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Índices dos EUA sobem 3% após pior pregão desde 1987; ações de aéreas registram volatilidade

SÃO PAULO – Após o pior pregão desde março de 1987, as bolsas dos Estados Unidos registram nesta sexta-feira (13) expressiva alta.

Os índices seguem a melhora de humor em todo o mundo após o pânico da véspera. Por volta das 15h45 (horário de Brasília), o Dow Jones registrava alta de 3,54%, enquanto o S&P 500 e Nasdaq subiam 3% e 2,93%, respectivamente.

Entre as ações, a Apple dispara cerca de 12% com elevação de recomendação pelo Wells Fargo. Mas os destaques ficam para as companhia aéreas, o setor mais prejudicado pela crise do coronavírus: os papéis de muitas companhias registraram fortes altas no início da sessão, mas passaram a ter forte volatilidade.

As ações da Delta e United sobem 14% e 9,5%, respectivamente, ao passo que a American Airlines negociam com baixa de 1% após chegarem a subir 10%, enquanto a JetBlue passou a ter queda de 8%.

As ações ganharam força mais cedo após a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, afirmar que os legisladores dos EUA e a Casa Branca estavam perto de um acordo de alívio econômico em meio ao surto de coronavírus.

“Resolvemos a maioria de nossas diferenças”, disse Pelosi a repórteres na noite de quinta-feira, observando que se trata de “testes, testes, testes”.

Contudo, o setor segue atento aos próximos anúncios das medidas para combater a pandemia de coronavírus, após ser especialmente abalado com o anúncio de Donald Trump na noite de quarta-feira que os voos da Europa para os EUA seriam suspensos.

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Ação da Petrobras sobe 22%, Magazine Luiza e B2W saltam mais de 25% em dia alívio no mercado; Yduqs cai 6% após balanço

SÃO PAULO – A sessão desta sexta-feira foi de recuperação, mas também de forte volatilidade, para o Ibovespa, após o pior pregão desde 1998, quando caiu 14,78%.

O índice chegou a subir 16% nas primeiras horas do pregão, com os investidores à procura de oportunidades na bolsa após a forte queda de diversos ativos, como de Petrobras e aéreas, com baixa superior a 40% na semana.

Contudo, o índice foi amenizando os ganhos logo na primeira hora do dia, chegando a quase zerar com o rumor de que Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, teria contraído coronavírus, suspeita essa que cresceu após ele voltar de viagem dos EUA, onde se encontrou com o seu colega Donald Trump.  O benchmark voltou a ganhar ímpeto após a negativa do presidente e também com os investidores digerindo os efeitos das ações de diversos bancos centrais para tentar amenizar os efeitos do coronavírus na economia.

As ações da Petrobras chegaram a subir 20% no início do pregão, amenizaram fortemente os ganhos, e no fim da tarde passaram a ter ganhos ainda mais fortes, ganhando ímpeto após a fala de Donald Trump. Já a Vale avançou 21%. Bancos, por sua vez, subiram entre 10% e 15%, com destaque para o Banco do Brasil.

Os ganhos foram intensificados após Trump declarar estado de emergência nacional por conta do coronavírus, dando espaço para a ajuda a estados e municípios. Além disso, especificamente impactando as petroleiras, o presidente americano anunciou que Trump anuncia que comprará grande quantidade de petróleo.

Neste cenário, os contratos futuros do petróleo fecharam em alta na sessão, com o contrato do tipo brent para maio em alta de 1,89%, a US$ 33,85 por barril, mas acumulando perdas de 25,22% na semana. O contrato do WTI para abril avançou 0,73% hoje, a US$ 31,73 por barril, mas com queda de 23,13% na semana. Esta foi a pior semana desde a crise financeira de 2008 para a commodity, em meio à guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia.

Varejistas também registraram fortes ganhos na sessão, com alta de 27,40% para B2W (BTOW3) e de 22,53% para o Magazine Luiza (MGLU3). As ações das varejistas passaram a ser mais pressionadas pelo noticiário sobre o coronavírus, em meio à expectativa de desaceleração da economia brasileira seguindo a atividade mundial. Ao mesmo tempo, como houve uma forte alta dos papéis desde o ano passado, o movimento de forte queda do mercado guiou uma venda dos papéis, com os investidores embolsando o lucro das ações. Assim, em dia de maiores altas do mercado, os papéis passam a registrar fortes ganhos. Via Varejo (VVAR3) registrou ganhos de 12,82%.

A maior baixa, por sua vez, ficou com os papéis da Yduqs, ex-Estácio, que divulgou resultados do quarto trimestre considerados fracos.

Confira os destaques:

Vale (VALE3)

A Vale informou que pode enfrentar dificuldades operacionais relacionadas à força de trabalho e pode ter que adotar medidas de contingência ou eventualmente suspender operações por conta da pandemia de coronavírus, segundo comunicado ao mercado.

A empresa depende de uma extensiva cadeia de logística e de fornecedores que inclui Ásia e Europa; todas as viagens de negócios e eventos não-essenciais foram cancelados ou postecipados até novas orientações.

“Em escritórios em países onde a covid-19 tem apresentado um impacto mais severo, a Vale implementou a rotina de trabalho remoto (home office)”, disse a companhia.

Gol (GOLL4)

A Gol informou que a programação de voos será ajustada para garantir equilíbrio entre o novo cenário de demanda e a qualidade e amplitude da nossa malha aérea, em meio à queda das viagens por conta do coronavírus.

Yduqs (YDUQ3)

A Yduqs (YDUQ3), o segundo maior grupo de educação privada do Brasil, reportou um lucro líquido de R$ 684,4 milhões em 2019. Segundo a empresa, o lucro avançou 6,1% sobre 2018. Houve uma pequena queda no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), que recuou 1,2% em 2019, sobre 2018, para R$ 1,14 bilhão.

De acordo com a empresa, a queda ocorreu porque a empresa ofereceu descontos maiores em bolsas como uma estratégia para manter alunos. A receita operacional líquida também recuou, 1,5% sobre 2018, para R$ 3,54 bilhões.

A Yduqs conseguiu reduzir as despesas gerais e administrativas em 4,3% no ano passado, para R$ 586 milhões. A empresa informou que distribuirá dividendos de R$ 153,5 milhões aos acionistas, em data a ser definida na próxima Assembleia Geral Extraordinária.

Os investimentos foram de R$ 366,4 milhões em 2019 e envolveram a expansão dos cursos de saúde; novos laboratórios odontológicos; um sistema de digitalização de documentos; e renovação do sistema de ar-condicionado.

Conforme aponta o Morgan Stanley, os resultados da companhia foram considerados fracos, com destaque para a receita menor que as estimativas pelos preços mais baixos. Além disso, aponta, as despesas não-recorrentes seguem impactando o quarto trimestre da companhia.

Qualicorp (QUAL3)

A administradora de planos de saúde Qualicorp publicou ontem balanço e comunicou um lucro líquido de R$ 66,7 milhões no quarto trimestre de 2019. Houve queda de 30,2% em comparação ao quarto trimestre de 2018.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) também recuou no quarto trimestre do ano passado, 47,2%, para R$ 126,4 milhões. A empresa teve um avanço na receita líquida no período, de 8,8% para R$ 521,2 milhões.

O lucro líquido consolidado de 2019 foi de R$ 392,8 milhões, leve queda de 0,6% na comparação com 2018, quando o resultado foi de R$ 395 milhões.

O Bradesco BBI avaliou como positivo o balanço de 2019 divulgado ontem pela operadora de planos de saúde Qualicorp. Segundo o BBI, lucro e receita líquida da operadora vieram acima das projeções no quarto trimestre de 2019 e a Qualicorp ainda tem espaço para entregar uma margem maior aos acionistas. O banco mantém a recomendação “outperform” para a ação QUAL3 e fixa preço-alvo de R$ 50,00 para o papel em 2020, uma alta de 73% sobre os R$ 28,60 no fechamento de ontem na B3.

Kepler Weber (KEPL3)

A Kepler Weber informou em balanço que obteve um lucro líquido de R$ 37,6 milhões em 2019, numa expansão de 354% sobre 2018. A empresa, fornecedora de equipamentos agrícolas e de armazenagem de grãos, informou que sua receita líquida no ano passado cresceu 1,2% para R$ 583 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) avançou 144,6% para R$ 92,5 milhões no ano passado – sobre 2018.

 

LIGHT (LIGT3) 

A Light, distribuidora de energia elétrica no Estado do Rio de Janeiro, passou do lucro para o prejuízo no quarto trimestre de 2019: a empresa fechou no vermelho em R$ 48 milhões. Em igual período de 2018, a Light lucrou R$ 92 milhões. A empresa explicou no seu balanço que o prejuízo ocorreu por causa da deterioração do resultado financeiro, decorrente do fato de parte das dívidas das Light estarem em dólares. No consolidado de 2019, porém, o lucro líquido da empresa cresceu 7,4% para R$ 178 milhões.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente avançou 7,9% no quarto trimestre, para R$ 464 milhões. Já o Ebitda ajustado do período (que incorpora a variação cambial) mostra prejuízo de R$ 82 milhões.

A carga fio da Light caiu 1,6% no quarto trimestre de 2019, para 9,7 GHw, principalmente pelo menor consumo dos clientes de siderurgia. Segundo a empresa, a carga fio avançou 1,6% no ano passado, sobre 2018, para 37.3 GHw. A Light fechou 2019 com uma dívida líquida de R$ 6,7 bilhões, que segundo a empresa é administrável, com uma relação dívida líquida sobre Ebitda em 2,9 vezes (2,9X). Em 2018, a relação era de 3,63 vezes (3,63x).

Unidas (LCAM3) 

A Unidas, segunda maior locadora de carros do país, informou um lucro líquido recorrente de R$ 96 milhões no quarto trimestre de 2019, um avanço de 54,2% sobre igual trimestre do ano anterior. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 331,6 milhões, um crescimento de 20,5% sobre igual trimestre do ano anterior. Os resultados trimestrais mostram um crescimento expressivo, que aconteceu nos aluguéis de carros na rede do varejo e nas vendas de carros semi-novos nas revendas da bandeira.

Os resultados da Unidas, vale lembrar, incluem os da mineira Locamerica, com quem a empresa paulista fez uma fusão em 2018. A empresa publicou balanço com os números atualizados pelo IFRS 16. O lucro líquido recorrente no consolidado de 2019 avançou 75,7% sobre 2018, para R$ 338,1 milhões. Como lado negativo, houve um forte avanço de 25,6% na depreciação em 2019 sobre 2018, para R$ 468,3 milhões. O Ebitda recorrente cresceu 24,4% em 2019 sobre 2018, para R$ 1,26 bilhão. A margem Ebit recorrente caiu a 36,9% em 2019, ante 39,5% em 2018. O endividamento líquido da Unidas-Locamerica avançou 36,8% em 2019 para R$ 2,6 bilhões.

Mas a empresa explicou que como realizou com sucesso uma oferta pública primária e secundária de ações na B3 em dezembro de 2019, fechou o ano com caixa líquido de R$ 2 bilhões, suficiente para cobrir com tranquilidade os vencimentos da dívida por pelo menos três anos. Segundo a Unidas, 97% das dívidas são de longo prazo. A proporção dívida líquida sobre o Ebitda fechou 2019 em 2,08 vezes (2,08x).

O Bradesco BBI avaliou como positivo o balanço publicado pela Unidas, segunda maior locadora de carros do país. Segundo o BBI, o Ebitda do quarto trimestre de 2019 chegou em linha com as projeções do banco e houve um crescimento expressivo na quantidade do aluguel de carros, embora os preços tenham caído 8% na comparação ao quarto trimestre de 2018.

O BBI destaca que no período os investimentos em eficiência que a Unidas fez nos trimestres anteriores começaram a dar resultado, com a taxa de ocupação da frota no varejo avançando 2,8 pontos porcentuais para 79,4% no rent-a-car. O BBI também citou a expansão das vendas de carros semi-novos, com a abertura de 7 lojas no período, elevando para 112 o total de revendas, o que aumentará a margem da empresa no ramo em 2020. O BBI mantém a recomendação outperform para o papel LCAM3, com preço-alvo de R$ 30,00 – alta de 131% sobre os R$ 13,00 no fim do pregão de ontem na B3.

Invepar (IVPR3B)

A concessionária Invepar comunicou ao mercado que vendeu a sua participação na Concessionária Rota do Atlântico (CRA), em Pernambuco, para o fundo Monte Equity Partners. A empresa não revelou quanto será pago na transação. A Odebrecht, em recuperação judicial, é sócia da Invepar e do Monte Equity Partners na CRA.

Taesa (TAEE11)

A Taesa, uma das maiores transmissoras de energia elétrica do país, divulgou balanço do quarto trimestre de 2019 e informou uma queda de 34,1% no lucro líquido no período, em comparação a 2018, para R$ 177,5 milhões. No consolidado de 2019, o lucro líquido caiu 6,4% sobre 2018, para R$ 1 bilhão. Os resultados levam em conta o IFRS 16. A receita líquida no quarto trimestre de 2019 recuou 13,8% sobre igual trimestre de 2018 para R$ 427,5 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) caiu 0,8% no quarto trimestre de 2019, sobre igual período de 18, para R$ 258,2 milhões. Se os resultados do quarto trimestre da Taesa mostraram deterioração, no consolidado de 2019 houve avanço de 9,8% na receita líquida sobre 2018, para R$ 1,79 bilhão. A dívida líquida da empresa, contudo, também cresceu, 16,1% em 2019 sobre 2018 para R$ 2,8 bilhões. A relação dívida líquida sobre o Ebitda avançou de 1,7 vezes (1,7x) em 2018 para 2,2 vezes (2,2x) em 2019.

O Itaú BBA avaliou como Neutro o balanço da transmissora de energia Taesa. Segundo o BBA, os resultados em geral chegaram dentro das projeções, com a exceção do lucro líquido, que foi menor. As expectativas para a Taesa, contudo, não são negativas. O banco lembra que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizará dois leilões em 2020, e a empresa poderá participar, embora já esteja comprometida com altos investimentos. O BBA manteve a nota underperform (abaixo da média) para o papel TAEE11, com preço-alvo de R$ 30,00 para a ação – alta de 7,3% sobre os R$ 27,97 do fim de pregão ontem na B3.

Recomendações

O Bradesco BBI elevou a recomendação para as ações do Itaú Unibanco (ITUB4) e das units do Santander Brasil (SANB11) de neutra para outperform (desempenho acima da média) do mercado, após o sell-off das últimas sessões. A equipe de análise avalia que os bancos privados podem ser uma das melhores opções para investidores se protegerem.

“Apesar de ainda enxergarmos problemas estruturais no setor para o longo prazo, com margens financeiras pressionadas por juros baixos e uma queda nas taxas de serviços devido à competição mais acirrada, enxergamos queda limitada às estimativas de deterioração e riscos de alta com valuations atrativos – acreditamos que os bancos privados são defensivos no momento atual e entre as melhores opções para os investidores”, avaliam os analistas.

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Ibovespa dispara mais de 12% e retoma os 81 mil pontos em meio a anúncio de Trump

SÃO PAULO – O Ibovespa acelera alta nesta sexta-feira (13) junto com as bolsas dos Estados Unidos, que avançam mais de 4% após quase zerarem quando a Bloomberg noticiou que o presidente americano, Donald Trump, usaria a sua coletiva de imprensa das 16h (horário de Brasília) para decretar estado de emergência nacional. Mais tarde, os índices Dow Jones e S&P 500 voltaram a acelerar ganhos diante da interpretação de que a medida deve facilitar a ajuda federal a estados e municípios.

Também ajudou a acalmar os ânimos por aqui a afirmação do presidente Jair Bolsonaro de que testou negativo para coronavírus. Mais cedo, alguns veículos de imprensa haviam informado que o exame de Bolsonaro tinha dado positivo. O secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, está com coronavírus, o que levou o próprio presidente Jair Bolsonaro a realizar o teste para diagnosticar a presença do vírus.

Às 16h24, o Ibovespa subia 12,04% a 81.4320 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial vira para alta de 1,39% a R$ 4,8499 na compra e a R$ 4,8524 na venda. O dólar futuro para abril avança 1,13%, para R$ 4,8595.

A recuperação de hoje vem após o principal índice acionário da B3 registrar ontem sua pior queda desde 1998, na esteira das notícias negativas sobre o coronavírus. Além do aumento no número de infectados pelo Covid-19, os investidores também se decepcionaram com a medida do presidente americano Donald Trump para combater a doença: a proibição de voos entre a Europa e os EUA, à exceção do Reino Unido.

Outro fator de instabilidade foi a derrubada pelo Congresso do veto de Bolsonaro à ampliação do Benefício por Prestação Continuada (BPC), que deve gerar um impacto orçamentário bilionário em meio a um momento de ajuste rigoroso nas contas públicas.

Todavia, algum alívio ocorreu na última sessão graças ao anúncio do Federal Reserve – o banco central dos EUA – de que vai oferecer mais de US$ 1,5 trilhão em liquidez ao mercado monetário através de operações de recompra reversa. Pelo cronograma, a autoridade monetária ofertará hoje US$ 500 bilhões em títulos de três meses e US$ 500 bilhões em títulos de um mês.

Na sessão de hoje, as bolsas da Ásia fecharam todas em queda, com destaque para Tóquio, que afundou 6%, repercutindo a forte aversão ao risco da véspera. Contudo, vale destacar que o mau humor do mercado no continente foi levemente amenizado após o governo japonês anunciar um pacote de US$ 1,9 trilhão para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia.

Por aqui, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a pauta dos próximos 45 dias na Casa será voltada para o combate aos efeitos econômicos da pandemia e criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes, por não ter apresentado medidas de curto prazo para enfrentar a crise.

Segundo Maia, as propostas de Guedes para a economia, enviadas na terça-feira, não resolvem a turbulência para os próximos meses. Maia também disse que a reforma administrativa, cujo esboço ainda não foi enviado pelo governo, não é a solução no momento. “Guedes não tinha uma coisa organizada ou não quis falar. Se olhar os projetos, tem pouca coisa que impacte a agenda a curto prazo ou quase nada”, afirmou. O Congresso estuda entrar em recesso por causa da pandemia.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 cai 53 pontos-base a 5,37%, o DI para janeiro de 2023 tem queda de 47 pontos-base a 6,36% e o DI para janeiro de 2025 recua 51 pontos-base a 7,27%.

Coronavírus no Brasil

O Brasil já tem mais de 100 casos do coronavírus, de acordo com contagem do jornal Folha de São Paulo. Até a noite de ontem, quinta-feira, o Ministério da Saúde tinha 77 casos confirmados. Somente o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP), já tem 98 casos confirmados, mas dos quais apenas 43 foram notificados ao Ministério em Brasília (DF).

O estado de São Paulo pode ter entre 1% e 10% de sua população infectada pelo novo coronavírus, com quadro leve a grave, nos próximos quatro meses, segundo o infectologista David Uip, coordenador de um comitê de contingenciamento para enfrentar a chegada da doença no estado.

Noticiário corporativo

A Estácio Participações (YDUQ3), o segundo maior grupo de educação privada do Brasil, reportou lucro líquido de R$ 686,4 milhões em 2019, informou em balanço. Outras empresas, como Qualicorp e Kepler Weber, também publicaram balanços.

A Vale informou que pode enfrentar dificuldades operacionais relacionadas à força de trabalho e pode ter que adotar medidas de contingência ou eventualmente suspender operações por conta da pandemia de coronavírus, segundo comunicado ao mercado.

A empresa depende de uma extensiva cadeia de logística e de fornecedores que inclui Ásia e Europa; todas as viagens de negócios e eventos não-essenciais foram cancelados ou postecipados até novas orientações.

Já a Gol informou que a programação de voos será ajustada para garantir equilíbrio entre o novo cenário de demanda e a qualidade e amplitude da nossa malha aérea, em meio à queda das viagens por conta do coronavírus.

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Ibovespa Futuro sobe mais de 9% seguindo desempenho do exterior após pior pregão do século

ações bolsa gráfico índices mercado compra venda sell buy

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em forte alta nesta sexta-feira (13) seguindo o desempenho do principal ETF – fundo passivo baseado em índice e negociado em bolsa – dos nossos ADRs (na prática, as ações brasileiras negociadas nos Estados Unidos), o EWZ. No pré-market de Nova York, o ETF subia 11,1%.

Às 09h07 (horário de Brasília), o índice futuro do Ibovespa com vencimento em abril registrava alta de 9,72% a 78.900 pontos, enquanto o dólar futuro para abril cai 1,6%, para R$ 4,721. Os ADRs da Petrobras disparam 16% a US$ 6,30 no pré-market das bolsas de Nova York.

Os futuros dos EUA também sobem forte, cerca de 5%, após o pior pregão desde 1987, ainda que sem fato novo que indique o fim da turbulência. Com isso, os índices americanos batem no limite de alta dos contratos futuros do mercado financeiro americano.

A recuperação vem após o Ibovespa à vista registrar sua pior queda desde 1998, na esteira das notícias negativas sobre o coronavírus. Além do aumento no número de infectados pelo Covid-19, os investidores também se decepcionaram com a medida do presidente americano Donald Trump para combater a doença: a proibição de voos entre a Europa e os EUA, à exceção do Reino Unido. Também pesou nos mercados a informação de que o secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, está com coronavírus, o que levou o próprio presidente Jair Bolsonaro a realizar o exame para diagnosticar a presença do vírus.

Outro fator de instabilidade foi a derrubada pelo Congresso do veto de Bolsonaro à ampliação do Benefício por Prestação Continuada (BPC), que deve gerar um impacto orçamentário bilionário em meio a um momento de ajuste rigoroso nas contas públicas.

Todavia, algum alívio ocorreu na última sessão graças ao anúncio do Federal Reserve – o banco central dos EUA – de que vai oferecer mais de US$ 1,5 trilhão em liquidez ao mercado monetário através de operações de recompra reversa. Pelo cronograma, a autoridade monetária ofertará hoje US$ 500 bilhões em títulos de três meses e US$ 500 bilhões em títulos de um mês.

Na sessão de hoje, as bolsas da Ásia fecharam todas em queda, com destaque para Tóquio, que afundou 6%, repercutindo a forte aversão ao risco da véspera. Contudo, vale destacar que o mau humor do mercado no continente foi levemente amenizado após o governo japonês anunciar um pacote de US$ 1,9 trilhão para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia.

Por aqui, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a pauta dos próximos 45 dias na Casa será voltada para o combate aos efeitos econômicos da pandemia e criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes, por não ter apresentado medidas de curto prazo para enfrentar a crise.

Segundo Maia, as propostas de Guedes para a economia, enviadas na terça-feira, não resolvem a turbulência para os próximos meses. Maia também disse que a reforma administrativa, cujo esboço ainda não foi enviado pelo governo, não é a solução no momento. “Guedes não tinha uma coisa organizada ou não quis falar. Se olhar os projetos, tem pouca coisa que impacte a agenda a curto prazo ou quase nada”, afirmou. O Congresso estuda entrar em recesso por causa da pandemia.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 cai 53 pontos-base a 5,37%, o DI para janeiro de 2023 tem queda de 47 pontos-base a 6,36% e o DI para janeiro de 2025 recua 51 pontos-base a 7,27%.

Coronavírus no Brasil

O Brasil já tem mais de 100 casos do coronavírus, de acordo com contagem do jornal Folha de São Paulo. Até a noite de ontem, quinta-feira, o Ministério da Saúde tinha 77 casos confirmados. Somente o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP), já tem 98 casos confirmados, mas dos quais apenas 43 foram notificados ao Ministério em Brasília (DF).

O estado de São Paulo pode ter entre 1% e 10% de sua população infectada pelo novo coronavírus, com quadro leve a grave, nos próximos quatro meses, segundo o infectologista David Uip, coordenador de um comitê de contingenciamento para enfrentar a chegada da doença no estado.

Noticiário corporativo

A Estácio Participações (YDUQ3), o segundo maior grupo de educação privada do Brasil, reportou lucro líquido de R$ 686,4 milhões em 2019, informou em balanço. Outras empresas, como Qualicorp e Kepler Weber, também publicaram balanços.

Aproveite as oportunidades para fazer seu dinheiro render mais: abra uma conta na Clear com taxa ZERO para corretagem de ações!

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Vale pode ter dificuldade operacional, Gol vai ajustar voos, Yduqs tem queda na receita e alta no lucro; veja mais destaques

Avião da GOL em voo

SÃO PAULO – A temporada de balanços prossegue nesta sexta-feira. Na noite de ontem, a Yduqs, segundo maior grupo de educação privada do país, publicou balanço e informou um lucro líquido de R$ 684,4 milhões em 2019, uma expansão de 6,1% sobre o ano anterior.

A operadora de planos de saúde Qualicorp (QUAL3) e a Kepler Weber (KEPL3) também divulgaram balanços. Taesa (TAEE11) e Light (LIGT3) publicam os resultados de 2019 na manhã de hoje.

Além disso, a mineradora Vale e a empresa aérea Gol fizeram anúncios importantes. Confira:

Vale (VALE3)

A Vale informou que pode enfrentar dificuldades operacionais relacionadas à força de trabalho e pode ter que adotar medidas de contingência ou eventualmente suspender operações por conta da pandemia de coronavírus, segundo comunicado ao mercado.

A empresa depende de uma extensiva cadeia de logística e de fornecedores que inclui Ásia e Europa; todas as viagens de negócios e eventos não-essenciais foram cancelados ou postecipados até novas orientações.

“Em escritórios em países onde a covid-19 tem apresentado um impacto mais severo, a Vale implementou a rotina de trabalho remoto (home office)”, disse a companhia.

Gol (GOLL4)

A Gol informou que a programação de voos será ajustada para garantir equilíbrio entre o novo cenário de demanda e a qualidade e amplitude da nossa malha aérea, em meio à queda das viagens por conta do coronavírus.

Yduqs (YDUQ3)

A Yduqs (YDUQ3), o segundo maior grupo de educação privada do Brasil, reportou um lucro líquido de R$ 684,4 milhões em 2019. Segundo a empresa, o lucro avançou 6,1% sobre 2018. Houve uma pequena queda no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), que recuou 1,2% em 2019, sobre 2018, para R$ 1,14 bilhão.

De acordo com a empresa, a queda ocorreu porque a empresa ofereceu descontos maiores em bolsas como uma estratégia para manter alunos. A receita operacional líquida também recuou, 1,5% sobre 2018, para R$ 3,54 bilhões.

A Yduqs conseguiu reduzir as despesas gerais e administrativas em 4,3% no ano passado, para R$ 586 milhões. A empresa informou que distribuirá dividendos de R$ 153,5 milhões aos acionistas, em data a ser definida na próxima Assembleia Geral Extraordinária.

Os investimentos foram de R$ 366,4 milhões em 2019 e envolveram a expansão dos cursos de saúde; novos laboratórios odontológicos; um sistema de digitalização de documentos; e renovação do sistema de ar-condicionado.

Qualicorp (QUAL3)

A administradora de planos de saúde Qualicorp publicou ontem balanço e comunicou um lucro líquido de R$ 66,7 milhões no quarto trimestre de 2019. Houve queda de 30,2% em comparação ao quarto trimestre de 2018.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) também recuou no quarto trimestre do ano passado, 47,2%, para R$ 126,4 milhões. A empresa teve um avanço na receita líquida no período, de 8,8% para R$ 521,2 milhões.

O lucro líquido consolidado de 2019 foi de R$ 392,8 milhões, leve queda de 0,6% na comparação com 2018, quando o resultado foi de R$ 395 milhões.

O Bradesco BBI avaliou como positivo o balanço de 2019 divulgado ontem pela operadora de planos de saúde Qualicorp. Segundo o BBI, lucro e receita líquida da operadora vieram acima das projeções no quarto trimestre de 2019 e a Qualicorp ainda tem espaço para entregar uma margem maior aos acionistas. O banco mantém a recomendação “outperform” para a ação QUAL3 e fixa preço-alvo de R$ 50,00 para o papel em 2020, uma alta de 73% sobre os R$ 28,60 no fechamento de ontem na B3.

Kepler Weber (KEPL3)

A Kepler Weber informou em balanço que obteve um lucro líquido de R$ 37,6 milhões em 2019, numa expansão de 354% sobre 2018. A empresa, fornecedora de equipamentos agrícolas e de armazenagem de grãos, informou que sua receita líquida no ano passado cresceu 1,2% para R$ 583 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) avançou 144,6% para R$ 92,5 milhões no ano passado – sobre 2018.

 

LIGHT (LIGT3) 

A Light, distribuidora de energia elétrica no Estado do Rio de Janeiro, passou do lucro para o prejuízo no quarto trimestre de 2019: a empresa fechou no vermelho em R$ 48 milhões. Em igual período de 2018, a Light lucrou R$ 92 milhões. A empresa explicou no seu balanço que o prejuízo ocorreu por causa da deterioração do resultado financeiro, decorrente do fato de parte das dívidas das Light estarem em dólares. No consolidado de 2019, porém, o lucro líquido da empresa cresceu 7,4% para R$ 178 milhões.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente avançou 7,9% no quarto trimestre, para R$ 464 milhões. Já o Ebitda ajustado do período (que incorpora a variação cambial) mostra prejuízo de R$ 82 milhões.

A carga fio da Light caiu 1,6% no quarto trimestre de 2019, para 9,7 GHw, principalmente pelo menor consumo dos clientes de siderurgia. Segundo a empresa, a carga fio avançou 1,6% no ano passado, sobre 2018, para 37.3 GHw. A Light fechou 2019 com uma dívida líquida de R$ 6,7 bilhões, que segundo a empresa é administrável, com uma relação dívida líquida sobre Ebitda em 2,9 vezes (2,9X). Em 2018, a relação era de 3,63 vezes (3,63x).

Unidas (LCAM3) 

A Unidas, segunda maior locadora de carros do país, informou um lucro líquido recorrente de R$ 96 milhões no quarto trimestre de 2019, um avanço de 54,2% sobre igual trimestre do ano anterior. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 331,6 milhões, um crescimento de 20,5% sobre igual trimestre do ano anterior. Os resultados trimestrais mostram um crescimento expressivo, que aconteceu nos aluguéis de carros na rede do varejo e nas vendas de carros semi-novos nas revendas da bandeira.

Os resultados da Unidas, vale lembrar, incluem os da mineira Locamerica, com quem a empresa paulista fez uma fusão em 2018. A empresa publicou balanço com os números atualizados pelo IFRS 16. O lucro líquido recorrente no consolidado de 2019 avançou 75,7% sobre 2018, para R$ 338,1 milhões. Como lado negativo, houve um forte avanço de 25,6% na depreciação em 2019 sobre 2018, para R$ 468,3 milhões. O Ebitda recorrente cresceu 24,4% em 2019 sobre 2018, para R$ 1,26 bilhão. A margem Ebit recorrente caiu a 36,9% em 2019, ante 39,5% em 2018. O endividamento líquido da Unidas-Locamerica avançou 36,8% em 2019 para R$ 2,6 bilhões.

Mas a empresa explicou que como realizou com sucesso uma oferta pública primária e secundária de ações na B3 em dezembro de 2019, fechou o ano com caixa líquido de R$ 2 bilhões, suficiente para cobrir com tranquilidade os vencimentos da dívida por pelo menos três anos. Segundo a Unidas, 97% das dívidas são de longo prazo. A proporção dívida líquida sobre o Ebitda fechou 2019 em 2,08 vezes (2,08x).

Invepar (IVPR3B)

A concessionária Invepar comunicou ao mercado que vendeu a sua participação na Concessionária Rota do Atlântico (CRA), em Pernambuco, para o fundo Monte Equity Partners. A empresa não revelou quanto será pago na transação. A Odebrecht, em recuperação judicial, é sócia da Invepar e do Monte Equity Partners na CRA.

Recomendações

O Bradesco BBI elevou a recomendação para as ações do Itaú Unibanco (ITUB4) e das units do Santander Brasil (SANB11) de neutra para outperform (desempenho acima da média) do mercado, após o sell-off das últimas sessões. A equipe de análise avalia que os bancos privados podem ser uma das melhores opções para investidores se protegerem.

“Apesar de ainda enxergarmos problemas estruturais no setor para o longo prazo, com margens financeiras pressionadas por juros baixos e uma queda nas taxas de serviços devido à competição mais acirrada, enxergamos queda limitada às estimativas de deterioração e riscos de alta com valuations atrativos – acreditamos que os bancos privados são defensivos no momento atual e entre as melhores opções para os investidores”, avaliam os analistas.

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Índices futuros dos EUA avançam 5% e atingem limite de alta; Europa sobe e Ásia tem queda

SÃO PAULO – O comportamento dos mercados indica que a sexta-feira 13 será animada para os mercados. Após operar parte da madrugada no terreno negativo, os futuros de Nova York foram para o terreno positivo e avançaram, atingindo o limite de alta de 5%, o que foi refletido posteriormente nos índices à vista.

Os índices em Wall Street ganharam força durante a manhã, com alta de 5,10% para o S&P500, de 5,65% para o Nasdaq e de 5,26% para Dow Jones. Vale ressaltar que, na véspera, o S&P 500 fechou o dia em queda de 9,51%, aos 2.480 pontos. Já o Dow Jones cedeu 9,99%, para 2.352 pontos — foi a maior queda diária percentual do índice desde março de 1987. A Nasdaq caiu 9,43%, a 7.201 pontos.

Ontem, os investidores repercutiram negativamente as medidas anunciadas na véspera pelo presidente americano Donald Trump. Ele declarou a suspensão por 30 dias de voos vindos de 26 países da Europa para os Estados Unidos. Durante a tarde, os índices chegaram a amenizar as perdas após a notícia de que o Federal Reserve de Nova York fará um programa mais de US$ 1,5 trilhão em liquidez ao mercado de títulos, mas eles voltaram a cair fortemente antes do fechamento. A expectativa é de que parte das perdas seja recuperada nesta sessão.

Nesta sessão, os mercados europeus também operam em alta – de cerca de 7% no Reino Unido, na França e na Alemanha. Na Itália, os ganhos são ainda mais expressivos, de 14% após a derrocada de 17% da véspera.

Na Ásia, por sua vez, as bolsas de valores despencaram, refletindo o derretimento de Wall Street e das bolsas europeias na quinta-feira. A Bolsa de Tóquio fechou em baixa de 6%, apesar de o ministro das Finanças do Japão ter anunciado que comprará US$ 1,9 trilhão em títulos do governo que estão com os bancos.

As Bolsas da China e da Coreia do Sul também tiveram desvalorização. Leia mais detalhes sobre o comportamento dos mercados neste sexta, e o que deve movimentar os mercados, clicando aqui.

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ETF brasileiro EWZ salta 9% acompanhando exterior e mais assuntos que vão movimentar esta sexta

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Depois da maior queda para o Ibovespa desde 1998 e da pior sessão para as bolsas americanas desde 1987, a sessão desta sexta-feira (13) aponta para ser de recuperação para os principais mercados mundiais, mas ainda sem reverter as perdas provocadas nos últimos pregões por conta da pandemia de coronavírus.

A recuperação também deve se estender nos mercados brasileiros,: o MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), principal ETF (fundos de gestão passiva que acompanham algum índice e são negociados em Bolsa) dos ADRs (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos) brasileiros, sobem 9,30% no pré-market da bolsa de Nova York, após cair 16,64% na quinta

Na véspera, os investidores repercutiram o discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre as medidas para conter o coronavírus. Ele surpreendeu ao anunciar a restrição dos voos da Europa para os Estados Unidos. Durante a sessão de ontem, o Federal Reserve ainda informou que iria realizar um programa de recompra de títulos, o que deu um alívio apenas temporário para as bolsas americanas.

Nesta sessão, as bolsas da Ásia fecharam todas em queda, com destaque para Tóquio, que afundou 6%, repercutindo a forte aversão ao risco da véspera. Contudo, vale destacar, o mau humor do mercado no continente foi levemente amenizado após o governo japonês, passada a metade do pregão por lá, anunciar um pacote de US$ 1,9 trilhão para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia nipônica. De qualquer forma, os investidores seguem receosos de que as medidas fiscais e monetárias emergenciais sejam insuficientes para conter o impacto negativo do coronavírus na economia.

Em Nova York, os futuros os três principais índices da NYSE, que estavam negativos, viraram para o terreno positivo na madrugada. Hoje serão publicados poucos indicadores e a atenção deverá estar em possíveis pacotes dos governos para auxiliar as economias combalidas pelo coronavírus, cujo número de infectados já ultrapassa 130 mil no mundo.

No Brasil, BC recorre a leilões de linha após dólar comercial subir novamente e superar os R$ 4,78 – depois de atingir os R$ 5,00 no início da sessão.

1. Bolsas mundiais

Os mercados indicam que a sexta-feira será novamente de emoções para o mercado. Após operar parte da madrugada no terreno negativo, os futuros de Nova York foram para o terreno positivo e avançam, indicando uma abertura em alta na manhã de hoje, em um movimento de recuperação parcial após a forte queda da véspera.

Na Ásia as bolsas de valores despencaram mais cedo, refletindo o derretimento de Nova York e das bolsas europeias na quinta-feira. Tóquio fechou em queda de 6% no índice Nikkei.

Nesta sexta-feira, para aliviar os temores sobre o impacto do coronavírus na economia, o ministro das Finanças do Japão anunciou que comprará US$ 1,9 trilhão em títulos do governo que estão com os bancos. O Parlamento japonês também votou uma lei que dá ao primeiro-ministro Shinzo Abe a capacidade de declarar estado de emergência. O Japão tem 693 casos do coronavírus. No mundo, são 130 mil casos do Covid-19, segundo dados reportados na manhã de hoje.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h20 (horário de Brasília)

Nova York
*S&P 500 Futuro (EUA), +3,56%
*Nasdaq Futuro (EUA), +3,96%
*Dow Jones Futuro (EUA), +3,51%

Europa
*Dax (Alemanha), +3,02%
*FTSE (Reino Unido), +4,11%
*CAC 40 (França), +3,59%
*FTSE MIB (Itália), +7,16%

Ásia
*Nikkei (Japão), -6,08% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -3,43% (fechado)
*Hang Seng (Hong Kong), -1,14% (fechado)
*Xangai (China), -1,23% (fechado)

*Petróleo WTI, +5,05%, a US$ 33,09 o barril
*Petróleo Brent, +5,42%, a US$ 34,96 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em alta de 2,89%, cotados a 676.500 iuanes, equivalentes a US$ 96,94 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 6,9784 (+0,20%)

*Bitcoin, US$ 5.660,92 +5,93%

2. Agenda de indicadores

A agenda de indicadores desta sexta-feira está esvaziada, com único destaque para confiança do consumidor de Michigan de março.

Contudo, no Brasil, os investidores vão ficar de olho na nova atuação do Banco Central após o dólar renovar máxima histórica mais uma vez, apesar dos leilões da autoridade monetária terem feito a moeda americana ficar mais distante dos R$ 5, fechando a R$ 4,78. O BC vai fazer leilão de venda conjugado com leilão de compra de moeda estrangeira, segundo comunicado.

Serão realizados dois leilões (A e B), simultaneamente. O leilão terá acolhimento de propostas das 10h15 às 10h20. A liquidação das operações de compra do leilão “A” será em 5 de maio e do leilão “B” em 2 de julho.

3. Política 

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, disse que o plano de Paulo Guedes, ministro da Economia, tem “quase nada” sobre a pandemia do coronavírus.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Maia disse que não pode imaginar “que o ministro possa ter pensado de forma tão medíocre”.
Segundo Maia, as propostas de Guedes para a economia, enviadas na terça-feira, não resolvem a turbulência para os próximos meses. Maia também disse que a reforma administrativa, cujo esboço ainda não foi enviado pelo governo, não é a solução no momento.
“Guedes não tinha uma coisa organizada ou não quis falar. Se olhar os projetos, tem pouca coisa que impacte a agenda a curto prazo ou quase nada”, afirmou.
O Congresso estuda entrar em recesso por causa da pandemia.

4. Coronavírus no Brasil

O Brasil já tem mais de 100 casos do coronavírus, de acordo com contagem do jornal Folha de São Paulo. Até a noite de ontem, quinta-feira, o Ministério da Saúde tinha 77 casos confirmados. Somente o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP), já tem 98 casos confirmados, mas dos quais apenas 43 foram notificados ao Ministério em Brasília (DF).

O estado de São Paulo pode ter entre 1% e 10% de sua população infectada pelo novo coronavírus, com quadro leve a grave, nos próximos quatro meses, segundo o infectologista David Uip, coordenador de um comitê de contingenciamento para enfrentar a chegada da doença no estado.

5. Noticiário corporativo

A Estácio Participações (YDUQ3), o segundo maior grupo de educação privada do Brasil, reportou lucro líquido de R$ 686,4 milhões em 2019, informou em balanço. Outras empresas, como Qualicorp e Kepler Weber, também publicaram balanços.

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As dicas e lições de Florian Bartunek sobre os últimos pregões de pânico nos mercados mundiais

SÃO PAULO – O investidor que está em pânico com a semana caótica do mercado pode ter uma certeza: ele não está sozinho. Este foi o recado dado por Florian Bartunek, sócio-fundador e gestor da Constellation Asset Management e co-autor do livro Fora da Curva durante a live especial com Thiago Salomão, apresentador do podcast Stock Pickers e analista da Rico.

Durante cerca de meia hora de conversa, Florian ressaltou que o investidor ou gestor que está alavancado é o que mais se machuca neste momento. E isso é algo que outras crises já mostraram.

O gestor destacou que estas situações são realmente complicadas e praticamente ninguém consegue se defender muito bem. Segundo ele, existem poucas chances até para vender, já que em dias como hoje, algumas ações já abrem caindo 20%. “A Bolsa entra em circuit breaker e tem ação que nem abriu ainda”.

Com vivência de outras crises, Florian disse que nem tudo dá para se aprender. “As crises vão mudando”, destacou ele, reforçando que fica difícil estar sempre preparado ou se proteger.

Questionado sobre os motivos para tanto pânico, o gestor disse que não existe uma resposta. “A gente tenta achar explicações, mas os mercados são modelos muito complexos e dinâmicos”, explica ele apontando que não há um fator específico.

“Quando tem incerteza, eu não sei o que pode acontecer e as pessoas começam a criar cenários na cabeça. Fica no ‘e se’. A gente está na fase aguda da incerteza”, afirmou.

Olhe para as empresas

Uma das maiores dicas que Florian deu na conversa é para o investidor tentar olhar para cada empresa, “voltar aos fundamentos”.

Neste momento ele diz não preferir comprar o índice, mas ações específicas. Citando o caso da RD (antiga Raia Drogasil), o gestor disse não ver uma grande chance do negócio da companhia ser afetado pelo que está acontecendo. “Podemos até falar de queda no lucro por causa de uma quarentena, por exemplo, mas a ação caiu muito”, disse.

Por outro lado, ele mostrou a situação de companhias aéreas ou de turismo. “A Azul, que é uma empresa que eu admiro, vai sofrer muito mais [neste cenário]”, destacou.

Por fim, Florian deixou um recado para os investidores, lembrando que “nenhum mal dura para sempre”. Ele lembrou que é possível que a Bolsa caia ainda mais, mas que a tendência é que “as coisas se ajustem”.

“Você fala para as pessoas se segurarem, mas a gente entende a aflição”, afirmou ele reforçando que o investidor não deve ficar alavancado e precisa diversificar a carteira.

“Não existe isso de ficar calmo, tranquilo. Tem que ficar preocupado, estudar e ver se sua posição está adequada”, concluiu Florian.

A primeira parte da entrevista está no Instagram do Stock Pickers e a segunda parte no Instagram do InfoMoney e ficará disponível até esta sexta-feira à noite.

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Não há espaço para reduzir tributos como resposta ao coronavírus, diz Mansueto

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta quinta-feira, 12, que não há espaço no Orçamento para reduzir a carga tributária de empresas como resposta à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Já teremos uma arrecadação menor em 2020 devido ao menor crescimento do PIB e à queda no preço médio do barril de petróleo”, afirmou, após reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Como o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) informou, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas vai propor a edição de uma medida provisória voltada ao setor de aviação, numa tentativa de minimizar os impactos do novo coronavírus no segmento, que se tornou uma preocupação dentro do Executivo. Entre as medidas estão desoneração da folha de pagamentos, zerar PIS/Cofins do querosene de aviação e fim do adicional na tarifa de embarque pago para voos estrangeiros.

Para Mansueto, o governo pode tomar ainda medidas para reanimar a economia, mas com impacto pequeno no Orçamento. Ele citou o apoio de bancos públicos para pequenas e médias empresas como um exemplo de ação possível. “Temos pouco espaço fiscal, mas muita coisa pode ser estudada. No momento adequado, o ministro fala”, afirmou, sem dar maiores detalhes.

O Broadcast informou nesta quinta-feira que os bancos públicos – Caixa, Banco do Brasil e BNDES – têm um arsenal de pelo menos R$ 207,8 bilhões de recursos para emprestar a empresas e pessoas físicas.

Mansueto garantiu que não faltarão recursos do governo para o combate à pandemia de coronavírus. Segundo ele, a crise decorrente da doença deve durar entre três e quatro meses.

“Existe espaço fiscal, porque o que está em discussão é uma realocação do orçamento. Mas o coronavírus também permite que seja usado crédito extraordinário, por ser algo que era imprevisível. Mas talvez nem isso seja necessário”, afirmou, após reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

BPC

Mansueto voltou a atacar a derrubada de veto presidencial pelo Congresso Nacional na quarta, com o aumento das concessões do Benefício de Prestação Continuada (BPC), com impacto de aproximadamente R$ 20 bilhões por ano no Orçamento.

Segundo ele, o governo planeja usar um acórdão antigo do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre renegociação de dívidas agrícolas para não arcar com essa despesa em 2020. “Se a gente criasse uma despesa nova de R$ 20 bilhões, ficaria muito difícil cumprir com o teto de gastos. Em 2018 o TCU teve o entendimento que a criação de uma despesa no ano fiscal em curso não obriga o governo a executá-la enquanto não houver fonte de receita. Temos que checar isso e alinhar com o TCU”, respondeu. “Essa é uma regra básica de Orçamento. Não se pode executar uma despesa, por mais meritória que ela seja, se não houver fonte de recursos”, completou.

Mansueto disse que o governo irá negociar com o parlamento uma saída para os anos seguintes. “Se essa despesa for permanente, teremos que cortar R$ 20 bilhões em investimentos no próximo orçamento e ninguém quer isso, nem o Congresso. Em algum momento teremos espaço para negociar uma regra diferente”, acrescentou.

Para ele, o governo precisa conversar mais com o Congresso e explicar o plano econômico de recuperação da economia, com reformas estruturais e ajuste fiscal. “A questão do coronavírus está derrubando a economia do mundo e causando impacto muito forte até em países desenvolvidos. Temos que comunicar ao Congresso que precisamos manter o caminho do ajuste fiscal gradual. Mesmo com alta do câmbio, inflação e juros ainda estão em cenário benigno. Por isso, mesmo com os problemas de curto prazo precisamos manter o ajuste de longo prazo”, defendeu.

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Azul: ações caem 32%, mas companhia se diz preparada para lidar com Coronavírus

SÃO PAULO – Ao realizar a teleconferência sobre os seus resultados de 2019 nesta quinta-feira (12), a Azul passou a maior parte do tempo acalmando os analistas e minimizando os impactos que o Coronavírus deve ter em suas operações. Mesmo assim, com a derrocada generalizada da Bolsa, as ações (AZUL4) fecharam o pregão com perdas de 32,9%.

“Sabemos que o Coronavírus está se espalhando no Brasil, mas não esperamos que o impacto por aqui seja tão forte quanto o visto na Europa e nos Estados Unidos”, afirmou o presidente da companhia John Rodgerson.

Para reduzir sua exposição à pandemia, a Azul anunciou a redução de cerca de 20 a 30% de sua oferta de voos no mercado internacional. No caso dos voos domésticos, a companhia informou que fará ajustes conforme a demanda.

“Tivemos uma queda na demanda internacional, por conta do Coronavírus e também da alta do dólar. Mas, por enquanto, não houve uma onda de cancelamentos nos voos domésticos. Estamos monitorando a situação”, informou Abhi Manoj Shah, diretor vice-presidente de receitas da Azul na teleconferência.

O surto de Covid-19 atinge a companhia no momento em que ela reporta um Ebitda recorde, de R$ 3,6 bilhões, em 2019. A receita totalizou R$ 11,44 bilhões (alta de 26,3% no ano). A alavancagem, mensurada pela relação de dívida líquida sob Ebitda, fechou o ano em 3,3 vezes, ante 3 vezes no ano anterior.

“Com o Brasil ainda crescendo lentamente, a empresa conseguiu registrar um forte crescimento com maior rentabilidade. Infelizmente, não é hora de olhar para o passado, mas para o impacto do coronavírus no setor de aviação e como a empresa está preparada para enfrentar isso”, afirmaram analistas do Itaú BBA em relatório.

“Coronavírus é algo pontual. Já enfrentamos crises anteriores e sabemos que é algo temporário”, disse David Neeleman, presidente do conselho de administração da Azul.

O caixa está preparado

Apesar de minimizar os impactos da pandemia, a Azul informou que está negociando com bancos e fornecedores uma flexibilidade de caixa para estar preparada caso a crise provocada pelo Coronavírus se agrave.

“Temos R$ 1,6 bilhão em caixa sem restrições”, disse o presidente na teleconferência.

Rodgerson informou que, com base nos recebíveis de cartão de crédito que possui, a Azul consegue negociar um empréstimo de até R$ 3,5 bilhões. “Não precisamos desses R$ 3,5 bilhões no momento, mas caso seja necessário, conseguimos ter acesso a esse montante”, informou.

Ainda segundo Rodgerson, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também está flexibilizando as regras para controle e concessão dos horários de pousos e decolagens (“slots”) por conta da pandemia. Segundo ele, a Anac vai suspender até 30 de junho deste ano a exigência de que as empresas mantenham um índice de voos em atraso do cancelados abaixo de 20%.

Além da queda com a receita de passagens aéreas, a Azul pode ter seus números impactados negativamente pela alta do dólar. Além dos custos com combustível, a manutenção, arrendamento e seguro de aeronaves são em moeda americana e representam aproximadamente 50% dos custos de uma empresa aérea.

A companhia estava preparada para um possível alta do petróleo, prova disso é que possui hedge de cerca de 70% de todo o combustível que deve utilizar nos próximos 12 meses (segundo informou seu presidente). Apesar da queda recente no petróleo, o querosene ainda não teve forte baixa e o dólar disparou. Como a Azul não possui nenhum hedge para a variação cambial, a combinação de queda do petróleo e alta do dólar por enquanto é negativa para a companhia.

Companhias aéreas afetadas

A Azul não é a única companhia aérea com ações em queda. Os papéis da Gol (GOLL4) fecharam a quinta-feira com perdas de 33,8%. Negociadas na Bolsa de Nova York, as ações da Latam caíram 18%.

Em 2019, a Latam teve 69,3% de participação de mercado nos voos internacionais a partir do Brasil. A Azul ficou em segundo, com 16,6%, seguida pela Gol, com 12,6%, dos voos para outros países, segundo dados da Anac.

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