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ADRs da Petrobras caem 10% na Nyse; mais empresas da Bolsa têm operacional impactado com coronavírus e outros destaques

SÃO PAULO – A sessão promete ser mais uma vez de fortes quedas para a bolsa brasileira, com o coronavírus voltando a afetar o mercado.

Os contratos futuros do petróleo operam em forte queda nesta quarta-feira, de 6% para o WTI, em meio a temores sobre o impacto que a pandemia de coronavírus terá na demanda pela commodity e na economia global. Assim, após a recuperação da véspera, os ADRs da Petrobras (PETR3;PETR4) voltam a cair forte, cerca de 10%, no pré-market da bolsa de Nova York.

No radar corporativo, várias empresas da indústria e do comércio comunicaram ontem que reduzirão o horário de atendimento ao público ou que determinaram aos funcionários que trabalhem em home office por causa da pandemia do coronavírus. Entre elas, estão Minerva (BEEF3), Suzano (SUZB3) e Multiplan (MULT3).

Minerva (BEEF3

O frigorífico Minerva comunicou na noite de ontem que liberou o home office para a maioria dos seus funcionários administrativos na sede em Barretos (SP) e no escritório da capital paulista, devido à pandemia do coronavírus. O Minerva também anunciou que a partir de 23 de março dará férias coletivas para funcionários de quatro plantas frigoríficas, uma em José Bonifácio (SP), outra em Janaúba (MG) e duas em Mirassol d’Oeste e Paratininga, no Mato Grosso. “A decisão também está alinhada à piora dos cenários doméstico e global, que inclui queda na demanda do segmento de food service e limitações logísticas em diversas partes do mundo”, comunicou  a empresa.

Suzano (SUZB3)

A Suzano Papel e Celulose fechou totalmente os escritórios centrais na capital paulista e determinou o home office para todos, para protegê-los do Covid-19. A Suzano, maior produtora brasileira de papel e celulose, informou que também liberou o home office para parte dos funcionários administrativos em outras cidades brasileiras e no exterior. A capital paulista entrou em estado de emergência no último dia 16.

Multiplan (MULT3

A Multiplan comunicou na noite de ontem que a partir de hoje todos os seus 19 shopping centers no Brasil funcionarão das 12h às 20h. O objetivo da restrição de horário é evitar uma possível contaminação dos funcionários e consumidores pelo coronavírus. A medida abrange shoppings importantes, como o Morumbi em São Paulo, o Barra no Rio, o Minas em Belo Horizonte e o Barigui em Curitiba.

Brasil Properties (BRPR3)

A Brasil Properties lançou ontem um programa para recomprar quatro milhões de ações ordinárias que estão no mercado. A empresa comunicou que a operação de recompra, coordenada pelas corretoras dos bancos Itaú e Credit Suisse, irá até 17 de setembro de 2021. A BR Properties não informou se pretende alienar os papéis no futuro ou simplesmente guardá-los em tesouraria.

Sul América (SULA11)

A Sul América comunicou na noite de ontem que pagará juros sobre o capital próprio no valor de R$ 80 milhões aos acionistas. A seguradora informou que farão jus ao pagamento os acionistas que mantiverem papéis da empresa até o dia 20 de março. O pagamento será feito a partir de 16 de abril.

Hypera (HYPE3)

A Hypera Pharma informou na manhã de hoje que vendeu a patente de 12 produtos farmacêuticos e medicamentos sem prescrição para a Eurofarma na Argentina, Peru, Equador, Colômbia, Panamá e México. Segundo a Hypera, o valor da transação é de US$ 161 milhões (R$ 813 milhões). Segundo a Hypera, os ativos “fazem parte da recente aquisição com a Takeda Pharmaceuticals International e o preço da aquisição é proporcional à relevância dos ativos em relação ao negócio adquirido da Takeda”. Com a venda dos 12 produtos para a Eurofarma, a Hypera reforça o seu objetivo de manter o foco no mercado brasileiro.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

Segundo informações do Valor, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em reunião com líderes partidários, demonstrou irritação com a equipe econômica do governo e afastou a possibilidade de a proposta de privatização da Eletrobras avançar.

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(Com Agência Estado)

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Presidente do Santander Portugal morre após ser contaminado com coronavírus

O presidente do Santander Portugal (ainda conhecido no país como Santander Totta), António Vieira Monteiro, morreu nesta quarta-feira, 18, segundo a imprensa local. Ele estava em quarentena e faleceu no hospital Curry Cabral, em Lisboa, depois de ser infectado com a covid-19.

O Santander ainda não fez nenhum comunicado oficial sobre o falecimento de seu principal executivo em Portugal.

Segundo o Jornal Económico, de Portugal, Vieira Monteiro esteve de quarentena no início de março após uma viagem a Itália e estava na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) na última semana.

Vieira Monteiro morreu aos 73 anos. Além de sua carreira no Santander Totta (exercendo cargo de CEO desde 2012), foi vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos entre 1993 e 2000.

Ele foi segunda vítima fatal provocada pelo coronavírus em Portugal. O país registra 448 casos da Covid-19.

(Com Agência Estado)

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Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta quarta-feira

Após o respiro na véspera, os mercados começam a quarta-feira sob estresse. Em Nova York, os futuros voltaram a atingir o limite de queda, enquanto as bolsas da Ásia fecharam em baixa firme, com destaques para Hong Kong e Seul, que caíram mais de 4%, enquanto os mercados europeus também abriram em queda na manhã de hoje.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro pediu na noite de ontem ao Congresso que aprova pedido para declarar estado de calamidade pública até o final do ano. O Congresso deve aprovar o pedido hoje. Ele tem implicações fiscais e permite que o governo gaste além do permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A quarta também é marcada por uma das decisões mais complexas do Copom. No noticiário corporativo, empresas da indústria e do comércio liberaram home office para muitos funcionários e restringiram horário de funcionamento, como os shopping centers.

1. Bolsas mundiais

Após o respiro que tiveram na véspera, os principais índices futuros de Nova York registram novamente forte queda, chegando a atingir “limite de baixa”, com queda de 5% que leva à interrupção por alguns minutos dos negócios.

Na véspera, a sessão foi de alta para as bolsas por lá, como reação imediata aos anúncios do Federal Reserve de lançar o instrumento de “commercial paper” para apoiar o fluxo de crédito para pessoas e empresas, uma nova injeção de liquidez de US$ 500 bilhões, além do anúncio de Donald Trump de um plano para enviar dinheiro aos americanos imediatamente para aliviar o choque econômico com a pandemia. Nesta data, contudo, a aversão ao risco em meio ao impacto do coronavírus volta a predominar entre os investidores.

O dia de forte queda também se estende para as bolsas da Ásia e da Europa. Os investidores seguem repercutindo os efeitos do novo coronavírus nas economias pelo mundo, com impacto visivelmente grande nas aéreas, mas também afetando diversos setores da economia com países inteiros em quarentena, caso de Itália e Espanha, reforçando a volatilidade do mercado.

Assim, as bolsas europeias abriram em baixa. Os mercados se prepararam para mais um dia de volatilidade e possíveis perdas nos pregões, à medida que a pandemia do coronavírus avança.

As bolsas de valores da Ásia fecharam também com quedas expressivas, mesmo com relatos de que o pico local da pandemia já tenha passado, com o número de novos casos caindo, principalmente na China, país onde se originou a doença, em Wuhan. Contudo, conforme destaca a CNBC News, após Hong Kong ter imposto ontem quarentena para os estrangeiros, hoje foi a vez do governo de Taiwan decretar quarentena por causa da pandemia do coronavírus. Em Hong Kong, o índice HSI se encaminha para fechar logo mais com queda superior a -4%, mas Tóquio, Xangai e Seul também fecham com perdas.

Os contratos futuros do petróleo operam em forte queda nesta quarta-feira, 18, ampliando robustas perdas, em meio a temores sobre o impacto que a pandemia de coronavírus terá na demanda pela commodity e na economia global. Mais tarde, às 11h30 (de Brasília), investidores vão acompanhar a pesquisa semanal do Departamento de Energia (DoE) norte-americano sobre estoques de petróleo e derivados dos EUA.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h41 (horário de Brasília):

Nova York

*S&P 500 Futuro (EUA), -3,69%

*Nasdaq Futuro (EUA), -4,43%

*Dow Jones Futuro (EUA), -3,92%

Europa

*Dax (Alemanha), -5,03%

*FTSE (Reino Unido), -5,01%

*CAC 40 (França), -5,49%

*FTSE MIB (Itália), -2,39%

Ásia

*Nikkei (Japão), -1,68% (fechado)

*Kospi (Coreia do Sul), -4,85% (fechado)

*Hang Seng (Hong Kong), -4,18% (fechado)

*Xangai (China), -1,83% (fechado)

*Petróleo WTI, -4,45%, a US$ 25,74 o barril

*Petróleo Brent, -2,51%, a US$ 28,02 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em alta de 1,65%, cotados a 676,000 iuanes, equivalentes a US$ 96,26 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 7,0225 (-0,04%)

*Bitcoin, US$ 5.162,29 -5,14%

2. Indicadores 

A FGV publica na manhã de hoje o IGP-M do segundo decêndio de março.

Mas o grande destaque mesmo fica para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que termina nesta quarta-feira.

De acordo com expectativa mediana da Bloomberg, o Copom deve realizar corte de 0,5 ponto na Selic e reduzir a taxa para 3,75%. decisão sai após o fechamento dos mercados. A segunda reunião do colegiado no ano ocorre em meio à pandemia global de coronavírus, o que leva o mercado a se mostrar atipicamente dividido sobre a decisão, com previsões entre os analistas pesquisados pela Bloomberg oscilando desde a estabilidade até corte de 0,75 ponto. Fora da pesquisa, alguns economistas, como Carlos Kawall, do Asa Bank, têm destacado que o BC poderia cortar até 1 ponto.

Ainda sobre o BC, a autoridade monetária anuncia leilão de linha de até US$ 2 bilhões nesta quarta-feira, após dólar ontem fechar acima de R$ 5,00 pela 2ª vez seguida; volume é o mesmo ofertado ontem em leilão de linha, um tipo de instrumento que geralmente afeta o cupom cambial, mas não o preço do dólar. O Tesouro deve fazer leilão de compra e venda de títulos, segundo programa anunciado no dia 12 e que estava previsto para até dia 18.

3. Política 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, enviou na noite de ontem um pedido para o Congresso declarar estado de calamidade pública no Brasil, por causa da pandemia do coronavírus.

O Congresso deverá aprovar hoje o pedido. O estado de calamidade pública pedido pelo presidente deverá vigorar até o final deste ano e permitirá que o governo federal exceda o limite de gastos fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal.

4. Coronavírus no Brasil

O ministro da Saúde, Luiz Mandetta, traçou um possível quadro dramático da pandemia do coronavírus nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mandetta disse em entrevista à Folha de S. Paulo que a infraestrutura de saúde dos dois estados, que já atravessavam grave crise fiscal antes mesmo da chegada do Covid-19, é muito frágil e os pacientes poderão migrar para o sistema de saúde de São Paulo.

5. Noticiário corporativo

Várias empresas da indústria e do comércio, como Minerva (BEEF3), Suzano (SUZB3) e Multiplan (MULT3) anunciaram ontem à noite que liberaram home office para funcionários das áreas administrativas, deram férias coletivas ou reduzirão os horários dos funcionamentos das operações comerciais, por causa da pandemia do coronavírus no Brasil. Já nos negócios, A Brasil Properties (BRPR3) anunciou na noite de ontem que recomprará quatro milhões de ações ordinárias, em um programa que se estenderá a 2021.

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EWZ afunda 13% após disparar na véspera; futuros dos EUA atingem “limite de baixa”

ações em queda

SÃO PAULO – Os índices futuros de Nova York bateram seu limite de baixa (que leva à interrupção dos negócios) nesta quarta-feira (18) e estão paralisados desde a madrugada, em meio às incertezas sobre se os estímulos anunciados para conter os impactos econômicos do coronavírus serão suficientes.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o futuro do Dow Jones afundava 3,94%, depois de o índice ter fechado ontem em alta de 5,20%. O futuro do S&P 500 caía 3,7% e o do Nasdaq tinha baixa de 4,4%.

Enquanto isso, o MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), principal ETF (fundos de gestão passiva que acompanham algum índice e são negociados em Bolsa) dos ADRs (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos) brasileiros despenca 12,9% no pré-market da bolsa de Nova York, já indicando uma sessão bastante negativa para a bolsa brasileira.

Na véspera, o ETF subiu 13%, bem mais que o Ibovespa, que fechou com ganhos de 4,9%.

Ontem, o Federal Reserve, banco central americano, anunciou uma injeção de liquidez de US$ 500 bilhões no sistema financeiro. Inicialmente, a medida foi bem recebida pelos investidores e as bolsas subiram. Hoje, porém, a reação está diferente.

Entre as commodities, chama atenção mais uma vez o petróleo, com o barril WTI afundando 9%, para US$ 24,50, seu menor valor em 17 anos. O Brent, por sua vez, recua 4,87%, a US$ 27,34.

As bolsas de valores da Ásia também registraram perdas expressivas hoje. O mercado da Coreia do Sul fechou com queda de 4,9%, enquanto o de Hong Kong terminou com uma desvalorização de 4,2%. Na China, a baixa foi de 1,8% e, no Japão, ficou em 1,7%.

Segundo a CNBC News, após Hong Kong ter imposto ontem quarentena para os estrangeiros, hoje foi a vez de o governo de Taiwan decretar quarentena por causa da pandemia do coronavírus.

As bolsas europeias também operam em forte baixa. Na Alemanha, na França e no Reino Unido, as quedas estavam em torno de 4,5%.

Após a recuperação de ontem, os mercados podem partir hoje para mais um sell-off.

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Índices futuros dos EUA caem após recuperação na véspera

Apesar dos esforços do governo americano para conter a crise gerada pelo coronavírus, os mercados continuam altamente voláteis.

Às 22h10 de terça-feira no horário de Brasília, o Dow Jones futuro registra queda de 3,36%, indicando uma provável baixa na abertura da bolsa americana na quarta-feira.

Os índices futuros S&P500 e Nasdaq 100 também sofrem quedas de 3,60% e 3,98%, respectivamente.

A terça-feira foi um dia de recuperação após uma segunda-feira de pânico, com a maior baixa já registrada em Wall Street desde 1987 – e a maior da Nasdaq em toda sua história.

Nesta semana, a Casa Branca anunciou um pacote de incentivos fiscais de mais de US$ 1 trilhão, na tentativa de evitar uma recessão econômica causada pelos impactos do coronavírus.

Hoje, na esteira da injeção de US$ 500 bilhões anunciados pelo Fed para garantir liquidez das empresas, o índice Dow Jones teve alta de 5,2%, recuperando metade das perdas ocorridas na véspera, enquanto a Nasdaq subiu 6,23%.

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Medidas para auxiliar as empresas aéreas estão “na pauta”, diz Bolsonaro

Azul

O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta terça-feira, 17, que medidas do governo federal para auxiliar as empresas aéreas em função do novo coronavírus estão “na pauta”.

“Existe, está na pauta, talvez o Paulo Guedes (ministro da Economia) anuncie”, disse o presidente ao ser questionado sobre o tema na entrada do Palácio da Alvorada. Sem detalhar quais seriam as iniciativas, Bolsonaro emendou dizendo que, se não houver colaboração, o quadro envolvendo a crise que afeta as companhias fica “muito mais caro”.

Isso porque, na avaliação do presidente, com demissões ocorrendo no setor, todos serão afetados. “O que a gente pensa aqui: fica muito mais caro se você não colaborar. Porque demissões virão, e quando vem demissões todo mundo perde”, disse Bolsonaro.

Ele aproveitou para afirmar que, se o Brasil tivesse uma legislação trabalhista “mais simples”, que atendesse tanto patrões como empregados, e “não apenas um lado”, seria menos difícil enfrentar uma situação como essa.

“O patrão que tem que pagar os encargos trabalhistas, o FGTS. Nosso lado de cá, fica o seguro-desemprego. Nossa legislação é complexa, quando você manda embora a mesma empresa pode admitir a pessoas seis meses depois, não é fácil no Brasil. Se tivéssemos uma legislação trabalhista mais simples, onde pudesse atender patrões e empregados, não apenas um lado, estaria menos difícil enfrentar uma situação como essa”, afirmou Bolsonaro.

Nesta tarde, a agenda do ministro da Economia, Paulo Guedes, foi atualizada para incluir duas reuniões, por videoconferência, com os CEOs da Latam e da Gol, separadamente, que ocorreriam às 16h30 e 17h30.

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XP Inc anuncia parceria com a Visa e lançará pacote de serviços financeiros

Guilherme Benchimol, durante IPO XP Inc

SÃO PAULO- A XP Inc informou nesta terça-feira (17) que fechou uma parceria com a empresa de pagamentos Visa para a emissão de cartões de débito e crédito. O lançamento dos produtos acontecerá ao longo de 2020. A novidade é a primeira de uma série de serviços financeiros que a XP Inc espera lançar ao longo deste ano.

“É uma iniciativa que cria valor para a XP no longo prazo”, afirmou Gabriel Leal, diretor executivo da XP Inc, durante a teleconferência de resultados da empresa.

A companhia informou que, desde o ano passado, criou uma equipe focada no design do produto, que agora trabalha em colaboração com a Visa para oferecer uma “oferta diferenciada aos clientes por meio do ‘XP Visa Infinite Card’”.

Ainda segundo a XP Inc, um de seus principais desafios de curto prazo é lançar um pacote completo de serviços financeiros, incluindo contas digitais, cartões de crédito e débito e empréstimos com garantia — produtos que a companhia espera colocar no mercado ainda em 2020. Para o próximo ano, a empresa informou que pretende lançar seguros.

“O objetivo é reter clientes, permitindo que eles consolidem totalmente seus investimentos com a XP Inc, e cortando seus vínculos com bancos comerciais, nos quais os clientes têm uma conta corrente e parte de seus investimentos”, afirmou Guilherme Benchimol, CEO da XP Inc, no relatório da divulgação de resultados.

Resultados Financeiros de 2019

A iniciativa consta do relatório de resultados financeiros da XP Inc., divulgado hoje. A companhia informou nesta terça-feira que teve uma receita bruta de R$ 5,5 bilhões em 2019, alta de 73% na comparação com 2018. Já o lucro líquido ajustado chegou a R$ 1,1 bilhão — um crescimento de 119%.

O valor de ativos sob custódia cresceu 103%, para R$ 409 bilhões, enquanto a base de clientes ativos teve alta de 91%, chegando a 1,7 milhão.

“Estamos mais confiantes do que nunca de que este é apenas o começo de nossa jornada, com um enorme e concentrado mercado brasileiro, oferecendo oportunidades significativas no futuro”, afirmou Benchimol.

A XP Inc também informou que acredita que a crise atual provocada pelo coronavírus está “apenas no começo”, mas que, com mais de R$ 7 bilhões no caixa, está capitalizada para enfrentar a turbulência.

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7 gestores que ganharam dinheiro no pior momento do mercado desde 2008

Foto conceitual do COVID-19 (novo coronavírus) e globo terrestre, feita em estúdio

SÃO PAULO – Não são apenas as grandes empresas que se adaptaram aos efeitos do coronavírus, o Stock Pickers também se adaptou. Com todos fazendo home office, ficou difícil nos reunirmos em um estúdio, muito menos em eventos. Mas como bom brasileiros, não desistimos.

Neste episódio trazemos os depoimentos de 7 gestores que conseguiram ganhar dinheiro nessas semanas conturbadas do mercado. Por áudio eles contaram o que fizeram e o que estão fazendo para sobreviver a este momento.

O elenco é formado por: Márcio Appel (gestor da Adam Capital), James Gulbrandsen (gestor da NCH Capital), Damont Carvalho (gestor macro da Claritas Investimentos), Carlos “Duda” Rocha (gestor da Occam), Luiz Nunes e Francisco Andrade (gestores da Forpus Capital), Luiz Fernando Alves (gestor da Versa Asset) e Pedro Cerize (gestor da Skopos Investimentos).

O “currículo” deles no ano de 2020, até a última cota disponível: Adam Macro Strategy: +3,91%; NCH Maracanã: +8,21%; Claritas Hedge: +2,12%; Occam Equity Hedge: +0,40%; Forpus Ações: +0,37%; Versa Long Biased: +7,73%; Skopos Brk: +16,77%.

Todos eles nos chamaram a atenção pois seus fundos conseguiram destoar do mercado nos resultados nessas últimas semanas caóticas com o avanço da pandemia do coronavírus pelo mundo e seus impactos nas economias.

Nada melhor do que aprender com quem conseguiu realizar estratégias vencedoras nesse período. O compromisso Stock Pickers de levar informação de qualidade para nossos ouvintes mesmo em períodos de quarentena e falta de álcool em gel.

Apresentado por Thiago Salomão, analista da Rico Investimentos, e Renato Santiago, do InfoMoney, o Stock Pickers vai ao ar toda quinta-feira. Você pode seguir e escutar em sua plataforma de podcasts preferida clicando aqui.

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Por que fundos imobiliários resistem melhor que ações ao estresse do coronavírus

SÃO PAULO – Em meio à histeria causada pela pandemia de coronavírus, o circuit breaker foi acionado pela primeira vez na B3 em 9 de março. O Ibovespa encerrou aquele dia com queda de 12,16%. Já o Ifix, que reúne os principais fundos imobiliários do país, recuou 3,54%. O sistema voltou a ser acionado dois dias depois, pregão em que o Ibovespa recuou 7,62% – e o Ifix, 1,83%.

Os negócios voltaram a ser interrompidos nesta segunda-feira (16), e o placar ficou em -13,91% para o Ibovespa contra 4,62% para o Ifix. Para Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários e professor do InfoMoney, os resultados são claros: “Eles reforçam como os fundos imobiliários são menos voláteis e mais resilientes que as ações”.

Há motivos objetivos para isso. Um deles é o fato de que o lastro dos FIIs costuma ser formado por imóveis de tijolo, muito mais simples para entender do que o emaranhado de atividades operacionais e financeiras que uma empresa normalmente tem. A razão mais importante, no entanto, se resume em uma outra palavra: previsibilidade.

Avaliar o preço de um ativo – seja uma ação, sejam cotas de um fundo – envolve prever a geração de caixa e os ganhos que ocorrerão no futuro, descontá-los e, assim, estimar o seu valor presente.

Na opinião de Moraes, os resultados de uma empresa podem ser muito suscetíveis a situações de estresse. Com uma redução no consumo, o reflexo nas companhias tende a ser rápido, impactando diretamente a última linha do balanço.

Já os FIIs que alugam seus imóveis, por exemplo, costumam firmar contratos de muitos anos, ao longo dos quais a receita será mantida praticamente igual. “Essa renda, relativamente previsível e constante, ancora os preços. Não faz sentido um fundo imobiliário desabar se acredito que o rendimento do próximo mês vai ser o mesmo do mês passado”, explica.

Crise com impacto positivo sobre os FIIs?

Moraes destaca que, embora menor, o impacto nas cotas de FIIs existe. Mas as medidas que devem ser tomadas para amenizar os efeitos da pandemia na economia podem ser particularmente positivos para os fundos imobiliários. Uma das possibilidades aventadas no mercado, por exemplo, são novas reduções da Selic, a taxa básica de juros brasileira. “Os FIIs têm uma correlação negativa com os juros. Quando caem, os fundos tendem a valorizar”, diz.

O importante, nesse caso, é lembrar que os rendimentos distribuídos mensalmente pelas carteiras permanecem sendo os mesmos nominalmente.

Diante do desempenho relativamente melhor dos fundos imobiliários, muitos investidores têm se perguntado se é hora de trocar as ações pelos FIIs. Pode ser que sim, mas não há uma resposta única, segundo Moraes.

Para alguns investidores, talvez o mais sensato seja fazer exatamente o contrário. Se o fundo caiu 5%, as ações da Petrobras recuaram 30% e o investidor enxerga uma perspectiva positiva para o setor de óleo o gás, por que não fazer caixa vendendo as cotas para ampliar a posição na petrolífera? “Os dois movimentos são válidos”, diz o especialista.

E o que fazer com o dinheiro novo? “Numa análise por fundamentos, é positivo comprar o que ficou com preço bom. Pode ser um ativo cotado ao preço que vale. Melhor ainda se for um ativo cotado a um preço abaixo do que vale”, diz Moraes.

Esse já é o caso de alguns fundos imobiliários – o que não significa que o mercado inteiro esteja uma barganha. “Nunca sabemos quanto tempo dura uma situação de histeria. Você pode estar coberto de razão, mas contra a maré. E contra a maré não adianta nadar.”

Moraes foi o entrevistado dessa semana do podcast “Banco Imobiliário”. Para ele, fundos focados em segmentos como galpões logísticos e torres de escritórios, além dos que investem em certificados de recebíveis imobiliários de empresas de elevada qualidade de crédito (CRIs high grade), seguem com fundamentos interessantes.

Fundos de shopping centers podem sofrer um pouco mais, por conta da redução do movimento. Mesmo assim, é importante lembrar que os aluguéis nesse segmento preveem uma parcela fixa, além da variável (baseada no volume de vendas).

Apresentado por Marcelo Hannud, consultor imobiliário da XP, e por Beatriz Cutait, editora de Investimentos do InfoMoney, o “Banco Imobiliário” pode ser ouvido nas plataformas Apple Podcasts, Spotify, Spreaker, Google Podcasts, Castbox e demais agregadores de podcast. Você ainda pode conferir o programa na íntegra em nosso canal no YouTube.

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Ibovespa sobe 4,9% e recupera os 74 mil pontos com correção e pacote de Trump; dólar cai

bolsa ações mercados alta up sobe índices

SÃO PAULO – O Ibovespa fechou em forte alta nesta terça-feira (17) impulsionado por uma correção depois das fortes perdas da véspera e acompanhando as bolsas americanas após o anúncio de que o governo dos Estados Unidos está trabalhando para passar no Congresso um imenso programa de estímulos de US$ 850 bilhões que envolve até mesmo o envio direto de dinheiro para as famílias.

Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, os parlamentares estão “entusiasmados” com as medidas.

O Ibovespa subiu 4,85% a 74.617 pontos com volume financeiro negociado de R$ 35,8 bilhões. Nos Estados Unidos, o Dow Jones valorizou 5,2% a 21.237 pontos, o S&P 500 teve alta de 6% a 2.529 pontos e o Nasdaq registrou ganhos de 6,23% a 7.334 pontos.

Enquanto isso, o dólar comercial caiu 0,88% a R$ 4,9994 na compra e a R$ 5,0024 na venda. O dólar futuro para abril sobe 0,19%, para R$ 5,004.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 registrou baixa de 50 pontos-base a 4,49%, o DI para janeiro de 2023 teve queda de 57 pontos-base a 5,43% e o DI para janeiro de 2025 perdeu 47 pontos-base a 6,63%.

Hoje também houve mais uma etapa do programa de estímulos do Federal Reserve, que anunciou uma injeção de US$ 500 bilhões no sistema financeiro dos EUA para conter problemas de financiamento associados aos efeitos do coronavírus, através de suas operações de recompras de títulos (repo). Na semana passada, a autoridade monetária já havia anunciado uma operação do tipo, que totalizou US$ 1,5 trilhão.

Por aqui, no dia em que foi confirmada a primeira morte por coronavírus, o ministro da Economia, Paulo Guedes, lançou um pacote de medidas para tentar reduzir os impactos da pandemia na atividade do país.

De acordo com o plano, serão empregados R$ 147,3 bilhões em medidas emergenciais para atender grupos mais vulneráveis da população e setores específicos da economia.

Deste montante, R$ 83,4 bilhões serão destinados ao primeiro grupo, com medidas como a antecipação do 13º de aposentados, já divulgada na última sexta-feira (13), e a transferência de valores não sacados do PIS/Pasep para o FGTS, para permitir novos saques.

Já o segundo grupo ficará com os R$ 59,4 bilhões, a partir de políticas como o diferimento do prazo de pagamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) por 3 meses, assim como o diferimento da parte da União no Simples Nacional por 3 meses. Para combate à pandemia, foram destinados R$ 4,5 bilhões, com a destinação do saldo do fundo do DPVAT para o SUS.

No entanto, economistas têm analisado que as medidas não serão o bastante para blindar a economia brasileira dos efeitos nefastos da disseminação da Covid-19.

De acordo com a análise de Marcos Ross, economista sênior da XP, o alcance dos estímulos deve ser limitado. “Entendemos que seja uma primeira tentativa e que ela aponta na direção correta, mas temos diversas considerações com relação ao efeito total dela, uma vez que quase sua totalidade não configura como fonte nova de recurso, mas sim um rearranjo intertemporal deles”, escreveu Ross em relatório.

Vale ficar atento também ao primeiro dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A curva de juros fechou ontem precificando corte de 0,50 ponto da Selic na reunião, que anuncia sua decisão nesta quarta-feira; apostas aumentaram após Fed ter cortado sua taxa em 1 ponto percentual (veja mais clicando aqui).

Congresso paralisado

Segundo a XP Política, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado cancelou a sessão de amanhã, em que haveria a apresentação do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial pelo senador Oriovisto Guimarães (PODE-PR). A justificativa foi a dificuldade de se obter quórum diante da crise provocada pelo coronavírus.

Sell-off global

A recuperação do mercado hoje veio após um pregão muito negativo nas bolsas mundiais. O índice Nasdaq teve na sessão de ontem seu pior desempenho da história, com queda de 12,3%, enquanto o Dow Jones caiu quase 13%, no seu pior pregão desde 1987.

O sell-off foi desencadeado pela atuação extraordinária do Federal Reserve, que cortou os juros em um ponto percentual, para uma banda entre 0% e 0,25%, além de anunciar estímulos de US$ 700 bilhões, como forma de reagir à desaceleração econômica por conta do coronavírus. Apesar do aumento de liquidez ser um alívio para o mercado, a interpretação preponderante foi de que o banco central dos EUA está esgotando suas ferramentas de estímulo monetário sem conseguir trazer uma melhoria no desempenho econômico do país.

Há também muita preocupação a respeito do petróleo com o movimento da Arábia Saudita, líder da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de vender a commodity por US$ 25 o barril. Hoje, o barril do Brent – referência para a Petrobras – caiu 4,49% a US$ 28,70 e o barril do WTI teve queda de 6,13% a US$ 26,94.

Eleições nos EUA

O Partido Democrata dos Estados Unidos realiza hoje primárias nos estados do Arizona, Flórida, Ohio e Illinois. O ex-vice-presidente e ex-senador Joe Biden é favorito para vencer no Arizona e Ohio, indicam pesquisas da NBC News. Já na Flórida e em Illinois, a disputa com o senador Bernie Sanders parece mais acirrada e não existe um favorito claro. Biden tem 886 delegados, Sanders tem 736. O maior prêmio de hoje é a Flórida, com 217 delegados. O pré-candidato democrata que conquistar 1.991 delegados até julho se habilita a disputar a presidência com o republicano Donald Trump em 4 de novembro.

Noticiário corporativo

A Gol informou na noite de ontem que readequará a sua malha aérea por causa da pandemia do coronavírus no Brasil. Segundo a empresa, nenhum voo doméstico será cancelado, mas a empresa reduzirá sua capacidade total entre 60% e 70% até meados de junho. Nas rotas internas, a redução será entre 50% e 60%.

Já o grupo Oi, que segundo informações de mercado negocia a venda da sua operadora de telefonia móvel, comunicou ontem que em janeiro teve um resultado líquido de caixa negativo de R$ 413 milhões. O resultado publicado ontem refere-se às empresas do grupo que estão em recuperação judicial.

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