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Empresas de tabaco oferecem novas alternativas aos cigarros após proibição de mentol na UE

(Bloomberg) – Com a proibição dos cigarros mentolados pela União Europeia, gigantes da indústria do tabaco buscam maneiras criativas de continuar oferecendo aos fumantes sua dose de mentol.

Em janeiro, a Imperial Brands começou a vender tiras que podem ser inseridas em um maço de cigarros ou em uma bolsa para tabaco de enrolar para obter aroma de menta. A rival Japan Tobacco lançou cigarrilhas – pequenos charutos isentos da proibição – com cápsulas que liberam mentol ao pressionar um botão.

Em maio, a UE proibirá a venda de cigarros mentolados. Embora representem menos de 5% do mercado na Europa Ocidental, segundo José Becerril, analista da Euromonitor, esses produtos geram US$ 11 bilhões em vendas em todo o continente.

Cigarros aromatizados têm sido alvo de grupos antitabagismo porque esses produtos estimulariam o vício ao disfarçar o sabor do tabaco. A organização Action on Smoking and Health criticou a Imperial e a Japan Tobacco, dizendo que as empresas estão tentando se esquivar da futura proibição com os novos produtos.

“É um comportamento vergonhoso de empresas que dizem que não estão tentando viciar jovens”, disse Deborah Arnott, presidente da Action on Smoking and Health. “Se o governo não agir rapidamente para acabar com essas práticas, acreditamos que estas se espalharão rapidamente.”

Nos Estados Unidos, a FDA, agência que regula fármacos e alimentos, já proibiu a maioria dos cigarros com sabores e está examinando opções para regular o mentol. A abordagem das empresas de tabaco à proibição da UE pode oferecer algumas pistas sobre o que fariam se os EUA adotassem uma medida semelhante.

O mentol é um negócio muito maior nos EUA, que respondem por cerca de 30% das vendas de cigarros.

No entanto, existem bolsões de popularidade na Europa. No Reino Unido, cerca de 25% do mercado é composto por cigarros mentolados e “crushball”, que contêm sabores que podem ser ativados com o acionamento de um clique, de acordo com o porta-voz da Imperial, Simon Evans. Esse segmento corresponderia a cerca de US$ 4,7 bilhões, segundo a Euromonitor.

As medidas da UE intensificarão a concorrência para atrair fãs do mentol para alternativas, incluindo o IQOS, o dispositivo de aquecimento de tabaco fabricado pela Philip Morris International, que está isento das novas regras. No ano passado, a gigante lançou novas lâminas térmicas de mentol para o IQOS.

Embora existam poucas evidências de que cigarros mentolados seriam mais tóxicos ou arriscados do que cigarros comuns, grupos de saúde pública dizem que esses produtos atraem jovens e podem causar maior dependência, pois é menos provável que esses fumantes consigam deixar o vício.

Países da UE aprovaram a proibição em 2016. A medida não se aplica às tiras de infusão vendidas pela Imperial, porque são considerados acessórios para fumar e não produtos de tabaco.

“Haverá algum tipo de impacto”, disse Nico von Stackelberg, analista da Liberum. Ele disse que fumantes mais jovens podem optar por uma das muitas alternativas para fumar, enquanto os mais velhos podem enfrentar mais dificuldades para a transição e deixar a nicotina. “Fumantes podem achar que a transição para o tabaco aquecido ou produtos vaping é muito mais fácil” do que parar de fumar de forma abrupta.

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Tombo das ações do IRB abre oportunidade de compra? Morgan e Credit discordam

SÃO PAULO — Na última segunda-feira (3), as ações do IRB (IRBR3) despencaram em reação à carta da Squadra Investimentos questionando as práticas contábeis realizadas pela resseguradora. O tombo abre uma oportunidade de compra dos papéis?

Para o Credit Suisse, não. Em relatório divulgado hoje a clientes, os analistas do banco disseram que o papel ainda não está em um entry point (ponto de entrada) interessante mesmo depois do sell-off recente. Ainda assim, eles enxergam bons resultados para a companhia e aumentaram o preço-alvo dos papéis.

“As nossas projeções de earnings para o papel estão razoavelmente otimistas, incluindo um crescimento forte nos prêmios emitidos, custos bem menores de retrocessão e apenas uma pequena queda no loss ratio em relação ao histórico”, afirmou o Credit.

As projeções do banco suíço para o IRB em 2020 e 2021 indicam um lucro líquido de R$ 1,83 bilhão para 2020 (+12,7% na comparação anual; 7% abaixo do consenso) e R$ 2,14 bilhões em 2021 (+16,5% na comparação anual; 2% abaixo do consenso).

“Vale destacar que, mesmo estando abaixo do consenso, estamos dando o benefício da dúvida em alguns pontos, como incorporar uma relevante redução de custos de retrocessão de 27% em 2019 para 17% em 2020.”

Segundo o banco, os resultados financeiros devem ficar bem acima dos 100% do benchmark e o crescimento de top line (receitas) deve permanecer resiliente, acima dos 20% tanto em 2020 quanto 2021.

“Assumimos apenas uma pequena deterioração na sinistralidade. A redução de nossas estimativas está lastreada em boa parte pela queda de resultados financeiros (-6% em 2020 e -1,5% para 2021) e o nosso preço-alvo para as ações subiu de R$ 38 para R$ 43, principalmente em função de um menor risk-free.”

No entanto, para justificar a falta de visão de um ponto de entrada nas ações do IRB neste momento, os analistas do Credit disseram que a relação entre risco e retorno não parece muito atrativa.

“No blue sky, assumimos sinistralidade estável em relação a 2019. O ROE (retorno sobre patrimônio) ficaria em 38% (em linha com 2019) e o valuation de R$ 55 por ação. No grey sky, temos um loss ratio voltando para o patamar de 2012/2013 de 70%”, afirmou o banco.

Para o quarto trimestre de 2019, o Credit espera que o lucro líquido da companhia deve ficar em R$ 504 milhões, avanço de 35% na base anual e em linha com o consenso.

“O nível de written premiums deve acelerar na parte local e ficar estável na linha internacional. Esperamos também uma reversão de 50% das provisões técnicas dos 9 primeiros meses de 2019, basicamente em linha com o histórico. Loss ratio deve mostrar alguma deterioração enquanto que incluímos um ganho de R$ 94 milhões relacionado à venda de dois ativos de real estate (imóveis)”, concluiu o banco.

Na contramão

Ao contrário da visão do Credit, o Morgan Stanley já havia se pronunciado a seus clientes indicando que a queda dos papéis do IRB nesta semana abriu, sim, um ponto de entrada.

O banco citou “conceitos errôneos” que alguns investidores têm sobre a sustentabilidade da lucratividade no IRB versus pares globais. “Achamos que os investidores estão comparando maçãs e laranjas”, disse em nota o diretor do banco Jorge Kuri. “Contratos de curto prazo e falta de risco catastrófico geram uma lacuna no ROE (retorno sobre o patrimônio) e produzem modelos de negócios fundamentalmente diferentes.”

Kuri destacou que o IRB possui uma força de trabalho centralizada de 385 funcionários, em comparação com uma média de 10.000 dos players globais. “Esse modelo de headcount light conta com uma única plataforma de TI totalmente integrada, que reduz significativamente os custos de back office e torna a aceitação de riscos e o processamento de reclamações mais eficientes. No futuro, vemos espaço adicional para ganhos de eficiência, dados os planos da administração de reduzir ainda mais o número de funcionários. De fato, a administração espera ter uma estrutura completamente enxuta até 2021 e alcançar um índice sustentável de despesas administrativas de longo prazo de 4,5%.”

O diretor do Morgan Stanley ressaltou ainda outros diferenciais do IRB em relação aos seus pares globais. “O rendimento dos títulos é significativamente maior no IRB do que em pares globais, principalmente devido a um ambiente de taxa de juros mais alto que permite spreads maiores e ao fato de que, diferentemente das empresas de resseguros globais, o IRB não precisa proteger seu risco cambial. Apesar do maior rendimento, a receita financeira representa uma parcela menor da receita líquida no IRB do que nos pares globais, outra diferença fundamental no modelo de negócios do IRB. Além disso, a receita financeira do IRB, como uma porcentagem do lucro total, tem diminuído constantemente à medida que as operações de subscrição da empresa se tornam mais eficientes.”

Vaivém das ações

Em janeiro, as ações do IRB acumularam ganho de 15,1%, ficando entre as cinco maiores altas do Ibovespa no primeiro mês do ano. O salto foi devolvido em menos de uma hora no pregão de segunda-feira, logo após a divulgação da carta da Squadra.

Ao longo daquele dia, os papéis reduziram as perdas, mas ainda assim fecharam em baixa de 9,06%, valendo R$ 40,77. Ontem, as ações recuperaram uma pequena parte das perdas e encerraram o pregão cotadas em R$ 41,29 cada uma.

O IRB estreou na bolsa brasileira em julho de 2017. As ações já subiram mais de 53% desde então (até ontem). Só no ano passado, os papéis da resseguradora tiveram performance positiva de 44,5%. O Ibovespa subiu cerca de 31% no mesmo período.

Carta da Squadra

Em documento de 30 páginas, a Squadra detalhou os motivos que a fazem crer que os lucros reportados pelo IRB não refletem seu earnings power e que a rentabilidade do seu negócio é muito menor do que grande parte do mercado acredita ser.

“Desde que o IRB Brasil realizou sua abertura de capital em bolsa de valores, no ano de 2017, acreditamos ter encontrado fatores que, em nossa opinião, indicam lucros contábeis reportados nas demonstrações financeiras significativamente superiores aos lucros normalizados”, disse.

Segundo a Squadra, essa disparidade entre lucro reportado e lucro normalizado (recorrente) teria sido crescente e atingiu sua maior diferença nos nove primeiros meses de 2019. “Em nossa opinião, existem indícios que apontam para lucros recorrentes significativamente inferiores aos lucros contábeis reportados nas demonstrações financeiras da companhia.”

O que o IRB diz?

Em resposta à carta da Squadra, o IRB afirmou que sua perfomance financeira e seu earnings power está fielmente retratado nas referidas demonstrações. Além disso, reforçou que as suas demonstrações contábeis são auditadas internamente e externamente pela empresa PwC.

“A companhia informa ainda que está avaliando com seus assessores legais, as medidas cabíveis a serem tomadas neste cenário, onde o emissor da carta tem interesse econômico diametralmente conflitante com os interesses da companhia”, informou em nota o IRB.

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Conheça 10 rentabilidades que dependem da taxa Selic

A atual taxa básica de juros é a menor da história do Brasil, o que traz um impacto direto no mercado financeiro por vários aspectos. Um deles é a relação das rentabilidades que dependem da taxa Selic.

Essas rentabilidades vêm dos investimentos de renda fixa, nos quais as regras de rentabilidade são previstas.

Entre os principais produtos da modalidade, estão a poupança, títulos públicos, CDI, CDBs, LCs, LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures.

Veja como funciona cada um desses investimentos e como eles são impactados pela taxa Selic!

Poupança

A poupança é o investimento mais popular entre os brasileiros. Contudo, a caderneta também é uma das aplicações menos rentáveis atualmente.

O cálculo do rendimento desse tipo de investimento está diretamente atrelado à taxa básica de juros desde 2012. Caso a Selic seja maior ou igual a 8,5% ao ano, a poupança terá rendimento de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).

Caso a Selic fique abaixo de 8,5%, a aplicação vai render 70% do valor da Selic vigente em cada período.

Hoje em dia, o rendimento da poupança é ruim e perde até para a inflação. Ou seja, quem aplica na caderneta perde poder de compra ao longo do tempo.

Títulos públicos

Os títulos públicos são a forma de o governo captar dinheiro no mercado para financiar o seu déficit fiscal. Essas aplicações são oferecidas por meio do programa Tesouro Direto.

O Tesouro Selic tem rentabilidade diretamente associada à Selic. Ou seja, seu rendimento cai quando a taxa de juros é menor, e vice-versa.

É considerado o título mais seguro do mercado, já que permite resgate do dinheiro a qualquer momento, sem risco de perda do valor. Por conta disso, é comumente utilizado em reservas de emergência.

CDI

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) é um título privado emitido e utilizado apenas entre os bancos, em empréstimos de um dia.

Essas operações têm como objetivo evitar que saques não programados sejam maiores do que o valor depositado diariamente pelos clientes — o que evita oscilações nos caixas dos bancos.

A taxa de remuneração desse título serve como referência para a remuneração dos produtos de renda fixa oferecidos pelas instituições financeiras, como os CDBs, LCIs, LCAs e LCs.

O valor desse título é baseado na taxa de juros básica e, em geral, fica próximo à Selic — cerca de 0,10 ponto porcentual abaixo.

Ou seja, quando a Selic cai, o rendimento do título fica menor e, como consequência, os rendimentos em produtos de renda fixa também diminuem.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título emitido por bancos com o intuito de captar recursos para financiar suas próprias operações.

O dinheiro corrigido é devolvido a quem aplica no vencimento do contrato, mas alguns CDBs têm liquidez diária (ou seja, é possível resgatar o dinheiro a qualquer momento).

A aplicação é garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para valores de até R$ 250 mil por CPF. O CDB pós-fixado tem rentabilidade diretamente ligada ao CDI. Ou seja, quando a Selic cai, seu rendimento fica menor.

LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCI e LCA) são títulos de renda fixa. Sua emissão é feita por bancos e eles funcionam de forma semelhante ao CDB — com algumas diferenças:

  • a LCI tem como objetivo financiar o mercado imobiliário, enquanto a LCA dá crédito para o agronegócio;
  • são isentas de Imposto de Renda;
  • não têm liquidez diária, ou seja, é necessário carregar o título até o vencimento.

Garantidos pelo FGC no limite de R$ 250 mil por CPF, a rentabilidade desses títulos fica próxima do CDI. Ou seja, é proporcional à taxa Selic. Quando a Selic cai, o rendimento dos títulos diminui.

LC

A Letra de Câmbio (LC) é emitida por financeiras e tem como objetivo custear as atividades desse tipo de instituição, que é especializada em conceder crédito.

A aplicação é garantida pelo FGC no caso de valores de até R$ 250 mil por CPF. Não tem liquidez diária, como o Tesouro Selic e alguns CDBs. Isso significa que quem aplica precisa carregar o título até o seu vencimento.

Sua rentabilidade é atrelada ao CDI. Ou seja, quando a Selic cai, seu rendimento diminui.

CRI e CRA

O Certificado de Recebíveis Imobiliários e o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRI e CRA), assim como a LCI e LCA, são títulos de renda fixa que financiam negócios no setor imobiliário e o agronegócio.

Mas, diferentemente das letras de crédito, não são emitidos por bancos, mas por empresas securitizadoras.

Além disso, não contam com a garantia do FGC. Quem aplica deve carregar o título até o vencimento ou tentar revendê-lo no mercado secundário.

A rentabilidade do CRI e CRA é equivalente a um percentual do CDI. Ou seja, acompanha o movimento da Selic.

Debêntures

As debêntures são títulos de dívida emitidos por bancos para financiar atividades de uma empresa. Podem ser emitidos para aumento de capital, financiamento de projetos ou apenas para pagar dívidas.

Existem diferentes categorias de debêntures, entre elas as incentivadas, que financiam projetos de infraestrutura e são isentas de IR e IOF.

A rentabilidade dos títulos é equivalente a um porcentual do CDI. Ou seja, acompanha as oscilações da Selic de perto.

Agora que você já sabe quais rentabilidades dependem da taxa Selic, pode entender melhor como a diversificação de investimentos pode te ajudar na hora de investir bem. Para descobrir como uma consultoria de investimentos pode ajudar, leia nosso Guia completo sobre o assunto!

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Cliente BlackBerry ficará sem garantia e atendimento a partir de 2022

SÃO PAULO – Após marcar uma geração com seus modelos compactos com teclado físico “QWERTY”, o BlackBerry deixará de ser vendido ainda neste ano.

Os celulares da BlackBerry Mobile, empresa canadense que já chegou a ter quase 20% de participação no mercado de celulares em 2010, vão desaparecer das lojas no segundo semestre de 2020, mais precisamente em 31 de agosto – é quando se encerra a parceria entre a BlackBerry e a TCL Communication, empresa chinesa de tecnologia, que detém os direitos da marca.

Por meio de um post oficial no Twitter, a TCL afirmou que não tem mais o direito de “projetar, fabricar ou vender” qualquer novo dispositivo Blackberry.

A companhia continuará oferecendo serviço de atendimento ao cliente e garantia apenas até 2022.

A BlackBerry Mobile parou de fabricar seus próprios modelos em 2016 e deu início à terceirização da produção, com a fabricação dos dispositivos ficando a cargo da TCL.

A TCL trabalhou com a companhia para produzir os smartphones da série BlackBerry KEY, que utiliza o sistema Android.

“Para aqueles de nós da TCL Communication que foram abençoados o suficiente para trabalhar na BlackBerry Mobile, queremos agradecer a todos os nossos parceiros, clientes e comunidade de fãs do BlackBerry por seu apoio nos últimos anos”, informa o comunicado da companhia publicado no Twitter.

Segundo apurou a CNN Business, a decisão ocorreu em meio à queda nas vendas de telefone – explicada, em grande parte, pela demora em modernizar e adequar os modelos da marca aos novos players do mercado como Apple, Samsung e outros dispositivos Android.

Entretanto, não ficou claro se a BlackBerry irá desistir do segmento de smartphones. Nos último anos, porém, a companhia canadense focou seus esforços para negócios envolvendo segurança cibernética e dispositivos conectados à internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), conceito que se refere à interconexão de diversos objetos do cotidiano em uma única rede capaz de reunir e transmitir dados.

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Ação do Bradesco sobe 4% após balanço positivo; Vale e Petrobras avançam com alívio sobre coronavírus

SÃO PAULO – A sessão é de otimismo para o mercado, com as bolsas pelo mundo registrando a terceira sessão seguida de ganhos em meio a otimismo com possível descoberta de tratamento ou vacina para o coronavírus.

Commodities registram ganhos em meio a essas notícias, caso do petróleo, que avança mais de 2% (tanto o tipo brent quanto o WTI) e puxa as ações da Petrobras para um ganho superior a 1%. Vale e siderúrgicas também sobem.

Contudo, o grande destaque de alta do Ibovespa fica para os ativos do Bradesco, que avança mais de 4% e puxa os demais bancos (caso do Itaú, que sobe mais de 2%) após a divulgação de números positivos do quarto trimestre. Confira mais destaques:

Bradesco (BBDC3;BBDC4)

O Bradesco publicou seu balanço do quarto trimestre de 2019 na manhã de hoje. O banco informou um lucro líquido de R$ 6,6 bilhões no período, uma expansão de 14% sobre igual período de 2018 e de 1,6% sobre o trimestre anterior.

A carteira de empréstimos cresceu 13,8% sobre igual período do ano anterior, para R$ 605 bilhões. O banco também informou que o total de ativos sob seu poder atingiu R$ 1,4 trilhão no quarto trimestre do ano passado, um crescimento de 1,7% sobre igual período de 2018 e de 0,3% sobre o trimestre anterior. O lucro líquido por ação foi de R$ 3,22, um pouco abaixo dos R$ 3,3 do quarto trimestre de 2018, embora superior aos R$ 3,12 do terceiro trimestre de 2019. Veja mais clicando aqui. 

O Banco Morgan Stanley comentou os resultados, classificando-os “sólidos”, com mais fatores “positivos do que negativos”. Segundo a avaliação, “as margens e taxas foram positivas, ao contrário dos argumentos pessimistas de que os bancos virtuais estão avançando sobre os grandes bancos”. Para 2020, o Morgan Stanley projeta que o crescimento nas margens e taxas segue a mesma tendência. “O lucro com as taxas cresceu 4% no quarto trimestre sobre o trimestre anterior.

Os empréstimos tiveram expansão trimestral de 4% e anual de 15%, com crescimento em todas as categorias”, avalia o banco. Por outro lado, as despesas operacionais do Bradesco cresceram apenas 1% no trimestre e 5% no ano, “o que demonstra um comprometimento da gerência para controlar os custos em um ambiente com juros mais baixos”. O Morgan mantém a recomendação overweight, ou exposição “acima da média” para as ações BBDC3 e BBDC4.

O Credit Suisse avaliou como “positivos” os resultados: os analistas do banco suíço dizem que o mais importante está no guidance para 2020, projetando um lucro bruto de R$ 27,7 bilhões para o Bradesco, acima em 2% das estimativas do Credit Suisse. “Os destaques positivos foram a aceleração no book de empréstimos do varejo e uma aceleração moderada nas taxas”, comentam sobre os resultados de 2019. “Mantemos nossa visão construtiva para o papel”.

Petrobras (PETR3; PETR4

A Petrobras iniciou a fase vinculante para vender todos os seus ativos no Uruguai. Segundo a petrolífera estatal brasileira, os interessados em participar do processo receberão uma carta-convite e poderão adquirir 100% das ações da companhia na Petrobras Uruguay Distribución S.A. (PUDSA). A Petrobras informou que o desinvestimento faz parte dos seus planos de gerar maior valor para os acionistas. A PUDSA controla 90 postos de combustíveis, 16 lojas de conveniência, um terminal logístico de lubrificantes e dois terminais de armazenamento de fertilizantes líquidos.

Estreia da Mitre

A ação da Mitre, construtora que atua no segmento de classe média, em São Paulo, estreia na B3, sob o código MTRE3.

No IPO, a arrecadação foi de R$ 1,18 bilhão. Trata-se da primeira abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) do País do ano. A companhia familiar irá usar o dinheiro que chega para a compra de terrenos e para o pagamento de custos de construção e despesas operacionais.

A Mitre está listada no Novo Mercado, segmento de mais elevadas exigências de governança corporativa da B3.

A construtora teve suas ações precificadas em R$ 19,30 cada no IPO (Oferta Pública Inicial), ficando no topo da faixa indicativa, que partia de R$ 14,30.

Qualicorp (QUAL3)

A Qualicorp foi informada que o fundador da companhia, José Seripieri Filho, reduziu a participação na companhia para aproximadamente 2,75% das ações ordinárias, em razão da alienação de 20.438.765 ativos de emissão da companhia.

Os analistas do Bradesco BBI avaliam o movimento como positivo, pois significa: (i) mais liquidez para o ativo; e (ii) poder completo e nenhuma interferência para a Rede D’Or administrar a empresa, e os analistas do banco esperam que eles façam mudanças significativas em termos de controle de custos. “A Qualicorp é o melhor nome para o setor no curto prazo”, apontam os analistas, que possuem recomendação equivalente à compra para a ação e preço-alvo de R$ 50.

A venda de ações por Seripieri Filho aconteceu seis meses depois de vender 10% da companhia para a Rede D’Or — desde então o acionista de referência da Qualicorp.

Oi (OIBR3;OIBR4)

A operadora de telefonia Oi, em recuperação judicial, comunicou ao mercado que concluiu a subscrição e integralização da sua primeira emissão de debêntures simples, da sua controlada Oi Móvel S.A. Segundo a operadora, a emissão teve o valor de R$ 2,5 bilhões e está no “Plano de recuperação judicial”. A emissão foi anunciada pela OI em 23 de dezembro do ano passado.

Gol (GOLL4)

A empresa aérea Gol informou que suas decolagens cresceram 5,8% em janeiro deste ano, sobre dezembro, para 25.892 operações, enquanto a taxa de ocupação subiu para 83,9%, em expansão sobre os 83,5% de dezembro. O número de passageiros transportados cresceu de 3,4 milhões de pessoas em dezembro para 3,6 milhões em janeiro, em expansão de 5,5%.

O crescimento nos passageiros transportados foi maior nos voos internacionais que nos domésticos, segundo os dados divulgados hoje: houve aumento de 8,2% em janeiro para 230 mil passageiros, enquanto o crescimento de passageiros nos voos domésticos foi menor, de 5,4% para 3,4 milhões. Outros números positivos da Gol foram a oferta (ASK), que caiu 0,1% em janeiro para 5,16 milhões de assentos, enquanto a demanda (RPK) cresceu 0,4% para 4,3 milhões de assentos.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) autorizou a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobras, a incorporar a Transmissora Delmiro Gouveia S.A. (TDG). A empresa incorporada atua em vários estados da Região Nordeste do país.

CCR (CCRO3)

O Grupo CCR informou que sua subsidiária, a concessionária Nova Dutra, tentará reverter “por meios legais” a determinação para que o pedágio seja reduzido em 5,26% em todas as praças da rodovia Presidente Dutra (BR-116 entre São Paulo e Rio). A determinação é da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e foi expedida em 23 de dezembro do ano passado.

Dommo Energia (DMMO3)

A Dommo anunciou a produção de óleo do Campo de Tubarão Martelo, operado pela companhia no sul da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, com a produção atingindo 178.241 barris no mês de janeiro de 2020.

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Ibovespa sobe 1% com alívio no exterior e resultado forte do Bradesco

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SÃO PAULO – O Ibovespa sobe nesta quarta-feira (5) com os investidores acompanhando o movimento das bolsas internacionais em dia de notícias esperançosas sobre o coronavírus.

Mais um fator que está puxando o índice é a forte alta das ações do Bradesco (BBDC3; BBDC4), que avançam 3% após o resultado forte da empresa no quarto trimestre do ano passado. Bradesco puxa os demais bancos, com Itaú Unibanco (ITUB4) subindo 1,8%, Banco do Brasil (BBAS3) registrando ganhos de 5% e Santander (SANB11) valorizando 0,9%. Somadas, as ações dos quatro bancos respondem por 19,78% da carteira teórica do Ibovespa.

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Às 14h11 (horário de Brasília) o principal índice da B3 subia 1,62% a 117.446 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial zera perdas, operando com leve variação negativa de 0,02% a R$ 4,2567 na compra e a R$ 4,2575 na venda. Já o dólar futuro para março fica estável a R$ 4,261.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 cai quatro pontos-base a 4,88%, o DI para janeiro de 2023 tem queda de dois pontos-base a 5,42% e o DI para janeiro de 2025 registra perdas de sete pontos-base a 6,06%.

No noticiário macro, um grupo de pesquisadores do Reino Unido teria descoberto uma forma de acelerar o desenvolvimento de uma vacina contra a doença, e os testes em seres humanos poderiam começar já na semana que vem. O total de infectados pelo coronavírus subiu para 25 mil pessoas até esta quarta, enquanto o número de mortes aumentou de 425 para entre 490 e 500.

Todavia, o Bank of America Merril Lynch reduziu a previsão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2020 de um crescimento de 2,4% para um de 2,2%. A justificativa foram os problemas na China e os dados mistos no Brasil.

Ainda no cenário internacional, o Senado americano termina hoje o julgamento do processo de impeachment do presidente Donald Trump. Ao que tudo indica, Trump será inocentado ao mesmo tempo em que o cenário das primárias do Partido Democrata se mostra extremamente indefinido, com o favorito Joe Biden ficando em quarto lugar, perdendo para Bernie Sanders, Pete Buttigieg e Elizabeth Warren em Iowa.

No Brasil, hoje é dia de decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve reduzir os juros de 4,5% para 4,25%. Os economistas esperam um comunicado mais cauteloso, mas divergem sobre o tom, com alguns esperando que BC mantenha a porta ao menos semiaberta para novo corte em março e outros esperando fim do ciclo.

Nos indicadores, o Relatório de Emprego ADP nos EUA revelou que a maior economia do mundo criou 291 mil empregos em janeiro, bem acima da estimativa mediana dos economistas consultados pelo consenso Bloomberg, que apontava para uma geração de 158 mil vagas. Em dezembro, o ADP mostrou que 202 empregos foram criados nos EUA.

Discurso de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, em seu terceiro discurso sobre o Estado da União e o último do primeiro mandato, que “anos de decadência econômica terminaram”.

“Os dias daqueles que usavam o nosso país, aproveitavam-se dele, estando até desacreditado junto de outras nações, ficaram para trás”, declarou Trump, na terça-feira, em discurso cheio de críticas à administração de Barack Obama (2009-2017), que não mencionou, e que deixou entusiasmados republicanos, mas não democratas. Ao final do discurso do Estado da União, a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, rasgou uma cópia do discurso do presidente.

Para Trump, se “as políticas econômicas falidas do governo anterior” não tivessem sido revertidas, “o mundo agora não estava a ver esse grande êxito econômico”, com criação de emprego, queda de impostos e luta “por acordos comerciais justos e recíprocos”.

“A nossa agenda é implacavelmente pró-trabalhadores, pró-família, pró-crescimento e, sobretudo, pró-Estados Unidos”, destacou o chefe de Estado norte-americano, acrescentando que, há três anos, iniciou “o grande regresso” do país.

Noticiário corporativo 

A Petrobras (PETR3; PETR4) iniciou a venda de todos os seus ativos no Uruguai, como parte do seu plano de desinvestimento. A empresa mandará carta-convite aos interessados em adquirir seus ativos no país vizinho, que incluem a subsidiária Petrobras Uruguay Distribución S.A. (PUDSA), uma rede de 90 postos de combustíveis. Vale destacar a fixação de preço por ação ON da Petrobras em oferta do BNDES. Ainda em destaque, está a estreia das ações da Mitre após oferta pública inicial.

Já a operadora de telefonia Oi (OIBR4) informou na noite de ontem que concluiu a subscrição e integralização da sua emissão de debêntures simples, operação anunciada em 23 de dezembro do ano passado e avaliada em R$ 2,5 bilhões.

Já o Bradesco (BBDC3; BBDC4) teve lucro líquido recorrente de R$ 6,645 bilhões no quarto trimestre do ano passado, cifra 14% maior que a registrada em igual intervalo de 2018, de R$ 5,830 bilhões. Em relação aos três meses anteriores, de R$ 6,542 bilhões, foi registrado incremento de 1,6%. Veja mais aqui. 

(Com Bloomberg e agências internacionais)

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Apple paga quatro vezes mais a seus desenvolvedores que o Google

SÃO PAULO – Uma pesquisa publicada pelo Morgan Stanley, instituição americana de serviços financeiros, revela que o valor pago para os desenvolvedores de Android corresponde a aproximadamente um quarto do montante pago pela Apple para programadores que criam aplicativos para o iOS.

De acordo com os números levantados, os desenvolvedores de Android recebem da Alphabet cerca de U$ 0,10 por download, enquanto os programadores que criam aplicativos para o iOS ganham por volta de U$ 0,44.

Dentre os diversos dados divulgados na última segunda-feira (3) no balanço da Alphabet, holding que controla o Google, a companhia divulgou o quanto já foi pago para desenvolvedores que criaram aplicativos para o Android.

A Google pagou, até hoje, um total de US$ 80 bilhões aos desenvolvedores de aplicativos para seu sistema operacional – em um momento em que o número de usuários na Google Play Store, loja de aplicativos do sistema Android, bate US$ 2 bilhões.

A diferença

O Morgan calculou que, no primeiro trimestre de 2016, cada iPhone gerava, em média, US$ 3,27 para os desenvolvedores, enquanto, no Android, essa estimativa era de US$ 0,35. Dois anos depois, no fim de 2018, os ganhos eram de, respectivamente, US$ 5,08 e US$ 0,47.

Outro relatório, da Sensor Tower, empresa especializada em prestar serviços para desenvolvedores de aplicativo e companhias digitais, informa que, no primeiro bimestre de 2019, os 100 principais desenvolvedores da App Store faturaram aproximadamente US$ 83,8 milhões em receita bruta média, enquanto os 100 principais desenvolvedores de aplicativos da Google Play Store faturaram apenas US$ 51 milhões.

Ou seja, os desenvolvedores da App Store conseguiram ganhar aproximadamente 64% a mais do que seus colegas do Google Play Store em um bimestre.

Isso também pode ser relacionado ao fato de que os usuários de iOS possuem um gasto médio superior aos usuários de Android.

Embora tenha uma base de clientes bem menor do que o Android, os usuários da Apple possuem celulares mais caros e voltados para um público de alto padrão, que pode estar mais propenso a gastar em aplicativos. Além disso, o sistema do Google é mais fácil de piratear e burlar paywalls para baixar programas de graça, o que diminui o retorno para o desenvolvedor.

Vale lembrar que os aplicativos da App Store geram mais receita do que os aplicativos da Google Store para seus desenvolvedores, mas também são mais custosos e trabalhosos para os programadores.

Enquanto os apps de Android podem ter seu código escrito em Linux, uma das plataformas preferidas de programadores e desenvolvedores, os aplicativos de iOS obrigatoriamente precisam ser desenvolvidos em um Mac, o que encarece a produção consideravelmente.

Mercado de apps em crescimento

No entanto, ambas as lojas de aplicativos móveis, mas principalmente a Google Play Store, continuaram apresentando um crescimento intenso e constante, especialmente em mercados fora dos Estados Unidos e Europa.

A Google Play Store ultrapassou a rival em números de apps disponíveis no final de 2014 e, desde então, mantem-se na liderança, principalmente após o boom do sistema operacional do Google em mercados emergentes, como o Brasil, como mostrou o The Wall Street Journal à época.

“A Google Store tinha mais 70% de downloads de app em relação a Apple, amparada pela demanda crescente em mercados emergentes, como México, Peru, Brasil e Indonésia. A liderança do Google no terceiro trimestre no ano passado foi de 60%”, diz a reportagem do WSJ.

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Bradesco propõe o pagamento de R$ 491 milhões em dividendos; saiba como aproveitar

SÃO PAULO – O Bradesco (BBDC3; BBDC4) anunciou nesta quarta-feira (5) que seu Conselho de Administração decidirá no dia 17 a respeito do pagamento de R$ 490,9 milhões em dividendos aos seus acionistas.

Se aprovado, o pagamento será de R$ 0,058213963 por ação ordinária BBDC3 (ou seja, R$ 5,82 para cada lote de 100 ações) e R$ 0,064035359 por ação preferencial BBDC4 (ou seja, R$ 6,40 por cada lote de 100 ações).

Para ter direito ao provento, o investidor deve ter ações do Bradesco em sua carteira no fechamento do pregão do dia 17 de fevereiro. A partir do dia 18, os papéis passam a ser negociados “ex-dividendos”, o que significa que quem comprar a partir desse dia não terá mais direito a receber os proventos.

O pagamento dos dividendos, por sua vez, ocorrerá no dia 28 de fevereiro.

Com mais esses proventos, o total de juros e dividendos distribuídos pelo banco a seus acionistas referentes ao exercício de 2019 chega a R$ 7.863.776.318,38.

Leia também: Lucro líquido do Bradesco sobe 20% em 2019 e atinge R$ 25,89 bilhões

Somados aos R$ 8 bilhões pagos, em 23 de outubro de 2019, como dividendos extraordinários utilizando parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Estatutária”, a remuneração total aos acionistas foi de R$ 15.863.776.318,38.

Como aproveitar

O primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Lembre-se que quanto menor os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade, portanto dê preferência para corretoras que não cobram taxa pela corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

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Imóveis abaixo do preço do mercado e com financiamento atrativo: conheça o mercado de leilões

SÃO PAULO – Nesta segunda-feira (3), Ricardo Reis, professor do InfoMoney, conversou com Fernando José Cerello, leiloeiro oficial da Mega Leilões, sobre as oportunidades de compra de imóveis abaixo do preço do mercado e com financiamento atrativo por meio de leilões. Assista à entrevista acima.

Como explica Cerello, o leilão de imóveis no Brasil mudou completamente após a aprovação da lei 9.514 de novembro de 1997, que disciplinou a alienação fiduciária de um imóvel e facilitou que bancos pudessem reaver bens de forma simplificada.

“O leilão judicial é oriundo de uma ação judicial, de um processo judicial. A lei da alienação fiduciária trouxe uma garantia para os bancos que oferecem financiamento imobiliário a juros mais baixos, pois tem a segurança da dinâmica do recebimento desse valor nos imóveis retomados”, explica Cerello.

Na prática, hoje em dia, o banco não precisa mais entrar na justiça para receber a quantia que financiou e não recebeu. Segundo o leiloeiro, em torno de seis meses, o banco já consegue tomar o imóvel e levar o mesmo a leilão.

“Com isso, vemos financiamentos com juros de 7% ou 8% de juros ao ano, coisa que há anos atras não existia. Essa lei [da alienação fiduciária] trouxe muita segurança para os bancos emprestarem, sabendo que a retomada, caso seja necessária, é muito mais rápida”, explica.

Cerello aconselha ao interessado em adquirir um imóvel em leilão, seja ele um investidor ou não, que preste bastante atenção nas condições da negociação e, principalmente, no edital.

Além disso, para o leiloeiro, é essencial manter uma pesquisa na internet – em sites de bancos e de casas de leilão – para saber das melhores ofertas e entender todas as particularidades que envolvem a negociação.

“Se você está procurando um imóvel, seja para investir ou para morar, você tem que procurar as casas de leilão também, não apenas o banco”, explica Cerello.

Como mostrou o leiloeiro, a casa de leilão é uma parte essencial para que o negócio ocorra, já que ela é o órgão intermediário entre o banco e o novo interessado no lote em questão.

Cuidados ao comprar em leilão

Adquirir itens em leilão – principalmente imóveis e veículos – pode gerar uma boa economia, já que geralmente estão abaixo do preço de mercado, mas é necessário tomar alguns cuidados para que a promessa de preços mais baixos não se transformem em dores de cabeça.

Ler o edital do leilão com atenção é fundamental, pois lá estão as principais informações sobre o imóvel a ser leiloado: como o valor mínimo de venda, o estado de conservação do imóvel e quem é o vendedor, por exemplo. Além disso, contar com um respaldo jurídico para fazer a compra pode ajudar muito também.

Consultar um advogado para levantar se há ações judiciais contra a execução do leilão ou qualquer irregularidade com o processo pode poupar tempo e dores de cabeça no futuro, já que o proprietário pode entrar com uma ação para anular o negócio em caso de irregularidades no leilão ou caso não seja avisado sobre o mesmo.

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Petrobras ajuíza no TST dissídio coletivo de greve de petroleiros por abusividade

A Petrobras ajuizou no Tribunal Superior do Trabalho (TST) dissídio coletivo de greve para obter a declaração de abusividade da paralisação iniciada pelos petroleiros no dia 1º de fevereiro, informou o TST. De acordo com o órgão, a empresa aponta que a paralisação foi aprovada sem que as entidades sindicais tenham iniciado qualquer negociação, como exige a Lei de Greve (Lei 7.783/1989), e com acordo coletivo vigente.

A estatal pede a concessão de “tutela de urgência para sustar a greve ou determinar a manutenção do efetivo mínimo para garantir os serviços em suas unidades operacionais”, informa o TST.

O processo foi distribuído ao ministro Ives Gandra. A empresa já havia afirmado, no final de janeiro, quando recebeu o comunicado da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que a greve “não preenchia requisitos legais” e que era “descabida”.

Os petroleiros cobram a suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen), prevista para começar no dia 14 e que deve afetar mais de mil famílias.

Eles também querem o estabelecimento imediato de um processo de negociação com a empresa, acusada pelos trabalhadores de descumprir itens do Acordo Coletivo de Trabalho, com suspensão imediata das medidas unilaterais tomadas pela direção.

Na terça-feira, a FUP informou que no terceiro dia de greve 14,75 mil petroleiros haviam aderido ao movimento, ou 80% do total dos empregados da estatal.

A FUP contabiliza 28 bases envolvidas em 12 Estados. As adesões acontecem principalmente nas refinarias, terminais marítimos e usinas térmicas. Na maioria dessas unidades, não há rendição de turno entre os funcionários.

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