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Cade rejeita novo recurso do Itaú contra decisão que suspendeu promoção da Rede

SÃO PAULO – O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou novo recurso apresentado pelo Itaú e pela Rede contra decisão do órgão que suspendeu promoção da empresa de maquininhas, do mesmo grupo do banco, e que beneficiava clientes da instituição financeira. Foi o segundo recurso do Itaú/Rede rejeitado pelo conselho neste caso.

No recurso, as empresas alegaram que a decisão do Cade foi tomada considerando dados do Banco Central que mostram que o banco tem 30% de participação no mercado de depósitos à vista.

De acordo com a instituição, esse dado considera números referentes à suas atividades no exterior. “A participação do Itaú no mercado de depósitos à vista em junho de 2019 era inferior a 12%”, afirma o embargo.

O conselho, no entanto, decidiu por unanimidade que o recurso não deveria ser acolhido. “Não há erro nos relatórios do Banco Central que utiliza informações das próprias empresas. A alegação de erro material não se sustenta”, afirmou o conselheiro relator do caso, Maurício Bandeira Maia.

Disputa

Em uma ofensiva na chamada “guerra das maquininhas”, a Rede lançou, no início do ano passado, uma campanha na qual antecipava para dois dias, sem taxas, a liquidação de créditos apenas para lojistas com conta no Itaú. O prazo continuou em 30 dias para quem não tem conta no banco.

Como a Rede é controlada pelo Itaú, o Cade entendeu que a promoção se trata de uma espécie de “venda casada” e tomou uma medida preventiva determinando que a promoção fosse suspensa.

Em novembro do ano passado, o conselho julgou um primeiro recurso apresentado pelas empresas contra a medida preventiva. Na época, em decisão apertada, desempatada pelo voto de minerva do presidente, a maioria do conselho entendeu que a prática é danosa à concorrência e determinou que fosse suspensa.

O Itaú chegou a recorrer à Justiça e conseguiu uma liminar, no início de novembro, suspendendo a decisão do Cade. Em dezembro, porém, a Rede anunciou que estenderia para clientes de qualquer banco a campanha de antecipação sem taxas da liquidação de créditos em dois dias.

A decisão foi vista no Cade como um “aceno”, uma tentativa de mostrar “boa-fé”, segundo o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou. Isso porque, para além da medida cautelar, discutida na sessão desta quarta, o temor da Rede e do Itaú é a condenação que poderá vir do processo administrativo aberto pelo Cade, que ainda está em fase de apuração e não tem previsão para ser concluído.

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Ação da Locaweb estreia na Bolsa com disparada de mais de 20%

A Locaweb estreou na B3 nesta quinta-feira (6) com o ticker LWSA3. Às 10h43, as ações da companhia registravam forte  alta de 20,81%, a R$ 20,84.

A empresa do segmento de hospedagem de sites levantou nesta semana R$ 1,03 bilhão em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

O preço de referência foi de R$ 17,25, no topo do intervalo definido antes da operação, que começava em R$ 14,25. A empresa estreou na B3 avaliada em R$ 2,15 bilhões.

A Locaweb é a primeira empresa de hospedagem de sites do Brasil. Fundada em 1998 por Gilberto Mautner e Claudio Gora, ela foi criada pouco antes do auge da bolha das pontocom, mas mesmo assim conseguiu passar praticamente sem problemas por este período negativo para o setor.

Seu modelo de negócio é quase todo baseado em assinaturas, com uma taxa mensal de cancelamento de 1,2%, o seu, segundo a própria empresa, é a menor do mercado brasileiro. No total, são 350,5 mil clientes.

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Selic cai para 4,25% ao ano: como investir com os juros no menor patamar da história

SÃO PAULO – A primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em 2020 confirmou as apostas do mercado, com a redução, pela quinta vez consecutiva, da taxa Selic. Desta vez, o corte dos juros básicos foi de 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano – o menor patamar da história.

E a sinalização é de que o ciclo chegou ao fim. “O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária. Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”, afirmou o Copom, em seu comunicado.

E o cenário para 2020 pode ser bem diferente do atual. Isso porque as projeções do mercado compiladas pelo último relatório Focus, do Banco Central, apontam para uma Selic a 6% ao ano no fim de 2021, portanto, com aumento dos juros.

Como o investidor deve se posicionar diante desse ambiente?

Produtos com retornos pós-fixados, indexados ao CDI, estão rendendo cada vez menos, e o mesmo acontece com a rentabilidade da caderneta de poupança, que é atrelada à taxa Selic.

Nos últimos 12 meses até janeiro, a caderneta rendeu 4,14%. Agora, com a Selic em 4,25% ao ano, o retorno anual da poupança passa a ser de 2,98% e continua, portanto, perdendo para demais aplicações conservadoras e até para a inflação, caso a estimativa de alta de 3,40% para o IPCA neste ano se confirme.

Confira a seguir como R$ 10 mil renderiam a partir dos próximos 12 meses, considerando dois cenários para a Selic: com a manutenção do patamar de 4,25% a.a. e com uma nova redução para 4% ao ano.

Nesses exemplos, os recursos seriam investidos na caderneta de poupança ou em aplicações que rendessem 100% e 120% do CDI, como CDBs, LCIs e LCAs. Os valores já são líquidos de Imposto de Renda, considerando uma alíquota de 17,5%.

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Como investir neste cenário?

Além de os juros baixos dificultarem a escolha de investimentos mais conservadores, a perspectiva de que eles voltem a subir colocam novo desafio para o aplicador brasileiro.

Na avaliação de Otavio Vieira, sócio gestor da gestora de patrimônio Taler, o investidor deve evitar títulos indexados à inflação de curto prazo e papéis prefixados de qualquer vencimento, justamente por conta da possibilidade de alta da Selic, que pode levar à desvalorização dos papéis. Quando as taxas aumentam, os preços dos papéis caem.

Vieira tem preferido títulos indexados ao IPCA com vencimentos a partir de 2028, que paguem a inflação acrescida de uma taxa em torno de 3% ao ano. Entre os papéis disponíveis para compra no Tesouro Direto, o Tesouro IPCA+ com vencimentos em 2035, 2045 e 2050 pagavam hoje taxas reais de juros entre 3,16% e 3,46% ao ano.

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Ernesto Leme, diretor comercial da Claritas, diz enxergar um retorno atrativo em papéis indexados à inflação com prazos médios, de cinco a seis anos, caso do Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2026, que paga um prêmio real de 2,6% ao ano.

Ainda assim, ele conta que a gestora de patrimônio tem promovido uma redução significativa nas alocações em renda fixa pós-fixada nos portfólios de clientes e tem recomendado o aumento da exposição a classes de maior risco, caso de fundos multimercado e Bolsa.

Em crédito privado, os papéis do tipo high yield, que embutem maior risco de crédito, também são interessantes na visão de Leme, principalmente em um cenário de novas emissões. “O mercado de crédito sofreu nos últimos dois meses de 2019, mas, em janeiro, teve uma rentabilidade positiva. Isso deve continuar, principalmente quando olhamos para o mercado brasileiro, que ainda não é tão desenvolvido”, diz.

Por conta da possibilidade de aumento da taxa básica de juros, Eduardo Akira, assessor de investimentos no escritório Vero Investimentos, tem optado por ficar neutro em títulos públicos, destinando apenas a fatia necessária para liquidez para o Tesouro Selic.

Para a parcela de renda fixa do portfólio, o assessor diz gostar de ativos isentos de Imposto de Renda, como Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio (CRIs e CRAs).

Em busca de retorno

Independentemente do perfil de risco do investidor, o consenso dos especialistas consultados pelo InfoMoney é de que as aplicações deverão buscar horizontes mais longos e que alguma parcela do portfólio deve estar alocada em ativos mais arriscados, de forma a garantir melhores rentabilidades.

Fundos multimercados são a principal aposta da Claritas para este ano – o percentual de alocação é de 18% para o investidor conservador. “No multimercado, o gestor consegue operar muito bem em cenários voláteis, porque ele está sempre ajustando posições e opera em diferentes mercados. E a grande certeza deste ano é que de teremos muita volatilidade”, diz Leme, que cita como principais riscos o coronavírus, as eleições presidenciais nos EUA e o ambiente de reformas no Brasil.

Até para o cliente mais conservador da Claritas, o percentual da carteira a ser destinada para renda variável aumentou de 5% para 9%, em novembro de 2019, e deve ser revisado novamente nos próximos dias.

Akira, do Vero, ainda vê com bons olhos o investimento em fundos imobiliários, por conta dos retornos atrativos via dividendos, da ordem de 6% ao ano, isentos de Imposto de Renda. Ele destaca, contudo, que o investidor precisa ser mais seletivo em sua escolha. “As cotas subiram bastante, então o investidor deve estudar os gestores, os ativos e buscar contratos longos e bons inquilinos”, diz.

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À espera de corte de 0,25 ponto da taxa Selic hoje, mercado reduz projeção para IPCA em 2020

SÃO PAULO – A primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve dar continuidade ao ciclo de corte de juros iniciado em outubro de 2016 e retomado em julho de 2019, porém com uma redução menos agressiva que as anteriores.

O mercado financeiro conta com uma redução de 0,25 ponto percentual da taxa Selic nesta quarta-feira, de 4,50% para 4,25% ao ano, patamar no qual os juros básicos devem estacionar até o fim do ano.

A projeção faz parte de levantamento feito pela XP com gestores de fundos macro, dos quais apenas duas de 32 casas responderam que esperam a manutenção da Selic nesta reunião do Copom. Para dezembro, as expectativas para os juros básicos variam de 3% a 5,25%.

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A pesquisa ainda revela que o mercado reduziu a previsão para a inflação de 2020, com expectativa mediana de alta de 3,30% do IPCA, ante o avanço de 3,60% projetado em dezembro.

O otimismo com o desempenho da economia brasileira em 2020 também sofreu um leve ajuste para baixo, com os gestores projetando um crescimento de 2,40% do Produto Interno Bruno (PIB) neste ano, ante previsão mediana anterior de 2,50%.

No mercado de câmbio, as projeções para a trajetória do dólar seguiram estáveis, com uma expectativa de cotação levemente ajustada de R$ 4,15 para R$ 4,18 no fim deste ano.

Participaram do levantamento Ace Capital, ARX, AZ Quest, Bahia Asset, Blue Line, BTG Pactual, Canvas, Claritas, Gap Asset, Garde, Ibiúna, JGP, Kairós, Kinea, Legacy, Macro Capital, Mauá Capital, MZK, Novus, Occam, Opportunity, Pacífico, Paineiras, Perservera, Porto Seguro, Sagmo, SulAmérica, Truxt, Vinci Partners, Vinland, Vintage e XP Asset. A pesquisa foi respondida nos dias 3 e 4 de fevereiro.

Questionados sobre o posicionamento de seus fundos no mercado brasileiro, a maior parte dos gestores respondeu que segue com posição comprada em Bolsa. No mercado de juros, há maior preferência pelos títulos atrelados à inflação, enquanto, no câmbio, a XP aponta para opiniões menos consensuais, com os gestores priorizando operações táticas de forma geral.

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos recuam à espera de decisão do Copom

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam queda na manhã desta quarta-feira (5).

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, divulga mais tarde a decisão de política monetária. A expectativa do mercado é de um corte adicional de 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano – novo piso histórico para a Selic.

Em meio ao impacto ainda incerto do coronavírus sobre a economia global, somado a dados fracos da indústria, o mercado vê a possibilidade de um BC mais favorável a taxas de juros mais baixas.

No cenário externo, a disseminação do coronavírus segue preocupando investidores. No mundo, são 25 mil pessoas infectadas e cerca de 500 mortos.

Já nos Estados Unidos, o Senado americano termina nesta quarta-feira o julgamento do processo de impeachment do presidente Donald Trump.

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No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2025 oferecia um prêmio anual de 6,09%, ante 6,11% a.a. na abertura de terça-feira (4). O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 37,45 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação), ou adquirir o título integralmente por R$ 749,17.

O Tesouro Prefixado com juros semestrais 2029, por sua vez, pagava 6,53% ao ano, ante 6,56% a.a. anteriormente.

Entre os indexados à inflação, o com prazo em 2024 pagava 2,26% ao ano, ante 2,27% a.a. na véspera, enquanto o retorno dos papéis com vencimentos em 2035 e 2045 cedia de 3,37% para 3,33% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Bradesco propõe o pagamento de R$ 491 milhões em dividendos; saiba como aproveitar

SÃO PAULO – O Bradesco (BBDC3; BBDC4) anunciou nesta quarta-feira (5) que seu Conselho de Administração decidirá no dia 17 a respeito do pagamento de R$ 490,9 milhões em dividendos aos seus acionistas.

Se aprovado, o pagamento será de R$ 0,058213963 por ação ordinária BBDC3 (ou seja, R$ 5,82 para cada lote de 100 ações) e R$ 0,064035359 por ação preferencial BBDC4 (ou seja, R$ 6,40 por cada lote de 100 ações).

Para ter direito ao provento, o investidor deve ter ações do Bradesco em sua carteira no fechamento do pregão do dia 17 de fevereiro. A partir do dia 18, os papéis passam a ser negociados “ex-dividendos”, o que significa que quem comprar a partir desse dia não terá mais direito a receber os proventos.

O pagamento dos dividendos, por sua vez, ocorrerá no dia 28 de fevereiro.

Com mais esses proventos, o total de juros e dividendos distribuídos pelo banco a seus acionistas referentes ao exercício de 2019 chega a R$ 7.863.776.318,38.

Leia também: Lucro líquido do Bradesco sobe 20% em 2019 e atinge R$ 25,89 bilhões

Somados aos R$ 8 bilhões pagos, em 23 de outubro de 2019, como dividendos extraordinários utilizando parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Estatutária”, a remuneração total aos acionistas foi de R$ 15.863.776.318,38.

Como aproveitar

O primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Lembre-se que quanto menor os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade, portanto dê preferência para corretoras que não cobram taxa pela corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

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Ibovespa sobe com retirada de tarifas da China e menos temores por coronavírus; dólar vira para alta

SÃO PAULO – O Ibovespa sobe nesta quinta-feira (6) depois da China cortar de 10% para 5% as tarifas de importação sobre alguns produtos americanos e de 5% para 2,5% para outros.

A redução nas taxas, que foram impostas em setembro de 2019 no âmbito da guerra comercial, beneficia um total de US$ 75 bilhões em produtos dos Estados Unidos. Em contrapartida, no dia 14, os EUA vão cortar de 15% para 7,5% as tarifas sobre US$ 150 bilhões em produtos chineses.

A notícia de redução de tarifas animou os mercados ao se somar à esperança de contenção do coronavírus após informações de possíveis desenvolvimentos de vacina do coronavírus. A doença já infectou 28 mil pessoas e matou 560.

Apesar do avanço no número de casos gerar temores, especialistas dizem que é algo natural, visto que há mais de 50 mil casos suspeitos de coronavírus na China e, mesmo que não haja mais nenhuma transmissão, as estatísticas de infectados devem aumentar conforme saem os resultados de exames sobre todas as pessoas com suspeita de estarem com o vírus.

Às 11h46 (horário de Brasília) o Ibovespa subia 0,65% a 116.782 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial vira para alta de 0,27% a R$ 4,2487 na compra e a R$ 4,2505 na venda. O dólar futuro para março avança 0,37% a R$ 4,2565.

O câmbio reflete a decisão tomada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu a Selic para novo piso histórico de 4,25%, surpreendendo com comunicado hawkish que anuncia interrupção dos cortes, citando efeitos defasados e peso crescente da meta de 2021.

Com isso, são desmontadas as apostas que ganharam força nas últimas semanas de que o Banco Central estendesse o ciclo de reduções nos juros.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 tem alta de cinco pontos-base a 4,97%, o DI para janeiro de 2023 avança também cinco pontos-base a 5,49% e o DI para janeiro de 2025 fica estável a 6,07%.

No comunicado, o Copom indicou o fim do ciclo de redução de juros, afirmando que “vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”.

Mario Mesquita, do Itaú, destacou que o BC deve manter taxa inalterada em 4,25% até fim do ano; Copom utilizou “interromper” ao invés de “finalizar”, o que indica que pode, eventualmente, em circunstâncias apropriadas, revisitar a questão.

Já a Fitch afirmou que enxerga as taxas de juros brasileiras em um patamar mais baixo pelo resto do ano. Segundo os executivos da agência de classificação de risco, a economia real brasileira ainda não está indo bem.

No radar corporativo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que embolsou R$ 22 bilhões com a venda das ações da Petrobras, maior valor em uma transação no mercado de capitais do país em uma década.

Noticiário corporativo 

A Localiza Hertz (RENT3), maior locadora de carros do Brasil, fará uma emissão de debêntures no valor de R$ 1 bilhão, com vencimento para 2025. A empresa decidiu realizar a emissão após reunião do Conselho na sede, em Belo Horizonte (MG). Já a Sanepar, Companhia de Saneamento do Paraná, também planeja realizar uma emissão de debêntures em breve, no valor de R$ 350 milhões. Os papéis terão vencimentos em 2027 e 2029.

O BNDES arrecadará R$ 22 bilhões com a venda das ações da Petrobras (PETR3; PETR4), informou a Folha de S. Paulo. Em oferta concluída ontem, os investidores se comprometeram a pagar R$ 30 por ação. É a maior operação de venda de ações ocorrida no Brasil em uma década, em termos nominais. O maior valor foi registrado em 2010, quando a Petrobras levantou R$ 120,3 bilhões no mercado de capitais.

A Cia. Hering (HGTX3) anunciou novo programa de recompra de até 1,49 milhão de ações, o que corresponde a 1,17% do total de papéis ordinários em circulação. Segundo a varejista, a recompra é para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, bem como para utilização em planos de opção de compra de ações ou outras formas de remuneração baseada em ações.

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Deixar o cartão em casa revolucionou a vida financeira dela

Tem quem opte pela versão ainda mais radical deste método: colocar o cartão de crédito em um copo cheio d’água e deixa-lo no congelador. Quando bater a vontade de fazer uma compra, você precisa esperar ele descongelar. Qualquer tentativa de acelerar o processo no micro-ondas resulta em um chip quebrado.

No entanto, não precisa ir tão longe. Para controlar os gastos, pode bastar deixar o cartão em casa, guardado dentro de uma gaveta. Foi o que a pedagoga Caroline Ribeiro fez. Mas antes de contar a história dela, é importante trazer alguns dados e estudos sobre o uso do cartão de crédito.

O cartão é utilizado 35,8 mil vezes por minuto, segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs) de 2019. De acordo com pesquisa do Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o cartão de crédito é a principal modalidade de dívida no Brasil, apontado como vilão por 79,5% das famílias endividadas.

A psicologia econômica mostra que os cartões de crédito estimulam o gasto. O motivo é simples: quanto mais virtual o meio de pagamento, menos dolorido é o ato da compra. Abrir a carteira e contar as notas de dinheiro tem um efeito muito maior do que passar o cartão em uma maquininha. Estudos revelam que os consumidores fazem compras maiores em lojas de departamento quando pagam no cartão, na comparação com compras em dinheiro – e dão maiores gorjetas também.

Não é à toa que um dos estudos clássicos sobre o tema se chama “Sempre saia de casa sem ele”, realizado no MIT. Ele demonstra que a disposição para gastar aumenta consideravelmente quando você anda com o cartão de crédito na carteira.

O problema fundamental é que o cartão cria a ilusão de que você não precisa ter dinheiro para ter o que quer: basta fazer a compra parcelada e depois você “dá um jeito”. Ofertas de pagamento em “10 vezes sem juros” e “zero de entrada” apenas perpetuam esta visão. Quem se dá bem é o varejo.

Quando Caroline decidiu controlar os gastos, estava já endividada. Decidiu implementar o método do 50/20/30, no qual divide as suas despesas em 3 categorias: essenciais, supérfluos e parcelas das dívidas. Para quem está no vermelho (como era o caso dela), os essenciais deveriam corresponder a 50% dos gastos; os supérfluos, 20%; e as parcelas, 30%. (Aqueles que não possuem dívidas podem redistribuir os gastos da seguinte forma: 50% para essenciais, 30% para supérfluos e 20% para reservas).

Logo ela identificou que o problema vinha com os gastos supérfluos e tomou a decisão simples, mas poderosa, de deixar o cartão em casa. Caroline ainda precisa de alguns meses para resolver as dívidas, mas em apenas um mês ela percebeu uma mudança forte na forma como gastava. O cartão de crédito ficou apenas para as necessidades e compras planejadas. Já os impulsos ficaram sob controle – sem ter como agir na hora em que bate a vontade de comprar, ela acaba sendo “forçada” a refletir se a compra faz sentido mesmo ou não no fim do dia, quando volta para casa.

Parece algo de impacto limitado, mas não é: na entrevista que fiz com ela no meu canal do YouTube, ela conta como deixar o cartão em casa revolucionou a vida financeira dela.

O que ela fez, na prática, é o que recomendo para quem está com dificuldade para manter os gastos sob controle. Deixar o cartão guardado, apenas para emergências e compras planejadas, pode ter um impacto enorme na sua vida financeira também.

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Ibovespa Futuro sobe após China cortar tarifas contra os EUA; dólar cai e DIs avançam com Copom

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro sobe nesta quinta-feira (6) depois da China cortar de 10% para 5% as tarifas de importação sobre alguns produtos americanos e de 5% para 2,5% para as mercadorias de outras categorias.

A redução nas taxas, que foram impostas em setembro de 2019 no âmbito da guerra comercial, beneficia um total de US$ 75 bilhões em produtos dos Estados Unidos. Em contrapartida, no dia 14, os EUA vão cortar de 15% para 7,5% as tarifas sobre US$ 150 bilhões em produtos chineses.

A notícia de redução de tarifas animou os mercados ao se somar à esperança de contenção do coronavírus após notícias de possíveis desenvolvimentos de vacina do coronavírus. A doença já infectou 28 mil pessoas e matou 560. Apesar do avanço no número de casos gerar temores, especialistas dizem que é algo natural, visto que há mais de 50 mil casos suspeitos de coronavírus na China e mesmo que não haja mais nenhuma transmissão as estatísticas de infectados devem aumentar conforme saem os resultados de exames sobre todos as pessoas com suspeita de estarem com o vírus.

Às 09h18 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para fevereiro subia 0,48% a 116.940 pontos, já o dólar futuro para março cai 0,52% a R$ 4,2185.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 tem alta de oito pontos-base a 5,00%, o DI para janeiro de 2023 avança seis pontos-base a 5,50% e o DI para janeiro de 2025 ganha dois pontos-base a 6,09%.

No cenário brasileiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic para novo piso histórico de 4,25%, surpreendendo com comunicado hawkish que anuncia interrupção dos cortes, citando efeitos defasados e peso crescente da meta de 2021.

O Copom cortou a Selic pela quinta vez seguida, desta vez em 0,25 ponto percentual, para 4,25%, a menor taxa básica de juros da história. No comunicado, a autoridade monetária indicou o fim do ciclo de redução de juros, afirmando que “vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”.

Mario Mesquita, do Itaú, destacou que o BC deve manter taxa inalterada em 4,25% até fim do ano; Copom utilizou “interromper” ao invés de “finalizar”, o que indica que pode, eventualmente, em circunstâncias apropriadas, revisitar a questão.

No radar corporativo, o BNDES informou que embolsou R$ 22 bilhões com a venda das ações da Petrobras, maior valor em uma transação no mercado de capitais do país em uma década.

Noticiário corporativo 

A Localiza Hertz, maior locadora de carros do Brasil, fará uma emissão de debêntures no valor de R$ 1 bilhão, com vencimento para 2025. A empresa decidiu realizar a emissão após reunião do Conselho na sede, em Belo Horizonte (MG). Já a Sanepar, Companhia de Saneamento do Paraná, também planeja realizar uma emissão de debêntures em breve, no valor de R$ 350 milhões. Os papéis terão vencimentos em 2027 e 2029.

O BNDES arrecadará R$ 22 bilhões com a venda das ações da Petrobras, informou a Folha de S. Paulo. Em oferta concluída ontem, os investidores se comprometeram a pagar R$ 30 por ação. É a maior operação de venda de ações ocorrida no Brasil em uma década, em termos nominais. O maior valor foi registrado em 2010, quando a Petrobras levantou R$ 120,3 bilhões no mercado de capitais.

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Venda de ações da Petrobras rende R$ 22 bi ao BNDES; estreia da Locaweb na B3, novo CFO da Ambev e mais destaques

Plataforma Petrobras

SÃO PAULO – Em destaque no radar, o BNDES arrecadou R$ 22 bilhões com a venda da fatia de 9,6% das ações ON da Petrobras. A estreia da Locaweb na bolsa um dia após o primeiro pregão da Mitre, a mudança de CFO da Ambev também ganham destaque.

Já a Localiza Hertz, maior locadora de carros do Brasil, fará uma emissão de debêntures no valor de R$ 1 bilhão, com vencimento para 2025. A empresa decidiu realizar a emissão após reunião do Conselho na sede, em Belo Horizonte (MG). Já a Sanepar, Companhia de Saneamento do Paraná, também planeja realizar uma emissão de debêntures em breve, no valor de R$ 350 milhões. Os papéis terão vencimentos em 2027 e 2029. Confira no que ficar de olho:

Petrobras (PETR3;PETR4)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vendeu a fatia de 9,6% das ações com direito a voto (ordinárias) que detinha da Petrobras por cerca de R$ 22 bilhões. O movimento é simbólico: reduz drasticamente o investimento do banco de fomento em empresas e, ao mesmo tempo, marca a redução da participação do governo na estatal. Hoje, o governo detém 50,2% da petroleira.

A quantidade inicial de 611,8 milhões de ações ON foi acrescida em 20%, ou 122,4 milhões, por meio de lote adicional. A data prevista para início de negociação das ações é 7 de fevereiro. A CVM confirmou o preço por ação de R$ 30 em oferta de ações.

Em pouco mais de seis meses, o governo vendeu, indiretamente, quase 13% das ações ordinárias da Petrobras, em ofertas públicas de ações na Bolsa. No ano passado, a Caixa vendeu 3,2% e embolsou R$ 9,6 bilhões. Para que a participação do governo caia abaixo de 50% seria necessário mudanças na lei do petróleo. Hoje, a regra determina que o governo precisa deter 50% mais uma ação ON da Petrobras.

Ambev (ABEV3)

O Conselho de Administração da Ambev aprovou indicação de Lucas Machado Lira para substituir Fernando Mommensohn Tennenbaum, que assumirá a posição de CFO na Anheuser-Busch Inbev, segundo comunicado da companhia na noite de quarta-feira.

Localiza (RENT3

A Localiza Hertz, maior locadora de automóveis do Brasil, realizará uma emissão de debêntures no valor de R$ 1 bilhão. A empresa decidiu realizar a operação após uma reunião do Conselho de Administração, na sede em Belo Horizonte (MG). A empresa definirá a data da emissão dos papéis, que terão vencimento em 2025.

Oi (OIBR3;OIBR4)

A Oi, em recuperação judicial, confirmou que contratou o banco de investimentos Lazard como seu assessor financeiro para prospectar e estruturar operações que envolvam alternativas que assegurem seu plano de investimentos e a aceleração da expansão dos seus projetos em fibra.

Segundo a operadora, o Lazard e o Bank of America Merrill Lynch, que segue nos processos de alienação de determinados ativos “non-core”, atuarão de forma coordenada na avaliação de alternativas estratégicas envolvendo fibra e outros ativos da Oi, “com o objetivo de maximizar a criação de valor e ampliar as fontes de financiamento para a execução do plano de investimentos da companhia e expansão de fibra”, disse a empresa em comunicado.

“Essa iniciativa está alinhada ao objetivo de aprofundar a transformação estratégica, operacional e financeira da Oi, a partir de uma visão de longo prazo, abrangendo as tendências tecnológicas, de mercado e de inovação e permitindo o suporte adequado à implementação do seu plano estratégico”, acrescentou a operadora.

Cia. Hering (HGTX3)

A Cia. Hering anunciou novo programa de recompra de até 1,49 milhão de ações, o que corresponde a 1,17% do total de papéis ordinários em circulação. Segundo a varejista, a recompra é para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, bem como para utilização em planos de opção de compra de ações ou outras formas de remuneração baseada em ações.

Sanepar (SAPR11

A Sanepar – Companhia de Saneamento do Paraná -, prepara a emissão de R$ 350 milhões em debêntures sênior, com vencimentos para 2027 e 2029. A operação deverá ser feita no Brasil, em data a ser informada pela companhia.

Locaweb (LWSA3)

A Locaweb fará sua estreia na B3 nesta quinta-feira. A empresa do segmento de hospedagem de sites levantou R$ 1,03 bilhão em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês. O preço de referência é de R$ 17,25, no topo do intervalo definido antes da operação, que começava em R$ 14,25. A empresa estreia na B3 avaliada em R$ 2,15 bilhões.

Klabin (KLBN11

A Klabin, fabricante de papel, celulose e embalagens, informou na manhã de hoje que obteve um lucro líquido de R$ 631 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 204% sobre o lucro do trimestre anterior, que foi de R$ 207 milhões. Em comparação a igual período de 2018, contudo, o lucro líquido caiu 31%. No fechado de 2019, a Klabin teve lucro líquido de R$ 715 milhões, uma expansão de 283% sobre 2018. A margem EBITDA ajustada de Klabin no quarto trimestre ficou em R$ 965 milhões; ela recuou 31% sobre o terceiro trimestre do ano passado e 15% sobre igual período de 2018. No fechamento de 2019, o EBITDA de Klabin cresceu 7% sobre 2018, para R$ 4,3 bilhões.

O balanço da Klabin mostrou que o endividamento da companhia permanece alto, subindo de R$ 12,3 bilhões (2018) para R$ 14,3 bilhões em 2019, uma alta de 16%. A relação dívida líquida/EBITDA passou de 3,1X em 2018 para 3,3X em dezembro de 2019, o que é um nível preocupante. A empresa ressalta, contudo, que o último trimestre de 2019 foi um período de recuperação para os mercados de papel, celulose e embalagens, com crescimento de 4,5% nas vendas de papelão ondulado no mercado brasileiro.

Daycoval (DAYC3) 

O Banco Daycoval (DAYC3), especializado no atendimento a empresas, anunciou na noite de ontem um lucro líquido de R$ 288 milhões no quarto trimestre de 2019, em expansão de 46,5% sobre igual período de 2018. Já no ano inteiro de 2019, o lucro líquido do Daycoval foi de R$ 983,9 milhões, um crescimento de 50,4% sobre 2018.

No ano de 2019, as operações de crédito somaram R$ 3,2 bilhões, expansão de 7,6% sobre os R$ 3 bilhões de 2018. O total de ativos sob controle do Daycoval cresceu 20% em 2019, para R$ 34,8 bilhões. A carteira de crédito ampliada teve expansão mais robusta, de 38,8% em 2019, para R$ 27,3 bilhões.

BR Properties (BRPR3

A Brasil Properties, empresa administradora de imóveis comerciais, informou ontem que obteve um lucro líquido de R$ 311,3 milhões em 2019. A receita bruta da empresa caiu 6% para R$ 474,4 milhões. Segundo a empresa, a receita bruta de locação, que representa 96% do faturamento, caiu 7% em comparação a 2018, para R$ 455,8 milhões. A empresa explicou que a queda ocorreu em parte porque perdeu a receita dos aluguéis após a venda de 15 imóveis comerciais.

No total, a BR Properties somou R$ 1,58 bilhão com as vendas. A empresa atua em São Paulo e no Rio de Janeiro. Já a receita obtida com a administração de edifícios comerciais cresceu 2% em relação a 2018, para R$ 18,8 milhões. O EBITDA de 2019 foi de R$ 775,5 milhões. A receita líquida da empresa caiu 10% para R$ 379 milhões.

ABC Brasil (ABCB4)

O Banco ABC Brasil publicou na manhã de hoje seu balanço do quarto trimestre de 2019 e do ano passado inteiro. O ABC Brasil informou um lucro líquido de R$ 145,6 milhões no quarto trimestre de 2019, um crescimento de 11,6% sobre o trimestre anterior e de 78,1% em comparação a igual período de 2018.

No ano fechado de 2019, o lucro líquido do Banco ABC Brasil foi de R$ 528,4 milhões, um crescimento de 26,4% sobre o lucro líquido de R$ 418,1 milhões de 2018. O lucro líquido recorrente por ação do ABC Brasil, porém, registrou queda no quarto trimestre de 2019, tanto em comparação ao terceiro trimestre (-2,2%) como a igual período de 2018 (-4%). O lucro recorrente por ação foi de R$ 0,56 ao final do quarto trimestre do ano passado. Houve aumento da provisão para devedores duvidosos (PDD), que impactou em R$ 34,9 milhões o resultado no quarto trimestre. O resultado bruto da intermediação financeira do Banco ABC Brasil foi de R$ 734 milhões, enquanto o resultado operacional foi de R$ 638,5 milhões. A carteira de crédito expandida encerrou 2019 com R$ 30,1 bilhões, uma expansão de 14,9% sobre 2018.

Recomendações

As empresas de telecomunicação Vivo (VIVT4) e TIM (TIMP3) foram iniciadas como outperform pelo BBVA. As Empresas do setor também devem ficar de olho na votação pela Anatel da proposta de edital para o leilão do 5G, que será retomada nesta quinta-feira. A proposta deve prever uma ampliação em 100 MHz da faixa de 3,5 GHz – a que desperta mais interesse entre as quatro que serão leiloadas – como forma de reduzir a interferência do serviço 5G no serviço de televisão por parabólica, segundo o G1.

Já o Credit Suisse rebaixou as recomendações de três construtoras brasileiras. A EzTec (EZTC3) e Tenda (TEND3) foram rebaixadas de outperform a neutra. Tecnisa (TCSA3) teve recomendação revista de neutra para underperform. Já o Fleury (FLRY3) teve a recomendação reduzida para manutenção pelo HSBC, com preço-alvo de R$30.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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