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Mercado aposta em corte de 0,5 ponto pelo Copom hoje e vê Selic abaixo de 3% no fim de 2020

SÃO PAULO – Diante das expectativas de impactos severos do novo coronavírus sobre a economia global e em meio a medidas de estímulo tomadas por diferentes governos, ganham força no mercado brasileiro as apostas de um corte mais agressivo nos juros pelo Banco Central nesta quarta-feira (18) e de a Selic encerrar o ano em 3% ou menos.

É o que mostra sondagem feita pela XP Investimentos com 105 investidores institucionais, entre economistas, gestores e traders, em sua maioria de assets e bancos privados. O questionário foi aplicado eletronicamente entre os dias 16 e 17 de março e os resultados foram divulgados de forma agregada, preservando a identidade dos participantes.

Segundo o levantamento, 48% dos entrevistados acreditam que o Comitê de Política Monetária (Copom) aplique uma redução de 0,5 ponto-percentual na Selic, para 3,75%.

Na sequência, aparecem aqueles que projetam um corte de 0,75 ponto-percentual ou 1 ponto-percentual, cada um com 21% das respostas. Apenas 5% dos entrevistados não esperam nenhum movimento por parte do Banco Central ao final da reunião desta noite.

A sondagem da XP também mostra que a maioria dos investidores institucionais ouvidos acredita em mais um corte na taxa básica de juros em 6 de maio, quando ocorre a próxima reunião do Copom. De acordo com o levantamento, 20% acreditam na possibilidade de um encontro extraordinário ser marcado para antes desta data.

Neste caso, 42% dos entrevistados apostam em um novo corte de 0,5 ponto-percentual, ao passo que outros 33% acreditam em um movimento de 0,25 ponto-percentual. Já o grupo dos que acreditam em manutenção da taxa sobe para 20% — e passa a ser maioria nas expectativas para os encontros de junho (70%) e agosto (89%).

Quando questionados sobre o patamar da Selic ao final de 2020, a maioria dos especialistas de mercado consultados (41%) acredita em uma taxa de 3% ou menos, o que indica uma queda acumulada de mais de 1 ponto-percentual na Selic em relação aos atuais patamares.

Na sequência veem os que acreditam em uma taxa de 3,25% e 3,50% — com 18% das respostas para cada. Apenas 8% dos entrevistados acreditam em juros a 4% ou mais.

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📉 Diante das expectativas de impactos severos do novo #coronavírus sobre a economia global, ganham força no mercado as apostas por cortes mais agressivos na taxa básica de juros brasileira em 2020. É o que mostra pesquisa feita pela XP com 105 investidores institucionais, entre economistas, gestores e traders, em sua maioria de instituições privadas.⠀ ⠀⠀ 📉 Para esta quarta (18), 48% esperam um corte de 0,5 pontos percentual na #Selic, que iria para 3,75% ao ano. 21% esperam corte de 0,75 pontos percentual e outros 21% projetam que ele seja de 1 ponto percentual.⠀ ⠀ ⠀ 📉 Quando questionados sobre o patamar da Selic ao final de 2020, a maioria dos consultados (41%) acredita em uma taxa de 3% ou menos, o que representaria uma queda acumulada de mais de 1 ponto percentual na Selic em relação aos atuais patamares.⠀ ⠀ 📉 No último Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda (13), a projeção era de que a Selic terminasse 2020 em 3,75% ao ano. . Observação: versão anterior deste gráfico estava com legenda errada para as apostas na Selic em 3,5% ao ano. Ele foi apagado e substituído neste novo post.

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Mesmo com as expectativas de postura mais agressiva de política monetária do Banco Central, os investidores ouvidos pelo levantamento veem espaço para queda significativa do dólar em relação aos atuais níveis.

A sondagem da XP mostra que a média das projeções para a moeda americana é de R$ 4,73, ao passo que a mediana ficou em R$ 4,70. O que corresponde a uma queda de cerca de 6% em relação ao fechamento de ontem (17).

Já para o Ibovespa, a maioria das projeções apontam para o benchmark entre 94.000 e 105.000 pontos até o fim do ano. A média das estimativas ficou em 96.000 pontos, ao passo que a mediana, em 99.000 pontos, indicando uma recuperação de cerca de 30%.

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“Ação de BCs é limitada, é preciso usar política fiscal”, diz Barry Eichengreen

Os bancos centrais não conseguirão resolver a crise econômica global causada pelo avanço da pandemia de coronavírus, diz Barry Eichengreen, economista e professor da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o economista afirma que governos terão de usar o espaço fiscal para injetar gasto público nas áreas em que o gasto privado está paralisado. “Pessoas pararam de gastar, empresas pararam de consumir e pessoas vão em breve parar de receber salários”, diz. Para ele, o Fundo Monetário Internacional (FMI) deve oferecer ajuda para países sem espaço fiscal. A seguir, os principais trechos da entrevista.

A crise de 2008 foi em torno dos mercados financeiros, enquanto esta começa por conta de uma questão de saúde. Quais são as principais diferenças em termos de soluções para enfrentar este momento?

Quem ainda estiver perguntando se isso é uma crise está atrás da curva. A principal diferença desta vez é que temos uma crise de saúde que não poderá ser resolvida por políticas fiscais e monetárias apenas. Nos Estados Unidos, temos escassez de locais para realizar testes. Estamos prestes a ter uma escassez severa de leitos hospitalares e equipe médica. Ainda é útil que os bancos centrais forneçam liquidez e que os governos ofereçam apoio fiscal para restringir as claras e graves repercussões na produção e consumo de bens e serviços, mas a crise de saúde se sobrepõe e o fato de que nós nos EUA, em particular, estamos mal posicionados para resolvê-la são complicações adicionais.

Que tipo de política econômica é a mais efetiva neste momento?

Os bancos centrais podem fornecer a liquidez necessária para os mercados funcionarem e dar aos bancos recursos e incentivos para manter as linhas de crédito. Os governos podem oferecer transferência emergencial de dinheiro a indivíduos que estão em quarentena ou em casa cuidando das crianças que estão sem aulas. Na prática, isso significa atualmente todos os americanos.

Qual sua avaliação sobre o corte de juros do Fed (o Banco Central americano) anunciado no domingo?

O Fed fez tudo o que poderia: prover liquidez para garantir que os mercados continuem a operar, se comprometendo a fornecer liquidez aos bancos por outros canais, se necessário, e apoiando o mercado de títulos garantidos por hipotecas por meio da compra de ativos. Isso deve evitar que o sistema bancário pare de funcionar, o que evita agravar os choques de oferta e demanda que afetam o setor não financeiro da economia. Mas é tudo o que um banco central pode fazer. Um banco central não conseguirá resolver o problema do setor não financeiro da economia, onde as pessoas pararam de gastar, empresas pararam de produzir e pessoas irão em breve parar de receber salários. Para resolver isso, o Congresso precisa usar a política fiscal para substituir o gasto privado, que parou, pelo gasto público, e para garantir que as pessoas recebam seguro-desemprego, pagamento por doença, cupons de alimentação e assim por diante.

Como países emergentes, e especificamente o Brasil, podem responder a esses desafios?

Os mercados emergentes vão enfrentar preços baixos de commodities e baixa demanda, conforme Europa, EUA e Japão caminham para a recessão. Países com espaço fiscal e monetário devem usá-lo. O Fundo Monetário Internacional prometeu recursos financeiros livres de condições para mercados emergentes afetados pela pandemia. São US$ 50 bilhões até agora – isso não é suficiente.

Qual é a resposta desejada então de organizações multilaterais e economias dos diferentes países?

Neste momento, precisamos de linhas de swap do Fed para outros países, incluindo mercados emergentes, para manter o crédito de comércio fluindo, já que a maior parte do crédito comercial é em dólares. Os países precisam usar a política fiscal em grande escala para apoiar a demanda, e o FMI precisa providenciar recursos financeiros para países sem espaço fiscal.

O presidente Donald Trump restringiu os voos vindos da Europa, em uma medida surpreendente para líderes europeus. Muito se fala na necessidade de coordenação global para solução da crise. O sr. vê esforços de cooperação internacional para conter a pandemia?

A ação do Trump foi estúpida. O vírus já está nos EUA. Imaginar que poderemos conter o vírus ao impedir as viagens é sem sentido. Não notificar nossos ‘amigos’ europeus causa danos desnecessários para as perspectivas de cooperação.

Mas, de uma maneira mais ampla, ações isoladas como a de Trump são o novo normal? Qual o risco da falta de coordenação entre os países?

A falta de coordenação significa proibições de viagem em casos que não serão benéficos e apenas causam caos. Significa a relutância em compartilhar informações sobre os casos, causas e curas em razão da falta de confiança. Significa não exportar máscaras e respiradores aos lugares que mais precisam.

O governador de Nova York tem pedido que o governo Trump se comprometa com ordens para que estabelecimentos em todo o país fechem as portas, para que iniciativas não sejam limitadas em nível estadual.

Sim, o governo federal precisa fazer mais para coordenar as políticas de distanciamento social e o fechamento de negócios. Fechar as portas do comércio em Nova York, mas mantê-los abertos em New Jersey, por exemplo, não adianta nada quando as pessoas podem livremente cruzar as divisas estaduais. O governo e o Congresso não fizeram nada para explicar como eles vão bancar um aumento emergencial da capacidade hospitalar e apoiar os setores da economia devastados pela crise – o mais óbvio é o setor aéreo, mas há muitos outros. Uma agência de financiamento de saúde é uma possível solução.

O sr. tem defendido publicamente maior autonomia das autoridades públicas de saúde. Pode explicar melhor essa ideia?

Eu apoio a ideia veiculada pelo James Galbraith e por Michael Lind em um artigo no Boston Globe de criar a Health Finance Corporation liderada por um especialista independente em saúde pública e com um conselho, nomeado pelo presidente, com capacidade para emitir títulos, construir hospitais de emergência, financiar desenvolvimento de vacinas, pagar para médicos saírem da aposentadoria, aumentar os fundos de saúde para os Estados. Outros países devem fazer o mesmo.

Se não houver coordenação global e disponibilização de recursos, para onde estamos caminhando?

Nenhum lugar bom.

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Índices dos EUA desabam mais de 7% e acionam circuit breaker

SÃO PAULO – Os índices da bolsa dos Estados Unidos operam com forte queda nesta quarta-feira (18), com o Dow Jones chegando a superar perdas de 8% e o S&P 500 acionando circuit breaker após cair 7%.

Por volta das 14h07 (horário de Brasília), o Dow Jones recuava 7,82%, depois de o índice ter fechado ontem em alta de 5,20%. O S&P 500 caía 7,01% e o Nasdaq tinha baixa de 6,3%.

Entre as commodities, chama atenção mais uma vez o petróleo, com o barril WTI afundando 17,14%, para US$ 22,33, chegando ao seu menor valor em 18 anos. O Brent, por sua vez, recua 11,17%, a US$ 25,37.

Enquanto isso, o MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), principal ETF (fundos de gestão passiva que acompanham algum índice e são negociados em Bolsa) dos ADRs (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos) brasileiros despenca 14,9% na bolsa de Nova York. Na véspera, o ETF subiu 13%.

Ontem, o Federal Reserve, banco central americano, anunciou uma injeção de liquidez de US$ 500 bilhões no sistema financeiro. Inicialmente, a medida foi bem recebida pelos investidores e as bolsas subiram. Hoje, porém, a reação está diferente.

Ásia e Europa em queda

As bolsas de valores da Ásia também registraram perdas expressivas hoje. O mercado da Coreia do Sul fechou com queda de 4,9%, enquanto o de Hong Kong terminou com uma desvalorização de 4,2%. Na China, a baixa foi de 1,8% e, no Japão, ficou em 1,7%.

Segundo a CNBC News, após Hong Kong ter imposto ontem quarentena para os estrangeiros, hoje foi a vez de o governo de Taiwan decretar quarentena por causa da pandemia do coronavírus.

Enquanto isso, as bolsas europeias também fecharam em forte baixa. Na Alemanha, na França e no Reino Unido, as quedas ficaram entre 4,5% e 6,5%.

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Ações de Azul e Gol caem mais de 10%; Petrobras tem queda de 8% com petróleo em forte baixa

A sessão é mais uma vez de fortes quedas para a bolsa brasileira, com destaque mais uma vez negativo para as aéreas, com Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) caindo mais de 10% com os impactos prolongados de coronavírus sobre o turismo. A CVC Brasil (CVCB3) vê seus papéis caírem mais de 12%.

A Moody’s rebaixou o rating da Azul e da Latam de B1 para Ba3 em razão da “rápida e crescente disseminação do surto de coronavírus”. Já o rating da Gol entrou em revisão para um possível rebaixamento.

“O setor de transporte aéreo de passageiros tem sido um dos setores mais afetados, dada a sua exposição a restrições de viagens e sensibilidade à demanda e sentimento do consumidor”, afirma. A nível macro, a Moody’s destaca a queda do preço do petróleo e dos preços dos ativos, que criam um choque de crédito. De acordo com a agência, as três companhias aéreas devem ter redução de tráfego de 70% em seus voos no segundo trimestre, enquanto o recuo anual deve ser de 30%, “com cancelamentos de voo parciais ou completos e aeronaves com todas as regiões afetadas globalmente”.

Os contratos futuros do petróleo também operam em forte queda nesta quarta-feira, com o brent em baixa de 6% e o WTI em derrocada de quase 12%, na casa dos US$ 23 o barril, no menor patamar em 18 anos, em meio a temores sobre o impacto que a pandemia de coronavírus terá na demanda pela commodity e na economia global. Assim, após a recuperação da véspera, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) voltam a cair forte, com baixa de 8,5% para as duas classes de ações.

No radar corporativo, várias empresas da indústria e do comércio comunicaram ontem que reduzirão o horário de atendimento ao público ou que determinaram aos funcionários que trabalhem em home office por causa da pandemia do coronavírus. Entre elas, estão Minerva (BEEF3), Suzano (SUZB3) e Multiplan (MULT3).

Minerva (BEEF3

O frigorífico Minerva comunicou na noite de ontem que liberou o home office para a maioria dos seus funcionários administrativos na sede em Barretos (SP) e no escritório da capital paulista, devido à pandemia do coronavírus. O Minerva também anunciou que a partir de 23 de março dará férias coletivas para funcionários de quatro plantas frigoríficas, uma em José Bonifácio (SP), outra em Janaúba (MG) e duas em Mirassol d’Oeste e Paratininga, no Mato Grosso. “A decisão também está alinhada à piora dos cenários doméstico e global, que inclui queda na demanda do segmento de food service e limitações logísticas em diversas partes do mundo”, comunicou  a empresa.

Suzano (SUZB3)

A Suzano Papel e Celulose fechou totalmente os escritórios centrais na capital paulista e determinou o home office para todos, para protegê-los do Covid-19. A Suzano, maior produtora brasileira de papel e celulose, informou que também liberou o home office para parte dos funcionários administrativos em outras cidades brasileiras e no exterior. A capital paulista entrou em estado de emergência no último dia 16.

Multiplan (MULT3

A Multiplan comunicou na noite de ontem que a partir de hoje todos os seus 19 shopping centers no Brasil funcionarão das 12h às 20h. O objetivo da restrição de horário é evitar uma possível contaminação dos funcionários e consumidores pelo coronavírus. A medida abrange shoppings importantes, como o Morumbi em São Paulo, o Barra no Rio, o Minas em Belo Horizonte e o Barigui em Curitiba.

Brasil Properties (BRPR3)

A Brasil Properties lançou ontem um programa para recomprar quatro milhões de ações ordinárias que estão no mercado. A empresa comunicou que a operação de recompra, coordenada pelas corretoras dos bancos Itaú e Credit Suisse, irá até 17 de setembro de 2021. A BR Properties não informou se pretende alienar os papéis no futuro ou simplesmente guardá-los em tesouraria.

Sul América (SULA11)

A Sul América comunicou na noite de ontem que pagará juros sobre o capital próprio no valor de R$ 80 milhões aos acionistas. A seguradora informou que farão jus ao pagamento os acionistas que mantiverem papéis da empresa até o dia 20 de março. O pagamento será feito a partir de 16 de abril.

Hypera (HYPE3)

A Hypera Pharma informou na manhã de hoje que vendeu a patente de 12 produtos farmacêuticos e medicamentos sem prescrição para a Eurofarma na Argentina, Peru, Equador, Colômbia, Panamá e México. Segundo a Hypera, o valor da transação é de US$ 161 milhões (R$ 813 milhões). Segundo a Hypera, os ativos “fazem parte da recente aquisição com a Takeda Pharmaceuticals International e o preço da aquisição é proporcional à relevância dos ativos em relação ao negócio adquirido da Takeda”. Com a venda dos 12 produtos para a Eurofarma, a Hypera reforça o seu objetivo de manter o foco no mercado brasileiro.

O Bradesco BBI avaliou a operação como positiva, destacando que a Hypera vendeu os remédios para a Eurofarma na Argentina Peru, Equador, Colômbia e México, países que não fazem parte do seu foco de atuação, que é o Brasil.

Além disto, o BBI ressalta que com a venda a Hypera poderá reduzir seu endividamento, cuja relação dívida líquida sobre o Ebitda está em 2,1 vezes (2,1x) para 1,7 vezes (1,7x). O endividamento da Hypera cresceu porque recentemente a empresa comprou o portfólio dos remédios Buscopan por R$ 1,3 bilhão e os remédios da japonesa Takeda no Brasil por R$ 4 bilhões.

“Nós acreditamos que a estratégia de manter o foco no Brasil é positiva porque após as recentes aquisições existe bastante trabalho a fazer nas sinergias. Além disto, a receita nos países latino-americanos seria de apenas 3% do faturamento da Hypera”, destaca o BBI. O banco manteve a recomendação neutra para a ação HYPE3, com preço-alvo de R$ 43,00.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

Segundo informações do Valor, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em reunião com líderes partidários, demonstrou irritação com a equipe econômica do governo e afastou a possibilidade de a proposta de privatização da Eletrobras avançar.

Alliar (AALR3

A rede de laboratórios Centro de Imagem Diagnósticos, ou Alliar, publicou balanço e informou lucro líquido de R$ 7,4 milhões no quarto trimestre de 2019, uma queda de 54,9% sobre igual período de 2018. No consolidado do ano de 2019, contudo, o lucro líquido da Alliar avançou 3% sobre o ano anterior para R$ 41,3 milhões.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) avançou 4,7% no quarto trimestre de 2019, sobre igual período de 2018, para R$ 59,9 milhões. No consolidado de 2019, o Ebitda da Alliar cresceu 18,5% sobre 2018 para R$ 260,5 milhões.

A empresa informou que no quarto trimestre houve expansão de 4,3% nas vendas no conceito mesmas lojas, mas a operação sofreu o impacto por causa da venda da operação no Hospital São Rafael na Bahia. A Alliar, que congrega dezenas de laboratórios de exames e medicina diagnóstica em vários estados, destacou o avanço de 5% na receita da operação no Estado de São Paulo com a marca de laboratórios CDB.

O Itaú BBA avaliou como neutro o balanço do quarto trimestre de 2019 e do ano passado inteiro divulgado pela empresa. “Os resultados da Alliar vieram estritamente em linha com as nossas estimativas. Embora os esforços da empresa para reduzir custos sejam bem-vindos, o declínio do tíquete médio ainda é um obstáculo para um maior crescimento”, destacou o banco. O BBA manteve o preço-alvo de R$ 21,00 para ação em 2020, uma alta de 78,7% sobre o fechamento de ontem na B3.

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(Com Agência Estado)

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Ibovespa cai mais de 8% e renova temores de mais um circuit breaker; dólar sobe a R$ 5,14

B3 (Shutterstock)

SÃO PAULO – O Ibovespa registra forte queda nesta quarta-feira (18) e renova temores de um novo circuit breaker. No radar, volta a pesar a aversão ao risco por conta do coronavírus, que se sobrepõe a análises mais otimistas a respeito dos recentes pacotes de estímulos lançados por governos e bancos centrais no mundo inteiro para combater a pandemia.

No Brasil, o número de casos da doença atingiu 291 segundo o Ministério da Saúde, mas secretarias estaduais falam em 349. Houve uma morte em São Paulo confirmada ontem.

Devido às medidas que são tomadas para conter o avanço da Covid-19, diversos bancos e casas de análise cortaram projeções para a economia brasileira. O Santander revisou de 2% para 1% sua expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, enquanto o Credit Suisse foi mais radical e reduziu de 1,4% para 0% sua previsão. O UBS cortou sua projeção do PIB de 1,3% para 0,5%.

Às 10h28 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 8,65% a 68.166 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial avançava 2,84%, a R$ 5,1421 na compra e R$ 5,1446 na venda, chegando a uma máxima de R$ 5,18 mais cedo. O dólar futuro para abril sobe 2,7%, a R$ 5,145.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 40 pontos-base a 4,97%, o DI para janeiro de 2023 avança 51 pontos-base a 6,01% e o DI para janeiro de 2025 tem alta de 60 pontos-base a 7,33%.

Vale lembrar que hoje é dia de decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom). De acordo com expectativa mediana da Bloomberg, o Copom deve realizar corte de 0,5 ponto percentual na Selic e reduzir a taxa para 3,75%. A decisão sai após o fechamento dos mercados.

A segunda reunião do colegiado no ano ocorre em meio à pandemia global de coronavírus, o que leva o mercado a se mostrar atipicamente dividido sobre a decisão, com previsões entre os analistas pesquisados pela Bloomberg oscilando desde a estabilidade até corte de 0,75 ponto. Fora da pesquisa, alguns economistas, como Carlos Kawall, do Asa Bank, têm destacado que o BC poderia cortar até 1 ponto.

Os contratos futuros do petróleo operam em forte queda nesta quarta-feira, ampliando robustas perdas, em meio a temores sobre o impacto que a pandemia de coronavírus terá na demanda pela commodity e na economia global. O contrato WTI atingiu os US$ 25 pela primeira vez desde 2002.

Mais tarde, às 11h30, investidores vão acompanhar a pesquisa semanal do Departamento de Energia (DoE) norte-americano sobre estoques de petróleo e derivados dos EUA.

Política 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, enviou na noite de ontem um pedido para o Congresso declarar estado de calamidade pública no Brasil, por causa da pandemia do coronavírus.

O Congresso deverá aprovar hoje o pedido. O estado de calamidade pública pedido pelo presidente deverá vigorar até o final deste ano e permitirá que o governo federal exceda o limite de gastos fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Coronavírus no Brasil

O ministro da Saúde, Luiz Mandetta, traçou um possível quadro dramático da pandemia do coronavírus nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mandetta disse em entrevista à Folha de S. Paulo que a infraestrutura de saúde dos dois estados, que já atravessavam grave crise fiscal antes mesmo da chegada do Covid-19, é muito frágil e os pacientes poderão migrar para o sistema de saúde de São Paulo.

Noticiário corporativo

Várias empresas da indústria e do comércio, como Minerva (BEEF3), Suzano (SUZB3) e Multiplan (MULT3) anunciaram ontem à noite que liberaram home office para funcionários das áreas administrativas, deram férias coletivas ou reduzirão os horários dos funcionamentos das operações comerciais, por causa da pandemia do coronavírus no Brasil. Já nos negócios, A Brasil Properties (BRPR3) anunciou na noite de ontem que recomprará quatro milhões de ações ordinárias, em um programa que se estenderá a 2021.

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Itália proíbe vendas a descoberto de ações por três meses

O regulador de mercado da Itália, a Consob, anunciou que vai proibir vendas a descoberto de ações por um período de três meses, a partir desta quarta-feira.

A decisão se aplica a todas as ações negociadas na bolsa italiana e tem como objetivo conter a recente volatilidade no mercado.

A Consob também estabeleceu novos níveis acima dos quais será obrigatório relatar posições vendidas líquidas às autoridades. Os níveis são de 3% para pequenas e médias empresas e de 1% para companhias fora dessa categoria.

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Moody’s rebaixa rating de Azul e Latam para Ba3; nota da Gol entra em revisão

A Moody’s rebaixou o rating da Azul e da Latam de B1 para Ba3 em razão da “rápida e crescente disseminação do surto de coronavírus”. Já o rating da Gol entrou em revisão para um possível rebaixamento.

“O setor de transporte aéreo de passageiros tem sido um dos setores mais afetados, dada a sua exposição a restrições de viagens e sensibilidade à demanda e sentimento do consumidor”, afirma. A nível macro, a Moody’s destaca a queda do preço do petróleo e dos preços dos ativos, que criam um choque de crédito. As ações da Azul caíram 73% desde 26 de fevereiro, enquanto a Gol registrou recuo de 77%.

De acordo com a agência, as três companhias aéreas devem ter redução de tráfego de 70% em seus voos no segundo trimestre, enquanto o recuo anual deve ser de 30%, “com cancelamentos de voo parciais ou completos e aeronaves com todas as regiões afetadas globalmente”.

No caso da Latam, a agência pontua os riscos de câmbio atrelados ao peso chileno, que, somado ao real, representa 40% da receita da empresa. Já a Azul também estaria exposta à desvalorização do real, que representa 80% do capital da companhia. As duas companhias, assim como a Gol, teriam liquidez “adequada”, com caixa e investimentos de curto prazo suficientes para cobrir os vencimentos de dívida de curto prazo.

A agência destaca ainda as perspectivas de auxílio governamental às companhias, “embora ainda não exista nada concreto”, com linhas de crédito de longo prazo e linhas de capital de giro fornecidas por bancos públicos, além de incentivos fiscais.

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Disparada do dólar é próxima dor de cabeça para economia global

(Bloomberg) — O reinado do dólar provoca nova dor de cabeça para as economias atingidas pelo vírus em todo o mundo. Os mercados emergentes são especialmente vulneráveis, pois tentam lidar com o colapso das moedas e queda da demanda.

Investidores fogem de mercados emergentes em números recordes e buscam refúgio no dólar: os dois cortes de emergência da taxa de juros neste mês anunciados pelo Federal Reserve não conseguiram diminuir a demanda pela moeda norte-americana.

Como o dólar está cada vez mais integrado à economia mundial, a valorização da moeda é um estresse adicional para empresas e governos, que se preparam para custos crescentes das dívidas em dólares. O dilema para bancos centrais de mercados emergentes é que, à medida que reduzem os juros para sustentar o crescimento, arriscam desestabilizar suas moedas se cortarem demais.

“A valorização do dólar é outro golpe para os mercados emergentes”, disse Mitul Kotecha, estrategista sênior de mercados emergentes da TD Securities, em Cingapura. “A demanda pelo dólar superou qualquer impacto na moeda devido aos juros muito baixos do Fed. Os ativos de mercados emergentes continuarão desafiados, já que investidores se afastam de ativos relativamente arriscados e mantêm um viés a favor de portos seguros.”

O banco central da Turquia acaba de se unir a outros emergentes com um corte de emergência dos juros. Coreia do Sul, Chile, Vietnã, Sri Lanka e Paquistão reduziram as taxas nesta semana após a ação do Fed no domingo. África do Sul e Indonésia também devem cortar os juros nos próximos dias.

Nova pesquisa do Banco de Compensações Internacionais mostra que, desde a crise financeira global, a apreciação inesperada do dólar reduz o crescimento do comércio mundial. Uma razão para isso pode ser o aperto das condições financeiras, já que o crédito para mercados emergentes diminui, de acordo com a pesquisa.

As saídas de recursos de mercados emergentes atingiram nível recorde, de US$ 30 bilhões em 45 dias em meio ao surto de vírus, segundo o Instituto de Finanças Internacionais. Todas as principais moedas de mercados emergentes acompanhadas pela Bloomberg se desvalorizaram em relação ao dólar desde 20 de janeiro, quando informações sobre o surto de Covid-19 na Ásia começaram a preocupar os mercados. O rublo russo e o peso mexicano acumulam queda de quase 20% no período.

Khoon Goh, chefe de pesquisa da Ásia do Australia & New Zealand Banking, em Cingapura, diz que os mercados emergentes na região tentam implantar cortes dos juros e, ao mesmo tempo, administrar o impacto no câmbio.

“Continuarão a utilizar as reservas cambiais para aliviar a volatilidade das moedas, mas não tentarão conter a tendência ou defender níveis específicos”, disse Goh. “No ambiente atual, quando a demanda externa é muito fraca, permitir alguma fraqueza cambial e reduzir as taxas de juros é a melhor maneira de tentar afrouxar as condições financeiras gerais.”

“Um dólar forte é tipicamente um obstáculo para moedas de mercados emergentes e, mais ainda, para países que dependem de financiamento em dólar offshore e têm regimes de taxas de câmbio flutuantes”, afirmou Todd Schubert, chefe de pesquisa de renda fixa do Bank of Singapore.

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Hypera fecha acordo US$ 161 mi para venda à Eurofarma de produtos na AL

A Hypera (HYPE3) informou que celebrou acordo com o laboratório Eurofarma para a venda de um seleto portfólio de 12 medicamentos isentos e de prescrição na Argentina, Colômbia, Equador, México, Panamá e Peru por US$ 161 milhões.

Em fato relevante divulgado nesta quarta-feira, 18, a Hypera acrescentou que a operação está sujeita à condições precedentes, o que inclui o acordo fechado com a Takeda.

No início do mês, a empresa fechou contrato de US$ 825 milhões para adquirir um portfólio de produtos com a companhia japonesa, que inclui remédios como Neosaldina e Dramin.

“A operação está alinhada com a estratégia da companhia de focar no mercado farmacêutico brasileiro”, diz o comunicado da Hypera, que não detalha a lista dos medicamentos que serão transferidos à Eurofarma na América Latina.

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Ibovespa Futuro cai 7% com aversão a risco por conta do coronavírus voltando a pesar; dólar vai a R$ 5,12

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SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro tem forte queda nesta quarta-feira (18) com a aversão ao risco por conta do coronavírus voltando a se sobrepor a análises mais otimistas a respeito dos recentes pacotes de estímulos lançados por governos e bancos centrais no mundo inteiro para combater a pandemia.

No Brasil, o número de casos da doença atingiu 291 segundo o Ministério da Saúde, mas secretarias estaduais falam em 349. Houve uma morte em São Paulo confirmada ontem.

Devido às medidas que são tomadas para conter o avanço da Covid-19, diversos bancos e casas de análise cortaram projeções para a economia brasileira. O Santander revisou de 2% para 1% sua expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, enquanto o Credit Suisse foi mais radical e reduziu de 1,4% para 0% sua previsão. O UBS cortou sua projeção do PIB de 1,3% para 0,5%.

Às 09h09 (horário de Brasília), o índice futuro do Ibovespa com vencimento em abril caía 7,28% a 67.970 pontos, enquanto o dólar futuro para abril subia 2,57%, a R$ 5,14, enquanto o dólar comercial avançava 2,41%, a R$ 5,121 na compra e R$ 5,123 na venda.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 50 pontos-base a 5,07%, o DI para janeiro de 2023 e o para janeiro de 2025 estão em leilão.

Vale lembrar que hoje é dia de decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom). De acordo com expectativa mediana da Bloomberg, o Copom deve realizar corte de 0,5 ponto percentual na Selic e reduzir a taxa para 3,75%. A decisão sai após o fechamento dos mercados.

A segunda reunião do colegiado no ano ocorre em meio à pandemia global de coronavírus, o que leva o mercado a se mostrar atipicamente dividido sobre a decisão, com previsões entre os analistas pesquisados pela Bloomberg oscilando desde a estabilidade até corte de 0,75 ponto. Fora da pesquisa, alguns economistas, como Carlos Kawall, do Asa Bank, têm destacado que o BC poderia cortar até 1 ponto.

Os contratos futuros do petróleo operam em forte queda nesta quarta-feira, 18, ampliando robustas perdas, em meio a temores sobre o impacto que a pandemia de coronavírus terá na demanda pela commodity e na economia global. O contrato WTI atingiu os US$ 25 pela primeira vez desde 2002.

Mais tarde, às 11h30, investidores vão acompanhar a pesquisa semanal do Departamento de Energia (DoE) norte-americano sobre estoques de petróleo e derivados dos EUA.

Política 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, enviou na noite de ontem um pedido para o Congresso declarar estado de calamidade pública no Brasil, por causa da pandemia do coronavírus.

O Congresso deverá aprovar hoje o pedido. O estado de calamidade pública pedido pelo presidente deverá vigorar até o final deste ano e permitirá que o governo federal exceda o limite de gastos fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Coronavírus no Brasil

O ministro da Saúde, Luiz Mandetta, traçou um possível quadro dramático da pandemia do coronavírus nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mandetta disse em entrevista à Folha de S. Paulo que a infraestrutura de saúde dos dois estados, que já atravessavam grave crise fiscal antes mesmo da chegada do Covid-19, é muito frágil e os pacientes poderão migrar para o sistema de saúde de São Paulo.

Noticiário corporativo

Várias empresas da indústria e do comércio, como Minerva (BEEF3), Suzano (SUZB3) e Multiplan (MULT3) anunciaram ontem à noite que liberaram home office para funcionários das áreas administrativas, deram férias coletivas ou reduzirão os horários dos funcionamentos das operações comerciais, por causa da pandemia do coronavírus no Brasil. Já nos negócios, A Brasil Properties (BRPR3) anunciou na noite de ontem que recomprará quatro milhões de ações ordinárias, em um programa que se estenderá a 2021.

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