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China vai reduzir compulsórios bancários de novo, em reação ao coronavírus

A China vai reduzir os compulsórios bancários mais uma vez, numa tentativa de impulsionar empréstimos para empresas privadas fortemente afetadas pelo novo coronavírus, segundo o gabinete do país.

Em reunião semanal do Conselho Estatal na terça-feira (10), o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, prometeu “rapidamente introduzir cortes de compulsórios direcionados”, de forma que os bancos possam ampliar o crédito para pequenas e médias empresas e ajudá-las a retomar os negócios em meio à pandemia, segundo comunicado divulgado ontem.

Economistas da Nomura preveem que o compulsório será reduzido em 50 pontos-base para os seis maiores bancos da China e em 100 pontos-base para bancos menores.

Os cortes deverão liberar cerca de 800 bilhões de yuans (US$ 114,93 bilhões) em liquidez para o sistema bancário do país, diz a Nomura.

Em janeiro, o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) já havia reduzido compulsórios para todos os bancos.

Nas últimas semanas, o governo chinês ampliou os esforços para sustentar a economia por meio de reduções de juros e injeções de liquidez no mercado. Fonte: Dow Jones Newswires.

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B3 aciona circuit breaker pela segunda vez na sessão após Ibovespa desabar 15%: entenda o mecanismo

SÃO PAULO – As fortes emoções para o mercado financeiro continuam. Após o circuit breaker ser acionado duas vezes está semana depois que  o Ibovespa atingiu um limite de baixa superior a 10% (uma vez na segunda e outra na quarta-feira), o mecanismo foi acionado nesta quinta-feira (12) depois que o benchmark da bolsa atingiu uma baixa superior a 11%. A bolsa negociou por alguns minutos, mas voltou a cair, passando a ter baixa superior a 15% e acionando novamente o circuit breaker.

Mais cedo, o contrato futuro com vencimento em abril do índice chegou a acionar o mecanismo limitador de preços em meio à forte queda, enquanto o MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), principal ETF (fundos de gestão passiva que acompanham algum índice e são negociados em Bolsa) dos ADRs (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos) brasileiros despencam mais de 17%.

Desta vez, o discurso de Donald Trump, presidente dos EUA, desanimou o mercado ao anunciar a interrupção de viagens da Europa para os Estados Unidos. O noticiário político no Brasil também contribui para a queda, refletindo o resultado da votação no Congresso, que derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei do BPC, o que deve gerar um impacto de R$ 217 bilhões em 10 anos, segundo contas do governo (veja mais clicando aqui).

Mas o que significa o circuit breaker? Ele é um mecanismo disparado pela bolsa para interromper a sessão quando ocorrem oscilações muito bruscas e atípicas no mercado de ações.

Desta forma, toda vez que isso acontece no mercado, a ferramenta é acionada para  rebalancear as ordens de compra e venda dos investidores, protegendo o mercado da volatilidade.

O “circuit breaker” na B3 funciona assim:

  • se o Ibovespa atingir o limite de baixa de 10% (em comparação ao dia anterior), os negócios serão interrompidos por meia hora.
  • reaberto o pregão, se houver oscilação negativa de até 15%, a interrupção se dá por mais uma hora.

  • voltando a funcionar, com queda de 20%, ocorre suspensão dos negócios por prazo a ser definido pela Bolsa. Nessa hipótese, a decisão deverá ser comunicada ao mercado. De qualquer forma, na última meia hora de pregão, as negociações acontecerão.

As vezes em que o circuit breaker foi acionado na bolsa brasileira

Antes desta semana, a última vez em que os negócios foram interrompidos foi em 18 de maio de 2017, durante 30 minutos, na esteira do chamado “Joesley Day”, quando os mercados reagiram à divulgação de um áudio entre o então presidente Michel Temer (MDB) e o empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, tratando de uma suposta compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB).

Naquela sessão, o Ibovespa fechou em queda de 8,8%, com os investidores precificando os impactos sobre o andamento da agenda de reformas — no caso, a previdenciária, que acabou não sendo votada durante o mandato do emedebista — e a própria estabilidade política no país.

Antes disso, o mecanismo havia entrada em ação em 22 de outubro de 2008, quando a bolsa fechou em queda de 10,18%. Em outubro de 2008, o pregão chegou a ser interrompido por quatro vezes durante meia hora e por uma vez durante uma hora, em um período marcado pela forte crise financeira global por conta da crise do “subprime”.

Em 11 de Setembro de 2001, quando houve o ataque às torres gêmeas de Nova York,  os negócios também foram interrompidos na Bolsa brasileira, mas sem que o circuit breaker fosse acionado. A bolsa teve um recuo de 9,17% em pouco mais de uma hora mas, antes que as negociações fossem interrompidas, a bolsa fechou na esteira das principais bolsas do mundo e só reabriu na sessão seguinte.

As vezes seguintes que o circuit breaker foi acionado ocorreram nos anos 1990. Em 14 de janeiro de 1999, véspera da adoção do câmbio livre, os negócios foram suspensos por meia hora e o índice desabou 9,33%. Na crise da Rússia, em 1998, o mecanismo foi acionado por cinco vezes e, no dia 10 de setembro, a bolsa parou durante 1 hora, fechando em baixa de 15,82%.

Em 28 de outubro de 1997, o mecanismo foi acionado na bolsa brasileira pela primeira vez, um dia após a bolsa registrar uma queda superior a 14% durante a crise financeira da Ásia. Naquele ano, o circuit breaker foi acionado por mais duas vezes.

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Ibovespa Futuro aciona limitador de baixa e dólar supera R$ 5,00 com discurso de Trump e derrubada de veto de Bolsonaro pelo Congresso

Correção: ao contrário do publicado anteriormente não há circuit breaker no mercado futuro, apenas um limitador de preços que impede oscilações mais bruscas quando o índice cai mais de 10% sobre o ajuste (na prática, a cotação média do fechamento anterior) da véspera.

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro desaba e aciona o dispositivo limitador de prçeos nesta quinta-feira (12) acompanhando o desempenho do MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), que despenca 15% no pré-market de hoje. O ETF já teve um desempenho bem pior, fechando em queda de 13%, que o do principal índice da B3 ontem por conta da derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) pelo Congresso. A fala do presidente americando, Donald Trump, só acionou ainda mais gatilhos de queda depois disso.

Trump proibiu todos os voos entre a União Europeia e os EUA à exceção do Reino Unido para conter a pandemia de coronavírus, prejudicando ainda mais o comércio global. Os investidores ainda tinham esperança de que ele fosse anunciar estímulos, mas em vez disso, o presidente tomou uma decisão que deve piorar o desempenho das empresas no mundo todo. Nos EUA, o pré-market das bolsas teve circuit breaker após queda de mais de 5% no S&P Futuro. O Dow Jones Futuro recua 5,22%.

Às 09h34 (horário de Brasília), o índice futuro registrava queda de 10% sobre o ajuste de ontem ou 5,18% sobre o after-market da véspera, a 76.365 pontos, paralisando as negociações, enquanto o dólar futuro para abril sobe 2,1%, para R$ 4,927. O Banco Central anunciou um leilão à vista de US$ 2,5 bilhões para tentar reduzir a volatilidade do câmbio.

Entre os ADRs (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos EUA), os da Petrobras desabam 10,95% em NY, os da Vale estão em queda de 8,48% e os do Itaú Unibanco recuam 5,97%.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 53 pontos-base a 6,13%, DI para janeiro de 2023 dispara 70 pontos-base a 7,10% e DI para janeiro de 2025 também sobe 70 pontos-base a 8,12%, acionando limite de negociação.

O número de casos do coronavírus superou 125.000 um dia depois da declaração de pandemia feita ontem pela OMS. O petróleo tem 2ª queda seguida e WTI chega a US$ 30 na mínima; metais têm baixa expressiva em Londres.

Indicadores econômicos

A decisão do Banco Central Europeu (BCE) que se reúne às 9h45 em Frankfurt, será determinante na resposta que a autoridade monetária da Zona do Euro dará à crise do coronavírus. Itália e Alemanha devem entrar em recessão por causa da pandemia, que também ameaça as economias francesa e espanhola.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, deverá dar entrevista após a reunião. Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga às 9h30 os pedidos semanais do seguro-desemprego. No Brasil, o IBGE apresenta às 9h30 a produção industrial regional de janeiro.

Guedes pede apoio ao Congresso

Após governo ser derrotado na derrubada do veto sobre o BPC, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira apoio para deputados e senadores para aprovação das reformas e uma revisão do orçamento da saúde para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia, informa o Valor.

Segundo ele, o efeito do coronavírus pode ser suave, provocando perda de PIB entre 0,1 e 0,5 ponto percentual. Se a pandemia tomar conta do Brasil e não houver reformas, pode chegar até 1%, teria alertado o ministro em reunião de emergência realizada nesta noite no Congresso; o encontro foi fechado, mas parlamentares divulgaram parte das falas, destaca o jornal.  Guedes teria dito que há espaço monetário, mas não fiscal e por isso haveria necessidade das reformas, enquanto ministro ressaltou a PEC Emergencial, a dos gatilhos da regra de ouro e do Pacto Federativo.

Governo e Congresso avaliam R$ 5 bilhões para combater o coronavírus, disse o presidente da Câmara Rodrigo Maia em entrevista à imprensa após reunião com ministros como Guedes e Henrique Mandetta, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de parlamentares, na noite de quarta-feira. “Tenho certeza que governo e Congresso em conjunto vão organizar essa solução ainda essa semana”, disse Maia.

O governo olha com cuidado alguns setores, como aviação e serviços, mas nenhuma intervenção foi decidida, disse Maia. “Estamos abertos para, por exemplo, ajudar o governo na suplementação do orçamento emergencial para reforçar ações de combate ao vírus. Legislativo e Executivo vão definir medidas ainda esta semana”.

Noticiário corporativo 

A Petrobras comunicou na noite de ontem que atingiu recorde de produção no campo de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, no dia 10 de março a produção no campo atingiu 640 mil barris diários de petróleo, ou 790 mil barris por equivalência (boe). Já a Vale informou na noite de ontem que reforçará a governança corporativa. A empresa anunciou a criação de um Comitê de Auditoria, que e reportará diretamente ao Conselho de Administração. A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Caixa pede à CVM interrupção de análise de IPO da Caixa Seguridade

Prédio da Caixa Econômica Federal

Diante da atual conjuntura do mercado, a Caixa Econômica Federal solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a interrupção da análise da documentação referente ao registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade, braço de seguros e previdência do banco.

No início da semana, a instituição havia informado intenção de suspender a oferta por três meses devido à turbulência dos mercados.

No último dia 10, porém, a subsidiária afirmou que seu acionista controlador não tinha formalizado “qualquer mudança de decisão acerca da oferta”.

A operação é estimada em R$ 15 bilhões.

Em fato relevante divulgado nesta quinta-feira, 12, o banco acrescenta que consequentemente a Caixa Seguridade deve encaminhar à B3 o pedido de interrupção da análise da documentação referente à sua admissão e listagem no Novo Mercado.

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Com coronavírus, Itália anuncia suspensão de impostos e outras medidas de alívio

O governo da Itália vai suspender os pagamentos de contribuições para a segurança social e hipotecas, para combater os danos econômicos causados pela disseminação do novo coronavírus, informaram ontem fontes oficiais.

Na segunda-feira, o país colocou todo o seu território em quarentena até 3 de abril. Até agora, segundo dados oficiais, há pelo menos 9.172 casos confirmados da doença e 463 mortes registradas.

De acordo com o ministro da Economia italiano, Roberto Gualtieri, na primeira leva de medidas, o governo planeja suspender pagamentos de contas, impostos e hipotecas para aliviar a pressão sobre famílias e pequenos negócios.

A vice-ministra da Economia e Finanças, Laura Castelli, esperava que a medida fosse adotada ontem mesmo, após reunião do Conselho de Ministros. O decreto deve cobrir “toda a Itália”, disse em comunicado. Parte do decreto, que visa a garantir “liquidez às empresas”, incluirá a suspensão do pagamento de contribuições sociais pelo empregador.

A associação de bancos da Itália disse na segunda-feira que credores que representam 90% do total de ativos bancários ofereceriam moratórias de dívida a pequenas empresas e família

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que pedirá ao Parlamento Europeu a liberação de 7,5 bilhões de euros em liquidez. “Vamos garantir que a ajuda estatal contra o coronavírus chegue a empresas que precisem”, comentou, após videoconferência com autoridades da União Europeia. Von der Leyen anunciou a criação de um fundo de investimento para responder ao coronavírus e informou que haverá reunião de cúpula sobre a resposta à doença nos dias 26 e 27.

Intenção

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou a senadores que deseja a suspensão de impostos sobre a folha de pagamento até a eleição presidencial de novembro, segundo fontes citadas pela Bloomberg. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, por sua vez, afirmou que há um esforço bipartidário por uma resposta econômica ao coronavírus, embora não tenha dado detalhes sobre o assunto.

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ADRs da Petrobras desabam mais de 11% com petróleo, Vale tem baixa de 6%; balanços e mais destaques do radar

SÃO PAULO – Mais uma vez, o noticiário corporativo deve ser ofuscado e muito pelo clima de aversão ao risco no mercado com os desdobramentos da agora declarada pandemia de coronavírus, com o maior pessimismo potencializado pelo discurso de Donald Trump, presidente dos EUA, que não animou (veja mais clicando aqui) e pela derrota do governo no Congresso que pode custar R$ 217 bilhões aos cofres públicos em 10 anos.

O ETF brasileiro EWZ cai mais de 12%, enquanto os ADRs PBR da Petrobras, equivalentes às ações ordinárias, despencam mais de 11% no pré-market da bolsa de Nova York, também refletindo a forte queda de mais de 7% do brent após Trump anunciar suspensão de voos da Europa para os EUA. Já os ativos da Vale caem mais de 6%, enquanto os ADRs do Itaú também têm baixa de cerca de 6%.

Justamente por conta de tamanha aversão ao risco do mercado, a Caixa Econômica Federal solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a interrupção da análise da documentação referente ao registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade, braço de seguros e previdência do banco. Também em destaque, estão os resultados, com atenção para BR Distribuidora. Confira o noticiário corporativo:

Petrobras (PETR3;PETR4

A Petrobras informou que atingiu produção recorde no campo petrolífero de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, em 10 de março a empresa atingiu a marca de 640 mil barris de óleo diários extraídos no local, ou 790 mil barris por equivalência (boe) por dia. A Petrobras informou que atualmente quatro plataformas, P-74, P-75, P-76 P-77, extraem petróleo no local em alto-mar. A empresa planeja deslocar mais duas plataformas para o campo de Búzios em 2022 e 2024, como parte do seu plano estratégico.

Vale (VALE3)

A Vale comunicou na noite de ontem que instalará um Comitê de Auditoria na empresa. O objetivo da companhia é melhorar a governança corporativa. O Comitê terá a função expressa de auxiliar o Conselho de Administração da Vale na tomada de decisões nos assuntos internos e corporativos. O Comitê terá um mínimo de três pessoas. Para compor o primeiro Comitê, foram escolhidas a economista Isabella Saboya de Albuquerque e a advogada Luciana Pires Dias.

BR Distribuidora (BRDT3)

No primeiro balanço anual da BR Distribuidora após a privatização, o lucro da empresa foi de R$ 2,2 bilhões, contra R$ 3,2 bilhões em 2018, uma queda de 31,2%. No quarto trimestre, o lucro foi de R$ 96 milhões, abaixo do lucro de R$ 1,6 bilhão registrado há um ano.

“Apesar da redução no lucro líquido do exercício, o resultado de R$ 2,2 bilhões é bastante relevante e reflete o empenho dedicado ao melhor gerenciamento do passivo da companhia e reforça a trajetória de resultados positivos e de rentabilidade”, afirmou a empresa no relatório ao mercado.

O Ebtida somou R$ 214 milhões no quarto trimestre do ano passado, queda de 51% ante o quarto trimestre de 2018. Já o Ebitda ajustado no ano ficou em R$ 3,1 bilhões em 2019, 24% a mais do que em 2018, e em R$ 952 milhões no quarto trimestre, alta de 47,3% contra igual período do ano anterior.

No quarto trimestre de 2019, as vendas da BR Distribuidora, líder de mercado, caíram 4,6%, para 9,9 bilhões de metros cúbicos, contra 10,4 bilhões de metros cúbicos no quarto trimestre do ano anterior. No ano, a queda nas vendas foi de 3,2%, para 40,1 bilhões de metros cúbicos, ante 41,5 bilhões de metros cúbicos em 2018.

A receita líquida com as vendas atingiram caíram 2,8% no ano passado, para R$ 94,9 bilhões frente a 2018, enquanto a dívida líquida da empresa subiu 87,3%, para R$ 4,4 bilhões.

Após uma reestruturação após a mudança de empresa estatal para empresa privada, a BR Distribuidora fechou 2019 com 2.278 empregados, contra 3.134 em 2018, resultado de um plano de incentivo lançado pela companhia.

O aumento da dívida da companhia ocorreu em função, principalmente, da redução do caixa e aplicações no montante de R$ 885 milhões, do reconhecimento dos arrendamentos mercantis em virtude da adoção do IFRS 16, que passou a vigorar a partir de janeiro de 2019, cujo montante em dezembro é de R$ 799 milhões, e da captação de R$ 500 milhões de NCE (Nota de Crédito à Exportação).

“Para o cálculo da dívida líquida, foi considerado o saldo da aplicação no FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de R$ 190 milhões. O custo médio da dívida bruta da Companhia em 31 de dezembro de 2019 é de 6,0% a.a. (7,0% a.a. em 31 de dezembro de 2018)”, informou a companhia.

Azul (AZUL4)

A Azul publicou balanço na manhã de hoje e informou que obteve um lucro líquido ajustado de R$ 436,7 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 352,2% sobre igual período de 2018. No fechamento do ano de 2019, o lucro líquido avançou 35,6% para R$ 1,2 bilhão. O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 1,22 bilhão no quarto trimestre do ano passado, crescimento de 61,8% sobre igual trimestre de 2018.

A margem Ebitda foi de 37,8% no quarto trimestre, ante 31% no quarto trimestre de 2018. Já o Ebitda de 2019 consolidado cresceu 34% para R$ 3,62 bilhões. A Azul explica os resultados mais fortes do quarto trimestre pelo crescimento de 31,1% na demanda de passageiros no período, ao mesmo tempo em que seu aumento de capacidade cresceu menos, 30%. A taxa de ocupação no período cresceu 0,4 ponto porcentual, para 83,4%. Outro crescimento expressivo da companhia aérea no quarto trimestre foi no transporte de cargas, que avançou 53%. Em 2019 consolidado, o transporte de cargas cresceu 45% sobre 2018.

A Azul também informou que durante o ano passado acelerou a modernização da sua frota, essencial para reduzir o consumo de combustíveis com aviões mais econômicos. A empresa encerrou 2019 com 140 aeronaves, incluindo 47 das novas gerações da Airbus e da Embraer. O aumento no número de passageiros pagantes entre 2018 e 2019 foi expressivo, de 23,1 milhões em 2018 para 27,6 milhões no ano passado. Os custos da Azul, contudo, também cresceram. Houve expansão de 21,8% nos custos e despesas operacionais no quarto trimestre de 2019, sobre 2018, para R$ 2,5 bilhões. O aumento nos preços do querosene de aviação foi o principal fator, com alta de 8,4% para R$ 831 milhões no trimestre. As tarifas aeroportuárias subiram 30,6%, ou R$ 45 milhões, no período. Mas o preocupante na Azul é o alto endividamento. A dívida líquida da empresa cresceu 47,1% durante 2019, sobre 2018, para R$ 11,9 bilhões. A empresa aérea fechou 2019 com uma relação dívida líquida sobre o Ebitda em 3,3 vezes (3,3x), nível relativamente elevado.

O executivo-chefe da Azul, John Rodgerson, escreveu na mensagem do balanço que a empresa monitora os possíveis impactos do coronavírus no Brasil, mas mantém os seus planos de expansão para 2020. A empresa encerrou 2019 com R$ 4,3 bilhões em caixa.

SLC Agrícola (SLCE3

A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem e reportou um lucro líquido de R$ 88 milhões no quarto trimestre de 2019, uma expansão de 165% em comparação a igual período de 2018. No consolidado de 2019, a empresa lucrou R$ 315 milhões. Houve uma queda de 22,5% em comparação a 2018. A empresa informou que o lucro teve retração porque a colheita do algodão rendeu uma margem menor na safra 2018-2019. O Ebitda ajustado da empresa foi de R$ 277 milhões no quarto trimestre de 2019, um crescimento de 1,9% sobre igual período de 2018.

Melhoramentos (MSPA3) 

A Companhia Melhoramentos de São Paulo publicou ontem demonstrativo financeiro relativo ao ano passado. A empresa teve em 2019 um prejuízo de R$ 36,5 milhões, ante um lucro de R$ 4,6 milhões em 2018. A receita operacional líquida, que em 2018 foi de R$ 137,6 milhões, em 2019 caiu para R$ 121,7 milhões. A Melhoramentos é uma das editoras mais antigas de São Paulo. A empresa foi fundada em 1890.

IPO da Caixa Seguridade

Diante da atual conjuntura do mercado, a Caixa Econômica Federal solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a interrupção da análise da documentação referente ao registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade, braço de seguros e previdência do banco.

No início da semana, a instituição havia informado intenção de suspender a oferta por três meses devido à turbulência dos mercados. No último dia 10, porém, a subsidiária afirmou que seu acionista controlador não tinha formalizado “qualquer mudança de decisão acerca da oferta”. A operação é estimada em R$ 15 bilhões.

Em fato relevante divulgado nesta quinta-feira, 12, o banco acrescenta que consequentemente a Caixa Seguridade deve encaminhar à B3 o pedido de interrupção da análise da documentação referente à sua admissão e listagem no Novo Mercado.

OdontoPrev (ODPV3)

Na Odontoprev, Luis André Blanco renunciou à diretoria financeira.

(Com Agência Estado)

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Fundo dono do Peixe Urbano compra a startup de patinetes Grow

A startup de patinetes elétricos Grow confirmou ontem que seu controle acionário foi adquirido pelo fundo latino Mountain Nazca, dono de marcas como Peixe Urbano e Groupon na região.

Criada em 2019 a partir de uma fusão entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin, a companhia de mobilidade passava por uma fase difícil, com falta de capital e problemas de governança, tendo fechado operações em 14 cidades do País e feito demissões em janeiro. A transação havia sido antecipada pelo jornal O Estado de S. Paulo. no último fim de semana.

Por meio de nota, a empresa afirmou que a aquisição permitirá a continuidade de suas operações em três cidades do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba), bem como em cinco países da América Latina.

Na nota, a Grow não comenta os valores da transação. No sábado, o Estado publicou que a empresa tinha sido vendida pelo valor simbólico de US$ 1 – segundo fontes, a Mountain Nazca assumiu as dívidas da Grow, na casa das dezenas de milhões de dólares.

Atual vice-presidente de mobilidade da empresa, Roberto Cadavieco foi promovido a presidente executivo global. Em nota, ele disse que o foco da empresa será ter um modelo de negócios rentável. Antes da Grow, Cadavieco já tinha liderado o Groupon no México.

Tropeços

Um dos maiores problemas das startups de patinetes elétricos no mundo, até aqui, foi ter um modelo de negócios rentável – o alto custo das viagens, afetado por roubos e dificuldades de manutenção, afastou muitos usuários.

Em São Paulo, uma viagem de dez minutos de patinete custa cerca de R$ 8, o que coloca o modal em rivalidade com meios como o Uber.

Manter o negócio rodando e crescendo foi uma das principais dificuldades da Grow, que já surgiu, em 2019, com status de potencial unicórnio (startup avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão), em uma operação de fusão que envolveu US$ 150 milhões.

Não era à toa: uma de suas partes, a Yellow, foi criada por Ariel Lambrecht e Renato Freitas, cofundadores do primeiro unicórnio brasileiro, a 99.

Mas a promessa não se concretizou: com expansão desordenada, a empresa também não conseguiu captar recursos no mercado. Em abril de 2019, o Estado chegou a noticiar que a Grow negociava um aporte de US$ 150 milhões com o SoftBank – transação frustrada por divergências em números estratégicos.

As disputas internas entre mexicanos e brasileiros também foram um problema e levaram à saída dos sócios da Yellow no dia a dia da Grow.

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ETF brasileiro EWZ despenca mais de 12% com Trump e Congresso; índices futuros dos EUA entram em circuit breaker

A sessão desta quinta-feira é novamente de forte queda para os mercados internacionais e a expectativa é grande para que haja o terceiro circuit breaker da semana na B3. Na quarta-feira, o Ibovespa caiu 7,64% no pregão regular, renovando menor patamar desde dezembro de 2018 após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar o coronavírus como pandemia.

Contudo, no after-market, a baixa foi ainda mais expressiva para o Ibovespa Futuro, que fechou com queda de 13% refletindo o resultado da votação no Congresso, que derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei do BPC, o que deve gerar um impacto de R$ 217 bilhões em 10 anos, segundo contas do governo. Ou seja, a expectativa era de que o pregão desta quinta fosse novamente de forte queda para o mercado.

Mas ainda haveria um outro fator para a forte queda. Durante a noite,  a fala de Donald Trump sobre medidas para controlar os efeitos do coronavírus, com expectativa para tranquilizar o mercado, teve efeito contrário e perdas de ativos de risco se acentuaram. S&P futuro chegou a atingir limite de queda ao cair mais de 5% e bolsas despencaram com restrições dos EUA a viagens à Europa.

Desta forma, o MSCI Brazil Capped ETF (EWZ), principal ETF (fundos de gestão passiva que acompanham algum índice e são negociados em Bolsa) dos ADRs (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos) brasileiros despencam 12,34% no pré-market da bolsa de Nova York. O CDS brasileiro, que ontem disparou mais de 20% e superou os 200 pontos, ensaia nova alta esta manhã para 231 pontos.

Confira mais destaques:

1. Bolsas mundiais

Os mercados receberam muito mal o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de ontem. As bolsas da Ásia fecharam hoje em queda forte, as europeias abriram em baixa acentuada e os futuros de Nova York estão negativos.

Trump aumentou as incertezas aos investidores ao invés de reduzi-las; a eficácia da medida de suspender todos os voos entre a União Europeia e os Estados Unidos por 30 dias, a partir de amanhã, derrubou as ações das empresas aéreas. Mesmo a promessa de US$ 200 bilhões para os mercados foi considerada insatisfatória – apenas ontem, o Federal Reserve de Nova York irrigou a NYSE com US$ 175 bilhões nas operações de recompra.

Enquanto isso, o número de casos do coronavírus supera 125.000 em meio ao impacto da declaração de pandemia feita ontem pela OMS. O petróleo tem 2ª queda seguida e WTI chega a US$ 30 na mínima; metais têm baixa expressiva em Londres.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h47 (horário de Brasília:

Nova York
*S&P 500 Futuro (EUA), -4,81%
*Nasdaq Futuro (EUA), -4,86%
*Dow Jones Futuro (EUA), -5,09%

Europa
*Dax (Alemanha), -5,85%
*FTSE (Reino Unido), -5,58%
*CAC 40 (França), -5,77%
*FTSE MIB (Itália), -5,17%

Ásia
*Nikkei (Japão), -4,41% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -3,87% (fechado)
*Hang Seng (Hong Kong), -3,66% (fechado)
*Xangai (China), -1,52% (fechado)

*Petróleo WTI, -4,91%, a US$ 31,32 o barril
*Petróleo Brent, -5,34%, a US$ 33,88 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em alta de 0,23%, cotados a 663.000 iuanes, equivalentes a US$ 94,80 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 6,9930 (-0,63%)
*Bitcoin, US$ 7.885,43 +0,20%

2. Indicadores econômicos

A decisão do Banco Central Europeu (BCE) que se reúne às 9h45 em Frankfurt, será determinante na resposta que a autoridade monetária da Zona do Euro dará à crise do coronavírus. Itália e Alemanha devem entrar em recessão por causa da pandemia, que também ameaça as economias francesa e espanhola.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, deverá dar entrevista após a reunião. Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga às 9h30 os pedidos semanais do seguro-desemprego. No Brasil, o IBGE apresenta às 9h30 a produção industrial regional de janeiro.

Já o BC brasileiro anunciou leilão de dólar de até US$ 1,5 bilhão à vista – menor do que as ofertas de até US$ 3 bilhões feitas nos dias anteriores – depois da moeda americana bater novo recorde de fechamento, chegando a R$ 4,82 no contrato futuro.

3. Guedes pede apoio ao Congresso

Após governo ser derrotado na derrubada do veto sobre o BPC, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira apoio para deputados e senadores para aprovação das reformas e uma revisão do orçamento da saúde para minimizar o impacto da pandemia do coronavírus na economia, informa o Valor.

Segundo ele, o efeito do coronavírus pode ser suave, provocando perda de PIB entre 0,1 e 0,5 ponto percentual. Se a pandemia tomar conta do Brasil e não houver reformas, pode chegar até 1%, teria alertado o ministro em reunião de emergência realizada nesta noite no Congresso; o encontro foi fechado, mas parlamentares divulgaram parte das falas, destaca o jornal.  Guedes teria dito que há espaço monetário, mas não fiscal e por isso haveria necessidade das reformas, enquanto ministro ressaltou a PEC Emergencial, a dos gatilhos da regra de ouro e do Pacto Federativo.

Governo e Congresso avaliam R$ 5 bilhões para combater o coronavírus, disse o presidente da Câmara Rodrigo Maia em entrevista à imprensa após reunião com ministros como Guedes e Henrique Mandetta, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de parlamentares, na noite de quarta-feira. “Tenho certeza que governo e Congresso em conjunto vão organizar essa solução ainda essa semana”, disse Maia. Governo
olha com cuidado alguns setores, como aviação e serviços, mas nenhuma intervenção foi decidida, disse Maia. “Estamos abertos para, por exemplo, ajudar o governo na suplementação do orçamento emergencial para reforçar ações de combate ao vírus. Legislativo e Executivo vão definir medidas ainda esta semana”.

4. OCDE e coronavírus

A falta de capital de giro ameaça as empresas. Em várias economias, principalmente na Zona do Euro, as empresas privadas estão ficando sem dinheiro. O alerta foi feito pelo economista luso-brasileiro Luiz de Mello, diretor de Políticas Públicas do Departamento de Economia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mello diz em entrevista à Folha de S. Paulo que não descarta que o alto endividamento das empresas acabe afetando os mercados.

5. Noticiário corporativo 

A Petrobras comunicou na noite de ontem que atingiu recorde de produção no campo de Búzios, que fica no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a estatal, no dia 10 de março a produção no campo atingiu 640 mil barris diários de petróleo, ou 790 mil barris por equivalência (boe). Já a Vale informou na noite de ontem que reforçará a governança corporativa. A empresa anunciou a criação de um Comitê de Auditoria, que e reportará diretamente ao Conselho de Administração. A SLC Agrícola publicou balanço na noite de ontem.

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(Com Bloomberg e Agência Estado)

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Ações da Oi ficam entre maiores altas da B3 em dia de queda livre do mercado pelo coronavírus

SÃO PAULO — Fora do Ibovespa e do radar dos investidores, as ações da Oi (OIBR3 ; OIBR4) ficaram entre as maiores altas da B3 nesta quarta-feira (11), um dia de queda livre do mercado por causa da escalada global do coronavírus.

Segundo a Economatica, os papéis preferenciais da companhia tiveram a segunda maior alta entre todas as ações da B3 no dia, de 7,38%, para R$ 1,31.

Já os ordinários subiram 4,49%, para R$ 0,93 — terceira maior alta da Bolsa na sessão. Vale frisar que, como o preço das ações da Oi é baixo, qualquer oscilação de centavos pode representar uma alta percentual expressiva na cotação dos papéis.

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O primeiro lugar no ranking das maiores altas da B3 no dia ficou com uma ação bem pouco negociada, da empresa de comércio exterior Battistella Administração Participações (BTTL3), com alta de 24,07%, para R$ 6,70.

Entre as 15 empresas que mais subiram na B3 nesta quarta-feira, há apenas uma do Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira. É a TIM Participações (TIMP3), que registrou ganho de 1,23%, para R$ 15,70.

A lista conta, porém, com nomes conhecidos do mercado, como a recém-chegada à Bolsa Priner (PRNR3), a companhia de energia Cesp (CESP5) e o Banco Inter (BIDI3).

Veja abaixo as 15 maiores altas da B3 nesta quarta-feira:

Empresa Ação Desempenho em 11/03/20 Variação em 11/03/20
Battistella BTTL3 24,07% R$ 6,70
Oi OIBR4 7,38% R$ 1,31
Oi OIBR3 4,49% R$ 0,93
GPC Participações GPCP3 4,29% R$ 36,50
Priner PRNR3 2,99% R$ 13,80
JB Duarte JBDU3 2,86% R$ 2,88
Cesp CESP5 2,67% R$ 30,80
Banco Mercantil do Brasil BMEB3 2,64% R$ 14,37
Banco Inter BIDI3 2,38% R$ 12,48
Nordon Met NORD3 1,98% R$ 3,60
Biomm BIOM3 1,75% R$ 12,80
BTG Pactual ON* BPAC3 1,34% R$ 29,49
Locaweb LWSA3 1,32% R$ 19,25
TIM Participações TIMP3 1,23% R$ 15,70
Grazziotin CGRA3 0,74% R$ 26,00
*Ações ordinárias do banco BTG Pactual estão fora do Ibovespa. As units do banco (BPAC11), que caíram 13,36% hoje, estão no principal índice da Bolsa brasileira.

Do outro lado, entre os 15 papéis que mais caíram na B3 nesta quarta, sete fazem parte do Ibovespa. Os dois com os piores desempenhos foram as companhias aéreas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4).

As ações da Azul tiveram o segundo pior desempenho entre todas as ações da B3 hoje, com queda de 16,39%, para R$ 30,25. Já os papéis da Gol, em terceiro lugar, cederam 14,57%, para R$ 15,65.

As companhias aéreas têm sido bastante afetadas pela alta do dólar e pela queda na demanda por passagens aéreas em meio à escalada do surto de coronavírus no mundo.

Quem liderou a lista das maiores altas entre todas as ações da B3 no dia foi a Electro Aço Altona (EALT3), com baixa de 19,42%, para R$ 9,50. A companhia tem baixo volume de negociação na Bolsa.

Veja abaixo as 15 maiores perdas da B3 nesta quarta-feira:

Empresa Ação Desempenho em 11/03/20 Variação em 11/03/20
Electro Aço Altona EALT3 -19,42% R$ 9,50
Azul AZUL4 -16,39% R$ 30,25
Gol GOLL4 -14,57% R$ 15,65
CSN CSNA3 -14,41% R$ 8,02
Banco Inter BIDI11 -13,49% R$ 29,05
Braskem BRKM5 -13,42% R$ 21,75
BTG Pactual Unit BPAC11 -13,36% R$ 44,41
Azevedo AZEV3 -12,94% R$ 4,44
Teka TEKA4 -12,84% R$ 5,50
Alliar AALR3 -12,74% R$ 13,91
BR Malls BRML3 -12,67% R$ 12,48
Pomifrutas FRTA3 -12,40% R$ 3,25
Gerdau Metalúrgica GOAU3 -12,24% R$ 5,45
Gerdau Metalúrgica GOAU4 -12,08% R$ 5,97
Liq Participações LIQO3 -11,88% R$ 6,60

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Misterioso fundo Ponta Sul desaba 80% e lidera perdas no Brasil

(Bloomberg) — Entre as perdas espetaculares nos fundos de ações brasileiros nesta semana, uma se destaca: FIA Ponta Sul IE.

O fundo teve um retorno negativo de 55,3% somente em 9 de março, mais de quatro vezes a queda no índice de ações Ibovespa naquele dia e a maior baixa dentre 1.400 fundos de ações brasileiros, segundo dados compilados pela Bloomberg.

No acumulado do ano até a segunda-feira, o fundo caiu 80,1%, também a maior perda entre os pares, com ativos sob gestão encolhendo para R$ 1 bilhão, ante o pico de R$ 5,6 bilhões em 23 de janeiro.

Representantes do Ponta Sul não responderam a solicitações de comentário por telefone e e-mail.

O fundo FIA Ponta Sul IE foi lançado em 2012, possui um único cotista e é administrado por Flávio Calp Gondim, de acordo com documentos regulatórios. Em novembro do ano passado, o fundo tinha na sua carteira ações da empresa de varejo Magazine Luiza e da fabricante de calçados Alpargatas, segundo os mais recentes documentos disponíveis.

Baseada no Rio de Janeiro, a Ponta Sul Investimentos, empresa que administra o fundo, foi uma das primeiras investidoras no Banco Inter, um banco digital brasileiro que conta com o SoftBank Group Corp entre os acionistas.

A Ponta Sul possui uma participação de 14,8% no Banco Inter, de acordo dados da Comissão de Valores Mobiliários. O Banco Inter perdeu cerca de 26% de seu valor de mercado nos últimos oito dias. O SoftBank possui uma participação de 14,98% no banco.

Desde seu lançamento até o dia 9 de março, o fundo FIA Ponta Sul IE teve um retorno de 33,6% em moeda local, comparado a um ganho de 49% no índice de ações do Ibovespa. O administrador do fundo é o Banco BTG Pactual, de acordo com a CVM.

Os mercados brasileiros foram particularmente afetados pela queda global nos ativos. O índice de ações Ibovespa apagou 14 meses de ganhos desde o final de janeiro e caiu 28,7% desde seu pico no início do ano, com a queda dos preços do petróleo e o nervosismo alimentado por coronavírus que martelaram as ações globais.

Nesta quarta-feira, outra queda de 10% acionou um circuit breaker para o Ibovespa pela segunda vez em três dias.

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