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EUA apresentam novas acusações contra Huawei, por roubo de segredos comerciais

A Huawei Technologies e duas de suas subsidiárias nos Estados Unidos foram acusadas de extorsão e conspiração para roubar segredos comerciais, em uma nova acusação federal apresentada nesta quinta-feira. As acusações adicionais ocorrem em um caso criminal que a empresa já enfrenta em um tribunal federal no Brooklyn.

A acusação inicial era de fraude financeira e foi revelada em janeiro do ano passado. Promotores federais no Brooklyn dizem que as novas acusações são relacionadas a um esforço da Huawei e suas subsidiárias, tanto nos EUA como na China, de roubar propriedade intelectual, inclusive de seis companhias de tecnologia americanas.

Os promotores dizem que os esforços da Huawei foram bem-sucedidos e resultaram na obtenção de propriedade intelectual sobre robótica, tecnologia de antenas de celular e de códigos-fonte para roteadores de internet.

A acusação faz ainda novas alegações sobre o envolvimento da Huawei em países sujeito a sanções, como Irã e Coreia do Norte.

Um advogado que representa a companhia ainda não havia respondido a um pedido de declarações sobre o assunto.

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Escalada da cotação do dólar preocupa importadores

As valorizações do dólar preocupam importadores brasileiros. Mesmo após notícias otimistas sobre a crise do coronavírus, na China, na visão de economistas pesam nas altas da moeda a desaceleração da economia internacional e, no Brasil, os resultados recentes de queda no varejo e na balança comercial.

O economista Fabio Silveira, sócio-diretor da MacroSector Consultores, avalia que há uma maior atratividade pelo dólar. “Se o Fed (banco central dos Estados Unidos) não baixar os juros, o título público americano fica mais atrativo. O investidor está preocupado com o desfecho da guerra comercial com a China, ele busca refúgio em moedas seguras, como o dólar.”

Do ponto de vista interno, pesam nas altas do câmbio alguns fatores, como a saída de dólares do País, que somou US$ 44,8 bilhões em 2019, e o déficit da balança comercial em janeiro, de US$ 1,745 bilhões – pior resultado para o mês em cinco anos.

Além disso, o varejo interrompeu sete meses seguidos de alta e registrou queda de 0,1% em dezembro ante novembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Silveira ressalta que 70% das exportações do País são commodities. “Estamos vendo uma desaceleração global e, em particular, uma desaceleração ocorrendo na economia chinesa, sobretudo após o coronavírus.”

O economista-chefe da consultoria Necton, André Perfeito, afirma que a piora da situação global pode ser observada, inclusive, na queda dos preços da commodities, das quais o Brasil depende. Ele diz acreditar que o dólar deve continuar subindo ainda mais e chegar a R$ 4,60.

Preocupação. Paulo Castelo Branco, da Associação de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei), lembra que os importadores já sentem a escalada do dólar desde o ano passado. “Trabalhamos com a perspectiva de que o dólar suba mais.”

Na última semana, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o presidente da General Motors na América do Sul, Carlos Zarlenga, disse que a alta da moeda vai levar a montadora a um reajuste no preço dos carros. Ele lembra que 40% das peças de um veículo de passeio vêm de fora.

“A gente conseguiu segurar os preços só do que já tinha em estoque, mas isso deve durar um mês. Dos azeites importados, tivemos de reajustar em até 23%”, conta Chania Chagas, sócia da Empório do Azeite.

“Como 70% da produção nacional é do Rio Grande do Sul e o Estado teve uma seca recentemente, essa safra só deve durar três meses. Então, ou o consumidor fica sem comprar ou terá de arcar com, no mínimo, 20% de aumento do importado.”

No caso dos vinhos, o presidente da Associação Brasileira de Importadores e Exportadores de Bebidas e Alimentos (Abba), Adilson Júnior, diz que o setor já teve de repassar altas de até 12%, por conta do câmbio. “E a tabela já está defasada.”

Também dependente das importações, o setor farmacêutico acompanha as altas do dólar com preocupação. Como 95% da matéria-prima usada para a fabricação de medicamentos vêm de fora e os preços são fixados, as empresas já trabalham com a perspectiva de redução da margem de lucro ou de revisão de contratações.

“As empresas se programaram para operar com um dólar em, no máximo, R$ 4,10 neste ano. O setor está preocupado e se preparando para absorver os aumentos. Dificilmente alguma empresa vai deixar de fazer um investimento programado, mas pode deixar de contratar funcionários para uma ação promocional, por exemplo”, diz o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Comprar na Amazon usando Bitcoin?

Calma, não saiu nenhuma parceria recente com a gigante de varejo online. O truque para utilizar criptomoedas não é novo, trata-se dos Vale-Presentes, ou gift cards, comercializados por alguns intermediários. Diversas lojas nacionais e estrangeiras fornecem este tipo de meio de pagamento, incluindo NetShoes, Americanas, Netflix, Starbucks, entre outras.

Alguns meses atrás compilamos uma lista de comércios, inclusive no Brasil, que aceitam pagamentos diretamente em Bitcoin. Desta vez vamos mostrar como adquirir estes Vale-Presentes, em quais e-commerces e serviços são aceitos, além de estudar suas vantagens e desvantagens.

Afinal, por que alguém utilizaria criptomoedas como meio de pagamento? Esta é uma questão que vamos explorar a fundo, pois mesmo que você possua um cartão de crédito internacional, existem diferenças no câmbio e impostos.

A BitcoinTrade mais uma vez busca benefícios reais para nossos clientes, buscando opções de pagamento para que você possa economizar nas compras. Acompanhe conosco este estudo e compartilhe com os amigos!

Vale-Presentes, ou Gift Cards

Antes mesmo do nascimento do Bitcoin, estes Vale-Presentes já existiam. Vendidos nas próprias lojas, além de farmácias e supermercados, usualmente possuem valores pré-estabelecidos e são validados no ato do pagamento.

Mais recentemente tais Vale-Presentes começaram a ser comercializados de forma digital. O comprador recebe um código que deve ser utilizado dentro da loja ou aplicativo, ao invés de fornecer os dados do cartão de crédito, por exemplo.

Vantagens para o lojista

A grande vantagem é receber o dinheiro de forma antecipada. Muitos Vale-Presentes levam alguns dias ou semanas para serem utilizados, enquanto outros acabam com saldos esquecidos pelo consumidor.

Para empresas exclusivamente digitais como Uber e Google Play, é uma maneira de oferecer o serviço para clientes que não possuem cartão de crédito, ou que não sentem-se confortáveis em compartilhar tais informações na internet ou em apps. 

Vantagens para o consumidor

Pra inicio de conversa, nem todos possuem cartão de crédito. Alguns por opção, a fim de evitar o risco dos exorbitantes juros por atrasos, outros simplesmente não conseguem aprovação pelos bancos.

Existem pessoas que desejam adicionar créditos em lojas ou apps para outras pessoas: funcionários, amigos, familiares, etc. Ou seja, mesmo que a compra seja feita por cartão de crédito pela internet, o destinatário deste Vale-Presente não tem acesso à tais informações bancárias. 

Por que utilizar criptomoedas?

Conforme mencionamos anteriormente, para compras no exterior há incidência de 6,38% de IOF. Além disto, o Dólar é convertido utilizando a cotação “Turismo”, entre 3% e 4% acima do Dólar comercial.

Muitos destes sites de e-commerce e apps armazenam as informações do cartão de crédito do comprador. Isto cria um risco adicional caso esta base de dados seja hackeada. No caso das criptomoedas, o intermediário não tem acesso à chave privada do comprador em nenhum momento.

Onde comprar estes Vale-Presentes?

Vamos listar os três sites internacionais que aceitam clientes brasileiros, sem ordenação específica:

Possui diversas opções nos EUA, dentre os quais destacam-se: Amazon, Walmart, Ebay, Hotels.com, Whole Foods, CVS e Starbucks. O grande diferencial é oferecer parceiros locais também: Americanas.com, Centauro e Netshoes.

No momento que fizemos a cotação, o valor em Bitcoin e Litecoin para os parceiros locais estava mais de 25% acima da cotação na BitcoinTrade. Para os parceiros internacionais, a cotação estava cerca de 3% acima. Neste caso seria vantajoso considerando o IOF.

Meios de pagamento disponíveis: BTC, BTC via Lightning Network, DASH, DOGE, LTC, ETH.

Além de incluir as opções mais consagradas como Amazon, CVS, Apple App Store, Ebay e Walmart, conta com American Airlines, Cinemark, GAP, Outback, Red Lobster e Stub Hub. Outra vantagem do eGifter é possuir seu próprio programa de fidelidade.

Meios de pagamento disponíveis: cartão de crédito, Paypal, BTC, BCH, LTC, ETH, DASH e BSV. A sobretaxa no momento do cálculo era de aproximadamente 2% para a cotação internacional.

São poucas opções disponíveis para clientes brasileiros, dentre as quais destacam-se: Amazon, Americanas.com, MercadoPago, Netflix e Delta Airlines. Tem a desvantagem de exigir a instalação da wallet deles para Android ou Iphone.

No momento do cálculo, a sobretaxa para compras em dólar era de 2% para a cotação internacional. No caso das lojas no Brasil a cotação estava ligeiramente abaixo da praticada na BitcoinTrade.

Informações importantes

Antes de comprar um Vale-Presente, utilizando ou não criptomoedas como pagamento, leia atentamente as regras de utilização:

  • Alguns apps e lojas não permitem utilizar dois meios de pagamento na mesma compra, impossibilitando o cliente de complementar o valor do Vale-Presente;
  • Atente-se ao eventual prazo de validade dos créditos;
  • Alguns sites e apps só aceitam pagamentos em Dólar para clientes nos EUA, mesmo que via Vale-Presente.

Cartões pré-pagos de criptomoedas

Algumas empresas oferecem cartões pré-pagos que podem ser “carregados” com criptomoedas, no entanto deve-se atentar para:

  • Mensalidade ou taxa de manutenção;
  • Valor pago pelas criptomoedas na hora da conversão;
  • Taxas adicionais para saques em caixas eletrônicos – ATMs.

Cashback em Bitcoin

A BitcoinBack é uma extensão do navegador Google Chrome (e Brave Browser) que conta com mais de 400 lojas parceiras no Brasil, oferecendo cashback em Bitcoin. Ou seja, para cada compra realizada nestes sites, um percentual é retornado para você em Bitcoins.

Esta é uma inovação que a BitcoinTrade trouxe para você. Imagine ganhar até 4,5% de volta em compras na Americanas.com ou 8% na Centauro. O cadastro é independente da exchange, e é super simples e rápido. Adicione o plugin em seu navegador e comece a economizar hoje mesmo!

Conclusão

Dependendo do caso há grandes vantagens na utilização das criptomoedas para aquisição dos Vale-Presentes, especialmente em viagens ao exterior e compras em sites internacionais.

Cobrar do varejista a venda de produtos diretamente em criptomoedas é fundamental para estimular a adoção. Existem diversos intermediários, gateways de pagamento, capazes de receber os valores em criptomoedas e imediatamente converter para o lojista na moeda local.

Lembre-se que o cartão de crédito cobra uma alta taxa do lojista, que é embutida no preço, de forma a cobrir eventuais estornos e usos indevidos. Tais riscos não existem em criptomoedas pois todas as transações, após as confirmações necessárias, são irreversíveis. Recomendamos este outro artigo para entender as diferenças do Bitcoin para as moedas convencionais.


Sugestão: faça seu cadastro na BitcoinTrade hoje mesmo e comece a acumular Bitcoins aos poucos. Em sua próxima compra internacional, compare a cotação utilizando um Vale-Presente e tenha mais uma opção de pagamento.

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Banco do Brasil aprova remuneração de R$ 1,24 bilhão aos acionistas; saiba como aproveitar

SÃO PAULO – O Conselho Diretor do Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de R$ 1,242 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP) para seus acionistas. Isso corresponde a R$ 0,43577376318 por ação do banco. Os proventos serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório do segundo semestre de 2019.

Para ter direito ao benefício, o investidor deve ter ações do Banco do Brasil em carteira no fechamento do pregão do dia 21 de fevereiro, que é a chamada “data-com”. A partir da sessão seguinte, dia 24 de fevereiro, os papéis do BB serão negociados “ex-dividendos”, ou seja, sem direito ao recebimento dos proventos.

O pagamento dos JCP será realizado no dia 5 de março deste ano.

Vale lembrar que ao contrário dos dividendos os juros sobre o capital próprio sofrem a incidência de uma alíquota de 15% de Imposto de Renda descontados no ato do pagamento.

Como aproveitar

O primeiro passo é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Lembre-se que quanto menores os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade, portanto dê preferência para corretoras que não cobram taxa pela corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

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Ibovespa Futuro sobe com revisão nos números do coronavírus e dólar cai com nova atuação do BC

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em alta nesta sexta-feira (14) acompanhando o desempenho das bolsas internacionais após a Comissão Nacional de Saúde chinesa reduzir o número de mortos pelo coronavírus em 108 por “dupla contagem” na província de Hubei, epicentro da epidemia.

Já por aqui, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,27% em dezembro na comparação mensal. No ano, a economia brasileira cresceu 0,89% em 2019. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes).

A estimativa mediana em pesquisa Bloomberg era de queda de 0,30% na comparação mensal, depois de avançar 0,18% na medição anterior. A alta de 0,18% na medição anterior foi revisada para -0,11%. No comparativo anual, índice de atividade do BC subiu 1,28%, ante estimativa de +1,3% e dado anterior revisado de +1,10% para +0,76%

Às 09h14 (horário de Brasília), o índice futuro para abril registrava ganhos de 0,4%, a 116.610 pontos, enquanto o dólar futuro com vencimento em março tem queda de 0,57%, para R$ 4,328.

Hoje, o BC oferta 20.000 contratos de swap cambial (o equivalente à venda de dólares no mercado futuro) em leilão das 09h30 às 09h40. Ontem, o BC atuou com swaps pela 1ª vez no ano, após o dólar bater novo recorde e superar R$ 4,38 com retomada da tensão com coronavírus e após ministro Guedes dizer que câmbio alto é bom para a economia.

Já os contratos de juros futuros registram baixa. O contrato com vencimento em janeiro de 2022 registra perdas de dois pontos-base, a 4,80%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 recua três pontos-base, a 5,37%, seguido pela queda de dois pontos-base do vencimento em janeiro de 2025, a 6,06%.

Apesar da revisão nos dados do contágio sobre o coronavírus, o número de atingidos pelo surto superou 65 mil pessoas, com mais de 1.300 mortes.

Noticiário corporativo 

A construtora e incorporadora JHSF (JHSF3) publicou balanço na noite de ontem e reportou um crescimento de 197% no lucro líquido do quarto trimestre de 2019, para R$ 211 milhões. No fechamento de 2019, a JHSF informou que o lucro líquido foi de 326,7 milhões, um crescimento de 508,5% sobre 2018.

A Grendene (GRND3) também publicou balanço na noite de ontem. A fabricante de calçados informou um lucro líquido de R$ 215,2 milhões no quarto trimestre de 2019, uma queda de 14,4% sobre igual período do ano anterior.

Já o presidente da Petrobras (PETR3; PETR4), afirmou que nenhum barril de petróleo deixou de ser produzido por conta da greve, após a ANP alertar para risco de abastecimento.

(Com Agência Estado, Agência Brasil e Bloomberg)

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Mitologia Grega ajudando nos investimentos

Texto originalmente publicado no Rico Matinal do dia 17 de julho de 2019.

Pensamento Rico: O Pacto de Ulisses

Pela ausência de “grandes notícias” no curto prazo (lá fora, viveremos à espera de novidades da negociação comercial entre EUA e China; por aqui, o último dia útil do congresso no mês jogará a definição da previdência para agosto), eu e o Matheus aproveitaremos esse espaço para reflexões do que está acontecendo no mercado e como isso guiou nossas recomendação de investimentos ao longo do ano (e segue impactando).

Aos novos leitores do Rico Matinal, serão ótimas oportunidades para entender melhor nosso “modus operandi mental”. Aos leitores fiéis que nos acompanham desde o começo do ano, será um bom momento para relembrar nossos princípios.

Os leitores e leitoras assíduos do nosso Rico Matinal devem se lembrar da importância de separarmos “sinais” dos “ruídos”. Explicando rapidamente, os sinais estão ligados a eventos que têm potencial de mudar o mundo a nosso redor, mas que por isso demoram mais para acontecer (e não estarão na capa dos jornais todos os dias nos lembrando que isso um dia se tornará verdade), enquanto os ruídos são todas aquelas notícias/eventos/rumores que, embora não tenham esse poder transformador, conseguem fazer muito barulho no curto prazo e confundir os investidores mais frágeis, fazendo-os “esquecer” dos sinais ou simplesmente perder a esperança neles.

Trazendo essa definição para nossa vida prática de investidor de ações: por mais que a gente acredite na necessidade quase que vital de aprovar a Reforma da Previdência e no poder transformador que ela pode trazer para as contas públicas do Brasil e o que isso pode destravar em nossa economia (sinal), tivemos uma série intermináveis de ruídos que fizeram muitos investidores perderem a fé na aprovação da reforma: falta de traquejo político do novo governo, tweets da família Bolsonaro (“o que é Golden shower?”), Bebianno, Guedes “tchutchuca”, Intercept, Brigas com Maia, com Mourão, com Moro…. Em meio a tudo isso, o Ibovespa subiu 18% em 2019 e 35,5% nos últimos 12 meses. Nossa Carteira Recomendada da Rico tem acumulado ganhos em linha com o Ibovespa no ano (+17,7%), mas está bem a frente nos últimos 12 meses (+47,8%).

[Aliás, você sabia que os assinantes da Carteira Rico Premium podem tirar dúvidas conosco 24 horas por dia x 7 dias por semana? Clique aqui e veja as vantagens de assinar nosso relatório.]

Pra não achar que estamos “criando regra” (o verbo não é bem “criar”, mas pouparemos leitores mais sensíveis), existe uma história na mitologia Grega que ajuda a explicar esse comportamento humano: o Pacto de Ulisses. Pra não deixar o texto mais longo do que já está, deixarei aqui um link do texto de um professor da FGV associando o pacto de Ulisses com a PEC do Teto dos Gastos. Em resumo: aqueles que ouvissem o canto da sereia ficavam tão admirados que se jogavam ao mar mesmo sabendo do destino trágico que isso causaria. Então Ulisses tapou os ouvidos de sua tripulação, amarrou-se no mastro do navio e pediu para que os tripulantes não o desamarrassem de jeito nenhum quando passassem pelas sereias, não importa o que ele dissesse.

Trazendo Ulisses à Bovespa: Se na mitologia o canto da sereia era algo tão belo que faziam os homens se jogarem ao mar, na nossa realidade esse canto é estridente e vem via “ruídos” que, de tão desagradáveis, levavam investidores a saírem do mercado nos momentos de pânico, mesmo que eles no fundo soubessem que no longo prazo as coisas tendem a ser muito melhores, seja pelo ciclo natural de recuperação da economia, pelo avanço inevitável da agenda de reformas, pela queda estrutural da taxa de juros ou, pelo meu motivo preferido, a soma de todas as alternativas anteriores.

Quem não seguiu o canto da sereia e se apegou aos sinais tem ganhado muito dinheiro na Bolsa. Na nossa opinião, é possível ganhar ainda mais, desde que se tenha foco no longo prazo e mentalidade para rebalancear a carteira – reduzindo exposição em ações nos momentos de euforia e aumentando nos momentos de queda.

[Atualizando a rentabilidade da Carteira Rico Premium no fechamento de 2019: 37,80% contra 31,58% do Ibovespa]

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FGV premia XP como melhor plataforma digital do varejo

SÃO PAULO – O prêmio Melhor Banco para Investir 2019 (MBI), promovido pelo Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), em parceria com a Factual Consult e a Revista IstoÉ Dinheiro, elegeu a XP Investimentos como melhor Plataforma Digital de Varejo pelo segundo ano consecutivo. Os prêmio geral do ranking, que premia, além de plataformas, bancos, ficou com o Itaú Unibanco.

O levantamento avalia desempenho dos produtos oferecidos e qualidade dos serviços prestados pelas maiores instituições financeiras do Brasil. A plataforma da XP conquistou nota máxima em dois quesitos: “diversidade de fundos”, “desempenho dos fundos” e “taxa administrativa”.

Dentre os critérios avaliados pela instituição estão taxas de administração dos fundos, média de investimentos iniciais, número de reclamações das instituições segundo o Banco Central e custos de pacotes. Já a qualidade do atendimento é mensurada por meio de avaliações dos clientes. Desempenho e diversidade correspondem a 40% da nota final.

Para Gustavo Pires, diretor de fundos de investimentos da XP, vencer o prêmio corrobora uma estratégia que a empresa tem desde o início das operações, que é a criação de um marketplace com os melhores produtos do mercado para todos os perfis de investidores, do mais conservador ao mais agressivo.

Com mais de 500 fundos divididos entre cerca de 130 gestores, a plataforma da XP não tem intenção de trazer todos os produtos do mercado. “Não queremos uma quantidade enorme de fundos só por ter. A XP não persegue um ranking de plataforma que tem mais fundos”, diz Pires.

Um processo de seleção minucioso, que leva em conta os processos, os produtos, a performance e a partnership (pessoas que formam o fundo), vem trazendo resultados satisfatórios neste aspecto. “Na última década, vários fundos passaram por eventos bastante negativos – alguns deles chegaram a quebrar. Nenhum desses eventos de larga magnitude ocorreu com a XP”, comemora o executivo.

Resgate Express

Visando a longevidade do cliente, a XP lançará para sua base de mais de um milhão de pessoas uma ferramenta de crédito chamada Resgate Express, por meio da qual os cotistas de fundos podem antecipar resgates de parte dos seus saldos pagando juros muito próximos ao CDI: condições que nenhuma outra empresa oferece no mercado.

Para Pires, esse diferencial permite ao cliente montar um portfólio de acordo com suas necessidades e, consequentemente, melhora o relacionamento com a empresa. “Estamos ultrapassando novas fronteiras”, diz.

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CEO da Petrobras diz que produção não foi afetada pela greve; Usiminas lucra R$ 377 mi em 2019 e mais balanços são destaque

SÃO PAULO – O destaque no radar corporativo desta sexta-feira (14) fica para a temporada de resultados, com destaque para o resultado de Usiminas, que lucrou R$ 377 milhões em 2019. Já o CEO da Petrobras falou sobre a greve dos petroleiros, afirmando que ela não afetou a produção. Confira os destaques:

Petrobras (PETR3;PETR4)

Em entrevista ao Estadão, Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras, afirmou que nenhum barril de petróleo deixou de ser produzido nem refinado por conta da greve de petroleiros que acontece desde o dia 1º.

“Estamos contratando funcionários diretamente e de empresas que prestam serviços para operarem algumas plataformas”, destacou.

A Petrobras havia informado na semana passada que está providenciando a contratação imediata de pessoas e serviços, de forma emergencial, para garantir a continuidade operacional em suas unidades durante a greve.

Usiminas (USIM5)

A Usiminas registrou um lucro líquido de R$ 268 milhões no quarto trimestre de 2019, uma queda de 33% frente aos R$ 401 milhões registrados no mesmo período do ano passado, mas revertendo o prejuízo de R$ 139 milhões do terceiro trimestre deste ano. No ano, o lucro líquido da siderúrgica foi de R$ 377 milhões, uma baixa de 55% frente aos R$ 829 milhões de 2018.

A receita líquida do quarto trimestre de 2019 alcançou R$ 3,9 bilhões. Em 2019, a receita líquida totalizou R$14,9 bilhões, uma elevação de 8,8% em relação ao ano de 2018 (R$ 13,7 bilhões), em função principalmente de maiores volumes e preços de venda na Unidade de Mineração e maiores preços praticados na Unidade de Siderurgia.

A receita líquida da siderúrgica foi de R$ 3,9 bilhões no quarto trimestre e avançou 13% sobre igual trimestre do ano anterior. Já o Ebitda no quarto trimestre de 2019 foi de R$ 468 milhões, uma queda de 44% sobre igual trimestre do ano anterior. O Ebitda para 2019 fechado ficou em R$ 1,9 bilhão, queda de 27% sobre 2018. A Usiminas também informou que encerrou 2019 com um saldo de R$ 1,9 bilhão no caixa, uma expansão de 13% sobre o caixa do final de dezembro de 2018.

O lucro líquido recorrente da empresa, no fechamento de 2019 inteiro, foi de R$ 377 milhões, uma queda de 55% em comparação a 2018. A receita líquida da siderúrgica fechou 2019 em R$ 14,9 bilhões, um crescimento de 8,8% sobre 2018.

A Usiminas avalia que a situação do mercado do aço melhorou no final de 2019, com a reativação das vendas “e de melhores preços praticados na siderurgia”. A companhia informou que conseguiu reduzir sua dívida líquida em 23% no ano passado, de R$ 4,1 bilhões em 2018 para R$ 3,1 bilhões em dezembro de 2019. “O indicador dívida líquida sobre o EBITA encerrou o ano em 1,6 vez (1,6x)” informou a Usiminas.

BMG (BMGB4)

O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 163 milhões no quarto trimestre de 2019, um valor quatro vezes maior que os R$ 40 milhões apurados no mesmo período de 2018. No ano, a instituição financeira acumulou ganhos de R$ 367 milhões, mais que o dobro dos R$ 171 milhões de 2018.

No critério recorrente, o lucro do BMG somou R$ 74 milhões entre outubro e dezembro, crescimento de 21,3% na comparação anual. Em todo o ano de 2019, o lucro recorrente ficou em R$ 344 milhões, alta de 33,3% em relação a 2018. Neste critério, o banco excluiu os efeitos da amortização de ágio e outros não recorrentes.

A rentabilidade sobre patrimônio líquido (ROAE) subiu de 6% para 20,7% em um ano, no quarto trimestre de 2019. No critério recorrente, o indicador caiu de 10,4% para 9,6% na mesma comparação. No ano, o ROAE chegou a 12,5% recorrente, ante 10,8% de 2018. O patrimônio líquido do BMG fechou o ano em R$ 4,028 bilhões, alta de 52,5% em um ano.

A carteira de crédito do BMG ao final do ano chegou a R$ 11,455 bilhões, crescimento de 20,4% em 12 meses e de 5,9% em três meses. Deste total, quase 70%, ou R$ 7,993 bilhões, correspondem a cartão consignado. O índice de Basileia do BMG disparou após a abertura de capital, passando de 13,8% ao final de setembro para 22,5% em dezembro. O indicador mostra que o banco está bem capitalizado para conceder novos empréstimos, já que o mínimo exigido pelo Banco Central é 11%.

Rumo (RAIL3

A Rumo Logística, empresa que controla a maior malha ferroviária de carga do Brasil, informou que obteve um lucro líquido recorrente de R$ 203 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 48% sobre igual período de 2018. No ano inteiro de 2019, o lucro líquido da Rumo cresceu mais de 100% para R$ 786 milhões – em 2018, a empresa lucrou R$ 273 milhões.

O Ebitda ajustado da Rumo foi de R$ 897 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 4,1% sobre igual período de 2018. No fechamento de 2019, o Ebitda da companhia cresceu 9,4% para R$ 3,8 bilhões. A receita líquida da Rumo cresceu 1% no quarto trimestre de 2019, para R$ 1,66 bilhão. No ano de 2019, houve expansão de 7,6% na receita líquida recorrente, para R$ 7,08 bilhões. Todos os dados financeiros são recorrentes e não incluem a incorporação dos dados da chamada “Malha Central”, ou Ferrovia Norte-Sul, que a Rumo comprou em leilão em julho do ano passado. A Rumo, que controla a Malha Paulista, afirma que no ano passado aumentou em 6,6% o transporte de grãos para o Porto de Santos (SP), para 22,3 milhões de toneladas.

JHSF (JHSF3)

A construtora, incorporadora e administradora de shopping centers JHSF informou na noite de ontem que teve um lucro líquido de R$ 211 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 197% sobre igual período do ano anterior. Embora grande parte da receita recorrente da empresa esteja na incorporação e no varejo, a JHSF tem aumentado os investimentos em empreendimentos residenciais de alto padrão, como a Fazenda Boa Vista.

No final do ano passado, a empresa lançou o Boa Vista Village, uma extensão da Fazenda Boa Vista. No ano de 2019, o lucro líquido recorrente da JHSF teve uma expansão ainda mais forte, de 508,5% para R$ 326,7 milhões. A receita líquida da empresa cresceu 39,6% para R$ 636,8 milhões no ano passado. O EBITDA cresceu 60,3% para R$ 226,9 milhões.

BTG Pactual (BPAC11

O Banco BTG Pactual informou que obteve um lucro líquido recorrente de R$ 1,01 bilhão no quarto trimestre de 2019. O resultado ficou ligeiramente abaixo do terceiro trimestre de 2019, quando o banco lucrou R$ 1,07 bilhão, mas cresceu em relação ao quarto trimestre de 2018, quando o lucro líquido foi de R$ 711 milhões.

A receita líquida do BTG Pactual avançou para R$ 2,4 bilhões no quarto trimestre de 2019. Houve expansão tanto em comparação ao terceiro trimestre do ano passado, quando foi de R$ 2,18 bilhões, como ao quarto trimestre de 2018, quando foi de R$ 1,5 bilhão. O banco atribuiu a melhora dos resultados do quarto trimestre do ano passado ao crescimento da área de investment banking, que segundo as informações do balanço cresceram 256% sobre igual período de 2018. O setor saltou de uma receita de R$ 86 milhões, no quarto trimestre de 2018, para uma de R$ 306 milhões no último trimestre de 2019. No total de 2019, a receita líquida do BTG Pactual foi de R$ 8,3 bilhões, uma expansão de 56% sobre 2018.

Grendene (GRND3

A Grendene, fabricante de calçados, publicou ontem à noite balanço e informou uma queda de 14,4% no seu lucro líquido recorrente, para R$ 215,2 milhões no quarto trimestre de 2019. A comparação é a igual período de 2018. Em 2019, o lucro líquido da empresa foi de R$ 483,8 milhões, um recuo de 17,4% sobre 2018. Segundo a Grendene, houve queda no volume de vendas tanto no Brasil como no exterior, embora a empresa tenha sido mais afetada pela recessão na Argentina, seu principal mercado externo. No Brasil, a Grendene vendeu no ano passado 120 milhões de pares, 9,4% menos que em 2018. Já no exterior a queda foi maior, de 23,8% para 30,9 milhões de pares.

A receita líquida da Grendene foi de 665,7 milhões no quarto trimestre de 2019, em queda de 10,3% sobre igual período de 2018. Em 2019, a receita líquida foi de R$ 2,07 bilhões, um recuo de 11,25 sobre o ano anterior. O EBITDA recorrente caiu 21% para R$ 413 milhões em 2019. Mesmo com os resultados adversos, a Grendene está capitalizada, com um caixa superior a R$ 2 bilhões no final do ano passado.

Cemig (CMIG4

A estatal elétrica mineira Cemig comunicou ontem à noite ao mercado que conseguiu receber créditos do ICMS da base de cálculo do PIS e do PASEP, após uma vitória no judiciário federal. Segundo a empresa, foi para o seu caixa uma soma total de R$ 1,38 bilhão, mas em duas quantias separadas, uma de R$ 1,18 bilhão e outra de R$ 196 milhões. A estatal mineira informou que as quantias foram levantadas por duas subsidiárias suas, a Cemig Distribuição e a Cemig Geração e Transmissão. Segundo a empresa, a soma será registrada no balanço de 2019.

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Taxar dividendos sem compensação pode trazer situação ‘insustentável’ a alguns PJs, aponta especialista

SÃO PAULO – A tributação de dividendos distribuídos a acionistas de empresas voltou à pauta do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Maia deixou claro, durante evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro na última segunda-feira (10), que tem se reunido com outros deputados e senadores para discutir o tema em um modelo que inclua uma compensação às pessoas jurídicas para que não haja aumento de tributação nessa operação.

“Quando você tributa a pessoa jurídica e não tributa dividendos, se a pessoa for reinvestir acaba tributando novamente. Ele acaba passando para pessoa física e vai criando fundos. O sistema beneficia hoje esse movimento”, afirmou o presidente da Câmara, que não deixou claro como pretende e quanto irá reduzir a alíquota para PJ.

Para Fagner Souza, líder da área de tax da consutoria Mazars, não tem como a tributação de dividendos escapar das discussões atuais envolvendo a reforma tributária. Segundo o consultor, o Brasil é um dos únicos países do mundo que ainda não fazem esse tipo de taxação e, tributando o lucro, retira-se o ônus da empresa e permite-se ao empresário reinvestir a maior parte dos recursos.

“A causa de Rodrigo Maia é até nobre, pois permite que o lucro possa ser mais facilmente reinvestido. No Brasil, em que se tributa em 34% as pessoas jurídicas, movimentos apontam que essa carga deva descer para 25% e, eventualmente, se inclua uma alíquota sobre os dividendos, que é a única forma de não aumentar a carga tributaria”, explica.

O modelo atual, definido durante o governo Fernando Henrique Cardoso, evita a incidência de mais de um imposto durante o processo. O sistema tributa o lucro obtido por uma empresa e isenta quando essa empresa distribui o lucro em forma de dividendos aos seus acionistas e sócios, que declaram os valores recebidos como pessoa física, mas não pagam Imposto de Renda sobre eles. A tributação da PJ é de 34% e de até 27,5% para a pessoa física.

Já Gustavo Brigagão, presidente da Associação Brasileira de Direito Financeiro (ABDF) e sócio do escritório Brigagão, Duque Estrada Advogados, acredita que tributar essa circulação em dois momentos traz complexidade ao sistema, além de criar um cenário que dificulta ao investidor diversificar sua carteira.

“Você retira das mãos do investidor a possibilidade de decidir investir em outras empresas, porque as empresas vão começar a segurar esses valores para evitar essa segunda tributação. Quando tem isenção existe a circulação de riqueza”, explica Brigagão.

O advogado ainda acredita que a isenção ajudou na formalização da economia, porque incentivou a criação de pessoas jurídicas e, como desdobramento, houve a diminuição da informalidade e criação de novos postos de trabalhos. Em um cenário de tributação de dividendos, Brigagão crê que as pessoas não vão passar a pagar o tributo, mas sim encerrar suas pessoas jurídicas.

Mesmo com a nova proposta de Maia em criar uma compensação às pessoas jurídicas, o especialista salienta que a conta deve ser muito bem executada, porque a discussão da medida vem acompanhada do projeto de reforma tributária que pode gerar um aumento de 700% em tributos na categoria de serviços.

“Para alguns contribuintes médios que trabalham como PJ, a exemplo de arquitetos, contadores, médicos, se houver aumento efetivo de carga tributária a sobrevivência deles será insustentável. É preciso haver uma compensação de forma que o valor que a União recebe nos seus cofres públicos de pagamento de IR ou contribuição social por lucros não seja superior ao que ela recebe hoje em dia”, pontua.

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Tesouro Direto: confira as taxas dos títulos públicos nesta quinta-feira

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam queda na tarde desta quinta-feira (13).

Um dia após anunciar sinais de desaceleração na propagação do coronavírus, o governo chinês informou pela manhã que os laboratórios mudaram o método de exames de diagnose e que o número de infectados voltou a subir, registrando 15.152 novos casos nas últimas 24 horas, com 254 mortes (o dobro em relação ao dia anterior), todos na província de Hubei. Agora, o total de infectados é 59.804, com 1.367 mortos na China.

No Brasil, o dólar subiu nos últimos quatro dias, encerrando o último pregão na maior cotação nominal desde o Plano Real, a R$ 4,35. Hoje, contudo, a moeda americana abriu em alta, mas inverteu o rumo, após leilão realizado pelo Banco Central.

Declarações dadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda repercutem sobre o mercado, em meio à sua defesa de que um dólar fortalecido é positivo para o país. “É melhor termos juros a 4% e câmbio a R$ 4,00, do que câmbio a R$ 1,80 e juros de 14%, nas alturas”, afirmou. “O câmbio não está nervoso, mudou para R$ 4,00. O modelo não é juro na lua e câmbio baixo, desindustrializando o Brasil”, acrescentou.

Em entrevista à GloboNews, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse também na quarta-feira que o câmbio não tem piorado as expectativas de inflação.

Entre os indicadores domésticos, após resultados decepcionantes da produção e do varejo em dezembro, o setor de serviços registrou queda de 0,4% no último mês de 2019 ante novembro. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde queda de 1,1% a avanço de 0,3%, com mediana negativa de 0,5%.

Na base anual, houve um crescimento de 1,6%, acima da mediana das expectativas, que apontava para avanço de 1,5%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo uma sequência de quatro anos sem crescimento.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava 2,56% ao ano, ante 2,58% ao ano na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 56,05 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 2.802,87.

Os papéis com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,26%, ante 3,28% a.a. anteriormente.

Entre os papéis prefixados, o com vencimento em 2026 pagava 6,27% ao ano, ante 6,28% a.a. pela manhã, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado com juros semestrais 2031 cedia de 6,64% para 6,61% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Como investir com a Selic a 4,25% ao ano?

Com a queda dos juros, produtos com retornos pós-fixados, indexados ao CDI, estão rendendo cada vez menos, e o mesmo acontece com a rentabilidade da caderneta de poupança, que é atrelada à taxa Selic.

Nos últimos 12 meses até janeiro, a caderneta rendeu 4,14%. Agora, com a Selic em 4,25% ao ano, o retorno anual da poupança passa a ser de 2,98% e continua, portanto, perdendo para demais aplicações conservadoras e até para a inflação, caso a estimativa de alta de 3,40% para o IPCA neste ano se confirme.

Além de os juros baixos dificultarem a escolha de investimentos mais conservadores, a perspectiva de que eles voltem a subir colocam novo desafio para o aplicador brasileiro.

O InfoMoney conversou com especialistas do mercado financeiro para entender como o investidor deve se posicionar neste cenário. O consenso foi de que as aplicações deverão buscar horizontes mais longos e que, independentemente do perfil de risco do investidor, alguma parcela do portfólio deve estar alocada em ativos mais arriscados, de forma a garantir melhores rentabilidades. A matéria completa você confere aqui.

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