Venezuela estuda privatizar petróleo diante de crise econômica

(Bloomberg) — Diante do colapso econômico e duras sanções, o governo socialista do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, propôs oferecer participações majoritárias e o controle de sua indústria de petróleo a grandes corporações internacionais, uma medida que acabaria com décadas de monopólio estatal.

Representantes de Maduro conversaram com a russa Rosneft, com a espanhola Repsol e com a italiana Eni. A ideia é permitir que as empresas assumam instalações petrolíferas controladas pelo governo e reestruturem algumas dívidas da petroleira estatal Petróleos de Venezuela em troca dos ativos, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.

A proposta, que poderia oferecer um bálsamo para o frágil setor petrolífero do país, está em fase inicial e enfrenta grandes obstáculos. A legislação venezuelana teria que ser alterada, há divergências sobre como financiar as operações e as sanções dos Estados Unidos impedem qualquer empresa americana de negociar com o regime Maduro sem permissão. As sanções também desencorajaram empresas de fora dos EUA a investir na Venezuela.

Outrora uma admirada estatal com produção de 3,5 milhões de barris por dia, a PDVSA agora bombeia apenas 700 mil barris, um recorde de baixa, apesar de operar nas maiores reservas do mundo. A situação financeira da empresa está em frangalhos: as reservas em moeda forte do banco central caíram para o menor nível em três décadas, enquanto as reservas de caixa do governo totalizam menos de US$ 1 bilhão.

Assembleia Nacional

Para que o Tesouro dos EUA mude sua política, quase certamente exigiria a aprovação do líder da oposição, Juan Guaidó, que é apoiado por Washington e líder da Assembleia Nacional, onde as leis são aprovadas.

Embora Guaidó e a oposição apoiem o aumento da participação e investimento estrangeiros na Venezuela, não querem fazer nada que ajude Maduro a sobreviver. A oposição pressiona para que Maduro renuncie e permita novas eleições presidenciais.

A PDVSA pede novos investimentos às empresas. Se a proposta for aprovada, as companhias querem receber pelo fluxo operacional, disseram duas pessoas. As negociações levantaram a possibilidade de transformar algumas das dívidas da PDVSA em capital para as empresas, disseram as pessoas.

PDVSA e Rosneft não responderam a um pedido de comentário. A Repsol não quis comentar, assim como Eni e o Tesouro dos EUA.

Várias prestadoras de serviços dos EUA, como a Chevron, possuem licenças temporárias para operar na Venezuela. Não está claro o que aconteceria com essas licenças se o governo Maduro fosse em frente com a proposta.

Joia da coroa

O petróleo tem sido a joia da coroa da Venezuela, um recurso tão precioso que restrições severas ao controle e investimento estrangeiro são estabelecidas na Constituição.

Mas a crise do país, resultado de má gestão, queda dos preços do petróleo, corrupção e pressão estrangeira, levou Maduro a abrir mão de muitos princípios socialistas recentemente.

Discretamente, o presidente da Venezuela eliminou controles sobre o câmbio e importações, permitindo o crescimento de uma economia de mercado dolarizada e limitada. Em outra medida, também iniciou conversas confidenciais com credores de cerca de US$ 60 bilhões em títulos, alguns deles dos EUA, oferecendo atrelar as dívidas a uma empresa de perfuração estrangeira que receberia os direitos dos campos de petróleo como meio de recuperar a dívida, segundo pessoas a par do assunto.

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Cielo tem “trimestre para esquecer”, mas ação tenta reagir após cair 15% em janeiro

Prédio da Cielo

SÃO PAULO – Vista por analistas como resultado da aceleração nos custos e da deterioração na receita de antecipação de recebíveis, a queda de 49,7% no lucro da Cielo em 2019 em relação ao ano anterior pode punir a empresa do ponto de vista de reação do mercado, de acordo com a equipe da XP Research.

Além dos resultado, a empresa divulgou na noite de segunda-feira (27) um memorando de entendimentos com seus controladores, Banco do Brasil e Bradesco, estabelecendo os critérios de remuneração dos bancos para a prestação de serviços de captação, indicação e manutenção de estabelecimentos comerciais para a empresa – o uso do balcão. Os bancos serão remunerados em  10 pontos base sobre o volume elegível capturado pela Cielo por um ano. O acordo tem efeito retroativo a partir de 1 de janeiro de 2020.

O analista Domingos Falavina, do JPMorgan, escreveu em relatório que o último balanço é “um trimestre para esquecer”, mas que esse novo acordo pode significar alívio para a companhia. Na manhã desta terça-feira (28), primeiro pregão após a divulgação dos resultados, CIEL3 chegou a ser negociada com queda de 6,61% por volta das 10h30, mas logo em seguida chegou a atingir alta de 1,5%. Às 11h2, o movimento havia praticamente zerado para alta de 0,14%. No ano, o papel ainda acumula queda de 15,55%.

Mas só isso pode não ser suficiente para criar confiança na adquirente. “Embora a empresa afirme consistentemente que o foco não é o lucro de curto prazo, este é o segundo trimestre consecutivo com ganhos consideravelmente abaixo do consenso, no intuito de ganhar participação de mercado”, lembra a XP. Por isso, a reação do mercado deve ser negativa. Os resultados foram abaixo das expectativas das casas de análise.

O lucro líquido da empresa de adquirência ficou em R$ 1,58 bilhão e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ficou em R$ 1,79 bilhão, 50,6% abaixo de 2018. Enquanto isso, a receita líquida da companhia caiu 17,8% em 2019, para R$ 5,3 bilhões. Considerando apenas o quarto trimestre, o baque no lucro líquido foi de 68% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Para o Morgan Stanley, o volume (que aumentou 9%) foi positivo: os esforços para cortar preços se refletiram em uma redução na perda de market share. “Mas o yield da receita contraiu novamente neste trimestre, destacando a compressão significativa nos preços que a empresa teve de fazer para se manter competitiva”. Com custos e despesas crescendo mais rapidamente que as receitas e fraco crescimento no segmento de micro e pequenas empresas, a visão do banco não é positiva.

O Itaú BBA colocou o rating da empresa sob observação mediante o período de dificuldade. Os analistas escreveram que vão esperar “maior clareza sobre os prospectos da companhia para 2020”.

Desafios

E seu release, a Cielo justificou a queda da receita à “pressão no preço médio decorrente do ambiente competitivo, efeitos parcialmente compensados pelo aumento do volume capturado e pelo crescimento da receita relacionada ao produto pagamento em dois dias”.

A companhia também informou o pagamento de juros sobre capital próprio complementares no montante de R$ 24,2 milhões. O pagamento será feito aos acionistas em 13 de fevereiro com base na posição acionária de 30 de janeiro, ou seja, as ações passam a ficar ex-JCP em 31 de janeiro.

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Ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas sobem forte após tombo na véspera; Cielo opera estável após balanço fraco

SÃO PAULO – Após o Ibovespa ter registrado a maior queda desde março de 2019 com os temores sobre o coronavírus, a sessão é de recuperação para a bolsa brasileira, na esteira das bolsas no exterior e acompanhando as medidas tomadas pela China para combater o coronavírus, que já vitimou mais de 100 pessoas.

Frigoríficos como JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3), além de Vale (VALE3) e siderúrgicas como Usiminas (USIM5), Gerdau (GGBR4) e CSN (CSNA3) sobem forte e poucas ações do Ibovespa registram perdas, caso de Telefônica Brasil (VIVT4) e RD (RADL3), que foram uma das poucas altas do índice na sessão da véspera.

Praticamente no zero, estão as ações da Cielo (CIEL3), após a divulgação do resultado do quarto trimestre considerado fraco. Confira os destaques:

Cielo (CIEL3)

A Cielo, operadora de cartões e meios de pagamentos, comunicou ontem à CVM que obteve um lucro líquido de R$ 1,58 bilhão em 2019, uma queda de 49,7% em comparação a 2018, quando lucrou R$ 3,1 bilhões. Em seu balanço publicado na autarquia, a empresa informou que obteve um EBITDA de R$ 1,79 bilhão, o que representou um recuo de 50,6% em comparação a 2018. O volume financeiro de transações da empresa foi de R$ 683 bilhões no ano passado, um aumento de 9% sobre o ano anterior.

O Itaú BBA, Bradesco BBI e o Morgan Stanley, comentaram que o balanço da Cielo veio abaixo das expectativas para a credenciadora de cartões. O Itaú BBA colocou sob revisão o preço-alvo da Cielo e a própria classificação do papel. A perspectiva do BBA para o papel é negativa. “A Cielo apresentou fracos resultados no quarto trimestre de 2019, com aumento das despesas. Houve uma queda de 38% no EBITDA em 2019, na comparação a 2018, e os gastos levaram a uma deterioração de 13 pontos porcentuais na margem EBITDA”, comentou.

Para o Bradesco BBI, o lucro líquido do quarto trimestre, de R$ 242 milhões, veio 17% abaixo da estimativa da corretora, que era de R$ 292 milhões. O BBI avalia que as despesas e os custos no período foram 9% maiores que a projeção para a Cielo. A equipe de análise não mudou as projeções de lucro líquido para a Cielo em 2020 e 2021, de R$ 1 bilhão e R$ 1,1 bilhão, respectivamente, mas alerta que o mercado pode mudar e ressalta que os preços nas empresas de meios de pagamento continuam sob pressão por causa da forte concorrência. A recomendação dos analistas para a Cielo continua “underperform” – abaixo da média, com o preço-alvo do papel em R$ 6,50, abaixo dos R$ 7,00

Já o Morgan Stanley, embora ainda classifique o papel como “overweight”, que é positiva, comentou que os resultados da Cielo “vieram abaixo das nossas estimativas. O lucro líquido de R$ 242 milhões no quarto trimestre de 2019 teve queda de 32% na comparação a igual período de 2018, e veio abaixo da nossa estimativa de R$ 392 milhões e do consenso do mercado, de R$ 345 milhões”, comentou o Morgan Stanley. “Os custos e as despesas estão crescendo bem acima do faturamento”. Como ponto positivo, o banco ressalta que o faturamento bruto da Cielo no quarto trimestre, de R$ 2,97 bilhões, cresceu 6% sobre igual período do ano anterior, “acima em 3% das nossas estimativas de R$ 2,88 bilhões e também da estimativa do mercado”.

Banco do Brasil (BBAS3)

A União concluiu a venda das ações excedentes do Banco do Brasil (BB) em poder do governo. A operação, que arrecadou R$ 1,06 bilhão, ocorreu na última quinta-feira (23), mas só foi divulgada ontem (27) pelo Ministério da Economia.

Ao todo, foram vendidas 20.785.200 ações ordinárias que excediam o limite necessário para a União manter a condição de maior acionista do banco. A operação não afetará o controle da instituição financeira pelo governo.

Em nota, o Ministério da Economia informou que a venda das ações segue a política de desinvestimentos e de redução do tamanho do Estado definida pelo governo. Segundo a pasta, o dinheiro retornará aos cofres públicos, podendo ser usado para reduzir a dívida pública ou fazer investimentos, como obras públicas.

Neste ano, o governo quer vender cerca de R$ 150 bilhões de participações da União em empresas. A venda das ações excedentes do Banco do Brasil tinha sido incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND) em 22 de agosto do ano passado. Os papéis estavam depositados no Fundo Nacional de Desestatização, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

JBS (JBSS3)

A JBS informou que fechou um acordo com a empresa chinesa WH Group, de Hong Kong, para exportar carnes bovina, suína e de aves no valor de até R$ 3 bilhões por ano à China. Segundo a empresa brasileira, serão exportados produtos in natura das marcas Seara e Friboi. “Este acordo reflete a maturidade das nossas relações comerciais com a China”, disse Renato Costa, presidente da Friboi. Segundo a JBS, o WH Group tem 60 mil pontos de venda na China. A empresa brasileira diz que os embarques começarão ainda no primeio trimestre deste ano.

Telebras (TELB4)

A estatal Telebras comunicou à CVM, na noite de ontem, que os acionistas que quiserem exercer o direito de sobras das ações ordinárias e preferenciais da empresa poderão comprá-las até 3 de fevereiro na B3, no Banco Bradesco ou nas suas corretoras. A empresa realizou um aumento de capital, com a emissão de mais de 10 milhões de ações ordinárias e 8 milhões de ações preferenciais, em dezembro. Sobraram cerca de 2,2 milhões de ações, entre ON e PN. A empresa espera levantar R$ 1,5 bilhão com o aumento de capital. Após a privatização da telefonia fixa e móvel em 1998, a estatal foi desativada. Em 2010, foi reativada para a instalação de fibra óptica e banda larga no interior de vários estados.

brMalls (BRML3)

A brMalls e a Multiplan, duas as maiores donas e administradoras de shopping centers do Brasil, informaram que investirão em 2020 um total de R$ 69 milhões na Delivery, sua joint-venture para a logística e integração entre operações do varejo físico e o comércio eletrônico. A Delivery atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Azul (AZUL4

A Azul informou que pretende subarrendar 53 dos seus aviões Embraer E-195 para companhia aérea LOT, da Polônia, e para a Breeze Aviation Group, uma empresa aérea “start up” dos Estados Unidos. Segundo a Azul, a operação faz parte do seu plano de substituição da frota por aeronaves mais modernas, como o Embraer E2, que é maior e tem o consumo mais baixo de combustível. “Agora que construímos uma malha mais extensa, estamos prontos para adicionar em nossa frota as aeronaves E2. O preço do combustível é 35% mais caro no Brasil que em outras partes do mundo, por isto é essencial que a Azul passe a operar com aeronaves da próxima geração o quanto antes”, comentou John Rodgerson, executivo-chefe da Azul.

 

Embraer (EMBR3)

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Embraer  pela Boeing, alegando que as empresas não concorrem nos mesmos mercados e que não há risco de problemas concorrenciais decorrentes da aquisição.

Em nota, o Cade informou que sua decisão engloba duas transações: a aquisição pela Boeing de 80% do capital do negócio de aviação comercial da Embraer e a criação de uma joint venture entre ambas as empresas voltada para a produção da aeronave de transporte militar KC-390, com participações de 49% (Boeing) e 51% (Embraer).

A autarquia concluiu que a compra da Embraer pela Boeing não deve impactar negativamente os níveis de rivalidade existentes neste mercado, apesar de as condições de entrada no setor não serem favoráveis.

“Na verdade, a ampliação do portfólio da Boeing deve aumentar sua capacidade de exercer pressão competitiva contra a líder Airbus, empresa que domina esse mercado”, explicou o Cade em nota.

Sobre a joint venture, o Cade “concluiu que não existe possibilidade de exercício de poder de mercado, uma vez que a operação não representa a união dos portfólios de aeronaves de transporte militar das empresas, mas apenas a participação em um projeto comum.”

(Com Agência Brasil e Bloomberg)

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BOVA11: saiba por que ele é tão indicado para diversificação

Quer investir na bolsa de valores, mas não tem tempo para acompanhar os negócios das empresas que emitem os papéis? Pois saiba que existe um jeito simples de aplicar dinheiro em mais de 60 ações das maiores empresas do país, que serão monitoradas diariamente por um profissional. Basta comprar cotas do ETF BOVA11!

A forte queda da taxa básica de juros, a Selic, impulsiona os mais conservadores a buscarem em aplicações de renda variável, como as ações, em uma tentativa de aumentar a rentabilidade da carteira.

Isso porque as aplicações de renda fixa passaram a render menos, a exemplo de títulos públicos e da poupança. Como resultado, os fundos de índice de ações (ETFs, na sigla em inglês) têm sido cada vez mais procurados por quem quer aumentar o risco do seu portfólio de aplicações financeiras de forma controlada.

Em 2019, os ETFs de renda variável captaram cerca de R$ 5 bilhões. Apesar de ainda representarem menos de 1% do total aplicado em fundos de investimento no país, o patrimônio líquido desses ETFs dobrou em 2019: passou de 11 bilhões em janeiro para 22 bilhões em dezembro.

Conheça neste post por que o BOVA11 é frequentemente recomendado para diversificar o risco da carteira!

O que é o BOVA11?

O iShares Ibovespa Fundo de Índice (BOVA11) é um ETF de ações que busca ter performance igual ou melhor do que o Ibovespa, o principal índice da bolsa de valores.

O indicador reflete o desempenho das ações mais negociadas na B3, a maioria grandes empresas brasileiras, como Itaú, Vale, Ambev, Gerdau e Petrobras.

Entre os ETFs listados na B3, o BOVA11 é o que tem o maior volume de negócios, equivalente a cerca de 80% do total dos ETFs. Em 2019, foram negociados R$ 125 bilhões em cotas do fundo.

O BOVA11 foi criado em 2008 e foi um dos ETFs que inauguraram o mercado da aplicação no Brasil, que só ficou mais conhecido nos últimos dois anos. Esse longo período de negociação permitiu ao fundo ganhar liquidez e ter um patrimônio elevado em relação aos concorrentes.

Como funciona esse ETF?

O BOVA11 é gerido pela BlackRock, uma das maiores gestoras de investimentos do mundo, e funciona de forma semelhante aos fundos de investimento indexados. A principal diferença é que os fundos de índice têm cotas negociadas na bolsa de valores, enquanto os fundos indexados não.

O fundo de índice cobra uma taxa de administração de 0,30% ao ano para quem investe, valor menor do que o cobrado em outros tipos de fundos. Isso porque o ETF tem gestão passiva. Ou seja, não busca retornos muito acima da média do índice de referência.

Por conta do alto volume negociado de suas cotas, a liquidez do BOVA11 é alta, o que facilita a tarefa de revender a aplicação no mercado caso quem investe precise do dinheiro aplicado.

Assim como na compra de uma ação, é necessário ter conta em corretora. Algumas corretoras não cobram taxa de corretagem na compra de cotas do fundo, e é possível acompanhar as oscilações do valor da cota pelo mesmo sistema que permite monitorar o sobe e desce de uma ação: o home broker.

No dia 24 de dezembro, as cotas do fundo custavam em torno de R$ 111. O lote mínimo para compra equivale a 10 cotas. Ou seja, custa cerca de R$ 1,1 mil.

Contudo, quem quiser aplicar menos dinheiro no fundo pode optar pelo lote fracionário, inserindo a letra F após o código do fundo no sistema da corretora. Por exemplo, quem quiser comprar apenas 5 cotas basta digitar o código BOVA11F e o número 5 na quantidade de cotas desejadas.

Como é composta a carteira do BOVA11?

O BOVA11 é composto majoritariamente por ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, em proporções similares às do índice. A composição não é idêntica porque o intuito do gestor do fundo é buscar o melhor desempenho em linha com o objetivo do fundo, que é seguir o índice.

O fundo investe no mínimo 95% do patrimônio em ações do Ibovespa e posições do índice no mercado futuro, e 5% patrimônio em ativos que não estejam relacionados ao índice.

BOVA11 × BRAX11: qual é a diferença?

O BRAX11 também é um ETF de renda variável. Mas, diferentemente do BOVA11, ele segue o Índice Brasil 100 (IbrX-100), que é composto pelos 100 papéis mais negociados na bolsa.

O fundo de índice também é gerido pela BlackRock e cobra uma taxa de administração de 0,20% ao ano. Contudo, por ter sido criado mais recentemente, ainda tem uma liquidez menor do que a do BOVA11.

Vale a pena investir no BOVA11?

Comprar cotas do BOVA11 é uma forma de aumentar o retorno da carteira de investimentos e investir na bolsa de forma segura, cômoda e pagando pouco.

Entre as principais vantagens do fundo, está a segurança. O investimento em diversos papéis diminui o risco que a pessoa correria caso comprasse diretamente poucos papéis.

Além disso, comprar as 60 ações que refletem o Ibovespa de forma independente teria um custo muito elevado, já que em cada operação de compra e venda geralmente é cobrada uma taxa de corretagem.

Além disso, o fundo reinveste os dividendos distribuídos pelas empresas emissoras dos papéis de forma automática. Ou seja, quem investe não precisa se preocupar em aplicar esses valores, como teria que fazer na compra direta de papéis.

Entre as desvantagens do BOVA11, está a impossibilidade de escolher os papéis que compõem a carteira do fundo, além de não se saber ao certo qual será a composição do índice. Por isso, o BOVA11 é indicado para iniciantes, que não têm tempo para fazer uma análise mais aprofundada sobre cada papel.

Além disso, diferentemente da compra direta de ações, a aquisição de cotas de um ETF não tem isenção de Imposto de Renda para operações de menos de R$ 20 mil a cada mês. A alíquota incidente na aplicação é equivalente a 15% do lucro.

Agora que você conhece o BOVA11 e entendeu a importância desse ETF para a diversificação da carteira, quer saber qual é a composição ideal de ativos para o seu perfil de risco? Conheça o serviço de consultoria de investimentos no nosso Guia completo sobre o assunto!

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FOREX — Combinação de 3 Indicadores

FOREX — Combinação de 3 Indicadores

Para a melhor combinação, são usados frequentemente indicadores de diferentes grupos. Simples assim. Porém, existem também exceções. Entre elas está o Ichimoku Cloud (Nuvem de Ichimoku), que pode ser atribuído a ambos os grupos, assim como o ATR e Bandas de Bollinger, que pertencem a indicadores de volatilidade. Para tornar as coisas mais simples, selecionamos três combinações de indicadores que funcionam muito bem juntos.

Awesome Oscillator e Alligator

Os indicadores Awesome Oscillator e Alligator formam um par harmonioso. Eles também são desenvolvidos pelo mesmo autor, Bill Williams. Fato interessante: Bill Williams era um trader de tendências que dava prioridade a tendências mais fortes em prazos mais longos, condições que são consideradas as melhores para essa combinação de indicadores, já que ambos os instrumentos estão atrasados (seguindo a tendência). O Alligator é um indicador de tendência.

Atendendo ao propósito de sinalizar uma nova tendência, identificando sua direção e mostrando sua força, o Alligator pode indicar a direção do movimento do preço, de acordo com o qual uma negociação pode ser aberta. O Awesome Oscillator, por outro lado, é um oscilador de ímpeto destinado a sinalizar pontos de entrada para abrir uma negociação e pontos de saída para fechá-la, uma vez que a tendência seja definida.

MACD e Bandas de Bollinger

O MACD e o Bandas de Bollinger podem ter benefícios significativos um para o outro. O MACD mostra convergência e divergência de médias móveis. Servindo à finalidade de indicar a reversão, a direção e a força da tendência, ele geralmente leva os traders a adotarem estratégias de negociação que contam com uma reversão de tendência por vir. O Bandas de Bollinger, pertencente a uma categoria de indicadores de tendência, reflete a faixa dinâmica de movimento de preços.

Ele serve para caracterizar os preços e a volatilidade, definindo que os preços são relativamente altos na faixa superior e relativamente baixos na faixa inferior. Com o MACD sendo bastante versátil, uma variedade de estratégias pode ser baseada nessa combinação. Frequentemente, o MACD serve como um gerador de sinal para pontos de entrada e saída, enquanto o Bandas de Bollinger serve como um filtro de sinais.

Ichimoku Cloud (Nuvem de Ichimoku) e Índice de Força Relativa (IFR)

Embora o Ichimoku Cloud (Nuvem de Ichimoku ou Ichimoku Kynko Hyo), à primeira vista, possa confundir seu usuário iniciante, ele certamente merece a sua atenção. O Ichimoku combina as características de um indicador de tendência e um oscilador em um só. Ele pode indicar a dinâmica de preços, a direção da tendência, bem como os níveis de suporte e resistência. Apesar de ser bom por si só, o Ichimoku é frequentemente complementado por osciladores para confirmar o ímpeto de determinada direção. Um par comum para esse propósito é o Índice de Força Relativa (IFR), um oscilador de ímpeto fornecido para determinar a força da tendência atual e seus possíveis pontos de reversão.

Descubra a sua combinação favorita seguindo essas diretrizes simples. Tenha em mente também que quaisquer indicadores, assim como suas possíveis combinações, podem ocasionalmente dar sinais falsos. Além disso, sua precisão pode variar dependendo de outros fatores cruciais, como o período escolhido, a volatilidade do mercado e eventos econômicos importantes. Teste sua estratégia em um saldo de demonstração antes de investir seus fundos e lembre-se de que nenhum indicador, por melhor que seja, é capaz de fornecer sinais precisos 100% do tempo.

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Ações de Eletrobras e Usiminas sobem até 7% com recomendações; frigoríficos têm forte queda

SÃO PAULO – Em uma sessão de recuperação para o Ibovespa com as medidas tomadas pela China para conter o coronavírus, quem ganha destaque entre as maiores altas são mais uma vez ações alvo de recomendação. A Usiminas (USIM5) vê seus papéis subirem até 7% após ser eleita como a nova top pick do Bradesco BBI para o setor, mas também em meio ao noticiário de reajuste de preços de aço, que também impulsiona a CSN (CSNA3).

A Eletrobras (ELET3;ELET6) avança após ter a cobertura iniciada com recomendação outperform (desempenho acima da média) pelo Itaú BBA. A maior queda, por sua vez, fica com as ações de frigoríficos, após as fortes altas recentes e repercutindo a notícia do Valor de que China estaria buscando descontos sobre carne importada do Brasil. Marfrig (MRFG3), JBS (JBSS3) e BRF (BRFS3) são algumas das maiores quedas do Ibovespa enquanto que, fora do índice, a Minerva (BEEF3) também cai forte. Os ativos BEEF3 também tiveram a recomendação reduzida pelo Goldman Sachs.

Confira os destaques:

 

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras anunciou a oferta pública de 611,8 milhões de ações ordinárias que o banco estatal BNDES possui na petrolífera, que serão vendidas na B3 e também na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O valor da venda é estimado em pelo menos R$ 19 bilhões, tomando apenas como referência o valor da ação ON da empresa na B3 no dia 20.  A operação prevê um lote adicional de 20% em relação ao montante inicial — mais 122 milhões de ações. O BNDES tem, hoje, 734,2 milhões de ações da petroleira e, se vendida toda a posição detida, pode levantar cerca de R$ 22,7 bilhões.

O pedido foi protocolado hoje na CVM e o bookbuilding começa nesta quarta-feira. O início do pedido de reserva dos papéis começa dia 29 deste mês, indo até 4 de fevereiro. As negociações das ações brasileiras começarão na B3 em 7 de fevereiro, com data de liquidação no próximo dia 10. “As ações serão ofertadas simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos”, informou a empresa, o que inclui também os ADS que serão negociados na NYSE. No Brasil, os coordenadores da oferta serão o Credit Suisse Brasil, Bank of America Merrill Lynch, Banco Bradesco BBI, BB-Banco de Investimentos, Citigroup, Goldman Sachs do Brasil, Banco Morgan Stanley S.A. e XP Investimentos Corretora de Câmbio S.A.

Nos Estados Unidos, as matrizes e filiais das mesmas empresas ofertarão as ações em Wall Street. O preço das ações será formado sobre a cotação das ações ordinárias (PETR4) na B3 e dos ADSs na NYSE. Na B3, pode levar como base o preço do dia 20 de janeiro do papel ON (R$ 31,98) e na NYSE o preço do ADS no dia 17 (US$ 15,16).

Em outro comunicado, emitido na noite de ontem, a Petrobras confirmou que a Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) tomou uma decisão desfavorável à petrolífera brasileira, que pedia a restituição de R$ 9 bilhões no imposto PIS e na contribuição Cofins relativos à importação nos anos de 2011 e 2012. As taxas foram cobradas sobre contratos de fretes. A Petrobras informou ao mercado que “adotará as medidas judiciais cabíveis à sua defesa”.

Ainda em destaque, o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) pela Petrobras continua mobilizando os sindicatos. Na terça, um grupo permaneceu na entrada da unidade para impedir a passagem de funcionários que trabalhariam no processo de drenagem dos produtos da fábrica, etapa necessária para garantir o desmonte definitivo da unidade.

De acordo com Gerson Castellano, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), a ocupação não tem dia nem hora para acabar. O objetivo é pressionar a diretoria da Petrobras a negociar com os sindicatos o fechamento da unidade. Cerca de 1 mil trabalhadores vão ficar sem emprego por conta dessa decisão da estatal.

“Estamos recomendando a todos os trabalhadores da unidade que voltem para casa e não entrem, já que suas atividades vão colaborar para o fechamento da Fafen-PR”, disse Castellano. A Petrobras anunciou o fechamento da Fafen-PR na semana passada, após aprovação pelo conselho de administração.

Em comunicado ao mercado, a direção da companhia afirma que desde que a fábrica foi adquirida, em 2013, vem dando prejuízos recorrentes, e que, de janeiro a setembro de 2019, a perda chega a R$ 250 milhões. A FUP alega, porém, que o prejuízo decorre da política de preços adotada pela estatal, de equiparação à cotação internacional.

Segundo a FUP, o Ministério Público do Trabalho (MPT) do Paraná recebeu funcionários da Fafen-PR na última segunda-feira. Mas, sem a presença de representante da estatal, o encontro não gerou resultados.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

O Itaú BBA iniciou a cobertura dos ativos da Eletrobras, com uma recomendação “outperform” (desempenho acima da média), com um preço-alvo de R$ 56,00 a ação ordinária da estatal elétrica brasileira.

Segundo o BBA, o papel da ELET3 tem “um enorme potencial de alta” se a empresa for mesmo privatizada; se não for, existe um risco “relativamente limitado” de baixa. No caso do potencial de alta se concretizar, o BBA projeta que o papel pode chegar a um pico de R$ 68,00. Se não for, a baixa prevê um preço de R$ 32,00 para a ação.

O Itaú BBA comenta que a Eletrobras contratou uma consultoria privada para identificar medidas adicionais de eficiência, por isto, mesmo que a privatização não ocorra, pode haver uma redução de custos de até R$ 500 milhões na empresa em 2021.

“Na nossa análise, projetamos uma redução de custos de R$ 300 milhões”, prevê o BBA. O banco também destaca o plano de demissão voluntária implantado pela estatal, que deve desligar 1.300 funcionários e representar outra economia de R$ 490 milhões por ano. O BBA também avalia que, com a redução das dívidas, aumenta o potencial de entrega dos dividendos aos acionistas no médio prazo.

Usiminas (USIM5)

O Bradesco BBI colocou a ação da Usiminas como sua nova “top pick” no setor de siderurgia, à medida que espera que o papel se valorize por causa da recuperação da siderurgia brasileira, principalmente do segmento de aços planos. “Nossas fontes informam que os produtores de aços planos anunciam um novo aumento de preços de 10% para março. Embora o aumento de preços de janeiro não tenha tido sucesso total, ficando em 5% (abaixo dos 10% pretendidos), acreditamos que os 5% que sobraram serão repassados em fevereiro. Recentemente, fizemos um upgrade na ação da Usiminas para um preço-alvo de R$ 13,00, com perspectiva acima da média”, comenta a BBI. “Esperamos uma recuperação dos preços e do volume da produção durante 2020. Estamos otimistas com a siderurgia brasileira, com notas acima da média para Usiminas e Gerdau e nota neutra para a CSN”, avalia o BBI.

Ainda em destaque, um novo reajuste no preço dos aços planos está se desenhando no mercado. A Usiminas informou aos distribuidores do produto no país, na última segunda que irá aumentar em 10% os preços em março. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) também deve seguir a concorrente caso a cotação do dólar permaneça no patamar atual, segundo informa o Valor Econômico. Se for aplicado o reajuste em março, esse será o segundo neste ano. As siderúrgicas anunciaram aumentos de até 10% que foram aplicados no início deste mês.

Mais recomendações

O Goldman Sachs rebaixou a recomendação de três companhias brasileiras. M. Dias Branco (MDIA3) foi rebaixada de compra a neutra. Minerva (BEEF3) foi rebaixada de neutra a venda, enquanto Burger King (BKBR3) teve recomendação cortada de compra para neutra. Além do Goldman
Sachs, rede de fast-food foi, em menos de uma semana rebaixada por Bradesco BBI e JP Morgan, e iniciada como underweight pelo
Morgan Stanley.

Frigoríficos

De acordo com o Valor Econômico, o movimento de renegociação dos contratos chineses de carne bovina importada do Brasil levou alguns frigoríficos a trabalhar com margens negativas nas exportações.

Na indústria frigorífica brasileira – em especial as de pequeno e médio porte -, o humor não lembra o clima de euforia vivido poucos meses atrás, destaca a publicação. No auge, a margem de contribuição chegou a 20%, mas os novos contratos e os renegociados embutem uma margem de 8% a 9%.

Por outro lado, a avaliação dos exportadores brasileiros é de que a demanda será retomada, já que a oferta na China continua apertada, e a esperança é que, após as festividades do Ano Novo Lunar, o mercado chinês comece a se equilibrar.

Em outra notícia do setor, a Alemanha confirmou nesta semana o primeiro caso de grive aviária (do tipo H5N8), verificada em um pássaro selvagem no estado de Brandenburg, próximo à fronteira com a Polônia. Segundo fala do Ministério da Agricultura, trata-se de um caso individual que não envolve frangos de fazendas. As autoridades seguem monitorando evoluções do caso já que surtos já foram verificados em países vizinhos como Eslováquia, Hungria e República Tcheca, além da própria Polônia, desde o final do ano passado.

 

IPOs

A Moura Dubeux vai oferecer até 51,2 milhões de ações ordinárias, entre R$ 17 e R$ 19 cada, em seu IPO, segundo prospecto. Itaú BBA (líder), Credit Suisse, Bradesco BBI, Caixa Econômica Federal coordenam. A precificação será em 10 de fevereiro.

Graziottin (CGRA4)

A varejista gaúcha Grazziotin comunicou ontem ao mercado que foi deferido um pedido de crédito tributário, no valor de R$ 23,5 milhões, junto à Secretaria da Receita Federal. Segundo a empresa informou, o crédito é decorrente de uma sentença judicial transitada em julgado.

EzTec (EZTC3)

A construtora paulista Eztec publicou a prévia operacional do quarto trimestre de 2019. Segundo a Eztec, suas vendas líquidas cresceram 158% em 2019 sobre 2018, para R$ 1,56 bilhão. A empresa afirma que houve uma “escalada” de lançamentos no ano passado, com expansão de 152% sobre o ano de 2018, para R$ 1,89 bilhão. Desse total de lançamentos, R$ 934 milhões foram no quarto trimestre. A empresa fixou mais uma meta ambiciosa e afirmou que pretende lançar entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões em imóveis em 2020. A Eztec atua na Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo o Bradesco BBI, os resultados operacionais são “fortes”, com destaque para os lançamentos no trimestre e a receita líquida de R$ 534 milhões no período. Mesmo assim, a BBI avaliou que o preço atual das ações da construtora já refletem a melhoria operacional obtida em 2019 e o ímpeto em curso no mercado imobiliário de renda média e alta. O BBI manteve o papel da EzTec com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 33,00. O BBI destaca que neste segmento da construção e incorporação imobiliária, suas apostas mais fortes são a Helbor e a Trisul.

Tenda (TEND3)

A construtora Tenda publicou prévia operacional do quarto trimestre do ano passado e de 2019. Segundo a empresa, as vendas líquidas somaram R$ 615,9 milhões no quarto trimestre, uma expansão de 34% sobre igual período de 2018. Outro dado mostrado pela empresa foi uma expansão de 34,6% nos lançamentos no ano passado sobre 2018, o que representou um valor de R$ 2,58 bilhões.

A Tenda tem seu foco nos segmentos habitacionais populares, como no programa Minha Casa, Minha Vida – do governo federal. A construtora informou que a aquisição de terrenos somou R$ 1,59 bilhão no quarto trimestre de 2019, o que garante espaço para novas obras pelos próximos três anos.

O Bradesco BBI reafirmou o papel da construtora e incorporadora paulista Tenda como sua “top pick” após a empresa divulgar a prévia. Segundo o BBI, os resultados vieram muito fortes, com a Tenda superando as próprias metas e crescendo dois dígitos no ano passado. “A Tenda foi capaz de entregar volumes fortes de lançamentos e vendas, superiores em 35% e 10%, respectivamente, sobre 2018. Reafirmamos a Tenda como nossa “top pick”, comenta o BBI, que possui preço-alvo de R$ 40,00 para a ação, 5% acima da projeção anterior, de R$ 38,00, com recomendação outperform.

IRB (IRBR3) e Iguatemi (IGTA3)

A Iguatemi assumiu a participação que o IRB Brasil tinha no Praia de Belas Shopping Centers, de Porto Alegre (RS), e Shopping Center Esplanada, de Sorocaba (SP).

Taurus (TASA3; TASA4)

A Taurus Armas, fabricante brasileira, anunciou ontem que aumentará seu capital social para R$ 520,2 milhões, com a emissão de 3,6 mil novas ações preferenciais, no valor de R$ 18,4 mil. Segundo a empresa, o objetivo do aumento de capital é abater o endividamento da empresa, meta que é perseguida desde 2018.

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Tesouro Direto: taxas dos títulos prefixados recuam nesta quarta-feira

moeda de R$ 1 notas de R$ 50 e R$ 100 real dinheiro

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos prefixados negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentavam queda no início dos negócios desta quarta-feira (22).

As bolsas internacionais se recuperam da queda de ontem, com notícias de que a autoridade de saúde da China anunciou medidas para controlar o coronavírus, doença respiratória que matou nove pessoas e infectou outras 440.

Em dia de poucos indicadores domésticos, as atenções estarão na divulgação dos balanços das empresas nos Estados Unidos e nos dados do setor imobiliário do país.

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No Tesouro Direto, o título com retorno prefixado e vencimento em 2022 pagava 4,98% ao ano, ante 5,07% a.a. na abertura de terça-feira (21). O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 36,41 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação), ou adquirir o título integralmente por R$ 910,35.

O retorno do Tesouro Prefixado 2025, por sua vez, cedia de 6,41% para 6,32% ao ano.

Entre os papéis com rentabilidade atrelada à inflação, as taxas não apresentavam variação. É o caso dos títulos com prazos em 2035 e 2045, cujo retorno permanecia em 3,49% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

Guias InfoMoney

Tesouro Direto  Tesouro Direto

 

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Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta quarta-feira

Os futuros de Nova York apontam nesta manhã para uma abertura em terreno positivo, após a queda nos mercados provocada ontem pelos temores de propagação do “Vírus de Wuhan”.

As bolsas de valores da Ásia reagiram e fecharam em alta após a China adotar medidas para conter a difusão do vírus mortal que derrubou ativos de risco globalmente ontem, enquanto os mercados europeus abriram mistos, perto da estabilidade. Em dia de poucos indicadores domésticos, as atenções estarão na divulgação dos balanços das empresas nos Estados Unidos e nos dados do setor imobiliário do país.

No noticiário corporativo brasileiro, destaque para o anúncio, pela Petrobras, da venda das ações que o banco estatal BNDES tem na petrolífera.

1.Bolsas mundiais

Os futuros de Nova York estão em terreno positivo e apontam para uma abertura em alta, passado o impacto inicial do risco de uma pandemia do “vírus de Wuhan”. Na Ásia, as bolsas de valores se recuperaram parcialmente das quedas de ontem e hoje fecharam com ganhos, enquanto na Europa os mercados abriram em leve alta e operam perto da estabilidade.

Com poucos indicadores na agenda, o mercado deverá aguardar hoje a publicação dos balanços da Johnson & Johnson e da Texas Instruments em Nova York.

O governo da China disse que aumentará a triagem e os controles para combater o crescente surto do novo vírus respiratório, com centenas de milhões de pessoas viajando durante o feriado do Ano Novo Lunar. A notícia de que a doença se espalhou para Hong Kong, segundo uma TV a cabo contudo, conteve o alívio; a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidirá esta quarta se declara o vírus uma emergência de saúde pública.

Conforme aponta a Bloomberg, as autoridades ordenaram o fechamento quase completo da cidade de Wuhan, onde o vírus se originou, com o número de mortos aumentando para nove e os casos confirmados se estendendo a seis locais fora da China continental, incluindo o primeiro diagnóstico nos EUA. O aprendizado de Pequim sobre o surto de SARS em 2002-2003 e o fato de o país estar mais equipado podem ajudar o governo a enfrentar novo risco; porém, a transmissão pode ser favorecida pelo papel maior do consumo, turismo e outras atividades de lazer na China de hoje. Assim, as dúvidas sobre o virus chinês ainda permanecem.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h30 (horário de Brasília):

Nova York
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,37%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,60%
*Dow Jones Futuro (EUA), +0,29%

*Dax (Alemanha) , +0,11%
*FTSE (Reino Unido), +0,29%
*CAC 40 (França), -0,03%
*FTSE MIB (Itália), -0,54%

*Hang Seng (Hong Kong), +1,27% (fechado)
*Xangai (China), +0,28% (fechado)
*Nikkei (Japão), +0,70% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), +1,23% (fechado)

*Petróleo WTI, -0,69%, a US$ 57,98 o barril
*Petróleo Brent, -0,63%, a US$ 64,18 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam com alta de +0,67%, cotados a 673,000 iuanes, equivalentes a US$ 97,51 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 6,9013 (+0,12%)
*Bitcoin, US$ 8.653,21, -0,88%

2. Indicadores econômicos

Dia forte de indicadores nos Estados Unidos, onde serão publicados o índice nacional das vendas de casas de dezembro, ao meio-dia. O Federal Reserve de Chicago publica às 10h30 o índice de atividade de dezembro na sua região.

 

3. Impeachment de Trump

Ainda em destaque nos EUA, depois de mais de 11 horas de discussão, o Senado americano definiu nesta madrugada as regras do julgamento de impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A maioria republicana também rejeitou todas as 11 tentativas da oposição democrata de convocar novas testemunhas contra o presidente. O julgamento será retomado durante a tarde.

4. Paulo Guedes em Davos 

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, apresenta hoje a um grupo de 20 grandes investidores internacionais em Davos, Suíça, uma carteira de projetos no Brasil avaliada em R$ 320 bilhões, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Um dos destaques dos projetos, que incluem privatizações, será o leilão da quinta geração de telefonia móvel no Brasil.

A agenda do Ministro da Economia em Davos inclui reuniões com os presidentes do Uber, Dara Khosrowshahi, e da Apple, Tim Cook; ele reúne-se ainda com o comissário de Comércio da União Europeia, Phil Hogan, e a ministra de Comércio da Coreia do Sul, Yoo Myung-hee.

5; Noticiário corporativo

A Petrobras anunciou a oferta pública de 611,8 milhões de ações ordinárias que o banco BNDES tem na empresa, que serão vendidas na B3 e na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O valor aproximado da operação é estimado em R$ 19 bilhões, tomando apenas como referência o valor da ação ON da empresa na bolsa paulista no dia 20.

O valor da venda, contudo, também levará em conta o preço do ADS negociado na NYSE no dia 17, ao redor de US$ 15. O bookbuilding começa nesta quarta-feira. A empresa também divulgou a lista dos bancos e corretoras que coordenação a operação no Brasil e nos Estados Unidos. Ainda no radar da estatal, ela obteve decisão desfavorável do Carf em processo R$ 9 bilhões.

Ainda em destaque, a IRB vendeu para Iguatemi fatias em 2 shoppings por R$ 260,1 milhões. A Tenda apresentou vendas líquidas de R$ 615,9 milhões, enquanto a EzTec vendeu R$ 543 milhões no quarto trimestre de 2019, apontam as prévias operacionais. Já a  Klabin acertou constituir SPE com Timo para exploração florestal

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos sobem com aversão ao risco no exterior

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam alta no início dos negócios desta terça-feira (21).

No ambiente externo, o clima é de aversão ao risco com a confirmação do governo chinês do “Vírus de Wuhan”, que já matou três pessoas e contaminou mais 200. Também na Ásia, a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota de Hong Kong de Aa2 para Aa3, por conta dos protestos que já duram mais de seis meses.

Nos Estados Unidos, o Senado começa hoje a julgar se o presidente Donald Trump será ou não afastado do cargo. O processo de impeachment foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim do ano passado e se baseia na acusação de que o presidente americano tenha cometido abuso de autoridade ao pedir ao presidente eleito da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que investigasse seu adversário político, Joe Biden, do Partido Democrata.

Por aqui, investidores acompanham as falas do ministro da Economia Paulo Guedes, que discursa no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Na segunda-feira (20), Guedes reforçou que o dólar alto e os juros baixos são o novo normal e que as reformas serão aprofundadas neste ano.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2024 pagava 2,42% ao ano, ante 2,37% a.a. na abertura de segunda-feira (20). O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 59,16 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação), ou adquirir o título integralmente por R$ 2.958,07.

Os papéis com vencimentos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,49%, ante 3,44% ao ano anteriormente.

Entre os títulos prefixados, o com prazo em 2025 pagava 6,41% ao ano, ante 6,38% a.a. na véspera. Já o retorno do Tesouro Prefixado com juros semestrais 2029 avançava de 6,74% para 6,80% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Ibovespa Futuro cai com novo vírus na China e rebaixamento de Hong Kong; dólar atinge R$ 4,20

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em queda nesta terça-feira (21) seguindo a fraqueza das bolsas internacionais após o governo chinês confirmar que o “Vírus de Wuhan”, que já matou três e contaminou 200 pessoas, é propagado de pessoa a pessoa. Além disso, a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou ontem a nota de Hong Kong de Aa2 para Aa3 por conta dos protestos que já duram mais de seis meses.

Nos Estados Unidos, o Senado começa à tarde a julgar se o presidente Donald Trump será ou não afastado do cargo. O processo de impeachment foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim do ano passado e se baseia na acusação de que Trump tenha cometido abuso de autoridade ao pedir ao presidente eleito da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que investigasse o adversário político do americano, Joe Biden, do Partido Democrata.

Às 9h15 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa com vencimento em fevereiro cai 0,61% a 118.370 pontos, enquanto o dólar futuro com o mesmo vencimento tinha alta de 0,33% a R$ 4,2095. O dólar comercial, por sua vez, registrava alta de 0,396%, a R$ 4,2051 na compra e R$ 4,2058 na venda.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 tem alta de três pontos-base a 5,10%, o DI para janeiro de 2023 registra ganhos também de três pontos-base a 5,69% e o DI para janeiro de 2025 avança quatro pontos-base a 6,42%.

Por aqui, o mercado deve ficar atento às falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, que discursa no Fórum Econômico Mundial de Davos. Na véspera, as declarações de Guedes voltaram a fazer o dólar subir, com o ministro reiterando que a combinação de juros mais baixos e câmbio mais alto são o “novo normal” no Brasil.

Já Trump, fez um discurso na manhã de hoje em Davos afirmando que os Estados Unidos estão “no meio de um boom econômico que o mundo nunca viu antes”. Os “ótimos números” da economia, acrescentou, ocorrem apesar da política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

O presidente americano afirmou que a “maior parte” das tarifas comerciais impostas à China vai continuar em vigor durante as negociações da próxima etapa do acordo bilateral, conhecida como “fase 2”, que começarão “muito em breve”. Ele ainda comemorou a assinatura da “fase 1” do acordo, na semana passada. “Nossa relação com a China neste momento nunca esteve melhor”, destacou.

Trump lembrou que o acordo prevê que a China gaste cerca de US$ 200 bilhões adicionais em bens e serviços americanos, mas apontou que o montante pode chegar a algo próximo de US$ 300 bilhões.

Noticiário corporativo

A Caixa Seguridade Participações fechou um acordo com a Icatu Seguros para vender títulos de capitalização, durante 20 anos, nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF). A Icatu investirá R$ 180 milhões na nova empresa que fará essa operação. Já o Banco Inter comprou 70% do capital da DLM, uma gestora que tem uma carteira de R$ 4,5 bilhões.

A construtora e incorporadora imobiliária Even publicou uma prévia dos seus resultados do quarto trimestre de 2019, informando que teve uma expansão de 46% na receita líquida, para R$ 583 milhões no período. Já a Cyrela anunciou que as vendas contratadas somaram R$ 2,06 bilhões no quarto trimestre de 2019. A Hering divulgou na noite de ontem uma prévia do seu resultado do quarto trimestre de 2019. A empresa informou que teve uma queda de 5,2% no faturamento bruto, que foi de R$ 502,9 milhões no período.

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