Tesouro pretende lançar título prefixado com vencimento acima de 10 anos

SÃO PAULO – Em meio a um ambiente de juros no menor patamar histórico, o Tesouro Nacional pretende emitir títulos públicos prefixados com vencimentos mais longos, acima de dez anos. O assunto consta no Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2020, divulgado pelo Tesouro Nacional nesta terça-feira (28).

De acordo com o documento, a criação depende das condições de mercado e visa “contribuir para o alongamento da estrutura a termo de taxas de juros, com externalidades positivas para o mercado de capitais”.

Atualmente, o título prefixado de maior prazo oferecido no Tesouro Direto e disponível para compra corresponde ao com juros semestrais e vencimento em 2029. Os outros dois papéis disponíveis para aplicação vencem em 2022 e 2025 e não contam com o pagamento de cupons semestrais.

Esta não é a primeira vez que o assunto vem à tona. Em outubro passado, o Tesouro confirmou que estava estudando a criação de um novo título público prefixado com vencimento de pelo menos 20 anos.

Segundo o PAF, diante do vencimento, a partir de 2021, de títulos indexados à Selic (LFTs) que foram ofertados em 2015, “se abrirá uma interessante janela de oportunidade para a substituição [desses papéis] por instrumentos com taxas prefixadas ou remunerados por índices de preços”.

Retorno prefixado

Ao comprar um papel prefixado (conhecido anteriormente por LTN), o investidor está fixando na compra o rendimento que será pago no futuro. Até o vencimento, contudo, o retorno irá oscilar de acordo com o comportamento dos juros: caso as taxas subam, o valor desses papéis será ajustado para baixo – o que pode levar o investidor à perda de dinheiro. E vice-versa.

Desta forma, esse tipo de papel é indicado para quem acredita que as taxas de juros tendem a cair, ou para quem quer garantir determinado rendimento anual, com intenção de resgatar o papel apenas na data de vencimento.

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Azul voará para Nova York com passagens mais baratas que a concorrência

Avião da Azul com as cores da bandeira brasileira. Turbina possui as estrelas

SÃO PAULO – A Azul (AZUL4), companhia aérea brasileira, confirmou que terá um destino adicional em sua rota internacional. A partir de 15 de junho, a empresa ofertará voos diretos para a cidade de Nova York, nos EUA.

A rota parte do Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), em Campinas, São Paulo, e desembarca no Aeroporto Internacional John F. Kennedy (JFK), em Nova York.

Segundo a nota da companhia sobre a novidade, a frequência de voos será diária e o modelo escolhido para realizar a rota é o Airbus 330.

No cenário internacional, a companhia já opera vôos para Fort Lauderdale e Orlando, nos EUA, Lisboa e Porto, em Portugal, além de rotas de curta distancias para cidades da América do Sul como Buenos Aires, na Argentina e Montevidéu, no Uruguai.

“Estamos desenvolvendo a aviação regional, atendendo a aviação doméstica brasileira e, com a consolidação desse negócio, podendo expandir também a nossa operação internacional”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul.

Já em Nova York, graças a uma parceria com a JetBlue, aérea low-cost americana, os clientes que voarem com a Azul terão conexões imediatas para cidades como Chicago, Boston, Los Angeles, Austin, Seatle, San Diego, San Francisco, Las Vegas, Salt Lake City, Houston e Long Beach.

Com a novidade, o InfoMoney selecionou algumas datas para comparar os preços da estreante na rota com companhias que operam o trajeto há mais tempo, como American Airlines, Gol (GOLL4), LATAM, Delta e Copa Airlines.

Os preços foram pesquisados utilizando a plataforma Kayak no dia 28 de janeiro e se referem aos mais baixos oferecidos por cada companhia para o período destacado. Confira abaixo:

Companhias  15/06 – 29/06 1/07 – 15/07 16/07 -31/07 2/08 – 17/08 15/09- 01/10 2/10 – 20/10
LATAM R$ 2.613 R$ 5.647 (voo com uma parada) R$ 7.015 R$ 3.222 R$ 3.109 R$ 3.222
American Airlines R$ 3.487 R$ 4.832 R$ 6.992 R$ 3.180 R$ 3.046 R$ 3.156
Delta R$ 3.038 R$ 6.856 R$ 6.498 R$ 3.979 R$ 2.932 R$ 3.979
Azul R$ 2.724 R$ 5.730 R$ 5.730 R$ 2.548 R$ 2.548 R$ 2.548
Gol R$ 5.389 R$ 6.856 (voo com duas ou mais paradas) R$ 7.410 (voo com duas ou mais paradas) R$ 7.410 (voo com duas ou mais paradas) R$ 4.870 R$ 5.180 (voo com duas ou mais paradas)
Copa Airlines R$ 3.165 (voo com uma parada) R$ 3.816 (voo com uma parada) R$ 3.816 (voo com uma parada) R$ 2.840 (voo com uma parada) R$ 2.840 (voo com uma parada) R$ 2.840 (voo com uma parada)

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Agregador de streaming Roku é caro, mas especialistas veem chance de vingar no Brasil

SÃO PAULO – A empresa de software Roku chegou ao Brasil neste mês de janeiro trazendo uma de suas soluções: seu sistema operacional Roku OS, que basicamente é um integrador de streamings. O usuário pode ter acesso a qualquer streaming que assine pela mesma plataforma.

A empresa é bem conhecida nos EUA, mas por outro produto, o seu set-box, concorrente do Google Chromecast e do Apple TV.

E esse foi justamente o questionamento que ficou no ar após o lançamento oficial: por que optar por chegar ao Brasil apenas com o seu sistema operacional integrado a TVs e não com o seu produto de maior sucesso?

Em entrevista exclusiva ao InfoMoney, Arthur van Rest, Vice-Presidente Internacional da Roku, explicou que o Brasil foi o primeiro país onde a empresa optou por oferecer inicialmente apenas o seu sistema operacional e que está sendo um “teste”.

“Vimos no Brasil um grande potencial e o brasileiro cada vez mais assiste streaming. É um mercado em ascensão. Chegamos a uma situação única, é uma aposta e achamos que alcançaremos mais pessoas chegando pela TV”, afirma van Rest.

Fernanda Vicentini, especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Sociais da ESPM, explica que o mercado brasileiro realmente tem potencial. “Estamos começando uma fase de consumo em massa de streaming. Muitas pessoas ainda não consomem e estão começando a olhar esse serviço”, explica.

Para Thiago Costa, coordenador da pós-graduação em Marketing Digital da FAAP e do curso de extensão em Indústria do Entretenimento e Cultura Geek, a estratégia da empresa é cautelosa e inteligente. “Eles estão testando a temperatura do mercado brasileiro. Querem ver como o público se comporta, menos em relação a compra de televisores, e mais em relação ao consumo de conteúdo”, explica.

Segundo ele, a empresa poderá usar o sistema operacional próprio para medir o que os brasileiros estão assistindo e oferecer produtos assertivos para o país. “É um plano de médio-longo prazo. Não é sobre entrar aqui para vender TVs, mas entender o mercado e se planejar para permanecer de forma mais sólida”.

Hoje, a única marca parceira da empresa é a AOC – assim, apenas em televisores da marca americana é possível encontrar o Roku OS. Em um primeiro momento pode não fazer sentido, já que existem outras fabricantes mais populares no Brasil, como a Samsung e a LG, por exemplo.

Mas Costa afirma que foi uma saída para a empresa. “Outra grandes marcas não aceitariam essa parceria porque já têm seu sistema e não veem vantagem em estar com uma empresa dessa. Mas para a AOC é vantajoso, só ela oferece a parceria. E para a Roku a oportunidade de mercado fez da fabricante americana a parceira ideal para começar os trabalhos por aqui”, diz.

Fernanda também acrescenta que o brasileiro não tem uma marca de TV favorita. “De fato, a AOC não é a mais popular, mas se você perguntar para algumas pessoas quais as marcas das três últimas TVs dificilmente serão as mesmas. Além disso, uma residência que possui mais de um televisor não necessariamente tem a mesma marca”, diz.

O vice-presidente da Roku, van Rest, explicou que nos EUA a empresa começou com apenas a TPV (dona da AOC) como parceira de seu sistema operacional e hoje tem mais de 10 marcas de TV parceiras do Roku OS. No México, hoje são sete fabricantes parceiras.

“A ideia é a mesma para o Brasil: expandir para mais marcas também apresentarem o Roku OS. Nossa relação com a TPV é muito boa e trazer isso para um novo mercado é fundamental para as coisas caminharem. Estamos entrando confiantes e vamos dar um passo de cada vez”, diz o executivo.

Para Fernanda, o serviço da Roku é destinado ao consumidor que está acostumado a usar serviço de streaming.

“Se fizemos uma projeção para daqui uns anos muitos outros streamings vão surgir. Em uma suposição futurista, pode ser que cada canal de TV a cabo possua seu canal de streaming. Nesse sentido, a ideia de agregar tudo é bem inteligente. No futuro, serão tantos os interesses e aplicativos que faz sentido estar tudo em um só lugar”, explica Fernanda.

Ainda sobre o público-alvo, o executivo da Roku acredita que o ciclo de troca de TVs no Brasil é relativamente alto. “As pessoas trocam bastante de televisão e precisamos trabalhar com esse ciclos. Quando as pessoas buscarem novas opções, nós estaremos à disposição. Mas não é de uma hora para outra”, diz.

Para Costa, chegar com o set-box, que é líder nos EUA, não necessariamente faria mais sentido. “Também é um mercado que também tem concorrentes sólidos [como Chromecast e Apple TV] e ainda tem uma questão de regulamentação. Tem muitos desses produtos sendo vendidos no mercado paralelo”, diz.

Van Rest afirma que existe a possibilidade de o set-box chegar ao mercado nacional, mas não há pressa.

Preço ainda precisa ser ajustado

Ambos os especialistas afirmam que o produto ainda é caro. Serão dois modelos de TV: um de 32 polegadas que custará R$ 1.199 e um segundo de 43 polegadas que será vendido por R$ 1.599.

Por enquanto, as televisões podem ser encontradas nas lojas online da Via Varejo: Casas Bahia, PontoFrio e Extra.com. Em fevereiro, chegam às lojas físicas do grupo no país.

De fato, van Rest garante que baixar o preço e aumentar o custo-benefício “é o que a Roku tenta fazer todos os dias”. “Sabemos que precisamos estar cada vez mais competitivos. Vamos tentar oferecer a melhor oferta”, diz.

É importante baixar o preço para aumentar a penetração do produto, segundo Fernanda, e fazer isso aos poucos é um “acerto considerando um mercado brasileiro em transformação”.

Diferenciais

E o que faria o consumidor escolher a Roku? Van Rest explicou que o hardware do Roku OS é mais leve e mais barato, porque é feito diretamente para televisores e não integrado a smartphones, como a muitos dos sistemas existentes.

Segundo ele, a empresa não descarta fazer parcerias com outras plataformas de streaming ainda não presentes no Brasil, mas ainda não há planos concretos. “Precisamos primeiro conquistar nosso espaço no país para depois pensar em ideias como essa”.

O professor da FAAP acredita que parcerias com outras marcas de TV, como o vice-presidente almeja, pode ser mais difícil. “Mais provável que a empresa feche parcerias com mais marketplaces digitais para vender seus produtos”.

E complementa: “Disney e HBO Max chegam em breve no Brasil e seriam candidatas boas para fechar acordos. De repente, nos moldes da telefonia: você assina e ganha um aparelho Roku e com contrato de confidencialidade. Mas considerando que a empresa traga o set-box, por exemplo”.

O executivo acredita que a chegada da empresa no Brasil vai mudar a forma como as pessoas compram televisão e consomem conteúdo. “Hoje não é a prioridade comprar uma TV com tantas opções de streamings, mas em um futuro breve deve vir a ser.  Como aconteceu nos EUA e em outros países, as pessoas vão buscar cada vez mais qualidade e praticidade”, diz.

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Coronavírus elimina US$ 1,5 tri de mercados acionários globais

ações em queda

(Bloomberg) — As perspectivas de Wall Street para 2020 ainda estavam frescas quando surgiu o primeiro caso em Wuhan. Mas o que começou como um único paciente com sintomas de pneumonia em 12 de dezembro se transformou em um vírus mortal que sacudiu os mercados globais.

Um cálculo rápido mostra que o coronavírus eliminou US$ 1,5 trilhão em valor dos mercados acionários em todo mundo desde 20 de janeiro, quando a queda das ações em Hong Kong começou a preocupar operadores. No entanto, com as bolsas chinesas e de Hong Kong fechadas devido ao feriado prolongado, o valor ainda é baixo.

“Observando o impacto da SARS em 2002-2003, os mercados acionários dos EUA caíram cerca de 10% antes de se recuperarem”, disse Peter Kisler, gestor da North Asset Management, que realizou lucros em mercados emergentes e posições de alto rendimento. “Poderíamos facilmente ver uma mudança semelhante hoje, já que quase todos os ativos estão sendo negociados em níveis muito caros”.

Ações

Como o vírus se originou dentro de suas fronteiras, as ações da China sofreram o impacto da propagação. Embora os mercados locais permaneçam fechados até 3 de fevereiro devido à extensão do feriado do Ano Novo Lunar, os futuros do índice FTSE China A50 acumulam queda superior a 10% desde 20 de janeiro. Os preços das ações em todo o mundo caíram, e a Ásia foi a região com pior desempenho, enquanto ações europeias saíram relativamente incólumes.

Títulos

Investidores correram para a segurança dos títulos do Tesouro dos EUA. A queda do rendimento do título de 10 anos supera mais de 30 pontos-base no acumulado do ano. O rendimento de referência global reverteu a tendência de alta vista desde setembro, com um número crescente de estrategistas mirando 1,5%. O valor de mercado de dívidas com rendimento negativo deu um salto de US$ 860 bilhões na segunda-feira, o maior volume intradiário desde que a Bloomberg começou a rastrear os dados regularmente há três anos.

Commodities

Traders estão vendendo petróleo e metais industriais diante do receio de que o vírus atinja a demanda mundial. O petróleo WTI acumula queda de cerca de 9% desde 20 de janeiro e agora está a caminho da maior baixa mensal desde maio. Cobre e minério de ferro também foram afetados com preocupações de que a atividade industrial e o setor de construção não retomem as operações após o feriado chinês. Mas o ouro confirma a reputação de porto seguro em tempos difíceis, sendo negociado perto do maior nível em mais de seis anos.

Moedas

A calma histórica nos mercados cambiais foi revertida à medida que o surto ganhava força, com o yuan offshore caindo para o nível mais baixo deste ano. Isso empurrou o dólar-yuan acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com os operadores observando de perto se a taxa se aproxima de 7, um importante nível psicológico. O iene japonês, um oásis tradicional durante turbulências do mercado, subiu para a cotação mais alta em quase três semanas.

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Rio Bravo quer incorporar agências do Santander para criar FII bilionário de varejo

SÃO PAULO – Os fundos imobiliários dedicados a agências bancárias vivem um momento de transição. Ao passo que modelos de negócio digitais ganham destaque, o enxugamento da estrutura física das agências ameaça os rendimentos do segmento.

Para não ficar para trás, os gestores desses fundos vêm se movimentando em busca de novas fontes de ganhos. Uma das soluções é aproveitar a boa localização das agências e mudar o foco dos fundos para o varejo. Agora, uma proposta protocolada na última sexta-feira (23) pode ser um marco dessa tendência.

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) pretende incorporar o Santander Agências (SAAG11) e criar um fundo com patrimônio de R$ 1,35 bilhão, o maior do segmento de varejo. Em dezembro, o RBVA contava com 11 mil cotistas, enquanto o SAAG tinha 15 mil. A Rio Bravo é administradora dos dois fundos.

O RBVA é exemplo de um fundo que está fazendo a transição de agências para varejo. Ainda assim, 75% de suas receitas vêm dos mais de 40 imóveis locados para a Caixa Econômica Federal. Quase todo o restante do faturamento parte de locações para lojas da C&A e Centauro, além do restaurante Nobu.

O fundo é um dos 29 que a Rio Bravo gere ou administra. Ele foi criado em 2012, em meio a um projeto de expansão da Caixa, que previa a construção de novas agências.

Esse plano foi suspenso em 2015 e, três anos depois, o mandato do fundo foi alterado para abranger operações de varejo de rua. Em maio de 2019, o RBVA concluiu a primeira aquisição de um imóvel de varejo, localizado no Leblon, bairro da zona sul do Rio de Janeiro.

Fundo dominante

Na proposta de incorporação, a Rio Bravo diz que o objetivo do negócio é criar um “player dominante no mercado imobiliário, com forte presença em pontos estratégicos”.

Entre as vantagens destacadas pela equipe da gestora, estaria uma gestão integrada, com ganho de escala e agilidade nas prospecções, análises e negociações. “O fundo consolidado potencializa a capacidade de diversificação de portfólio, geográfica, de locatários e de contratos, o que mitiga riscos, gera retornos mais consistentes e fornece segurança no longo prazo. A combinação tem como resultado o maior fundo do mercado voltado para o varejo de rua, o que também ampliará a liquidez do investimento.”

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Como principais riscos envolvidos na operação, a Rio Bravo ressalta que os retornos do SAAG estão concentrados apenas em contratos com o Santander, cujos vencimentos não são muito longos. A maior parte vai expirar em até quatro anos.

Os gestores indicam que não pretendem manter as agências do banco como fonte de receita. Atualmente, o regulamento do SAAG permite apenas contratos atípicos de locação com o Santander. A Rio Bravo quer que isso seja alterado, para incluir operações de varejo.

“Com a incorporação, o fundo adquirirá um novo perfil de risco, posicionado no setor de varejo de rua, hoje pouco explorado pelo mercado”, escreveu a Rio Bravo no documento. “A gestão ativa buscará reciclar seu portfólio a fim de manter o melhor mix de ativos, para que o fundo possa ter a resiliência necessária para o longo prazo.”

A proposta prevê que o RBVA absorva todo o patrimônio do SAAG e emita novas cotas, que serão destinadas aos cotistas do SAAG. Cada cota deles será convertida em cerca de 0,88 cota do RBVA.

Para que o negócio avance, é preciso que os cotistas de ambos os fundos aprovem com quórum qualificado (no mínimo, 25% das cotas totais) a matéria. Caso passe por todos os processos, a previsão é que o novo fundo seja criado e que o SAAG seja extinto em março.

No dia 27, a cota do SAAG fechou negociada a R$ 138,94, em queda de 1,38%, enquanto o RBVA11 ficou praticamente estável, a R$ 149,99.

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Google e empresas de tecnologia lideram compras de energia verde

Energia eólica

(Bloomberg) — Gigantes de tecnologia dos Estados Unidos como o Google lideram as compras de energia limpa, que aumentaram cerca de 40% em 2019. No longo prazo, a pressão de gestoras de ativos liderada pela BlackRock pode aumentar esse volume ainda mais.

Empresas e instituições públicas compraram globalmente um recorde de 19,5 gigawatts de energia limpa por meio de contratos de fornecimento de energia de longo prazo em 2019, superando de longe o recorde de 2018, segundo relatório divulgado na terça-feira pela BloombergNEF.

O Google liderou a lista com contratos de mais de 2,7 gigawatts, quase igualando a potência de três reatores nucleares.

Em carta a CEOs este mês, o diretor-presidente da BlackRock, Larry Fink, disse que sua empresa, com U$ 7,4 trilhões em ativos sob gestão, vai priorizar as mudanças climáticas como um “fator definidor das perspectivas de longo prazo das empresas” e que uma emergência climática global pode transformar os negócios mais cedo do que o esperado.

“Quando investidores como a BlackRock assumem compromissos, todos os que estão abaixo não têm escolha a não ser seguir”, disse Kyle Harrison, principal autor do relatório, em entrevista. Ao mesmo tempo, Harrison afirma que um grande número de companhias agora é “pressionada por investidores, funcionários e empresas da cadeia de suprimentos”.

Embora empresas de tecnologia dominem as compras de energia limpa, um número crescente de empresas de petróleo e gás está assinando acordos, como Occidental Petroleum, Chevron e Energy Transfer Partners.

Os EUA não foram o único mercado de expansão para contratos de fornecimento de energia em 2019. Europa, Oriente Médio e África tiveram anos recordes em 2019, segundo o relatório da BloombergNEF. Na América Latina, onde o crescimento triplicou, Brasil e Chile emergiram como os principais mercados.

“As empresas compraram mais de 50 GW de energia limpa desde 2008”, disse Jonas Rooze, analista-chefe de sustentabilidade da BNEF, em comunicado. É um volume superior aos parques de “geração de energia de mercados como Vietnã e Polônia”.

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Guerra comercial, investimento em emergentes e eleições nos EUA: as perspectivas para 2020 do Credit Suisse

SÃO PAULO – 2020 provavelmente não será tão bom para os mercados quanto 2019, mas ainda há grandes oportunidades, notoriamente entre os emergentes. É o que apontou Michael Strobaek, Chief Investment Officer (CIO) do Credit Suisse Group, em painel realizado nesta terça-feira (28) pelo banco suíço em São Paulo.

Entre os riscos geopolíticos, Strobaek avalia que, enquanto questões como o Brexit começaram a sair do horizonte dos investidores, a intervenção militar americana no Oriente Médio segue sendo um fator de risco e que pode gerar volatilidade nas cotações do petróleo (com leve tendência de alta).

Por outro lado, não há perspectiva de recessão ou crise financeira no próximo biênio, mesmo em um ambiente em que as bolsas americanas vêm registrando recorde atrás de recorde. “Não acreditamos que o valuation [das empresas na bolsa americana] seja um problema”, avalia. Para ele, as ações do setor de tecnologia seguem sendo atrativas, com potencial para retornos sólidos passado o temor que se instalou recentemente entre os investidores com o coronavírus.  O principal propulsor do mercado altista segue sendo o Federal Reserve, com os investidores ainda esperando por novas reduções de juros, que podem impulsionar ainda mais as bolsas dado o cenário mais atrativo para a renda variável.

Voltando ao ambiente macroeconômico, Strobaek avalia que os EUA devem ter um crescimento forte, a Europa voltará a ter crescimento fraco da sua economia, enquanto a China estará em um “meio-termo” frente aos anos em que registrou forte aceleração do seu crescimento, após ter se fechado para alguns mercados, muito por conta da guerra comercial travada nos últimos anos com os americanos.

Neste cenário, um fator de risco para o gigante asiático é o ambiente de tensão com Hong Kong. Desde junho, protestos contra a China tomam as ruas de Hong Kong de forma violenta por causa de um controverso projeto de lei de extradição, retirado pelo governo, mas transformaram-se num movimento de luta em defesa da democracia e contra o autoritarismo de Pequim.

No curto prazo, a economia chinesa virou uma incógnita ainda maior também por conta do impacto no coronavírus, principalmente nos setores de varejo e turismo – além das incertezas de como a doença pode impactar outros países. Porém, entre os pontos positivos, o CIO analisa que a tendência é de melhora na “sensação de confiança” melhore na Europa. No Velho Continente, é importante observar a Alemanha, a maior economia da região: caso o país volte a ter um consumo forte, ele pode a impulsionar o mercado europeu.

Com esses desenvolvimentos no exterior, o CIO do Credit aponta oportunidades em emergentes, citando o Brasil ao falar do potencial caso o País continue com juros baixos no longo prazo, o que pavimenta um ambiente de recuperação para a economia.

Relação entre guerra comercial e eleições americanas

Um outro ponto que será observado pelo mercado de perto é a eleição dos Estados Unidos: na avaliação de Strobaek, o pleito pode inclusive retomar as tensões comerciais entre os americanos e os chineses, após a assinatura da primeira fase do acordo em meados de janeiro que amenizou os temores do mercado. Sobre a guerra comercial, o CIO avalia que a grande questão para os dois países é a disputa no setor tecnológico, notoriamente sobre propriedade intelectual – e não tanto sobre setor de commodities.

O CIO do Credit ainda aponta que os anos de eleição são sempre momentos de debates. Em 2020, especificamente, a questão é quem pode disputar o pleito com Trump.

Em geral, os investidores esperam que Donald Trump será reeleito, uma vez que o Partido Democrata ainda não apresentou um candidato para enfrentar o atual presidente. A avaliação no momento é de que Trump tem sido positivo para o mercado com as medidas de desregulamentação durante o seu governo. Do lado Democrata, Strobaek avalia que um nome como Joe Biden (ex-vice-presidente americano) também poderia animar o mercado.

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Ryanair alerta sobre demissões devido a atrasos do 737 Max

(Bloomberg) — A Ryanair planeja remanejar os voos de verão e alertou funcionários sobre cortes de empregos e fechamento de bases devido à prolongada suspensão das operações com o jato 737 Max da Boeing, segundo memorando para a equipe visto pela Bloomberg.

A maior companhia aérea de baixo custo da Europa vai reprogramar os voos do verão de 2020 no hemisfério norte com 10 aviões a menos, já que agora espera que os primeiros jatos Max cheguem apenas em setembro ou outubro, disse o CEO Eddie Wilson na carta de 27 de janeiro.

A Ryanair limita a expansão enquanto o Max permanece parado após os acidentes na Indonésia e na Etiópia. Embora a fabricante de aviões norte-americana tenha como objetivo retomar as operações com o Max em meados do ano, a empresa irlandesa encomendou um modelo de alta capacidade que precisa de mais certificações, mesmo quando o avião básico retomar as operações.

A Ryanair, com sede em Dublin, planejava receber 58 aviões Max para o verão de 2020, antes de reduzir a estimativa para 10 unidades em dezembro.

A companhia aérea também está demitindo pilotos e tripulação, além de fechar ou reduzir algumas bases, já que o problema do 737 se soma à fraca demanda por voos na Europa.

A companhia anunciará a decisão sobre o fechamento de bases e cortes de empregos nas duas primeiras semanas de fevereiro, segundo o memorando.

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Salto no número de pessoas físicas em grupo de acionistas impõe mudanças a empresas da Bolsa

SÃO PAULO – As empresas brasileiras com ações negociadas na B3 estão aprendendo a lidar com uma nova realidade: o número crescente de acionistas pessoas físicas. O total de investidores que investe diretamente (não via fundos) nesse segmento dobrou em 2019, chegando a 1,68 milhão.

As companhias que receberam esse contingente de novos investidores estudam qual a melhor forma de atendê-los e, em alguns casos, já reforçam os canais de comunicação. Entre as empresas estão as que registraram os melhores desempenhos do Ibovespa em 2019.

Essas pessoas físicas foram levadas à Bolsa pela necessidade de buscar maior retorno em suas aplicações, em um ambiente de baixa taxa de juros – a Selic terminou 2019 em 4,5% ao ano.

O reflexo desse novo ambiente sobre cada empresa dependeu ainda de fatores inerentes às suas operações, como mudanças operacionais ou no controle, e da orientação dada por casas de análise.

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A Via Varejo, dona das marcas Casas Bahia e Ponto Frio, saiu dos pouco mais de 25 mil investidores pessoas físicas, ao fim de 2018, para terminar o ano passado com 122.236, ou seja, quase cem mil em apenas um ano.

Gabriel Succar, gerente de relações com investidores da empresa, atribui esse crescimento ao cenário macroeconômico, em que os juros baixos empurraram os investidores para opções de maior risco, mas também às transformações ocorridas na empresa.

“Tivemos uma mudança de controlador e isso chamou a atenção dos investidores. Há também um maior número de empresas que fazem análise, relatório de ações. Tudo isso estimulou”, avalia Succar. Os papéis da varejista registraram valorização de 154% no ano passado.

Até junho de 2019, a Via Varejo era controlada pelo Grupo Pão de Açúcar, do francês Casino. Essa fatia foi vendida para a família Klein, fundadora das Casas Bahia, e fundos liderados pela XP.

Para atender ao novo público na base de acionistas, a Via Varejo estuda um plano de dar atendimento exclusivo às pessoas físicas, que podem não estar acostumadas à linguagem tradicional de divulgação de informações por parte das empresas com ações negociadas em Bolsa. A área de relações com investidores inclusive já ganhou um reforço na equipe, com um profissional dedicado apenas a essa nova demanda.

“Precisamos de um canal melhor para falar com essas pessoas. Não só a Via Varejo, mas todas as empresas vão ter que se acostumar. A base de pessoas físicas é mais democrática, com diferentes níveis de conhecimento. Precisamos achar uma forma mais amigável e didática de prestar as informações”, diz Succar.

O executivo da varejista conta ainda que a Via Varejo já identificou um aumento, embora ainda tímido, da participação das pessoas físicas nas teleconferências de resultados e outros eventos corporativos, como o Investor Day.

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A expansão da base de acionistas também foi expressiva na Qualicorp, empresa de administração de planos de saúde, que registrou a maior valorização do ano entre as ações que fazem parte do Ibovespa: 243%. Essa forte apreciação foi acompanhada por um contingente de pessoas físicas: o número total passou de 20.260, no fim de 2018, para 30.123, no encerramento do ano passado.

A diretora de relações com investidores da Qualicorp, Grace Cury Tourinho, acredita que a política de distribuição de dividendos da empresa contribuiu para a atração das pessoas físicas.

“Temos uma consistência na distribuição de dividendos. E o lucro crescente da empresa dá maior credibilidade a isso. Nos últimos cinco anos, fizemos uma distribuição de 100% do lucro. E, em 2019, houve uma redução de capital, que, para o investidor, tem efeito de um pagamento de dividendo”, diz a diretora.

Segundo ela, em 2019, os proventos representaram para o acionista um dividend yield (percentual do lucro distribuído em relação ao valor da ação) de 14,2%.

Foco no curto ou no longo prazo?

Grace reconhece que é um desafio para as empresas lidarem com um número maior de acionistas, mas que o trabalho de educação financeira desenvolvido por diferentes corretoras e casas de análise ajuda no processo de informar o investidor. Uma das ações da empresa para melhor entender esse público é saber a fatia que investe no longo prazo e a que busca ganho no curto prazo.

“Ainda não visualizamos uma forte demanda por informações desse público. Não sabemos se ele vai ficar ou se está respondendo a indicações de compra e venda. De qualquer forma, precisamos ficar atentos a essa evolução para nos adaptarmos”, assinala.

As ações do BTG foram as que registraram a segunda maior valorização entre os papéis do Ibovespa, com ganhos de 235%. O aumento da base de acionistas pessoas físicas, no entanto, foi ainda maior: 864%, chegando a 12.248 investidores. No caso da JBS, que registrou valorização de 123%, o aumento da base de acionistas foi mais tímido, de 8.977 para 9.826, uma alta de 10%.

Relacionamento mais amigável

Apesar da expansão da base, o consultor de governança corporativa Renato Chaves vê como tímidas as medidas tomadas pelas empresas brasileiras. Para ele, o relacionamento com as pessoas físicas precisa ser mais amigável e permitir uma participação maior desse público nos eventos das companhias.

“É preciso estimular que esse investidor participe dos eventos corporativos, com a assembleia de acionistas. As empresas não usam esse momento para debater com os investidores. Esse tipo de interação ajuda na atração de novos acionistas”, diz Chaves.

Esse estímulo à participação dos minoritários não é tão frequente no Brasil. Mas, nos Estados Unidos, grandes empresas conseguem agrupar milhares de pessoas. É o caso da Berkshire Hathaway, de Warren Buffet, que reúne mais de 40 mil pessoas na assembleia anual, que conta com uma sessão de perguntas e respostas em que os pequenos investidores são estimulados a participar.

Glauco Desiderio, diretor de relações com investidores da NotreDame Intermédica, afirma que, apesar do crescimento do número de pessoas físicas, a demanda por informações ainda não cresceu, o que dificulta mudanças.

“No nosso caso, é um investidor com um comportamento ainda acanhado, que participa pouco. Podemos mudar a linguagem, mas falta demanda”, afirma.

As ações da NotreDame estão entre as que mais subiram no ano passado, com uma valorização de 136%. O número de acionistas pessoas físicas em um ano passou de pouco mais de 2 mil para 16.338.

“Os juros baixos e as casas de análise ajudaram a levar mais gente para a Bolsa. E, do nosso lado, ajudou o fato de termos entrado no Ibovespa no ano passado”, diz o diretor.

O executivo afirma que, embora não tenha ocorrido uma mudança de estrutura na área de relações com investidores para atender a esses novos investidores, os acionistas minoritários podem demandar informações, fazer uma visita à rede e até mesmo ter encontros com executivos.

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Nubank: serviço digital, tratamento humano

O esforço do Nubank para surpreender os clientes vai muito além de seus produtos.

Todo mundo tem uma má lembrança de algum Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). Musiquinhas de espera, redirecionamentos infinitos e nada de resolver o que você precisava. Nesse cenário, como uma empresa de serviços financeiros pode cumprir seu objetivo de oferecer a melhor experiência possível para seus clientes? Para chegar lá, o Nubank teve que subverter a lógica de uma empresa digital e promover cada vez mais os aspectos humanos. E isso tem surpreendido muita gente. 

A história da Luci 

A xpeer Hana entregando pessoalmente um mimo para a Luci. A inciativa surgiu após um atendimento.

Moradora do interior do estado do Rio de Janeiro, Luci Keil, 64 anos, comprou, via internet, um aparelho elétrico para matar pulgas. Porém, a encomenda nunca chegou. Depois de diversas tentativas de contato com o vendedor, ela telefonou para o Nubank, do qual é cliente. Queria saber como proceder, uma vez que a cobrança já havia sido feita em seu cartão de crédito. A ligação durou cerca de 1h30, tempo necessário para que Hana, a Xpeer (como os profissionais de atendimento são denominados no Nubank), ajudasse a usuária a encaminhar os documentos para que a compra fosse estornada, o que terminou acontecendo.  

Ao longo do telefonema, Hana escutou muitos latidos. Apaixonada por animais, perguntou o motivo do barulho. Luci explicou, então, que tem 85 cães, a razão da compra e da frustração de não receber o pedido. Um tempo depois, a Xpeer foi pessoalmente à casa da cliente, para entregar uma caixa com petiscos, brinquedos, camiseta e bandanas do Nubank para Luci e sua matilha. Os presentes foram acompanhados de uma carta, em formato de osso, escrita à mão pela profissional da fintech e assinada por outros funcionários da empresa. Esse tipo de prática, chamada de WOW, faz parte do esforço do Nubank de encantar o cliente. 

Foco no cliente 

O objetivo do Nubank sempre foi ir além de oferecer serviços financeiros através de tecnologia, design e data science. Todas as áreas da empresa trabalham com foco no cliente. Do desenvolvimento de produto ao atendimento. Apesar do aplicativo ter sido pensado para que as pessoas possam ter autonomia e liberdade na hora de resolver o que precisam, caso alguma ajuda seja necessária, o acesso ao suporte é fácil. A experiência de interação deve proporcionar algo muito maior do que os usuários precisam ou esperam, transformando essa comunicação em um momento memorável. 

A cultura de encantamento do Nubank existe antes mesmo da fundação da empresa, em 2013. Tudo começou quando o colombiano David Vélez – fundador do Nubank – padeceu por seis meses com a burocracia e o péssimo atendimento para abrir uma conta em um tradicional banco no Brasil. O negócio que ele começava a idealizar teria como principal pilar o foco no cliente. Assim nasceu o Nubank. Nos primórdios, quem interagia com os usuários era Cristina Junqueira, co-fundadora da empresa. O número de telefone da fintech era desviado para suas linhas diretas (fixo e celular). Era ela também quem respondia aos e-mails de quem tivesse dúvidas. Aos sábados, domingos e feriados. Do escritório e de casa.  

Hoje, o time de Xpeers, responsável por proporcionar uma experiência de excelência aos quase 20 milhões de clientes do Nubank, conta com mais de 1000 profissionais e é a maior equipe da fintech. Da porta para dentro da empresa, eles trabalham de forma integrada com todas as áreas, contribuindo com ideias e feedbacks dos usuários sobre os produtos. Da porta para fora, os Xpeers têm a missão de antecipar e solucionar as dores do cliente, encaminhar suas observações sobre os serviços, criar conexões emocionais com o usuário e ter empatia. O resultado é um atendimento eficiente, humano e atencioso. “Um dos lemas do Nubank é: queremos que nossos clientes nos amem. Pode parecer um exagero, mas ter isso como missão da empresa faz com que a gente realmente trabalhe para superar as expectativas das pessoas”, diz Yuri Dantas, head de Customer Experience do Nubank. 

Atendimento encantador 

A missão dos Xpeers é cuidar dos clientes do Nubank com excelência.

As surpresas no atendimento podem incluir os WOWs, como são chamados os mimos e experiências proporcionadas pelos Xpeers aos clientes da fintech. Até outubro de 2019, mais de nove mil mimos foram encaminhados aos usuários. O lado humano prevalece nesse relacionamento: cartinhas escritas à mão, vivências ou um objeto que faça sentido na história do usuário. Tudo de acordo com a conversa com o cliente. 

Casos como o de uma cliente que perdeu seu cartão de crédito físico, às vésperas do aniversário da filha, Sophia. Aflita, ela precisava que o novo cartão chegasse logo, pois seria usado para pagar o bolo da menina, que teria como tema As Princesas. O problema foi solucionado. Porém, a Xpeer Lola colaborou ainda mais com a festa: encaminhou uma carta à mão dando os parabéns pela data, acompanhada de uma fantasia da Princesa Sofia da Disney, que usa um vestido lilás com detalhes em roxo, cor oficial do Nubank. 

Em outro caso, Juliana entrou em contato pelo chat porque estava com dificuldades de usar seu cartão de crédito. As transações estavam sendo negadas, porque, por um equívoco, a própria cliente havia solicitado o bloqueio do cartão. Durante a conversa, a cliente brincou que estava chateada porque nem mesmo seu lanche favorito, em uma rede de fast food, ela havia conseguido comprar. A conversa foi descontraída e dias depois, a usuária recebeu em casa uma reprodução da caixa de papel que acondiciona os sanduíches, nas cores do Nubank e também uma luminária em formato de batata frita.

Reconhecimento  

Foco no cliente: o segredo do Nubank para encantar quase 20 milhões de consumidores.

Todo o investimento no serviço dos Xpeers vem ganhando reconhecimento. A excelência do serviço ao consumidor prestado pelo Nubank vem resultado em reconhecimento. O mais recente, o Prêmio Época Negócios Reclame Aqui, em dois grupos: Bancos e Cartões Digitais, conferido através de voto popular e também na categoria Equipe Campeã de Atendimento, como a empresa que demonstrou maior esforço em solucionar as questões levadas ao site de reclamações. Este foi o terceiro ano consecutivo que o Nubank levou troféus do prêmio. 

Você também pode fazer parte dessa revolução abrindo sua NuConta e solicitando seu cartão aqui. 

 

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