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Guedes: Melhor juro a 4% e câmbio a R$ 4, do que câmbio a R$ 1,80 e juros de 14%

Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou nesta quarta-feira, 12, que uma taxa de câmbio mais alta é “boa para todo mundo” e incentivou os brasileiros a viajarem de férias mais dentro do País. “Vai para a Amazônia, para Foz do Iguaçu”, afirmou.

Guedes mais uma vez citou a mudança de mix entre câmbio e juros no País. “É melhor termos juros a 4% e câmbio a R$ 4,00, do que câmbio a R$ 1,80 e juros de 14%, nas alturas”, repetiu. “O câmbio não está nervoso, mudou para R$ 4,00. O modelo não é juro na lua e câmbio baixo, desindustrializando o Brasil”, acrescentou.

Segundo o ministro, depois de devolver R$ 126 bilhões no ano passado ao Tesouro, o BNDES vai devolver bastante dinheiro à União também neste ano. Guedes não citou quanto o banco de fomento pagará antecipadamente ao Tesouro em 2020.

Queda dos gastos com dívida

O ministro destacou a queda dos gastos com a dívida pública. Ao comentar que no primeiro ano do governo Bolsonaro a equipe trabalhou para atacar o “principal fonte” de despesa, que é a Previdência. Guedes lembrou que a segunda grande fonte de despesas são os “rentistas”. “São R$ 400 bilhões em juros da dívida, inaceitável”.

Como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, cálculos do Ministério da Economia indicam que a redução da Selic gerou, apenas no ano passado, uma economia de R$ 68,9 bilhões no serviço da dívida. O montante é superior a todo o investimento feito pelo governo federal em 2019, de R$ 56,6 bilhões. Em quatro anos, até 2022, sem mudanças nas condições, essa economia seria de R$ 417,6 bilhões, sendo R$ 120 bilhões só neste ano.

“Gastamos R$ 70 bi a menos em juros em 2019, economia será de R$ 120 bi em 2020”, disse Guedes, que participa de evento promovido pelo Grupo Voto.

O ministro da Economia ainda afirmou que os gastos com a dívida eram ignorados pelos governos anteriores, o que deixou a iniciativa privada “apanhando”, enquanto o setor financeiro celebrava. “Coloca juros na lua e todo mundo te respeita na Faria Lima. Governos passados compraram respeito da Faria Lima com juros nas alturas”, disse. “Sei porque estava do outro lado da cerca. Era muito bom. Setor privado apanhando e o setor financeiro sempre celebrando. ministro da Fazenda, Banco Central. Ministro feliz que vai em todos os jantares com banqueiros. Com apenas R$ 10 bilhões no Bolsa Família, PT ganhou 4 eleições seguidas”, disse.

Segundo o ministro, depois de devolver R$ 126 bilhões no ano passado ao Tesouro, o BNDES vai devolver bastante dinheiro à União também neste ano. Guedes não citou quanto o banco de fomento pagará antecipadamente ao Tesouro em 2020.

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Dividendo de quase R$ 1 por ação do Itaú, lucro da Suzano e mais destaques do pós-fechamento

SÃO PAULO – O mercado fechou, mas as notícias continuaram circulando na noite desta quarta-feira (12). Em destaque, o Itaú Unibanco (ITUB4) aprovou a distribuição de dividendos de quase R$ 1 por ação a seus acionistas, a Suzano (SUZB3) apresentou um lucro de R$ 1,175 bilhão e a Guararapes (GUAR3) fechou um acordo com uma loja dos Estados Unidos para comercializar produtos de vestuário infantil.

Confira o que saiu de mais importante no after-market desta quarta

Itaú Unibanco (ITUB4)

O Conselho de Administração do Itaú Unibanco (ITUB4) aprovou o pagamento em 6 de março de dividendos no total de R$ 0,4832 por ação.

O banco também pagará R$ 0,5235 por ação em juros sobre o capital próprio (JCP), que com a retenção de 15% de Imposto de Renda significam R$ 0,444975 por papel.

Por fim, o conselho do Itaú ainda decidiu que os R$ 0,037560 por ação em JCP aprovados em 28 de novembro do ano passado também serão pagos em 6 de março.

Ou seja, ao todo, os acionistas do banco receberão R$ 0,960101 por ação nessa data. Com 5,126 bilhões de ações em circulação, isso corresponde a uma distribuição total de R$ 4,921 bilhões.

A data “com” dos proventos é o dia 20 de fevereiro, de modo que só terá direito a receber os dividendos e JCP quem tiver ações do Itaú em carteira no fechamento do pregão do dia 20. A partir do dia 21 os papéis do banco serão negociados “ex-proventos”, ou seja, sem o direito ao benefício.

Suzano (SUZB3)

A maior fabricante de papel e celulose do Brasil teve um lucro líquido de R$ 1,175 bilhão no quarto trimestre de 2019, queda de 61% sobre o resultado do mesmo período do ano anterior. A expectativa dos analistas compilada no consenso Bloomberg era de um lucro de R$ 1,079 bilhão. No ano, a empresa teve prejuízo de R$ 2,815 bilhões, ante R$ 2,736 bilhões previstos.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) da companhia foi de R$ 2,465 bilhões nos últimos três meses do ano passado, número 31% menor que o do ano anterior. A expectativa dos analistas era de um Ebitda de R$ 2,511 bilhões.

Por fim, a receita líquida atingiu R$ 7,049 bilhões no último trimestre do ano passado, uma queda de 3% ante os três últimos meses de 2018, mas acima das projeções de R$ 6,498 bilhões de faturamento anual.

Guararapes (GUAR3)

A Guararapes (GUAR3), controladora da Riachuelo, fechou um contrato para vender as roupas da marca Carter’s no Brasil pelos próximos dez anos. A Carter’s é uma empresa americana que se especializou na comercialização de roupas infantis.

Totvs (TOTS3)

Fornecedora de soluções de informática para empresas, a Totvs (TOTS3) teve um lucro líquido ajustado de R$ 71,3 milhões no quarto trimestre de 2019 (alta de 107,8% contra o mesmo período de 2018) e de R$ 252,1 milhões em 2019, um crescimento de 83,9% sobre 2018.

O Ebitda da companhia foi de R$ 118,3 milhões no quarto tri e de R$ 469,7 milhões no ano, altas de 51,5% e de 35,4% respectivamente na base anual.

A receita líquida foi de R$ 579,3 milhões nos últimos três meses de 2019, um crescimento de 7,5% sobre o quarto trimestre de 2018.

A Totvs ainda propôs o desdobramento de suas ações de três para uma. A Assembleia Geral Extraordinária para decidir sobre a mudança está marcada para o dia 27 de abril.

Duratex (DTEX3)

Fabricante de painéis, louças e metais sanitários, a Duratex (DTEX3) teve um lucro recorrente no quarto trimestre de R$ 157,8 milhões, Ebitda ajustado de R$ 278,3 milhões (contra projeções de R$ 279,5 milhões) e receita líquida de R$ 1,49 bilhão. A expectativa dos analistas era que a empresa tivesse uma receita de R$ 1,39 bilhão no período.

Em todo o ano de 2019, a receita da Duratex foi de R$ 5,01 bilhões e o lucro de R$ 405,6 milhões.

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Ibovespa sobe e se aproxima dos 117 mil pontos com sinais de desaceleração do coronavírus; dólar tem nova máxima

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SÃO PAULO – O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira (12) e voltou a se aproximar dos 117 mil pontos com a desaceleração na velocidade de contágio do coronavírus. A província de Hubei informou menor nível de casos este mês.

O benchmark da bolsa brasileira registrou ganhos de 1,13%, a 116.674 pontos com volume financeiro negociado de R$ 51,728 bilhões impulsionado pelo vencimento de opções sobre o índice.

Outro fator que moveu os mercados hoje foi o crescimento abaixo do esperado das vendas no varejo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas recuaram 0,1%, contra uma expectativa de avanço de 0,2% na comparação mensal, segundo estimativa mediana em pesquisa Bloomberg. Na comparação anual, o varejo subiu 2,6%, ante uma projeção de 3,3%.

Segundo a equipe de análise da XP Investimentos, o dado confirma que a atividade econômica perdeu um pouco de ímpeto no quarto trimestre de 2019, o que aumentaria a probabilidade de mais um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic em maio.

Haveria, na opinião dos analistas, até uma possibilidade de corte de juros em março caso os dados econômicos continuem surpreendendo negativamente. “Essa ainda é uma probabilidade baixa, uma vez que a mudança de rumo traz um elevado custo de credibilidade de comunicação do BC, que já afirmou que o ciclo de corte de juros foi interrompido”, ressalva a XP em relatório.

O dólar comercial avançou 0,56%, cotado a R$ 4,3488 na compra e R$ 4,3506 na venda, renovando máxima histórica. O dólar futuro para março sobe 0,5% a R$ 4,356.

Já os contratos de juros futuros registraram baixa, com o contrato com vencimento em janeiro de 2022 em queda de oito pontos-base, a 4,78%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 recuou seis pontos-base, a 5,36%, seguido pela baixa de cinco pontos-base do vencimento em janeiro de 2025, a 6,03%.

Vale lembrar que hoje às 23h o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, dá entrevista para a Globo News.

Coronavírus

Dados oficiais mostram que 2.015 novos casos de coronavírus foram relatados na China nas últimas 24 horas, número que diminuiu pelo segundo dia seguido. Com isso, o total de infecções alcançou 44.653. Já o número de vítimas fatais aumentou para 1.113.

Em entrevista à Reuters, o epidemiologista chinês Zhong Nanshan, responsável por combater o vírus da Sars em 2003, previu que o surto do novo coronavírus deverá atingir seu pico entre a metade e o final deste mês e terminar em abril.

Prévia democrata nos EUA

Nas primárias norte-americanas para a eleição presidencial, Bernie Sanders venceu em New Hampshire e se tornou o líder indiscutível da ala esquerda do partido democrata, com Amy Klobuchar surpreendendo em 3º lugar e tornando ainda mais embolado o campo dos centristas.

New Hampshire foi o segundo a realizar prévias do partido, logo após a confusão do caucus em Iowa, que teve inclusive um pedido de revisão parcial feito pelas campanhas dos dois primeiros colocados, Pete Buttigieg e Sanders.

Política nacional

Ante a decisão quase certa do governo Jair Bolsonaro de travar o envio da proposta de PEC da reforma administrativa, a avaliação da equipe econômica é de que ela fez a sua parte, conforme ressalta o Estadão.

Diante do recuo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e seus assessores mais próximos, reforçam a interlocutores o discurso de que a proposta de reforma está pronta desde o fim do ano passado e que foi entregue ao presidente Jair Bolsonaro.

Para a equipe de Guedes, a proposta é necessária, mas o “timing” e a estratégia para o envio, agora, estão nas mãos do presidente.

Enquanto isso, o governo federal e líderes do Congresso entraram em um acordo nesta terça-feira para a derrubada de um veto presidencial em um projeto que mudou regras para a execução do Orçamento de 2020. Conforme destaca o jornal O Globo, os parlamentares irão assegurar seu direito de indicar a prioridade para a execução das emendas, mas aceitaram que não haverá um prazo de 90 dias para cumprir a ordem e que o gestor não será punido caso esse prazo não seja respeitado.

Noticiário corporativo

A construtora e incorporadora imobiliária Moura Dubeaux Engenharia, de Pernambuco, realiza uma oferta pública de ações avaliada em R$ 1,2 bilhão, com um preço de R$ 19,00 para o papel. A empresa fará sua estreia amanhã na B3, com o código MDNE3. A Moura Dubeux atua em cinco estados do Nordeste, da Bahia ao Ceará.

Maiores altas

Ativo Variação % Valor (R$)
PCAR4 5.09051 86.5
KLBN11 4.95669 21.81
TOTS3 4.90626 78.9
COGN3 4.84305 11.69
WEGE3 4.41347 44.95

Maiores baixas

Ativo Variação % Valor (R$)
IRBR3 -2.27994 33.86
CVCB3 -2.16763 33.85
BBDC3 -1.31298 32.32
MRFG3 -1.09991 10.79
ABEV3 -0.95238 16.64

Já a TIM, a Comgas e a Romi publicaram balanços na noite de ontem. A TIM informou lucro líquido de R$ 756 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 28,7% sobre igual período do ano anterior.

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Com chuvas em SP, supermercados devem ter prejuízo de R$ 31 milhões; Ceagesp calcula R$ 20 milhões

chuva forte abre buraco em rodovia

SÃO PAULO – As chuvas que atingiram a Grande São Paulo e a Baixada Santista na última segunda-feira (10) devem causar um prejuízo de R$ 31 milhões aos supermercados, estima a associação paulista de supermercados (Apas). O valor corresponde a 20% do faturamento do dia (segunda-feira).

As estimativas foram feitas a partir de uma pesquisa realizada na terça com os associados, que representam um terço das lojas da Grande São Paulo e da Baixada Santista.

Segundo a Apas, não há risco de desabastecimento, já que o Ceagesp deve abrir nesta quarta-feira (12) após dois dias sem funcionar. “Um aumento de preço pode ser pontual também, mas não deve acontecer, já que a chuva não afetou a cadeia de produção, apenas a distribuição”, diz a associação.

O próprio Ceagesp estima um prejuízo de R$ 20 milhões aos atacadistas, com sete mil toneladas de produtos perdidas. Os setores mais atingidos pela enchente foram as frutas, as verduras e os legumes – as áreas de pescadores e flores não registraram problemas.

“Por sorte, de domingo para segunda, o estoque é menor para o mercado em função do domingo não haver comercialização. Os estoques eram baixos e os produtos que chegaram foram, juntamente com esse estoque baixo, os mais afetados”, disse o responsável pela área de economia da companhia, Flávio Godas.

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontaram que São Paulo teve a pior chuva em quase 40 anos. Desde 1983 não chovia tanto em um só dia.

Com Agência Brasil e Agência Estado

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Brasil vira o maior mercado da marca Heineken – e aumenta a dor de cabeça dos acionistas da Ambev

Correção: ao contrário do afirmado anteriormente, o Brasil virou o maior mercado somente da marca Heineken (sem considerar os demais portfólios de produtos da companhia holandesa) e não da Heineken como um todo. A matéria foi alterada às 18h30. 

SÃO PAULO – A Ambev (ABEV3) já reinou absoluta no mercado de cervejas brasileiro, mas essa realidade está mudando cada vez mais rápido. Embora ainda seja líder de mercado, sua principal concorrente já começa a assustar.

No quarto trimestre de 2019, o volume consolidado de vendas de cerveja pela Heineken subiu 4,1% no mundo, alta atribuída aos crescimentos de dois dígitos em Brasil, Vietnã e Camboja. As marcas Amstel e Devassa são as principais responsáveis pelo aumento nas vendas no mercado brasileiro, informou a empresa.

Com o avanço, o Brasil se tornou o país com o maior mercado da marca Heineken (que não inclui os demais produtos) no mundo todo, apesar de não ter divulgado números específicos sobre a operação no país. No total, o lucro líquido da companhia aumentou em 13% no ano passado em comparação com 2018, atingindo 2,16 bilhões de euros.

A holandesa reportou um crescimento de 4,1% no volume de vendas globais nos últimos três meses do ano, com os aumentos mais fortes no Brasil, Vietnã e Camboja. Ao considerar somente a marca Heineken, o crescimento do volume de vendas nos três últimos meses do ano atingiu 12%, acumulando alta de 8,3% no ano passado, o melhor resultado em uma década.

“O Brasil é agora o maior mercado mundial da marca Heineken e, com a adição do Reino Unido e da Nigéria, agora 12 mercados vendem mais de 1 milhão de hectolitros da marca” [100 milhões de litros], destacou a companhia. Com os números fortes, os ativos da companhia subiram 5,21% na bolsa de Amsterdã, a 102,85 euros.

Mas o que isso significa para a Ambev? Betina Roxo, analista da XP Investimentos, aponta que a Heineken representa um risco à Ambev, líder do mercado de cervejas no Brasil. “Os volumes surpreendentemente fortes da Heineken corroboram o cenário competitivo desafiador e por isso, temos uma leitura negativa para Ambev”, escreveu em relatório.

A XP tem recomendação neutra para as ações da cervejaria brasileira, estabelecendo preço-alvo de R$ 21,00 para os papéis ordinários ABEV3.

A Ambev reportará seu resultado referente ao quarto trimestre do ano passado no dia 27 de fevereiro, e Betina espera por números pouco animadores, como um crescimento de 2% no volume de cerveja no Brasil após a queda de 2,8% no trimestre anterior. “Vale ressaltar que a estratégia de posicionamento das marcas da empresa continua em foco”, aponta.

Já Carolina Ujikawa, chefe da equipe de análise da Mauá Capital, afirmou, durante evento “Super Clássicos da Bolsa” promovido pela XP, que a competição tem sido difícil para a Ambev, que perdeu a preferência do público. Para ela, os retornos do negócio tendem a ser menores para a companhia. “Não se sabe como será o prêmio daqui para frente, pois o consumidor está cada vez menos fiel a uma marca só”, avalia.

Carolina entende que a grande escala da cervejaria tornará mais difícil o processo que vem se tornando essencial no negócio de cervejas no Brasil de inovar frequentemente e colocar os novos produtos com rapidez nos supermercados.

“Tenho dúvidas sobre qual será o retorno em um mundo como esse. O que eu tenho certeza é de que não vai ser a mesma coisa. A empresa será obrigada a investir mais em inovação com menos espaço de tempo”, explica.

Ricardo Alves, analista do Morgan Stanley, escreveu em relatório que os números da Heineken corroboram a visão de que a Ambev perdeu participação de mercado no quarto trimestre de 2019. “Baseado em nossas recentes conversas com agentes do mercado estamos surpresos em ver o principal concorrente da Ambev elevando volumes em dois dígitos no Brasil. Vale lembrar que esperamos que os volumes da Ambev cresçam em um dígito baixo no mesmo período”, destaca.

A visão do analista é de que apesar das projeções de que o cenário macroeconômico será mais favorável nos próximos anos, a expansão do volume da Ambev poderia ser parcialmente ofuscada por uma perda de 300 pontos-base no market share até 2022. “Continuamos preocupados com o poder da Ambev de fazer preços”, ressalta.

O Morgan Stanley também tem recomendação neutra para as ações ABEV3, com preço-alvo de R$ 18,00.

No Bradesco BBI, os analistas Leandro Fontanesi, Tiago Mello e João Grandi, acreditam que a Ambev revelará, além de uma perda na sua fatia de mercado, um aumento de preços abaixo da inflação, girando em torno de 3% em 2019 contra os 4,3% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

“Apesar da Heineken ter dito em sua teleconferência de resultados que planeja elevar preços assim que possível, provavelmente indicando um foco maior em rentabilidade, mantemo-nos preocupados com a pressão competitiva para a Ambev em 2020, já que tanto a Heineken quanto a [cervejaria] Petrópolis [dona da Itaipava] devem aumentar suas capacidades de produção a partir da metade do ano”, comentam.

O Bradesco BBI tem recomendação neutra para a Ambev, com preço-alvo de R$ 18,50 para as ações da empresa.

Esse quadro mostra que a controlada da maior cervejaria do mundo, a AB Inbev, terá que se esforçar no futuro se quiser frear a invasão holandesa que ocorre atualmente no mercado brasileiro de cerveja. O desafio é saber como retomar a preferência dos consumidores sem perder escala, agilidade e competitividade de preços.

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“Tenho certeza que a gente vai ser bem-sucedido”, diz ministro sobre Eletrobras

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta quarta-feira, 12, que o setor elétrico “precisa” da privatização da Eletrobras.

Em evento do Grupo Voto, em Brasília, o ministro se direcionou ao presidente da estatal, Wilson Ferreira, que também participa do evento, e falou sobre sua “convicção” em torno do movimento de desestatização da Eletrobras. “Tenho certeza que a gente vai ser bem-sucedido”, disse o ministro.

No ano passado, o governo enviou ao Congresso um projeto de lei sobre a privatização da estatal, que ainda não caminhou na Câmara dos Deputados.

No início da semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a privatização da Eletrobras poderá ser votada ainda este ano no Congresso, mas que a cada dia que passa se torna mais difícil prever se isso realmente ocorrerá.

“A cada dia que passa fica mais difícil (fazer a privatização este ano)”, disse Maia na segunda-feira.

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Pequeno hedge fund coreano ganha na loteria com “Parasita”

(Bloomberg) — Para um minúsculo hedge fund da Coreia do Sul, o surpreendente Oscar da comédia de humor negro “Parasita” não poderia ser melhor notícia.

O fundo, administrado pela Ryukyung PSG Asset Management, de Seul, investiu cerca de US$ 500 mil no “Parasita” que se tornou o primeiro em língua estrangeira a ganhar o cobiçado Oscar de melhor filme. “Parasita” custou US$ 11 milhões para ser produzido e arrecadou US$ 165 milhões até agora, e a receita nas bilheterias deve aumentar ainda mais após o prêmio.

O fundo privado investe apenas em filmes distribuídos pela coreana CJ Group e acumula retorno de 72,1% desde seu lançamento em julho de 2018, de acordo com dados compilados pela KB Securities aos quais a Bloomberg News teve acesso. O fundo também lucrou com outros sucessos do cinema coreano, como “Extreme Job” e “Exit”.

O sucesso do fundo destaca como os investidores estão apostando cada vez mais em investimentos alternativos mais obscuros, como fundos de financiamento de filmes, diante da queda das taxas de juros globais. Exportações culturais como K-Pop e novelas se tornam mais importantes para a economia da Coreia do Sul quando o país reduz a dependência de segmentos focados na manufatura.

“Os fundos para filmes estão no centro das atenções no momento”, disse Andy Kim, analista da Samsung Securities, em Seul. Embora a popularidade de “Parasita” possa ajudar a atrair mais demanda, ainda pode ser difícil ampliar significativamente a base de investidores devido à alta volatilidade desse nicho de investimento e a dificuldade de avaliar se um filme venderá bem, disse.

Ações

O fundo não foi o único que se beneficiou dos elogios recebidos por “Parasita”. Ações da Barunson Entertainment & Arts, a produtora do filme, acumulam alta de cerca de 90% nesta semana. Os papéis da CJ ENM, principal investidora e promotora do filme, subiram 4,5% no período.

A NongShim, que fabrica o macarrão instantâneo mostrado no filme, acumula ganho de cerca de 11% nesta semana.

O fundo, aberto há quatro anos, tem 3,1 bilhões de wons (US$ 2,6 milhões) em ativos. A Ryukyung PSG Asset Management, que administra o fundo, possui 1,7 trilhão de wons em ativos.

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Balanço Patrimonial Pessoal: aprenda a fazer o seu!

Se fosse para responder bem rápido, saberia dizer qual é o tamanho da sua riqueza ou se você teve algum prejuízo no ano? Se você faz parte do grupo de pessoas que gostam de manter as finanças pessoais em dia e bem controladas, precisa começar a fazer o chamado Balanço Patrimonial Pessoal.

Você conhece ou já ouviu falar desse termo? Neste artigo, explicamos com detalhes o que é, como funciona, para que serve e como ele pode ser feito. Continue conosco para entender!

O que é e para que serve o Balanço Patrimonial Pessoal?

O Balanço Patrimonial Pessoal é uma ferramenta utilizada para mostrar, de forma bem visual e prática, qual é a sua situação financeira.

No contexto empresarial, ele é muito usado pela área contábil a fim de fornecer um entendimento sobre a posição financeira do negócio, principalmente no que diz respeito ao patrimônio líquido da organização — o que se tem disponível em caixa, efetivamente.

No âmbito pessoal, a ideia é a mesma. Ou seja, fazer um levantamento de todos os seus bens e dinheiro disponível em conta, bem como as dívidas que precisam ser quitadas no período.

Logo, ele inclui algumas questões como:

  • os imóveis em seu nome;
  • automóveis e outros bens do tipo;
  • dinheiro aplicado em investimentos;
  • dívidas no geral — como o financiamento de um carro, por exemplo.

Como esse balanço funciona?

Ao fazer o levantamento de todos os seus bens e passivos (as contas que precisam ser pagas), é possível visualizar quanto você tem e também o quanto deve. O resultado disso vai mostrar se o seu balanço está positivo ou negativo.

No primeiro caso, significa que a sua soma de dinheiro (mesmo o que está imobilizado, como um imóvel) é maior que todos os compromissos financeiros que precisam ser honrados. Isso é um bom sinal, já que indica que você tem controle sobre tudo que possui e compra.

Um resultado negativo, por sua vez, quer dizer que os passivos superaram os ativos, e as contas a pagar ficaram maiores que o seu patrimônio disponível. Esse é um indicativo forte de que as contas podem não estar bem organizadas e que a sua saúde financeira está em risco.

Em resumo, o Balanço Patrimonial Pessoal permite ver o seu fechamento financeiro. Quando é feito regularmente (geralmente uma vez por ano), ajuda a avaliar o seu grau de enriquecimento ao longo do tempo.

Dessa forma, fica bem mais fácil saber se você tem tomado decisões sábias a respeito do dinheiro ou se algumas mudanças precisam ser tomadas para não perder patrimônio.

Como fazer um Balanço Patrimonial Pessoal?

Se você tem algum conhecimento em Excel, ele é a melhor ferramenta para acompanhar o seu balanço. Caso não saiba usá-lo e prefira um controle mais manual, pode fazer as anotações e os cálculos em um caderno.

O primeiro passo consiste em listar todos os seus ativos e o valor de cada um deles. Por exemplo:

  • casa: R$ 200 mil;
  • carro: R$ 40 mil;
  • investimentos: R$ 15 mil.

Nesse caso, a soma dos seus ativos seria de R$ 255 mil. Esse é o seu patrimônio bruto.

Porém, também temos que considerar os passivos. Ou seja, o que você ainda não tem quitado e gera uma conta a ser paga. Eles podem incluir, por exemplo:

  • casa: R$ 40 mil;
  • carro: R$ 5 mil.

Então, se os seus bens ainda estão financiados, o valor restante deve entrar como um passivo, mesmo que você faça os pagamentos em dia. No exemplo, a soma é de R$ 45 mil.

Agora, para saber qual é o seu patrimônio líquido, basta subtrair o valor dos ativos pelo dos passivos. Nesse exemplo, o resultado é R$ 210 mil.

Você pode fazer o seu Balanço Patrimonial Pessoal mais detalhado

Caso goste de acompanhar tudo com mais detalhes, você poderá fazer esse controle mensalmente, em vez de apenas uma vez por ano.

Desse modo, a cada mês os valores dos patrimônios vão sendo alterados, dando uma ótima ideia do seu crescimento pessoal.

Além disso, o nível de detalhamento pode ser ainda maior se houver uma separação entre ativos de alta liquidez e baixa liquidez. Nesses casos:

  • os de alta liquidez são aqueles que podem ser transformados em dinheiro vivo de forma rápida. É o caso de um investimento financeiro que permite a retirada dos valores de imediato, por exemplo;
  • já os de baixa liquidez são aqueles que não podem ser vendidos ou trocados com agilidade no caso de uma emergência financeira. Sua casa é um bom exemplo.

É importante fazer uma análise do balanço

Depois que você chegar ao resultado do seu balanço, terá uma clareza financeira bem maior a respeito da sua situação atual. No exemplo que citamos aqui nos cálculos, ela é muito satisfatória, visto que o patrimônio líquido é alto e bem superior aos passivos.

Vale lembrar que a sua lista pode ter apenas dois itens, ou mais de dez. Independentemente da quantidade de bens que você tem, esse é um tipo de acompanhamento que vale a pena ser feito. Inclusive, pode ser muito bem aproveitado até mesmo por quem não é rico.

A criação de um planejamento financeiro

A partir do seu balanço, você saberá se precisa — ou não — fazer algumas mudanças na forma como tem gerido o seu dinheiro. Assim, fica mais fácil dar o primeiro passo para criar um bom planejamento financeiro, contemplando os objetivos e as ações que serão tomadas para que eles sejam alcançados.

É nessa fase também que você pode aprender a investir, ampliando o seu patrimônio ainda mais. Isso sem contar a importância de fazer uma reserva de emergência, que permite solucionar imprevistos com mais tranquilidade.

Como você pôde ver, trata-se de uma excelente ferramenta para avaliar o seu crescimento e dar suporte para seu sucesso financeiro. Com ele, é possível ter um conhecimento bem maior sobre como você tem gerido seus bens e as dívidas correntes.

Gostou do conteúdo sobre Balanço Patrimonial Pessoal e quer aproveitar para saber um pouco mais sobre como investir? Confira nosso curso grátis de investimento, que aborda questões como a renda fixa e a reserva de emergência!

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Para analistas, dólar pode chegar em breve aos R$ 4,40: o que faria a moeda parar de subir?

SÃO PAULO – Sendo dia de ânimo ou de aversão ao risco nos mercados mundiais, o dólar segue batendo sessão após sessão recorde em termos nominais, mostrando que a alta da moeda americana veio mesmo para ficar. Na sessão desta quarta-feira, o dólar comercial superou os R$ 4,35, renovando máxima histórica intradiária, após encerrar a última terça-feira em um novo recorde de fechamento a R$ 4,3269.

Com isso, apenas em 2020, a valorização da moeda ultrapassa os 8% – e a expectativa de analistas e economistas é de que o real ainda não vai encontrar forças para subir. Pelo contrário, o dólar pode se valorizar ainda mais.

O Credit Suisse, que na semana passada apontou que o dólar poderia chegar a R$ 4,30 com dados fracos da economia nacional e reflexo do coronavírus, apontou em novo relatório que a moeda americana pode ser negociada entre o intervalo de R$ 4,25 e R$ 4,45  no curto prazo.

Alvise Marino, estrategista do banco suíço, destaca como principal motivo para esta visão o ganho com carry trade (combinação entre fazer uma posição vendida em moeda com taxa de juros mais baixa e outra comprada em moeda com juro mais alto) cada vez menor no Brasil, uma vez que as taxas de juros no país estão historicamente baixas.

Além disso, aponta, há uma forte percepção entre os investidores, observada através do posicionamento dos investidores no mercado de câmbio, de que o Banco Central irá interferir no mercado caso o dólar atinja novos picos. Contudo, o Credit tem uma visão cautelosa sobre possíveis intervenções da autoridade monetária, percepção esta compartilhada pelo Morgan Stanley.

“Apesar do dólar estar nas máximas históricas, a probabilidade do BC entrar em ação permanece baixa”, apontam os estrategistas do Morgan, enquanto as expectativas de inflação permanecem baixas. O último Focus, divulgado na segunda-feira, reduziu de forma expressiva e pela sexta semana seguida a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2020, passando de 3,40% para 3,25%. “A sinalização das autoridades sugere que eles estão confortáveis com o dólar nos níveis atuais”, complementa a equipe do banco.

A última vez que o BC atuou mais fortemente foi em novembro de 2019. Na ocasião, o BC fez leilão de dólar em duas ocasiões apenas no dia 26 daquele mês, com a justificativa de que o real estava disfuncional e descolado de outras moedas. As intervenções se seguiram e, no dia 28, houve leilão à vista de US$ 1 bilhão, que ajudou a impulsionar a cotação do real em mais de 1% nas negociações intradiárias. Porém, por enquanto, os economistas não esperam uma atuação desta magnitude, uma vez que ela ocorreu, segundo a própria autoridade monetária, por conta da forte volatilidade da moeda.

Há chances do dólar voltar a cair?

Para o Credit, o que poderia fazer com que o dólar perdesse força no curto prazo, sendo negociado por volta do R$ 4,25, seria a mudança do discurso do Comitê de Política Monetária (Copom). Na avaliação do banco, apesar de ter cortado a Selic de 4,5% para 4,25% em reunião do último dia 5 de fevereiro, o Comitê indiciou menor flexibilidade na política monetária e fez com que os investidores interpretassem a mensagem como um fim do ciclo de cortes. A princípio, isso poderia levar a uma alta do real, já que os ganhos com carry trade, ainda que baixos, não diminuíram ainda mais.

Porém, com uma ata da reunião que ampliou os questionamentos sobre se o fim do ciclo realmente ocorrerá ou se há uma porta aberta para novos cortes (veja a análise completa clicando aqui), seguindo-se dos dados do IPCA de janeiro na sexta e de vendas no varejo abaixo do esperado nesta quarta, o real não encontra forças para subir. Nesta quarta, por exemplo, a moeda brasileira chegou a registrar o quarto pior desempenho entre os emergentes, mesmo com o alívio no exterior por conta dos menores temores sobre o coronavírus.

“O IPCA e vendas no varejo não permitiram a retirada total de apostas de novo corte da Selic este ano e este é um dos fatores que ajuda a manter o dólar em alta”, avalia o diretor da Wagner Investimentos, José Faria Júnior, que segue com o alerta da possibilidade da moeda americana se aproximar dos R$ 4,40.

Para Faria, o real está proporcionalmente mais fraco na comparação com outras diversas moedas também por conta da ausência de maior fluxo para o país e pela fraqueza das commodities (com as cotações do petróleo e do minério de ferro sendo especialmente impactadas com o surto de coronavírus). “Assim, uma recuperação das commodities com algum fluxo adicional poderiam ser motivadores da queda do dólar”, avalia. No médio e no longo prazo, contudo, a tendência segue de alta para a moeda americana.

Além disso, Matheus Soares, analista da Rico Investimentos, ressalta em relatório que o fluxo de estrangeiro poderia voltar sem os juros altos caso o Brasil mostre forças para voltar a crescer. Desta forma, os últimos dados fracos da economia não ajudam na entrada do investidor de fora. “O mercado espera uma alta de 2,3% [do PIB] neste ano e 2,5% em 2021. O problema é que nos últimos anos o crescimento não veio como o esperado, e como o estrangeiro tem mais alternativas além do Brasil, ele só virá pra cá quando a economia crescer consistentemente”, afirma.

Enquanto isso, nos EUA, os dados de serviço e de indústria surpreenderam positivamente as estimativas do mercado, enquanto a temporada de resultados também aponta para um ambiente econômico saudável: quase 80% das empresas listadas no S&P500 reportaram seus números, sendo que cerca de 60% delas superaram o consenso de lucro.

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Assim, a combinação do Brasil diminuindo juros sem apresentar crescimento expressivo (o que tirou a atratividade do real para o investidor estrangeiro), o fato dos EUA estarem mais atrativos em meio à economia mais forte e o “risco coronavírus” impactando emergentes faz com que o dólar siga em alta.

Somando-se isso à relativa tranquilidade do Banco Central em não atuar no câmbio, alinhado ainda ao discurso constante de que a alta da moeda americana não é reflexo da piora dos fundamentos da economia, corrobora a avaliação de que o dólar, mesmo que não suba, não encontrará tanto espaço para fortes baixas. O Credit, avalia que, caso a moeda americana volte para os R$ 4,25, essa pode ser uma boa oportunidade para ficar comprado, mostrando que os dias de dólar abaixo dos R$ 4,00 estão longe de retornar.

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Toffoli aceita pedido da Petrobras e mantém decisão do TST sobre greve

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acatou pedido da Petrobras e manteve a eficácia de uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em novembro do ano passado que estipulava multa diária de R$ 2 milhões por sindicatos em caso de não cumprimento do acordo de manter 90% do efetivo em operação nas unidades da empresa em caso de greve.

O valor, segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), se soma às multas aplicadas pelo TST em fevereiro deste ano, de R$ 500 mil por dia para os grandes sindicatos e R$ 250 mil para os pequenos. A greve dos petroleiros já dura 11 dias.

No pedido de liminar ao STF, a Petrobras argumentou a redução do quadro de empregados ameaça o abastecimento de combustíveis da população.

“A parte requerente defende que o prosseguimento do movimento paredista põe em risco “o abastecimento nacional de combustíveis e a segurança das comunidades no entorno das unidades operacionais”, com potencial de causar lesão à economia a à ordem públicas, o que justifica o provimento da presente contracautela pelo Supremo Tribunal Federal”, explica o STF.

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