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Petrobras reduz preços do diesel e da gasolina nas refinarias

Posto da Petrobras

A Petrobras (PETR3; PETR4) cortou em 5% o preço do diesel comum e em 4% o preço da gasolina nas refinarias. Os novos valores, anunciados ontem (28) pela estatal, passaram a valer hoje (29).

Os preços do diesel S500 para térmicas e do diesel marítimo caíram 5,1%. Já o diesel S10 para térmicas teve redução de 5,2% no seu valor.

A queda foi decidida em um cenário de desvalorização do petróleo no mercado mundial. Os contratos do petróleo Brent para abril estavam cotados a US$ 50,52 no fechamento do mercado ontem. Esse valor representa uma queda de 13,64% em uma semana.

O petróleo Brent é um tipo extraído principalmente do Mar do Norte e cotado na Bolsa de Valores de Londres. Ele é a referência no cálculo do valor de cerca de dois terços do petróleo mundial.

A desvalorização é influenciada pelo avanço dos casos de coronavírus pelo mundo, o que gera no mercado o receio de uma eventual desaceleração da economia mundial e, consequentemente, de uma menor demanda por combustíveis.

Por meio de suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro destacou hoje a decisão da estatal brasileira. “Este ano, a Petrobras reduziu quatro vezes o valor dos combustíveis nas refinarias e este é o quinto anúncio. Seguimos fazendo nossa parte e trabalhando para melhorar a vida dos brasileiros”, disse ele.

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Preços nos postos

Apesar dos novos valores praticados nas refinarias, não há impacto imediato no preço final pago pelo consumidor nos postos de combustíveis. A variação, nesse caso, depende ainda de outros fatos como o consumo dos estoques armazenados, impostos, margens de revenda e percentual da mistura dos biocombustíveis.

Em virtude do feriado de carnaval, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) irá divulgar o novo Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis somente na próxima terça-feira (3).

Serão apresentados os resultados do período entre 23 e 29 de fevereiro, o que ainda não deverá mostrar reflexos da decisão da Petrobras.

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Epidemia e dólar provocam cancelamento de viagens e pacotes já vendidos

A epidemia de coronavírus e a disparada do dólar, que ontem bateu na casa de R$ 4,50, afetaram a venda de pacotes turísticos para destinos internacionais e provocaram cancelamento de viagens já comercializadas.

Na Agaxtur, as vendas de pacotes caíram entre 17% e 20% neste mês ante fevereiro de 2019. Em janeiro, tinham crescido 22% na comparação anual.

A queda foi influenciada pela menor procura por pacotes internacionais, pois as vendas domésticas aumentaram. Destinos como Itália e França estão sendo evitados, afirma o vice-presidente da empresa, Jarbas Corrêa Júnior.

O executivo pondera que os números deste mês são preliminares. Apesar da retração, a Agaxtur não registrou cancelamentos de pacotes já vendidos. Por enquanto, Corrêa informa que hotéis e receptivos no exterior não estão oferecendo descontos para fomentar vendas.

Na Maringá Turismo, reservas começaram a ser canceladas há dois meses, na sequência das notícias sobre o novo vírus e da alta do dólar. Três pacotes com média de 50 viajantes cada que iriam para eventos na China em março e junho foram adiados. Ontem, outros três pacotes para Genebra (Suíça) e Milão (Itália) também foram postergados, informou Marcos Arbaitman, presidente da empresa. Segundo ele, 82% das viagens do grupo são para o meio corporativo.

Charles Franken, diretor da Casa do Agente, uma das empresas do Grupo AD Turismo e Viagens, informou que três delegações com 40 a 100 participantes que iriam à China neste semestre suspenderam viagens. Grupos com passagens para eventos na Itália também avaliam adiar visitas de negócios.

“Há muita especulação e os passageiros ficam indecisos, pois, ao contrário do governo chinês, que proibiu a entrada de pessoas de fora, o governo da Itália não se pronunciou claramente”, diz Franken. “No caso da China, em razão da postura governamental, há mais flexibilidade para negociar os cancelamentos (reembolsos, multas etc), o que não ocorre com prestadores de serviços e hotéis da Itália.”

Franken diz que vários passageiros de cruzeiros na Ásia também desistiram das viagens. Por outro lado, há maior procura pelo turismo local e regional.

A CVC (CVCB3), maior operadora de viagens do País, não revela dados de vendas por ter ações na Bolsa. Limita-se a informar que “cerca de 70% dos embarques estão relacionados a viagens no Brasil e os clientes que viajam para Europa nesta época do ano representam menos de 5%”. Há uma semana, a CVC oferece um dia a mais de estadia gratuita para quem comprar pacotes nacionais e internacionais.

Aéreas

As companhias aéreas Azul (AZUL4), Gol (GOLL4) e Latam informam que todos seus voos operam normalmente. A Azul afirma ainda estar atenta à possibilidade de reduzir a oferta de voos internacionais em razão do impacto na demanda causado pela alta do dólar e desdobramentos do coronavírus, mas não há nada oficial até o momento. A Latam diz que há “situações pontuais” de cancelamentos, mas não registra impacto significativo nos negócios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Amazon inaugura primeiro supermercado sem caixas registradoras

SÃO PAULO – A Amazon inaugurou, na última terça-feira (25), seu primeiro supermercado de grande porte sem caixas registradoras, onde o consumidor escolhe os produtos e realiza o pagamento de forma autônoma, apenas usando a tecnologia da Amazon.

Chamada de Amazon Go Grocery, a loja de mil metros quadrados segue a linha das já existentes Amazon Go, mas é cinco vezes maior, assumindo uma função de supermercado, em vez de uma loja de conveniência com opções alimentícias.

Diferentemente das outras lojas menores, a Amazon Go Grocery possui utensílios domésticos, itens de higiene pessoal, rações para animais de estimação e alimentos frescos, além de toda a variedade de alimentos encontrados nas outras lojas da empresa.

O primeiro supermercado autônomo da Amazon está localizado na Pike Street, em Seattle, nos EUA. A localização escolhida foi estratégica, a cerca de 1 km da sede principal da Amazon.

Compras

O funcionamento da Amazon Go Grocery é bem similar a outros modelos das lojas menores. Antes de entrar, o consumidor deve baixar o aplicativo da Amazon Go em seu smartphone. Apenas quem tiver o aplicativo pode entrar na loja, já que a catraca do estabelecimento precisa ler um QR Code gerado pelo app para liberar a entrada do cliente.

O comportamento dentro da loja é o padrão de qualquer negócio de varejo: o consumidor deve colocar na sacola os itens que gostaria de adquirir. Câmeras com visão computacional espalhadas pelo estabelecimento sabem quem está comprando quais itens.

Quando o cliente decidir encerrar as compras, basta sair da loja, sem nem ao menos falar com ninguém ou tirar a carteira do bolso para pagar. Os itens comprados são automaticamente registrados no cartão de crédito salvo no aplicativo da Amazon Go assim que o cliente deixa a loja.

Caso o consumidor pegue alguma bebida alcoólica da prateleira, o aplicativo pedirá para que confirme sua idade através do aplicativo antes de deixar a loja.

Whole Foods e o setor de supermercados

Em 2017, a Amazon adquiriu a Whole Foods, varejista de alimentos naturais e orgânicos, por US$ 13,7 bilhões. Porém, de acordo com a própria Amazon, o modelo de funcionamento das lojas Amazon Go não deve se replicado nos supermercados da Whole Foods, pelo menos por enquanto.

A Amazon Go Grocery chega não para competir com Whole Foods, e sim para complementar o leque de produtos oferecidos.

Enquanto a Amazon configura-se como a maior e-commerce do mundo e é uma das líderes do varejo mundial, a gigante ainda caminha em pequenos passos no setor de supermercados dos EUA.

Incluindo a Whole Foods, a Amazon é responsável por cerca de 4% do mercado de mantimentos dos EUA, disse John Blackledge, analista do Cowen, um banco de investimentos americano. A Walmart lidera em participação no setor com uma fatia aproximada de 25%.

“A Amazon está atuando de forma diferente com estes formatos”, afirmou o analista em entrevista ao Financial Times. “Em alguns, vão ter uma grande área de preparação para entrega de compras online. É um esforço de vários anos – terá que ser um número significativo de lojas, mas não acho que eles pretendem ter paridade com o número de lojas da Walmart”, conclui.

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Banco centrais de Japão e Reino Unido prometem medidas para garantir estabilidade do mercado

(Bloomberg) — Sob maior pressão para proteger a economia, bancos centrais do Japão ao Reino Unido prometeram agir conforme necessário para estabilizar os mercados financeiros abalados pela propagação do coronavírus. Em comunicado de emergência na segunda-feira, Haruhiko Kuroda, presidente do Banco do Japão, disse que a instituição “se esforçaria para fornecer ampla liquidez e garantir a estabilidade dos mercados financeiros”.

O Banco da Inglaterra, por sua vez, disse que trabalha com autoridades do Reino Unido e parceiros internacionais para “garantir que todas as medidas necessárias sejam tomadas para proteger a estabilidade financeira e monetária”.

As promessas seguem a declaração do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que na sexta-feira deixou a porta aberta para reduzir os juros nos EUA e conter o que ele chamou de “riscos em evolução” do vírus para o crescimento econômico.

A perspectiva de ação dos bancos centrais ajudou a reduzir as perdas do mercado acionário, que teve o pior desempenho desde a crise financeira global, há mais de uma década. Os mercados monetários agora projetam que o Fed irá reduzir a taxa básica em 50 pontos-base este mês. A probabilidade de que que o Banco Central Europeu reduza sua taxa em 10 pontos-base está em 70%.

Alguns no mercado apostam que o Fed poderia agir até antes da reunião programada para os dias 17 e 18 de março. Alguns economistas acreditam que as autoridades monetárias poderiam coordenar cortes dos juros pela primeira vez desde 2008, quando os bancos centrais agiram para impedir o colapso do sistema bancário internacional.

Investidores apostam cada vez mais que os bancos centrais da Austrália e do Canadá irão cortar os juros já nas reuniões desta semana.

“Os bancos centrais globais quase certamente induzirão uma forma ou outra de afrouxamento”, disse Vishnu Varathan, chefe de economia e estratégia do Mizuho Bank, em Cingapura.

Em outro sinal de crescente preocupação, a OCDE disse que o crescimento econômico global cairá para os menores níveis em mais de uma década devido ao impacto do surto sobre a demanda e a oferta.

Na segunda-feira, o governo francês disse que os ministros das Finanças do Grupo dos Sete realizarão uma teleconferência nesta semana para coordenar sua resposta à propagação do vírus. A Itália já tenta aumentar seu déficit fiscal para financiar pelo menos 3,6 bilhões de euros (US$ 4 bilhões) em medidas econômicas emergenciais.

Há apenas uma semana, os maiores bancos centrais diziam que era muito cedo para responder ao surto. A queda das ações globais obrigou a uma mudança de postura. Economistas do Goldman Sachs projetam que o Fed reduzirá a taxa básica de juros em 50 pontos-base este mês e, no total, em 100 pontos-base no primeiro semestre do ano. O Banco da Inglaterra deve reduzir os juros em 50 pontos-base, e o Banco Central Europeu em 10 pontos-base, segundo o banco.

“O bancos centrais globais estão intensamente focados nos riscos de baixa do vírus”, disseram economistas liderados por Jan Hatzius, em relatório no domingo. “Suspeitamos que vejam o impacto de um movimento coordenado na confiança como mais forte do que a soma dos impactos de cada ação individual.”

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Pânico com coronavírus aumenta fortuna de empresários de saúde e tecnologia

(Bloomberg) — Nem todo mundo perdeu dinheiro na épica onda de vendas no mercado acionário na semana passada.

O nervosismo devido à rápida expansão do coronavírus eliminou mais de US$ 6 trilhões dos mercados de ações globais, mas alguns ficaram mais ricos.

Todos lideram empresas que poderiam lucrar de alguma forma com o vírus e com a proliferação de consumidores obcecados por higiene.

O diretor-presidente da Moderna, Stephane Bancel, se tornou bilionário por um curto período depois que a empresa enviou uma vacina experimental contra o coronavírus ao Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas para testes clínicos em humanos, o que impulsionou as ações.

O papéis subiram 42%, e Bancel possui participação de 9,2% na empresa, agora avaliada em US$ 790 milhões, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg.

A Regeneron Pharmaceuticals, que desenvolve um tratamento para o coronavírus, registrou o melhor desempenho na semana passada no S&P 500, com alta de 10%, e foi uma das únicas duas empresas cujas ações subiram no período.

Com a valorização, a fortuna de George Yancopoulos, cientista-chefe da empresa, aumentou em US$ 45 milhões. A Regeneron Pharmaceuticals tem sede em Tarrytown, Nova York.

O foco global na prevenção de vírus também enriqueceu Lim Wee Chai, da Malásia, que possui participação majoritária na Top Glove, maior fabricante mundial de luvas médicas. Seu patrimônio líquido alcançou US$ 1 bilhão logo após o vírus começar a emergir como ameaça.

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Como as medidas de contenção ameaçam fechar mais escolas e empresas, negócios que facilitam o trabalho e estudo remotos ganharam impulso.

A K12, com sede na Virgínia, que oferece serviços educacionais para crianças em idade escolar com entrega online, deu um salto de 19% na semana passada, adicionando cerca de US$ 5 milhões ao patrimônio líquido do CEO Nathaniel Davis.

Eric Yuan, fundador da Zoom Video Communications, ganhou US$ 200 milhões na semana, o que elevou sua fortuna a US$ 5,5 bilhões – diante do aumento do número de usuários de seu serviço de videoconferência.

A empresa de San José, Califórnia, registra, em média, 43% mais downloads este ano do que em 2019, com maior atividade no mês passado, disse Zane Chrane, analista do Sanford C. Bernstein, em relatório.

Em seu blog, na terça-feira, Yuan afirmou que a Zoom aumentou os prazos para usuários do serviço gratuito na China e reforçou o monitoramento de servidores para garantir a confiabilidade devido à expansão do uso.

“A crescente epidemia ampliou minha visão sobre o que significa ser um fornecedor de tecnologia de comunicação por vídeo em tempos de necessidade”, escreveu.

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Ação da CVC despenca até 10% com indícios de erro contábil em balanço; Hypera salta 10% após aquisição

SÃO PAULO – A sessão desta segunda-feira (2), a primeira do mês de março, é de leves ganhos para o Ibovespa, seguindo o alívio da sexta-feira (28) em meio aos sinais dos bancos centrais pelo mundo de que irão dar apoio à economia. Com isso, ações como da Vale (VALE3) sobem mais de 2%.

Mas os grandes destaques de ações ficam com a CVC (CVCB3) que, após ser a maior queda de fevereiro com baixa de 29,51%, iniciou o mês com queda de até 10% após indícios de erros contábeis no balanço do quarto trimestre, enquanto a Hypera (HYPE3) sobe cerca de 10% após a compra de ativos da Takeda na América Latina por US$ 825 milhões. Confira mais destaques:

 

CVC (CVCB3

A operadora turística CVC informou ao mercado, na noite da sexta-feira, que encontrou indícios de erros e irregularidades contábeis nos valores transferidos a operadores turísticos entre 2015 e 2019, em uma soma aproximada de R$ 250 milhões, que podem impactar o balanço do quarto trimestre de 2019.

“Caso sejam confirmados, esses erros poderão ensejar a necessidade de ajustes contábeis significativos nos resultados reportados pela Companhia”, comunicou a empresa.

Segundo a CVC, os erros ocorreram na diferença entre valores provisionados no momento em que foram contratados serviços turísticos e valores que foram efetivamente desembolsados aos fornecedores após a realização das viagens. A CVC afirmou que a descoberta não alterará sua posição atual de caixa, mas determinou uma apuração independente pelo Comitê de Auditoria.

O Bradesco BBI aponta que o fato é negativo para a empresa, significando que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi superestimado na mesma magnitude de R$ 250 milhões para o período, e que a receita líquida também foi superestimada em R$ 165 milhões (ao redor de 8%) para o quadriênio.

“Contudo, é importante ressaltar que a geração de caixa não foi afetada porque os fornecedores foram pagos corretamente e a receita superestimada foi equiparada por um capital da mesma magnitude”, avalia o BBI. “Apesar de todos os ventos contrários, nós permanecemos construtivos sobre a CVC, na expectativa de que sinais de melhora virão no final do primeiro trimestre, porque as vendas se deterioraram em março do ano passado”, comenta o BBI.

Conforme destacam os analistas, o papel CVCB3 já perdeu 41% do valor nos últimos doze meses, afetado primeiro pela alta do dólar, recentemente pelo surto do coronavírus que reduziu as vendas de viagens. Por isto, o fato não deve ter efeitos muito fortes sobre a ação, que deverá ter mais uma queda hoje na B3, mas tende a se recuperar no futuro. “Apesar das dificuldades, a CVC permanece como operadora líder de turismo no Brasil, tanto no lazer como nas viagens corporativas”, avalia. O BBI mantém a nota da CVCB3 como “outperform” (acima da média), com preço-alvo de R$ 42,00 para 2020, 63% acima dos R$ 25,70 do fechamento na B3 em 28 de fevereiro.

Hypera (HYPE3)

A Hypera confirmou na manhã de hoje que comprou por US$ 825 milhões (R$ 3,7 bilhões, ao câmbio de hoje) o portfólio de 18 medicamentos sem prescrição da japonesa Takeda Pharmaceutical International.

A Hypera, maior indústria farmacêutica do Brasil e sediada na capital paulista, afirmou já ter assegurado com os bancos linhas de crédito de R$ 3,5 bilhões para financiar a aquisição. Entre os remédios isentos de prescrição adquiridos pela Hypera estão o Neosaldina, Dramin e Nesina.

Segundo a empresa, a venda dos 18 medicamentos gerou um faturamento líquido de R$ 900 milhões no ano passado no Brasil e no México, com o Brasil representando 83% do valor.

“A Hypera Pharma e a Takeda também assinarão acordo de fabricação e fornecimento em conexão com a transação, por meio do qual a Takeda continuará a fornecer produtos à companhia”, informou a empresa brasileira, que absorverá 300 profissionais da equipe de vendas e marketing da farmacêutica nipônica quando a transação for concluída. A Hypera informou que a aquisição será concluída no final de 2020.

O Bradesco BBI avalia que a aquisição de 18 medicamentos da japonesa Takeda pela brasileira Hypera é “bem-vinda” porque amplia o portfólio da farmacêutica e gerará sinergias avaliadas em R$ 280 milhões. O BBI destaca que a Hypera transferirá a produção dos 18 remédios – entre eles Dramin e Neosaldina – para a fábrica de Anápolis (GO), onde devido a incentivos fiscais os custos são menores que em São Paulo.

“Apesar da aquisição, nós ainda vemos um cenário desafiador para a Hypera, com as margens sob pressão porque a empresa é obrigada a investir em marketing para acelerar o crescimento”, avalia o banco. O BBI mantém a nota da Hypera como Neutra e o preço-alvo do papel em R$ 36,00, uma alta de 4% sobre os R$ 34,30 do fechamento na B3 no dia 28 de fevereiro.

Eneva (ENEV3) e AES Tietê (TIET11)

A Eneva enviou à geradora AES Tietê uma proposta de combinação de negócios entre as companhias que resultaria na criação de uma “gigante no setor de geração” no Brasil, informou a empresa controlada pelo grupo norte-americano AES nesta segunda.

De acordo com a Eneva, a operação levanta a possibilidade da troca de 0,0461 ação ordinária de emissão da Eneva para cada ação ordinária ou preferencial de emissão da AES Tietê, equivalente a 0,2305 por unit. Haveria também mais uma parcela em dinheiro de R$ 2,750 bilhões, o que representaria R$ 1,38 por ação, seja ordinária ou preferencial, e R$ 6,89 por unit.

A relação de troca contemplaria prêmio de 13,3% sobre o preço de fechamento das ações da AES Tietê no pregão anterior à proposta.

A AES Tietê disse que analisará a oferta “de foram detalhada, mantendo o mercado informado sobre eventuais desdobramentos”.

Eucatex (EUCA4)

Uma ação de cobrança internacional da Prefeitura de São Paulo para recuperar cerca de US$ 230 milhões atribuídos a Paulo Maluf resultará no leilão de quase metade das ações da Eucatex, a empresa de pisos e laminados da família do ex-prefeito. O dinheiro, segundo o Ministério Público de São Paulo e a Procuradoria Geral do Município, é fruto do superfaturamento de obras entre 1993 e 1996.

Se tiver sucesso, a ação resolverá um entrave ao processo iniciado há mais de 20 anos para recuperar o dinheiro: o fato de que a maior parte dos recursos identificados como fruto de crimes se convertera em ações e não estava disponível para saques ou transferências.

Embora muito do que foi desviado ainda esteja bloqueado, a Prefeitura de São Paulo já recebeu de volta parte da verba. Até ano passado, cerca de US$ 35 milhões atribuídos a Maluf e descobertos nas contas de duas empresas suas voltaram à cidade. Em fevereiro, outros US 8,4 milhões, relacionados a uma terceira firma, também foram repatriados. Além disso, quatro bancos que participaram das movimentações dos recursos fizeram acordos com São Paulo para evitar indiciamentos – e concordaram com o pagamento de multas que somaram outros US$ 55 milhões, também devolvidos à cidade entre 2014 e 2017.

Oi (OIBR3;OIBR4)

A pauta da nova assembleia de credores da Oi incluirá uma proposta de venda de operações móveis da companhia, diz o Valor, citando pessoa ouvida sob condição de anonimato. A venda da área de telefonia móvel criaria impasse no leilão do 5G, diz a Folha.

Via Varejo (VVAR3)

A Via Varejo prevê crescimento da receita total consolidada neste ano em um intervalo entre 10% e 20% de acordo com o Formulário de Referência de 2019 feito hoje pela varejista. Anteriormente, o documento previa um aumento de “dois dígitos” da receita, mas não especificava nenhum número ou intervalo. Os demais guidances foram mantidos.

Para a receita online consolidada, a expectativa é de alta de aproximadamente 30% no valor bruto de mercadoria. A margem Ebitda ajustada deve aumentar entre 5% e 7%. A Via Varejo estima ainda um capex entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões para este ano. O valor precisa ser aprovado na Assembleia Geral Extraordinária marcada para 29 de abril. Outro ponto que será abordado é a abertura de 70 a 90 lojas neste ano.

RD (RADL3)

A XP Investimentos iniciou a cobertura para as ações da RD com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 112 por ação ao final de 2020 (potencial de queda das ações de 6% frente ao fechamento de sexta-feira).

A recomendação é neutra uma vez que o crescimento acelerado já está precificado. “Esperamos que a abertura de 880 novas lojas até 2023 sustente um crescimento médio anual de 16% nas vendas, 22% de EBITDA e 29% de lucro líquido para os próximos três anos. “Entretanto, com as ações negociando a 46 vezes o preço sobre o lucro para 2021 (versus 25 vezes na média do setor), acreditamos que boa parte desse crescimento já esteja incorporado no preço atual”, avaliam os analistas.

IRB Brasil (IRBR3)

O IRB Brasil comunicou ao mercado a renúncia de Ivan Monteiro ao cargo de presidente do conselho de administração da companhia.

Pão de Açúcar (PCAR3)

O Pão de Açúcar começa a negociar as suas ações no Novo Mercado a partir desta segunda-feira.  “A conversão das ações preferenciais em ações ordinárias era o último passo para a conclusão da migração do GPA ao Novo Mercado e, a partir de hoje, o GPA está formalmente operando em tal segmento”, informou a companhia.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil informou que pagará R$ 517,4 milhões de remuneração aos acionistas, relativos ao primeiro trimestre de 2020, no dia 31 de março. Segundo o BB, os juros sobre o capital próprio terão como base a posição acionária de 11 de março. Donos de ações transferidas após o dia 12 não participarão do pagamento.

You, Inc

A construtora e incorporadora imobiliária You, inc, de São Paulo (SP), comunicou à CVM que pretende fazer uma oferta pública de ações (IPO) na B3. Paralelamente, a construtora fez um pedido à B3 para ter o seu registro de listagem e comercialização. A You, inc informou que em 2019 obteve uma receita líquida de R$ 552,4 milhões, uma expansão de 52% sobre 2018. O lucro líquido da empresa no período caiu 1%, em comparação a 2018, para R$ 30,6 milhões. A You,inc informou que tem terrenos no valor de R$ 2 bilhões para futuras construções na capital paulista a partir deste ano. O foco da construtora e incorporadora é levantar prédios com apartamentos compactos próximos a estações do metrô e dos trens. A empresa encerrou 2019 com um índice de distratos de 12,67%, queda de 2,78% sobre 2018.

Grupo Soma

O Grupo Soma, proprietário das marcas de vestuário feminino Animale e Farm, registrou na sexta-feira (28) um pedido de abertura de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) primária e secundária na CVM. A oferta terá o banco Itaú BBA como coordenador, com o J.P. Morgan, Bank of America e XP Investimentos como participantes.

O Soma possui 221 lojas próprias no Brasil e duas nos Estados Unidos. O grupo informou no prospecto enviado que teve lucro líquido de R$ 126,8 milhões em 2019, com uma receita líquida de R$ 1,3 bilhão e um Ebitda de R$ 214,5 milhões. O soma informou que pretende usar os recursos levantados na oferta para a aquisição de outras marcas e para investimentos em tecnologia.

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(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Ibovespa sobe com exterior em meio a sinais de alívio de BCs; dólar supera R$ 4,50

mercado bolsa índices alta ações gráfico

SÃO PAULO – O Ibovespa ganhou força no fim da manhã desta segunda-feira (2) após abrir entre perdas e ganhos. O movimento coincidiu também com o ganho de força da bolsa americana, com os índices futuros virando para alta e o mercado à vista subindo 1% na abertura.

Os investidores ficam de olho no cenário um pouco mais otimista na Ásia e Europa, após alguns bancos centrais indicarem ajudas ao mercado em meio ao surto do novo coronavírus.

Nesta madrugada, as bolsas asiáticas subiram após o Banco do Japão prometer “ampla liquidez” aos mercados, o que ajudou a deixar para trás os dados muito negativos da Markit, que confirmaram que a indústria chinesa despencou em fevereiro.

Já as bolsas europeias abriram em alta após o anúncio de que o Eurogrupo fará uma reunião de emergência na quarta-feira para discutir medidas de apoio econômico aos países mais atingidos pelo Covid-19, mas diminuíram a força durante o pregão. A Itália quer permissão para gastar 3,6 bilhões de euros com empresas, famílias e regiões mais atingidas pelo coronavírus.

O Banco da Inglaterra prometeu as medidas necessárias para garantir estabilidade financeira e monetária; o governo francês disse que ministros do G7 vão ter teleconferência esta semana para coordenar resposta ao vírus. O número de pessoas contaminadas se aproxima de 90 mil no mundo inteiro, com a China superando 80 mil casos e a Coreia do Sul os 4,2 mil.

Às 10h52 (horário de Brasília), o benchmark da bolsa registrava alta de 0,82%, a 105.024 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial avança 0,47%, cotado a R$ 4,5016 na compra e R$ 4,5023 na venda, ao passo que o dólar futuro para abril sobe 0,48%, para R$ 4,511.

Vale destacar que na sexta-feira, a bolsa brasileira subiu mais de 1% após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmar que o BC americano está monitorando o coronavírus, usará suas ferramentas e agirá de forma apropriada, se for necessário.

Com as sinalizações de alívios de BCs pelo mundo, os juros futuros caem forte, aumentando as apostas de um possível novo corte na Selic. O contrato com vencimento em janeiro de 2022 recua 11 pontos-base, a 4,37%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 cai 9 pontos-base a 5,03%, seguido pelas perdas de 6 pontos do vencimento em janeiro de 2025, a 5,96%.

Sobre a alta do dólar, José Faria Júnior, diretor da Wagner Investimentos, avalia que o nível dos R$ 4,50 é muito perigoso porque “a moeda tende a subir de R$ 0,10 em R$ 0,10”. “Eventual retorno para perto de R$ 4,40 a R$ 4,45 seria ponto melhor para comprar”, avalia.

Segundo ele, mesmo que o mercado comece a apostar mais em um corte de juros pelo Federal Reserve, o mercado futuro também aposta em corte da Selic por aqui, além do fato dos preços das commodities seguirem muito baixos em meio a forte aversão ao risco. “Assim, há pouco espaço, no momento, para queda do dólar”, afirma.

Política 

O Congresso volta nesta semana do recesso de Carnaval com dois temas centrais que deverão dominar as discussões na Câmara e no Senado a partir da terça-feira: os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o novo marco do Saneamento, que está no Senado.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é favorável a aprovar o novo marco do Saneamento – que já passou pela Câmara – como está; já a questão da LDO é muito mais complexa, por envolve negociações entre os poderes Legislativo e Executivo. O presidente Jair Bolsonaro não quer que o governo federal abra mão de R$ 30 milhões em emendas parlamentares que ficarão sob controle de deputados federais e senadores. Os parlamentares exigem uma contrapartida da União.

Crédito 

O Banco Central quer criar até o final de 2020 um sistema de intercâmbio de dados de clientes entre os bancos. O objetivo do chamado “open banking” é tornar disponível o histórico de pagamento dos consumidores e possibilitar uma maior competição entre as instituições financeiras, informa reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. Mas o plano já causa atritos entre pequenas, médias e grandes instituições e corre o risco de acabar inviabilizado.

Noticiário corporativo 

A operadora turística CVC (CVCB3) comunicou que encontrou erros e irregularidades contábeis nos valores repassados a operadores turísticos entre 2015 e 2019. Segundo a CVC, os erros podem alterar os seus resultados e foi constituído um comitê de auditoria para investigar o problema.

Já a construtora e incorporadora imobiliária You, inc, de São Paulo capital, entrou com pedido para oferta pública de ações na CVM e com pedido de registro de empresa de capital aberto na B3. No ano passado, a construtora You teve uma receita líquida de R$ 552,6 milhões, um crescimento de 52% sobre 2018.

Na temporada de resultados, a MRV Engenharia divulga balanço após o fechamento do pregão.

(Com Agência Estado, Agência Brasil e Bloomberg)

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Ibovespa Futuro cai mais de 1% apesar de sinais dos BCs pelo mundo; dólar tem leve alta

B3 (Shutterstock)

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro inicia esta segunda-feira (2) em queda, se descolando do cenário mais otimista, principalmente na Ásia, após alguns bancos centrais indicarem ajudas ao mercado. Nesta madrugada, as bolsas asiáticas subiram após o Banco do Japão prometer “ampla liquidez” aos mercados, o que ajudou a deixar para trás os dados muito negativos da Markit, que confirmaram que a indústria chinesa despencou em fevereiro.

Às 09h22 (horário de Brasília), o índice futuro registrava perdas de 0,95%, a 103.960 pontos, amenizando as perdas após abrir com queda de 1,7%. Enquanto isso, o dólar futuro para abril sobe 0,07%, para R$ 4,492. O dólar comercial, por sua vez, avança 0,05%, cotado a R$ 4,4811 na compra e R$ 4,4831 na venda.

Com as sinalizações de alívios de BCs pelo mundo, os juros futuros caem forte. O contrato com vencimento em janeiro de 2022 recua 17 pontos-base, a 4,30%, enquanto o de vencimento em janeiro de 2023 cai 14 pontos-base a 4,98%, seguido pelas perdas de 10 pontos do vencimento em janeiro de 2025, a 5,91%.

Vale destacar que na sexta-feira, a bolsa brasileira subiu mais de 1% após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmar que o BC americano está monitorando o coronavírus, usará suas ferramentas e agirá de forma apropriada, se for necessário.

As bolsas europeias abriram em alta após o anúncio de que o Eurogrupo fará uma reunião de emergência na quarta-feira para discutir medidas de apoio econômico aos países mais atingidos pelo Covid-19, mas diminuíram a força durante o pregão. A Itália quer permissão para gastar 3,6 bilhões de euros com empresas, famílias e regiões mais atingidas pelo coronavírus.

O Banco da Inglaterra prometeu as medidas necessárias para garantir estabilidade financeira e monetária; o governo francês disse que ministros do G7 vão ter teleconferência esta semana para coordenar resposta ao vírus. O número de pessoas contaminadas se aproxima de 90 mil no mundo inteiro, com a China superando 80 mil casos e a Coreia do Sul os 4,2 mil.

Indicadores econômicos

No Brasil, os mercados acompanham a divulgação do IPC-S da última semana de fevereiro, pela FGV, e do boletim semanal Focus, pelo Banco Central.

Já a balança comercial de fevereiro deve mostrar superávit de US$ 1,5 bilhão, segundo estimativa mediana em pesquisa Bloomberg, depois de déficit revisado de US$ 1,73 bilhão na medição anterior. O resultado sai às 15h.

A Markit divulgará hoje às 10h o índice de gerentes de compras (PMI) em fevereiro da manufatura brasileira.

Política 

O Congresso volta nesta semana do recesso de Carnaval com dois temas centrais que deverão dominar as discussões na Câmara e no Senado a partir da terça-feira: os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o novo marco do Saneamento, que está no Senado.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é favorável a aprovar o novo marco do Saneamento – que já passou pela Câmara – como está; já a questão da LDO é muito mais complexa, por envolve negociações entre os poderes Legislativo e Executivo. O presidente Jair Bolsonaro não quer que o governo federal abra mão de R$ 30 milhões em emendas parlamentares que ficarão sob controle de deputados federais e senadores. Os parlamentares exigem uma contrapartida da União.

Crédito 

O Banco Central que criar até o final de 2020 um sistema de intercâmbio de dados de clientes entre os bancos. O objetivo do chamado “open banking” é tornar disponível o histórico de pagamento dos consumidores e possibilitar uma maior competição entre as instituições financeiras, informa reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. Mas o plano já causa atritos entre pequenas, médias e grandes instituições e corre o risco de acabar inviabilizado.

Noticiário corporativo 

A operadora turística CVC (CVCB3) comunicou que encontrou erros e irregularidades contábeis nos valores repassados a operadores turísticos entre 2015 e 2019. Segundo a CVC, os erros podem alterar os seus resultados e foi constituído um comitê de auditoria para investigar o problema.

Já a construtora e incorporadora imobiliária You, inc, de São Paulo capital, entrou com pedido para oferta pública de ações na CVM e com pedido de registro de empresa de capital aberto na B3. No ano passado, a construtora You teve uma receita líquida de R$ 552,6 milhões, um crescimento de 52% sobre 2018.

Na temporada de resultados, a MRV Engenharia divulga balanço após o fechamento do pregão.

(Com Agência Estado, Agência Brasil e Bloomberg)

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Eneva envia proposta de fusão com AES Tietê para criar “gigante do setor”; units TIET11 saltam até 18%

A Eneva (ENEV3) enviou à geradora AES Tietê (TIET11) uma proposta de combinação de negócios entre as companhias que resultaria na criação de uma “gigante no setor de geração” de energia no Brasil, informou a empresa controlada pelo grupo norte-americano AES nesta segunda.

“A proposta apresentada ao Conselho de Administração da AES Tietê visa a agregar os negócios das duas companhias, resultando na unificação das bases acionárias em uma companhia aberta listada no Novo Mercado da B3, com sólido portfólio de ativos, recursos complementares e potencial de se beneficiar de significativas sinergias operacionais e financeiras”, destaca a Eneva.

Após a proposta, os ativos TIET11 abriram em alta de até 18%, na casa dos R$ 18,30; às 10h30 (horário de Brasília), os ativos subiam 16,37%. Já as ações da Eneva avançam 5,29%, a R$ 45,01.

A Operação compreende uma relação de troca de 0,0461 ações ordinárias de emissão da Eneva para cada ação ordinária ou preferencial de emissão da AES Tietê ou de 0,2305 por unit, mais uma parcela em dinheiro total de R$ 2,75 bilhões, equivalente a R$ 1,38 por cada ação ordinária ou preferencial ou R$ 6,89 por unit.  A relação de troca está sujeita a ajustes nos termos da proposta.

A proposta está sujeita (i) à aprovação pelos acionistas da Companhia e da AES Tietê reunidos em assembleia geral; (ii) à aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE; e (iii) à aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A relação de troca contemplaria prêmio de 13,3% sobre o preço de fechamento das ações da AES Tietê no pregão anterior à proposta.

A AES Tietê disse que analisará a oferta “de foram detalhada, mantendo o mercado informado sobre eventuais desdobramentos”.

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George Soros: a trajetória cercada de polêmicas do gestor de um dos fundos mais rentáveis do mundo

George Soros

Nome completo: George Soros
Ocupação: Investidor e filantropo
Local de Nascimento:  Budapeste, Hungria
Data de Nascimento:  12 de agosto de 1930
Fortuna:  US$ 8,3 bilhões (ranking da Forbes de 2020)

Quem é George Soros?

George Soros é um investidor e filantropo nascido em Budapeste, na Hungria, em 1930. O bilionário tem um patrimônio estimado em US$ 8 bilhões, mas já doou quatro vezes este valor para a sua organização não-governamental, a Open Society Foundation.

Sua trajetória é pontuada de fatos históricos e polêmicas envolvendo governos, teorias da conspiração e até a superlativa – em sua opinião – alcunha de ser o homem que quebrou o Banco da Inglaterra.

Como um dos mais conhecidos bilionários e filantropos do mundo, Soros apoiou causas que considera democráticas, começando no seu país de origem em 1980 e mantendo a prática até os dias atuais. Recentemente, na Inglaterra, financiou um grupo que apoiava um novo referendo sobre o Brexit.

Família e a história de um sobrenome

Hoje, o nome Soros é conhecido no mundo inteiro. Mas, até 1936, ele não existia. O bilionário conhecido como George Soros nasceu em Budapeste em 12 de agosto de 1930, só que sua certidão de nascimento registrava outro nome: György Schwartz. O sobrenome era de uma tradicional família judia; apesar disso, a religião não era levada à risca dentro de casa.

Seus pais eram Erzsébet, também chamada de Elizabeth, de uma família húngara rica que comercializava seda, e o advogado Tivadar, que, entre suas muitas características peculiares, era fluente em esperanto. O irmão mais velho de George, Paul, se formou em engenharia.

Tivadar conhecia bem os horrores da guerra. Ele fora prisioneiro da Rússia durante a Primeira Guerra Mundial e ficou em um campo de trabalhos forçados na Sibéria. Depois de conseguir escapar e se casar, em 1924, ficou atento às mudanças que aconteciam no mundo e notou o crescimento do antissemitismo. Para proteger a família, tomou a decisão de trocar o nome de todos para o que soassem “menos judeus”.

Mas a decisão não foi solitária. Tivadar debateu com toda a família, por vários dias sobre qual seria o melhor sobrenome. Acabou escolhendo Soros porque gostou do fato de o nome ser um palíndromo, fácil de falar em várias línguas e por significar o próximo na linha de sucessão em húngaro. Além disso, tinha um significado também em esperanto, algo que poderia ser traduzido como “soará”.

Durante a ascensão da Alemanha nazista, a família conseguiu permanecer praticamente indiferente aos horrores da Segunda Guerra mundial. Seu pai continuava tocando seus negócios e viajando pelo mundo.

George continuava um estudante mediano que gostava de jogar Kapital, um jogo de tabuleiro parecido com Banco Imobiliário. Ia muito mal em matemática mas compensava com o interesse por aprender línguas. Ainda menino, já falava alemão, latim e esperanto. E tinha professores particulares para aprender inglês e francês.

Mas, em março de 1944, a Hungria rompeu com a Alemanha e foi invadida.

Mais um nome

Naquele momento, o então adolescente George, com 13 anos, precisou se apresentar ao Conselho Judeu e recebeu uma lista com pessoas que ele deveria chamar a se apresentarem ao tal conselho. George conta que mostrou a lista ao seu pai, que reconheceu como uma lista de advogados judeus.

Seu pai o aconselhou a informar àqueles que estavam na lista que eles eram procurados para se apresentar ao conselho – mas que avisasse também que quem fizesse isso provavelmente seria deportado.

Desse episódio, surgiu o boato de que George Soros teria colaborado com os nazistas. Mas o jovem não voltou para esse trabalho. Poucos meses depois, ele foi enviado por seu pai para morar com um oficial húngaro, como se fosse seu afilhado, e ganhou mais um novo nome: Sandor Kiss. Toda a família recebeu novos nomes e foi morar em casas separadas, para aumentar suas chances de sobrevivência.

Os cabelos naturalmente loiros e olhos claros do menino ajudavam no disfarce. No período em que permaneceu escondido, também foi levado por esse oficial para participar de inventários que o governo realizava dos bens confiscados de famílias judias.

Na contramão do que se esperaria de jovem judeu no meio do holocausto, Soros descreveu aquele como o ano mais feliz de sua vida. Havia uma razão para isso: foi o ano em que ele pode observar o heroísmo de seu pai, que, além de salvar a própria família, também ajudou muitas outras a conseguir novos documentos.

No final da guerra, a Hungria passaria por outra transformação: a invasão soviética. Por isso, em 1947, quando ele tinha 17 anos, mudou-se para Londres.

A filosofia de Soros

Como um estudante na London School of Economics, no final dos 1940, George Soros fez todo tipo de trabalho para conseguir dinheiro: de pintor e garçom a funcionário de uma fábrica de manequins.

Foi na faculdade que ele conheceria Karl Popper, autor do livro A Sociedade Aberta e seus Inimigos, que influenciaria a criação da Open Society Foundation, organização não-governamental fundada por Soros.

Em seus livros, Popper questionava as “certezas absolutas” e dissertava sobre como ideologias que afirmam serem as donas da verdade só poderiam ser impostas por força. Popper propunha uma forma diferente de organização social: uma sociedade aberta, com liberdade para as pessoas terem opiniões e visões de mundo diferentes, mas que, ainda assim, possam viver juntas e em paz.

Tendo vivido uma ocupação nazista e comunista em seu país natal, Soros afirmou que achou a ideia de uma sociedade aberta bastante atraente.

Soros se formou em filosofia em 1951 e, em 1954, conseguiu seu mestrado na mesma área de conhecimento. Seu objetivo depois da faculdade era escrever um livro, mas, percebendo que o projeto poderia levar bastante tempo, decidiu arrumar um emprego enquanto escrevia.

Assim, ele enviou cartas para todos os bancos de investimento de Londres e, eventualmente, conseguiu um trabalho no banco de investimentos Singer and Friedlander, em 1954, como atendente.

Mundo dos investimentos

Mas logo o jovem e poliglota Soros conseguiu transferência para a área de negociações de ativos. Dois anos depois, desembarcou em Wall Street. Mudou-se para Nova York, com US$ 5 mil, algo como US$ 50 mil em valores atuais.

Uma carta de recomendação de um ex-colega e sua especialização no mercado europeu garantiram uma vaga na gestora F. M. Mayer, onde ele trabalhou por três anos. Saiu de lá já com sua cidadania americana.

A próxima empresa no currículo de Soros foi a Wertheim and Co e, assim que entrou lá, estabeleceu uma meta ambiciosa: trabalhar ali por cinco anos, juntar US$ 500 mil e voltar para a Inglaterra para estudar filosofia.

Ele, de fato, voltou a estudar, mas não na Inglaterra. Fazia isso em seu “tempo livre” e aplicava a filosofia aos seus investimentos agora como vice-presidente na Arnhold and S. Bleichroeder. Ele também não parou quando atingiu a sua meta financeira.

Fundo próprio

Em 1966, quando já estava casado com Annaliese Witschak e era pai de seus dois primeiros filhos, Robert e Andrea, Soros começou seu primeiro fundo com US$ 100 mil da empresa, para colocar em prática sua filosofia de investimento.

Três anos depois, lançou o fundo Double Eagle na mesma gestora e, com a experiência bem-sucedida, resolveu criar uma gestora própria: a Soros Fund Management, junto o sócio Jim Rogers, que conheceu na Arnhold and S. Bleichroeder.

O primeiro fundo, que depois seria renomeado para Quantum – assim como gestora, que virou Quantum Group of Funds – começou com um patrimônio de US$ 12 milhões e acumulou cerca de US$ 44 bilhões em ganhos até 2011, quando virou um fundo de investimento exclusivo para gerir a fortuna da família de Soros.

A grande aposta

Em 1992, Soros fez a sua grande aposta. Ao longo do ano, junto com outros investidores, apostou contra a libra, acreditando que a moeda estava supervalorizada. Mas apostou alto: US$ 10 bilhões. Com a operação, lucrou US$ 1 bilhão no dia 16 de setembro de 1992, que ficou conhecido como a quarta-feira negra na Inglaterra.

O Banco Central da Inglaterra e outros bancos centrais de países europeus como França, Espanha, Alemanha e Bélgica compraram libras para tentar apoiar a moeda, mas a manobra não foi suficiente. A libra colapsou e precisou sair do sistema cambial europeu.

Soros descobriu pelos jornais do dia seguinte que era chamado de “o homem que quebrou o Banco da Inglaterra” e, apesar de gostar da alcunha e da fama que alcançou com ela, afirmou em diversas entrevistas que acha o apelido injusto, já que não foi “o homem”, mas um deles.

Com a mesma estratégia, de apostar alto naquilo em que acreditava, o fundo teve um retorno médio de 20% ao ano ao longo de suas décadas de história. Tornou-se, assim, um dos fundos mais rentáveis do mundo.

Segundo o próprio Soros, algumas de suas maiores qualidades são tentar se manter sempre muito bem informado, seguir a intuição, não se apegar a investimentos e conseguir aprender rapidamente com seus erros.

Em 2011, seus filhos Robert e Jonathan, nascido em 1970, afirmaram que o fundo devolveria o dinheiro dos investidores e explicaram que o fechamento do fundo iria acontecer por causa da nova regulamentação do mercado americano, que passou a exigir que os fundos registrassem seus investidores com os reguladores financeiros.

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Filantropia

Pai de cinco filhos, de dois casamentos, Soros começou seu projeto filantrópico em 1979, quando passou a oferecer bolsas de estudos para universitários da África do Sul, durante o Apartheid, e dissidentes da Europa Oriental.

Em 1984, fundou na Hungria a rede que depois se transformaria na Open Society Foundation que, entre outras ações, importou um grande número de copiadoras para que os dissidentes do governo pudessem espalhar sua mensagem.

Na Rússia, depois do colapso pós-comunista, financiou cientistas com bolsas de estudo e garantiu, com US$ 100 milhões, a infraestrutura necessária para conectar as universidades à internet.

Em 2017, a Open Society Foundation anunciou ter recebido mais de US$ 18 bilhões de Soros, o que elevou o total doado por ele para a fundação a mais de US$ 32 bilhões.

Leia também:
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Polêmicas e teorias

Existem muitas teorias da conspiração envolvendo George Soros. Segundo o próprio, a origem de tanta lenda é o fato de que as pessoas não lidam bem com o fato de alguém ter tido tanto sucesso sem fazer algo de errado.

As primeiras teorias que apontam Soros como o grande financiador da esquerda ganharam mais peso quando, em 2003, ele condenou a guerra no Iraque e passou a doar para o Partido Democrata americano. Mas foi depois da vitória de Donald Trump que o investidor se consolidou como “inimigo da direita”.

Entre outras coisas, ele é acusado de influenciar políticos e tentar inundar os Estados Unidos de imigrantes, financiando uma caravana que partiu de Honduras para entrar no país de maneira ilegal. Perguntado sobre o assunto, o próprio Trump afirmou que não ficaria surpreso se Soros financiasse a caravana. Nenhuma evidência sobre supostos pagamentos foi encontrada.

Uma bomba chegou a ser enviada para a casa do bilionário e, em outubro de 2018, um supremacista branco armado com um fuzil e três pistolas invadiu uma sinagoga e matou 11 judeus. Os posts nas redes do assassino mostravam que ele acreditava em uma obscura teoria da qual Soros seria o criador: o chamado genocídio branco, que pretendia “substituir” os americanos por imigrantes.

Os boatos a seu respeito se espalharam por diversos países, como a Itália, onde Soros foi acusado de encher o país de imigrantes, e na Turquia, onde a acusação foi de que o bilionário faz parte de uma conspiração para “repartir” o país.

Na Inglaterra, Nigel Farage, um dos líderes mais influentes do Partido de Independência do Reino Unido e defensor do Brexit, o chamou de o maior perigo ao mundo ocidental por influenciar pessoas a “inundar” a Europa.

Nem mesmo em seu país natal, onde sua fundação foi responsável, inclusive, pela criação de uma universidade, Soros está livre de ser visto como um inimigo. De acordo com premiê Viktor Orban que, ironicamente, teve seus estudos financiados pela fundação do próprio Soros, o investidor teria o mesmo plano secreto de “inundar” o país com imigrantes.

Sua vida amorosa também já foi parar nos jornais. Entre 2005 e 2010, depois de se divorciar de sua segunda esposa, Susan Weber, e antes de se casar com a terceira, Tamiko Bolton, o investidor teve um relacionamento com a atriz brasileira Adriana Ferreyr, que fez a novela Marisol, em 2002.

Durante o relacionamento, Adriana afirmou que Soros havia prometido que compraria um apartamento para ela. Ele de fato o fez, mas teria dado o apartamento para outra mulher. Depois de uma briga, Adriana alegou que Soros bateu nela e jogou uma luminária de vidro em sua direção, que teria machucado seu pé.

Alegando quebra de promessa e agressão, Adriana processou o investidor e pediu US$ 50 milhões. Soros ofereceu US$ 250 mil e entrou com um pedido de anulação do processo – que não foi atendido integralmente.

Soros foi alvo de outros processos. Num deles, foi acusado de insider trading em uma operação que envolveu a venda do banco Société Général. Investigações iniciais o inocentaram mas, anos depois, o caso foi reaberto, o que culminou em uma multa de €$ 2 milhões, posteriormente reduzida pela metade.

Novos inimigos

Em seus quase 90 anos de idade, Soros continua ativo. No último Fórum Econômico Mundial, que aconteceu em Davos, em janeiro de 2020, anunciou que investirá US$ 1 bilhão para criar uma rede acadêmica, batizada de Open Society University Network.

O projeto tem como missão conectar instituições de ensino superior pelo mundo, para oferecer cursos e programas de graduação que reúnam estudantes e professores de diferentes países. O objetivo é alcançar lugares que “necessitam de educação de alta qualidade e servir populações negligenciadas, como refugiados, pessoas encarceradas, ciganos e outros povos deslocados”.

Em seu discurso, Soros chamou o projeto de “o mais importante de sua vida” e explicou que todas as universidades do mundo podem participar. Ainda citou especificamente o presidente Jair Bolsonaro, criticando-o por não conseguir “impedir a destruição das florestas tropicais no Brasil, a fim de abri-las para a pecuária”.

Aproveitou também para lamentar que China, Estados Unidos e Rússia estejam nas mãos de ditadores atuais ou em gestação. Falou que o maior e mais aterrorizante retrocesso afeta a Índia, e chamou Trump de um golpista e um narcisista que teria superaquecido a economia americana.

Para aqueles que se declaram seu inimigo, Soros disse: “Quando vejo quem está me atacando, vejo que estou fazendo algo certo. Estou orgulhoso dos inimigos que estou fazendo”.

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Para saber mais

Quer saber mais sobre George Soros e a sua trajetória? Confira a seleção do InfoMoney com livros, artigos e entrevistas.

Livros
A Alquimia das finanças (George Soros)
As Palestras de George Soros na Central European University (George Soros)
Soros. O Investidor Mais Influente do Mundo (Robert Slater)
Os grandes investidores (Glen Arnold)
O Novo Paradigma dos Mercados Financeiros: a Crise Financeira de 2008 e o seu Significado (George Soros)
George Soros (Peter Parish)
Em defesa da Sociedade Aberta (George Soros)
A era da insegurança (George Soros)
Os segredos de George Soros e Warren Buffet (Mark Tier)
Soros: A Vida de um Bilionário Messiânico (Michael Kaufman)
Artigo
Fallibility, reflexivity, and the human uncertainty principle (George Soros)
Podcast
Today in Focus, Episódio Meeting George Soros (The Guardian)

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