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Mercados estão crescentemente precificando pandemia e recessão, diz Danske Bank

Os mercados mundiais estão “crescentemente precificando” uma pandemia do coronavírus no planeta e uma recessão mundial, avalia nesta sexta-feira, 28, o banco dinamarquês Danske Bank.

“Há pouca dúvida de que a percepção dos agentes e os preço do mercado estão colocando uma probabilidade de rápido crescimento do surto de coronavírus para uma pandemia e uma subsequente recessão global”, destaca relatório.

“Os mercados aguardam agora as respostas de políticas econômica dos governos”, afirma o Danske.

Nos Estados Unidos, por exemplo, eles acreditam que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) pode ter de agir rapidamente e lembram que a próxima reunião de política monetária será nos dias 17 e 18 de março.

Na Ásia, China e Cingapura já anunciaram medidas fiscais e monetárias, mas a zona do euro parece mais relutante. A expectativa é que a Alemanha adote estímulos fiscais, mas a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, minimizou ontem as chances de resposta imediata e disse que a instituição “não deve agir agora”.

Se os casos do coronavírus parecem crescer menos dentro da China, o Danske destaca que em outras regiões os números mostram o contrário, com rápida disseminação na Europa e em países como Coreia do Sul.

Nesse ambiente, as bolsas mundiais estão em forte queda desde segunda-feira e o mercado futuro em Chicago já precifica três cortes de juros pelo Fed este ano.

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Companhias aéreas usam desinfetantes potentes para matar vírus

(Bloomberg) — Companhias aéreas têm recorrido aos desinfetantes mais potentes do mundo para eliminar o coronavírus dos aviões.

Qantas Airways, Korean Air Lines e a Scoot, unidade da Singapore Airlines, estão entre as aéreas que ajudaram a retirar pessoas do epicentro do surto, a cidade chinesa de Wuhan, e de um cruzeiro na costa do Japão. As empresas intensificaram medidas de higienização de aeronaves como resultado e tentam garantir que os aviões usados nas missões de resgate sejam seguros para serem novamente usados em operações comerciais.

A limpeza padrão das aeronaves com aspiradores a bordo se transformou em esterilizações de nível hospitalar, com produtos capazes até de evitar doenças sexualmente transmissíveis e a superbactéria MRSA. Como isso foi feito? Há riscos para passageiros que usam os aviões quando estes fazem novos voos? Aqui estão algumas respostas:

Quais produtos de limpeza são usados?

A Qantas usa o Viraclean, um desinfetante fabricado pela Whiteley, com sede em Sydney. É um líquido cor de rosa com cheiro de limão que mata uma variedade de bactérias e vírus, como hepatite B e herpes simplex, de acordo com o fabricante. Superfícies com muito sangue ou suor devem ser limpadas com Viraclean não diluído. Recomenda-se luvas e proteção para os olhos, embora não seja classificada como substância perigosa, segundo a Whiteley.

A Korean Air optou pelo MD-125. É uma versão diluída do D-125, uma solução de limpeza fabricada pela Microgen e usada em setores como assistência médica e avicultura. A empresa diz que o MD-125 age contra 142 bactérias e vírus, como salmonela, gripe aviária, HIV e sarampo.

Como os aviões são limpos?

A Qantas usou o mesmo Boeing 747 em seus dois voos de Wuhan e outro de Tóquio de volta à Austrália. A limpeza durou 36 horas. Almofadas, cobertores, revistas e fones de ouvido foram jogados fora, disse a companhia aérea. A cabine foi pulverizada duas vezes com desinfetante, usado em todos os assentos, pisos, braços dos assentos, mesas, compartimentos de bagagem e paredes. Os filtros de ar do avião, semelhantes aos usados nas salas cirúrgicas, também foram substituídos. O 747 estava de volta à rota comercial Sydney-Santiago nesta semana, de acordo com dados da flightaware.com.

A Korean Air usou um Boeing 747 em dois voos de Wuhan e um A330 da Airbus para o terceiro. Além de borrifar e limpar a cabine, as equipes de limpeza substituíram as capas dos assentos e desinfetaram o compartimento de bagagem, segundo a companhia aérea. Os aviões só foram autorizados a retomar os voos com a aprovação dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia.

E o futuro?

Pode ser possível desinfetar o interior de um avião sem nenhum produto químico. A ACT.Global, cujo sistema de limpeza foi usado em hotéis e em navios de cruzeiro, desenvolveu um filme em spray que permite que uma cabine de avião faça uma autolimpeza por 12 meses contínuos. Quando o revestimento transparente é exposto à luz, ocorre uma reação fotocatalítica que mata micróbios e purifica o ar, de acordo com a empresa dinamarquesa. O diretor técnico Christopher Lüscher disse que o produto, chamado Premium Purity, mostrou eficácia contra cepas de coronavírus.

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Bolsas da Argentina avaliam fusão em meio à queda de volume

(Bloomberg) — As bolsas da Argentina estão nos estágios iniciais para uma fusão em meio à crise econômica do país que encolhe o volume de negócios em um mercado fragmentado.

A Bolsa y Mercados Argentinos, a maior plataforma de negociação do país, lidera a iniciativa de combinar forças com suas três rivais mais próximas, Matba-Rofex, Mercado Abierto Electrónico e Mercado Argentino de Valores. As conversas sobre o trabalho conjunto foram iniciadas para garantir a sobrevivência, disse Ernesto Allaria, presidente da BYMA, em entrevista.

O passo sinaliza uma drástica mudança nas relações entre as quatro operadoras, que têm sido fortes concorrentes para dominar diferentes segmentos do mercado de capitais argentino. Mas a ideia de fazer isso sozinhas pode parecer menos sustentável depois que o colapso da moeda argentina, a grave recessão e os controles de capital reduziram o volume. A negociações de títulos de dívida caíram em mais de 80% nos últimos dois anos, para apenas US$ 500 milhões por dia.

“O mercado argentino é muito pequeno, e não vale a pena ter quatro bolsas no país”, afirmou Allaria. “Você precisa tentar integrar ou fazer alguns negócios juntos.”

A BYMA, que tem capital aberto e registrou receita de 5,2 bilhões de pesos (US$ 84 milhões) em 2019, é a principal bolsa de valores do país. O MAE é o maior mercado de câmbio. O Matba-Rofex negocia principalmente contratos futuros e o MAV é especializado em instrumentos financeiros utilizados por pequenas e médias empresas, como notas promissórias e recebíveis.

Representantes do Matba-Rofex e MAV confirmaram as negociações. O MAE reconheceu que estava em discussões com outras bolsas, mas o presidente Fernando Negri enfatizou que o foco era a cooperação, não uma fusão.

A ideia de combinar esforços se torna mais atraente depois de a Argentina ter sofrido a pior fuga de capitais em 16 anos entre 2018 e 2019. O governo implementou controles rígidos de capital em outubro passado para conter a sangria, mas a medida não ajudou muito para aumentar o volume, pois investidores parecem estar ganhando tempo antes de poder retirar o dinheiro do país.

O volume de negociação de títulos caiu para uma média diária de US$ 514 milhões em fevereiro no MAE em relação aos US$ 1,3 bilhão em julho de 2019 e US$ 4 bilhões em julho de 2018. A negociação de moedas no MAE despencou 75% em relação a julho de 2019 em dólares, e as transações com ações na BYMA caíram mais da metade nesse período.

Allaria diz que a desaceleração deixou claro que as operadoras de câmbio precisam cortar custos para sobreviver à crise e estar posicionadas para o crescimento quando a demanda retornar.

“Houve boas discussões para recuperar a confiança e desenvolver novos produtos juntos”, disse Allaria. “O mais eficiente seria ter apenas uma bolsa e não, por exemplo, os três mercados futuros que temos hoje.”

Já existe alguma cooperação em andamento. A BYMA possui uma participação de 4% no Matba-Rofex e procura adicionar membros ao conselho da empresa e, futuramente, adquirir uma fatia majoritária. A BYMA possui participação de 20% no MAV, e o MAV possui cerca de 2% da BYMA.

Uma etapa preliminar antes de uma fusão poderia incluir a união de data centers e a criação de um único agente de liquidação, acrescentou Allaria.

“Deveríamos ser um”, disse. “Não é uma questão de colonização, mas sim de sinergia.”

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“Crash” mais rápido da história é preço de otimismo exagerado em Wall Street

(Bloomberg) — A situação é tão chocante que se torna difícil de acreditar: em um século que abrange a Grande Depressão e a crise financeira, a correção atual é a mais rápida já registrada. Para entendermos como isso aconteceu, precisamos lembrar o nível de euforia dos mercados recentemente.

Pode ser difícil lembrar, mas há duas quartas-feiras, com manchetes de coronavírus por todos os lados, a Apple liderava um rali que havia elevado seu valor de mercado em US$ 600 bilhões em oito meses. Ganhos semelhantes de grandes empresas de tecnologia levaram os valuations do Nasdaq 100 ao maior nível em duas décadas. Em apenas três meses, o valor de mercado da Tesla deu um salto de US$ 40 bilhões para US$ 170 bilhões, enquanto um grupo de microcaps, que vendem férias espaciais e células de combustível, negociava centenas de milhões de ações por dia.

Movimentos como esses atraíam especuladores aos montes, armados com contas de corretagem sem comissão e embriagados com opções baratas. Alguns desses investidores sentem, pela primeira vez, o amargo sabor da realidade. O fato de a causa ser uma pandemia sem tratamento que desafiou todos os esforços para contê-la ajuda a explicar por que o rali de 11 anos está subitamente em risco.

Para o mercado altista terminar, o S&P 500 teria que cair outros 9%, para 2.708,92 pontos, um nível alcançado pela última vez em fevereiro de 2019. Em termos de calendário, é um período relativamente curto para ser desfeito. Compare com o final de 2018, quando o chamado “bull market” chegou mais perto do fim. A queda de 20% em relação ao recorde da época exigia a eliminação 17 meses de ganhos, um período 40% mais longo do que agora.

“As coisas mudaram muito rápido nas duas direções”, disse Mike Stritch, diretor de investimentos da BMO Wealth Management, em entrevista telefone. “Existe uma possibilidade crescente de que seja um evento muito mais perturbador e até potencialmente um mercado baixista.”

Lori Calvasina, chefe de estratégia de renda variável dos EUA na RBC Capital Markets, viajou para seis cidades para visitar clientes e observou uma clara mudança no tom dos investidores.

“A primeira coisa que notamos nesta semana foi um alto nível de nervosismo sobre o coronavírus e os planos pessoais de viagem em particular”, escreveu Calvasina em nota aos clientes. “Se os investidores de ações dos EUA ainda estavam imóveis na semana passada, nesta semana se contorciam nas cadeiras.”

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Cerveja Corona também é “vítima” de coronavírus

(Bloomberg) — O novo coronavírus tem uma vítima inesperada: uma das cervejas mais populares do mundo.

A cerveja Corona virou alvo de memes e vídeos compartilhados nas redes sociais com o maior número de vítimas do vírus em todo o mundo. Dados sobre o aumento das buscas na Internet por “vírus da cerveja corona” e “coronavírus da cerveja” mostram que a cerveja mexicana não conseguiu escapar da associação. A chamada intenção de compra entre adultos nos EUA caiu para o menor nível em dois anos, segundo dados da YouGov.

O impacto se agravou nos últimos dias com o aumento das infecções. As ações da Constellation Brands, fabricante da cerveja Corona, despencaram 8% nesta semana em Nova York. A pontuação de percepção da marca Corona – que monitora se adultos nos EUA cientes da marca ouviram coisas positivas ou negativas sobre ela – caiu para 51 em relação ao pico de 75 no início do ano, segundo a YouGov.

A marca Corona, cujo nome faz referência à coroa solar em espanhol e não tem nada a ver com o vírus, é a terceira cerveja mais popular dos EUA, de acordo com o ranking da YouGov. A Guinness é a primeira, seguida da Heineken.

Outro motivo para a queda da intenção de compra pode ser a percepção da cerveja Corona como uma bebida de verão associada a férias na praia, escreveu o jornalista de dados comerciais da YouGov, Graeme Bruce, em artigo publicado na quarta-feira. Portanto, há flutuações sazonais significativas, disse.

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Petrobras anuncia quedas de 4% para preço da gasolina e de 5% para o diesel

A Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou nesta sexta-feira, 28, aos seus clientes que a gasolina vendida em suas refinarias vai ficar 4% mais barata a partir do sábado, 29, e o diesel, 5%. Já o litro do diesel S500 para térmicas e do diesel marítimo foi reduzido em 5,1% e o S10 para térmicas, 5,2%.

“O preço internacional do petróleo está desabando por causa do coronavírus. Os da gasolina e do diesel estão seguindo essa queda. O ajuste está em linha com a paridade internacional”, disse o consultor de Óleo e Gás da FCStone, Thadeu Silva.

Ele acrescenta que o setor de distribuição reclama das oscilações dos preços neste mês.

“Teve uma alta do produto ao longo de duas semanas, até a semana passada, e a Petrobras não mexeu no preço, estrangulou o mercado ao longo de duas a três semanas e agora que o preço começou a cair, deu dois dias, reajustou em cima. Então, segurou muito a alta e foi bem rápida no reajuste da queda. A margem de importação ficou bastante prejudicada em fevereiro”, afirmou Silva.

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B3 teve maior saída diária de capital estrangeiro da história, de R$ 3,068 bilhões, na sessão de quarta

A B3 registrou no último dia 26, quarta-feira, a maior retirada de capital estrangeiro desde o início da contabilização dos dados, em 1994.

Os investidores estrangeiros retiraram R$ 3,068 bilhões da bolsa no retorno do feriado de carnaval, em meio ao pânico generalizado com a rápida disseminação do coronavírus fora da China.

Naquele dia, o Ibovespa fechou em forte queda de 7%, aos 105.718,29 pontos, com giro financeiro de R$ 33,2 bilhões.

Em fevereiro, o saldo acumulado de recursos estrangeiros na Bolsa está negativo em R$ 15,750 bilhões, resultado de compras de R$ 190,150 bilhões e vendas de R$ 205,900 bilhões.

Em 2020, os estrangeiros já retiraram R$ 34,908 bilhões do mercado acionário brasileiro.

O montante já é equivalente ao saldo negativo registrado entre 2 de janeiro e 13 de novembro de 2019.

No fechado do ano, a saída de capital estrangeiro da bolsa totalizou R$ 44,5 bilhões.

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Após intermediação do TST, Petrobras mantém 396 demissões em fábrica do Paraná

Petrobras

Após quase nove horas de negociação sob a intermediação do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra, a Petrobras (PETR3;PETR4) reiterou nesta quinta-feira, 27, a demissão dos 396 empregados da Araucária Nitrogenados (Ansa), subsidiária da estatal no Paraná.

Representantes da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Paraná (Sindiquímica-PR) propuseram que os funcionários da fábrica de fertilizantes fossem transferidos a outras unidades da estatal. Mas a empresa rejeitou a proposta.

A contrapartida apresentada pela Petrobras foram melhorias no pacote de benefícios, que inclui indenizações maiores e a manutenção dos planos de saúde e do apoio educacional por dois anos e não mais até a recolocação profissional do demitido. A indenização pode chegar a R$ 490 mil, dependendo do tempo de trabalho e da remuneração do empregado. Esse valor, no entanto, é válido apenas àqueles que se comprometerem a não recorrer à Justiça contra a empresa. Caso contrário, o valor máximo a ser pago é de R$ 210 mil.

Os trabalhadores terão até 3 de março para se posicionar sobre as propostas, em assembleias que serão promovidas pelos sindicatos. O conselho deliberativo da FUP vai se reunir na próxima segunda-feira, 2, para analisar o tema. E a direção da empresa terá de dar a palavra final até o dia 4. O mais provável é que os empregados aceitem a proposta, porque estão sem salários e sem perspectivas.

As demissões são consequência do fechamento da Ansa, anunciada pela Petrobras no dia 14 de janeiro. A companhia petroleira alega que a subsidiária acumulava prejuízos e, por isso, não poderia ser mantida. Na negociação sob a intermediação do ministro, argumentou também que os funcionários não podem ser aproveitados porque não são concursados.

Além dos 396 empregados diretos que devem ser demitidos, a FUP calcula que mais 600 indiretos vão ficar sem trabalho. A ata da reunião desta quinta não faz menção aos indiretos.

Os petroleiros ficaram em greve por 20 dias neste mês, em reivindicação contra as demissões na Ansa e outros três pontos relativos a direitos trabalhistas da categoria. Na tentativa de dar fim ao impasse, o ministro Gandra propôs uma intermediação entre as partes, o que levou os sindicatos a suspenderem a paralisação no dia 20. No dia seguinte, aconteceu a primeira negociação, em Brasília, e houve algum consenso. Nesta quinta-feira as parte concordaram em discutir por mais um mês duas pautas ainda abertas.

“A mobilização precisa continuar, porque continuamos em mesa de negociação para conseguirmos manter os nossos direitos garantidos no acordo coletivo e evitar que a gestão da empresa descumpra aquilo que está acordado no ACT de 2019 e 2020”, afirmou Deyvid Bacelar, diretor da FUP, em vídeo distribuído aos sindicatos filiados.

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Ação do IRB cai 5% após subir forte na véspera; Gol, Petrobras e Vale seguem em baixa com coronavírus

SÃO PAULO – Após duas sessões pós-feriado de forte queda para o mercado, com o Ibovespa acumulando perdas de 9,41% entre quarta e quinta, o pregão desta sexta-feira (28) é novamente de expressivas baixas.

As ações de Petrobras (PETR3;PETR4), Vale (VALE3) e siderúrgicas como Gerdau (GGBR4), Usiminas (USIM5) registram baixa ainda seguindo o cenário de queda para as commodities em meio aos temores para a economia global com o coronavírus, mas elas são bem mais amenas na comparação com as sessões anteriores. A maior queda fica com os ativos do IRB (IRBR3), que subiram 6,66% na sessão passada com a notícia do Estadão de que a Berkshire Hathaway teria aumentado sua participação na companhia, que não foi confirmada pela companhia.

Varejistas registram uma sessão de perdas, enquanto Ambev (ABEV3) estende a queda após perder R$ 20,7 bilhões de mercado na véspera depois da divulgação do balanço do quarto trimestre, que não agradou o mercado. Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC3;BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3), por sua vez, que abriram em alta, ainda resilientes nesses dias de maior aversão ao risco do mercado com os investidores à procura de ativos de qualidade e não tão impactados pelo surto de coronavírus, viraram para queda.

Pelo terceiro dia, a ação da Gol (GOLL4) registra queda: na véspera, o papel caiu 8,9% após perder 14% na véspera, acumulando baixa de cerca de 24% em três dias. O setor aéreo é apontado por analistas como um dos mais prejudicados pelos efeitos do coronavírus já que a tendência é que as pessoas evitem viajar. Além disso, pesa o fato da companhia ter grande parte de seus custos em dólar.

A Embraer (EMBR3) também tem perdas. A União Europeia definiu 23 de junho como o novo prazo para revisão do acordo entre Boeing e Embraer. A revisão estava suspensa desde 21 de janeiro para que as partes fornecessem mais informações consideradas importantes pela comissão. Confira os destaques:

Petrobras (PETR3;PETR4

A Petrobras anunciou na noite de ontem uma série de desinvestimentos, dentro da política da atual administração de gerar mais valor aos acionistas da estatal. Em um comunicado, publicou o teaser para a venda dos 51% que possui na Gaspetro, distribuidora de gás natural que atua em 19 Estados brasileiros.

A venda da Gaspetro foi um desinvestimento cogitado várias vezes por Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras. A japonesa Mitsui é proprietária dos 49% restantes da empresa, pelos quais pagou R$ 1,9 bilhão em 2015. O valor atual da Gaspetro se situaria ao redor de R$ 4 bilhões, segundo analistas.

A Gaspetro controla uma rede de 10 mil quilômetros de gasodutos, com participação em várias distribuidoras estaduais de gás natural. Em outro comunicado, a Petrobras divulgou o teaser para a venda dos campos de gás de Merluza e Lagosta, na Bacia de Santos. Os campos ficam em águas rasas (o de Merluza, 135 metros de profundidade) e são apenas da estatal brasileira. Merluza está em operação desde 1993 e Lagosta desde 2009.

Conforme destaca o Bradesco BBI, a Petrobras está priorizando a venda a um comprador financeiro/estratégico, em vez de um IPO. A Petrobras detém 51% da Gaspetro (enquanto a Mitsui detém 49%), com a empresa detendo uma participação média de cerca de 44% em 19 empresas brasileiras de distribuição de gás.

“O valor contábil da Gaspetro é de cerca de R$ 2 bilhões (US$ 487 milhões) e estimamos que o lucro líquido seja de aproximadamente R$ 300 milhões. 100% da Gaspetro poderia ser de R$ 3,0 a R$ 5,5 bilhões (US$ 670 a US $ 770 milhões). Ao vender sua participação de 51%, a Petrobras poderia arrecadar cerca de US$ 340 milhões a US$ 390 milhões”, avalia o analista.

Vale (VALE3)

A Vale informou que obteve junto à Petrobras navios chamados de Oil Spill Recovery Vessel (OSRV, na sigla em inglês) para conter um eventual vazamento de óleo da embarcação com minério de ferro que encalhou após deixar o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), na segunda-feira.

A medida é apenas preventiva, já que segundo a Capitania dos Portos não há vazamento do combustível do navio, que está encalhado fora do canal de acesso ao terminal. A mineradora informou ainda que contratou especialistas em salvatagem para acelerar o plano de retirada do combustível da embarcação.

A operadora do navio, a sul-coreana Polaris Shipping, explicou nesta quinta-feira que ainda avalia a extensão dos danos causados pelo contato da embarcação com algo ainda não identificado no fundo do mar, o que causou a avaria.

“Como resultado do incidente, alguns tanques de água e espaços vazios sofreram danos, embora a extensão dos danos ainda deva ser estabelecida”, disse a Polaris em nota. “Acredita-se que os porões de carga estejam intactos e a situação está sob controle.” Todos os membros da tripulação estão seguros, destacou.

Dados do terminal Eikon, da Refinitiv, mostram que o navio tinha como destino o porto de Qingdao, na China, para onde deveria levar uma carga de 275 mil toneladas de minério de ferro.

Oi (OIBR3;OIBR4)

A Oi protocolou junto à 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro petição para convocar nova assembleia geral de credores e discutir um aditamento ao plano de recuperação judicial homologado, disse a empresa em comunicado. O objetivo do aditamento é alcançar maior flexibilidade operacional e financeira “para continuar seu projeto de investimento e o cumprimento de seu plano estratégico de transformação”, disse a companhia.

A estratégia passa por reorganização das operações “de forma a dar mais eficiência a sua estrutura societária e criar opções estratégicas de capitalização e fortalecimento da Oi”. A “Oi reitera seu compromisso na execução de seu Plano Estratégico com foco na massificação da fibra ótica no Brasil e em negócios de maior valor agregado e com tendência de crescimento e visão de futuro”.

A nova administração da Oi conseguiu, em dois anos, reduzir a dívida imensa de R$ 60 bilhões para R$ 16 bilhões. Esse e outros argumentos devem ser apresentados em uma nova Assembleia Geral de Credores, que a empresa deve convocar em breve – o comunicado enviado à CVM na manhã de hoje não traz uma data. A última Assembleia aconteceu nos dias 19 e 20 de dezembro do ano passado. Segundo a Oi, só poderão participar da próxima Assembleia os credores que estiveram na última e que, até ontem (27 de fevereiro) ainda detinham ações e outros papéis da operadora em seu poder.

Santander Brasil (SANB11)

Sergio Rial, CEO do Santander Brasil, vai se tornar conselheiro do Grupo Santander (Espanha). Rial vai ser um dos três conselheiros executivos do grupo. ao lado de Ana Botín e José Álvarez.

Rial, que se juntou ao Santander Brasil em 2015, foi importante para a melhora na rentabilidade do banco. O SANB11 atingiu um retorno sobre patrimônio líquido de 21,3% no último trimestre de 2019, patamar muito superior ao encontrado na sua chegada ao banco, que era de aproximadamente 14%.

“Nossa visão sobre a notícia é negativa, uma vez que o Rial é um executivo chave para a subsidiária brasileira e agora ele deve se aproximar da matriz. Lembrando que a possível saída do executivo brasileiro para o grupo espanhol já era especulada pelo mercado”

AES Tietê (TIET11

A geradora e transmissora AES Tietê Energia, que controla 35 hidrelétricas no interior de São Paulo, divulgou balanço e informou um lucro líquido de R$ 105,6 milhões no quarto trimestre de 2019, expansão de 0,6% sobre igual período de 2018. A empresa informou que no ano inteiro de 2019 o lucro líquido cresceu 4,2% para R$ 300,1 milhões. Os números da AES vieram na média das projeções de analistas de mercado.

A receita líquida da empresa cresceu 13,1% para R$ 528 milhões no quarto trimestre do ano passado. No fechamento de 2019, a receita líquida avançou 6,6% para R$ 2 bilhões. A geradora de energia reportou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 285,9 milhões no quarto trimestre do ano passado, uma expansão de 6,1 sobre igual período de 2018. Em 2019 fechado, o Ebitda avançou 2,3% para R$ 1,02 bilhão.

O balanço teve dois destaques: um foi o aumento dos investimentos da empresa em parques eólicos geradores de energia e outro foi a redução do endividamento líquido da empresa. Embora a dívida bruta supere R$ 4 bilhões, a empresa conseguiu reduzir sua dívida líquida em 6,5% em 2019 para R$ 2,89 bilhões. Segundo a empresa, o índice de alavancagem da dívida sobre o Ebitda fechou 2019 em 2,79 vezes (2,79x). A empresa conseguiu refinanciar grande parte do débito, que vencerá a partir de 2025.

A companhia atualizou sua previsão de investimentos para o período de 2020 a 2024 para aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Em maio do ano passado, a empresa projetava investir R$ 662,1 milhões entre 2019 e 2023 na finalização da construção de parques eólicos e projetos já existentes. Um pouco mais da metade desse aporte, R$ 342,8 milhões, foram investidos ao longo de 2019.

Conforme fato relevante divulgado pela elétrica, o montante será direcionado à modernização e manutenção de seus ativos em operação e à expansão, principalmente para a construção do complexo eólico Tucano e desenvolvimento de unidades de geração distribuída.

“Temos uma avaliação positiva dos resultados da AES Tietê no quarto trimestre de 2019, dado que o Ebitda ajustado e o lucro vieram acima das nossas estimativas. Acreditamos que as ações da AES Tietê fornecem uma das melhores histórias de risco-retorno no setor elétrico. Mantemos nossa recomendação de compra e nosso preço-alvo de R$ 17 por unit”, destaca a XP Investimentos.

BRF (BRFS3)

Por causa do surto de coronavírus, a BRF suspendeu viagens de seus funcionários para Coreia do Sul, Itália e Irã, três países que vêm sendo atingidos pela disseminação da doença. A companhia já havia suspendido viagens para China continental. A doença também já começa a afetar indústrias brasileiras por causa da falta de peças e componentes industriais vindos da China, onde fábricas estão paradas, diz o Estadão.

Embraer (EMBR3)

A União Europeia definiu 23 de junho como o novo prazo para revisão do acordo entre Boeing e Embraer. A revisão estava suspensa desde 21 de janeiro para que as partes fornecessem mais informações consideradas importantes pela comissão.

IRB Brasil (IRBR3)

O IRB Brasil nega que o presidente do conselho de administração, Ivan Monteiro, tenha pedido renúncia, em comunicado ao mercado. Reportagem do Valor afirmou que Monteiro pediu demissão do cargo no último dia 20, um dia após a teleconferência de resultados da empresa, citando fontes
próximas à resseguradora.

Neoenergia (NEOE3)

A Neoenergia aprovou ontem a emissão de debêntures no valor de R$ 300 milhões. Segundo a empresa, os recursos levantados com a venda dos papéis serão usados nos seus projetos de transmissão de energia elétrica. A B3 fará a custódia eletrônica dos papéis. Serão 300 mil debêntures emitidas, cada uma ao valor de R$ 1 mil, com vencimento em 2045. Segundo a Neoenergia, serão pagos juros de 4,50% ao ano sobre os papéis, a partir de 15 de fevereiro de 2023.

Copel (CPLE6)

A Copel, estatal de energia elétrica do Paraná, fechou ontem um acordo com a Petrobras de fornecimento de gás natural para a usina termelétrica de Araucária (UEGA) na Região Metropolitana de Curitiba. A UEGA é um ativo controlado pela Copel, que tem participação de 80% na usina, enquanto os 20% restantes são da Petrobras. O acordo vale até 31 de dezembro deste ano.

Renova (RNEW11)

A Renova Energia, empresa em recuperação judicial, comunicou ontem ao mercado que recebeu na sexta-feira passada (21 de fevereiro) uma oferta vinculante de financiamento para concluir o parque eólico gerador de energia Alto Sertão III Fase A, bem como “para despesas operacionais correntes” da própria empresa. A companhia afirmou que estuda a oferta.

PagSeguro

A PagSeguro viu seu lucro líquido subir 29,4% no quarto trimestre de 2019 na comparação com igual período de 2018, totalizando R$ 391,9 milhões. A receita líquida com operações de pagamentos e outros serviços foi de R$ 1,5 bilhão, avanço de 37,2% na base de comparação anual.

A base de usuários ativos encerrou o ano passado em 5,3 milhões, expansão de 1,1 milhão ante 2018.

O custo de vendas e serviços subiu 12,1% no período, para R$ 747,4 milhões, mas como percentual da receita líquida, os custos recuaram de 82,6% para 80,1%. Já as despesas com vendas saltaram 124,5%, para 186,6 milhões de reais. Segundo a PagSeguro, o aumento é relacionado a “despesas com marketing”.

O Itaú BBA, o Bradesco BBI e o Morgan Stanley avaliaram o balanço da PagSeguro, empresa brasileira que é listada no Nasdaq em Nova York, mas atua no Brasil. O BBA comentou que os resultados vieram em linha com as projeções e manteve a recomendação neutra para os papéis. Como fatores positivos, o BBA aponta que o lucro foi de R$ 1,5 bilhão, 2% superior à projeção do banco, e a base de clientes ativos da plataforma cresceu em 250 mil pessoas para 5,3 milhões no final de 2019. No lado negativo, o BBA aponta o aumento das despesas operacionais, principalmente no marketing para divulgar o PagBank. O banco colocou em revisão o preço-alvo da ação para 2020.

O Bradesco BBI avalia que o lucro líquido do quarto trimestre chegou 11% abaixo das estimativas do banco e indica que houve uma desaceleração para 7,6% no gasto médio por consumidor no período, o que indica “que os desafios crescem para a empresa líder no segmento de microempreendedores no Brasil”. O BBI também observa que a PagSeguro investe em iniciativas de alto risco, como um “super app”, que podem não trazer os resultados sonhados.

A recomendação continua “underperform” (abaixo da média), com redução de 14% no preço-alvo do papel da fintech brasileira neste ano, de US$ 32,40 para US$ 28,00. A avaliação mais positiva da PagSeguro é a do banco americano Morgan Stanley. O Morgan comenta que o lucro líquido, embora tenha vindo um pouco abaixo das estimativas, foi robusto, e o volume total de pagamentos (TPV) cresceu 17% no quarto trimestre para R$ 34,3 bilhões, dentro da estimativa do banco. O TPV para 2019 inteiro cresceu 51% para R$ 115 bilhões, outro número que o banco considera positivo. O Morgan Stanley mantém a nota “overweight” (acima da média) para a ação PAGS e fixa um preço-alvo de US$ 56,00 para a ação na NYSE, uma projeção no mínimo “bullish”.

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(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Redes de shoppings voltam a investir em prédios residenciais e comerciais

Redes de shopping centers, como Iguatemi e Multiplan, estão se preparando para retomar o desenvolvimento de projetos multiúso, com prédios comerciais, residenciais e hotéis ao redor dos centros de compras. Estimuladas pela melhora da atividade econômica e queda das taxas de juros, as companhias começam, aos poucos, a tirar da gaveta seus planos de expansão nessa área.

A Multiplan, dona de 19 shoppings, está voltando a investir no segmento de incorporação imobiliária após cinco anos. Seus últimos projetos entregues foram o prédio comercial Diamond Tower e o residencial Résidence du Lac, em 2015, ambos em Porto Alegre (RS).

Neste ano, a companhia pretende lançar a primeira fase do empreendimento Golden Lake, na zona sul da capital gaúcha, ao lado do Shopping Barra Sul. “Com a queda dos juros, o mercado imobiliário é a grande aposta dos próximos anos”, disse José Isaac Peres, fundador e presidente da Multiplan. A companhia tem 820,5 mil m² de terrenos para futuros projetos multiúso no entorno dos seus centros de compra.

A primeira etapa do Golden Lake deve sair em junho e prevê a construção de 34 mil m² de área privativa, com um valor geral de vendas entre R$ 400 milhões e R$ 450 milhões. O empreendimento será lançado em várias fases e terá um valor geral de vendas na ordem de R$ 3 bilhões. Segundo Peres, a expectativa é de que R$ 1 bilhão desse montante se transforme em lucro líquido para a Multiplan ao longo dos próximos anos.

Permuta de terrenos

A visão mais otimista para projetos multiúso também é compartilhada pelo grupo Iguatemi. Dona de 16 shoppings, a companhia tem terrenos nas adjacências de seus atuais pontos, nos quais há potencial para serem erguidos 1,3 milhão de m² de edificações. “Vemos mais apetite na parte imobiliária”, afirmou Cristina Betts, vice-presidente de finanças e relações com investidores do grupo.

Essas áreas adjacentes, segundo a executiva, podem reforçar o fluxo de consumidores no local. O desenvolvimento desses projetos se dará pela permuta do terreno com empresas do setor de construção. Neste ano, foram iniciadas as obras da torre de 14 andares de escritórios anexa ao Galleria Shopping, em Campinas (SP).

O Iguatemi tem a meta de investir este ano entre R$ 170 milhões e R$ 220 milhões. Se confirmada a expectativa, representará uma alta de até 51% em comparação com o desembolsado em 2019. Os recursos vão para a obra da torre comercial do Galleria Shopping e reformas e manutenção dos empreendimentos em operação. A meta de investimentos não inclui potenciais desembolsos com aquisições.

Cristina afirmou que ainda é cedo para a companhia se debruçar com maior ímpeto em projetos de expansão ou novos shoppings. Antes disso, é preciso atrair mais lojistas para diminuir a vacância dos atuais centros de compras.

O consultor Michel Cutait, dono da empresa especializada em shoppings e varejo Make it Work, afirmou que a maior parte dos projetos de shopping concebidos no início da década, durante o “boom” do setor, já era multiúso, mas não avançou por causa da crise. “A retomada agora é favorável, porque a economia brasileira está levemente melhor e as empresas têm os terrenos e o capital para investir.”

A vantagem dos projetos multiúso está no aumento do fluxo de visitantes nos shoppings. “Cria-se uma conveniência para os consumidores, que podem circular em lojas e cinemas bem ao lado do local de trabalho”, afirmou. “Para as donas dos shoppings, é uma estratégia de diversificar a receita, ficando menos dependentes do ganho com a locação de lojas.”

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