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Trump diz que EUA vivem “boom” econômico nunca visto, apesar do Fed

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com fundo preto, gesticulando durante comício

O presidente americano, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos estão “no meio de um boom econômico que o mundo nunca viu antes” durante discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Os “ótimos números” da economia, acrescentou, ocorrem apesar da política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

Trump voltou a criticar o Fed por ter elevado juros “muito rápido” ao longo de 2018 e por os cortar “muito devagar” ao longo de 2019, quando a instituição realizou três reduções na taxa dos Fed funds, hoje na faixa entre 1,50% e 1,75%. Para 2020, a expectativa é de manutenção.

O republicano voltou a criticar o Fed por “obrigar” os EUA a competirem com países com taxas de juros negativas, como no caso da zona do euro. “Eles pagam para emprestar [dinheiro]”, criticou.

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Petrobras pode obter mais R$ 3,35 bi com venda do restante da TAG, prévias de Cyrela, Even e Hering e mais destaques

Petrobras

SÃO PAULO – No destaque no radar desta terça-feira (21), estão as prévias operacionais de Cyrela e Even, além dos dados da varejista Cia. Hering.

Já a Caixa Seguridade Participações fechou um acordo com a Icatu Seguros para vender títulos de capitalização, durante 20 anos, nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF). A Icatu investirá R$ 180 milhões na nova empresa que fará essa operação. Já o Banco Inter comprou 70% do capital da DLM, uma gestora que tem uma carteira de R$ 4,5 bilhões.

Cia. Hering  (HGTX3)

A Hering divulgou na noite de ontem uma prévia do seu resultado do quarto trimestre de 2019. A empresa informou que teve uma queda de 5,2% no faturamento bruto, que foi de R$ 502,9 milhões no período. As vendas mesmas lojas tiveram queda de 4% na receita. As vendas nas lojas próprias, que não incluem as franquias, caíram 1,9% em comparação ao quarto trimestre de 2018. Segundo a empresa, houve o fechamento de 13 franquias no período. Já o comércio eletrônico teve um crescimento de 48,2% no quarto trimestre, passando a representar 4,4% da receita.

Even (EVEN3)

A construtora e incorporadora imobiliária Even publicou uma prévia dos seus resultados do quarto trimestre de 2019, informando que teve uma expansão de 46% na receita líquida, para R$ 583 milhões no período. A expansão foi sobre um faturamento líquido de R$ 336 milhões em igual período de 2018. A empresa paulista também informou que houve queda nos distratos, de 37,3% no primeiro trimestre de 2018 para 10,3% no mesmo período do ano passado. O faturamento bruto de Even no último trimestre de 2019 foi de R$ 651 milhões.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela também apresentou sua prévia operacional, mostrando uma queda em vendas e lançamentos de imóveis residenciais no quarto trimestre, sendo que a maior parte do volume comercializado correspondeu a lançamentos.

Nos três últimos meses do ano passado houve uma queda de 15,5% nas vendas na comparação anual, a R$ 2,06 bilhões, sendo R$ 1,08 bilhão em lançamentos.

Enquanto isso, os lançamentos recuaram 11,7% no mesmo período, para R$ 2,39 bilhões, dos quais R$ 1,02 bilhão foram no Minha Casa Minha Vida faixas 2 e 3. No último trimestre, a companhia fez 27 lançamentos.

Petrobras (PETR3; PETR4

Matéria publicada hoje no jornal Valor Econômico informa que a Petrobras espera obter mais de R$ 3,35 bilhões com a venda dos 10% restantes que possui na Transportadora Associada de Gás (TAG). No ano passado, a francesa Engie e o fundo canadense Casse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) compraram 90% da TAG por R$ 33,5 bilhões.

Caixa Seguridade

A Caixa Seguridade Participações comunicou ao mercado que fechou uma parceria com a Icatu Seguros para montar uma joint-venture que irá explorar, por 20 anos, a venda de títulos de capitalização no balcão das agências da Caixa Econômica Federal (CEF). A Icatu fará um aporte de R$ 180 milhões na nova empresa. A Caixa Seguridade terá 75% de participação no capital social da nova empresa, sendo que deterá 49,9% das ações ordinárias. Já a Icatu terá 50,1% das ações ordinárias e 25% do capital social total. Pelo acordo, a Iatu se compromete a pagar um bônus anual para a CEF, correspondente a 75% dos dividendos líquidos da nova empresa.

Banco Inter (BIDI11

O Banco Inter informou que obteve a autorização do Banco Central do Brasil para comprar 70% do capital social da Matriz Participações, que controla a sociedade DLM Invista Gestão de Recursos. O banco pagou R$ 49 milhões na DLM, que tem sob sua administração uma carteira de R$ 4,5 bilhões sob sua gestão.

M. Dias Branco (MDIA3

A indústria moageira e produtora de biscoitos e massas M. Dias Branco comunicou ontem que recomprará 8,4 milhões de ações ordinárias. Segundo a empresa, a operação tem início hoje (21) e se estenderá por um prazo máximo de 18 meses.

Klabin (KLBN11)

A Klabin informou que vai elevar o preço da celulose de fibra longa e de fibra curta para a China em US$ 20/tonelada, segundo a Bloomberg.

O novo preço entrará em vigor em 1º de fevereiro.

Positivo (POSI3)

A Positivo Tecnologia fará uma oferta de ações subsequente (follow on) que pode chegar a R$ 521,1 milhões. A distribuição será primária de até 40.000.000 novas ações ordinárias, com esforços restritos de colocação. Conforme a demanda, a quantidade de ações ofertada poderá ser acrescida de um lote adicional de até 14.000.000 novas ações ordinárias (35%) de emissão da companhia.

Ao preço de fechamento desta segunda-feira, 20, de R$ 9,65, a oferta básica alcançaria R$ 386 milhões. Caso seja exercido o lote adicional o montante sobe para R$ 521,1 milhões. O preço da ação na oferta será definido após o bookbuilding (coleta de intenções), que termina no dia 30 de janeiro. Foram contratados como coordenadores o BTG Pactual (coordenador líder), Bradesco BBI e a XP Investimentos.

Varejistas

O Bradesco BBI revisou as suas recomendações para o setor varejista, reiterando visão positiva para o setor em 2020, mas destacando que as expectativas de alta justificam alguma cautela, o que favorece ações com: 1) forte execução; 2) crescimento estrutural; 3) múltiplos preço sobre o lucro baixos com espaço para expansão.

Os analistas elevaram B2W (BTOW3) e Marisa (AMAR3) de neutro para outperform (desempenho acima da média), enquanto reduziram recomendação para Mercado Livre (negociada na Nasdaq), Centauro (CNTO3), Arcos Dorados (negociada na NYSE), Burger King (BKBR3) e Vulcabrás (VULC3) para neutro.  Já Magazine Luiza (MGLU3), B2W (BTOW3), Arezzo (ARZZ3) e Marisa são as top picks.

(Com Agência Estado)

 

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As maiores altas de preços nos supermercados em 2019

A carne desbancou o tomate como o produto que mais subiu de preço nos supermercados do Estado de São Paulo no ano passado. Por vários anos, o tomate foi o vilão entre os itens com as maiores altas no varejo. Mas em 2019 foi o que mais caiu.

De janeiro a dezembro, o pernil suíno aumentou 52,15% e liderou a lista de alta, enquanto o tomate recuou 31,44% e encabeçou o ranking de baixa, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para a Associação Paulista de Supermercados (Apas). Na média do ano de 2019, os preços dos produtos vendidos nos supermercados, não apenas os alimentos, mas também itens de limpeza doméstica e higiene pessoal, subiram 5,73%.

Entre as dez maiores altas registradas no ano passado, oito foram carnes e destas, sete bovinas e um corte suíno. A grande importação de proteína animal feita pela China por causa da peste suína africana que dizimou os plantéis do país asiático fez a cotação da arroba do boi gordo atingir o pico histórico no fim do ano passado.

Somado a isso, a desvalorização do real em relação ao dólar tornou as exportações mais rentáveis para os frigoríficos, que deram preferência para as vendas externas. O resultado bateu no bolso do consumidor que acabou tendo de desembolsar mais pela proteína animal.

Em 2019, as carnes bovinas como um todo subiram, em média, 30,15% e as carnes suínas, em geral, aumentaram 31,43%. Em seguida, vieram as aves, com avanço de 21,48% nos preços, e os ovos que ficaram 16,15% mais caros.

Thiago Berka, economista da Apas, traça um cenário mais otimista para as carnes neste início de ano. “A expectativa para a carne bovina é de queda de preço ao consumidor, entre 8% e 10%, por conta do recuo no valor da arroba do boi e nas exportações para a China”, prevê o economista.

Básicos.

Na vice-liderança do ranking das maiores altas de preços nos supermercados, apareceu outro alimento básico para o brasileiro: o feijão. O quilo do grão subiu 44%, em média, no ano passado. Outro vegetal que impulsionou a inflação foi o chuchu, com avanço de 31,88%.

Entre os dez produtos que registraram as maiores quedas de preço em 2019, sete são da categoria de Frutas, Verduras e Legumes (FVL), itens in natura que são tidos como básicos.

A pesquisa mostra que a comida foi a despesa que mais pesou no orçamento das famílias no ano passado nas compras de supermercado. Os preços dos alimentos subiram 6,75%, acima da inflação geral do setor, de 5,73%. Artigos de limpeza e de higiene pessoal subiram menos do que a comida e ficaram, em média, 2,47% e 4,60% mais caros, respectivamente, no mesmo período.

O impacto do alto custo da alimentação de itens básicos provocou estragos nas vendas do setor. De janeiro a novembro, o último dado disponível, os supermercados paulistas faturaram só 0,57% a mais do que em igual período de 2018, já descontada a inflação. Por conta desse resultado ruim, a expectativa de vendas para o ano fechado de 2019 – ainda não conhecida – caiu de 2,7% para 1,3%.

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Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta terça-feira

Bandeiras da China ao vento

Os futuros de Nova York operam em terreno negativo na manhã de hoje, após as bolsas de valores da Ásia terem fechado em queda e as da Europa aberto em baixa.

A nota de crédito de Hong Kong foi rebaixada pela agência de classificação de risco Moody’s, enquanto o governo chinês confirmou que o “Vírus de Wuhan” é propagado de pessoa a pessoa. Com medo, investidores retiraram ativos dos mercados chineses.

Essas notícias acabam ofuscando o Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, onde o ministro da Economia, Paulo Guedes, fará duas palestras hoje. No noticiário corporativo, destaque para a nova empresa que a Caixa Seguridade Participações e a Icatu Seguros criarão, um investimento de R$ 180 milhões.

1. Bolsas mundiais

Os futuros de Nova York estão em terreno negativo na manhã de hoje, na volta do feriado, após as bolsas da Ásia terem fechado em queda firme. A Bolsa de Hong Kong fechou com recuo superior a 2,80% após a agência de classificação de risco Moody’s rebaixar a nota da região. As outras bolsas de valores da China fecharam em queda com os temores da propagação do chamado “Vírus de Wuhan” que o governo chinês confirmou hoje se propagar de pessoa a pessoa. As bolsas da Europa abriram em baixa.

A questão do coronavírus entrou no radar devido ao risco de contágio, uma vez que centenas de milhões de pessoas na China se preparam para viajar durante o feriado do ano-novo lunar chinês, que começará na sexta-feira (24) e se estenderá por uma semana.

No radar econômico, como se previa, o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) decidiu hoje manter sua política monetária, incluindo a taxa de depósitos de curto prazo em -0,10% e a meta para o rendimento do bônus do governo japonês (JGBs, na sigla em inglês) de 10 anos em torno de 0%. Segundo o presidente do BoJ, Haruhiko Kuroda, ainda não há necessidade de o BC japonês reavaliar a atual estrutura de relaxamento da política monetária.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h14 (horário de Brasília):

Nova York
*S&P 500 Futuro (EUA), -0,43%
*Nasdaq Futuro (EUA), -0,53%
*Dow Jones Futuro (EUA), -0,35%

*Dax (Alemanha) , -0,55%
*FTSE (Reino Unido), -1,29%
*CAC 40 (França), -1,18%
*FTSE MIB (Itália), -1,41%

*Hang Seng (Hong Kong), -2,81% (fechado)
*Xangai (China), -1,41% (fechado)
*Nikkei (Japão), -0,91% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -1,01% (fechado)

*Petróleo WTI, -1,01%, a US$ 57,95 o barril
*Petróleo Brent, -1,27%, a US$ 64,38 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam com alta de +0,07%, cotados a 671,000 iuanes, equivalentes a US$ 97,16 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 6,9058 (-0,64%)
*Bitcoin, US$ 8.634,96, -2,54%

2. Indicadores econômicos

No Brasil, a FGV publica às 8h o IGP-M de janeiro. Mais tarde, o Ministério da Economia publica a arrecadação do governo federal em dezembro. Estimativa, segundo consenso Bloomberg, para arrecadação é de R$ 154 bilhões, contra R$ 125,161 bilhões em novembro e R$ 141,528 bilhões em dezembro de 2018.

3. Paulo Guedes em Davos 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fará hoje duas palestras no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. Guedes falará sobre a possibilidade de investimentos no Brasil em painéis sobre a América Latina e os mercados emergentes.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará um discurso na manhã de hoje em Davos. O Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que Trump abordará a questão do crescimento econômico, o acordo comercial com a China e o USMCA – como é conhecido o novo pacto comercial da América do Norte – no discurso que fará nesta terça-feira durante a reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

4. Sergio Moro no Roda Viva 

O ministro da Justiça, Sergio Moro, foi ao programa Roda Viva da TV Cultura na noite de ontem. Instado pelos jornalistas a fazer avaliações sobre os mais de doze meses de governo do presidente Jair Bolsonaro, Moro respondeu que não é “comentarista político”. Moro também afirmou que a Operação Lava-Jato não condenou ninguém injustamente e que as trocas de mensagens entre ele e procuradores vazadas pelo site The Intercept foram uma “bobageirada”. Moro definiu o episódio que envolveu o ex-secretário da Cultura, Roberto Alvim, que copiou um discurso do ministro nazista Joseph Goebbels, como “bizarro”.

5. Noticiário corporativo

A Caixa Seguridade Participações fechou um acordo com a Icatu Seguros para vender títulos de capitalização, durante 20 anos, nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF). A Icatu investirá R$ 180 milhões na nova empresa que fará essa operação. Já o Banco Inter comprou 70% do capital da DLM, uma gestora que tem uma carteira de R$ 4,5 bilhões.

A construtora e incorporadora imobiliária Even publicou uma prévia dos seus resultados do quarto trimestre de 2019, informando que teve uma expansão de 46% na receita líquida, para R$ 583 milhões no período. Já a Cyrela anunciou que as vendas contratadas somaram R$ 2,06 bilhões no quarto trimestre de 2019. A Hering divulgou na noite de ontem uma prévia do seu resultado do quarto trimestre de 2019. A empresa informou que teve uma queda de 5,2% no faturamento bruto, que foi de R$ 502,9 milhões no período.

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Samsung nomeia novo chefe da divisão de smartphones em momento de concorrência agressiva

Galaxy Note dez da Samsung expostos em uma loja com uma placa da marca.

SÃO PAULO – Roh Tae-moon foi nomeado como novo responsável pela divisão de smartphones da Samsung.

O executivo, de 51 anos – presidente mais jovem a assumir um cargo de liderança na companhia – terá a responsabilidade de manter a qualidade dos novos lançamentos da multinacional sul-coreana e ampliar a participação da Samsung no mercado mundial de vendas de smartphones.

Na empresa desde 1997, Tae-moo foi responsável pela formulação da série Galaxy Note e assume o cargo que antes era de Koh Dong-Jin, que continuará a liderar a divisão de TI e comunicações móveis

A mudança estrutural ocorre próximo ao anúncio da nova linha Galaxy S, o S20 e do novo celular dobrável, o Galaxy Z Flip.

Roh é conhecido por ser detalhista e foi um ator fundamental na redução de custos, de acordo com a Reuters, através da terceirização da produção de aparelhos para competir melhor com fabricantes chineses como a Huawei.

O novo presidente também assumirá a missão de reparar as últimas polêmicas envolvendo a qualidade dos aparelhos da Samsung, como o caso das explosões do Galaxy Note 7 e o atraso do Galaxy Fold em vários meses – após os modelos enviados para teste apresentarem problemas na tela.

A empresa ainda enfrenta uma forte concorrência no mercado de vendas de smartphones promovida pela Huawei, Apple, Oppo e Xiaomi. Mesmo com os embargos sofridos pelos Estados Unidos, a Huawei continua a crescer e segue investindo no desenvolvimento da tecnologia 5G.

Para a Reuters, o analista Tom Kang, da Counterpoint disse que as mudanças indicam que a Samsung “parece destinada a lidar com uma possível grande mudança de mercado com a nova tecnologia”.

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Queda no faturamento da Hering, prévias operacionais de Cyrela e Even e mais destaques corporativos

SÃO PAULO – O pós-fechamento do mercado brasileiro nesta segunda-feira (20) teve um noticiário corporativo bastante agitado, com destaque para as prévias operacionais das construtoras Even e Cyrela. Confira:

Cia. Hering (HGTX3)

A Cia Hering registrou queda de 5,2% em seu faturamento bruto do quarto trimestre na comparação anual, atingindo R$ 502,9 milhões. Segundo a empresa, o impacto veio de uma redução acima do esperado nas vendas pós-Black Friday.

Enquanto isso, as vendas mesmas lojas (lojas abertas a mais de 12 meses) registrou queda de 4% entre outubro e dezembro de 2019.

“A ressaca de vendas após a Black Friday já era esperada em razão da antecipação de parte das compras, entretanto este movimento se estendeu mesmo após a segunda quinzena de dezembro”, afirmou a empresa em comunicado.

Klabin (KLBN11)

A Klabin informou à Bloomberg que vai elevar o preço da celulose de fibra longa e de fibra curta para a China em US$ 20/tonelada.

O novo preço entrará em vigor em 1º de fevereiro.

M. Dias Branco (MDIA3)

O conselho de administração da M. Dias Branco aprovou a recompra de 8,5 milhões de ações ordinárias da companhia no período de 18 meses. A quantidade representa 10% do total de papéis em circulação.

Em comunicado, a empresa explicou que a efetiva recompra do número total de ações dependerá, dentre outros aspectos, do número de ações em tesouraria mantidas pela companhia no momento da negociação e o saldo das reservas disponíveis.

Even (EVEN3)

A construtora Even registrou, no quarto trimestre do ano passado, valor geral de vendas (VGV) de lançamentos de R$ 935 milhões, o que representa uma alta de 25,1% em um ano.

Nos últimos três meses de 2019 foram lançados oito empreendimentos, em que parcela da Even somou R$ 825 milhões no período, alta de 36%.

Enquanto isso, as vendas líquidas ficaram em R$ 583 milhões entre outubro e dezembro, avanço de 73,5% sobre o mesmo período de 2018.

Já os distratos somaram R$ 70 milhões, recuando 44% ante os R$ 125 milhões registrados no quarto trimestre do ano anterior.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela também apresentou sua prévia operacional, mostrando uma queda em vendas e lançamentos de imóveis residenciais no quarto trimestre, sendo que a maior parte do volume comercializado correspondeu a lançamentos.

Nos três últimos meses do ano passado houve uma queda de 15,5% nas vendas na comparação anual, a R$ 2,06 bilhões, sendo R$ 1,08 bilhão em lançamentos.

Enquanto isso, os lançamentos recuaram 11,7% no mesmo período, para R$ 2,39 bilhões, dos quais R$ 1,02 bilhão foram no Minha Casa Minha Vida faixas 2 e 3. No último trimestre, a companhia fez 27 lançamentos.

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O país cuja economia deve crescer 14 vezes mais do que a China em 2020 – por causa do petróleo

SÃO PAULO – A taxa de crescimento econômico chinesa, projetada em 6%, não será a maior do mundo em 2020. Vizinha do Brasil, a Guiana deve vivenciar um avanço 14 vezes maior, de 86% no seu Produto Interno Bruto (PIB) este ano, de acordo com estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI).

E o crescimento deve se estender ainda mais ao longo dos anos: para o FMI, o PIB guianense, deve sair de US$ 4 bilhões para US$ 15 bilhões até 2024.

O país tem 780 mil habitantes, de modo que a renda per capita da população deve disparar com o aumento na riqueza produzida. O embaixador americano na Guiana, Perry Holloway, disse recentemente que o país pode se tornar o mais rico do mundo, superando Luxemburgo como a maior “renda por cabeça”.

A razão para essa prosperidade repentina é o petróleo. A ExxonMobil, maior operadora da commodity da Guiana, descobriu uma reserva de mais de 5,5 bilhões de barris no Oceano Atlântico na costa do país.

Em entrevista à CNBC, a analista Natalia Davies Hidalgo, afirma que as projeções otimistas são sustentadas pelo fato de que a Guiana possui a maior quantidade de petróleo por pessoa do mundo. São 3.900 barris, contra 1.900 da Arábia Saudita.

Apesar disso, analistas já começam a se preocupar com a chamada “doença holandesa”, expressão utilizada pelos economistas quando um país se descobre rico em algum recurso natural, o exporta em abundância e acaba matando a indústria internamente.

Isso ocorre porque o crescimento na economia valoriza a moeda do país, o que prejudica a atratividade de todos os outros produtos. Em muitos casos, a corrupção e uma proteção excessiva ao petróleo também ajudam a transformar as descobertas de reservas em uma maldição.

Hoje, a Guiana não produz petróleo, apesar de fazer fronteira com a Venezuela, que é dona das maiores reservas do mundo do combustível. Também vale lembrar que o governo do país é interino e que as eleições presidenciais ocorrerão em março.

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O que é Network Marketing

O Network Marketing (NWM), Marketing de Rede, é um modelo de negócios em que é preciso uma rede de distribuidores para o crescimento e fidelização de clientes, como no Marketing Multinível.

O termo vem da junção das palavras em inglês net (rede) e work (trabalho).

Em outras palavras, se refere à construção de uma rede de contatos profissionais para auxiliar nas vendas e consequente faturamento.

Considerado como uma forma de venda direta, o NWM é uma estratégia de marketing para que produtos ou serviços de uma marca sejam vendidos aos clientes certos.

Na maioria dos casos, o network marketing envolve uma cadeia de distribuição, na qual o vendedor recebe participação nos lucros de sua própria rede de revendedores.

Este método oferece oportunidades de negócios para quem procura ter um trabalho com horários flexíveis e independente.

Como funciona o Network Marketing

O Marketing de Rede normalmente requer um investimento inicial por parte do vendedor, que forma a sua rede de clientes e distribuição.

Estes vendedores tornam-se agentes independentes da marca, criando e fidelizando novas redes de clientes para a empresa.

Normalmente, existem níveis de atuação para cada vendedor, onde existem aqueles que distribuem e criam uma rede com outros vendedores, onde em casos de insucesso acabaram por gerar os conhecidos “esquemas de pirâmides”.

Ainda assim, o Marketing de Rede permite que existam bons negócios, principalmente onde a venda é feita de forma direta a clientes que estão em volta do vendedor.

Uma empresa deste ramo, com boa reputação, repassam os produtos aos seus vendedores autônomos com preços tabelados, e distribuem os lucros a cada venda ou conforme distribuidores são recrutados.

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Anbima: Brasileiro vê melhora econômica em 2020 e aponta juros baixos como estímulo para investir

SÃO PAULO – Aprovada a reforma da Previdência e com os juros no menor patamar histórico, a maioria dos brasileiros acredita em uma melhora da economia em 2020, ainda que o otimismo esteja menor que em 2019, e vê a queda da Selic como principal estímulo para aumentar seus investimentos. É o que mostra um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) encomendado ao Datafolha.

Apesar de 62% dos entrevistados terem expectativas positivas para o rumo da economia brasileira em 2020, o otimismo é menor do que o visto em 2019, quando 74% disseram esperar por uma recuperação.

Ainda de acordo com a pesquisa, a parcela da população que espera uma piora econômica neste ano subiu de 14%, em 2019, para 21%. Já o grupo dos que não estimam mudanças cresceu de 12% para 17% da amostra.

Entre os homens, 66% acreditam que a economia terá melhor desempenho este ano, ante 57% das mulheres. Quando divididos por região, 71% dos moradores do norte e centro-oeste têm boas expectativas. No nordeste são 62%; no sudeste, 61%; enquanto no sul, 60% dos entrevistados estão confiantes.

Juros baixos impulsionam investimentos

Questionados sobre as intenções de investir em 2020, 48% dos entrevistados disseram que a redução da taxa básica de juros é o principal fator de estímulo às aplicações financeiras.

O risco de desemprego aparece em segundo lugar, assinalado por 37% das pessoas, ao mesmo tempo em que é tido como principal fator entre os riscos que diminuem a propensão a aplicações financeiras. Já a reforma da Previdência motiva 36% da população a investir, de olho na aposentadoria.

“O contexto econômico deve ser levado em conta ao se fazer qualquer tipo de investimento. Os juros baixos, por exemplo, trazem a necessidade de diversificar as aplicações. A reforma da Previdência, por sua vez, acende um alerta sobre como se preparar para aposentadoria”, disse Ana Leoni, superintendente de educação e informações técnicas da Anbima, em nota.

A pesquisa da Anbima foi feita com 3.433 pessoas economicamente ativas, inativas que possuem renda e aposentados, de 149 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Brasileiro pagou R$ 200 bi em impostos nos primeiros 24 dias do ano

Os governos federal, estadual e municipal terão arrecadado R$ 200 bilhões em tributos e contribuições na próxima sexta-feira, dia 24, por volta de 1h40, segundo o Impostômetro, índice da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que calcula os valores recolhidos em impostos. No ano passado, foi preciso um dia a mais para o valor ser atingido.

Para o economista da ACSP, Emílio Alfieri, o aumento na arrecadação não é necessariamente uma má notícia. “O aumento na arrecadação dos impostos é algo natural se estiver relacionado ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Então, como o governo não está mudando as alíquotas, é possível ver com bons olhos essa variação positiva dos primeiros dias de 2020”, explica o economista.

Segundo ele, a redução da Selic e a política do governo de estímulo para tomada de crédito à pessoa física têm ajudado a aumentar a arrecadação sem que as alíquotas subissem.

Alfieri ainda pondera que o governo deve “conter os ânimos” com relação ao aumento da arrecadação via tributos para reduzir o déficit primário, que deve ser de R$ 110 bilhões em 2020, segundo estimativas do Ministério da Economia. “Não há espaço para elevar os impostos, ou criar novas taxas, sem que isto afete o crescimento econômico”, alerta.

Para o economista, reduzir os gastos públicos é uma alternativa melhor para lidar com o déficit.

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