Blog Feed

Coronavírus pode derrubar em até 50% vendas de smartphones na China

SÃO PAULO – Após os resultados nas vendas de smartphones finalmente começarem a se recuperar depois de sofrer vários trimestres consecutivos de quedas, o coronavírus está interrompendo e atrapalhando a produção no coração da cadeia de suprimentos global e país mais afetado pela doença: a China. Analistas sugerem que a crise com a infecção pode resultar em uma diminuição de 50% nos números de vendas de smarphones no país asiático.

Analistas da Canalys, empresa de pesquisa de mercado de Singapura, disseram que as remessas de smartphones na China podem cair entre 40% e 50% entre o quarto trimestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2020 devido a atrasos relacionados ao coronavírus, reportou o Business Insider.

A Foxconn, maior montadora de iPhones para a Apple, também disse aos funcionários na última sexta-feira (7) para não voltarem ao trabalho em 10 de fevereiro, dia em que a fábrica estava originalmente programada para retomar operações regulares, de acordo com a Bloomberg. Sem perspectiva para a retomada da produção, a companhia chegou a perder US$ 27 bilhões em valor de mercado.

A Apple também disse na semana passada que deve estender o fechamento de lojas na China devido ao surto de coronavírus, que já matou mais de 900 pessoas em todo o mundo e infectou mais de 40 mil.

Não está claro com que precisão a disseminação do coronavírus afetará os negócios da Apple, mas a empresa disse em seu relatório fiscal do primeiro trimestre que considerou implicações do vírus em seu guidance para o segundo trimestre de 2020 – que prevê uma queda de faturamento entre US$ 63 bilhões e US$ 67 bilhões.

Mas isso foi no final de janeiro, quando os impactos do surto eram menos claros. Uma nova nota de pesquisa da Wedbush Securities, uma empresa de serviços financeiros dos Estados Unidos, escrita pelos analistas Dan Ives e Strecker Backe, diz que a produção de cerca de 3 milhões e 5 milhões de iPhones corre o risco de sere transferida do primeiro para o segundo se a cadeia de produção persistir fechada por mais duas a três semanas ou mais.

A TrendForce, empresa de pesquisa de mercado, acredita que a produção de smartphones deve diminuir 12% nesse primeiro trimestre de 2020, para o menor nível em cinco anos, com uma produção estimada em 275 milhões. Ainda segundo dados da empresa, a previsão diminuiu a expectativa de produção do iPhone em 10%, para 41 milhões de unidades e da Huawei em 15%, para 42,5 milhões de aparelhos.

“O atraso na retomada dos trabalhos e as incertezas no retorno dos funcionários farão com que a entrega mensal dos principais componentes seja adiada, afetando o progresso da cadeia de produção de smartphones“, diz o relatório da TrendForce.

Apple é especialmente vulnerável

De um modo mais geral, se as previsões da Canalys forem verdadeiras sobre a remessa de smartphones na China ser reduzida pela metade devido a fechamentos relacionados ao coronavírus, isso pode ser particularmente impactante para a Apple, uma vez que a região da Grande China é o terceiro maior mercado – atrás dos Estados Unidos e Europa.

“O primeiro trimestre é geralmente lento para o mercado chinês, mas a situação atual provavelmente mostrará a alguns dos piores números de todos os tempos”, escreveu Canalys em seu relatório.

Esses contratempos relacionados ao coronavírus também ocorrem quando os negócios do iPhone da Apple e seu desempenho de vendas na China se recuperaram após um difícil ano de 2019. As recentes previsões de que as vendas de smartphones serão cortados pela metade na China, assim como o temor de uma grande epidemia mundial, causa incerteza em torno de quando a produção total será retomada provavelmente podem resultar em péssimos resultados para a Apple.

Invista seu dinheiro com segurança. Abra sua conta na XP – é grátis

The post Coronavírus pode derrubar em até 50% vendas de smartphones na China appeared first on InfoMoney.

Vítima de fake news: Bill Gates não comprou iate movido a hidrogênio e nem financiou patente de coronavírus

SÃO PAULO – Após rumores de que Bill Gates encomendou um iate de luxo movido a hidrogênio, a Sinot – empresa responsável pelo projeto – afirmou nesta segunda-feira (10) que o empresário e a companhia “não possuem nenhum relacionamento comercial”.

Os boatos creditam ao co-fundador da Microsoft a compra do primeiro modelo da embarcação Aqua Ship, com 112 metros de comprimento, cinco decks, espaço para 14 convidados e 31 tripulantes, piscina, spa, academia e heliponto por US$ 644 milhões.

Site da empresa realizadora do projeto desmente “fake news” de compra. (Reprodução/Sinot)

Embora não seja o comprador, Gates demonstra há tempos o desejo de investir em energias limpas. Nos últimos anos, o empresário e a sua fundação tem voltado esforços à criação de fundos para financiamento de pesquisas de tecnologias inovadoras para promoção de energias verdes e combate do aquecimento global.

O conceito base do projeto foi apresentado em Mônaco, no ano passado, e chamou atenção por contar com tecnologia que combinam hidrogênio e oxigênio para produzir eletricidade e água, assim evitando a queima de carvão e madeira para alimentar o navio. Para isso, o iate possui dois tanques de 28 toneladas selados a vácuo com hidrogênio líquido resfriados a -253º C.

Ao negar que o protótipo de iate estava ligado a Gates ou a qualquer um dos seus representantes, um porta-voz da Sinot afirmou à BBC que o projeto é “destinado a construir um futuro melhor e inspirar clientes e a indústria”.

Quando for entregue, a embarcação vai atingir 17 nós de velocidade e viajar por 3.750 milhas naúticas, cerca de 6.035 quilômetros. O Aqua ainda não está disponível no mercado e tem data de lançamento prevista para 2024.

Bill Gates e o coronavírus

No início do mês, a Fundação Bill e Melinda Gates negou qualquer relação com a disseminação do coronavírus e o registro de uma patente do novo vírus em 2014.

A Fundação foi vítima de notícias falsas em diversos idiomas promovidas por grupos antivax no Facebook. Segundo a agência de checagem Aos Fatos, a fundação apoia o instituto britânico Pirbright, que tem uma patente registrada em 2015 para uma versão enfraquecida do IBV.

O IBV é um vírus da família dos coronavírus causador da bronquite infecciosa em aves, mas não possui ligação com o novo coronavírus – responsável por mais de 900 mortes na China.

Quer investir o seu dinheiro para comprar o que desejar? Clique aqui e abra a sua conta na XP Investimentos

 

The post Vítima de fake news: Bill Gates não comprou iate movido a hidrogênio e nem financiou patente de coronavírus appeared first on InfoMoney.

Ação da Gol salta 6% após acordo com Carlyle; IRB sobe 5% e Petrobras e Vale avançam com dados de produção

SÃO PAULO – A sessão foi de fortes ganhos para o Ibovespa com o alívio para as bolsas internacionais em meio à desaceleração das taxas de crescimento dos novos casos de coronavírus e também em uma sessão de noticiário corporativo movimentado, com destaque para o resultado do Itaú Unibanco, além da repercussão dos dados de produção de Petrobras e Vale.

As ações do Itaú Unibanco subiram 2,3% após números considerados positivos (veja a análise do balanço clicando aqui), enquanto Petrobras subiu mais de 1% com a alta de quase 2% das cotações do barril de petróleo e com os dados de produção. Entre os bancos, também chamaram atenção as ações do Banco do Brasil (BBAS3), que dispararam 4,72%.

A Vale também avançou com os números do quarto trimestre, mas também com a alta de 4,40% do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian. Enquanto isso, o IRB saltou 5% após a forte queda da véspera. Além da mineradora, as siderúrgicas também foram destaque, com CSN (CSNA3), Gerdau (GGBR4) e Usiminas (USIM5) subindo mais de 4% cada uma.

Já o Grupo São Martinho subiu 4% após reportar um lucro líquido de R$ 342 milhões no terceiro trimestre do ano-safra de 2019-2020. O lucro do São Martinho cresceu 420% no período.

Confira os destaques da B3:

Itaú Unibanco (ITUB4)

O Itaú Unibanco fechou o quarto trimestre de 2019 com lucro líquido recorrente de R$ 7,296 bilhões, uma alta de 1,9% ante o mesmo período de 2018. O resultado ficou em linha com a projeção de R$ 7,28 bilhões dos analistas consultados pela Bloomberg.

No acumulado de 2019, o lucro líquido recorrente do maior banco privado do país chegou a R$ 28,363 bilhões. É um avanço de 10,2% sobre 2018.

O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido — um indicador que mede como os bancos investem os recursos de seus acionistas) também avançou, tanto no trimestre (+0,3 ponto percentual) quanto no ano (+1,7 ponto percentual), para 23,7%.

“Nosso ambiente de negócios em 2019 foi influenciado pela continuidade do ciclo de cortes na taxa Selic, sustentada pelo baixo nível de inflação no país e por reformas estruturais na economia, como a da previdência social. Nesse cenário, alguns indicadores sinalizam uma recuperação da atividade econômica, como o crescimento das concessões de crédito e uma redução gradual do índice de desemprego”, destacou o banco em seu balanço.

A margem financeira aumentou 8% em 2019 sobre o ano anterior, o que permitiu um desempenho melhor do lucro. A margem financeira gerencial, que leva em conta operações com clientes e com o mercado (tesouraria), ficou em R$ 74,630 bilhões no ano passado, ante R$ 69,084 bilhões em 2018. Considerando apenas o último trimestre de cada ano, houve avanço de 1,9%, passando de R$ 19,071 bilhões a R$ 19,439 bilhões.

A receita de serviços do banco também apresentou um salto em 2019, na comparação com 2018, indo de R$ 35,1 bilhões para R$ 37,3 bilhões — aumento de 6,4%. O desempenho reflete a alta de 7,2% nas emissões de cartões de crédito e débito, de 24,9% na administração de recursos e de 79,3% na assessoria econômica, financeira e de corretagem.

O Bradesco BBI avaliou os resultados como positivos e sob alguns aspectos até superiores às projeções para o Itaú, mas ressaltou que 2020 será um período de desafios para os bancos no Brasil e recomendou cautela. A recomendação para o papel ITUB4 permanece neutra, com um preço-alvo de R$ 38, alta de 11% frente o último fechamento. “O lucro líquido do Itaú chegou 1,6% acima da nossa estimativa e amplamente em linha com o consenso de R$ 7,28 bilhões. A qualidade do crédito permaneceu sob controle e a receita com as tarifas teve influência positiva do mercado de capitais, com forte desempenho na gestão de ativos e investimentos em banking (incluída a XP). Com relação ao guidance para 2020, destacamos a redução das despesas e a receita com as tarifas ( de 4,5% para 7,5%). Como lado negativo, vemos o aumento dos ativos de risco (de R$ 18,5 bilhões para R$ 22 bilhões)”, comenta o BBI. Segundo a análise, a posição mais cautelosa se deve a “uma visão de que os desafios são estruturais e não relacionados a eventos pontuais”.

IRB (IRBR3)

As ações do IRB chegaram a subir 6% nesta terça após perder quase R$ 10 bilhões de valor de mercado desde o começo de fevereiro, em meio aos questionamentos da gestora Squadra sobre os números apresentados pela companhia.

Nesta sessão, o Citi reiterou recomendação de compra e preço-alvo de R$ 38,67 para as ações da companhia enquanto que, em teleconferência, Candido Bracher, CEO do Itaú Unibanco, afirmou que o banco está confortável com a forma como o IRB reporta seus resultados. Bracher apontou que o Itaú, que tem uma fatia de 11% no IRB, tem assento no Conselho de Administração e vê sua participação na empresa como de longo prazo.

O IRB Brasil caiu quase 24% desde que a gestora Squadra Investimentos disse que sua posição vendida nas ações IRBR3 se tornaram uma de suas maiores posições, citando descompasso entre lucro recorrente e lucro contábil.

Leia mais:
Por que o IRB perdeu mais de R$ 10 bilhões em valor de mercado desde o início de fevereiro?

Em uma teleconferência na segunda-feira, a administração do IRB afirmou estar totalmente comprometida em fornecer resultados muito fortes em 2020 e que o nível de divulgação das demonstrações financeiras aumentará, diz Citi.

Banco do Brasil (BBAS3

O Banco do Brasil comunicou na noite de ontem que o Banco Votorantim, ou BV, protocolou ontem pedido de registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além disto, o Banco do Brasil informou que o BV planeja realizar uma distribuição primária e secundária de “units” no mercado, mas em data a ser definida no futuro. O Banco do Brasil é sócio minoritário no BV, com 49,9% do capital social do banco, enquanto a Votorantim Finanças tem 50,1% do capital e é majoritária.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A produção da Petrobras no quarto trimestre de 2019 foi de 3,025 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), alta de 13,7% ante os 2,660 milhões de boed em igual período do ano anterior. Esta foi a primeira vez que a companhia superou 3 milhões de barris em um trimestre.

Já no acumulado do ano, a estatal teve produção de 2,770 milhões de boed, avanço de 5,4% sobre 2018. Com isso, a petroleira atingiu o limite superior da meta traçada para o ano, de 2,7 milhões de boed, com variação de 2,5% para cima ou para baixo.

De acordo com a empresa, o resultado se deu principalmente devido a melhora dos 8 novos sistemas que entraram em produção em 2018 e 2019 nos campos de Búzios, Lula, Berbigão e Sururu e Tartaruga Verde.

Já a produção de óleo do pré-sal cresceu 12,1% nos três últimos meses de 2019 ante mesmo período do ano anterior, ficando em 1,533 milhões de boed, com destaque, segundo a Petrobras, para os campos de Búzios e Lula.

Enquanto isso, no acumulado de 2019, a Petrobras teve produção de 1,277 milhões de barris no pré-sal, uma alta de 28,5% em relação ao ano anterior.

A produção do pós-sal em águas profundas e ultra profundas, porém, fechou o período entre outubro e dezembro em 680 mil boed, uma queda de 14,2% em um ano. Houve recuo também na produção em águas rasas, 14,5%, para 59 mil barris.

Em 2019, o pós-sal produziu 704 mil boed, enquanto águas rasas ficou em 66 mil boed, quedas de 13,7% e 26,7%, respectivamente.

“A performance operacional do ano reflete o melhor resultado no 2S19, impulsionado pelo ramp-up dos novos sistemas de produção, que mais do que compensou os desafios, enfrentados no 1S19”, disse a Petrobras em seu release.

A estatal ainda comunicou ao mercado que o Judiciário negou um pedido de ressarcimento feito por investidores da Sete Brasil, empresa em recuperação judicial. Com a sentença favorável, a petroleira informou que reverterá a soma de R$ 1,3 bilhão que havia provisionado para litígios com a Sete Brasil. A soma deverá ser integralizada aos resultados financeiros do quarto trimestre da estatal, ainda não publicados.

Vale (VALE3)

A Vale divulgou o relatório de produção do quarto trimestre de 2019, com uma queda de 9,7% na base de comparação trimestral na produção de minério de ferro, para 78,3 milhões de toneladas. Na base de comparação com o mesmo trimestre de 2018, a queda foi de 21,5%. No ano, a produção foi de 301,972 milhões de toneladas métricas, queda de 21,5% na comparação com 2018.

“A interrupção operacional que se seguiu à ruptura da barragem I, com interdições nas operações de Vargem Grande, Fábrica, Brucutu, Timbopeba e Alegria, juntamente com a sazonalidade climática mais forte do que o normal no primeiro semestre, causaram grandes impactos na produção, parcialmente compensados por: (a) ramp-up do S11D; (b) redução de estoques; (c) retomada gradual das operações de Vargem Grande, Brucutu e Alegria”, destacou a companhia em comunicado.

Já as vendas foram de 77,9 milhões de toneladas métricas, alta de 5,2% na base de comparação com o terceiro trimestre do ano passado e queda de 3,2% frente os últimos três meses de 2018.  As vendas para o ano tiveram queda de 12,8%, passando de 308,981 milhões de toneladas para 269,306 milhões.

O volume de vendas de finos de minério de ferro e pelotas, por sua vez, atingiu 312,5 milhões de toneladas em 2019, ficando em linha com o guidance anual de 307-312 milhões de toneladas.

A companhia ainda informou que, apesar dos impactos combinados na produção, o guidance de produção de finos de minério de ferro da Vale em 2020 permanece em 340-355 milhões de toneladas. “Os volumes de produção dependerão, principalmente, da concessão de autorizações externas para retomar a produção interrompida, enquanto a conquista do maior nível de produção continua possível, dependendo de várias vantagens que estão sendo exploradas”, avaliou.

Banrisul (BRSR6)

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) publicou na manhã de hoje seu balanço de 2019 e informou um lucro líquido recorrente de R$ 1,27 bilhão no ano passado, um crescimento de 16,2% sobre 2018. Segundo o banco estatal gaúcho, o resultado no ano passado refletiu “o crescimento das receitas de tarifas bancárias, a relativa estabilidade das despesas administrativas ajustadas e a redução da margem financeira”. O Banrisul informou que destinou R$ 536,6 milhões para o pagamento de dividendos e reteve R$ 610,8 milhões.

O Banrisul comunicou que no ano passado seus ativos cresceram 5,3% para R$ 81,5 bilhões em dezembro. Segundo o banco, houve crescimento nos depósitos e nos títulos de letras. As operações de crédito representaram 44,4% dos ativos; as aplicações interfinanceiras de liquidez, 31,8%; e as relações interfinanceiras, 18,5%. Outros 5,3% são ativos não detalhados. A carteira de crédito totalizou R$ 36,1 bilhões em dezembro de 2019, uma expansão de 6,2% em doze meses.

São Martinho (SMTO3)

O Grupo São Martinho teve um lucro líquido de R$ 342,9 milhões no terceiro trimestre do ano-safra de 2019-2020 (correspondente ao quarto trimestre de 2019), informou a empresa do setor canavieiro em balanço publicado na noite de ontem. O lucro cresceu 420,1% sobre o terceiro trimestre do ano safra anterior de 2018-2019. A receita líquida avançou 22,2% para R$ 1,02 bilhão no terceiro trimestre. Nos nove meses do ano-safra 2019-2020, a expansão foi menor, de 13,2% para R$ 2,5 bilhões. O EBITDA foi de R$ 541,4 milhões no terceiro trimestre 2019-20, expansão de 29,7% sobre igual período de 2018-19.

Segundo o Grupo, houve aumento de 17% no volume de vendas do etanol; de 11,8% no volume do açúcar; e de 13,9% na energia no trimestre. A relação dívida líquida sobre EBITDA caiu de 1,8x no terceiro trimestre do ano-safra 2018-19 para 1,65x no terceiro trimestre do ano-safra 2019-2020. A empresa fechou o terceiro trimestre com dívida líquida de R$ 2,9 bilhões, 5% menor que os R$ 3,1 bilhões de igual trimestre do ano-safra anterior.

Segundo o Itaú BBA e o Bradesco BBI, os resultados foram positivos. O Itaú BBA avalia que o Ebitda do grupo teve um forte crescimento, 20% superior às projeções, mas lembra que boa parte do lucro líquido de R$ 342 milhões no terceiro trimestre do ano-safra 2019-2020 (correspondente ao quarto trimestre de 2019) ocorreu por ganhos não recorrentes de R$ 230 milhões vindos do pagamento de precatórios da Copersucar. Já o Bradesco BBI comenta que os resultados do São Martinho no trimestre chegaram mais fortes que em igual período do ano anterior, lembrando ainda que o grupo ainda deve receber mais R$ 1,7 bilhão em precatórios referentes à Copersucar até 2025, mas alerta que é imprevisível fixar quando o governo pagará os títulos.

Ânima (ANIM3

A Ânima Educação informou ontem que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou sem restrições a aquisição da Unicuritiba. A Ânima anunciou a aquisição da Unicuritiba em dezembro do ano passado por R$ 130 milhões. A Unicuritiba conta atualmente com 5,2 mil alunos e oferece 13 cursos de graduação na capital paranaense.

Gerdau (GGBR4)

A Gerdau anunciou a interrupção das atividades na fábrica de Jackson (Michigan). A planta de aços especiais tem capacidade de 275 mil toneladas ao ano e a empresa tomou a decisão visando a otimização de custos. “Por se tratar de uma planta relativamente pequena (cerca de 2% da produção consolidada da companhia), vemos impacto marginalmente positivo para as ações”, aponta Yuri Pereira, analista da XP, que possui recomendação de de compra para o papel.

Carrefour (CRFB3

O Carrefour Brasil confirmou na noite de ontem que está em negociações para comprar a operação do atacadista Makro no País. O grupo de comércio ressaltou, contudo, que a possível transação não contempla a aquisição “da subsidiária do Makro, nem a totalidade das operações do Makro no Brasil”. O Carrefour já atua no atacado com o Atacadão, uma operação que mistura atacado com varejo (apelidada de “atacarejo”) que comprou em 2005. Já o Makro, empresa holandesa, está no Brasil desde 1972 e não atua no conceito “atacarejo”. O Carrefour Brasil negou na nota ter a assessoria do Banco Rothschild nas negociações.

Gol (GOLL4)

A Gol anunciou ter fechado contratos de venda e arrendamento de 11 Boeing 737 NG com a Carlyle Aviation. “Isso acelerará ainda mais a renovação da frota da GOL e a desalavancagem do balanço. A Gol pretende substituir esses NGs por aeronaves Boeing 737 MAX-8 durante os próximos anos”, destaca a aérea em comunicado.

Segundo o Bradesco BBI, a companhia aérea confirmou “mais uma vez sua capacidade de gerar valor por meio de transações de aeronaves”, pois o contrato com a Carlyle pode gerar R$ 45 milhões por cada B737 NG, enquanto a introdução da nova geração de aeronaves em sua frota geraria R$ 24 milhões por B737 MAX.

A recomendação dos analista é outperform, com preço-alvo para o fim deste ano de R$ 63,00.

Daycoval 

O Banco Daycoval pediu registro de IPO à CVM. Além do pedido pedido de registro da oferta primária e secundária de ações PN, o banco pediu à B3 para ser listado no segmento de negociação Nível 2, disse a Daycoval em comunicado.

Na ata da AGE na qual os acionistas aprovaram as decisões, a Daycoval diz que decisão sobre o montante de ações a ser ofertado depende de decisão do conselho de administração. Os coordenadores são o Itaú BBA, BTG Pactual, Santander e BofA.

Priner

A faixa de preço da ação da Priner para IPO será entre R$ 10 e R$ 13. A oferta contará com participação de determinadas instituições consorciadas que estão autorizadas a operar no mercado de capitais brasileiro, destaca a empresa em comunicado.

A quantidade de ações da oferta base poderá ser acrescida em até 20%, ou seja, em 3.478.261 ações, a critério do acionista vendedor.

 

Seja sócio das melhores empresas da Bolsa: abra uma conta na Clear com taxa ZERO para corretagem de ações

The post Ação da Gol salta 6% após acordo com Carlyle; IRB sobe 5% e Petrobras e Vale avançam com dados de produção appeared first on InfoMoney.

Ibovespa futuro sobe seguindo exterior e com investidores à espera de Powell; dólar tem leve queda

SÃO PAULO – Após a sessão de forte queda na véspera, a despeito da alta nas bolsas de Nova York, o Ibovespa indica uma sessão de alívio nesta terça-feira (11), agora acompanhando o noticiário externo. Às 9h11 (horário de Brasília), o contrato do Ibovespa Futuro com vencimento para fevereiro de 2020 registrava alta de 0,70%, a 113.835 pontos. O dólar futuro para março, por sua vez, registra queda de 0,28%, a R$ 4,317.

As bolsas internacionais repercutem a desaceleração da taxa de novos casos do novo coronavírus; contudo, os investidores seguem de olho nos efeitos da doença, que já infectou 42.638 pessoas e matou 1.016 na China continental.

Enquanto isso, o presidente da China, Xi Jinping, afirmou que os fundamentos da economia chinesa são fortes e que o impacto do surto do coronavírus será curto sobre a atividade econômica do país, o que ajudou a tranquilizar os investidores da Ásia, que aguardam por novos estímulos do Banco do Povo da China. Os futuros de Nova York tinham modesto avanço na manhã de hoje, após o forte pregão de ontem, enquanto as bolsas europeias abriram em alta.

Já os contratos de juros futuros registram baixa nesta sessão, também repercutindo a ata da última reunião de política monetária do Copom, que reduziu a taxa básica de juros de 4,5% para 4,25%. O contrato com vencimento em janeiro de 2021 registra queda de 2 pontos-base, a 4,23%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 tinha baixa de 4 pontos-base, a 5,46%, seguido pela baixa de 3 pontos-base do vencimento em janeiro de 2027, a 6,43%.

A ata do Copom destaca que o “atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária”. “Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019 [cortes de juros já efetuados], o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária [redução da taxa básica]”. Contudo, o BC também avaliou que “seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, com peso crescente para o ano-calendário de 2021”.

No começo da tarde, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, falará e pode ser o driver mais importante da sessão, com o coronavírus em segundo plano; os dados de atividade econômica dos EUA têm sido fortes ultimamente e os investidores buscarão informações para confirmar as
chances de redução de taxas estimadas neste ano.

Os investidores também ficam de olho na temporada de balanços: o Itaú Unibanco (ITUB4) registrou lucro líquido de R$ 28,4 bilhões em 2019, alta de 10%. Apenas no último trimestre do ano passado, o lucro do maior banco privado do país foi de R$ 7,3 bilhões, em linha com o esperado por analistas. Enquanto isso, Petrobras e Vale reagem a dados de produção.

A produção da Petrobras no quarto trimestre de 2019 foi de 3,025 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), alta de 13,7% ante os 2,660 milhões de boed em igual período do ano anterior. Esta foi a primeira vez que a companhia superou 3 milhões de barris em um trimestre. Já a Vale registrou uma produção de minério de ferro de 78,3 milhões de toneladas no quatro trimestre, queda de 9,7% na base trimestral.

Seja sócio das melhores empresas da Bolsa: abra uma conta na Clear com taxa ZERO para corretagem de ações

(Com Bloomberg)

The post Ibovespa futuro sobe seguindo exterior e com investidores à espera de Powell; dólar tem leve queda appeared first on InfoMoney.

Fundos de inflação: Como ficarão os retornos após o fim dos cortes de juros?

moeda de R$ 1 notas de R$ 50 e R$ 100 real dinheiro

SÃO PAULO – A referência do mercado de juros no curto prazo é o CDI, taxa que acompanha a Selic. Mas em investimentos mais longos, que duram anos, décadas à frente, a baliza é outra. Nesses casos, os investidores se guiam pelas chamadas NTN-Bs.

Hoje chamados de Tesouro IPCA+, esses títulos públicos pagam uma taxa acima da inflação acumulada no período. É por isso que papéis desse tipo são utilizados para contratar ganhos por longos períodos, em que o risco inflacionário é maior. Atualmente, por exemplo, os prazos das NTN-Bs oferecidas pelo Tesouro chegam a trinta anos.

O ano passado, contudo, foi um exemplo de como esses papéis podem gerar ganhos expressivos no curto prazo. Em 2019, houve valorizações de até 58%, com a maior parte desse desempenho fruto de ganho de capital provocado pela marcação a mercado.

Isso porque os preços dos papéis sobem quando os juros diminuem – se os títulos são mantidos até o vencimento, porém, o rendimento recebido é aquele combinado no momento da compra. Desse modo, os fundos de inflação tiveram os melhores desempenhos entre os fundos de renda fixa de varejo em 2019. (Confira matéria completa aqui.)

Com base em dados da Economatica, o InfoMoney levantou os 50 fundos de renda fixa com maior retorno em 2019, entre os que perseguem o índice IMA-B (ou suas variações IMA-B5 e IMA-B5+), uma cesta de títulos públicos atrelados à inflação.

Em média, eles entregaram rentabilidade de 24,3% no ano passado. O fundo com maior retorno, Porto Seguro Inflação IMA-B 5+, registrou ganho de 31,3%.

Conforme se destacavam, os produtos recebiam aportes significativos: os 50 fundos registraram juntos captação líquida de R$ 16 bilhões em 2019. O patrimônio médio deles durante o ano totalizou R$ 50 bilhões.

Tal entrada de recursos foi na contramão da indústria de renda fixa, que registrou saldo negativo de R$ 69,3 bilhões no ano passado, o pior resultado desde 2008.

//e.infogram.com/js/embed.js

Do mesmo modo que gerou ganhos, contudo, a reprecificação dos títulos pode provocar perdas de magnitude semelhante.

Com a proximidade do fim do ciclo de corte de juros, muitos investidores começaram a embolsar os lucros com esses produtos. Em janeiro, houve mais resgates do que aplicações nos 50 fundos, deixando o saldo líquido negativo em R$ 1,4 bilhão.

Leia também:
Os melhores fundos de ações e multimercados em 12 meses até janeiro
Tesouro Direto: confira as taxas dos títulos públicos; novos papéis passam a ser ofertados

Para especialistas, um cenário negativo para os títulos atrelados à inflação não é provável em 2020. O ganho de capital, no entanto, não deve ser grande fonte de lucros.

Gilberto Kfouri, responsável por renda fixa e multimercados da BNP Paribas Asset Management, assinala que os grandes retornos gerados pelo movimento de cortes de juros já aconteceram. Desse modo, como o potencial de ganho é bem menor, os riscos se tornam mais significativos para esses produtos.

Ele destaca que, se em 2019, o IMA-B rendeu 23%, contra um CDI de 6%, o prêmio agora deve ser várias vezes menor. Enquanto investimentos atrelados ao CDI devem gerar um retorno na casa de 4% em 2020, aponta Kfouri, os fundos de inflação devem render por volta de 6,5% (inflação projetada acrescida das taxas pagas atualmente).

“Achamos que [o produto] ainda faz sentido, mas não veremos os desempenhos do ano passado, bem longe disso. Não vejo muito potencial de ganho com o fechamento das taxas”, afirma.

O cenário mais provável, afirma Kfouri, contempla, no máximo, mais um corte de 0,25 ponto da Selic, que ficaria estável até 2021. A partir de então se iniciaria uma normalização da política monetária, ou seja, os juros seriam elevados até uma taxa neutra, deixando de ficar em níveis estimulativos. Nesse caso, o cenário base é que os juros cheguem a no máximo 7% nos anos seguintes, diz.

Entre os riscos no caminho, Kfouri aponta um eventual desvio no rumo das reformas de cunho fiscal, bem como uma aceleração muito forte da atividade, que obrigaria o Banco Central a efetuar um aperto monetário mais intenso. Esse último risco é menor, avalia, ressaltando que uma atividade mais forte beneficiaria outras classes de ativos.

“Para o curto prazo, os dois riscos são baixos. Para o médio prazo, o risco de não se atingir uma estabilização fiscal é maior”, afirma, apontando que a proximidade do período eleitoral em 2022 adiciona mais incertezas.

Foco deve estar no longo prazo

Marcos Rechtman, gestor de renda fixa da Icatu Vanguarda, destaca que os fundos de inflação foram desenhados para horizontes de longo prazo, protegendo os investidores do avanço dos preços de maneira mais eficiente do que investimentos atrelados aos juros de curto prazo.

“O dinheiro para os próximos seis meses, a reserva de emergência, deve estar em CDI”, alerta. O horizonte ideal, avalia, é de pelo menos cinco anos nos fundos de inflação.

Ele explica ainda que a gestão nesses fundos não costuma ser ativa. O objetivo é seguir, com uma margem de ação pequena, os índices de referência. Assim, os gestores não propõem mudanças significativas no portfólio por antever um possível aumento das taxas de juros. Momentos de perda, portanto, são inevitáveis em produtos assim.

Em 2015, quando a Selic começou o ano a 11,75% e terminou a 14,25% ao ano, o IMA-B fechou com retorno de 8,9%, contra um CDI de 13,2%. “A ideia do fundo é permitir uma alocação dinâmica da carteira de acordo com o objetivo. Se um cenário é mais adverso, o investidor pode eventualmente aumentar sua parcela pós-fixada.”

Se 2020 ainda deve trazer retornos razoáveis, a perspectiva para esses fundos em 2021 já é pior, aponta Breno Martins, analista de renda fixa da Mongeral Aegon Investimentos. “O jogo no ano que vem é ver quando começa o outro ciclo e até onde ele vai”, diz. “Quando entrar em um ciclo de alta, os fundos vão trazer um retorno pior, até negativo.”

A expectativa do mercado financeiro é que a taxa básica de juros suba para 6%, ao fim de 2021.

O economista chama a atenção para a baixa volatilidade dos retornos recentes na classe, que não deve ser entendida como natural. “A princípio, o cenário à frente não assusta tanto. Mas estamos trabalhando em níveis muito baixos [de volatilidade] e qualquer coisa acima disso já começa a fazer uma pressão.”

Martins afirma ainda que uma boa estimativa para a volatilidade dos produtos que seguem o IMA-B nos próximos anos fica em torno de 5%, tomando como base o histórico de oscilações. Como essa variação é maior quanto mais longos forem os títulos, fundos que buscam retornos do IMA-B5+ tendem a balançar mais.

Aproveite as oportunidades para fazer seu dinheiro render mais: abra uma conta de investimentos na XP – é de graça

The post Fundos de inflação: Como ficarão os retornos após o fim dos cortes de juros? appeared first on InfoMoney.

Uber anuncia ferramenta que grava conversas entre motoristas e passageiros no Brasil

Homem segurando celular com o aplicativo do Uber

SÃO PAULO – A Uber anunciou nesta segunda-feira (10) no Brasil uma nova ferramenta para seu aplicativo, que possibilitará gravar em áudio conversas que acontecem durante corridas no aplicativo.

Chamada de U-Áudio, o recurso de gravação por meio do aplicativo, estará disponível primeiro em cinco cidades: Salvador (Bahia), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), São Luís (Maranhão), Sorocaba (São Paulo), e Uberlândia (Minas Gerais). Tanto usuários como motoristas podem ativar a ferramenta.

A Uber explica que os áudios gravados poderão ser compartilhados com a empresa e até com autoridades com o objetivo de ajudar em casos de investigações.

Os áudios ficam “criptografados e armazenados diretamente no dispositivo de quem fez a gravação e a Uber só poderá acessá-lo se o motorista ou usuário escolherem compartilhar o arquivo como parte do relato”, diz a nota.

“Quando a viagem se encerra ou por meio do histórico de viagens, tanto o usuário quanto o motorista terão a opção de relatar um incidente de segurança e anexar o arquivo de gravação de áudio”, disse a Uber em nota.

Depois que o arquivo de áudio criptografado for enviado aos agentes de atendimento ao cliente da Uber, o arquivo será aberto e usado para ajudar a entender melhor o relato do incidente e tomar as medidas apropriadas.

“Em algumas situações, uma gravação pode ser utilizada para apoiar os responsáveis pelo atendimento na decisão de desativação do motorista ou usuário, de acordo com o Código de Conduta da Uber”.

Durante o piloto, a ferramenta está sendo configurada para apagar os arquivos de áudio automaticamente após uma semana.

A Uber explicou que os usuários e motoristas receberão avisos de que “estão sujeitos a gravação de áudio”, e que a proteção da privacidade dos envolvidos “é levada muito a sério”. “Somente a Uber tem a chave para descriptografar o arquivo e isto somente pode ser feito após a denúncia, com o envio do áudio”, explica a empresa.

“O U-Áudio é um recurso extra para nos ajudar a entender o que ocorreu durante uma viagem em que algo deu errado. Queremos tomar as medidas apropriadas e esse arquivo pode ajudar nossos agentes de suporte neste processo”, disse Marcello Azambuja, diretor do centro de tecnologia da Uber no Brasil.

A empresa anunciou uma série de iniciativas de segurança para 2020, entre elas a chamada U-ajuda, que potencializa o poder do GPS e de outros sensores no smartphone. Nesse caso, a Uber pode identificar e sinalizar eventos raros, como uma parada longa e não prevista na rota.

Se uma parada não prevista for sinalizada, a Uber pode iniciar uma checagem e enviar uma mensagem para o motorista parceiro e o usuário perguntando se é necessário algum suporte.

Outra camada de segurança inclui, o U-Código, uma outra ferramenta que recomenda ao usuário conferir as informações para ter certeza de que está entrando no carro certo. O usuário pode optar por receber uma senha de quatro dígitos, que deve ser dita ao motorista para que ele consiga iniciar a viagem no aplicativo.

Além disso, a Uber anunciou que está trabalhando com tecnologias avançadas que usam ultrassom para transmitir automaticamente a senha. No futuro, os números recebidos pelo usuário passarão automaticamente pelo aparelho do motorista, e o usuário vai receber uma confirmação no seu celular.

Ainda não há informações sobre quando essas novidades começam a funcionar.

Invista seu dinheiro para realizar seus maiores sonhos. Abra uma conta na XP – é de graça.

The post Uber anuncia ferramenta que grava conversas entre motoristas e passageiros no Brasil appeared first on InfoMoney.

O primeiro exame do CFA está ficando mais curto, mais frequente e digital

(Bloomberg) — Uma era de aspirantes a analistas financeiros certificados, debruçados sobre fileiras intermináveis de mesas e com um lápis na mão, está lentamente chegando ao fim.

Nesta semana, o CFA (sigla em inglês para Chartered Financial Analyst) abrirá as inscrições para o exame nível I em dezembro, a última vez que esse teste será realizado em papel. A partir de 2021, o teste será conduzido eletronicamente quatro vezes por ano, com 25% menos perguntas. O som suave de um exército de lápis rabiscando papéis será substituído pelo ruído dos teclados.

“Nossos novos recursos de teste digital refletirão melhor as práticas do atual local de trabalho, enquanto nos permitem modernizar o exame e aumentar o acesso a mais candidatos”, disse Margaret Franklin, diretora-executiva do Instituto CFA, em comunicado.

As mudanças abrangem apenas o nível I do exame, que atrai o maior número de pessoas e, normalmente, filtra candidatos para as duas etapas seguintes.

Leia também:
CFA: 900 horas de estudo e até US$ 4,5 mil; conheça o certificado mais cobiçado do mercado financeiro

Sob o novo sistema, os participantes do teste visitarão um dos centros do instituto durante uma janela de até uma semana que será aberta quatro vezes ao ano: fevereiro, maio, agosto e novembro. Apenas 180 perguntas serão apresentadas em relação às 240 anteriormente. Com as mudanças, os resultados serão divulgados mais rapidamente.

O teste “cobre tópicos idênticos com a mesma profundidade e amplitude”, disse Lisa Plaxco, diretora do programa CFA do instituto. “Estamos mantendo o mesmo rigor e os mesmos padrões de aprovação.”

Por mais de uma década, a primeira etapa do exame foi realizada em uma única data, duas vezes por ano, atraindo milhares de profissionais de Wall Street para fazer o teste em todo o mundo. Muitos candidatos esperam que a certificação lhes ofereça melhores empregos, salários mais altos e uma compreensão mais profunda do setor.

No ano passado, apenas 41% das mais de 157 mil pessoas que realizaram o nível I do teste passaram. O instituto administrou o teste de dezembro em 134 centros em 87 cidades em todo o mundo, com 59% dos candidatos vindos da região Ásia-Pacífico.

Aproveite as oportunidades para fazer seu dinheiro render mais: abra uma conta de investimentos na XP – é de graça

The post O primeiro exame do CFA está ficando mais curto, mais frequente e digital appeared first on InfoMoney.

Carteira gráfica da XP troca duas ações nesta semana; confira as mudanças

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou nesta segunda-feira (10) a “Top Picks”, sua carteira semanal de análise gráfica, para o período de 7 a 14 de fevereiro, e a opção foi por trocar dois dos papéis do portfolio.

Saíram as ações de Minerva (BEEF3) e CCR (CCRO3), que perderam suportes importantes, e entraram São Martinho (SMTO3) e Suzano (SUZB3).

De acordo com Gilberto Coelho, o Giba, analista responsável pela carteira, a ação da São Martinho está acima da média móvel de 21 dias, projetando altas até os patamares de R$ 29,00 ou R$ 33,00. Os suportes do papel estão localizados nos níveis de R$ 24,84 e R$ 23,52, tornando-se bons pontos para o investidor colocar “stop loss“.

Já a ação da Suzano teria atingido boas regiões de suportes entre R$ 37,90 e R$ 35,88, favorecendo a busca de níveis de preços em R$ 42,00 ou R$ 45,30.

O analista desde o fim de dezembro passou a calcular a rentabilidade da carteira entrando nas ações no leilão das sextas-feiras, em vez de fazê-lo às segundas.

Divulgada semanalmente, a carteira Top Picks XP é composta por cinco ativos, tendo cada um peso de 20%. A seleção busca retorno a curto prazo, alinhando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico.

O objetivo é de que a média do retorno dos ativos supere o Ibovespa ao fim da semana.

Desempenho

Na semana, a carteira Top Picks caiu 0,76%, ante uma alta de 0,86% do Ibovespa.

As ações da CCR tiveram as maiores perdas do portfolio, caindo 3,29%, enquanto Minerva caiu 2,93%. As outras ações da carteira registraram ganhos na semana. Itaú subiu 2,26%, Hapvida teve leves ganhos de 0,13% e Cogna valorizou em 0,52%.

Confira, abaixo, as recomendações para esta semana. Para investir nelas, clique aqui e abra uma conta gratuita na XP.

Empresa Ticker Peso
Itaú Unibanco ITUB4 20%
São Martinho SMTO3 20%
Suzano SUZB3 20%
Hapvida HAPV3 20%
Cogna COGN3 20%

The post Carteira gráfica da XP troca duas ações nesta semana; confira as mudanças appeared first on InfoMoney.

China registra mais de mil mortes pelo novo coronavírus

A Comissão Nacional de Saúde da China informou que mais 108 pessoas morreram pelo novo coronavírus nessa segunda-feira (10), elevando o número de mortes no país para 1.016.

Alguns casos de morte foram registrados fora de Hubei, a província mais afetada, incluindo as cidades de Pequim e Tianjin. Foi a primeira vez que o número de mortes ultrapassou 100 em um único dia.

Autoridades sanitárias chinesas também disseram que 2.478 pessoas foram confirmadas com a infecção, aumentando o total de pacientes no país para 42.638.

Novas medidas de combate ao novo coronavírus

Nesta terça-feira (11), o Comitê do Partido Comunista em Hubei anunciou que as duas principais autoridades sanitárias da província haviam sido demitidas.

Nenhum motivo foi dado, mas acredita-se que elas tenham sido responsabilizadas pela propagação do vírus.

Já autoridades municipais de Wuhan, na província de Hubei, disseram ter proibido que pessoas com febre busquem tratamento em instituições médicas fora dos distritos em que vivem.

A infecção foi confirmada em mais de 1,5 mil pessoas em Wuhan, somente nessa segunda-feira. A cidade trabalha para prevenir o alastramento do vírus por meio da restrição de circulação de pessoas.

*Emissora pública de televisão do Japão

Quer investir melhor o seu dinheiro? Clique aqui e abra a sua conta na XP Investimentos

The post China registra mais de mil mortes pelo novo coronavírus appeared first on InfoMoney.

Elon Musk diz que Facebook é “tosco” e sugere que pessoas excluam suas contas

SÃO PAULO – Elon Musk, CEO da Tesla, segue incomodado com o Facebook e o seu CEO, Mark Zuckerberg.

Na noite do último sábado (8), o empresário chamou a rede social de “tosca” e disse que as pessoas deveriam excluir as suas contas em resposta a um tuíte que pedia maior regulação governamental sobre a quantidade de dados gerados pela empresa.

https://platform.twitter.com/widgets.js

 

Não é a primeira vez que Musk vai a público para falar mal do Facebook e o seu criador. Em 2018, as páginas da Tesla e SpaceX foram excluídas do Facebook minutos depois do empresário afirmar desconhecer sobre a presença de perfis de suas empresas na plataforma de mídia social. A página do Facebook da SpaceX tinha 2,6 milhões de curtidas antes de ser excluída.

Leia também:
• Apple perde até US$ 27 bilhões em valor de mercado nesta segunda com coronavírus

A SpaceX ainda tem um perfil no Instagram, de propriedade do Facebook.

Os dois executivos também discordam sobre o futuro da inteligência artificial. Musk chamou a visão de Zuckerberg sobre o potencial da IA de “limitada”, após ele dizer que a tecnologia poderia um dia melhorar a saúde e a segurança, enquanto Musk acredita que os recursos potenciais da IA ​​a tornam mais perigosa do que as armas nucleares.

A indignação de Musk em relação ao Facebook e o seu criador, segundo o site Business Insider, pode estar relacionada a uma episódio que aconteceu em 2016 quando Zuckerberg culpou a SpaceX por um lançamento fracassado que destruiu um satélite do Facebook.

Apesar das constantes trocas de críticas, tanto os executivos quanto as suas empresas são alvos de várias controvérsias nos últimos anos.

Zuckerberg e o Facebook foram criticados pela maneira como a empresa lidou com dados de usuários, incitação ao ódio e a propagação de fake news. Musk e Tesla enfrentaram questionamentos sobre a segurança do trabalhador e dos seus veículos autônomos e da maneira como a montadora promoveu o Autopilot, seu recurso avançado de assistência ao motorista.

Invista com quem entende do assunto: abra uma conta na XP – é de graça

 

The post Elon Musk diz que Facebook é “tosco” e sugere que pessoas excluam suas contas appeared first on InfoMoney.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora