carteira. Ela tem a função de guardar seu dinheiro e ainda permite transações, como envio e recebimento. Para isso, existem carteiras de desktop, móveis (celular), hardware, online e em papel.

Com isso, para proteger a sua carteira, uma opção é fazer várias cópias. Fazer um backup e guardá-lo em locais seguros pode protegê-lo contra falhas de sistema, e ainda recuperar e ter acesso às suas informações em casos de computador ou celular roubado.

Faça essa cópia regularmente e opte por mais de um local seguro para armazenagem desses dados, como nuvem, outro computador, HD externo, pen drive, dentre outros.

Proteja a sua identificação

Sempre resguarde a sua identidade, dados e informações sobre seus processos, transações, compra e venda da criptomoeda. Dessa forma, você dificulta consideravelmente o trabalho dos cibercriminosos.

Sempre deixe ativo o 2FA na sua conta — esse passo a mais no login ou em operações de saque ajuda e aumenta a segurança. Evite também passar informações referentes à sua carteira (plataforma ou operadora de compra e venda de Bitcoins).

Por que está sendo tão vantajoso investir em criptomoedas?

Agora que você entendeu como funciona o mercado de Bitcoins, continue a leitura e descubra por que é tão vantajoso investir nessas criptomoedas.

Custo das transações

Os custos ao realizar as operações de compra, venda e troca são bem inferiores aos praticados no mercado tradicional. Ou seja, assim você consegue economizar com esse tipo de operação, fazendo com que seu dinheiro tenha maior rentabilidade.

Descentralização do governo

Como falado acima, a maior vantagem do Bitcoin é não ser emitido e regulado por nenhum órgão federal, como Banco Central ou Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por exemplo. Dessa forma, isso evita que, em uma crise financeira do país, o governo confisque seu dinheiro.

Comercialização

Essa moeda pode ser utilizada em qualquer país do mundo, não necessitando realizar a compra do dólar, por exemplo, em casos de viagens ou compras internacionais. O Bitcoin já está sendo aceito como forma de pagamento no comércio online e aos poucos as lojas físicas estão aderindo a essa moeda também.

Outra forma de troca do Bitcoin em dinheiro é por meio das casas de câmbio. Como ocorre com as moedas estrangeiras, eles trocam para a de seu interesse (real, dólar, euro).

Valorização nos próximos anos

Muitos especialistas apostam na valorização das criptomoedas nos próximos anos devido ao seu mercado, que vem crescendo muito nos últimos tempos. Como você pôde perceber, essa moeda veio realmente para ficar e muitos especialistas falam que ela é o futuro econômico!

Então, qual a melhor época para comprar Bitcoins? Como sempre acontece quando estamos falando de investimentos, a resposta para essa pergunta é: depende. Ela varia de acordo com o seu perfil de investidor e seus objetivos.

Se você quer investir no longo prazo, a melhor estratégia é comprar aos poucos e com regularidade. Dessa forma, você reduz o impacto da variação dos preços na sua carteira de investimentos, uma vez que, investindo sempre, você vai comprar Bitcoins um dia na alta, outro na baixa, formando um preço médio.

Agora, se o seu objetivo for de curto prazo, o ideal é contar com métodos que apontem os possíveis melhores pontos de entrada e saída e as tendências para a moeda. Uma das ferramentas mais usadas para isso é a análise gráfica ou técnica.

Este post ajudou você a entender o que é e como comprar Bitcoin no Brasil, o seu processo, como investir e suas vantagens e desvantagens. Vale ressaltar que o investimento deve ser feito com cautela, alinhado ao seu perfil de investidor, e sempre na melhor plataforma de trade de moedas. 

Não perca mais tempo, comece hoje mesmo a investir em Bitcoin e faça com que seu dinheiro trabalhe para você! Aproveite e siga também nossas páginas nas redes sociais. Estamos no Facebook, Instagram e Twitter!

O post Como comprar Bitcoin? Aprenda aqui! apareceu primeiro em Blog da BitcoinTrade.

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