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Para presidente do Itaú, há risco de “bolha” na Bolsa brasileira – mas não no curto prazo

Cândido Bracher

O presidente do Itaú Unibanco (ITUB4), Candido Bracher, disse, em conferência sobre os resultados do banco em 2019, que a “corrida” das pessoas físicas à Bolsa, motivada pelos juros historicamente baixos, ainda não pode ser classificada como uma “bolha”. Ele disse, porém, que a manutenção dessa situação por um período muito longo pode abrir espaço para a formação de um excesso de dinheiro alocado em renda variável.

“Não vejo sinais de bolha ainda, mas vejo razões para estarmos atentos e o fenômeno pode e tende a ocorrer com taxas de juros muito baixa e por muito tempo”, disse. O presidente do maior banco privado da América Latina admitiu, porém, que o interesse pelo mercado de capitais – que embute um risco maior do que as aplicações de renda fixa – também reflete a melhora sensível nos resultados das companhias nacionais. “Os múltiplos de lucro e índices de preços em valor patrimonial estão bastante aceitáveis.”

A alocação de capital em renda variável deve chegar a um recorde em 2020, caso as projeções do mercado financeiro se concretizem. O banco Morgan Stanley, por exemplo, espera um número recorde de aberturas de capital para este ano – acima do total de 74 registrado em 2007. O movimento se justifica pela forte queda da taxa básica de juros, a Selic, que foi reduzida para 4,25% pelo Banco Central (BC) na semana passada.

Na terça-feira, 11, Bracher citou que alguns fatores podem afetar os lucros dos bancos brasileiros em 2020. Os principais são o limite para os juros do cheque especial, a manutenção da Selic em patamares historicamente baixos e o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Todos esses fatores devem pesar também sobre os papéis das instituições financeiras.

Em relação ao aumento das concorrências, com o crescimento das fintechs, o executivo disse que o ambiente segue competitivo “como sempre”. “A competição sempre foi intensa. Não lembro na minha carreira de ter momentos de respiro. A concorrência, agora, se mostra igualmente intensa. Não chega a ser fundamentalmente diferente daquilo que já vivemos”, frisou.

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Quanto à economia, as previsões do Itaú Unibanco continuaram em 2,2% para 2020 – uma aceleração em relação à expectativa de 1,2% para o ano passado (os números do PIB de 2019 só devem ser divulgados pelo IBGE em março). “A impressão vista de hoje ainda é bastante boa”, afirmou Bracher.

IRB

O presidente do Itaú disse que o banco não tem nenhum desconforto com as demonstrações da resseguradora, que tem sido questionadas pela gestora carioca Squadra. Na segunda-feira, os papéis do IRB (IRBR3) caíram mais de 16% após novas críticas da Squadra. O banco tem participação de 11% na companhia e nomeou um membro no conselho de administração.

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Como a Copa do Mundo e as Olimpíadas impactam as vendas de TVs no Brasil

SÃO PAULO – No Brasil, 97% das pessoas nas 15 principais regiões metropolitanas possuem TV em casa, de acordo com Target Group Index, estudo da Kantar Ibope Media que acompanha os hábitos e comportamentos dos consumidores. Ainda, a produção de TVs aumentou 6% em 2019, para 12,7 milhões, na comparação com o ano anterior, segundo dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).

“O resultado do ano passado foi surpreendente, considerando que foi ano posterior ao de Copa do Mundo, quando historicamente temos uma baixa ou estabilização na produção”, explica Jorge Nascimento, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). Para ele, os números refletem o início da recuperação econômica.

A Eletros conta com grandes empresas do setor como AOC, Samsung, LG, Panasonic, Philips, Sony, entre outras. Por mais que smartphones vêm ganhando cada vez mais força, a TV continua com seu espaço garantido nas casas dos brasileiros.

Entre os fatores que impactam na produção e venda de televisores está a sazonalidade de alguns eventos, como a Copa do Mundo, e, em menor escala, as Olimpíadas.

Erico Traldi, Diretor de produto das áreas de TV e Áudio e Vídeo da Samsung Brasil, afirma que é notório o salto em vendas e faturamento, principalmente, em ano de copa.

Em termos de faturamento, o mercado de televisores como um todo cresceu 23% em 2018 (ano de Copa) na comparação com 2017, enquanto a produção no mesmo período subiu 6%, considerando dados da Eletro. O executivo garantiu que a Samsung também apresentou resultados positivos, embora não tenha informado os números daquele ano.

“O Brasil é o país do futebol e as pessoas buscam televisões novas para assistir à competição. Historicamente, o ciclo de troca de TVs do brasileiro gira em torno quatro ou cinco anos, coincidindo justamente com épocas de Copa”, explica Traldi.

Considerando apenas as Olimpíadas, o executivo afirma que os números são bem menos expressivos em termos de resultados, mas que a Samsung acompanha a movimentação do mercado. Inclusive, a empresa fará um lançamento de uma linha Premium QLED que terá no portfólio opções com resolução 8K no segundo trimestre, pouco antes do evento esportivo, que acontece em Tóquio em julho deste ano.

“O ano de Olimpíada é uma oportunidade para lembrar o consumidor de trocar a TV seja um modelo mais avançado ou por uma tela maior, por exemplo. É difícil isolar resultados devido a este fator, mas estamos atentos ao momento”, diz. 

Segundo ele, as TVs de telas grandes (maiores que 65 polegadas) estão ganhando cada vez mais espaço. “Esse segmento representou 9% do faturamento do mercado de TVs em 2019. Para a Samsung, representou 13%. Estamos puxando esse segmento pra o holofote como fizemos com o 4K – ainda temos muito o que crescer”, diz.

De fato, a resolução 4K vem se popularizando: em 2019, 56% do total de vendas de TVs foram 4K e para a Samsung esse segmento representou 64% do total de seu faturamento.

Igor Krauniski, gerente geral de produtos televisores da LG Electronics do Brasil, explica que a Copa do Mundo e outros eventos esportivos, como as Olimpíadas, historicamente são responsáveis pelo desenvolvimento e maturação de novas tecnologias de televisores no mercado brasileiro.

“Essa relação do desenvolvimento das tecnologias não está baseada somente nos fabricantes de televisores, mas também nas empresas geradoras de conteúdo. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a substituição da tecnologia CRT pelas telas finais ou a introdução e consolidação da resolução 4K”, diz.

A LG também afirma que a venda de TVs é bastante influenciada por eventos esportivos. Mas pondera que, no período das Olímpiadas, não percebe grande mudança em relação à compra de novos aparelhos.

Embora a empresa também não abra seus dados de vendas, para este ano “o foco será a ampliação do portfólio de TVs com telas grandes, baseadas em diferentes tecnologias – UHD 4K, NanoCell e OLED”, segundo Krauniski.

Para Nascimento, da Eletro, os sinais são positivos e setor de televisores está reaquecendo, mas os patamares atuais são similares aos de 2010. “Veja, em 2019 foram produzidas 12,7 milhões de TVs, contra 12,1 milhões em 2010 – estamos comemorando, mas os números são iguais aos de 10 anos atrás. Ainda tem muito espaço para crescer”, diz.

Nesse período de quase dez anos, o pico de vendas de TVs ocorreu em 2014, quando cerca de 15 milhões de TV foram produzidas – ano de Copa do Mundo no Brasil e momento em que a economia ainda estava caminhando bem, segundo Nascimento.

No entanto, o crescimento em relação a 2013 foi de apenas 1%. Um crescimento sólido vinha desde 2011, quando houve um aumento de 15% na produção de TVs. “A influência da Copa do Mundo é algo que se observa historicamente, mas não é uma ciência exata. Em 2011, assim como 2019 os resultados foram surpreendentes”, diz.

Em 2012, ano da Olimpíada de Londres, o patamar se manteve, com 14,3 milhões de televisores produzidos no país.

O declínio do setor começou em 2015, quando o Brasil já sentia os efeitos da crise econômica. A queda na produção foi de 34% ante 2014, e de 14% em 2016 contra 2015. “Nosso setor é muito sensível ao dinamismo da economia. Com um mercado desaquecido, televisão é um dos primeiros itens que as pessoas deixam de comprar – pode ficar para depois. Por isso, em 2016 o resultado foi negativo, as pessoas tinham outras prioridades”, explica Nascimento.

Novamente, posteriormente ao ano de Copa do Mundo, em 2017, a produção recuperou parte da perda e saltou 34% e desde então vem apresentando um leve crescimento.

Veja os dados na tabela:

Ano  Produção de TVs  Variação em relação ao ano anterior 
Copa do Mundo  2010 12.197 não foi informado
2011   14.086 15%
Olimpíada  2012 14.364 2%
2013 14.816 3%
Copa do Mundo  2014 14.993 1%
2015 9.853 -34%
Olimpíada  2016 8.473 -14%
2017 11.375 34%
Copa do Mundo  2018 12.074 6%
2019 12.775 6%
Olimpíada  2020

Streaming

Nascimento acredita que a chegada do streaming e sua popularização no Brasil vai impulsionar o setor de TVs cada vez mais para o campo positivo. “Grande parte dos brasileiros já está familiarizada com os streamings e aos poucos vai querer ter opções na sua casa. E os números comprovam a tendência: hoje do total de TVs produzidas, 93% delas são SmarTVs. Em 2016, a fatia era de 52%. O segmento de streaming vai ajudar sim”, explica.

Além disso, o segmento mais popular no país é o de TV de até 45 polegadas: 64% da produção.

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Fundos imobiliários: as indicações de analistas para investir em fevereiro

SÃO PAULO – Depois da forte valorização de 36% em 2019, os fundos imobiliários estrearam este ano no vermelho, com uma queda de 3,8% do Ifix em janeiro. Entre os FIIs que compõem o portfólio do índice, as cotas oscilaram de -32,9%, no TRX Edifícios Corporativos, para +20,5%, no Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos no mês.

Apesar do susto em investidores, especialistas consultados pelo InfoMoney seguem confiantes no segmento e avaliam que a baixa foi apenas uma correção de preços, sem mudanças nos fundamentos e no otimismo com a classe.

“O movimento visto nos quatro últimos meses de 2019 foi bem atípico. É natural que tenha uma correção; é saudável e coloca os preços em um patamar mais próximo da economia real”, afirma o professor Marcos Baroni, da Suno Research.

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A opinião é compartilhada pelo professor do InfoMoney Arthur Viera de Moraes, para quem a queda não significa uma nova tendência, apenas uma realização de lucros. Vale lembrar que, em dezembro, o Ifix subiu 10,6%.

Renan Manda, da XP Investimentos, destaca que a correção oferece oportunidades para rebalanceamento de carteiras e pontos de entrada mais atrativos.

Hoje, 67% dos investidores de FIIs investem há menos de um ano na Bolsa e, portanto, vivenciaram apenas o momento de forte alta dos FIIs. Agora, com a onda vendedora, esses investidores tendem a se espantar, diz Baroni.

Outro fato que tem pesado sobre as cotas de fundos imobiliários, segundo ele, é a discussão da reforma tributária, que pode resultar em uma eventual tributação dos dividendos de FIIs, hoje isentos para investidores pessoas físicas.

Apesar disso, o cenário para novas emissões continua atrativo, diz Baroni, com gestores buscando cada vez mais capitalizações por acreditarem no potencial de alta do mercado imobiliário.

Os favoritos para fevereiro

Levantamento feito pelo InfoMoney com oito casas de análise mostra que, assim como nos dois meses anteriores, a preferência dos analistas para fevereiro recai sobre fundos com exposição à retomada do consumo, com destaque para o segmento de shopping centers, com quatro nomes, e logística, com três.

Com juros no menor patamar histórico, expectativa de retomada da atividade econômica e recuperação da confiança do consumidor, analistas do BB Investimentos, BTG Pactual, Guide, Itaú BBA, Mirae Asset, Necton, Santander Corretora e XP veem um impulso do setor privado, que deve estimular a procura de empresas por novas áreas de escritórios, galpões logísticos e shopping centers.

Entre as novidades na carteira deste mês estão os fundos XP Log, CSHG Logística, que haviam saído da seleção em janeiro, e GGR Covepi, com duas recomendações cada. Deixaram o portfólio Allianza Trust Renda, CSHG Recebíveis Imobiliários e Valora RE III.

Compilada mensalmente, a carteira de fundos imobiliários conta com dez ativos. Para critério de desempate, são selecionados aqueles com os maiores volumes médios negociados nos últimos 12 meses, com base em dados da provedora de informações financeiras Economatica.

Os 10 fundos imobiliários mais recomendados para fevereiro:

Fundo Ticker Recomendações Retorno em janeiro Retorno em 12 meses*
XP Malls XPML11 4 0,8% 41%
HSI Malls HSML11 4 -3%
Vinci Shopping Center VISC11 3 -1,4% 41,8%
CSHG Real Estate HGRE11 3 0,6% 51,4%
Hedge Brasil Shopping HGBS11 3 -3,1% 31,9%
BTG Corporate Office BRCR11 3 -1,9% 32,9%
XP Log XPLG11 2 -10,8% 48,9%
CSHG Logística HGLG11 2 -6,8% 44,5%
BTG Pactual Fundos de Fundos BCFF11 2 0,7% 36,7%
GGR Covepi GGRC11 2 -6,6% 12,6%
Ifix -3,8% 27,7%

*Até 31 de janeiro. A rentabilidade leva em consideração o reinvestimento dos dividendos.

Fontes: Corretoras e Economatica

XP Malls (XPML11)

Empatado em primeiro lugar com outro fundo de shopping centers, o FII da XP ficou entre os mais recomendados para o mês, com quatro menções.

Na avaliação de Fernando Pardo, analista de fundos imobiliários da Mirae Asset, o segmento tende a se beneficiar do cenário de juros baixos e de uma retomada mais consistente da economia e do emprego. “O XP Malls é um fundo multiativo que está sempre comprando e vendendo participações em ativos que criam valor para o cotista”, diz.

A visão é compartilhada pela Santander Corretora, que também destaca a gestão ativa e uma diversificação do fundo, com níveis de vacância e inadimplência controlados. O portfólio é formado por 13 shoppings distribuídos em nove cidades e seis estados brasileiros.

HSI Malls (HSML11)

Também com quatro recomendações para fevereiro, o fundo de shopping centers gerido pela Hemisfério Sul Investimentos é novidade na carteira da XP.

A inclusão deve-se, segundo os analistas, à segunda emissão de cotas do fundo, que contará com a participação majoritária de cinco shopping centers em seu portfólio. “Vemos potencial para a expansão da sua rentabilidade após a alocação completa dos recursos levantados nas ofertas, o que deve ocorrer no curto prazo”, escrevem.

Já o BTG Pactual destaca o portfólio diversificado e de qualidade do FII, a exposição ao segmento de shopping centers e a experiência do time de gestão. A carteira, segundo o time de análise, é constituída por três shoppings maduros e muito bem posicionados em regiões “adensadas e voltadas ao perfil de consumidor de classe B”, com baixa taxa de inadimplência.

Vinci Shopping Centers (VISC11)

Reforçando a preferência das casas de análise por nomes expostos à retomada da atividade doméstica, o fundo imobiliário da Vinci Partners ficou entre os favoritos para o mês, com três menções.

O portfólio diversificado do produto em temos de localização dos imóveis, área bruta locável, percentual de participação nos empreendimentos, perfil de consumidor e administrador de shoppings estão entre as justificativas para a recomendação pelo BB Investimentos.

Já a XP destaca o exemplo de resiliência do segmento durante a recessão e traz a carteira diversificada do VISC11, com imóveis localizados nos grandes centros de consumo do país.

CSHG Real Estate (HGRE11)

Com três recomendações para fevereiro, o fundo de escritórios do Credit Suisse tem atualmente participação em 22 empreendimentos distintos, a grande maioria (90%) concentrada no estado de São Paulo.

Entre as justificativas que sustentam a recomendação, os analistas do Itaú BBA destacam a gestão ativa do fundo e a elevada exposição a São Paulo, com três imóveis recém-adquiridos na capital paulista, para o qual antecipam uma redução mais rápida de vacância e aumento no valor do aluguel médio.

Hedge Brasil Shopping (HGBS11)

Na avaliação do Itaú BBA, o HGBS11 é uma boa opção para o investidor ganhar exposição à retomada da atividade econômica e do consumo. De acordo com o time de análise, o principal shopping do fundo, o Penha, vem passando por um importante processo de revitalização e reposicionamento, o que deve refletir em um aumento no fluxo de pessoas, veículos e geração de receita.

Entre os principais catalisadores de desempenho, o Itaú destaca a última captação do fundo, no valor de R$ 757 milhões, que pode destravar valor para os cotistas a partir de aquisições atrativas.

BTG Corporate Office (BRCR11)

Negociado na Bolsa desde 2010, o fundo do BTG Pactual tem como objetivo investir em escritórios localizados em grandes centros comerciais.

O fundo é novidade no portfólio recomendado pelo BB Investimentos para este mês, que destaca a reavaliação semestral do portfólio feita em dezembro passado, que gerou uma valorização de R$ 86,5 milhões no valor dos ativos, um aumento de 4,5% em relação à avaliação anterior.

XP Log (XPLG11)

Do segmento de galpões logísticos, o XP Log possui seus ativos majoritariamente concentrados no Estado de São Paulo. Atualmente, a carteira do fundo é composta por 15 imóveis, dos quais dois estão em construção.

Entre os destaques, a equipe do BTG Pactual chama atenção para a terceira emissão de cotas do fundo, em setembro de 2019, com captação de R$ 828 milhões – o que permitiu ao fundo alcançar um patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão.

“A oferta, além de impulsionar o tamanho do fundo, diversificou seu passivo, aumentou sua liquidez e pulverizou sua carteira de ativos, mitigando tanto o risco de vacância quanto de crédito”, escrevem os analistas, em relatório.

O BTG destacou ainda a aquisição de bons ativos a um cap rate médio (taxa de rentabilidade) atrativo, de 9,3% ao ano – acima do que o fundo operava.

CSHG Logística (HGLG11)

Na avaliação da XP, que incluiu os papéis do HGLG11 no portfólio deste mês, o fundo possui potencial de crescimento dada sua alta diversificação, com 14 imóveis localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina, e baixa taxa de vacância.

A expectativa, segundo a XP, é de que o pagamento de dividendos no curto prazo seja positivamente impactado pelo reconhecimento de aluguéis devidos de meses anteriores.

BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11)

De acordo com a Guide, que mantém há pelo menos quatro meses sua recomendação de compra para o fundo, a estratégia de ganho de capital com o investimento no fundo tem sido positiva, com valorização de 36,7% das cotas em 12 meses, assim como os rendimentos recebidos dos fundos imobiliários que o FOF possui em sua carteira. A gestão ativa do fundo também agrada os analistas.

Na Mirae, a recomendação é pautada pela equipe de gestão do fundo, que está “sempre buscando as melhores oportunidades, agregando valor aos cotistas”.

Com patrimônio líquido de R$ 1,25 bilhão e quase 90% do portfólio alocado em fundos, o BCFF11 está entre os premiados do ranking de melhores fundos InfoMoney-Ibmec 2020. Nos últimos dois anos, o FII teve valorização de 64,2%, ante alta de 43,6% do Ifix. Segundo Fernando Crestana, um dos criadores do fundo e sócio da área imobiliária do BTG Pactual, o fundo pretende concluir, em março, sua nona emissão, que deve levantar R$ 600 milhões. Conheça a estratégia completa do fundo do BTG Pactual aqui.

GGR Covepi (GGRC11)

Com um portfólio composto por oito galpões logísticos e sete imóveis industriais, o GGR Covepi possui todos os seus contratos atípicos e mais de 43% da receita contratada com vencimento após 2030 – o que, segundo a Necton, oferece uma “ótima” previsibilidade de receita para os cotistas.

Na avaliação da equipe de análise, um dos destaques do fundo é a posição significativa de caixa, o que indica que novas aquisições podem ocorrer nos próximos meses. “Enxergamos que o GGRC11 possa entregar bons dividendos, sendo uma ótima opção para geração de fluxo de renda mensal, por conta da alta previsibilidade de receitas”, diz a Necton, em relatório.

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Os bastidores da dramática saída da Rakuten do Brasil

Leonel Messi com camisa do Barcelona mostrando patrocinio da Rakuten

SÃO PAULO – No fim de janeiro a empresária Silvia Monteil percebeu que havia algo errado com a conta corrente de seu negócio. O dinheiro que deveria receber das compras feitas pelo site da loja, a Livraria Francesa, não estava lá.

Ao entrar em contato com a GenComm, responsável por intermediar as transações financeiras de seu e-commerce, Silvia foi informada de que se tratava de um problema temporário e que logo o dinheiro da livraria, que atua há mais de sete décadas no país, estaria em sua conta. Isso nunca aconteceu.

A GenComm, que até outubro do ano passado operava sob o nome de Rakuten Brasil, entrou com pedido de recuperação judicial pouco tempo depois, no dia 3 de fevereiro, e o pedido foi aceito pela justiça na última sexta-feira (7).

A Livraria Francesa, de Silvia, entrou na lista de credores da GenComm — juntamente com mais de 2.000 lojistas brasileiros e o dinheiro que eles tinham a receber por compras feitas em seus sites.

“Eu utilizava os serviços da GenComm desde 2008 [na época, a empresa operava sob o nome de Ikeda]. Nunca achei que passaria por isso. Além de não receber, tive que tirar o e-commerce do ar porque ele era todo operado pela GenComm. Não sei quanto tempo vou demorar até achar outro fornecedor e voltar a vender pelo site”, diz Silvia.

“Muitos lojistas dependiam do dinheiro que foi parar na recuperação judicial para continuar operando. Muita gente vai quebrar. É uma situação absurda e acontece com uma empresa que sempre foi vista como exemplar”, afirma Cleyton Soares, gerente do e-commerce da varejista de sapatos Santa Lolla, que também entrou na lista da recuperação judicial.

O drama dos lojistas acontece apenas três meses depois de a GenComm assumir a operação da Rakuten Brasil — braço local da multinacional japonesa Rakuten, que está entre os cinco maiores conglomerados de e-commerce do mundo. As operações no país focam em oferecer serviços de pagamento, entregas e  infraestrutura de um site de e-commerce para varejistas que desejam montar uma loja virtual.

Por conta do curto espaço de tempo entre a mudança de controle e o pedido de recuperação judicial, muitos lojistas cobram explicações tanto da GenComm quanto da companhia japonesa. A Rakuten não tem mais ligação alguma com as operações vendidas e atualmente mantém em operação no Brasil apenas uma outra empresa de publicidade online, a Rakuten Marketing.

O que todos querem é entender o que levou uma empresa que entrou no mercado brasileiro em 2011 cheia de promessas e planos a terminar com um pedido de recuperação no valor de R$ 46,4 milhões.

Os meses da ex-Rakuten antes da recuperação

O InfoMoney apurou que a Rakuten começou a procurar por interessados em suas operações no país no começo do ano passado.

Os negócios por aqui nunca deram o retorno esperado e a multinacional decidiu se concentrar em planos mais ambiciosos — como uma rede de telefonia construída 100% “na nuvem”.

Depois de negociar com alguns interessados, a Rakuten assinou contrato com a Tog Brazil Holding, um veículo local do fundo americano Ten Oaks Group — até então sem qualquer histórico no Brasil.

Segundo seu site, o fundo Ten Oaks Group é formado por um grupo de investidores de private equity focado em empresas pequenas (com Ebitda abaixo de US$ 25 milhões) que precisam passar por reestruturações.

Executivos ouvidos pelo InfoMoney que acompanharam de perto a transação afirmam que, durante as negociações, executivos do fundo Ten Oaks se mostraram interessados em fortalecer as operações da até então Rakuten e mencionaram que planejavam um aporte de recursos.

Logo que assumiu, no entanto, o fundo alterou o nome da companhia para GenComm e demitiu grande parte dos funcionários, incluindo os diretores e o presidente René Abe — que deixou as operações no dia seguinte. A maior parte dos clientes foi informada sobre a mudança de controlador — e de nome —por e-mail. Procurada, a GenComm não deu entrevista.

“Todas essas mudanças aconteceram dias antes de uma operação grande para o varejo que é a Black Friday”, afirma um ex-funcionário da empresa. Desde outubro, o quadro de funcionários da ex-Rakuten foi reduzido de 200 para 68.

Em seu pedido de recuperação judicial, a GenComm afirma que, ao assumir os negócios, encontrou um cenário pior do que o previsto.

No documento, a GenComm afirma que, além de ser uma operação deficitária (com prejuízo de R$ 25 milhões nos 12 meses anteriores à aquisição), um dos maiores problemas que descobriu foi o calote de um de seus principais clientes.

A XIAOMIBRZ, revendedora não autorizada de produtos da chinesa Xiaomi, teria deixado de entregar 60% dos pedidos realizados entre fevereiro e setembro de 2019 — período em que a Rakuten prestou serviço. O passivo desse cliente totalizaria R$ 5,5 milhões, segundo informou a GenComm no pedido de recuperação judicial.

Ex-executivos da companhia alegam que o caso da XIAOMBRZ e os números do prejuízo dessa operação já eram de conhecimento “público” na empresa desde setembro.

Alguns funcionários afirmam ainda que já haviam alertado René Abe e os demais executivos sobre os problemas com a XIAOMIBRZ quando o site entrou em operação. Procurado, René Abe não comentou o assunto.

A GenComm afirma que a situação, que já era grave por conta do prejuízo com XIAOMIBRZ, teria piorado após o banco Itaú Unibanco cortar uma linha de crédito de R$ 65 milhões e manter os recebíveis do grupo para amortizar o saldo devedor.

“Na prática o que a GenComm fez foi se apropriar do nosso dinheiro”, afirma Cleyton Soares, da Santa Lolla. Procurado, o Itaú Unibanco não respondeu ao pedido de entrevista.

Rakuten: a antiga promessa do varejo brasileiro

A dramática saída da Rakuten no Brasil contrasta com sua chegada, em 2011. Na época a empresa adquiriu a plataforma de e-commerce Ikeda. Um ano depois, lançou sua operação de marketplace no país e tornou público o seu plano de ser um dos maiores negócios de e-commerce do país.

Naquele período, as gigantes do varejo online brasileiro como Via Varejo (ex-Cnova), B2W e MagazineLuiza ainda não operavam como marketplace. Apesar de ter sido pioneira nesse mercado, a Rakuten não conseguiu decolar.

“Eles cometeram dois erros: primeiro, não investiram para atrair o tráfego necessário para o site e como ninguém conhecia a marca Rakuten, ninguém entrava. Segundo, os lojistas pagavam muito caro para operar na plataforma”, afirma um especialista no setor.

Em 2016 a Rakuten anunciou que estava abandonando o modelo de marketplace para focar na prestação de serviços no e-commerce, oferecendo produtos financeiros, logísticos e infraestrutura para a criação de e-commerce.

Enquanto fazia ajustes na operação brasileira, a Rakuten também tentava ganhar mais visibilidade no restante do Ocidente. Para isso, uma das estratégias mais agressivas adotadas em 2016 foi o patrocínio do Barcelona. Mas o efeito, por aqui, foi pequeno.

“Dentro dos novos negócios da Rakuten no Brasil, o Rakuten Pay [de serviços financeiros] foi vendido como a grande promessa da empresa, mas o mercado ficou muito concorrido e a matriz não realizava os investimentos necessários pra que ganhássemos escala”, afirma um ex-funcionário.

Procurada pela reportagem, a Rakuten afirmou, por meio de nota, que, após vender as operações no Brasil, “se esforçou para garantir uma transição suave e justa para todas as partes interessadas. A empresa se disse ainda “desapontada” ao tomar conhecimento dos “problemas de pagamento que a comunidade de fornecedores da GenComm está enfrentado”.

A nota finaliza informando que, “como a Rakuten não gerencia mais os negócios ou seus ativos”, não pode “comentar mais sobre o estado atual dos negócios”. Os lojistas transformados em credores precisam, agora, aguardar os trâmites da recuperação judicial.

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Impacto do coronavírus sobre siderurgia da China está longe do fim

(Bloomberg) – O impacto do surto de coronavírus sobre o gigante setor siderúrgico da China está longe do fim, segundo um analista sênior da indústria, que espera mais quedas de preços no curto prazo, acumulação de estoques e demanda mais fraca antes de uma recuperação, que só deve começar depois de vários meses.

“O pico das principais pressões ainda está por vir”, disse Wang Jianhua, analista-chefe de aço do Mysteel Research Institute, em entrevista. “Embora a China comece a voltar ao trabalho, o aumento da demanda por aço e a atividade são muito limitadas, e pode levar de uma a duas semanas para o processo de recuperação começar.”

A maior indústria siderúrgica do mundo foi afetada pela crise, marcada pelo feriado estendido, transporte bloqueado e políticas de quarentena que ameaçam a demanda. O presidente chinês Xi Jinping prometeu que a China alcançará as metas econômicas e vencerá a batalha contra a epidemia; mas há vários sinais de que as usinas estão em dificuldade. O ritmo da construção – uma das principais fontes de demanda por aço – diminuiu, segundo Wang, que tem mais de 15 anos de experiência no setor siderúrgico.

“A demanda por aço na construção está literalmente quase parada”, disse Wang. Depois que a China estendeu o intervalo do Ano Novo Lunar e com a necessidade de colocar alguns trabalhadores em quarentena, o consumo deve ser afetado por um período considerável de tempo, avalia.

O Mysteel Research Institute faz parte do Mysteel.com, uma consultoria de inteligência de mercado da indústria de metais e mineração. O grupo – que oferece cotações diárias além de notícias do setor – possui mais de 3 mil coletores de dados e notícias em toda a China.

Preços mais baixos

Os preços do aço estão em baixa, e grupos de usinas como a China Iron & Steel Association alertaram sobre os problemas de transporte e demanda mais fraca. O preço à vista da barra de reforço – um produto de referência usado na construção – caiu para 3.832 yuans (US$ 550) por tonelada na quarta-feira, o menor nível desde maio de 2017.

A crise na China alimentou expectativas de que o governo central adotará mais medidas de estímulo para ajudar a maior economia da Ásia a enfrentar a tempestade. Isso poderia ajudar o aço. No ano passado, as usinas do país produziram mais de 50% da oferta mundial da liga.

Nem todo mundo está convencido de que as perspectivas são tão desafiadoras. O pior já teria passado, pois a China instou algumas regiões a acelerar o reinício das atividades, de acordo com Wu Wenzhang, fundador e presidente da Shanghai SteelHome E-Commerce, uma consultoria com cerca de 250 mil membros registrados.

“O pico já foi atingido”, disse Wu em entrevista, destacando o declínio do número diário de novos casos do vírus. Ele até projeta escassez de minério de ferro quando as usinas reiniciarem totalmente a produção.

As usinas da China são os maiores importadores de minério de ferro, e compram a maioria do volume de mineradoras como Vale, BHP, Rio Tinto e Fortescue Metals.

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Ação da TIM sobe 4% após números fortes do quarto trimestre; Cielo salta com notícia de que BB pode vender fatia

SÃO PAULO – A sessão é mais uma vez de ganhos para o Ibovespa, com o benchmark da bolsa brasileira acompanhando o exterior na esteira da desaceleração de novos casos do coronavírus. Com isso, o minério de ferro negociado em Qingdao registrou nova alta, de 2,9%, a US$ 88, impulsionando papéis de Vale (VALE3) e siderúrgicas. A TIM também avança, cerca de 4%, na esteira de resultados fortes do quarto trimestre.

Em destaque de alta, estão ainda os papéis da Cielo (CIEL3), de cerca de 4%, após notícia do Valor de que o BB pode vender fatia na companhia. Confira os destaques:

Vale (VALE3)

A Vale informa que acionou hoje o nível 2 do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM) da Barragem Capitão do Mato, da mina de mesmo nome, em Nova Lima (MG), em decorrência das chuvas na região. Segundo a empresa, o acionamento do nível 2 não terá impacto no plano de produção do primeiro trimestre.

Em nota, a companhia explica que em decorrência do volume de chuvas, superior à média histórica registrada na região, alguns instrumentos da estrutura apontaram alterações temporárias no nível de água, já tendo, neste momento, retornado aos níveis normais.

Segundo a empresa, a barragem permanecerá preventivamente em nível 2 até a conclusão da análise técnica do histórico e das condições atuais da estrutura. “Esses estudos, chamados ‘As-Is’, estão em andamento e novas discussões técnicas acontecerão em breve com a empresa de auditoria independente para reavaliação da situação”, afirma a Vale.

A mineradora informa ainda que os moradores da Zona de Autossalvamento (ZAS) já haviam sido realocados em novembro do ano passado em razão de obras de reforço na barragem Vargem Grande.

A Capitão do Mato é uma barragem de contenção de sedimentos, construída em etapa única, com aterro convencional. Segundo a Vale, além de inspeções rotineiras de campo, a barragem é monitorada permanentemente por instrumentos, como piezômetros, radares, estações robóticas, câmeras de vídeo, e pelo Centro de Monitoramento Geotécnico.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

A ação ordinária da Eletrobras entrou na carteira de estratégia do Itaú BBA após o ativo apresentar uma reação negativa ao fluxo de notícias recente sobre o possível atraso em sua privatização.

“A privatização ocorrendo somente em 2021 já é um dos pilares da nossa tese de investimentos desde o início e acreditamos que a reação do mercado pode ter sido exagerada. Ressaltamos também, que a empresa continua sendo o top pick do nosso time de Utilites”, destacam os estrategistas.

Alguns outros fatores da tese de investimentos do Itaú BBA são: i) expectativas de ganhos adicionais em eficiência; ii) rápida redução da alavancagem, com a relação dívida líquida / EBITDA chegando a 1,8 vez no terceiro trimestre (em relação aos 9,8 vezes do primeiro trimestre de 2016); e iii) uma maior probabilidade de aumento no pagamento de dividendos no médio prazo em um cenário de alavancagem menor.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil colocou sob revisão as suas participações no setor de cartões, o que poderá levar a uma reorganização da área e até à venda de ativos, informa o Valor Econômico. O objetivo é estudar como “extrair mais valor” dessas operações. Os negócios do BB incluem uma administradora de cartões e participações na credenciadora Cielo, na empresa de “vouchers” Alelo, entre outras.

Em relatório, o Bradesco BBI avaliou a possível venda com cautela. “Desinvestir na emissão de cartões pode colocar a operação inteira de varejo em risco. Claramente, esta opção está sobre a mesa porque a privatização do Banco do Brasil não parece ser uma opção do ponto de vista político. A solução então parece ser levantar valores com a venda de ativos em certas áreas. Nos cartões, parcerias com outros bancos, como o Bradesco e a Caixa, tornam a reorganização uma tarefa desafiadora”, avalia o BBI.

Moura Dubeux

A construtora e incorporadora imobiliária Moura Dubeux Engenharia, de Pernambuco, fará sua estreia na B3 amanhã (dia 13) com o código MDNE3 para sua ação. A empresa, uma das maiores construtoras do Nordeste do Brasil, realiza no momento uma oferta pública de ações (IPO) e está levantando ao redor de R$ 1,25 bilhão. A ação foi precificada a R$ 19.

A oferta foi coordenada pelo Itaú BBA, com a participação do Credit Suisse, Bradesco BBI, BB Investimentos e Caixa Econômica Federal. Em prospecto enviado dia 3 à CVM, a expectativa da empresa era levantar ao redor de R$ 1 bilhão, com o preço do papel entre R$ 17,00 e R$ 21,00.

Cogna (COGN3)

A oferta de ações da Cogna Educação movimentou R$ 2,56 bilhões com a venda de 232,4 milhões de ações. O preço por ação foi estabelecido em R$ 11,00, desconto de 1,35% em relação ao valor do último fechamento.

Log-in (LOGN3)

A Log-in foi iniciada como compra pelo Goldman Sachs. O preço-alvo é de R$ 30,80, o que implica potencial de alta de 36% em
relação ao último fechamento, mas ainda assim abaixo do preço-alvo médio de R$ 30,93.

Ambev (ABEV3)

A Heineken reportou fortes resultados no quarto trimestre de 2019 sendo que, no Brasil, o volume de cerveja cresceu um dígito médio em 2019 e duplo dígito no quarto trimestre com destaque para as marcas Heineken, Amstel e Devassa. Já as marcas econômicas declinaram um dígito alto, seguindo dois aumentos de preço durante o ano.

“A Ambev reportará seus resultados no dia 27 de fevereiro: esperamos números suaves no quarto trimestre, com volumes de cerveja no Brasil crescendo 2% ao ano, após queda de 2% no quarto trimestre de 2018. Porém, os volumes surpreendentemente fortes da Heineken corroboram o cenário competitivo desafiador e por isso, temos uma leitura negativa para Ambev”, aponta a equipe de análise da XP Investimentos.

TIM (TIMP3)

A operadora de telefonia TIM (TIMP3) informou na noite de ontem em balanço que obteve um lucro líquido de R$ 756 milhões no quarto trimestre de 2019, expansão de 28,7% sobre igual período de 2018. O EBITDA cresceu 8,1% para R$ 1,9 bilhão. Já a receita líquida teve uma expansão menor no período, de 2,9% para R$ 4,58 bilhões. A empresa informou que houve uma queda de 2,6% na base de clientes no final do quarto trimestre de 2019, para 54,4 milhões. O número de clientes no pré-pago caiu 7,6% no período, para 32,9 milhões de pessoas. No pós-pago, o número de clientes cresceu 6,1% para 21,4 milhões.

O Itaú BBA manteve a recomendação outperform (acima da média) para as ações da operadora de telefonia TIM, com preço-alvo de R$ 22,30 para a ação da operadora, alta de 4,25% sobre o valor atual. No geral, o BBA considerou os resultados da TIM positivos e dentro das estimativas, com um EBITDA no quarto trimestre de 2019 (R$ 1,9 bilhão) um pouco superior às projeções do banco.

“Os aspectos positivos são a contínua recuperação da receita nos serviços móveis e o crescimento da banda larga”, comentou o BBA, alertando, porém, que o endividamento da empresa cresceu. “As provisões para as dívidas cresceram 25% em uma base anual, chegando a 2,8% do faturamento bruto, apesar do declínio trimestral”, indica o BBA. No geral, o BBA aponta que a TIM bateu as metas. A operadora divulga as metas para 2020 em 11 de março.

Ouro Fino (OFSA3)

A Ouro Fino Saúde Animal informou uma expansão de 14% no seu lucro líquido no quarto trimestre de 2019, para R$ 24,5 milhões. No ano fechado de 2019, o lucro líquido recuou 34,4% para R$ 46,6 milhões. A receita líquida teve um crescimento de 12,1% no quarto trimestre de 2019, para R$ 196,5 milhões; no ano inteiro de 2019, a receita líquida atingiu R$ 619,6 milhões, crescimento de 5,2% sobre 2018.

O EBITDA da Ouro Fino foi de R$ 44,6 milhões no quarto trimestre de 2019, expansão de 22% sobre igual período do ano anterior. A Ouro Fino, segundo o balanço, fechou 2019 com um EBITDA de R$ 107,2 milhões – queda de 18,6% sobre 2018. Em 2019 também houve um crescimento no endividamento da Ouro Fino. A dívida líquida cresceu de R$ 222 milhões em 2018 para R$ 238 milhões em 2019. A relação dívida líquida sobre o EBITDA se deteriorou, passando de 1,69 vez em 2018 para 2,22 vezes em 2019.

Comgas (CGAS3

A Comgas, Companhia de Gás de São Paulo, publicou balanço na noite de ontem e informou lucro líquido recorrente de R$ 277 milhões no quarto trimestre de 2019, um crescimento de 2,7% sobre igual período do ano anterior. O EBITDA cresceu 5,4% no quarto trimestre de 2019, para R$ 489,6 milhões. Já o número de clientes da empresa cresceu 5,4% e ultrapassou 2 milhões no final de 2019.

Romi (ROMI3)

A Romi, fabricante brasileira de bens de capital, publicou balanço ontem e informou um lucro líquido de R$ 19 milhões no quarto trimestre de 2019, uma queda de 9,4% sobre igual período de 2018. A empresa teve uma receita líquida de R$ 230,8 milhões no quarto trimestre de 2019, um recuo de 6,6% sobre igual período do ano anterior. Já o EBITDA caiu 18,8% para R$ 31,3 milhões no quarto trimestre. No acumulado de 2019, a receita líquida da Romi cresceu 3% sobre 2018 para R$ 765,5 milhões.

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(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Ibovespa sobe com exterior e vai a 116 mil pontos; dólar avança após vendas no varejo decepcionarem

SÃO PAULO – O Ibovespa opera em alta nesta quarta-feira (12), seguindo o dia positivo das bolsas mundiais após sinais de que a velocidade de contaminação do coronavírus chinês pode estar diminuindo. A província de Hubei informou menor nível de casos este mês.

Dados oficiais mostram que 2.015 novos casos de coronavírus foram relatados na China nas últimas 24 horas, número que diminuiu pelo segundo dia seguido. Com isso, o total de infecções alcançou 44.653. Já o número de vítimas fatais aumentou para 1.113.

Em entrevista à Reuters, o epidemiologista chinês Zhong Nanshan, responsável por combater o vírus da Sars em 2003, previu que o surto do novo coronavírus deverá atingir seu pico entre a metade e o final deste mês e terminar em abril.

Com isso, a sessão é mais uma vez de alta para as commodities, com o minério de ferro negociado em Dalian em alta de mais de 3%, enquanto o WTI e o brent avançam cerca de 2%.

Às 10h11 (horário de Brasília), o benchmark da bolsa brasileira tinha ganhos de 0,57%, a 116.022 pontos.

Enquanto isso, os dados fracos de venda do varejo pressionam o câmbio e os juros futuros. O dólar comercial avança 0,18%, cotado a R$ 4,3333 na compra e R$ 4,3340 na venda.

Já os contratos de juros futuros registram baixa, com o contrato com vencimento em janeiro de 2022 tem queda de 5 pontos-base, a 4,81%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 recua 3 pontos-base, a 5,39%, seguido pela baixa de 4 pontos-base do vencimento em janeiro de 2025, a 6,04%.

Indicadores econômicos

O IBGE publicou na manhã de hoje sua pesquisa do varejo, relativa a dezembro de 2019. As vendas recuaram 0,1%, contra uma expectativa de avanço de 0,2% na comparação mensal, segundo estimativa mediana em pesquisa Bloomberg. Na comparação anual, o varejo subiu 2,6%, ante uma projeção de 3,3%.

O Banco Central divulga o fluxo cambial às 14h30. Esta sessão também marca o vencimento de opções sobre Ibovespa na B3.

Já na Europa, serão publicados na manhã de hoje indicadores sobre a produção industrial em dezembro, enquanto nos Estados Unidos serão divulgadas as solicitações de empréstimos hipotecários às 9h.

Já Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, volta ao Congresso dos EUA e fala no Comitê Bancário do Senado, às 11h50, em Washington. Na véspera, Powell destacou que o vírus impõe risco aos EUA e ao mundo.

Prévia democrata nos EUA

Nas primárias norte-americanas para a eleição presidencial, Bernie Sanders vence em New Hampshire e se torna líder indiscutível da ala esquerda do partido democrata, com Amy Klobuchar surpreendendo em 3º lugar e tornando ainda mais embolado o campo dos centristas.

New Hampshire foi o segundo a realizar prévias do partido, logo após a confusão do caucus em Iowa, que teve inclusive um pedido de revisão parcial feito pelas campanhas dos dois primeiros colocados, Pete Buttigieg e Sanders.

Política nacional

Ante a decisão quase certa do governo Jair Bolsonaro de travar o envio da proposta de PEC da reforma administrativa, a avaliação da equipe econômica é de que ela fez a sua parte, conforme ressalta o Estadão.

Diante do recuo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e seus assessores mais próximos, reforçam a interlocutores o discurso de que a proposta de reforma está pronta desde o fim do ano passado e que foi entregue ao presidente Jair Bolsonaro.

Para a equipe de Guedes, a proposta é necessária, mas o “timing” e a estratégia para o envio, agora, estão nas mãos do presidente.

Enquanto isso, o governo federal e líderes do Congresso entraram em um acordo nesta terça-feira para a derrubada de um veto presidencial em um projeto que mudou regras para a execução do Orçamento de 2020. Conforme destaca o jornal O Globo, os parlamentares irão assegurar seu direito de indicar a prioridade para a execução das emendas, mas aceitaram que não haverá um prazo de 90 dias para cumprir a ordem e que o gestor não será punido caso esse prazo não seja respeitado.

Noticiário corporativo

A construtora e incorporadora imobiliária Moura Dubeaux Engenharia, de Pernambuco, realiza uma oferta pública de ações avaliada em R$ 1,2 bilhão, com um preço de R$ 19,00 para o papel. A empresa fará sua estreia amanhã na B3, com o código MDNE3. A Moura Dubeux atua em cinco estados do Nordeste, da Bahia ao Ceará.

Já a TIM, a Comgas e a Romi publicaram balanços na noite de ontem. A TIM informou lucro líquido de R$ 756 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 28,7% sobre igual período do ano anterior.

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Carrefour confirma tratativas para comprar ativos do Makro

SÃO PAULO – O Carrefour divulgou um comunicado nesta segunda-feira (10) confirmando tratativas com os controladores do atacadista Makro para uma possível aquisição de ativos imobiliários e acessórios. Segundo a nota, a operação não contempla aquisição da subsidiária da Makro ou da totalidade das operações no Brasil.

Apesar da expectativa do mercado de que o acordo se firmasse ainda nesta semana, a companhia disse que “as tratativas se intensificaram nos últimos dias”, mas não há “garantias de que a operação será celebrada”. Também diz que valores mencionados em uma notícia são “substancialmente maiores que o valor máximo indicativo contemplado pelo Grupo Carrefour Brasil”.

Ao colocar ativos do Makro para dentro de casa, o Carrefour vai reforçar a operação de seu atacarejo, o Atacadão – fruto de uma aquisição feita em 2007. Essa bandeira vem respondendo pela maior parte dos resultados do grupo francês no Brasil. O Makro, que pertence ao grupo holandês SHV, tem hoje 74 lojas no País, onde fatura R$ 7 bilhões por ano.

Desde 2018, o grupo vem “enfeitando” sua operação para garantir um valor mais atraente. A decisão foi tomada tanto pelo fato de a SHV já ter saído do negócio há tempos lá fora quanto pelo fato de a rede não ter fôlego suficiente para disputar o varejo de igual para igual com as gigantes de mercado.

Com Agência Estado

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Ibovespa Futuro sobe com otimismo no exterior; dólar fica estável e DIs caem após dados fracos do varejo

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro inicia a quarta-feira (12) em alta, seguindo o dia positivo das bolsas mundiais após sinais de que a velocidade de contaminação do coronavírus chinês pode estar diminuindo. A província de Hubei informou menor nível de casos este mês.

Às 09h05 (horário de Brasília), o índice futuro registrava ganhos de 0,61%, a 116.185 pontos, enquanto o dólar futuro com vencimento em março tem leve alta de 0,06%, para R$ 4,338.

Já os contratos de juros futuros registram baixa após dados piores que o esperado de vendas do varejo. O contrato com vencimento em janeiro de 2021 tem queda de 1 ponto-base, a 4,22%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 recua 4 pontos-base, a 5,38%, seguido pela baixa de 5 pontos-base do vencimento em janeiro de 2025, a 6,03%.

As bolsas internacionais registram uma sessão de ganhos, com mineradoras em destaque, enquanto o S&P futuro e o Dow Jones futuro têm altas moderadas diante de sinais de que a propagação do coronavírus está desacelerando e de que a economia mundial poderá superar o impacto da doença.

Dados oficiais mostram que 2.015 novos casos de coronavírus foram relatados na China nas últimas 24 horas, número que diminuiu pelo segundo dia seguido. Com isso, o total de infecções alcançou 44.653. Já o número de vítimas fatais aumentou para 1.113.

Em entrevista à Reuters, o epidemiologista chinês Zhong Nanshan, responsável por combater o vírus da Sars em 2003, previu que o surto do novo coronavírus deverá atingir seu pico entre a metade e o final deste mês e terminar em abril.

Com isso, a sessão é mais uma vez de alta para as commodities, com o minério de ferro negociado em Dalian em alta de mais de 3%, enquanto o WTI e o brent avançam cerca de 2%.

Indicadores econômicos

O IBGE publicou na manhã de hoje sua pesquisa do varejo, relativa a dezembro de 2019. As vendas recuaram 0,1%, contra uma expectativa de avanço de 0,2% na comparação mensal, segundo estimativa mediana em pesquisa Bloomberg. Na comparação anual, o varejo subiu 2,6%, ante uma projeção de 3,3%.

O Banco Central divulga o fluxo cambial às 14h30. Esta sessão também marca o vencimento de opções sobre Ibovespa na B3.

Já na Europa, serão publicados na manhã de hoje indicadores sobre a produção industrial em dezembro, enquanto nos Estados Unidos serão divulgadas as solicitações de empréstimos hipotecários às 9h.

Já Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, volta ao Congresso dos EUA e fala no Comitê Bancário do Senado, às 11h50, em Washington. Na véspera, Powell destacou que o vírus impõe risco aos EUA e ao mundo.

Prévia democrata nos EUA

Nas primárias norte-americanas para a eleição presidencial, Bernie Sanders vence em New Hampshire e se torna líder indiscutível da ala esquerda do partido democrata, com Amy Klobuchar surpreendendo em 3º lugar e tornando ainda mais embolado o campo dos centristas.

New Hampshire foi o segundo a realizar prévias do partido, logo após a confusão do caucus em Iowa, que teve inclusive um pedido de revisão parcial feito pelas campanhas dos dois primeiros colocados, Pete Buttigieg e Sanders.

Política nacional

Ante a decisão quase certa do governo Jair Bolsonaro de travar o envio da proposta de PEC da reforma administrativa, a avaliação da equipe econômica é de que ela fez a sua parte, conforme ressalta o Estadão.

Diante do recuo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e seus assessores mais próximos, reforçam a interlocutores o discurso de que a proposta de reforma está pronta desde o fim do ano passado e que foi entregue ao presidente Jair Bolsonaro.

Para a equipe de Guedes, a proposta é necessária, mas o “timing” e a estratégia para o envio, agora, estão nas mãos do presidente.

Enquanto isso, o governo federal e líderes do Congresso entraram em um acordo nesta terça-feira para a derrubada de um veto presidencial em um projeto que mudou regras para a execução do Orçamento de 2020. Conforme destaca o jornal O Globo, os parlamentares irão assegurar seu direito de indicar a prioridade para a execução das emendas, mas aceitaram que não haverá um prazo de 90 dias para cumprir a ordem e que o gestor não será punido caso esse prazo não seja respeitado.

Noticiário corporativo

A construtora e incorporadora imobiliária Moura Dubeaux Engenharia, de Pernambuco, realiza uma oferta pública de ações avaliada em R$ 1,2 bilhão, com um preço de R$ 19,00 para o papel. A empresa fará sua estreia amanhã na B3, com o código MDNE3. A Moura Dubeux atua em cinco estados do Nordeste, da Bahia ao Ceará.

Já a TIM (TIMPE3), a Comgas (CGAS3) e a ROMI (ROMI3) publicaram balanços na noite de ontem. A TIM informou lucro líquido de R$ 756 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 28,7% sobre igual período do ano anterior.

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Evento exclusivo reúne gestores dos melhores fundos do país

ranking melhores fundos imbec infomoney

SÃO PAULO – O InfoMoney premiou os melhores fundos do país, com base num ranking feito em parceria com a escola de negócios Ibmec. No dia 19 de fevereiro, os gestores dos fundos vencedores participarão de um evento exclusivo em São Paulo, em que falarão sobre estratégias de investimento e perspectivas.

O evento Melhores fundos 2020 reunirá gestores como Carlos Woelz, sócio da Kapitalo, Cesar Paiva, fundador da Real Investor, Fausto Silva Filho, sócio da XP, Renato Jerusalmi, da JGP, e Rodrigo Coelho, sócio da Vinci, entre outros.

Os palestrantes se dividirão em painéis sobre fundos de ações, multimercado, imobiliários e crédito privado.

Haverá ainda um debate entre os melhores gestores da década, de que participarão Luiz Parreiras, sócio da Verde Asset, Alexandre Silveiro, CIO da AZ Quest, Ary Zanetta, sócio da Brasil Capital, e Eduardo Canto, gestor da ARX.

Clique aqui para saber como participar.

Confira abaixo a lista dos vencedores do ranking InfoMoney-Ibmec de melhores fundos do mercado.

Os melhores fundos de 2020


AÇÕES

1º. lugar: Real Investor FIA
2º. lugar: Brasil Capital FIC FIA
3º. lugar: Equitas Selection FIC FIA

MULTIMERCADO

1º. lugar: Kapitalo Zeta FIC FIM
2º. lugar: Verde AM Scena Advisory FIC FIM
3º. lugar: Navi Long Short FIC FIM

RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO

1º. lugar: AF Invest Geraes FI RF CP
2º. lugar: XP Top FI RF CP LP
3º. lugar: JGP Corporate FIC RF CP LP

IMOBILIÁRIO

1º. lugar: Iridium Recebíveis Imobiliários (gestora: Iridium)
2º. lugar: Vinci Shopping Centers (gestora: Vinci)
3º. lugar: BTG Pactual Fundo de Fundos (gestor: BTG Pactual)

Os melhores fundos da década


AÇÕES

1º. lugar: Atmos Ações FIC FIA
2º. lugar: AZ Quest Small Mid Caps FIC FIA
3º. lugar: Brasil Capital FIC FIA

MULTIMERCADO

1º. lugar: CSHG Verde FIC FIM
2º. lugar: ARX Extra FIC FIM
3º. lugar: Sharp Long Short FIM

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