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Em dia de derrocada da bolsa, ação da SulAmérica chega a saltar 25% “misteriosamente”, mas fecha em baixa de 13%

SÃO PAULO – Em mais uma sessão de derrocada do Ibovespa, que registrou o pior pregão desde setembro de 1998 ao desabar 14,78%, um movimento bastante atípico chamou a atenção dos investidores nesta quinta-feira (12).

Por volta das 16h (horário de Brasília), os ativos da SulAmérica (SULA11), registravam forte alta de 25,88%, a R$ 53,45, destoando completamente da sessão bastante negativa, em que diversas ações desabaram. Os papéis SULA11, então, entraram logo em leilão.

Os ativos ficaram congelados por alguns minutos, voltaram a negociar em queda e novamente foram a leilão, com forte baixa de 19,29%, a R$ 34,27.

A B3 comunicou que os ativos passaram por leilão por um acúmulo atípico de ordens, enquanto operadores apontaram que a forte valorização aconteceu por conta de uma ordem errada.

Depois dos leilões, as negociações se normalizaram e os ativos SULA11 fecharam em queda de 12,88%, a R$ 36,99. Na mínima da sessão, os papéis chegaram a ter queda de 29,35%.

Vale destacar que, em relatório recente, o banco suíço UBS havia destacado que as operadoras de plano de saúde, o que incluiria a SulAmérica, poderiam ver seus índices de custos médicos pressionados, já que o coronavírus poderia levar a um uso mais intenso do plano de saúde com visitas ao hospital, exames e injeções. No caso da companhia, que possui grande exposição no Sul e Sudeste, regiões onde há a maior parte dos casos, o impacto poderia ser maior.

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Com circuit breaker, Dow Jones tem pior pregão desde março de 1987

SÃO PAULO — Os principais índices de ações dos Estados Unidos desmoronaram nesta quinta-feira (7) após terem acionado, logo após a abertura dos mercados, o segundo circuit breaker da semana.

O S&P 500 fechou o dia em queda de 9,51%, aos 2.480 pontos. Já o Dow Jones cedeu 9,99%, para 2.352 pontos — foi a maior queda diária percentual do índice desde março de 1987. A Nasdaq caiu 9,43%, a 7.201 pontos.

Os investidores repercutiram negativamente as medidas anunciadas na véspera pelo presidente americano Donald Trump. Ele declarou a suspensão por 30 dias de voos vindos de 26 países da Europa para os Estados Unidos.

Leia também:

A medida, segundo o governo dos EUA, visa evitar a propagação dos casos de coronavírus na economia americana. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pacientes confirmados com a doença já passa de 128 mil no mundo.

A decisão de Trump gerou críticas pelo mundo inteiro, inclusive por parte da OMS, que afirmou que o momento é para cooperação internacional e não isolamento. Os impactos econômicos da medida sobre as companhias aéreas e outras empresas do setor de turismo devem se refletir na atividade global.

No meio da tarde os índices de ações americanos até chegaram a amenizar as perdas após a notícia de que o Federal Reserve de Nova York vai oferecer mais de US$ 1,5 trilhão em liquidez ao mercado de títulos, mas eles voltaram a cair fortemente antes do fechamento.

Ontem, as Bolsas de Wall Street entraram oficialmente em bear market, quando da máxima à mínima no ano a oscilação dos índices acionários supera 20% de baixa.

Nesta quinta-feira, além dos EUA, a Europa e a Ásia também viram seus mercados acionários derreterem repercutindo a fala de Trump.

Aqui no Brasil, o Ibovespa fechou em baixa de 14,78%, sua pior queda desde 10 de setembro de 1998. O pregão foi marcado por dois circuit breakers. No câmbio, o dólar disparou 1,377%, a R$ 4,784 na compra e a R$ 4,7857 na venda.

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Ibovespa cai 14,8% e tem seu pior pregão desde 1998; dólar sobe a R$ 4,78

SÃO PAULO – Em um pregão com dois circuit breakers, o Ibovespa teve nesta quinta-feira (12) sua pior queda desde 10 de setembro de 1998, quando o principal índice acionário brasileiro caiu 15,83% em meio à crise da moratória da Rússia.

Hoje, a Bolsa refletiu o assombro com que o mundo recebeu o anúncio do governo do presidente americano, Donald Trump, de proibir voos entre a Europa e os Estados Unidos, à exceção do Reino Unido. Os investidores ainda tinham esperança de que ele fosse anunciar estímulos, mas em vez disso, o presidente tomou uma decisão que deve piorar o desempenho das empresas no mundo todo.

A queda só não foi pior porque durante a tarde o Federal Reserve, que é o banco central dos EUA, anunciou que oferecerá mais de US$ 1 trilhão em liquidez ao mercado monetário através de duas operações de recompra reversa. A primeira operação acontece nesta quinta, com a oferta de US$ 500 bilhões em operações “repo”, ou de acordo de recompra. Na sexta, o Fed de NY oferece mais US$ 500 bilhões em operações em um mês.

O Ibovespa fechou em queda de 14,76% a 72.582 pontos, com volume de R$ 29,882 bilhões. Nos EUA, o pregão também foi de recordes. A queda de 9,99% do índice Dow Jones foi a maior desde 1987, quando houve a famosa “Black Monday”. As bolsas europeias, por sua vez, desabaram 10%, no pior pregão da história.

Enquanto isso, o dólar comercial subiu 1,38% a R$ 4,784 na compra e a R$ 4,7857 na venda. O dólar futuro para abril virou para queda no after-market, operando com desvalorização de 1,01%, para R$ 4,775.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 subiu 65 pontos-base a 6,25%, DI para janeiro de 2023 disparou 80 pontos-base a 7,20% e DI para janeiro de 2025 registrou ganhos de 79 pontos-base a 8,21%, acionando limite de negociação durante o pregão regular.

Outra notícia que movimentou o pregão foi que o número de casos do coronavírus superou 125.000 um dia depois da declaração de pandemia feita ontem pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, foi diagnosticado com a doença, fazendo com que o presidente Jair Bolsonaro também realizasse os testes, assim como Trump, com quem os dois estiveram no começo da semana para um jantar.

O Banco Central Europeu (BCE) aprovou novas medidas de estímulo para ajudar a economia da zona do euro em meio à pandemia de coronavírus, mas manteve as taxas de juros.

A autoridade monetária informou que vai oferecer novos empréstimos aos bancos, oferecerá instrumentos de liquidez previamente acordados a taxas ainda mais favoráveis e aumentará temporariamente a compra de ativos.

Guedes pede apoio ao Congresso

Após governo ser derrotado na derrubada do veto sobre o BPC, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira apoio para deputados e senadores para aprovação das reformas e uma revisão do orçamento da saúde para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia, informa o Valor.

Segundo ele, o efeito do coronavírus pode ser suave, provocando perda de PIB entre 0,1 e 0,5 ponto percentual. Se a pandemia tomar conta do Brasil e não houver reformas, pode chegar até 1%, teria alertado o ministro em reunião de emergência realizada nesta noite no Congresso; o encontro foi fechado, mas parlamentares divulgaram parte das falas, destaca o jornal.

Guedes teria dito que há espaço monetário, mas não fiscal e por isso haveria necessidade das reformas, enquanto ministro ressaltou a PEC Emergencial, a dos gatilhos da regra de ouro e do Pacto Federativo.

Governo e Congresso avaliam R$ 5 bilhões para combater o coronavírus, disse o presidente da Câmara Rodrigo Maia em entrevista à imprensa após reunião com ministros como Guedes e Henrique Mandetta, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de parlamentares, na noite de quarta-feira. “Tenho certeza que governo e Congresso em conjunto vão organizar essa solução ainda essa semana”, disse Maia.

O governo olha com cuidado alguns setores, como aviação e serviços, mas nenhuma intervenção foi decidida, disse Maia. “Estamos abertos para, por exemplo, ajudar o governo na suplementação do orçamento emergencial para reforçar ações de combate ao vírus. Legislativo e Executivo vão definir medidas ainda esta semana”.

Noticiário corporativo 

A Petrobras comunicou na noite de ontem que atingiu recorde de produção no campo de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, no dia 10 de março a produção no campo atingiu 640 mil barris diários de petróleo, ou 790 mil barris por equivalência (boe).

Já a Vale informou na noite de ontem que reforçará a governança corporativa. A empresa anunciou a criação de um Comitê de Auditoria, que e reportará diretamente ao Conselho de Administração. A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Após superar os R$ 5,00, dólar diminui alta com leilões do BC, mas renova máxima de fechamento

SÃO PAULO – O Banco Central fez uma série de leilões de dólares à vista nesta quinta-feira (12), que ajudou, junto com o anúncio de estímulos promovidos pelo Federal Reserve, a conter o ímpeto comprador na moeda dos EUA.

O dólar comercial abriu cotado a R$ 5,00, chegando à máxima de R$ 5,0280, em meio à derrota do governo no Congresso com a derrubada do veto de Jair Bolsonaro e com as falas do presidente dos EUA Donald Trump, mas amenizou os ganhos ao longo do pregão.

Hoje, o dólar comercial subiu 1,377% a R$ 4,784 na compra e a R$ 4,7857 na venda, ainda assim renovando a máxima histórica de fechamento. O contrato futuro do dólar para abril, que ainda está aberto para negociações, tem baixa de 0,94%, a R$ 4,782.

Logo pela manhã, o BC já teve uma postura mais firme para mitigar a volatilidade da divisa, ao elevar a oferta nos leilões de US$ 1,5 bilhão, como tinha sido anunciado ontem para US$ 2,5 bilhões.

No primeiro leilão o BC vendeu US$ 1,28 bilhão. Foi chamado um segundo pleito, no qual foram vendidos US$ 332 milhões. Logo depois foi anunciado um terceiro leilão, de US$ 1 bilhão, para o qual não se aceitou nenhuma proposta. Em um leilão posterior foram vendidos US$ 168 milhões.

Com isso, foram ofertados um total de US$ 4,785 bilhões e vendidos US$ 1,78 bilhão. Este mês já foram vendidos US$ 13 bilhões pelo BC.

Além disso, ajudou a atenuar o movimento de alta do dólar o programa do Federal Reserve de Nova York de oferecer liquidez para o mercado monetário através de programa de recompras reversas, o que também estancou as perdas das bolsas americanas. Contudo, o alívio durou pouco e elas logo voltaram a registrar forte baixa, no pior pregão para os índices da NYSE desde 1987.

 

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Ibovespa ameniza queda e recua 14% após anúncio de estímulos do Fed; dólar sobe a R$ 4,84

SÃO PAULO – O Ibovespa reduz as perdas depois de chegar a cair quase 20% nesta quinta-feira (12). A amenização se deu após anúncio do Federal Reserve de que oferecerá mais de US$ 1 trilhão em liquidez ao mercado monetário através de duas operações de recompra reversa. A primeira operação acontece nesta quinta, com a oferta de US$ 500 bilhões em operações “repo”, ou de acordo de recompra. Na sexta, o Fed de NY oferece mais US$ 500 bilhões em operações em um mês. As bolsas americanas saíram de quedas de 9% para 6%.

Se o principal índice da B3 chegasse a cair 20% teria sido o terceiro circuit breaker só nesta quinta. A Bolsa abriu em forte queda e acionou o mecanismo perto das 10h30 (horário de Brasília), logo depois de reabrir, às 10h52, o Ibovespa caiu 15% e acionou o segundo circuit breaker. Se houver ainda queda de 20%, ocorrerá suspensão dos negócios por prazo a ser definido pela Bolsa. Nessa hipótese, a decisão deverá ser comunicada ao mercado. De qualquer forma, na última meia hora de pregão, as negociações acontecerão.

Às 14h48, o Ibovespa registrava queda de 14,49% a 72.831 pontos, após acionar mais dois circuit breaker hoje.

Enquanto isso, o dólar comercial sobe 2,86% a R$ 4,853 na compra e a R$ 4,8556 na venda. O dólar futuro para abril sobe 1,05%, para R$ 4,866.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 53 pontos-base a 6,13%, DI para janeiro de 2023 dispara 70 pontos-base a 7,10% e DI para janeiro de 2025 também sobe 70 pontos-base a 8,12%, acionando limite de negociação.

A queda de hoje acompanha o desempenho do MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), que despencou 16% no pré-market. Ontem, o ETF já teve um desempenho bem pior, fechando em queda de 13%, que o do principal índice da B3, por conta da derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) pelo Congresso. A fala do presidente americano, Donald Trump, só acionou ainda mais gatilhos de queda depois disso.

Trump proibiu todos os voos entre a União Europeia e os EUA, à exceção do Reino Unido, para conter a pandemia de coronavírus, prejudicando ainda mais o comércio global. Os investidores ainda tinham esperança de que ele fosse anunciar estímulos, mas em vez disso, o presidente tomou uma decisão que deve piorar o desempenho das empresas no mundo todo.

O número de casos do coronavírus superou 125.000 um dia depois da declaração de pandemia feita ontem pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O petróleo tem 2ª queda seguida e WTI chega a US$ 30 na mínima; metais têm baixa expressiva em Londres.

O Banco Central Europeu (BCE) aprovou novas medidas de estímulo para ajudar a economia da zona do euro em meio à pandemia de coronavírus, mas manteve as taxas de juros.

A autoridade monetária informou que vai oferecer novos empréstimos aos bancos, oferecerá instrumentos de liquidez previamente acordados a taxas ainda mais favoráveis e aumentará temporariamente a compra de ativos.

Guedes pede apoio ao Congresso

Após governo ser derrotado na derrubada do veto sobre o BPC, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira apoio para deputados e senadores para aprovação das reformas e uma revisão do orçamento da saúde para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia, informa o Valor.

Segundo ele, o efeito do coronavírus pode ser suave, provocando perda de PIB entre 0,1 e 0,5 ponto percentual. Se a pandemia tomar conta do Brasil e não houver reformas, pode chegar até 1%, teria alertado o ministro em reunião de emergência realizada nesta noite no Congresso; o encontro foi fechado, mas parlamentares divulgaram parte das falas, destaca o jornal.  Guedes teria dito que há espaço monetário, mas não fiscal e por isso haveria necessidade das reformas, enquanto ministro ressaltou a PEC Emergencial, a dos gatilhos da regra de ouro e do Pacto Federativo.

Governo e Congresso avaliam R$ 5 bilhões para combater o coronavírus, disse o presidente da Câmara Rodrigo Maia em entrevista à imprensa após reunião com ministros como Guedes e Henrique Mandetta, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de parlamentares, na noite de quarta-feira. “Tenho certeza que governo e Congresso em conjunto vão organizar essa solução ainda essa semana”, disse Maia.

O governo olha com cuidado alguns setores, como aviação e serviços, mas nenhuma intervenção foi decidida, disse Maia. “Estamos abertos para, por exemplo, ajudar o governo na suplementação do orçamento emergencial para reforçar ações de combate ao vírus. Legislativo e Executivo vão definir medidas ainda esta semana”.

Noticiário corporativo 

A Petrobras comunicou na noite de ontem que atingiu recorde de produção no campo de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, no dia 10 de março a produção no campo atingiu 640 mil barris diários de petróleo, ou 790 mil barris por equivalência (boe). Já a Vale informou na noite de ontem que reforçará a governança corporativa. A empresa anunciou a criação de um Comitê de Auditoria, que e reportará diretamente ao Conselho de Administração. A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Bolsas de Wall Street voltam a despencar após segundo circuit breaker na semana por coronavírus

SÃO PAULO — Os principais índices de ações dos Estados Unidos ampliaram a queda nesta quinta-feira (7) após terem acionado, mais cedo, o segundo circuit breaker da semana.

O S&P 500, que registrou queda de 7% e provocou a paralisação temporária por 15 minutos do pregão, operava em baixa de 5,85% às 12h (de Brasília), aos 159.92 pontos.

No mesmo horário, o Dow Jones registrava forte perda de 6,97%, aos 1.642,34 pontos, enquanto a Nasdaq tinha desvalorização de 5,42%, para 431.38 pontos.

Os investidores repercutem negativamente as medidas anunciadas na véspera pelo presidente americano Donald Trump. Ele declarou a suspensão por 30 dias de voos vindos de 26 países da Europa para os Estados Unidos.

A medida, segundo o governo dos EUA, visa evitar a propagação dos casos de coronavírus na economia americana. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pacientes confirmados com a doença já passa de 128 mil no mundo.

A decisão de Trump gerou críticas pelo mundo inteiro, inclusive por parte da OMS, que afirmou que o momento é para cooperação internacional e não isolamento. Os impactos econômicos da medida sobre as companhias aéreas e outras empresas do setor de turismo devem se refletir na atividade global.

Ontem, as Bolsas de Wall Street entraram oficialmente em bear market, quando da máxima à mínima no ano a oscilação dos índices acionários supera 20% de baixa.

Nesta quinta-feira, além dos EUA, a Europa e a Ásia também viram seus mercados acionários derreterem repercutindo a fala de Trump.

Aqui no Brasil, o Ibovespa, por ora, teve dois circuit breakers hoje — o segundo quando atingiu baixa de mais de 15%. Na semana, o índice já teve quatro paralisações forçadas dos negócios.

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Bitcoin segue tensão com coronavírus, desaba mais de 20% e bate mínima de maio de 2019

SÃO PAULO – O pânico que atinge o mercado financeiro global também afeta o Bitcoin. Após fortes quedas nas últimas semanas, a maior criptomoeda do mundo se une às bolsas de ativos tradicionais e desaba mais de 20% nesta quinta-feira (12).

Às 11h30 (horário de Brasília), o Bitcoin registrava perdas de 23%, a US$ 6.045, seu menor valor desde o início de maio de 2019. O movimento é generalizado no mercado: entre os 100 maiores criptoativos em valor de mercado, apenas um tem ganhos.

Assim como o Bitcoin, Ethereum e Ripple também desabam mais de 20%. O primeiro tem queda de 30%, a US$ 138, enquanto o segundo recua 22%, para US$ 0,160868.

Apesar de ser considerado por muitos analistas como uma reserva de valor, sendo chamado de “ouro digital”, o Bitcoin nos últimos dias tem seguido a mesma tendência dos ativos tradicionais.

Até o início do ano, a criptomoeda mostrava não seguir a tensão das bolsas. Em situações como a guerra comercial entre Estados Unidos e China, ou a crise com o Irã no ano passado, enquanto as bolsas caíram, o Bitcoin registrou fortes ganhos.

Em seu Twitter, o especialista Fernando Ulrich, um dos pioneiros de criptoativos no Brasil, destaca que a criptomoeda está “se comportando como ativos de alto risco: desmontam-se posições para ficar mais líquido”, ou seja, os investidores estão preferindo não ficar posicionados, nem em Bitcoin.

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Ibovespa cai 15% e aciona mais um circuit breaker

SÃO PAULO – O Ibovespa cai 15,43% na volta do terceiro circuit breaker da semana e aciona o quarto circuit breaker. Voltando a funcionar, com queda de 20%, ocorre suspensão dos negócios por prazo a ser definido pela Bolsa. Nessa hipótese, a decisão deverá ser comunicada ao mercado. De qualquer forma, na última meia hora de pregão, as negociações acontecerão.

A queda acompanha o desempenho do MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), que despencou 16% no pré-market de hoje. Ontem, o ETF já teve um desempenho bem pior, fechando em queda de 13%, que o do principal índice da B3 por conta da derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) pelo Congresso. A fala do presidente americano, Donald Trump, só acionou ainda mais gatilhos de queda depois disso.

Trump proibiu todos os voos entre a União Europeia e os EUA, à exceção do Reino Unido, para conter a pandemia de coronavírus, prejudicando ainda mais o comércio global. Os investidores ainda tinham esperança de que ele fosse anunciar estímulos, mas em vez disso, o presidente tomou uma decisão que deve piorar o desempenho das empresas no mundo todo. Nos EUA, o pré-market das bolsas teve circuit breaker após queda de mais de 5% no S&P Futuro. O Dow Jones Futuro recua 5,22%.

Às 11h25 (horário de Brasília), o Ibovespa registrava queda de 15,43% a 72.026 pontos, acionando mais um circuit breaker hoje.

Enquanto isso, o dólar comercial sobe 3,87% a R$ 4,9015 na compra e a R$ 4,9036 na venda. O dólar futuro para abril sobe 1,66%, para R$ 4,911. O Banco Central colocou US$ 1,28 bilhões de US$ 2,5 bilhões ofertados no leilão à vista.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 50 pontos-base a 6,10%, DI para janeiro de 2023 dispara 70 pontos-base a 7,10% e DI para janeiro de 2025 também sobe 70 pontos-base a 8,12%, acionando limite de negociação.

O número de casos do coronavírus superou 125.000 um dia depois da declaração de pandemia feita ontem pela OMS. O petróleo tem 2ª queda seguida e WTI chega a US$ 30 na mínima; metais têm baixa expressiva em Londres.

O Banco Central Europeu (BCE) aprovou novas medidas de estímulo para ajudar a economia da zona do euro em meio à pandemia de coronavírus, mas manteve as taxas de juros.

A autoridade monetária informou que vai oferecer novos empréstimos aos bancos, oferecerá instrumentos de liquidez previamente acordados a taxas ainda mais favoráveis e aumentará temporariamente a compra de ativos.

Guedes pede apoio ao Congresso

Após governo ser derrotado na derrubada do veto sobre o BPC, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira apoio para deputados e senadores para aprovação das reformas e uma revisão do orçamento da saúde para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia, informa o Valor.

Segundo ele, o efeito do coronavírus pode ser suave, provocando perda de PIB entre 0,1 e 0,5 ponto percentual. Se a pandemia tomar conta do Brasil e não houver reformas, pode chegar até 1%, teria alertado o ministro em reunião de emergência realizada nesta noite no Congresso; o encontro foi fechado, mas parlamentares divulgaram parte das falas, destaca o jornal.  Guedes teria dito que há espaço monetário, mas não fiscal e por isso haveria necessidade das reformas, enquanto ministro ressaltou a PEC Emergencial, a dos gatilhos da regra de ouro e do Pacto Federativo.

Governo e Congresso avaliam R$ 5 bilhões para combater o coronavírus, disse o presidente da Câmara Rodrigo Maia em entrevista à imprensa após reunião com ministros como Guedes e Henrique Mandetta, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de parlamentares, na noite de quarta-feira. “Tenho certeza que governo e Congresso em conjunto vão organizar essa solução ainda essa semana”, disse Maia.

O governo olha com cuidado alguns setores, como aviação e serviços, mas nenhuma intervenção foi decidida, disse Maia. “Estamos abertos para, por exemplo, ajudar o governo na suplementação do orçamento emergencial para reforçar ações de combate ao vírus. Legislativo e Executivo vão definir medidas ainda esta semana”.

Noticiário corporativo 

A Petrobras comunicou na noite de ontem que atingiu recorde de produção no campo de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, no dia 10 de março a produção no campo atingiu 640 mil barris diários de petróleo, ou 790 mil barris por equivalência (boe). Já a Vale informou na noite de ontem que reforçará a governança corporativa. A empresa anunciou a criação de um Comitê de Auditoria, que e reportará diretamente ao Conselho de Administração. A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Ações de Gol e Azul desabam até 36%; Petrobras cai mais de 20% e bancos afundam

Azul

SÃO PAULO – Pânico. Essa é a definição para o mercado internacional e, notoriamente para a bolsa brasileira, que acionou o segundo circuit breaker do dia após o Ibovespa cair mais de 15%. 14 das 73 ações do Ibovespa caíram mais de 20% antes do mecanismo ser acionado novamente. Após a paralisação, o índice seguiu com perdas de mais de 16%.

Mais uma vez, o noticiário corporativo é ofuscado e muito pelo clima de aversão ao risco no mercado com os desdobramentos da agora declarada pandemia de coronavírus, com o maior pessimismo potencializado pelo discurso de Donald Trump, presidente dos EUA, que não animou (veja mais clicando aqui) e pela derrota do governo no Congresso que pode custar R$ 217 bilhões aos cofres públicos em 10 anos.

Quem ganha destaque são as ações da SulAmérica, com baixa de 21%, além dos papéis da Azul, com baixa de 28%, após ter chegado a cair mais de 30%. O “melhor” desempenho do Ibovespa fica para as ações da Suzano, que caem 6,5%.

No caso da Azul, a aérea divulgou resultado e informou ter suspendido as suas projeções para 2020, afirmando que tomou medidas para reduzir o impacto do coronavírus, reduzindo a capacidade internacional entre 20% e 30%.

Conforme destaca o Itaú BBA, é “uma pena que o mercado não se concentre nos resultados do quarto trimestre de 2019 da Azul, porque foram notáveis. Com o Brasil ainda crescendo lentamente, a empresa conseguiu registrar um forte crescimento com maior rentabilidade. Infelizmente, não é hora de olhar para o passado, mas para o impacto do coronavírus no setor de aviação e como a empresa está preparada para enfrentar isso”.

A aérea Gol também registra forte queda, de 36%, em meio ao impacto do coronavírus no turismo e pelo fato da companhia ser endividada em dólar, o que é negativo em momentos de forte valorização da moeda, que chegou a bater R$ 5 nesta sessão.

As ações da Petrobras, equivalentes às ações ordinárias, despencam, com baixa de mais de 22%, assim como os ativos da Vale, que caem 14%, em um ambiente de forte aversão ao risco refletindo a forte queda de cerca de 7% do brent após Trump anunciar suspensão de voos da Europa para os EUA. Banco do Brasil registra baixa de 20%, enquanto Bradesco cai 14% e o Itaú tem baixa de 13%.

Veja mais:

Petrobras (PETR3;PETR4

A Petrobras informou que atingiu produção recorde no campo petrolífero de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, em 10 de março a empresa atingiu a marca de 640 mil barris de óleo diários extraídos no local, ou 790 mil barris por equivalência (boe) por dia. A Petrobras informou que atualmente quatro plataformas, P-74, P-75, P-76 P-77, extraem petróleo no local em alto-mar. A empresa planeja deslocar mais duas plataformas para o campo de Búzios em 2022 e 2024, como parte do seu plano estratégico.

Vale (VALE3)

A Vale comunicou na noite de ontem que instalará um Comitê de Auditoria na empresa. O objetivo da companhia é melhorar a governança corporativa. O Comitê terá a função expressa de auxiliar o Conselho de Administração da Vale na tomada de decisões nos assuntos internos e corporativos. O Comitê terá um mínimo de três pessoas. Para compor o primeiro Comitê, foram escolhidas a economista Isabella Saboya de Albuquerque e a advogada Luciana Pires Dias.

BR Distribuidora (BRDT3)

No primeiro balanço anual da BR Distribuidora após a privatização, o lucro da empresa foi de R$ 2,2 bilhões, contra R$ 3,2 bilhões em 2018, uma queda de 31,2%. No quarto trimestre, o lucro foi de R$ 96 milhões, abaixo do lucro de R$ 1,6 bilhão registrado há um ano.

“Apesar da redução no lucro líquido do exercício, o resultado de R$ 2,2 bilhões é bastante relevante e reflete o empenho dedicado ao melhor gerenciamento do passivo da companhia e reforça a trajetória de resultados positivos e de rentabilidade”, afirmou a empresa no relatório ao mercado.

O Ebtida somou R$ 214 milhões no quarto trimestre do ano passado, queda de 51% ante o quarto trimestre de 2018. Já o Ebitda ajustado no ano ficou em R$ 3,1 bilhões em 2019, 24% a mais do que em 2018, e em R$ 952 milhões no quarto trimestre, alta de 47,3% contra igual período do ano anterior.

No quarto trimestre de 2019, as vendas da BR Distribuidora, líder de mercado, caíram 4,6%, para 9,9 bilhões de metros cúbicos, contra 10,4 bilhões de metros cúbicos no quarto trimestre do ano anterior. No ano, a queda nas vendas foi de 3,2%, para 40,1 bilhões de metros cúbicos, ante 41,5 bilhões de metros cúbicos em 2018.

A receita líquida com as vendas atingiram caíram 2,8% no ano passado, para R$ 94,9 bilhões frente a 2018, enquanto a dívida líquida da empresa subiu 87,3%, para R$ 4,4 bilhões.

Após uma reestruturação após a mudança de empresa estatal para empresa privada, a BR Distribuidora fechou 2019 com 2.278 empregados, contra 3.134 em 2018, resultado de um plano de incentivo lançado pela companhia.

O aumento da dívida da companhia ocorreu em função, principalmente, da redução do caixa e aplicações no montante de R$ 885 milhões, do reconhecimento dos arrendamentos mercantis em virtude da adoção do IFRS 16, que passou a vigorar a partir de janeiro de 2019, cujo montante em dezembro é de R$ 799 milhões, e da captação de R$ 500 milhões de NCE (Nota de Crédito à Exportação).

“Para o cálculo da dívida líquida, foi considerado o saldo da aplicação no FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de R$ 190 milhões. O custo médio da dívida bruta da Companhia em 31 de dezembro de 2019 é de 6,0% a.a. (7,0% a.a. em 31 de dezembro de 2018)”, informou a companhia.

Bradesco BBI e Itaú BBA avaliaram como positivos os resultados do quarto trimestre de 2019 e do ano passado inteiro da BR Distribuidora. Ambos notaram que no ano passado a empresa começou a transição de estatal para companhia privada. O BBI comentou que a BR mostrou “um quarto trimestre forte” com um Ebitda acima das projeções do banco, impulsionado por uma estratégia de preços, ganhos nas importações e nos estoques. O BBI ressaltou que a empresa reduziu despesas e teve uma expansão de 36% no varejo. Mas o banco avalia que a distribuição de dividendos ficou abaixo das expectativas. “A BR anunciou que pagará R$ 585 milhões em dividendos, adicionais aos R$ 540 milhões já anunciados em novembro. Este é um payout abaixo das nossas expectativas, ao redor de 50%. Esperávamos que a empresa retomasse o payout de 95%”, comentou o BBI.

O BBI avalia que o principal risco para a empresa é que a difusão da pandemia do Covid-19 reduza os volumes de vendas no Brasil em 2020, mas isso pode ser compensado pela continuidade no corte de despesas e pelo menor preço dos combustíveis. O BBI mantém a nota “outperform” (acima da média) e um preço-alvo de R$ 37,00 para a ação, uma alta de 63% sobre o fechamento ontem na B3.

O Itaú BBA avalia que a BR mostrou resultados superiores aos projetados tanto pelo banco como pela Bloomberg, com destaque no crescimento das operações do varejo. O BBA também destacou os ganhos de preços e estoques da BR Distribuidora no trimestre e elogiou o programa de redução de despesas e custos. O BBA mantém a nota “outperform” e preço-alvo de R$ 35,00 para o papel, alta de 54% sobre o fechamento de R$ 22,69 na B3.

Azul (AZUL4)

A Azul publicou balanço na manhã de hoje e informou que obteve um lucro líquido ajustado de R$ 436,7 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 352,2% sobre igual período de 2018. No fechamento do ano de 2019, o lucro líquido avançou 35,6% para R$ 1,2 bilhão. O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 1,22 bilhão no quarto trimestre do ano passado, crescimento de 61,8% sobre igual trimestre de 2018.

A margem Ebitda foi de 37,8% no quarto trimestre, ante 31% no quarto trimestre de 2018. Já o Ebitda de 2019 consolidado cresceu 34% para R$ 3,62 bilhões. A Azul explica os resultados mais fortes do quarto trimestre pelo crescimento de 31,1% na demanda de passageiros no período, ao mesmo tempo em que seu aumento de capacidade cresceu menos, 30%. A taxa de ocupação no período cresceu 0,4 ponto porcentual, para 83,4%. Outro crescimento expressivo da companhia aérea no quarto trimestre foi no transporte de cargas, que avançou 53%. Em 2019 consolidado, o transporte de cargas cresceu 45% sobre 2018.

A Azul também informou que durante o ano passado acelerou a modernização da sua frota, essencial para reduzir o consumo de combustíveis com aviões mais econômicos. A empresa encerrou 2019 com 140 aeronaves, incluindo 47 das novas gerações da Airbus e da Embraer. O aumento no número de passageiros pagantes entre 2018 e 2019 foi expressivo, de 23,1 milhões em 2018 para 27,6 milhões no ano passado. Os custos da Azul, contudo, também cresceram. Houve expansão de 21,8% nos custos e despesas operacionais no quarto trimestre de 2019, sobre 2018, para R$ 2,5 bilhões. O aumento nos preços do querosene de aviação foi o principal fator, com alta de 8,4% para R$ 831 milhões no trimestre. As tarifas aeroportuárias subiram 30,6%, ou R$ 45 milhões, no período. Mas o preocupante na Azul é o alto endividamento. A dívida líquida da empresa cresceu 47,1% durante 2019, sobre 2018, para R$ 11,9 bilhões. A empresa aérea fechou 2019 com uma relação dívida líquida sobre o Ebitda em 3,3 vezes (3,3x), nível relativamente elevado.

O executivo-chefe da Azul, John Rodgerson, escreveu na mensagem do balanço que a empresa monitora os possíveis impactos do coronavírus no Brasil, mas mantém os seus planos de expansão para 2020. A empresa encerrou 2019 com R$ 4,3 bilhões em caixa.

SLC Agrícola (SLCE3

A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem e reportou um lucro líquido de R$ 88 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 165% em comparação a igual período de 2018. No consolidado de 2019, a empresa lucrou R$ 315 milhões. Houve uma queda de 22,5% em comparação a 2018. A empresa informou que o lucro teve retração porque a colheita do algodão rendeu uma margem menor na safra 2018-2019. O Ebitda ajustado da empresa foi de R$ 277 milhões no quarto trimestre de 2019, um crescimento de 1,9% sobre igual período de 2018.

Melhoramentos (MSPA3) 

A Companhia Melhoramentos de São Paulo publicou ontem demonstrativo financeiro relativo ao ano passado. A empresa teve em 2019 um prejuízo de R$ 36,5 milhões, ante um lucro de R$ 4,6 milhões em 2018. A receita operacional líquida, que em 2018 foi de R$ 137,6 milhões, em 2019 caiu para R$ 121,7 milhões. A Melhoramentos é uma das editoras mais antigas de São Paulo. A empresa foi fundada em 1890.

IPO da Caixa Seguridade

Diante da atual conjuntura do mercado, a Caixa Econômica Federal solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a interrupção da análise da documentação referente ao registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade, braço de seguros e previdência do banco.

No início da semana, a instituição havia informado intenção de suspender a oferta por três meses devido à turbulência dos mercados. No último dia 10, porém, a subsidiária afirmou que seu acionista controlador não tinha formalizado “qualquer mudança de decisão acerca da oferta”. A operação é estimada em R$ 15 bilhões.

Em fato relevante divulgado nesta quinta-feira, 12, o banco acrescenta que consequentemente a Caixa Seguridade deve encaminhar à B3 o pedido de interrupção da análise da documentação referente à sua admissão e listagem no Novo Mercado.

OdontoPrev (ODPV3)

Na Odontoprev, Luis André Blanco renunciou à diretoria financeira.

(Com Agência Estado)

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Ibovespa cai mais de 11% e B3 aciona terceiro circuit breaker na semana

SÃO PAULO – O Ibovespa cai nesta quinta-feira (12) e aciona o terceiro circuit breaker da semana acompanhando o desempenho do MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), que despencou 16% no pré-market de hoje. O ETF já teve um desempenho bem pior, fechando em queda de 13%, que o do principal índice da B3 ontem por conta da derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) pelo Congresso. A fala do presidente americano, Donald Trump, só acionou ainda mais gatilhos de queda depois disso.

Trump proibiu todos os voos entre a União Europeia e os EUA, à exceção do Reino Unido, para conter a pandemia de coronavírus, prejudicando ainda mais o comércio global. Os investidores ainda tinham esperança de que ele fosse anunciar estímulos, mas em vez disso, o presidente tomou uma decisão que deve piorar o desempenho das empresas no mundo todo. Nos EUA, o pré-market das bolsas teve circuit breaker após queda de mais de 5% no S&P Futuro. O Dow Jones Futuro recua 5,22%.

Às 10h26 (horário de Brasília), o Ibovespa registrava queda de 11,65% a 75.247 pontos, acionando mais um circuit breaker hoje. Os negócios serão retomados a partir das 10h52, após um call de 5 minutos.

Enquanto isso, o dólar comercial sobe 2,79% a R$ 4,8496 na compra e a R$ 4,8525 na venda. O dólar futuro para abril sobe 1,92%, para R$ 4,912. O Banco Central colocou US$ 1,28 bilhões de US$ 2,5 bilhões ofertados no leilão à vista.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 49 pontos-base a 6,09%, DI para janeiro de 2023 dispara 70 pontos-base a 7,10% e DI para janeiro de 2025 também sobe 70 pontos-base a 8,12%, acionando limite de negociação.

O número de casos do coronavírus superou 125.000 um dia depois da declaração de pandemia feita ontem pela OMS. O petróleo tem 2ª queda seguida e WTI chega a US$ 30 na mínima; metais têm baixa expressiva em Londres.

O Banco Central Europeu (BCE) aprovou novas medidas de estímulo para ajudar a economia da zona do euro em meio à pandemia de coronavírus, mas manteve as taxas de juros.

A autoridade monetária informou que vai oferecer novos empréstimos aos bancos, oferecerá instrumentos de liquidez previamente acordados a taxas ainda mais favoráveis e aumentará temporariamente a compra de ativos.

Indicadores econômicos

A decisão do Banco Central Europeu (BCE) que se reúne às 9h45 em Frankfurt, será determinante na resposta que a autoridade monetária da Zona do Euro dará à crise do coronavírus. Itália e Alemanha devem entrar em recessão por causa da pandemia, que também ameaça as economias francesa e espanhola.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, deverá dar entrevista após a reunião. Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga às 9h30 os pedidos semanais do seguro-desemprego. No Brasil, o IBGE apresenta às 9h30 a produção industrial regional de janeiro.

Guedes pede apoio ao Congresso

Após governo ser derrotado na derrubada do veto sobre o BPC, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira apoio para deputados e senadores para aprovação das reformas e uma revisão do orçamento da saúde para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia, informa o Valor.

Segundo ele, o efeito do coronavírus pode ser suave, provocando perda de PIB entre 0,1 e 0,5 ponto percentual. Se a pandemia tomar conta do Brasil e não houver reformas, pode chegar até 1%, teria alertado o ministro em reunião de emergência realizada nesta noite no Congresso; o encontro foi fechado, mas parlamentares divulgaram parte das falas, destaca o jornal.  Guedes teria dito que há espaço monetário, mas não fiscal e por isso haveria necessidade das reformas, enquanto ministro ressaltou a PEC Emergencial, a dos gatilhos da regra de ouro e do Pacto Federativo.

Governo e Congresso avaliam R$ 5 bilhões para combater o coronavírus, disse o presidente da Câmara Rodrigo Maia em entrevista à imprensa após reunião com ministros como Guedes e Henrique Mandetta, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de parlamentares, na noite de quarta-feira. “Tenho certeza que governo e Congresso em conjunto vão organizar essa solução ainda essa semana”, disse Maia.

O governo olha com cuidado alguns setores, como aviação e serviços, mas nenhuma intervenção foi decidida, disse Maia. “Estamos abertos para, por exemplo, ajudar o governo na suplementação do orçamento emergencial para reforçar ações de combate ao vírus. Legislativo e Executivo vão definir medidas ainda esta semana”.

Noticiário corporativo 

A Petrobras comunicou na noite de ontem que atingiu recorde de produção no campo de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, no dia 10 de março a produção no campo atingiu 640 mil barris diários de petróleo, ou 790 mil barris por equivalência (boe). Já a Vale informou na noite de ontem que reforçará a governança corporativa. A empresa anunciou a criação de um Comitê de Auditoria, que e reportará diretamente ao Conselho de Administração. A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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